Não subestima sua avó

Olá pra todo mundo, esse é meu primeiro conto e espero que vocês gostem!
É verão de 1992, julho pra ser mais exato. Terminei as aulas e finalmente
tô de férias, sorte que esse ano não preciso encarar aquelas malditas recuperações.
Aaaah, ainda não me apresentei, meu nome é Francisco, mas minha família e amigos encurtam e me chamam de Fran.
Tenho 19 anos, nasci em 8 de dezembro de 1973, em Barcelona. Meus pais me
abandonaram e foram pra ilhas do Havaí, pra ser sincero, que se danem!
Por causa do abandono dos meus pais, meus avós tiveram que cuidar de mim.

Com eles tive absolutamente tudo, me mimam um pouco, sim, não vou negar.
Normalmente me dão liberdade total, e saio pra farrear com os amigos, convido meus amigos pra jogar em casa ou jogamos na rua, tipo churro, meia manga, mangotero, bolinha de gude…
Vou apresentar meus avós:
Meu avô se chama Antonio José, um fanático por esporte, tipo… esse verão vai ficar vidrado na TV vendo as Olimpíadas. Aliás, que alegria que são em Barcelona.
Minha avó se chama Andra, uma mulher muito gostosa, que eu amo como amo o Betis, bom, amo mais ela. Minha avó me ajuda em tudo, nas tarefas da escola, nos meus problemas, em absolutamente tudo.

Bom, já apresentei meus avós, agora vamos continuar!
Hoje é 25 de julho, finalmente vamos poder ver a tão esperada cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos, é às 20h da noite. Meus avós decidiram montar um jantar super chique pra ocasião, sendo que só nós três. Mas eu não recusei.
Fomos ao supermercado comprar as coisas, e voltamos pra casa. Lá pelas 18h30 da tarde, minha avó me pergunta se eu podia ajudar a fazer o jantar, e eu topei na hora. Fizemos amêijoas à marinheira, mexilhões, cortamos presunto da pá, uhmmm, dá até água na boca.
Arrumamos a mesa e jantamos, vendo TV o tempo todo, toda a Espanha estava ligada. da TV, sem dúvida é um evento único na Espanha.

No dia seguinte:
Eu: Oi vô!
Antonio: Oi filho, beleza?
Eu: Tô bem, ainda empolgado de ver as Olimpíadas.
Antonio: Eu também, que bonito que foi, e olha que eu não costumo me emocionar.

Depois dessa conversa rápida entre eu e meu avô, fui tomar café da manhã, preparei um café e uma torrada pra pegar energia.

Eu já tava há um tempão me masturbando sem parar, ficava louco, quase todo dia eu batia uma. Mas agora com meus avós em casa não tinha privacidade, quando eles trabalhavam eu aproveitava e me aliviava.

Meu pau não é muito grande nem muito pequeno, tem 15 cm e é bem grosso. Ainda sou virgem, e não encontro nenhuma mina que realmente me interesse. Tenho 1,84m, peso 90kg, não sou gordo, sou definido porque malho na academia. Meu maior fetiche são pés, queria que um dia me fizessem um footjob e se esses pés estiverem de meia preta, aff, que delícia.

Meus avós me contaram que iam ver uns esportes, e se desculparam por não terem comprado um ingresso pra mim porque já tinham esgotado. Eu nem liguei, porque ia aproveitar pra bater uma.

Eles se arrumaram, falaram pra eu sair com os amigos, e foram embora.

Finalmente! Sozinho em casa. Tirei a calça e a cueca e fui direto pro quarto. Lá peguei minhas revistas pornô, que tenho bem escondidas, e fui pra aventura.

Pele pra cima, pele pra baixo, a cabeça aparecia e se escondia de novo. Me esfreguei tanto que gozei em um milésimo de segundo. Limpei tudo, mas ainda tava com vontade de continuar, porque fazia dias que não fazia nada.

Resolvi ir pro banheiro continuar, pra gozar direto no vaso e não gastar tanto papel. Quando tava no meio da bronha, virei a cabeça pra direita e lá estava o cesto de roupa suja, com umas camisetas minhas, do meu avô e o que me surpreendeu: uma calcinha preta. Eu não fiz nada, só gozei e fui embora.

Depois de uns dias de ver aquelas calcinhas...
Toda noite quando tentava dormir, na minha cabeça tava a imagem das calcinhas da minha avó, meus avós perceberam que eu tava estranho mas obviamente não falei nada.
Pensando bem, nunca tinha visto as roupas da minha avó porque ela tomava banho em terceiro e, portanto, a última, eu era o segundo e não podia vê-las depois. No dia que vi as calcinhas, minha avó tinha tomado banho em segundo.
Várias semanas depois, continuava com minhas punhetas quando dava. De novo meus avós foram ver esporte, dessa vez a final de futebol que, pra nossa sorte, a Espanha jogava, eu não fui porque não queria e falei que ia torcer em casa.
Fui tomar um banho e o que tava lá? Sim, de novo umas calcinhas da minha avó.
Eu não gostava de mulheres milf até conseguir uma revista playboy com mulheres milf com bucetas suculentas, pés bonitos, peitões enormes...
O caso é que comecei a ver minha avó de outro jeito, ela tem um corpaço, peitos grandes e firmes, uma raba uff como minha avó me excita. Nesse dia não pensei duas vezes, peguei as calcinhas e cheirei de cima a baixo, que cheiro tão bom de fluido vaginal, tava fresquinho, fazia meia hora que minha avó tinha tirado, e chupei, tava no céu.
Enrolei as calcinhas no meu pau e comecei a me masturbar, cheirando também umas meias e um sutiã, uff tava com tesão, muito tesão, tava tão quente quanto o vulcão Vesúvio.
Depois de ficar um tempo com as calcinhas, coloquei uma das meias na mão e outra no pau simulando como se fosse uma camisinha. E de novo batendo uma, também peguei o sutiã e usei como se fossem peitos e na parte do meio enfiei ali simulando um espanhol. Que delícia, por favor... Gozei no chão do banheiro, e procurando papel não tinha e eu falei merda! Agora o que faço? Peguei as calcinhas da minha avó e limpei com elas.
Foi um erro enorme, fiz meio que inconscientemente, tava ferrado, ia levar uma surra. Tentei esconder elas debaixo do cesto da roupa pra tentar secar em umas horas… fiquei com aquilo e rezei pra não dar merda.
No final consegui, ela não tinha percebido. Vamooo!!
No dia seguinte, minha avó tava usando elas. Será que ela tinha lavado? Ou não tinha mais calcinha e pegou as sujas?
Tava cagado de medo. Mas no fundo tava com tesão, tava ficando de pau duro só de saber que talvez tivessem sujas e meu sêmen roçando na pele da minha avó.
Durante meses, fiz a rotina de bater punheta com a roupa íntima da minha avó, era um tesão difícil de explicar.
Cada dia que passava, eu ficava mais obcecado pela Andra, espiava ela quando tomava banho, quando tava no quarto dela…
Um dia fui no shopping Diagonal Mar, em Barcelona, num sex shop comprar uma boneca inflável, era arriscado, mas precisava sentir que tava metendo numa delas, tava cansado de enfiar num rolo de papel higiênico ou num melão e fingir que era uma buceta. As revistas eram fáceis de esconder e por isso nunca fui pego, mas a boneca inflável era muito grande, então tinha que encher e esvaziar quando queria fazer alguma coisa.
Estreei ela e que luxo, as fodas que eu dava na boneca, que chamei de Danae.
Mesmo tendo comprado a boneca, não ia mudar a rotina das minhas queridas calcinhas.
Faltava uma semana pro meu aniversário. Ia fazer 20 anos. A semana passou normal e chegou o dia.
Fizeram uma festa surpresa pra mim, com meus primos, minha prima Maria Isabel que, mesmo sendo prima, eu comeria, meus tios. Enfim, a galera que me ama, diferente dos meus pais que, desde que foram embora, nunca mais ouvi falar.
Me deram os presentes: camisetas, calças… mas o mais curioso foi um presente com um bilhete: "Abre quando estiver sozinho". Fiquei estranhado, e minha família disse pra eu cumprir o recado.
Já eram 19h da tarde e todo mundo foi embora.
Eu, louco pra saber o que tinha naquele presente, fui direto pro quarto, abro e… O que menos esperava era uma caixa de camisinha, eu super desconfiado fui pro salão jantar.
Meu avô tinha ido ver um Barça-Madri que não me interessava nada porque eu era do Betis.
Cheguei e sentei na cadeira, do lado da caixa. Minha avó chegou e começamos a jantar. Ela me viu estranho e perguntou: "Fran, o que foi?"

Eu: "Vó, aquele presente que falava pra abrir quando eu estivesse sozinho?"
Andra: "Sim."
Eu: "Olha o que é."
Andra: "Puta merda, são camisinhas, hahaha."
Eu: "Vó, por que você tá rindo?"
Andra: "Por nada, por nada..."
Eu: "Ah, é? Agora vou eu acreditar que é por nada. Você sabe de alguma coisa!"
Andra: "Tenho que te confessar uma coisa."
Eu: "Fala, vó, tô muito nervoso!"
Andra: "Olha, Fran, você acha que eu não sei de tudo que você faz com minha roupa íntima?"
Eu: "Vó, eu... hã? Não sabia, peço mil desculpas, não conta pro vô."
Andra: "Fica tranquilo que não vou contar."
Eu: "Muito obrigado, vó."
Andra: "De nada, mas você sabe que o que fez é errado, né?"
Eu: "Sei, mas não consegui evitar, não tenho namorada e preciso fazer umas coisas."
Andra: "Já passei por coisas assim. O que você devia ter feito era conversar comigo. Eu teria te ajudado como sempre ajudei."
Eu: "É, vó, mas chegou num ponto que eu não sabia o que fazer e recorria ao que tava mais perto, e aquilo me dava tesão."
Andra: "Fran, na real, o que você fez é incesto e é errado, mas você me deixou com muito tesão esses meses."
Eu: "Vó, não esperava por essa resposta. E além disso, você viu mais alguma coisa?"
Andra: "Sim, Fran, sim. Vi você batendo uma no seu quarto, vi você metendo na boneca, mas não falei nada porque você é adolescente e precisa disso."
Eu: "Pois é, eu achava que você não sabia de nada."
Andra: "Sua avó não é burra, é muito esperta..."
Eu: "Vó, posso fazer uma pergunta meio complicada?"
Andra: "Claro, querido."
Eu: "Todos aqueles fluidos que tinham nas calcinhas era pura coincidência ou você se masturbava?"
Andra: "Não, Fran, eu me masturbava porque tava com tesão e deixava elas no cesto. a propósito, pra você ver elas e gozar em cima, depois eu ia lá e chupava seu sêmen.
Eu: Tá bom, vó. E outra, esses camisinhas foi você que me deu?
Andra: Fui eu que te dei, sim. Pra você colocar e não irritar a rola com a boneca.
Passaram-se umas semanas e eu e minha avó não nos falávamos. Eu não tava a fim de fazer nada. Até que... um dia não aguentei mais e fui até minha avó.

Eu: Vó, eu sei de tudo o que rolou e quero conversar com você de novo.
Andra: Tá bom, então.
Eu: Vó, no outro dia eu não tive coragem de te falar que te amo, mas não te amo como avó, e sim como mulher, preciso ser seu homem.
Andra: Filho, isso é errado, não pode.
Eu: Por favor.
Andra: Não.
Eu: Por que não? E no outro dia você não confessou que se masturbava pensando em mim?
Sabia que ali eu tinha pegado ela.
Andra: O que eu te falei no outro dia escapou do meu controle, então me deixa.
Depois dessa conversa, já sabia que ia ser bem difícil, então tentei fazer com que acontecesse de qualquer jeito. Vendo um filme no sofá, minha avó tava sentada do meu lado com as pernas em cima do meu pau, ainda mole. Meu avô tava numa poltrona roncando. Aí pensei em dar uma massagem nos pés da minha avó e comecei a fazer; ela não reclamou, terminei e ela me agradeceu com um beijo na bochecha. Quem dera fosse na boca.
No dia seguinte, meu avô foi sei lá pra onde, e quando ele saiu, a primeira coisa que minha avó fez foi me agradecer de novo pela massagem de ontem. E eu falei que quando ela quisesse outra, tava à disposição.
Fui pro meu quarto e botei um filme pornô na TV, onde uma avó e o neto transavam como dois loucos. Eu tava com o pau pra fora, bem duro, com um pouco de líquido pré-gozo na ponta da cabeça. De repente, Andra entrou no quarto, não deu tempo de desligar a TV nem esconder a piroca.
— Fran, o que você tá vendo? — ela perguntou, chocada. Eu ia desligar a TV, mas minha avó falou pra deixar, e me perguntou se era... avó-neto e eu disse que sim.
E ele disse uffa quantos vibradores a velha tem.
Depois me disse me mostra a pica, mostrei e ele disse que grande que você tem como cresceu, pegou com a mão e começou a subir e descer primeiro devagar e depois mais rápido era a primeira vez que uma mulher pegava na minha pica e me masturbava.
Ela se abaixou e lambeu a glande com a língua deus que gostoso… e depois começou um boquete forte e como ela chupava era glória bendita… vó que bem você chupa continua continua, glu glu glu deeeus, minha avó me diz que pica que você tem que gostosa melhor que a do seu avô uffa.
De repente mil jatos de porra parecia minha maior gozada entrou na garganta da minha avó e ela engoliu tudo.
Eu: Obrigada vó finalmente realizou meu sonho, que gostosa você é.
Andra: De nada filho já tava afim de você. Me acompanha até meu quarto.
Fomos os dois juntos nos beijando de boca com língua incluída.
Andra: Abre minha mesinha de cabeceira, e vê o que eu tenho.
Eu: Deus você tem vibradores, e géis.
Andra: Exato, com isso eu me masturbava pensando em você.
Eu: Vó tá me subindo o tesão o que a gente faz? A gente fode?
Andra: Vamos foder como loucos, vou foder o que não fodi com seu avô em anos.
Você ainda tem camisinha Fran?
Eu: Sim vó.
Fui buscar as camisinhas, ia foder minha avó.
Então nos deitamos os dois na cama onde ela tinha fodido com meu avô que tesão… e começamos a nos beijar, eu fui passando a mão, nos peitos, bunda, buceta… a buceta já tava molhada. Ela também passando a mão na minha pica que tava mais dura que um parafuso da Torre Eiffel, falei que ia chupar os peitos dela chupei bem chupados aqueles mamilos duros e as auréolas rosadinhas uhmmm que gostoso. Daí a pouco ela falou de fazer um 69 e eu aceitei que bucetinha ela tinha com um pouco de pelo, tava tão molhadinha que a língua deslizava, como os pistões de um motor. Uhmmm o clitóris… e o que dizer do boquete que ela tava me dando. Deus peguei uma camisinha e dei pra ela e ela começou a Esfregando ela na boceta encharcada dela, e com uma estocada enfiei até o útero, que delícia, ela gemia sem parar, o avô não sei onde estava, mas tomara que se perdesse por aí e nunca mais voltasse.
De repente, ouço um portão bater e alguém grita: "Cheguei em casa!" — e eu corri pra me enfiar debaixo da cama. Meu avô entrou, viu minha avó pelada e disse: "Que nojo, como eu te odeio."
Meses depois, meu avô deu os papéis do divórcio pra minha querida avó, ela assinou, e ele foi embora pra algum lugar — tomara que tenha ido pra bem longe.
Fiquei com minha avó à minha disposição, e a gente decidiu virar um casal. Fodia a toda hora.
Enfiei no cu dela várias vezes, e realizei meu sonho de ganhar uma punheta com os pés. Gozei nas meias dela e depois chupei tudo.
Que chupada de boceta que eu dava nela.
Assim que é bom ter uma avó.
Até hoje a gente ainda trepa. Tivemos uma filha que tem 18 anos e é uma gostosa. Minha avó come ela todo dia.
Eu, como pai, devia comer ela também?

2 comentários - Não subestima sua avó

Muy bueno, deja con ganas de ver esa rica abuela. Si tú abuela se está cogiendo a tu hija, porque no le propones un trio y nos muestras unas fotos para comprar esas dos ricas mujeres