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Queria poder passar pra vocês a intensidade que se vive num momento desses. Talvez vocês também já tenham tido, alguma vez, a sorte de concretizar, num só ato, o que considero uma união definitiva.
Aí onde os sentimentos mais fortes se encontram. Aqueles que vêm do fundo do peito, mas também daquele desejo misterioso e intrínseco, único e puro, que nasce na mente e se espalha por toda a pele.
Sou um sortudo, eu sei. Porque a união desses dois polos já é por si só um milagre, mas, se ainda por cima o encontro é com alguém que vive a mesma situação... Quantas coincidências precisam acontecer?
Impossível para a maioria.
No entanto, eu vivi a experiência.
E ainda vivo.
Neste momento feliz, sem ir mais longe.
É agora que o reencontro com a Romina, minha irmã, depois de tantos dias sem se ver, faz a gente se sentir como da primeira vez.
Aquela vez em que, pelados e molhados, saímos do chuveiro, de mãos dadas (como a gente tá de mãos dadas agora) e fomos pro quarto procurar a cama.
Na moldura da porta do quarto, a gente continuou se beijando e se abraçando, sabendo que a um metro de distância, naquela cama bagunçada, tava o nosso destino.
Nosso.
E aqueles beijos tiveram o exato gosto desses, que agora trocamos, como um beijo de boas-vindas, como se disséssemos com os lábios, sem palavras, o quanto a gente se sentiu falta e se precisou todo esse tempo. Exatamente aquilo que, de algum jeito, a gente se disse fogosamente naquele dia.
Agora a cama tá a vários metros de distância e não na frente como naquele dia. Isso é melhor. Dá tempo de tirar a roupa um do outro, de se ver pelados mais uma vez, de atrasar um pouco o encontro, como a gente atrasou naquela primeira vez.
Nos vemos através do tempo, e sorrimos um pro outro como antes. Como sempre.
De novo pelados e de frente um pro outro, nossos corpos mostram a passagem do tempo, mas ainda sinto a mesma emoção do primeiro dia. E te garanto que, igual um vinho envelhecido de qualidade, as marcas que a vida deixa acumulam experiência e sabedoria.
Mais uma vez, agora sim na moldura da porta do quarto, a gente se beija com paixão, relembrando, sem nem ter combinado abertamente, aquele dia que tô contando. Nos procurando na memória, repetindo os mesmos movimentos.
Minhas mãos percorreram/percorrem suas costas, suas coxas. Sinto na ponta dos meus dedos seus mamilos quentes que, como naquele dia, se contraem e endurecem. E embora a firmeza dos seus peitos, que naquela época era jovem, hoje já não tenha a mesma consistência da juventude, em mim, ainda provoca a mesma reação.
Beijo esses mamilos, extasiado por poder senti-los de novo na minha boca. A lembrança de como, da primeira vez, ao fazer isso, quase gozei de tanta emoção, hoje me traz uma dureza imediata e uma reação na pica, que consigo controlar rapidamente.
Como naquela vez, ao sentir que estou pronto, minha irmã se deita na cama e abre as pernas para me receber.
Como naquela vez, deito sobre ela e, beijando-a, de olhos abertos, nos olhando, procuro com a mão minha pica, para ajudar que a união entre nós seja completa. Total e perfeita.
E a magia que acontece agora é a mesma que ocorre em cada encontro que temos.
De repente, não estou repetindo aquele encontro. Também não estou revivendo. Além de toda lógica, percebo que vivo e sinto aquilo pela primeira vez...
Sua buceta molhada tá pronta pra me receber. Empurro a cabeça devagar na entrada dela e fico ali um instante, esperando a temperatura ardente dos nossos sexos se acostumar. Depois, num beijo longo e gostoso, que termina num gemido lindo, entro nela até onde dá. Possuo ela do mesmo jeito que ela me possui. A sensação é maravilhosa, meu pau apertado pela buceta quase inexperiente dela, que me recebe com um espasmo, como um abraço de boas-vindas.
Paro de beijá-la por um instante. Um fio de saliva ainda liga nossas bocas. Os olhos dela se viram pra trás, extasiados pela união dos nossos corpos.
Com as duas mãos, pego seu rosto corado e a obrigo a me olhar. Depois, começo a me mover. Entrando um pouco mais nela e, em seguida, tirando, devagar, pra voltar a penetrá-la. Quatro, cinco, seis vezes. Fazendo um percurso mais longo a cada investida, até sentir que nossas lubrificações naturais estão bem distribuídas pro prazer completo.
Então sim, chamo ela pelo nome:
"Romi...", enquanto enfio meu pau dentro dela o máximo que posso, tentando, loucamente, entrar nela. Ela me responde com um gemido "Mumi..." e eu não consigo evitar fazer o mesmo movimento.
Romi...", e nossas pélvis se unem como se fossem uma coisa só.
Mamãããããe...", eu a beijei, sempre olhando pra ela, enquanto sinto as mãos dela percorrendo minhas costas e as unhas se cravando na minha pele.
Romii!!", sinto o pau dela ficar tenso e dar uma tremidinha lá dentro, o que me faz morder um pouco os lábios dela e lamber a boca dela, prender a respiração, apertar minhas coxas, pra tentar aguentar mais um pouco.
Mamããããe....", a situação desencadeia nela o início de um orgasmo longo, talvez o mais intenso que já viveu. O corpo dela esquenta na hora e começa a tremer. A sensação desse movimento fica incontrolável pra mim.
Romiii, tô gozando... tô gozandooo...", aviso pra ele.
Sim. Mami sim. Siiiiim...", essas palavras invadem meu ser. Saem de uma boca que grita enlouquecidamente, de uns olhos que tentam me olhar mas viram sem controle, de um corpo totalmente possuído pelo êxtase.
Ahhh. Romiii. Ai, ayyyy...", minhas palavras tentam, com força mas em vão, prolongar a duração desse doce deleite.
Nos entregamos à felicidade, ansiosos pela demora, de viver a liberdade de aproveitar nossos corpos, juntos, entregues um ao outro. Curtindo esse desejo proibido, secreto, único e inconfessável.
Meu tesão jorra em jatos grossos dentro dela. Encho ela de mim. Sinto a união perfeitamente. Ela também sente e recebe com luxúria e com a consciência plena de que é meu gozo que ela tem agora dentro, a expressão da minha excitação, gerada no fundo do meu corpo, agora descansa no dela. Dessa vez não por acidente ou por termos nos deixado levar. Dessa vez porque quisemos que fosse assim.
..
Obrigado por ler.
Esta história tem uma continuidade de 2 ou 3 trechos por semana. Tá chegando no final.
Por enquanto, a história continua...
Agora você pode dar sua opinião:
Avaliar meu trabalho de 1 a 10.
Deixar um comentário, bom ou ruim.
Me seguir se curtiu a história. (Posto material próprio toda semana)
El principio de esta parte:
https://poringa.net/posts/relatos/3915614/Solos-en-casa-Vacaciones-con-mi-hermana.html
El origen de esta Historia, acá:
http://www.poringa.net/posts/relatos/3893443/El-primer-secreto-con-mi-hermana-1.html
Otras historias:
https://poringa.net/posts/relatos/3569143/Mi-mujer-me-cuenta-su-infidelidad.html
https://poringa.net/posts/relatos/3585486/Mi-cunadita-juega-a-las-gatitas-con-sus-amigas.html
Más en:
https://poringa.net/martinfcd/posts
Queria poder passar pra vocês a intensidade que se vive num momento desses. Talvez vocês também já tenham tido, alguma vez, a sorte de concretizar, num só ato, o que considero uma união definitiva.
Aí onde os sentimentos mais fortes se encontram. Aqueles que vêm do fundo do peito, mas também daquele desejo misterioso e intrínseco, único e puro, que nasce na mente e se espalha por toda a pele.
Sou um sortudo, eu sei. Porque a união desses dois polos já é por si só um milagre, mas, se ainda por cima o encontro é com alguém que vive a mesma situação... Quantas coincidências precisam acontecer?
Impossível para a maioria.
No entanto, eu vivi a experiência.
E ainda vivo.
Neste momento feliz, sem ir mais longe.
É agora que o reencontro com a Romina, minha irmã, depois de tantos dias sem se ver, faz a gente se sentir como da primeira vez.
Aquela vez em que, pelados e molhados, saímos do chuveiro, de mãos dadas (como a gente tá de mãos dadas agora) e fomos pro quarto procurar a cama.
Na moldura da porta do quarto, a gente continuou se beijando e se abraçando, sabendo que a um metro de distância, naquela cama bagunçada, tava o nosso destino.
Nosso.
E aqueles beijos tiveram o exato gosto desses, que agora trocamos, como um beijo de boas-vindas, como se disséssemos com os lábios, sem palavras, o quanto a gente se sentiu falta e se precisou todo esse tempo. Exatamente aquilo que, de algum jeito, a gente se disse fogosamente naquele dia.
Agora a cama tá a vários metros de distância e não na frente como naquele dia. Isso é melhor. Dá tempo de tirar a roupa um do outro, de se ver pelados mais uma vez, de atrasar um pouco o encontro, como a gente atrasou naquela primeira vez.
Nos vemos através do tempo, e sorrimos um pro outro como antes. Como sempre.
De novo pelados e de frente um pro outro, nossos corpos mostram a passagem do tempo, mas ainda sinto a mesma emoção do primeiro dia. E te garanto que, igual um vinho envelhecido de qualidade, as marcas que a vida deixa acumulam experiência e sabedoria.
Mais uma vez, agora sim na moldura da porta do quarto, a gente se beija com paixão, relembrando, sem nem ter combinado abertamente, aquele dia que tô contando. Nos procurando na memória, repetindo os mesmos movimentos.
Minhas mãos percorreram/percorrem suas costas, suas coxas. Sinto na ponta dos meus dedos seus mamilos quentes que, como naquele dia, se contraem e endurecem. E embora a firmeza dos seus peitos, que naquela época era jovem, hoje já não tenha a mesma consistência da juventude, em mim, ainda provoca a mesma reação.
Beijo esses mamilos, extasiado por poder senti-los de novo na minha boca. A lembrança de como, da primeira vez, ao fazer isso, quase gozei de tanta emoção, hoje me traz uma dureza imediata e uma reação na pica, que consigo controlar rapidamente.
Como naquela vez, ao sentir que estou pronto, minha irmã se deita na cama e abre as pernas para me receber.
Como naquela vez, deito sobre ela e, beijando-a, de olhos abertos, nos olhando, procuro com a mão minha pica, para ajudar que a união entre nós seja completa. Total e perfeita.
E a magia que acontece agora é a mesma que ocorre em cada encontro que temos.
De repente, não estou repetindo aquele encontro. Também não estou revivendo. Além de toda lógica, percebo que vivo e sinto aquilo pela primeira vez...
Sua buceta molhada tá pronta pra me receber. Empurro a cabeça devagar na entrada dela e fico ali um instante, esperando a temperatura ardente dos nossos sexos se acostumar. Depois, num beijo longo e gostoso, que termina num gemido lindo, entro nela até onde dá. Possuo ela do mesmo jeito que ela me possui. A sensação é maravilhosa, meu pau apertado pela buceta quase inexperiente dela, que me recebe com um espasmo, como um abraço de boas-vindas.
Paro de beijá-la por um instante. Um fio de saliva ainda liga nossas bocas. Os olhos dela se viram pra trás, extasiados pela união dos nossos corpos.
Com as duas mãos, pego seu rosto corado e a obrigo a me olhar. Depois, começo a me mover. Entrando um pouco mais nela e, em seguida, tirando, devagar, pra voltar a penetrá-la. Quatro, cinco, seis vezes. Fazendo um percurso mais longo a cada investida, até sentir que nossas lubrificações naturais estão bem distribuídas pro prazer completo.
Então sim, chamo ela pelo nome:
"Romi...", enquanto enfio meu pau dentro dela o máximo que posso, tentando, loucamente, entrar nela. Ela me responde com um gemido "Mumi..." e eu não consigo evitar fazer o mesmo movimento.
Romi...", e nossas pélvis se unem como se fossem uma coisa só.
Mamãããããe...", eu a beijei, sempre olhando pra ela, enquanto sinto as mãos dela percorrendo minhas costas e as unhas se cravando na minha pele.
Romii!!", sinto o pau dela ficar tenso e dar uma tremidinha lá dentro, o que me faz morder um pouco os lábios dela e lamber a boca dela, prender a respiração, apertar minhas coxas, pra tentar aguentar mais um pouco.
Mamããããe....", a situação desencadeia nela o início de um orgasmo longo, talvez o mais intenso que já viveu. O corpo dela esquenta na hora e começa a tremer. A sensação desse movimento fica incontrolável pra mim.
Romiii, tô gozando... tô gozandooo...", aviso pra ele.
Sim. Mami sim. Siiiiim...", essas palavras invadem meu ser. Saem de uma boca que grita enlouquecidamente, de uns olhos que tentam me olhar mas viram sem controle, de um corpo totalmente possuído pelo êxtase.
Ahhh. Romiii. Ai, ayyyy...", minhas palavras tentam, com força mas em vão, prolongar a duração desse doce deleite.
Nos entregamos à felicidade, ansiosos pela demora, de viver a liberdade de aproveitar nossos corpos, juntos, entregues um ao outro. Curtindo esse desejo proibido, secreto, único e inconfessável.
Meu tesão jorra em jatos grossos dentro dela. Encho ela de mim. Sinto a união perfeitamente. Ela também sente e recebe com luxúria e com a consciência plena de que é meu gozo que ela tem agora dentro, a expressão da minha excitação, gerada no fundo do meu corpo, agora descansa no dela. Dessa vez não por acidente ou por termos nos deixado levar. Dessa vez porque quisemos que fosse assim.
..
Obrigado por ler.
Esta história tem uma continuidade de 2 ou 3 trechos por semana. Tá chegando no final.
Por enquanto, a história continua...
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El origen de esta Historia, acá:
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Otras historias:
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12 comentários - Férias em casa com minha irmã
A mí me gustó este capítulo
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