Quando me aproximei da cama, fiquei um pouco nervoso, porque, mesmo sendo minha tia Andrea, não tinha tanta intimidade, além de que eu a via como mulher. Nos meus gostos pessoais, prefiro bundas grandes, e a da minha tia era uma bunda gostosa, então às vezes eu olhava com desejo. Quando cheguei na cama e levantei o lençol para me deitar, vi um lado do corpo dela: ela estava usando um short que deixava suas lindas pernas morenas à mostra e uma blusa leve de alças, e estava sem sutiã, então dava pra ver levemente o mamilo quando levantei o lençol. Apesar de nos deitarmos cada um em uma ponta da cama, como ela não era muito grande, estávamos a poucos centímetros um do outro, deitados, e começou um silêncio meio desconfortável — era a primeira vez que estávamos sozinhos. Ela, para quebrar o silêncio, resolveu ligar a televisão: — Vamos ver algum filme? — Sim, boa ideia. Sinceramente, eu não conseguia pensar em outra coisa a não ser que estava na mesma cama com minha tia Andrea. Ela ligou a TV e começou a mudar de canal; eu nem prestava atenção, mas algo chamou a atenção dos dois: um gemido forte. Quando olhei de volta para a televisão, minha tia tinha chegado num canal pornô. Ela mudou na hora, mas esses canais vêm em sequência, então o próximo também tinha um filme pornô. Ela decidiu desligar a TV e disse: — Já não tem nada de bom na televisão, tudo agora é sexo. Nos meus pensamentos, eu disse: "Você deve conhecer bem isso", mas respondi: — Pois é, agora é o que vende, todo mundo só pensa em sexo. — Não deveria ser tão extremo assim. Hoje em dia, se não tem sexo, ninguém se interessa por filmes, séries, nem relacionamentos. Isso me pareceu interessante e imaginei que ela tinha tido problemas com sexo nos relacionamentos dela. Quis saber mais, então fui direto ao assunto: — Bom, tia, o sexo num relacionamento é um aspecto importante. — Sim, mas a relação não deve ser baseada só nisso. Deve ser como a cereja do bolo: um bolo que se faz com carinho. atenção e dedicação, pra levar tudo isso pro sexo no físico - Então eu entendi que sexo não é coisa de todo dia - falei quase sem perceber e logo pensei que ela podia interpretar mal, tipo sobre a vida dela - já que tem que trabalhar a relação com dedicação pra acontecer - tentei consertar meu comentário de algum jeito - Não é isso, sexo tem que ser todo dia, pode ser de manhã e de noite e sempre que der chance - pensei comigo: bom, aí saiu a fama da minha tia - mas se a relação vai bem, também não quero dizer que é tudo um mar de rosas, as diferenças e os problemas existem todo dia, mas você não pode tratar sua parceira como lixo desde que acorda, me insultar, me tratar mal o dia inteiro, chegar do trabalho gritando comigo e de noite querer que eu abra as pernas, chupe sua pica, engula seu gozo e depois você vira de costas, dorme e nem pergunta como eu tô, como quero ser tratada, como quero que me coma e nem se importa se eu gozei.
Depois de falar isso, minha tia tava com os olhos cheios de lágrimas, dava pra ver a dor e a frustração dela, tanto sexual quanto emocional, aí ela fechou os olhos e as lágrimas escorreram pelo rosto. Parecia que ela tinha me dito o que não conseguiu falar pra alguém por um bom tempo, mesmo parecendo que tava me cobrando, eu não dei importância, sabia que no fundo ela tava desabafando. Antes que eu pudesse falar algo e o silêncio tomasse o quarto, minha tia me diz:
- Desculpa o que te falei, não sei o que deu em mim, você não devia ser a pessoa com quem eu falo disso
Na hora ela virou de costas pra mim, não soube o que fazer, muito menos o que dizer, e uma resposta involuntária do meu corpo foi abraçar ela. Quando me aproximei, notei que ela ainda tava chorando, então abracei, encostei meu peito nas costas dela, abracei pela cintura e fiquei a uns centímetros de encostar a ponta, mas ainda não tinha percebido isso. No momento do abraço, falo bem perto do ouvido dela, em voz baixa:
- Tia, não se preocupa, Entendo o que você quer dizer, até agradeço, agora entendo melhor como tratar uma mulher. Minha tia não reagiu ao meu abraço, depois do que eu falei, ela pegou minha mão e levou até o ombro dela, onde ela estava deitada. Isso fez com que meu braço ficasse em contato com os peitões dela, e aí eu percebi a situação: estávamos de conchinha, meu pau estava a centímetros da bunda dela, meu braço roçava nos peitos dela, e eu falava no ouvido dela. Comecei a lutar pra minha ereção não crescer, pensava: se minha tia perceber, ela vai me odiar, e pior ainda depois do que ela acabou de me contar. Enquanto usava toda minha concentração pra evitar a ereção, ela me diz, já com a voz calma e meio doce:
— Não é tão difícil ser homem, às vezes só ouvir e entender já basta.
Ao ouvir isso, na minha mente veio o pensamento: minha tia acabou de me dizer pra agir como um bom homem, ela me vê como homem. Será que posso levar isso mais longe?
— Um homem que se comporta bem, o que ele ganha?
Enquanto falava bem baixinho no ouvido dela, abracei ela mais forte, fazendo meu braço apertar os peitos dela, e nisso senti que um dos mamilos dela estava meio duro.
— Não sei.
Ela respondeu enquanto se encostou pra trás e colou a bunda no meu pau, fazendo todos os meus esforços pra evitar a ereção serem inúteis. Meu pau tava prestes a explodir, queria tirar ele da calça e esfregar na bunda da minha tia. Antes de eu dizer ou fazer algo, ela continuou:
— Viu? Quando tem cumplicidade, a excitação é tão natural.
Então eu soube que tinha chegado a hora. Tirei minha mão do ombro dela e comecei a apalpar os peitos dela e beijar o pescoço. Ela não resistiu, só se deixou levar, parecia que fazia tempo que não estava numa situação assim. Depois, passei minha outra mão entre o colchão e o corpo dela e puxei ela mais forte pra mim, comecei a empurrar meu pau contra a bunda dela. Tava explodindo, queria tirar ele da calça. Ela deu um gemidinho e disse:
— Que forte, continua assim.
Comecei a descer minha mão até a buceta dela e enfiei direto no short dela. e a roupa íntima chegou na buceta dela, pra minha surpresa tava super molhada e comecei a masturbar ela, ela não ficou atrás me ajudou com o que eu tanto queria, ela esfregava a mão no meu jeans até que enfiou a mão e tirou minha pica.
—Sobrinho, como você cresceu
—Você nem imagina
Sussurrei, enquanto beijava e mordia de leve a orelha dela, já com a pica pra fora minha ereção foi total, ela começou a me masturbar devagar, aí comecei a despir ela, primeiro a blusa, liberando aquele par de peitos, os bicos dela estavam durinhos como pedra, os peitos dela eram tão macios, então eu me afastei, abaixei a calça e tirei a camiseta, fiquei de joelhos na cama, pelado, ela deitou de barriga pra cima, me olhou de cima a baixo e focou na minha pica, mordia os lábios, enquanto eu olhava os peitos dela em todo esplendor, ela virou de novo e se cobriu com o lençol
—Somos família... não... não tá certo
Abracei ela de conchinha de novo, beijava e mordia o pescoço, apalpava os peitos e encostei minha pica na buceta dela, sentia os lábios da buceta abraçando minha pica e comecei a me mexer pra esfregar minha pica contra os lábios dela, ela só gemia, não resistia, tava curtindo, a buceta dela escorria, tava encharcada, tanto que minha pica já tava toda molhada com os sucos dela
—Ser minha tia deixa tudo mais gostoso
—Continua — ela falava entre gemidos
Quando já ia penetrar, procurei a entrada da buceta dela e ela disse
—Sem proteção isso não, e se afastou um pouco, só evitou a penetração
—Tem um lugar onde não precisamos de proteção
Sussurrei enquanto procurava com minha pica o cu dela
—Vai devagar, faz tempo que não tenho ação por ali, faz tempo que não tenho nada de ação
—Não se preocupa, a senhora só curte
Enfiei minha pica no centro do cu dela, no meio daquelas duas bundonas tava minha pica contra o cu da tia Andrea, a situação era tão quente e safada.
Depois de falar isso, minha tia tava com os olhos cheios de lágrimas, dava pra ver a dor e a frustração dela, tanto sexual quanto emocional, aí ela fechou os olhos e as lágrimas escorreram pelo rosto. Parecia que ela tinha me dito o que não conseguiu falar pra alguém por um bom tempo, mesmo parecendo que tava me cobrando, eu não dei importância, sabia que no fundo ela tava desabafando. Antes que eu pudesse falar algo e o silêncio tomasse o quarto, minha tia me diz:
- Desculpa o que te falei, não sei o que deu em mim, você não devia ser a pessoa com quem eu falo disso
Na hora ela virou de costas pra mim, não soube o que fazer, muito menos o que dizer, e uma resposta involuntária do meu corpo foi abraçar ela. Quando me aproximei, notei que ela ainda tava chorando, então abracei, encostei meu peito nas costas dela, abracei pela cintura e fiquei a uns centímetros de encostar a ponta, mas ainda não tinha percebido isso. No momento do abraço, falo bem perto do ouvido dela, em voz baixa:
- Tia, não se preocupa, Entendo o que você quer dizer, até agradeço, agora entendo melhor como tratar uma mulher. Minha tia não reagiu ao meu abraço, depois do que eu falei, ela pegou minha mão e levou até o ombro dela, onde ela estava deitada. Isso fez com que meu braço ficasse em contato com os peitões dela, e aí eu percebi a situação: estávamos de conchinha, meu pau estava a centímetros da bunda dela, meu braço roçava nos peitos dela, e eu falava no ouvido dela. Comecei a lutar pra minha ereção não crescer, pensava: se minha tia perceber, ela vai me odiar, e pior ainda depois do que ela acabou de me contar. Enquanto usava toda minha concentração pra evitar a ereção, ela me diz, já com a voz calma e meio doce:
— Não é tão difícil ser homem, às vezes só ouvir e entender já basta.
Ao ouvir isso, na minha mente veio o pensamento: minha tia acabou de me dizer pra agir como um bom homem, ela me vê como homem. Será que posso levar isso mais longe?
— Um homem que se comporta bem, o que ele ganha?
Enquanto falava bem baixinho no ouvido dela, abracei ela mais forte, fazendo meu braço apertar os peitos dela, e nisso senti que um dos mamilos dela estava meio duro.
— Não sei.
Ela respondeu enquanto se encostou pra trás e colou a bunda no meu pau, fazendo todos os meus esforços pra evitar a ereção serem inúteis. Meu pau tava prestes a explodir, queria tirar ele da calça e esfregar na bunda da minha tia. Antes de eu dizer ou fazer algo, ela continuou:
— Viu? Quando tem cumplicidade, a excitação é tão natural.
Então eu soube que tinha chegado a hora. Tirei minha mão do ombro dela e comecei a apalpar os peitos dela e beijar o pescoço. Ela não resistiu, só se deixou levar, parecia que fazia tempo que não estava numa situação assim. Depois, passei minha outra mão entre o colchão e o corpo dela e puxei ela mais forte pra mim, comecei a empurrar meu pau contra a bunda dela. Tava explodindo, queria tirar ele da calça. Ela deu um gemidinho e disse:
— Que forte, continua assim.
Comecei a descer minha mão até a buceta dela e enfiei direto no short dela. e a roupa íntima chegou na buceta dela, pra minha surpresa tava super molhada e comecei a masturbar ela, ela não ficou atrás me ajudou com o que eu tanto queria, ela esfregava a mão no meu jeans até que enfiou a mão e tirou minha pica.
—Sobrinho, como você cresceu
—Você nem imagina
Sussurrei, enquanto beijava e mordia de leve a orelha dela, já com a pica pra fora minha ereção foi total, ela começou a me masturbar devagar, aí comecei a despir ela, primeiro a blusa, liberando aquele par de peitos, os bicos dela estavam durinhos como pedra, os peitos dela eram tão macios, então eu me afastei, abaixei a calça e tirei a camiseta, fiquei de joelhos na cama, pelado, ela deitou de barriga pra cima, me olhou de cima a baixo e focou na minha pica, mordia os lábios, enquanto eu olhava os peitos dela em todo esplendor, ela virou de novo e se cobriu com o lençol
—Somos família... não... não tá certo
Abracei ela de conchinha de novo, beijava e mordia o pescoço, apalpava os peitos e encostei minha pica na buceta dela, sentia os lábios da buceta abraçando minha pica e comecei a me mexer pra esfregar minha pica contra os lábios dela, ela só gemia, não resistia, tava curtindo, a buceta dela escorria, tava encharcada, tanto que minha pica já tava toda molhada com os sucos dela
—Ser minha tia deixa tudo mais gostoso
—Continua — ela falava entre gemidos
Quando já ia penetrar, procurei a entrada da buceta dela e ela disse
—Sem proteção isso não, e se afastou um pouco, só evitou a penetração
—Tem um lugar onde não precisamos de proteção
Sussurrei enquanto procurava com minha pica o cu dela
—Vai devagar, faz tempo que não tenho ação por ali, faz tempo que não tenho nada de ação
—Não se preocupa, a senhora só curte
Enfiei minha pica no centro do cu dela, no meio daquelas duas bundonas tava minha pica contra o cu da tia Andrea, a situação era tão quente e safada.
1 comentários - Viagem em família, incesto com minha tia parte 2
Bastante deseado por todos jaja....esta es una FANTASÍA