Muito já se escreveu sobre INCESTO, mas as experiências pessoais enriquecem o tema.
Quando eu tinha 18 anos, minha mãe tinha 35, ou seja, estava no auge da idade e da efervescência dos hormônios. Eu ficava louco só de vê-la, senti-la perto, e chegava perto de gozar quando, na hora da sesta, ela lia o jornal e me pedia para fazer carinho nos pés dela, assim ela podia relaxar e dormir um pouco. E era assim: eu acariciava a sola dos pés dela, ela largava o jornal de lado, semicerrava os olhos e dormia profundamente. A visão que eu tinha do corpo dela era quase perfeita: as coxas dela descobertas até a borda da calcinha fio dental, a buceta carnuda querendo escapar da peça que a continha, e o quarto ficava tomado por um aroma que, tempos depois, descobri ser de origem sexual.
Com o passar do tempo, minhas carícias ficaram mais ousadas e eu chegava a enfiar os dedos por baixo da calcinha dela, roçar os lábios dela e, às vezes, enfiar um dedo na buceta dela, que estava molhada.
Claro que minhas punhetas eram apoteóticas, e depois eu voltava ao normal.
Fui estudar fora de casa por cinco anos, voltei formado e minha mãe ainda tinha os mesmos hábitos, mas com um elemento a mais: meu pai estava de cama há dois anos.
Quando voltei para casa, sempre buscava a oportunidade de ficar perto dela na hora da sesta. Ela se deitava com uma camisola curta, transparente, que deixava entrever a buceta dela e as nádegas quase totalmente à mostra.
Nos primeiros dias, eu me deitava perto dela para ler os jornais e podia apreciar os peitos lindos dela, as coxas apetitosas e a redondeza dos glúteos dela — era um poema, e minhas punhetas eram mais que frequentes.
Depois da primeira semana, mamãe me fez notar que, com roupa de dormir, eu podia ficar mais confortável na sesta, e depois de dois dias de pijama, ela insinuou que eu ficasse só de cueca por causa das temperaturas da minha cidade. Claro que, em slip, semi nua e ela mostrando os glúteos, os peitos com mamilos lindos e umas nádegas dignas de serem comidas, meu pau duro e em posição de sentido se fazia notar debaixo da roupa que o continha. Mamãe olhava de canto e às vezes sem disfarce, e seus olhos mostravam um brilho libidinoso que não passava despercebido.
Naquele sábado, enquanto descansávamos na sesta, começou a chover e nos cobrimos com os lençóis. Nossos corpos se aproximaram o suficiente para que meu pau duro roçasse seu canal posterior. Ela não fez comentários e eu também não, mas fingimos começar a cochilar.
Eu apoiei meu braço sobre os peitos dela sem chegar a tocá-los, enquanto meu pau se posicionava quase em cima do canal posterior dela. Depois de um tempo, Mamãe dormia. Eu, abaixei minha mão sobre os peitos dela e comecei a brincar com eles. Claro que os mamilos dela ficaram durinhos como tâmaras e meu pau queria entrar naquele cuzinho gostoso dela. Depois de um tempo sem que ela demonstrasse estar acordada, comecei a beijar suas costas e a colocar meu pau perto da mão dela.
Quando ela se deu conta da situação, esticou a mão para trás e encontrou meu pau duro. Apertou, pesou na mão, se virou, me olhou sério nos olhos e disse: puta merda, isso não é pra gente. Por quê? perguntei e ela respondeu: porque sou sua mãe, disse, e eu, beijando seu pescoço com paixão, quase deixando uma marca, respondi: hoje não, José, hoje você não é minha mãe, hoje você vai ser minha mulher, minha amante, minha puta, e desci minha boca em busca dos mamilos. Ela pegou um peito e colocou na minha boca. Isso é seu, disse e se deixou levar pela luxúria.
A mão dela pegou meu pau, acariciou suavemente, se abaixou e começou a chupá-lo com devoção, enquanto minha boca mordia suas costas e ela suspirava acelerado. Meus dedos se introduziram na bunda dela e meus hormônios chegaram ao clímax. Explodi naquela boca materna, foi sublime, ela engoliu todo o leite, até a última gota, e depois de limpar todo o meu pau, se virou, me beijou longamente e pediu: chupa em mim, pussy, tô precisando.
Fiz ela abrir as pernas, procurei a pussy molhada dela e comecei a lamber com paixão. Ela gritava, xingava e pedia: cock, pussy, me dá cock, eram os gritos dela e ela gozava repetidas vezes.
Coloquei a cock entre os lábios da buceta dela e perguntei solenemente: José, quer ser minha mulher?
Ela passou as pernas em volta das minhas costas e gritou: sou sua, pussy, sou sua. E comecei um movimento lento de entrar e sair da pussy molhada e quente dela. A cada penetração, ela gritava o tesão dela: cock, filho, me dá cock. Eu apertava os peitos dela, beliscava os biquinhos e dizia: cê gosta, José? desde quando cê tá com tesão por mim? desde muito tempo, pussy, desde muito tempo e os gemidos dela aumentavam.
Me enche de cum, filho, me enche de cum. Apertei os peitos dela até doer e tirei a cock da pussy enquanto dizia: não, ainda não. Beijei o monte de Vênus dela, lambi o clitóris e ela gritava a necessidade: me dá, cock!
Virei ela, coloquei o travesseiro debaixo da barriga dela e me dediquei a acariciar a bunda dela. Primeiro uns beijos nas nádegas, depois umas mordidas mais ou menos fortes pra depois começar a enfiar um dedo naquele rabo monumental. Ela gozava uma, duas, três vezes, gritava a paixão e pedia aos berros: me enfia, pussy, me enfia. Coloquei a cock perto da boca dela, pedi pra ela chupar e deixar molhada, voltei pras nádegas dela e comecei a enfiar a cabeça no cu dela.
Primeiro ela gritou, parei a penetração quando a cabeça tava inteira dentro do canal, uns segundos de imobilidade e silêncio foram suficientes pra ela começar a rebolar, me dando umas sensações inesquecíveis. No ouvido dela, falei: se doer, eu tiro, e ela, com a voz rouca, quase gritando, respondeu: se tirar, te mato! Aceleramos o movimento, ela gozou duas ou três vezes, quando perguntei se queria que eu enchesse o cu dela de cum, ela, acelerando as contorções, gritou um orgasmo e a A contração dos esfíncteres dela me levou a uma gozada feroz. Mordi as costas dela e ela repetia: obrigada, pussy, obrigada.
Foi a primeira vez. Depois, naquela noite, saímos pra comer fora e terminamos a noite num hotel, onde nos comprometemos formalmente: Eu, a satisfazê-la sexualmente; Ela, a ser minha mulher, minha amante, minha puta. E cumprimos.
Quando eu tinha 18 anos, minha mãe tinha 35, ou seja, estava no auge da idade e da efervescência dos hormônios. Eu ficava louco só de vê-la, senti-la perto, e chegava perto de gozar quando, na hora da sesta, ela lia o jornal e me pedia para fazer carinho nos pés dela, assim ela podia relaxar e dormir um pouco. E era assim: eu acariciava a sola dos pés dela, ela largava o jornal de lado, semicerrava os olhos e dormia profundamente. A visão que eu tinha do corpo dela era quase perfeita: as coxas dela descobertas até a borda da calcinha fio dental, a buceta carnuda querendo escapar da peça que a continha, e o quarto ficava tomado por um aroma que, tempos depois, descobri ser de origem sexual.
Com o passar do tempo, minhas carícias ficaram mais ousadas e eu chegava a enfiar os dedos por baixo da calcinha dela, roçar os lábios dela e, às vezes, enfiar um dedo na buceta dela, que estava molhada.
Claro que minhas punhetas eram apoteóticas, e depois eu voltava ao normal.
Fui estudar fora de casa por cinco anos, voltei formado e minha mãe ainda tinha os mesmos hábitos, mas com um elemento a mais: meu pai estava de cama há dois anos.
Quando voltei para casa, sempre buscava a oportunidade de ficar perto dela na hora da sesta. Ela se deitava com uma camisola curta, transparente, que deixava entrever a buceta dela e as nádegas quase totalmente à mostra.
Nos primeiros dias, eu me deitava perto dela para ler os jornais e podia apreciar os peitos lindos dela, as coxas apetitosas e a redondeza dos glúteos dela — era um poema, e minhas punhetas eram mais que frequentes.
Depois da primeira semana, mamãe me fez notar que, com roupa de dormir, eu podia ficar mais confortável na sesta, e depois de dois dias de pijama, ela insinuou que eu ficasse só de cueca por causa das temperaturas da minha cidade. Claro que, em slip, semi nua e ela mostrando os glúteos, os peitos com mamilos lindos e umas nádegas dignas de serem comidas, meu pau duro e em posição de sentido se fazia notar debaixo da roupa que o continha. Mamãe olhava de canto e às vezes sem disfarce, e seus olhos mostravam um brilho libidinoso que não passava despercebido.
Naquele sábado, enquanto descansávamos na sesta, começou a chover e nos cobrimos com os lençóis. Nossos corpos se aproximaram o suficiente para que meu pau duro roçasse seu canal posterior. Ela não fez comentários e eu também não, mas fingimos começar a cochilar.
Eu apoiei meu braço sobre os peitos dela sem chegar a tocá-los, enquanto meu pau se posicionava quase em cima do canal posterior dela. Depois de um tempo, Mamãe dormia. Eu, abaixei minha mão sobre os peitos dela e comecei a brincar com eles. Claro que os mamilos dela ficaram durinhos como tâmaras e meu pau queria entrar naquele cuzinho gostoso dela. Depois de um tempo sem que ela demonstrasse estar acordada, comecei a beijar suas costas e a colocar meu pau perto da mão dela.
Quando ela se deu conta da situação, esticou a mão para trás e encontrou meu pau duro. Apertou, pesou na mão, se virou, me olhou sério nos olhos e disse: puta merda, isso não é pra gente. Por quê? perguntei e ela respondeu: porque sou sua mãe, disse, e eu, beijando seu pescoço com paixão, quase deixando uma marca, respondi: hoje não, José, hoje você não é minha mãe, hoje você vai ser minha mulher, minha amante, minha puta, e desci minha boca em busca dos mamilos. Ela pegou um peito e colocou na minha boca. Isso é seu, disse e se deixou levar pela luxúria.
A mão dela pegou meu pau, acariciou suavemente, se abaixou e começou a chupá-lo com devoção, enquanto minha boca mordia suas costas e ela suspirava acelerado. Meus dedos se introduziram na bunda dela e meus hormônios chegaram ao clímax. Explodi naquela boca materna, foi sublime, ela engoliu todo o leite, até a última gota, e depois de limpar todo o meu pau, se virou, me beijou longamente e pediu: chupa em mim, pussy, tô precisando.
Fiz ela abrir as pernas, procurei a pussy molhada dela e comecei a lamber com paixão. Ela gritava, xingava e pedia: cock, pussy, me dá cock, eram os gritos dela e ela gozava repetidas vezes.
Coloquei a cock entre os lábios da buceta dela e perguntei solenemente: José, quer ser minha mulher?
Ela passou as pernas em volta das minhas costas e gritou: sou sua, pussy, sou sua. E comecei um movimento lento de entrar e sair da pussy molhada e quente dela. A cada penetração, ela gritava o tesão dela: cock, filho, me dá cock. Eu apertava os peitos dela, beliscava os biquinhos e dizia: cê gosta, José? desde quando cê tá com tesão por mim? desde muito tempo, pussy, desde muito tempo e os gemidos dela aumentavam.
Me enche de cum, filho, me enche de cum. Apertei os peitos dela até doer e tirei a cock da pussy enquanto dizia: não, ainda não. Beijei o monte de Vênus dela, lambi o clitóris e ela gritava a necessidade: me dá, cock!
Virei ela, coloquei o travesseiro debaixo da barriga dela e me dediquei a acariciar a bunda dela. Primeiro uns beijos nas nádegas, depois umas mordidas mais ou menos fortes pra depois começar a enfiar um dedo naquele rabo monumental. Ela gozava uma, duas, três vezes, gritava a paixão e pedia aos berros: me enfia, pussy, me enfia. Coloquei a cock perto da boca dela, pedi pra ela chupar e deixar molhada, voltei pras nádegas dela e comecei a enfiar a cabeça no cu dela.
Primeiro ela gritou, parei a penetração quando a cabeça tava inteira dentro do canal, uns segundos de imobilidade e silêncio foram suficientes pra ela começar a rebolar, me dando umas sensações inesquecíveis. No ouvido dela, falei: se doer, eu tiro, e ela, com a voz rouca, quase gritando, respondeu: se tirar, te mato! Aceleramos o movimento, ela gozou duas ou três vezes, quando perguntei se queria que eu enchesse o cu dela de cum, ela, acelerando as contorções, gritou um orgasmo e a A contração dos esfíncteres dela me levou a uma gozada feroz. Mordi as costas dela e ela repetia: obrigada, pussy, obrigada.
Foi a primeira vez. Depois, naquela noite, saímos pra comer fora e terminamos a noite num hotel, onde nos comprometemos formalmente: Eu, a satisfazê-la sexualmente; Ela, a ser minha mulher, minha amante, minha puta. E cumprimos.
1 comentários - Mãe: objeto e fim do sexo