Oi, vim aqui pra contar minha história de incesto. É algo que guardo em segredo há meses e sinto necessidade de contar pra alguém. É um assunto difícil de falar, até com seu melhor amigo, por medo de ser julgado sem ouvirem a história toda. Por isso, vim relatar nessa página minha história real de incesto.
Bom, primeiro queria me apresentar, meu nome é Pedro, mas meus amigos e familiares me chamam de Peter. Hoje tenho 26 anos e trabalho numa pequena empresa que meu tio fundou há muitos anos. Sou meu próprio chefe, graças a Deus, e não tô mal não, posso fazer o que quiser. Mas antes de chegar onde estou hoje, meu caminho não foi fácil, e é por aí que minha história começa.
Sou filho único, meu pai morreu quando eu tinha 5 anos e eu e minha mãe ficamos sozinhos morando num kitnet.
Minha mãe Gladys é uma mulher de 46 anos muito bem conservada, apesar de não fazer exercícios nem nada. Ela tem um rosto lindo que não precisa de maquiagem pra ficar gostosa. É baixinha e tem bastante carne, uma bunda boa e um par de peitos que te deixam louco. Eu, apesar de ser minha mãe, sempre fantasiei com ela, mas nunca tive coragem de fazer nada, era muito tímido na minha adolescência.
Minha mãe, por ser tão gostosa, não teve dificuldade em arrumar outro parceiro, mas o problema é que ela era uma mulher fácil de manipular. Tem uma voz tão doce na hora de falar que não consegue se impor quando discorda de algo, e qualquer um consegue calar ela.
Sem meu pai, nem ninguém pra dar conselho certo, eu era presa fácil pra qualquer um que quisesse se aproveitar, e foi aí que apareceu o Mário, meu padrasto, que era a pior pessoa que minha mãe podia arrumar.
O Mario nunca foi com a minha cara, nem quando fui apresentado a ele com 7 anos. Eu e minha mãe éramos unidos quando morávamos sozinhos, mas depois que conhecemos o Mario, a gente se mudou pra casa dele. Era maior que a nossa, e eu ganhei meu próprio quarto, que era do filho mais velho, que tinha casado e ido embora.
No começo, tudo bem na convivência, mas o Mario não demorou pra mostrar a cara. Em todas as refeições, ele tomava uma garrafa de vinho e vivia gritando com a minha velha, que baixava a cabeça e não falava nada. Também não falava nada quando ele me surrava de cinto por eu tentar defendê-la. E isso doía, ela, minha própria mãe, não me defender daquela besta. Mas quando ele dormia, ela vinha no meu quarto pedir desculpas por não ter dito nada. Só que as desculpas não adiantavam nada quando eu não conseguia nem sentar por causa das marcas das porradas.
Com o tempo fui crescendo e aos poucos fui me rebelando, e isso deixava o Mario ainda mais puto, ele ficava doido e já me dava porrada com o punho fechado.
Minha mãe não tinha mudado nada, continuava aguentando ele, porque ela dizia que sem ele a gente não conseguia fazer nada. Mas ouvindo ela falar daquele jeito, era óbvio que não era o pensamento dela, e sim palavras do Mario na boca da minha mãe. Só que ela estava enganada. Meu tio, o irmão do meu pai, morava em Miami e sempre mantinha contato comigo. Quando eu contava pra ele o que a gente vivia, ele insistia pra gente ir morar com ele pra lá, mas minha mãe não queria.
Quando fiz 15 anos, a merda explodiu em casa. No aniversário da minha mãe, o Mario ficou muito bêbado, mais do que de costume. Eu não sabia como ele conseguia não cair, mas ele continuava de pé. Começou a desrespeitar a minha velha, e isso fez com que eu explodisse numa raiva que vinha acumulando há anos. Teve um momento em que o Mario levantou a saia da minha mãe e deixou à mostra aquelas nádegas enormes e pálidas. Minha mãe se ajeitou rápido e foi pra cozinha.
M: viu como tá a bunda da sua mamãe... você não sabe como ela tava gostosa ontem à noite...
Levantei e pulei em cima dele com vontade de enforcar ele. Minha mãe voltou rápido pra separar a gente, o Mario empurrou ela e tentou me bater, mas dessa vez eu devolvi tudo que ele me fez passar. Quando ele ficou caído no chão, falei pra minha mãe que a gente fosse embora. Ela me olhou sem saber o que fazer.
M: Vaza... ingrato, depois que dei casa, comida, roupa, é assim que me pagam...
Minha mãe tinha tomado uma decisão e ajudou ele a se levantar. Eu arrumei uma mochila e saí daquela casa. Minha mãe chorava, mas eu não aguentava mais ficar ali.
Durante uma semana eu dormi na praça e ficava indo de um lado pro outro sem saber o que fazer ou pra onde ir, não tinha parente pra ficar com eles, mas por sorte um amigo me acolheu na casa dele e me deixou ficar uns meses com eles. Sempre fui grato a eles pelo que fizeram por mim.
Depois de uns meses, meu tio veio pra Argentina me buscar. Ele conseguiu minha tutoria e me levou pra morar com ele em Miami. Eu tinha visto meu tio poucas vezes na vida, mas ele cuidou de mim junto com a mulher dele. Eu não sabia que ele tava tão bem vendendo casas lá. Quando cheguei nos Estados Unidos, tudo que eu via era luxo pra mim. Eles tinham dois carros, uma casa de dois andares, tavam indo muito bem.
Fui me metendo no negócio do cara, o que eles faziam era minha tia vender as casas e meu tio reformar elas, era um negócio redondo pra eles, porque assim vendiam mais caro. Então comecei de baixo, meu tio tinha uma turma de peão que colocava os azulejos, fazia os buracos pras piscinas, a gente fazia de tudo, a maioria que meu tio contratava era mexicano ou porto-riquenho, me divertia, tava fazendo meu próprio dinheiro.
Com o passar dos anos, meu tio já tinha dois esquadrões de gordos, um pro jardim e outro pra dentro de casa. Ele me colocou no comando de um, e eu comecei a ganhar muito mais grana pra mim. Com isso, fui juntando dinheiro pra me virar sozinho e montar meu próprio negócio. Meu tio não sabia de nada e ainda me dava força.
Mas como eu sentia falta da Argentina e queria rever minha mãe, decidi montar tudo aqui em Buenos Aires. Então, com 24 anos, voltei pro meu país com a intenção de fazer o mesmo que lá, mas aqui. E com uma ajudinha do meu tio, conseguimos montar um negócio aqui.
Apesar de ter terminado tudo mal com a minha mãe, assim que me instalei, decidi voltar pra buscá-la. Eu tinha ido embora como um moleque e voltava como um homem.
Comprei um carro, meio chique, e estacionei bem na frente da casa do meu padrasto.
Minha mãe, ao me ver, desatou a chorar e me deu um abraço sem fim. Ela tá um pouco mais velha, mas ainda tem aquele charme intacto.
Ela me chamou pra pesar e a gente começou a bater um papo como antes. Dava pra ver que ela precisava desabafar com alguém. Contei do meu novo trampo e ela ficou toda feliz. Disse que o Mário tava desempregado fazia meses e que eles tavam se virando com o que dava. Senti uma certa pena dela, mas foi o que ela escolheu. Agradeci o café e, pra me fazer de importante, falei que tava muito ocupado e que precisava ir. Deixei claro que, se precisasse de algo, era só me ligar, e passei meu número.
Não demorou muito pra eu receber a ligação dele. Um dia, enquanto a gente terminava de jogar bola com uns amigos, recebi uma chamada de um número desconhecido. No começo, ignorei, mas como insistiram, atendi.
P: e aí?
G: Oi, Peter?
P: sim? Quem é?
G: sou eu, Gladys... sua mãe...
P: ahj oi, como cê tá?
G: bem bem...
A voz dela tava como se tivesse acabado de chorar.
P: do que você precisava?
G: nada.. queria saber como você tava?
P: bom... tava brincando com as bolas...
G: uu.. desculpa...
P: não tem problema, já terminei...
G: cê pode passar lá em casa? Preciso te pedir uma parada?
P: sim.. tô indo praí..
Assim que tava, peguei minha bolsa e entrei no carro, dirigi até a casa da minha mãe, que já tava me esperando na porta. Nem terminei de estacionar direito, minha mãe chegou no meu carro e entrou, me pediu pra sair um pouco de perto de casa porque não queria que o Mário me visse.
Dirigi umas duas quadras e estacionei pra conversar.
P: O que rolou, tanto mistério por quê?
G: nada, é que a gente discutiu de novo com o Mario... porque não temos grana... e queria te pedir um favor...
P: quanto você precisa?
G: não é isso.. já que você tá montando esse negócio novo todo... queria saber se não tinha algum trampo pro Mario..
P: Pro Mario? Não... tô contratando assassinos?
G: por favor, filho... eu sei que não fui uma boa mãe, mas por favor, faz isso por mim...
P: nariz...
G: filho... me desculpa por não ter feito nada quando você foi embora, mas preciso desse favor...
P: mamãe... anos de maus-tratos físicos e psicológicos, não se apagam assim, do nada...
G: bom filho... não sei o que você quer que eu faça... já pedi desculpas...
Meu olhar grudou na buceta dela.
P: quer que eu te perdoe?
G: sim...
P: bom, mas você vai ter que fazer algo por mim...
Meu pau tinha ficado duro por causa da situação tão íntima com a minha mãe, peguei a mão dela e coloquei na minha virilha.

Minha mãe não entendia o que tava rolando, tirou a mão dela rápido e eu falei que essa ia ser a única forma que eu poderia considerar perdoar ela, se não quisesse que ela saísse do carro, abri a porta e fiquei olhando pra frente.
Ouvi a porta bater, mas minha mãe não tinha descido. Ela tirou o cinto de segurança, enfiou a mão dentro do meu short e puxou minha rola pra fora. Com muito cuidado, começou a me masturbar. Reclinei um pouco o banco e deixei minha mãe fazer o trabalho dela.



Olhei pra minha mãe, que tava com os olhos cheios d'água.
P: calma, mãe... você tá mandando muito bem...
Minha mão foi para trás da cabeça dela e, com um pouco de força, consegui fazer ela baixar a cabeça até a minha virilha.
Custei, mas minha mãe abriu a boca e devagar enfiou meu pau na boca dela, com muita timidez ela chupou minha rola.
P: mmmhhj... ahhhggg... mamãe... isso... isso... chupa chupa... ahhhhh...
A cabeça dela subia e descia, devagar, minha mãe não era nenhuma expert, mas o tesão era excitante demais.
Quando eu tava quase gozando, minha mãe tentou tirar da boca, mas não deixei, ela teve que engolir toda minha porra. Quando terminei, ela abriu a janela e cuspiu, dei um guardanapo pra ela limpar a boca, enquanto eu guardava a pica.




Enquanto eu a levava de volta pra casa dela, falei antes dela descer.
P: ma.. sobre o trampo... não tenho nada pro Mario, mas se tu tiver interesse, vem amanhã no meu escritório e a gente conversa...
Dei o endereço pra ela e falei que ia esperar.
Bom, primeiro queria me apresentar, meu nome é Pedro, mas meus amigos e familiares me chamam de Peter. Hoje tenho 26 anos e trabalho numa pequena empresa que meu tio fundou há muitos anos. Sou meu próprio chefe, graças a Deus, e não tô mal não, posso fazer o que quiser. Mas antes de chegar onde estou hoje, meu caminho não foi fácil, e é por aí que minha história começa.
Sou filho único, meu pai morreu quando eu tinha 5 anos e eu e minha mãe ficamos sozinhos morando num kitnet.
Minha mãe Gladys é uma mulher de 46 anos muito bem conservada, apesar de não fazer exercícios nem nada. Ela tem um rosto lindo que não precisa de maquiagem pra ficar gostosa. É baixinha e tem bastante carne, uma bunda boa e um par de peitos que te deixam louco. Eu, apesar de ser minha mãe, sempre fantasiei com ela, mas nunca tive coragem de fazer nada, era muito tímido na minha adolescência.
Minha mãe, por ser tão gostosa, não teve dificuldade em arrumar outro parceiro, mas o problema é que ela era uma mulher fácil de manipular. Tem uma voz tão doce na hora de falar que não consegue se impor quando discorda de algo, e qualquer um consegue calar ela.
Sem meu pai, nem ninguém pra dar conselho certo, eu era presa fácil pra qualquer um que quisesse se aproveitar, e foi aí que apareceu o Mário, meu padrasto, que era a pior pessoa que minha mãe podia arrumar.
O Mario nunca foi com a minha cara, nem quando fui apresentado a ele com 7 anos. Eu e minha mãe éramos unidos quando morávamos sozinhos, mas depois que conhecemos o Mario, a gente se mudou pra casa dele. Era maior que a nossa, e eu ganhei meu próprio quarto, que era do filho mais velho, que tinha casado e ido embora.
No começo, tudo bem na convivência, mas o Mario não demorou pra mostrar a cara. Em todas as refeições, ele tomava uma garrafa de vinho e vivia gritando com a minha velha, que baixava a cabeça e não falava nada. Também não falava nada quando ele me surrava de cinto por eu tentar defendê-la. E isso doía, ela, minha própria mãe, não me defender daquela besta. Mas quando ele dormia, ela vinha no meu quarto pedir desculpas por não ter dito nada. Só que as desculpas não adiantavam nada quando eu não conseguia nem sentar por causa das marcas das porradas.
Com o tempo fui crescendo e aos poucos fui me rebelando, e isso deixava o Mario ainda mais puto, ele ficava doido e já me dava porrada com o punho fechado.
Minha mãe não tinha mudado nada, continuava aguentando ele, porque ela dizia que sem ele a gente não conseguia fazer nada. Mas ouvindo ela falar daquele jeito, era óbvio que não era o pensamento dela, e sim palavras do Mario na boca da minha mãe. Só que ela estava enganada. Meu tio, o irmão do meu pai, morava em Miami e sempre mantinha contato comigo. Quando eu contava pra ele o que a gente vivia, ele insistia pra gente ir morar com ele pra lá, mas minha mãe não queria.
Quando fiz 15 anos, a merda explodiu em casa. No aniversário da minha mãe, o Mario ficou muito bêbado, mais do que de costume. Eu não sabia como ele conseguia não cair, mas ele continuava de pé. Começou a desrespeitar a minha velha, e isso fez com que eu explodisse numa raiva que vinha acumulando há anos. Teve um momento em que o Mario levantou a saia da minha mãe e deixou à mostra aquelas nádegas enormes e pálidas. Minha mãe se ajeitou rápido e foi pra cozinha.
M: viu como tá a bunda da sua mamãe... você não sabe como ela tava gostosa ontem à noite...
Levantei e pulei em cima dele com vontade de enforcar ele. Minha mãe voltou rápido pra separar a gente, o Mario empurrou ela e tentou me bater, mas dessa vez eu devolvi tudo que ele me fez passar. Quando ele ficou caído no chão, falei pra minha mãe que a gente fosse embora. Ela me olhou sem saber o que fazer.
M: Vaza... ingrato, depois que dei casa, comida, roupa, é assim que me pagam...
Minha mãe tinha tomado uma decisão e ajudou ele a se levantar. Eu arrumei uma mochila e saí daquela casa. Minha mãe chorava, mas eu não aguentava mais ficar ali.
Durante uma semana eu dormi na praça e ficava indo de um lado pro outro sem saber o que fazer ou pra onde ir, não tinha parente pra ficar com eles, mas por sorte um amigo me acolheu na casa dele e me deixou ficar uns meses com eles. Sempre fui grato a eles pelo que fizeram por mim.
Depois de uns meses, meu tio veio pra Argentina me buscar. Ele conseguiu minha tutoria e me levou pra morar com ele em Miami. Eu tinha visto meu tio poucas vezes na vida, mas ele cuidou de mim junto com a mulher dele. Eu não sabia que ele tava tão bem vendendo casas lá. Quando cheguei nos Estados Unidos, tudo que eu via era luxo pra mim. Eles tinham dois carros, uma casa de dois andares, tavam indo muito bem.
Fui me metendo no negócio do cara, o que eles faziam era minha tia vender as casas e meu tio reformar elas, era um negócio redondo pra eles, porque assim vendiam mais caro. Então comecei de baixo, meu tio tinha uma turma de peão que colocava os azulejos, fazia os buracos pras piscinas, a gente fazia de tudo, a maioria que meu tio contratava era mexicano ou porto-riquenho, me divertia, tava fazendo meu próprio dinheiro.
Com o passar dos anos, meu tio já tinha dois esquadrões de gordos, um pro jardim e outro pra dentro de casa. Ele me colocou no comando de um, e eu comecei a ganhar muito mais grana pra mim. Com isso, fui juntando dinheiro pra me virar sozinho e montar meu próprio negócio. Meu tio não sabia de nada e ainda me dava força.
Mas como eu sentia falta da Argentina e queria rever minha mãe, decidi montar tudo aqui em Buenos Aires. Então, com 24 anos, voltei pro meu país com a intenção de fazer o mesmo que lá, mas aqui. E com uma ajudinha do meu tio, conseguimos montar um negócio aqui.
Apesar de ter terminado tudo mal com a minha mãe, assim que me instalei, decidi voltar pra buscá-la. Eu tinha ido embora como um moleque e voltava como um homem.
Comprei um carro, meio chique, e estacionei bem na frente da casa do meu padrasto.
Minha mãe, ao me ver, desatou a chorar e me deu um abraço sem fim. Ela tá um pouco mais velha, mas ainda tem aquele charme intacto.
Ela me chamou pra pesar e a gente começou a bater um papo como antes. Dava pra ver que ela precisava desabafar com alguém. Contei do meu novo trampo e ela ficou toda feliz. Disse que o Mário tava desempregado fazia meses e que eles tavam se virando com o que dava. Senti uma certa pena dela, mas foi o que ela escolheu. Agradeci o café e, pra me fazer de importante, falei que tava muito ocupado e que precisava ir. Deixei claro que, se precisasse de algo, era só me ligar, e passei meu número.
Não demorou muito pra eu receber a ligação dele. Um dia, enquanto a gente terminava de jogar bola com uns amigos, recebi uma chamada de um número desconhecido. No começo, ignorei, mas como insistiram, atendi.
P: e aí?
G: Oi, Peter?
P: sim? Quem é?
G: sou eu, Gladys... sua mãe...
P: ahj oi, como cê tá?
G: bem bem...
A voz dela tava como se tivesse acabado de chorar.
P: do que você precisava?
G: nada.. queria saber como você tava?
P: bom... tava brincando com as bolas...
G: uu.. desculpa...
P: não tem problema, já terminei...
G: cê pode passar lá em casa? Preciso te pedir uma parada?
P: sim.. tô indo praí..
Assim que tava, peguei minha bolsa e entrei no carro, dirigi até a casa da minha mãe, que já tava me esperando na porta. Nem terminei de estacionar direito, minha mãe chegou no meu carro e entrou, me pediu pra sair um pouco de perto de casa porque não queria que o Mário me visse.
Dirigi umas duas quadras e estacionei pra conversar.
P: O que rolou, tanto mistério por quê?
G: nada, é que a gente discutiu de novo com o Mario... porque não temos grana... e queria te pedir um favor...
P: quanto você precisa?
G: não é isso.. já que você tá montando esse negócio novo todo... queria saber se não tinha algum trampo pro Mario..
P: Pro Mario? Não... tô contratando assassinos?
G: por favor, filho... eu sei que não fui uma boa mãe, mas por favor, faz isso por mim...
P: nariz...
G: filho... me desculpa por não ter feito nada quando você foi embora, mas preciso desse favor...
P: mamãe... anos de maus-tratos físicos e psicológicos, não se apagam assim, do nada...
G: bom filho... não sei o que você quer que eu faça... já pedi desculpas...
Meu olhar grudou na buceta dela.
P: quer que eu te perdoe?
G: sim...
P: bom, mas você vai ter que fazer algo por mim...
Meu pau tinha ficado duro por causa da situação tão íntima com a minha mãe, peguei a mão dela e coloquei na minha virilha.

Minha mãe não entendia o que tava rolando, tirou a mão dela rápido e eu falei que essa ia ser a única forma que eu poderia considerar perdoar ela, se não quisesse que ela saísse do carro, abri a porta e fiquei olhando pra frente.
Ouvi a porta bater, mas minha mãe não tinha descido. Ela tirou o cinto de segurança, enfiou a mão dentro do meu short e puxou minha rola pra fora. Com muito cuidado, começou a me masturbar. Reclinei um pouco o banco e deixei minha mãe fazer o trabalho dela.



Olhei pra minha mãe, que tava com os olhos cheios d'água.
P: calma, mãe... você tá mandando muito bem...
Minha mão foi para trás da cabeça dela e, com um pouco de força, consegui fazer ela baixar a cabeça até a minha virilha.
Custei, mas minha mãe abriu a boca e devagar enfiou meu pau na boca dela, com muita timidez ela chupou minha rola.
P: mmmhhj... ahhhggg... mamãe... isso... isso... chupa chupa... ahhhhh...
A cabeça dela subia e descia, devagar, minha mãe não era nenhuma expert, mas o tesão era excitante demais.
Quando eu tava quase gozando, minha mãe tentou tirar da boca, mas não deixei, ela teve que engolir toda minha porra. Quando terminei, ela abriu a janela e cuspiu, dei um guardanapo pra ela limpar a boca, enquanto eu guardava a pica.




Enquanto eu a levava de volta pra casa dela, falei antes dela descer.
P: ma.. sobre o trampo... não tenho nada pro Mario, mas se tu tiver interesse, vem amanhã no meu escritório e a gente conversa...
Dei o endereço pra ela e falei que ia esperar.
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