No dejes de pasar por mi mejor post
http://www.poringa.net/posts/imagenes/4084661/Mi-amada-esposa.html
No te vas a arrepentir!
Mi madre se ganó la vida en un bar de caballeros, era mitad bailarina y mitad prostituta, era una mujer muy bonita, extremadamente bonita y se había hecho bastante famosa, todos querían cogerse a ‘Natacha’, esto le permitió hacer una suma interesante de dinero y salir de la mediocridad de esa vida.
Cuando tenía unos cuarenta y pico de años ya era la dueña de un par de lugares, ya no ejercía, ni el baile ni el otro oficio, ya no cogía por dinero, lo hacía por placer y a pesar de la edad seguía siendo sumamente bonita y sensual.
Fue ahí cuando quedó embarazada de mí y llegué al mundo cuando ella estaba bastante mayor, soy su único hijo, dijo que no sabía quién era mi padre porque en esa época aún se acostaba con muchos hombres, nunca supe si fue verdad ó quiso ocultar su nombre.
Así me crie en ese ambiente, aunque ella trataba de resguardarme yo sabía de qué se trataba y me encantaban las plumas.
Hasta los veinte años ella fue mi sostén, siempre me aceptó como era, con mis gustos y con mis sentimientos, así pagó todo y cada uno de mis pedidos, mis hormonas, mis operaciones de rostro, el sacarme dos costillas, mis implantes, mi nariz, estaré eternamente agradecida a mamá, la mujer que me hizo quien soy…
Lamentablemente ella enfermó terriblemente y los gastos para su salud se hicieron cuesta arriba, lentamente y sin pausa fuimos gastando peso a peso, todo, los ahorros de una vida se fueron en pocos meses.
Al morir mamá ya no quedaba nada, ni una moneda, todo se lo había llevado el viento.
Y me encontré muy sola, sin una mano que me ayudara, la única salida fue prostituirme y aún hoy agradezco el cuerpo esculpido que me dejó mamá.
Son tiempos muy duros, de un día a otro he salido a caminar la calle, a tener sexo con enfermos mentales, con sádicos, a veces al llegar el amanecer me daba cuenta de que me había acostado hasta con siete u ocho tipos distintos, es tener sexo rápido y volver a la calle, uno tras otro, mi cuerpo no aguanta.
Encima para trabajar tengo que pagar un ‘protector’, un tipo que vive de chicas como nosotras y se lleva buena parte de lo recaudado, solo para poder estar en paz, porque es eso ó lidiar con la policía, que no nos deja trabajar tranquilas, nos detienen y nos mandan al calabozo, y si están molestos nos golpean y si están mimosos nos violan.
Y hoy me llamo Natacha, en honor a mamá y tengo miles de historia para narrarles, pero la verdad es que casi todas son tristes, solo sexo, nada de amor, pero cuento con los dedos de una mano alguna historia diferente, y les dejaré una de ellas.
Recuerdo perfectamente la noche, era un veintidós de diciembre, víspera de fiestas y el calor era insoportable, había comprado una lencería acorde a la fecha así que cerca de medianoche me preparé para salir a matar.
Me depilé casi por completo, soy bastante presumida y me gusta verme bien, apenas dejé unos pocos bellos cortados al ras de no mes de un centímetro de ancho sobre mi sexo, nada más. Me bañé y mientras peinaba y acomodaba mi larga cabellera castaña me contemplaba desnuda ante el espejo, modestia aparte, que bonita me veía!
Fui al dormitorio y desembalé lo que había comprado, todo el conjunto rojo, primero subí las medias de red bien arriba, sobre mis gruesos muslos para montar mis finos zapatos de tacos altos, luego esa especie de capa a media espalda, que se ajustaba por delante con cordel, acomodé mis enormes pechos de manera de verme sumamente provocativa, no desnuda, no vestida, por último la pequeña tanga transparente, la subí bien haciendo que se perdiera entre mis poderosas nalgas, y luego tomé unos minutos en acomodar mi paquete.
Acá quiero aclarar algo, me siento orgullosa de tener un pene grueso de más de veinte, no es para fanfarronear, es la verdad, y mientras la mayoría de las chicas como yo tratan de ocultarlo para verse cien por ciento mujeres yo no tengo problemas en ser como soy, además, la mayoría de mis ‘varoniles’ clientes se acercan a mi por lo que tengo entre las piernas.
Así salí a caminar, casi desnuda, había llevado una canastita con chupetines que obsequiaba a los que paraban a preguntar tarifas y así fue que me encontré hablando con un candidato, un chico de más de veinte años, carilindo tirando a rubión, de barba rala prolijamente recortada, en un coche modesto.
Pegada a su ventana cruzamos unas palabras, lo noté un tanto tímido e indeciso, me dijo que él no quería tener sexo conmigo, solo quería platicar, mi respuesta fue que no me hiciera perder el tiempo, si no iba a coger que se marchara y seguí caminando sacudiendo las caderas, pero él me alcanzó nuevamente y me tocó bocina para que me detuviera, me dijo que estaba dispuesto a pagar por mi tiempo, así que ya cambió mi forma de verlo, era dinero por dinero, por solo escuchar…
En diez minutos estábamos en mi departamento, lucía impecable con un jean azul y una camisa celeste, con las axilas notoriamente transpiradas por el nerviosismo, noté que trataba de no mirarme, por miedo a verse tentado, entonces le dije:
Bem, seja lá qual for seu nome... seu tempo está passando
Olha, você vai achar bobo... qual é seu nome?
Natacha, igual minha mãe.
Bom, Natacha, a questão é que estou prestes a me casar, a garota é muito bonita, muito boa, muito carinhosa, mas...
Mas você não ama ela, certo?
Ele exalou ar com força, encolhendo os ombros num gesto de resignação, então perguntei:
E por que você faz isso?
Não sei, por tradição, pela minha família, mas a verdade é que não tenho tanta certeza se realmente gosto de mulheres... e não sei, pensei que conversar com alguém como você...
E meu instinto me levou a dar o próximo passo
Conversando você nunca vai descobrir!
Então me aproximei dele, e pegando suas mãos o guiei para percorrer meu corpo, tomando cuidado especial para não passar pelo meu volume para não pressioná-lo, ele se deixou guiar e parou para acariciar meus peitos enquanto deixava cair a pequena capa que os cobria, então olhando nos meus olhos disse:
Que grandes eles são!
Respondi com um sorriso e deixei ele brincar com eles, me acariciava, beijava e mordia meus mamilos, sentia meu pau querendo endurecer sob o tecido da calcinha, deixei que botão por botão eu desabotoasse sua camisa para despir seu peito, aliás, tinha uma forma linda e era bastante peludo, coisa que me atraía nos homens, beijei suavemente enquanto tirava seus tênis e meias, finalmente desci até sua virilha e olhando fixamente desabotoei seu cinto e abaixei sua calça.
Sua cueca apertada desenhava perfeitamente suas bolas e seu membro ereto inclinado para a esquerda, comecei a massageá-lo por cima do tecido provocando o desejo nele, sabia que ele queria ir mais longe e não o deixaria na vontade...
Peguei sua última peça de roupa e deslizei lentamente para baixo, chegando à sua nudez completa.
Seu pau terminava em ponta com uma curvatura pronunciada, coloquei uma camisinha na boca e fui colocando sobre ele, uma vez coberto, comecei a enchê-lo com pequenos beijos, de ponta a ponta, suavemente, para provocá-lo e para me provocar, porque a essa altura meu pau duro já tinha escapado pela lateral da calcinha.
Foi então que descasci o glande dele e passei minha língua molhada por ele, peguei com minha boca sem usar minhas mãos para me concentrar em devorar sua cabecinha, como se fosse um pirulito eu chupava na minha boca e notava como satisfazia meu companheiro de turno cujo nome não sabia.
Depois avancei e fui descendo milímetro a milímetro pelo tronco, enfiando-o fundo o suficiente para alcançar com minha língua suas bolas que também massageava com minha mão direita.
Dava uma chupada tão profunda e tão gostosa que percebi que ia fazer ele gozar cedo demais, coisa que eu não queria.
Decidi então soltar e ir lamber seus testículos que pareciam derreter na minha boca, mas depois de uns segundos levantei discretamente uma de suas pernas e desci um pouco até chegar com minha língua no seu ânus, involuntariamente ele se contraiu numa posição defensiva, então pedi que relaxasse e aproveitasse o momento.
Voltei a chupar seu pau, só que agora pressionava com paciência seu anel marrom, fazendo um trabalho de formiguinha, conseguindo que relaxasse e fosse se entregando, aos poucos de acariciar por fora com as pontas dos dedos fui colocando um de leve, e depois dois, continuei lambendo e ele se retorcia de prazer.
De repente me levantei, e enquanto desenrolava com dificuldade uma camisinha no meu pau, ao ver o que eu fazia ele exclamou com os olhos arregalados:
Pera! O que você vai fazer? Tá louca?
Calma, papi, você vai gostar
Mas isso é enorme! Eu não quero...
Mas eu sabia disso, sabia quando um homem queria ou quando não queria, então passei lubrificante no meu pau e voltei para ele, pedi que se segurasse firme na cadeira e relaxasse, que se deixasse levar, então me posicionei e apontei a cabeça no seu buraco virgem.
Comecei a pressionar, sabia que era muito grossa e não queria machucá-lo, para que sua A primeira vez não foi um fiasco, parecia resistir e ele inspirava e expirava exaltado, eu sentia ele palpitar, aos poucos, fui tentando, uma e outra vez, empurrando e soltando quando ele reclamava demais, isso me deixava louco…
Finalmente abri caminho e meu pau entrou até a metade no seu cu, suavemente balancei entrando e saindo enquanto ele se entregava
Ah!!! ah!!! que lindo… ah!!! ah!!! eu gosto, eu gosto, vai!, ah!!!,
Foi assim que eu o desvirginei e o fiz gozar, fui eu quem arrombou seu cu, mudamos de posições e juro que o que mais curtia era quando eu tirava e olhava seu esfíncter todo aberto e ele tentava fechar sem conseguir, isso me excitava demais. Depois de foder ele em quantas posições imaginem, ele pediu para retribuir o favor, coisa que eu aceitaria encantada.
Fiquei de quatro, dando meu lindo cu, ele puxou a calcinha e enfiou até o fundo, por completo, senti ele dentro de mim me fazendo sentir uma puta, agora era ele quem me mudava de posições, e me enchia com sua carne, me fazia gritar e isso ele gostava.
Foi engenhoso como terminamos, depois ele confessaria que improvisou no calor do momento, estava me dando pelo cu, eu estava deitada com minhas pernas abertas sobre seus ombros, ele enfiava fundo apertando meus peitos e com seus olhos grudados no meu pau enorme que eu masturbava já sem camisinha, então ele continuou arqueando minhas costas levantando cada vez mais meu cu em direção ao teto, isso fez com que meu pau se aproximasse da minha boca então ele me pediu para eu mesma chupá-lo!
Assim enquanto ele empurrava mais e mais seu pau no meu cu eu mesma me masturbava e chupava meu pau, tentava apertar meu esfíncter para dar e me dar prazer, sentia que ia gozar, não aguentava, de repente minha boca começou a encher com minha porra, estava quente, deliciosa, eu gozava demais e o sêmen ia direto para minha garganta, abria meus lábios para que ele visse o espetáculo como meu pau Cuspia jato atrás de jato, enchendo minha língua, meus dentes, meu buraco...
Ainda estava saboreando quando ele também não aguentou, me soltou fazendo com que eu recuperasse minha posição horizontal, tirou a camisinha e, como um chuveiro, encheu meus peitos com seu doce mel...
Tempo depois, nos encontramos de novo na rua, foi aí que soube o nome dele. Ele me contou que, graças àquela noite que compartilhamos, tinha decidido não seguir adiante com seu compromisso e que agora andava pela vida procurando garotas como eu. Trocamos telefones e ele acabou virando meu melhor cliente, um amigo, diria. Ele sempre diz que nunca encontrou uma buceta como a minha e que ninguém arrebentava o cu dele como eu. Esse jovem acabou ganhando a vida com sites, e bom, ele fez um para mim onde posso me mostrar nua e exibir meus atributos, e me ajuda a ganhar uns trocados. Então, já sabem, se tiverem interesse em conhecê-lo, é só me pedir...
Se você gostou da história, me escreva com o título ‘NATACHA’ para dulces.placeres@live.com
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No te vas a arrepentir!
Mi madre se ganó la vida en un bar de caballeros, era mitad bailarina y mitad prostituta, era una mujer muy bonita, extremadamente bonita y se había hecho bastante famosa, todos querían cogerse a ‘Natacha’, esto le permitió hacer una suma interesante de dinero y salir de la mediocridad de esa vida.
Cuando tenía unos cuarenta y pico de años ya era la dueña de un par de lugares, ya no ejercía, ni el baile ni el otro oficio, ya no cogía por dinero, lo hacía por placer y a pesar de la edad seguía siendo sumamente bonita y sensual.
Fue ahí cuando quedó embarazada de mí y llegué al mundo cuando ella estaba bastante mayor, soy su único hijo, dijo que no sabía quién era mi padre porque en esa época aún se acostaba con muchos hombres, nunca supe si fue verdad ó quiso ocultar su nombre.
Así me crie en ese ambiente, aunque ella trataba de resguardarme yo sabía de qué se trataba y me encantaban las plumas.
Hasta los veinte años ella fue mi sostén, siempre me aceptó como era, con mis gustos y con mis sentimientos, así pagó todo y cada uno de mis pedidos, mis hormonas, mis operaciones de rostro, el sacarme dos costillas, mis implantes, mi nariz, estaré eternamente agradecida a mamá, la mujer que me hizo quien soy…
Lamentablemente ella enfermó terriblemente y los gastos para su salud se hicieron cuesta arriba, lentamente y sin pausa fuimos gastando peso a peso, todo, los ahorros de una vida se fueron en pocos meses.
Al morir mamá ya no quedaba nada, ni una moneda, todo se lo había llevado el viento.
Y me encontré muy sola, sin una mano que me ayudara, la única salida fue prostituirme y aún hoy agradezco el cuerpo esculpido que me dejó mamá.
Son tiempos muy duros, de un día a otro he salido a caminar la calle, a tener sexo con enfermos mentales, con sádicos, a veces al llegar el amanecer me daba cuenta de que me había acostado hasta con siete u ocho tipos distintos, es tener sexo rápido y volver a la calle, uno tras otro, mi cuerpo no aguanta.
Encima para trabajar tengo que pagar un ‘protector’, un tipo que vive de chicas como nosotras y se lleva buena parte de lo recaudado, solo para poder estar en paz, porque es eso ó lidiar con la policía, que no nos deja trabajar tranquilas, nos detienen y nos mandan al calabozo, y si están molestos nos golpean y si están mimosos nos violan.
Y hoy me llamo Natacha, en honor a mamá y tengo miles de historia para narrarles, pero la verdad es que casi todas son tristes, solo sexo, nada de amor, pero cuento con los dedos de una mano alguna historia diferente, y les dejaré una de ellas.
Recuerdo perfectamente la noche, era un veintidós de diciembre, víspera de fiestas y el calor era insoportable, había comprado una lencería acorde a la fecha así que cerca de medianoche me preparé para salir a matar.
Me depilé casi por completo, soy bastante presumida y me gusta verme bien, apenas dejé unos pocos bellos cortados al ras de no mes de un centímetro de ancho sobre mi sexo, nada más. Me bañé y mientras peinaba y acomodaba mi larga cabellera castaña me contemplaba desnuda ante el espejo, modestia aparte, que bonita me veía!
Fui al dormitorio y desembalé lo que había comprado, todo el conjunto rojo, primero subí las medias de red bien arriba, sobre mis gruesos muslos para montar mis finos zapatos de tacos altos, luego esa especie de capa a media espalda, que se ajustaba por delante con cordel, acomodé mis enormes pechos de manera de verme sumamente provocativa, no desnuda, no vestida, por último la pequeña tanga transparente, la subí bien haciendo que se perdiera entre mis poderosas nalgas, y luego tomé unos minutos en acomodar mi paquete.
Acá quiero aclarar algo, me siento orgullosa de tener un pene grueso de más de veinte, no es para fanfarronear, es la verdad, y mientras la mayoría de las chicas como yo tratan de ocultarlo para verse cien por ciento mujeres yo no tengo problemas en ser como soy, además, la mayoría de mis ‘varoniles’ clientes se acercan a mi por lo que tengo entre las piernas.
Así salí a caminar, casi desnuda, había llevado una canastita con chupetines que obsequiaba a los que paraban a preguntar tarifas y así fue que me encontré hablando con un candidato, un chico de más de veinte años, carilindo tirando a rubión, de barba rala prolijamente recortada, en un coche modesto.
Pegada a su ventana cruzamos unas palabras, lo noté un tanto tímido e indeciso, me dijo que él no quería tener sexo conmigo, solo quería platicar, mi respuesta fue que no me hiciera perder el tiempo, si no iba a coger que se marchara y seguí caminando sacudiendo las caderas, pero él me alcanzó nuevamente y me tocó bocina para que me detuviera, me dijo que estaba dispuesto a pagar por mi tiempo, así que ya cambió mi forma de verlo, era dinero por dinero, por solo escuchar…
En diez minutos estábamos en mi departamento, lucía impecable con un jean azul y una camisa celeste, con las axilas notoriamente transpiradas por el nerviosismo, noté que trataba de no mirarme, por miedo a verse tentado, entonces le dije:
Bem, seja lá qual for seu nome... seu tempo está passando Olha, você vai achar bobo... qual é seu nome?
Natacha, igual minha mãe.
Bom, Natacha, a questão é que estou prestes a me casar, a garota é muito bonita, muito boa, muito carinhosa, mas...
Mas você não ama ela, certo?
Ele exalou ar com força, encolhendo os ombros num gesto de resignação, então perguntei:
E por que você faz isso?
Não sei, por tradição, pela minha família, mas a verdade é que não tenho tanta certeza se realmente gosto de mulheres... e não sei, pensei que conversar com alguém como você...
E meu instinto me levou a dar o próximo passo
Conversando você nunca vai descobrir!
Então me aproximei dele, e pegando suas mãos o guiei para percorrer meu corpo, tomando cuidado especial para não passar pelo meu volume para não pressioná-lo, ele se deixou guiar e parou para acariciar meus peitos enquanto deixava cair a pequena capa que os cobria, então olhando nos meus olhos disse:
Que grandes eles são!
Respondi com um sorriso e deixei ele brincar com eles, me acariciava, beijava e mordia meus mamilos, sentia meu pau querendo endurecer sob o tecido da calcinha, deixei que botão por botão eu desabotoasse sua camisa para despir seu peito, aliás, tinha uma forma linda e era bastante peludo, coisa que me atraía nos homens, beijei suavemente enquanto tirava seus tênis e meias, finalmente desci até sua virilha e olhando fixamente desabotoei seu cinto e abaixei sua calça.
Sua cueca apertada desenhava perfeitamente suas bolas e seu membro ereto inclinado para a esquerda, comecei a massageá-lo por cima do tecido provocando o desejo nele, sabia que ele queria ir mais longe e não o deixaria na vontade...
Peguei sua última peça de roupa e deslizei lentamente para baixo, chegando à sua nudez completa.
Seu pau terminava em ponta com uma curvatura pronunciada, coloquei uma camisinha na boca e fui colocando sobre ele, uma vez coberto, comecei a enchê-lo com pequenos beijos, de ponta a ponta, suavemente, para provocá-lo e para me provocar, porque a essa altura meu pau duro já tinha escapado pela lateral da calcinha.
Foi então que descasci o glande dele e passei minha língua molhada por ele, peguei com minha boca sem usar minhas mãos para me concentrar em devorar sua cabecinha, como se fosse um pirulito eu chupava na minha boca e notava como satisfazia meu companheiro de turno cujo nome não sabia.
Depois avancei e fui descendo milímetro a milímetro pelo tronco, enfiando-o fundo o suficiente para alcançar com minha língua suas bolas que também massageava com minha mão direita.
Dava uma chupada tão profunda e tão gostosa que percebi que ia fazer ele gozar cedo demais, coisa que eu não queria.
Decidi então soltar e ir lamber seus testículos que pareciam derreter na minha boca, mas depois de uns segundos levantei discretamente uma de suas pernas e desci um pouco até chegar com minha língua no seu ânus, involuntariamente ele se contraiu numa posição defensiva, então pedi que relaxasse e aproveitasse o momento.
Voltei a chupar seu pau, só que agora pressionava com paciência seu anel marrom, fazendo um trabalho de formiguinha, conseguindo que relaxasse e fosse se entregando, aos poucos de acariciar por fora com as pontas dos dedos fui colocando um de leve, e depois dois, continuei lambendo e ele se retorcia de prazer.
De repente me levantei, e enquanto desenrolava com dificuldade uma camisinha no meu pau, ao ver o que eu fazia ele exclamou com os olhos arregalados:
Pera! O que você vai fazer? Tá louca?
Calma, papi, você vai gostar
Mas isso é enorme! Eu não quero...
Mas eu sabia disso, sabia quando um homem queria ou quando não queria, então passei lubrificante no meu pau e voltei para ele, pedi que se segurasse firme na cadeira e relaxasse, que se deixasse levar, então me posicionei e apontei a cabeça no seu buraco virgem.
Comecei a pressionar, sabia que era muito grossa e não queria machucá-lo, para que sua A primeira vez não foi um fiasco, parecia resistir e ele inspirava e expirava exaltado, eu sentia ele palpitar, aos poucos, fui tentando, uma e outra vez, empurrando e soltando quando ele reclamava demais, isso me deixava louco…
Finalmente abri caminho e meu pau entrou até a metade no seu cu, suavemente balancei entrando e saindo enquanto ele se entregava
Ah!!! ah!!! que lindo… ah!!! ah!!! eu gosto, eu gosto, vai!, ah!!!,
Foi assim que eu o desvirginei e o fiz gozar, fui eu quem arrombou seu cu, mudamos de posições e juro que o que mais curtia era quando eu tirava e olhava seu esfíncter todo aberto e ele tentava fechar sem conseguir, isso me excitava demais. Depois de foder ele em quantas posições imaginem, ele pediu para retribuir o favor, coisa que eu aceitaria encantada.
Fiquei de quatro, dando meu lindo cu, ele puxou a calcinha e enfiou até o fundo, por completo, senti ele dentro de mim me fazendo sentir uma puta, agora era ele quem me mudava de posições, e me enchia com sua carne, me fazia gritar e isso ele gostava.
Foi engenhoso como terminamos, depois ele confessaria que improvisou no calor do momento, estava me dando pelo cu, eu estava deitada com minhas pernas abertas sobre seus ombros, ele enfiava fundo apertando meus peitos e com seus olhos grudados no meu pau enorme que eu masturbava já sem camisinha, então ele continuou arqueando minhas costas levantando cada vez mais meu cu em direção ao teto, isso fez com que meu pau se aproximasse da minha boca então ele me pediu para eu mesma chupá-lo!
Assim enquanto ele empurrava mais e mais seu pau no meu cu eu mesma me masturbava e chupava meu pau, tentava apertar meu esfíncter para dar e me dar prazer, sentia que ia gozar, não aguentava, de repente minha boca começou a encher com minha porra, estava quente, deliciosa, eu gozava demais e o sêmen ia direto para minha garganta, abria meus lábios para que ele visse o espetáculo como meu pau Cuspia jato atrás de jato, enchendo minha língua, meus dentes, meu buraco...
Ainda estava saboreando quando ele também não aguentou, me soltou fazendo com que eu recuperasse minha posição horizontal, tirou a camisinha e, como um chuveiro, encheu meus peitos com seu doce mel...
Tempo depois, nos encontramos de novo na rua, foi aí que soube o nome dele. Ele me contou que, graças àquela noite que compartilhamos, tinha decidido não seguir adiante com seu compromisso e que agora andava pela vida procurando garotas como eu. Trocamos telefones e ele acabou virando meu melhor cliente, um amigo, diria. Ele sempre diz que nunca encontrou uma buceta como a minha e que ninguém arrebentava o cu dele como eu. Esse jovem acabou ganhando a vida com sites, e bom, ele fez um para mim onde posso me mostrar nua e exibir meus atributos, e me ajuda a ganhar uns trocados. Então, já sabem, se tiverem interesse em conhecê-lo, é só me pedir...
Se você gostou da história, me escreva com o título ‘NATACHA’ para dulces.placeres@live.com
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