Sou Fernando Campos, tenho 25 anos, moro na Cidade do México, sou natural do estado de Guerrero, de um povoado perto de Acapulco chamado Lomas de San Juan, que fica a uns 40 minutos da praia. Morei lá até os 21 anos, como não tinha muita coisa, vim pra cidade em busca de uma oportunidade melhor. Quero contar essa história erótica que aconteceu comigo há 2 anos, como meu despertar sexual foi graças à minha mãe.
Minha mãe tem 1,50m de altura, pele morena, é um pouco cheinha, não chega a ser gorda, é mais tipo uma curvy ou uma BBW como falam nos pornôs. Tem umas tetas enormes e uma bunda muito grande e carnuda. Desde criança, me acostumei a vê-la quase nua, porque com o calor intenso do lugar, a cultura e a educação faziam com que fosse normal as mulheres irem se banhar no rio ou na praia sem sutiã, só de short ou calcinha. Quando dormia, ela se deitava numa rede, de saia, e sem nenhuma vergonha se virava de um lado pro outro, mostrando a calcinha.
Minha mãe não era nada especial no corpo, porque a grande maioria das mulheres do meu povoado era parecida, com peitões e quadril largo. Meus amigos viam minha mãe quase nua, e eu via as deles também, isso era normal pra gente, porque era todo santo dia. Por ali, tanto homens quanto mulheres adoram tomar muita cerveja. Comecei a beber desde os 14 anos nas festas de família, meus pais não ligavam. Quando minha mãe ficava brava comigo, me batia com o que tivesse na mão e me xingava pra caralho — a maioria das pessoas daquele lugar fala com muitos palavrões.
A sexualidade por lá é muito aberta, porque meninas de 14 ou 15 anos já juntam (vão morar com o parceiro) e têm filhos nessa idade, e isso não é mal visto. Até pode rolar traição e é relativamente normal, mas o povo espalha fofoca como pólvora e a culpada é chamada de puta sem dó. Na minha família somos 5 pessoas: meu pai, minha mãe, um irmão mais velho e uma irmã mais nova. Meu irmão mais velho foi pros Estados Unidos há 10 anos e minha irmã juntou os panos aos 19 anos e agora mora com o marido e tem 2 filhos.
Desde que eu tinha 12 anos, gostava de espiar por baixo das saias das minhas colegas na escola, até espiava por baixo da saia da minha mãe e das minhas tias, bem na cara dura, elas só reclamavam e falavam que eu era muito tarado. Quando eu tinha 15 anos, lembro que vi meus pais trepando em casa, vi minha mãe ficar de quatro enquanto meu pai metia nela, ela gritava que nem uma puta, dizia que era a puta dele e que ele comesse ela como tal, como o que ela era: uma puta.
Depois daquele dia, comecei a ver minha mãe como uma mulher comum, uma que eu queria comer, várias vezes me insinuei, apertava a bunda e os peitos dela, falava que estavam muito grandes e gostosos, que meu pau caberia bem neles. Quando ela ficava brava, eu dizia que o que faltava pra ela era uma boa trepada pra se acalmar, que se ela quisesse, eu dava, ela ficava mais puta ainda, mas nunca me disse que eu era doente ou que tava errado. Apesar de minha mãe ser tão safada, nunca vi ela usar fio dental nem vi a buceta dela, ela sempre usava calcinhas grandes ou umas bloomers (cueca feminina).
Há 4 anos, vim morar no México, porque um amigo que veio antes arrumou um trampo no INEGI e me conseguiu um lugar, sem pensar duas vezes topei, porque queria sair e ter algo mais na vida, meus pais acharam de boa. Quando cheguei na cidade, descobri várias coisas e entendi que parte da minha infância era errada mesmo, porque pelo visto eu não tinha vergonha nem respeito na minha cidade.
A cada seis meses eu dava um pulo na minha cidade, com o tempo fui fazendo amigos na cidade, numa ocasião mostrei umas fotos e vídeos de uma festa da minha cidade, aí apareceram minha mãe e outras mulheres, eles viram e falaram: “as minas da sua cidade têm uma bunda enorme, devem precisar de uns paus bons pra encher esses bundões”. Eu não falei que uma delas era minha mãe. mas isso despertou minha libido por mulheres mais velhas.
Dois anos atrás, meus pais me perguntaram se eu podia ir em julho, já que eles seriam padrinhos de formatura de uma prima minha por parte de mãe, que tava saindo do ensino médio. As festas naquele lugar, não importa o motivo, são um puta porre que pode durar até três dias. Eu disse que sim, só precisava saber a data exata. A festa seria numa sexta, umas 2 da tarde. Um dia antes, fui pra minha cidade. No dia seguinte, antes de irmos pra cerimônia de formatura, meu pai se irritou com minha mãe porque ele nunca se deu bem com a família dela, sempre foi assim. Então ele disse que não iria nem pra formatura nem pra festa.
Minha mãe não ligou, disse que tudo bem, e fui com ela pra formatura. O evento foi bem normal: o ato cívico, danças, entrega dos diplomas e tal. Depois disso, fomos pra casa da minha tia, onde seria a festa. Naquele dia, não tinha tanta gente na casa dela, éramos umas 15 pessoas. Como em todo lugar tinha festa, o pessoal tava espalhado, então era quase só família mesmo: tios, primos, avós, o normal. A comida foi uma barbacoa típica da região, não aquela de assado ou poço como se conhece no resto do país. Pra beber, era só cerveja, mas era pra morrer: tinha caixas e caixas de cerveja.
Naquele dia, minha mãe foi com uma calça jeans que tava estourando nas bundonas enormes que ela carregava. Também vestia uma blusa preta. Quando ela se abaixava, dava pra ver como os peitos enormes dela balançavam. Sei que eram meio caídos, mas ótimos pra umas siriricas. Só de imaginar meter meu pau dentro daqueles peitos grandes, carnudos e quentes, já me fazia gozar.
Minha mãe começou a beber com toda a família. Botaram música tropical, dançamos e tudo. Lá pelas 10 da noite, minha mãe já tava bem bêbada, rindo de qualquer coisa. Uma das minhas tias tava chorando, alguns outros parentes já estavam... Tavam indo pra casa dela. Minha tia, a mãe da minha prima, continuava bebendo com a minha mãe, foram as duas últimas. Lá pras 11:30 da noite já tavam tão bebadas que nem conseguiam levantar da cadeira, aí o marido da minha tia (irmão da minha mãe) falou pra gente ficar na casa pra dormir, porque já era muito tarde pra ir pra nossa casa, e ainda tinha uma cama vazia. Aí eu topei.Parte 2Meu tio levou a esposa dele pro quarto de passagem, arrumou o cômodo e a cama onde eu ia ficar com minha mãe, enquanto eu continuei no quintal limpando um pouco a bagunça que tinha ficado. Pouco depois meu tio voltou e disse que tava tudo pronto, a gente ia ficar no quarto que fica subindo as escadas no segundo andar. Eu falei que tava de boa, que ia no banheiro, voltava e levava minha mãe. Ele disse que levava ela pra eu ficar mais tranquilo. Peguei uns guardanapos e fui no banheiro, meu tio viu aquilo e acho que pensou que eu não ia exatamente mijar. Pegou minha mãe pelo braço e meteu ela pra dentro de casa, eu fui no banheiro, mijei e saí rápido.
Como a subida das escadas da casa era meio inclinada, subi com cuidado, não fiz barulho nenhum. Ia entrar no quarto quando ouvi meu tio falando, pensei que minha mãe tinha acordado. Com cuidado, me aproximei da porta que tava entreaberta pra ver o que rolava. Vi como meu tio, o próprio irmão dele, tava passando a mão na bunda da minha mãe, que tava deitada na cama dormindo, com as duas mãos naquelas bundonas enormes e carnudas, parecia que tava lustrando a buceta dela, o filho da puta. Enquanto dizia: "Ah, maninha, você é muito gostosa, tem uma rabuda bem deliciosa, desde pequeno sempre quis te comer mas você nunca deixou, sua putinha. Seu marido é um frouxo, eu te daria toda noite no cu e na sua periquita, já até teria acabado com essa sua bunda."
Minha mãe tava tão dormindo que nem percebia, enquanto meu tio apertava a bunda dela que era tão grande que nem cabia na mão dele. Ele se abaixou um momento e começou a dar vários beijos no cu dela, depois com uma mão começou a passar a mão nos peitos dela. O filho da puta, com uma mão passava a mão na bunda e com a outra nos peitões dela, que longe de me irritar, tava me excitando. Depois ele baixou as calças e começou a esfregar a pica no cu dela, colocava na altura da bunda e dava empurrões, enquanto dizia "sua putinha, maninha, você é muito gostosa, como queria te fazer minha agora". Mas esse filho da puta não deve demorar, no mínimo uma esquentadinha eu vou te dar.
Desabotoei a blusa dela e dava pra ver como as tetonas da minha mãe mal cabiam naquele sutiã, comecei a chupar um peito dela, e com uma mão comecei a esfregar a buceta dela. O filho da puta começou a desabotoar a calça da minha mãe, na hora eu fiquei puto, porque pensei: isso é sacanagem. Dei uns passos pra trás e comecei a tossir e andar com passos pesados, pra ele ouvir que eu tava chegando. Antes de entrar, bati na porta e ele disse: “O que foi, filho? Já acabou”. Eu falei: “É, parece que a comida me caiu pesada”. Ele só sorriu, disse que tinha vindo deixar uns cobertores. Vi que o botão da calça da minha mãe tava desabotoado e a blusa dela toda abotoada errado, mas não falei nada pro filho da puta.
Ele me disse que tinha colocado um colchonete no chão pra eu dormir, me deu um cobertor e um travesseiro, perguntou se tava bom ou se eu precisava de mais alguma coisa. Falei que não. Ele me deu boa noite e saiu, dava pra ver que o pau dele tava bem duro de tanto massagear a minha mãe gostosa. Quando ele saiu, tranquei a porta pra evitar que o filho da puta quisesse voltar mais tarde. Eu também tava bem excitado só de ver o que ele tava fazendo com a minha mãe, que tava tão dormindo que nem sentiu que quase foi comida.
Levantei e me acomodei do lado da minha mãe, ia dormir junto com ela e não no chão. Pensei: se meu tio apalpou ela do jeito que quis, por que eu não posso? Vamos terminar o que aquele filho da puta começou.
Tirei os saltos que ela usava naquele dia, e como a calça já tava desabotoada, fui abaixando ela aos poucos. Consegui ver que naquele dia ela tava usando uma calcinha tipo fio dental branca, não tão pequena, mas não daquelas grandes que ela costuma usar, com um coração no meio da calcinha. Isso me excitou e deixou meu pau duro como pedra, comecei a esfregar a bucetinha dela por cima da calcinha. Puxei ela pro lado e vi como a buceta dela era peluda, mas bem gostosa. Depois tirei a blusa dela e deixei só de sutiã, me levantei e fiquei olhando pra ela. deitada na cama só de tanguinha e sutiã, sabia que naquele dia finalmente ia poder comer ela.
Que nem um louco comecei a apalpar os peitos dela com as duas mãos, estavam bem macios como se espera de uma puta de peitões, enfiei a cara no meio deles e comecei a chupar os dois devagar, minha mãe continuava profundamente dormindo, brinquei com aqueles peitos enormes e carnudos por umas meia hora. Tirei a calça e fiquei só de cueca, tirei minha rola pra fora e me deitei por cima da minha mãe, tentei colocar meu pau no meio dos peitos dela pra fazer um espanhola mas foi muito difícil e por uns momentos parecia que ela ia acordar, então só comecei a bater com a rola nos peitos dela.
Mais devagar fui descendo a tanguinha dela até a altura dos joelhos, vi que a bucetinha dela tava meio molhada, comecei a meter dois dedos, não era uma xota bonita, tava meio largada mas não tava nem aí, com certeza ainda apertava um pouco. Depois enfiei três dedos inteiros e ela só começou a dar uns pequenos pulinhos, cheirei meus dedos e eles cheiravam maravilhosamente ao cheiro da buceta da minha mãe. Coloquei minha rola entre as pernas dela e comecei a me balançar como se tivesse comendo ela enquanto esfregava a boceta dela, quando tava quase enfiando a rola ela acordou e falou "o que você tá fazendo, filho da puta", ela mal conseguia falar direito, ainda tava muito bêbada, falei que ela tava bêbada e que na verdade queria comer ela.
Ela tentou se levantar mas puxei ela com força e falei que ia meter, ela tapou a boceta com a mão e falou "olha aqui, filho da puta, se vai me dar, vai ser pelo cu, minha periquita é só pro seu pai", fiquei tão surpreso porque pensei que ela ia ficar brava, sem avisar coloquei a cabeça da minha rola no cu dela e enfiei de uma vez, ela gritou de dor e falou que eu era um filho da puta, não podia acreditar que tava arrombando o cu da minha mãe, meti tão forte e tão rápido que em 5 minutos gozei dentro do cu dela, ela entre dormindo e acordada falou "só pra isso que você fica de putão", falei "espera aí, puta, mal comecei comecei a apalpar os peitos dela e, uns 5 minutos depois, fiquei duro de novo e tentei enfiar a pica na buceta dela. Ela ficou brava e disse: "Você não entendeu? Cu é meu, e a boceta é do meu pai." Respondi: "Até fiel você me saiu, sua putinha."
Comi o cu dela por uns 20 minutos, talvez mais, com tudo que eu tinha, fazendo um barulhão das coxas dela batendo nas minhas pernas. Levantei ela e coloquei de quatro, enquanto metia nela, chamava ela de puta. Tava tão excitado que enfiei até o talo de uma vez e gozei no cu dela. Deixei ela assim, inclinada, pra minha porra não vazar. Com a porra que ainda tinha na cabeça da minha pica, passei nos pelinhos da buceta dela. Depois disso, ela disse: "Agora você tá feliz? Já me comeu, mas cuidado pra não falar nada, senão corto sua pica, seu neguinho."
Desde aquele dia, continuo o jogo sexual com ela: apalpo os peitos, aperto a bunda ou passo a mão na buceta dela, esperando que um dia ela deixe eu arrebentar essa buceta.
Minha mãe tem 1,50m de altura, pele morena, é um pouco cheinha, não chega a ser gorda, é mais tipo uma curvy ou uma BBW como falam nos pornôs. Tem umas tetas enormes e uma bunda muito grande e carnuda. Desde criança, me acostumei a vê-la quase nua, porque com o calor intenso do lugar, a cultura e a educação faziam com que fosse normal as mulheres irem se banhar no rio ou na praia sem sutiã, só de short ou calcinha. Quando dormia, ela se deitava numa rede, de saia, e sem nenhuma vergonha se virava de um lado pro outro, mostrando a calcinha.
Minha mãe não era nada especial no corpo, porque a grande maioria das mulheres do meu povoado era parecida, com peitões e quadril largo. Meus amigos viam minha mãe quase nua, e eu via as deles também, isso era normal pra gente, porque era todo santo dia. Por ali, tanto homens quanto mulheres adoram tomar muita cerveja. Comecei a beber desde os 14 anos nas festas de família, meus pais não ligavam. Quando minha mãe ficava brava comigo, me batia com o que tivesse na mão e me xingava pra caralho — a maioria das pessoas daquele lugar fala com muitos palavrões.
A sexualidade por lá é muito aberta, porque meninas de 14 ou 15 anos já juntam (vão morar com o parceiro) e têm filhos nessa idade, e isso não é mal visto. Até pode rolar traição e é relativamente normal, mas o povo espalha fofoca como pólvora e a culpada é chamada de puta sem dó. Na minha família somos 5 pessoas: meu pai, minha mãe, um irmão mais velho e uma irmã mais nova. Meu irmão mais velho foi pros Estados Unidos há 10 anos e minha irmã juntou os panos aos 19 anos e agora mora com o marido e tem 2 filhos.
Desde que eu tinha 12 anos, gostava de espiar por baixo das saias das minhas colegas na escola, até espiava por baixo da saia da minha mãe e das minhas tias, bem na cara dura, elas só reclamavam e falavam que eu era muito tarado. Quando eu tinha 15 anos, lembro que vi meus pais trepando em casa, vi minha mãe ficar de quatro enquanto meu pai metia nela, ela gritava que nem uma puta, dizia que era a puta dele e que ele comesse ela como tal, como o que ela era: uma puta.
Depois daquele dia, comecei a ver minha mãe como uma mulher comum, uma que eu queria comer, várias vezes me insinuei, apertava a bunda e os peitos dela, falava que estavam muito grandes e gostosos, que meu pau caberia bem neles. Quando ela ficava brava, eu dizia que o que faltava pra ela era uma boa trepada pra se acalmar, que se ela quisesse, eu dava, ela ficava mais puta ainda, mas nunca me disse que eu era doente ou que tava errado. Apesar de minha mãe ser tão safada, nunca vi ela usar fio dental nem vi a buceta dela, ela sempre usava calcinhas grandes ou umas bloomers (cueca feminina).
Há 4 anos, vim morar no México, porque um amigo que veio antes arrumou um trampo no INEGI e me conseguiu um lugar, sem pensar duas vezes topei, porque queria sair e ter algo mais na vida, meus pais acharam de boa. Quando cheguei na cidade, descobri várias coisas e entendi que parte da minha infância era errada mesmo, porque pelo visto eu não tinha vergonha nem respeito na minha cidade.
A cada seis meses eu dava um pulo na minha cidade, com o tempo fui fazendo amigos na cidade, numa ocasião mostrei umas fotos e vídeos de uma festa da minha cidade, aí apareceram minha mãe e outras mulheres, eles viram e falaram: “as minas da sua cidade têm uma bunda enorme, devem precisar de uns paus bons pra encher esses bundões”. Eu não falei que uma delas era minha mãe. mas isso despertou minha libido por mulheres mais velhas.
Dois anos atrás, meus pais me perguntaram se eu podia ir em julho, já que eles seriam padrinhos de formatura de uma prima minha por parte de mãe, que tava saindo do ensino médio. As festas naquele lugar, não importa o motivo, são um puta porre que pode durar até três dias. Eu disse que sim, só precisava saber a data exata. A festa seria numa sexta, umas 2 da tarde. Um dia antes, fui pra minha cidade. No dia seguinte, antes de irmos pra cerimônia de formatura, meu pai se irritou com minha mãe porque ele nunca se deu bem com a família dela, sempre foi assim. Então ele disse que não iria nem pra formatura nem pra festa.
Minha mãe não ligou, disse que tudo bem, e fui com ela pra formatura. O evento foi bem normal: o ato cívico, danças, entrega dos diplomas e tal. Depois disso, fomos pra casa da minha tia, onde seria a festa. Naquele dia, não tinha tanta gente na casa dela, éramos umas 15 pessoas. Como em todo lugar tinha festa, o pessoal tava espalhado, então era quase só família mesmo: tios, primos, avós, o normal. A comida foi uma barbacoa típica da região, não aquela de assado ou poço como se conhece no resto do país. Pra beber, era só cerveja, mas era pra morrer: tinha caixas e caixas de cerveja.
Naquele dia, minha mãe foi com uma calça jeans que tava estourando nas bundonas enormes que ela carregava. Também vestia uma blusa preta. Quando ela se abaixava, dava pra ver como os peitos enormes dela balançavam. Sei que eram meio caídos, mas ótimos pra umas siriricas. Só de imaginar meter meu pau dentro daqueles peitos grandes, carnudos e quentes, já me fazia gozar.
Minha mãe começou a beber com toda a família. Botaram música tropical, dançamos e tudo. Lá pelas 10 da noite, minha mãe já tava bem bêbada, rindo de qualquer coisa. Uma das minhas tias tava chorando, alguns outros parentes já estavam... Tavam indo pra casa dela. Minha tia, a mãe da minha prima, continuava bebendo com a minha mãe, foram as duas últimas. Lá pras 11:30 da noite já tavam tão bebadas que nem conseguiam levantar da cadeira, aí o marido da minha tia (irmão da minha mãe) falou pra gente ficar na casa pra dormir, porque já era muito tarde pra ir pra nossa casa, e ainda tinha uma cama vazia. Aí eu topei.Parte 2Meu tio levou a esposa dele pro quarto de passagem, arrumou o cômodo e a cama onde eu ia ficar com minha mãe, enquanto eu continuei no quintal limpando um pouco a bagunça que tinha ficado. Pouco depois meu tio voltou e disse que tava tudo pronto, a gente ia ficar no quarto que fica subindo as escadas no segundo andar. Eu falei que tava de boa, que ia no banheiro, voltava e levava minha mãe. Ele disse que levava ela pra eu ficar mais tranquilo. Peguei uns guardanapos e fui no banheiro, meu tio viu aquilo e acho que pensou que eu não ia exatamente mijar. Pegou minha mãe pelo braço e meteu ela pra dentro de casa, eu fui no banheiro, mijei e saí rápido.
Como a subida das escadas da casa era meio inclinada, subi com cuidado, não fiz barulho nenhum. Ia entrar no quarto quando ouvi meu tio falando, pensei que minha mãe tinha acordado. Com cuidado, me aproximei da porta que tava entreaberta pra ver o que rolava. Vi como meu tio, o próprio irmão dele, tava passando a mão na bunda da minha mãe, que tava deitada na cama dormindo, com as duas mãos naquelas bundonas enormes e carnudas, parecia que tava lustrando a buceta dela, o filho da puta. Enquanto dizia: "Ah, maninha, você é muito gostosa, tem uma rabuda bem deliciosa, desde pequeno sempre quis te comer mas você nunca deixou, sua putinha. Seu marido é um frouxo, eu te daria toda noite no cu e na sua periquita, já até teria acabado com essa sua bunda."
Minha mãe tava tão dormindo que nem percebia, enquanto meu tio apertava a bunda dela que era tão grande que nem cabia na mão dele. Ele se abaixou um momento e começou a dar vários beijos no cu dela, depois com uma mão começou a passar a mão nos peitos dela. O filho da puta, com uma mão passava a mão na bunda e com a outra nos peitões dela, que longe de me irritar, tava me excitando. Depois ele baixou as calças e começou a esfregar a pica no cu dela, colocava na altura da bunda e dava empurrões, enquanto dizia "sua putinha, maninha, você é muito gostosa, como queria te fazer minha agora". Mas esse filho da puta não deve demorar, no mínimo uma esquentadinha eu vou te dar.
Desabotoei a blusa dela e dava pra ver como as tetonas da minha mãe mal cabiam naquele sutiã, comecei a chupar um peito dela, e com uma mão comecei a esfregar a buceta dela. O filho da puta começou a desabotoar a calça da minha mãe, na hora eu fiquei puto, porque pensei: isso é sacanagem. Dei uns passos pra trás e comecei a tossir e andar com passos pesados, pra ele ouvir que eu tava chegando. Antes de entrar, bati na porta e ele disse: “O que foi, filho? Já acabou”. Eu falei: “É, parece que a comida me caiu pesada”. Ele só sorriu, disse que tinha vindo deixar uns cobertores. Vi que o botão da calça da minha mãe tava desabotoado e a blusa dela toda abotoada errado, mas não falei nada pro filho da puta.
Ele me disse que tinha colocado um colchonete no chão pra eu dormir, me deu um cobertor e um travesseiro, perguntou se tava bom ou se eu precisava de mais alguma coisa. Falei que não. Ele me deu boa noite e saiu, dava pra ver que o pau dele tava bem duro de tanto massagear a minha mãe gostosa. Quando ele saiu, tranquei a porta pra evitar que o filho da puta quisesse voltar mais tarde. Eu também tava bem excitado só de ver o que ele tava fazendo com a minha mãe, que tava tão dormindo que nem sentiu que quase foi comida.
Levantei e me acomodei do lado da minha mãe, ia dormir junto com ela e não no chão. Pensei: se meu tio apalpou ela do jeito que quis, por que eu não posso? Vamos terminar o que aquele filho da puta começou.
Tirei os saltos que ela usava naquele dia, e como a calça já tava desabotoada, fui abaixando ela aos poucos. Consegui ver que naquele dia ela tava usando uma calcinha tipo fio dental branca, não tão pequena, mas não daquelas grandes que ela costuma usar, com um coração no meio da calcinha. Isso me excitou e deixou meu pau duro como pedra, comecei a esfregar a bucetinha dela por cima da calcinha. Puxei ela pro lado e vi como a buceta dela era peluda, mas bem gostosa. Depois tirei a blusa dela e deixei só de sutiã, me levantei e fiquei olhando pra ela. deitada na cama só de tanguinha e sutiã, sabia que naquele dia finalmente ia poder comer ela.
Que nem um louco comecei a apalpar os peitos dela com as duas mãos, estavam bem macios como se espera de uma puta de peitões, enfiei a cara no meio deles e comecei a chupar os dois devagar, minha mãe continuava profundamente dormindo, brinquei com aqueles peitos enormes e carnudos por umas meia hora. Tirei a calça e fiquei só de cueca, tirei minha rola pra fora e me deitei por cima da minha mãe, tentei colocar meu pau no meio dos peitos dela pra fazer um espanhola mas foi muito difícil e por uns momentos parecia que ela ia acordar, então só comecei a bater com a rola nos peitos dela.
Mais devagar fui descendo a tanguinha dela até a altura dos joelhos, vi que a bucetinha dela tava meio molhada, comecei a meter dois dedos, não era uma xota bonita, tava meio largada mas não tava nem aí, com certeza ainda apertava um pouco. Depois enfiei três dedos inteiros e ela só começou a dar uns pequenos pulinhos, cheirei meus dedos e eles cheiravam maravilhosamente ao cheiro da buceta da minha mãe. Coloquei minha rola entre as pernas dela e comecei a me balançar como se tivesse comendo ela enquanto esfregava a boceta dela, quando tava quase enfiando a rola ela acordou e falou "o que você tá fazendo, filho da puta", ela mal conseguia falar direito, ainda tava muito bêbada, falei que ela tava bêbada e que na verdade queria comer ela.
Ela tentou se levantar mas puxei ela com força e falei que ia meter, ela tapou a boceta com a mão e falou "olha aqui, filho da puta, se vai me dar, vai ser pelo cu, minha periquita é só pro seu pai", fiquei tão surpreso porque pensei que ela ia ficar brava, sem avisar coloquei a cabeça da minha rola no cu dela e enfiei de uma vez, ela gritou de dor e falou que eu era um filho da puta, não podia acreditar que tava arrombando o cu da minha mãe, meti tão forte e tão rápido que em 5 minutos gozei dentro do cu dela, ela entre dormindo e acordada falou "só pra isso que você fica de putão", falei "espera aí, puta, mal comecei comecei a apalpar os peitos dela e, uns 5 minutos depois, fiquei duro de novo e tentei enfiar a pica na buceta dela. Ela ficou brava e disse: "Você não entendeu? Cu é meu, e a boceta é do meu pai." Respondi: "Até fiel você me saiu, sua putinha."
Comi o cu dela por uns 20 minutos, talvez mais, com tudo que eu tinha, fazendo um barulhão das coxas dela batendo nas minhas pernas. Levantei ela e coloquei de quatro, enquanto metia nela, chamava ela de puta. Tava tão excitado que enfiei até o talo de uma vez e gozei no cu dela. Deixei ela assim, inclinada, pra minha porra não vazar. Com a porra que ainda tinha na cabeça da minha pica, passei nos pelinhos da buceta dela. Depois disso, ela disse: "Agora você tá feliz? Já me comeu, mas cuidado pra não falar nada, senão corto sua pica, seu neguinho."
Desde aquele dia, continuo o jogo sexual com ela: apalpo os peitos, aperto a bunda ou passo a mão na buceta dela, esperando que um dia ela deixe eu arrebentar essa buceta.
2 comentários - Arrebentei a buceta da minha mãe gostosa
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