Incesto na maturidade

Quando fui pra universidade, tinha 18 anos e já fazia um tempo que eu olhava pra minha mãe com olhos cheios de desejo, e minhas punhetas eram todas inspiradas nela.
Voltei pra casa com 25 anos, formado e prestes a casar. Em casa, Mamãe morava sozinha, tinha viuvado dois anos antes, seus 49 anos ela levava muito bem e o corpo dela se mantinha à base de academia e sexo esporádico — que, pela confiança que a gente tinha, ela comentava em momentos de intimidade.
O corpo dela continuava sendo motivo de inspiração sexual, e muitas vezes eu comia minha mulher pensando naqueles glúteos redondos, duros e gostosos.
Por razões profissionais — minha mulher é médica — ela ficou fora de casa por 15 dias, e foi nessa oportunidade que aconteceu isso:
Como não tinha ninguém em casa, naquela sexta à noite, saí do meu escritório e, em vez de ir direto pra casa, comecei a dar voltas pela cidade sem pressa e talvez esperando alguma coisa — não sabia o quê, mas alguma coisa.
Num ponto de ônibus — eram 22h30 — estava minha mãe. Parei o carro, desci, cumprimentei ela e ofereci uma carona até a casa dela. Claro que ela aceitou e entrou no carro. O perfume dela inundou meus sentidos, e a presença dela despertou aquela vontade incestuosa que eu carrego dentro de mim. Conversa vai, conversa vem, a gente esclareceu que eu tava sozinho e ela, depois de uma reunião de mulheres, voltava pra casa.
Sugeri irmos tomar um drink, e ela aceitou encantada. A gente deu voltas pelo bairro antigo onde passei minha infância e juventude, e ela comentava sobre as meninas e as nem tão meninas que moravam na área naquela época. Minha mão pousou na coxa dela, e ela se sentou quase de lado, com uma perna por baixo da outra, como quem quer conversar mais à vontade. Meu pau tava no talo, e por baixo de uma calça clara, era quase evidente. Mamãe não comentou nada, e a gente continuou papeando. Quando passamos pelo que foi nossa casa, ela disse: "Você andava afim da fulaninha, né? Olha, com a fulaninha nunca rolou nada, mas com a mãe dela a gente fazia umas festas que até hoje... Lembro. Mas, Jorge, aquela senhora tem a minha idade, podia ser sua mãe — disse Mamãe, e eu, como quem não quer nada, falei: e sim, ela era tão gostosa quanto você, e o tempo que passamos juntos foi uma delícia, sem nenhum problema. Parei de vê-la quando fui pra faculdade, mas até hoje lembro do corpo dela, das tetas dela e dos carinhos que ela me fazia.
Minha mão já deslizava na coxa de Mamãe, acariciando a pele dela. O vestido tinha subido, e aquela pele branca, lisa e quente me deixava mais excitado, se é que dava pra ficar mais tarado do que eu já tava.
Chegamos numa área onde tinha uma balada meio duvidosa. Falei: quer tomar um drink ali? Aqui eu vinha dar uns perdidos com umas senhoras que queriam se divertir e não podiam aparecer comigo em outros lugares. Ela topou, e estacionamos quase na porta. O lugar era meia-luz, as mesas pequenas e tinha uns cantinhos VIP bem discretos. Enquanto caminhávamos pra lá, minhas mãos pousaram na cintura dela e sentiam o balanço da bunda dela. Mamãe, sorrindo, disse: que lugarzinho pra vir comigo.
Tirei a jaqueta dela, sentamos juntos e pedimos uma garrafa de champanhe. Por que champanhe? — ela perguntou, e eu respondi: é a bebida do amor, enquanto minha mão voltava a pousar na coxa dela, quase nua já, com as pernas abertas como se quisesse...
A música era agitada, e eu a convidei pra dançar. Dançamos um tempão, rindo e fazendo piada sobre o breu, que não dava pra ver nem as mãos. De repente, a música mudou de ritmo e o Luis Miguel começou a tocar. Da euforia da farra, passamos pra calmaria do lento. Naturalmente, como a coisa mais natural do mundo, nos abraçamos e nossos corpos se encaixaram. Minha mão acariciava as costas dela, descendo pra bunda, e ela arranhava minhas costas com as unhas.
Meu pau já tava duro, e com um movimento de cintura, eu encostei ele no púbis dela.
Acariciei os cabelos dela, o pescoço, e dei um beijo leve. Ela... afirmou sua buceta contra meu pau e a mão dela pressionava meu corpo. Perfume lindo, falei, e ela respondeu: prefere o perfume ou a dança? Sem responder, desci minha mão pelas coxas dela e comecei a procurar a carne dela por baixo da saia, ela deixava eu fazer e a boca dela beijava meu peito até que cheguei na carne dela na região do púbis. A calcinha fio-dental dela tava molhada e quente. Comecei a contornar a borda da peça quando a música parou.

Voltamos pro nosso camarote, já abraçados, acariciei o rosto dela e nos demos um beijo longo, enquanto nossas mãos procuravam o que desejávamos. Ela encontrou meu pau duro e tirou ele da cobertura, eu, enfiei meus dedos na buceta molhada dela e minha boca descia pelo pescoço dela procurando os peitos duros e turgentes. Ela cobriu meu pau com a jaqueta dela e disse: vou no banheiro. Quando ela se levantou, falei: tira a calcinha. Ela me deu um beijo suave nos lábios e respondeu: um pedido seu é uma ordem.

Quando voltou, nos beijamos com paixão de novo, nossas mãos procuraram seu destino e encontrei a buceta dela completamente descoberta. Ela me masturbou suavemente enquanto perguntava: há quanto tempo esperava por isso? Minha vida inteira, Mamãe, minha vida inteira, respondi, e você? quis saber. Desde que você se casou, comecei a sentir a necessidade de gozar com você, e nossas bocas voltaram a se encontrar. Minhas mãos levantaram a saia larga dela e ela se abaixou, colocou a boca sobre o botão vermelho do meu pau, lambeu com devoção, chupou longamente e quando eu estava prestes a gozar, avisei. Ela voltou a me beijar na boca, dizendo: quero seu gozo, Jorge, vai ser um prazer. Eu falei: primeiro sua buceta e seu prazer, depois o meu, e sentei ela no meu mastro enquanto a abraçava e beijava os peitos dela. Ela começou a se mover e subir e descer naquele pedaço de carne que a penetrava. Tava em êxtase, os olhos dela revirados denunciavam o paroxismo. Gozou três vezes e a boca dela devorava meus lábios. Ela se ajoelhou, me fez um boquete. Inesquecível, e ela tomou todo o leite sem derramar uma gota.
Nos beijamos de novo e pude sentir o gosto dos meus próprios fluidos.
Ela ficava desesperada a cada abraço e pedia: mais, amor, me dá mais.
Beijei seu pescoço até deixar minha marca e perguntei: vamos continuar em outro lugar?
— Tá bom, vamos — foi a resposta dela.

Saímos, subimos no carro acariciando cada um o que lhe interessava e fomos para o hotel mais próximo.
Entramos no quarto, nos beijamos longamente enquanto um despia o outro.
Mamãe se ajoelhou na minha frente e começou a me chupar com devoção fálica.
Eu acariciava seus ombros e seus cabelos, ela gemia de prazer.

Levantei ela, levei para a cama e, depois de abrir suas pernas, comecei a chupar aquela buceta que tanto tempo desejei.
Ela gritava, gemia, chorava e gozava sem parar, mas com certeza estava adorando.
Mamãe é multiorgásmica e os fluidos vaginais dela descem em abundância.
Coloquei o pau no canal vaginal dela e, de uma só vez, cheguei ao fundo.
As mãos dela seguraram meu bumbum e minha boca, seus seios.
O movimento circular do quadril dela era uma delícia.
Chegamos juntos ao orgasmo final e, juntos, dissemos: é lindo.

Abraçados, prometemos amor e prazer um ao outro, enquanto lembrávamos das velhas masturbações.
Ela confessou que se masturbava quando eu transava com minha mulher no quarto ao lado.
— Me deixava louca, amor, eram noites intermináveis que terminavam em orgasmos quando você gozava na sua mulher.
Nunca me deixe, amor, eu quero ser sua amante, ninguém precisa saber.
Prometo todos os prazeres que você imaginar, inclusive o cu.
Ele é virgem e você quem vai estrear.

Beijei suas costas, seu bumbum e perdi minha língua no buraquinho dela.
Ela teve um orgasmo longo e profundo, se virou, chupou meu pau com frenesi e tomou todo o leite.
— Da próxima vez, o marrom é seu.

E foi assim que aconteceu.
Nosso relacionamento não atrapalha minha vida de casado.
Minha mulher está grávida e minha mãe cuida dela.
Uma vez por semana, nos satisfazemos mutuamente. É divino.

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