Me chamo José, um cara de 26 anos, tímido, não sou muito de chegar nas minas de frente porque tenho medo de levar um fora. Não sou um cara bonito (pelo menos não me acho), mas sou viciado em mulheres maduras. A vida dá voltas e acabei entrando pra trabalhar numa empresa de limpeza. No primeiro dia, éramos dois homens e o resto mulheres. Acabei ficando com uma coroa de quarenta e poucos anos que eu tinha que ajudar: a Nancy, morena, normal, nem gordinha nem magra, um par de peitos grandes e redondinhos e uma bunda linda e bem cuidada.
Ela começou a me dar instruções do que eu tinha que fazer. Eu já tinha dado uma olhada nela, me atraiu pra caralho por dentro. Cada dia que eu olhava pra ela, mais vontade eu sentia, mas por um lado não queria criar expectativas por certos motivos: uma era que ela parecia uma mina séria, na dela; outra é que não sabia se era casada, separada... Até que num ponto eu falei: "Não, nem fodendo que ela vai me dar bola". Bom, os dias foram passando, a gente tinha que se juntar em grupo pra deixar um espaço grande limpo. Eu tava sozinho num outro setor até que ela me encontra e fala que a gente tinha que ir. Enquanto a gente andava, ela me diz: "Me passa seu número pra quando eu não souber onde você está, te ligo caso precise". Beleza, passei. O dia passou, e de noite chegou um WhatsApp: "Sou a Nancy, me salva aí". Respondi e só. Eu tava morrendo de vontade de conversar, até que num fim de semana criei coragem e mandei: "Oi, tudo bem?" Pensei: ou ela corta o papo na hora ou nem responde. Até que chegou a mensagem dela: "Tudo bem, e você? O que tá fazendo na sua folga?" Depois de umas trocas, perguntei sobre a vida dela, e ela disse que era separada há vários anos, blá blá blá, entre outras coisas. Ela tava numa festa, e um tempo depois falou: "Já vou pra casa". Respondi: "Beleza, vai com cuidado com essas coisas que rolam por aí". "Sim, obrigada, te aviso quando chegar." Chegou, e a gente continuou conversando. Eu tava com um tesão danado, queria muito comer ela. Os dias foram passando, a gente se falava todo dia, trabalhava junto, mas eu não tinha coragem de chegar nela de frente. Até que um dia falei: "Que idiota o seu marido ter se separado de uma mulher tão gostosa como você. Mas com certeza você deve ter algum amigo com direito a umazinha, né?" Ela respondeu: "Não, faz anos que não tenho ninguém. não ouvi nada disso e falei pra mim mesmo: hmm, essa mulher deve ser fogosa pra caralho, que pena que tenho 26, senão te convidava. Nancy: idade não impede nada, eu não ligo pra idade. Eu: então show, sábado a gente combina e se encontra, o que acha? Nancy: beleza, deixa eu ver e te confirmo. Chega sábado de manhã, pensei que ela não ia aceitar. Depois do meio-dia, cai a mensagem dela perguntando se ainda tava de pé o encontro. Claro, tipo 23h, te espero em tal lugar. Perfeito, ela diz. Nessa hora passo pra te buscar. Conversamos a tarde toda, entrei no modo romântico, ela já tava gostando do que eu falava. Bem, chegou a hora de nos vermos. Ela manda mensagem que já tava no local. Quando cheguei, ela tava fora do carro: salto alto, uma calça social preta justa marcando aquela buceta e aquele rabo, em cima uma blusinha branca decotada que os peitos pulavam pra fora, e os lábios pintados de vermelho. Por favor, eu peguei fogo, juro. Fui direto beijar a boca dela e abraçar a cinturinha. "Epa", ela diz, "você não vai me dar um oi pelo menos?" haha. "Boa noite", não digo, "que linda você está", e continuei beijando a boca dela até que não aguentei. Passei a mão naquele rabo e acariciei. "Mmm, onde a gente vai?", ela pergunta. "Vamos achar um lugar tranquilo." Fomos, encontramos um terreno baldio. Ela estacionou o carro debaixo de uma árvore. Tiramos um pouco da roupa enquanto nos beijávamos, até que ela ficou só de calcinha. Meu deus, como era aquela buceta. A madura, nunca tinha conhecido uma mulher que fervia de tesão. Era uma lagoa aquela buceta, e os lábios inchados ao máximo. Só de roçar os dedos, ela já gemia. Nem preciso falar quando eu beijava o pescoço e os peitos enquanto tocava aquela buceta. Ela me puxa pro banco de trás, continuamos nos beijando até que ela fala: "Chupa ela, cara." Isso me fez explodir (me excita quando uma madura me chama de cara). Começo a chupar ela. Mmmmm, ai, cara, porra, ai, ai. Ouvir ela gemir daquele jeito deixava meu pau fervendo. Depois de um tempo chupando ela, agora ela fala: "Chupa o meu, amor." Ela ficou de quatro e começou... impossível. sem gemer, eu também aquele barulhinho da boca dela chupando enquanto meus dedos enfiados naquela buceta inchada, eu dedava ela. "sobe agora", eu falo. ela sentou no meu pau, eu chupava os peitos dela. ela me deu uma sentada do caralho, do jeito que ela se mexia no meu pau até o carro balançava. ela não parava de me chamar de "guy, vai, meu amor". eu falo: "tira meu leite com sua buceta" até que a gente gozou. senti o gozo quente dela no meu pau quando ela levanta: "guy, você me encheu de gozo!!" depois a gente continuou trepando aquela noite, e depois tivemos mais encontros... bom, espero que vocês gostem, um pouco longo mas bem detalhado, acho. não vou negar que fiquei com tesão enquanto escrevia e lembrava. fui o guy dela por um bom tempo.
Ela começou a me dar instruções do que eu tinha que fazer. Eu já tinha dado uma olhada nela, me atraiu pra caralho por dentro. Cada dia que eu olhava pra ela, mais vontade eu sentia, mas por um lado não queria criar expectativas por certos motivos: uma era que ela parecia uma mina séria, na dela; outra é que não sabia se era casada, separada... Até que num ponto eu falei: "Não, nem fodendo que ela vai me dar bola". Bom, os dias foram passando, a gente tinha que se juntar em grupo pra deixar um espaço grande limpo. Eu tava sozinho num outro setor até que ela me encontra e fala que a gente tinha que ir. Enquanto a gente andava, ela me diz: "Me passa seu número pra quando eu não souber onde você está, te ligo caso precise". Beleza, passei. O dia passou, e de noite chegou um WhatsApp: "Sou a Nancy, me salva aí". Respondi e só. Eu tava morrendo de vontade de conversar, até que num fim de semana criei coragem e mandei: "Oi, tudo bem?" Pensei: ou ela corta o papo na hora ou nem responde. Até que chegou a mensagem dela: "Tudo bem, e você? O que tá fazendo na sua folga?" Depois de umas trocas, perguntei sobre a vida dela, e ela disse que era separada há vários anos, blá blá blá, entre outras coisas. Ela tava numa festa, e um tempo depois falou: "Já vou pra casa". Respondi: "Beleza, vai com cuidado com essas coisas que rolam por aí". "Sim, obrigada, te aviso quando chegar." Chegou, e a gente continuou conversando. Eu tava com um tesão danado, queria muito comer ela. Os dias foram passando, a gente se falava todo dia, trabalhava junto, mas eu não tinha coragem de chegar nela de frente. Até que um dia falei: "Que idiota o seu marido ter se separado de uma mulher tão gostosa como você. Mas com certeza você deve ter algum amigo com direito a umazinha, né?" Ela respondeu: "Não, faz anos que não tenho ninguém. não ouvi nada disso e falei pra mim mesmo: hmm, essa mulher deve ser fogosa pra caralho, que pena que tenho 26, senão te convidava. Nancy: idade não impede nada, eu não ligo pra idade. Eu: então show, sábado a gente combina e se encontra, o que acha? Nancy: beleza, deixa eu ver e te confirmo. Chega sábado de manhã, pensei que ela não ia aceitar. Depois do meio-dia, cai a mensagem dela perguntando se ainda tava de pé o encontro. Claro, tipo 23h, te espero em tal lugar. Perfeito, ela diz. Nessa hora passo pra te buscar. Conversamos a tarde toda, entrei no modo romântico, ela já tava gostando do que eu falava. Bem, chegou a hora de nos vermos. Ela manda mensagem que já tava no local. Quando cheguei, ela tava fora do carro: salto alto, uma calça social preta justa marcando aquela buceta e aquele rabo, em cima uma blusinha branca decotada que os peitos pulavam pra fora, e os lábios pintados de vermelho. Por favor, eu peguei fogo, juro. Fui direto beijar a boca dela e abraçar a cinturinha. "Epa", ela diz, "você não vai me dar um oi pelo menos?" haha. "Boa noite", não digo, "que linda você está", e continuei beijando a boca dela até que não aguentei. Passei a mão naquele rabo e acariciei. "Mmm, onde a gente vai?", ela pergunta. "Vamos achar um lugar tranquilo." Fomos, encontramos um terreno baldio. Ela estacionou o carro debaixo de uma árvore. Tiramos um pouco da roupa enquanto nos beijávamos, até que ela ficou só de calcinha. Meu deus, como era aquela buceta. A madura, nunca tinha conhecido uma mulher que fervia de tesão. Era uma lagoa aquela buceta, e os lábios inchados ao máximo. Só de roçar os dedos, ela já gemia. Nem preciso falar quando eu beijava o pescoço e os peitos enquanto tocava aquela buceta. Ela me puxa pro banco de trás, continuamos nos beijando até que ela fala: "Chupa ela, cara." Isso me fez explodir (me excita quando uma madura me chama de cara). Começo a chupar ela. Mmmmm, ai, cara, porra, ai, ai. Ouvir ela gemir daquele jeito deixava meu pau fervendo. Depois de um tempo chupando ela, agora ela fala: "Chupa o meu, amor." Ela ficou de quatro e começou... impossível. sem gemer, eu também aquele barulhinho da boca dela chupando enquanto meus dedos enfiados naquela buceta inchada, eu dedava ela. "sobe agora", eu falo. ela sentou no meu pau, eu chupava os peitos dela. ela me deu uma sentada do caralho, do jeito que ela se mexia no meu pau até o carro balançava. ela não parava de me chamar de "guy, vai, meu amor". eu falo: "tira meu leite com sua buceta" até que a gente gozou. senti o gozo quente dela no meu pau quando ela levanta: "guy, você me encheu de gozo!!" depois a gente continuou trepando aquela noite, e depois tivemos mais encontros... bom, espero que vocês gostem, um pouco longo mas bem detalhado, acho. não vou negar que fiquei com tesão enquanto escrevia e lembrava. fui o guy dela por um bom tempo.
5 comentários - Minha colega gostosa de 40
Hay más.?
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