Voyeurs

Depois de vários anos e de ter lido muitos contos, resolvi escrever um. Como produto da censura na minha pré-adolescência, de certa forma a gente acaba se tornando meio voyeur à força. Na minha modesta opinião, não tem nada como um conto pra exercitar a libido, embora as imagens ou os áudios façam parte do conjunto, assim como o olfato e o tato. No fim das contas, são estímulos pro órgão sexual mais importante, que é o cérebro (o bocho). A gente com o bocho tem liberdades e tira tabus que na vida real poucos são capazes de cruzar. Meu conto de hoje é uma lembrança de algo que li há vários anos.

Dom Antonio, ítalo-argentino, bodegueiro aposentado, empresário, 80 anos, viúvo recente e de cama caída. Um dos filhos teve a ideia de trazer uma profissional médica, basicamente pra ele ter companhia. A tarefa era medir a pressão e auscultar o coração dele, três vezes por semana, com boa paga, numa casa estilo mediterrâneo de dois andares, com todas as comodidades e um grande vinhedo. A profissional escolhida foi Marcela, a Doutora, muito recomendada pela profissionalidade e seriedade. Marcela, 45 anos, castanha clara, olhos cor de mel, tetas espetaculares, rabo fantástico, resumindo, uma mina infernal.

Os dias iam passando e Dom Antonio estava muito melhorado, de ânimo, fazendo suas caminhadas com a bengala, e Marcela de manhã. Pra idade dele, Dom Antonio era um homem bem conservado, com barbinha grisalha, olhos claros e um porte de homem robusto, apesar dos 80 piru. Com o tempo, Marcela, que era uma mulher muito aplicada e séria na profissão, foi ganhando confiança e, por que não, carinho por Antonio.

Numa sexta-feira ensolarada espetacular de novembro, Marcela vinha tendo uma certa perversão com Antonio. Ela tinha pegado o gosto de provocá-lo. No começo, ela usava a túnica típica de médica, mas com o tempo parou de usar. Aparecia com jeans apertados e camisas com algum botão desabotoado, especialmente os de cima, que insinuavam as tetas perfeitas dela. Naquela sexta em particular, a doutora apareceu com uma legging preta bem Ajustada, onde marcava a buceta dela, sem falar naquele rabo imponente, dava a impressão de que ela não tava de calcinha. Em cima, ela tinha vestido uma camisa longa e desabotoada nos dois últimos botões. A questão é que o Antonio tava sentado na beira da cama, esperando a doutora medir a pressão dele e escutar o coração. A janela tava escancarada, a Marcela se aproxima do Antonio, coloca o estetoscópio no peito dele, se inclina um pouco, ele sentado, e ele vê aqueles peitos sem sutiã a centímetros dos olhos dele. Ele não resiste à tentação de meter a mão e encher a palma com aquele peito. A Doutora, longe de ficar vermelha, dá um sorriso cúmplice. O Toño fala: "que puta gostosa você é". A Marcela retruca: "Tô parecendo puta pra você, Antonio...?" Ela tira o estetoscópio dos ouvidos, vai até a janela e pergunta de novo: "Tô parecendo gostosa?" Devagar, ela tira a camisa, daquelas compridas que cobrem a legging e a bunda. O Antonio repete: "que puta gostosa você é", enquanto ela, lentamente, como se fosse uma stripper, vai descendo a legging. A Marcela fica só com um fio branco enfiado naquele rabo imponente. Ela se apoia com os braços no batente da janela, olhando pra fora. O Antonio levanta de onde tá, com o olhar fixo naquela bunda fabulosa. Apesar da idade, a pica dele fica dura dentro do pijama, se é que ele usa pijama, por baixo da calça de veludo marrom. Ele pega o estetoscópio que a doutora deixou na cama. Se aproxima e se ajoelha. A doutora olha pra trás, ele pede licença e, bem devagar, puxa o fio. A Marce deixa ele fazer, só fica olhando pra fora. Ele coloca o estetoscópio nos ouvidos, sopra no medidor, no círculo de metal. Com a mão esquerda, ele abre a nádega dela, beija a buceta, um beijinho carinhoso. Ela: "Uff..." O Antonio desliza o estetoscópio no cu da Doutora, enquanto passa a língua na buceta. "Uff, Marce, não imaginava que você entendia de medicina, Toño." Ele deslizava a língua na buceta da Doutora, de cima pra baixo. Ela já se segurava e abria as nádegas. Ele diz: "Não sinto sua... Cu, vou ter que fazer alguma coisa. Nesse momento, ele tira o estetoscópio do cu da Marce, passa a língua na buceta dela, de baixo pra cima, uffg uggh Toño..., que não para até chegar no ânus da Marce. Doutora, quero comer sua bunda com a língua. Uggg, tô toda molhada..., faz isso, por favor, diz a doutora. Toño tira as mãos dela das nádegas, abre bem as nádegas dela com as próprias mãos, e enfia a língua toda de uma vez, ufffff ela geme e bufa, como um búfalo no cio. Com as mãos já livres, ela estende uma na nuca do Toño e acompanha o ritmo. A língua do Toño entra e sai dessa bunda deliciosa num ritmo lento e constante. Ela rebolando o cu bem devagar e sensual, era tipo um rebolado, mas em câmera lenta. Toño com a língua no cu e dois dedos na buceta da Marcela, que já não aguentava mais o orgasmo. É evidente que o Toño nessa posição não ia aguentar mais, então sem aviso ele se levanta, o que deixa a Doutora louca, toda molhada e tesuda. A Marce se vira freneticamente, abre o zíper da calça dele, com uma mão pega a rola e com a outra se esfrega o clitóris. Quero provar sua rola, Antonio. Ela tira a rola dele, a mãe de todas as pirocas, não podia acreditar que o velho tinha uma rola daquelas. Tava meio mole, mas tinha uns 22 cm. Não disse mais nada, a Marce abriu a boca e foi devorando aquele pedaço de carne, que não cabia inteiro. Se a rola era grande, quando ela baixou a calça e a cueca dele, viu dois ovos venosos impressionantes, carregados de porra, que faziam a buceta dela inundar. A rola na boca da Marce, babada, ela percorria da base até a cabeça. Toño tremia as pernas, olhava pro teto, com os olhos revirados. Fui curto, Marce, uffg, s.o.s, um, p u t a o, ahhgg. Marce pegou a rola com as duas mãos, sabendo que ele não ia aguentar muito... Antonio..., ela chupou os ovos dele, a rola até a metade, e fazia ânsia, então se apressou, colocou a rola descomunal nos peitos dela, babou ela mesma o Canalillo, o Antonio aproveitou pra chupar a boca dela e enfiar um dedo no cu dela, enquanto a Marce começou a pegar na pica dele com os peitos. O Antonio tava bufando enquanto a Marce fazia o Boobs fuck nele, já tava quase acabando, então a Marce pede: "Mete tudo na minha boca". O Toño tira a pica dos peitos dela, ela abre bem a boca, ele dá duas enfiadas só na metade e enche a boca dela de porra. A Marce engole tudo, uffg. Continua.

2 comentários - Voyeurs

LER_27 +1
Vamos Uru!!! 👏🏻👏🏻👏🏻
Amigo el próximo relato te lo dedico.sera en breve.,Abrazos y gracias por comentar.