Espero que vocês gostem desse relato e agradeço a todos por tirarem um tempinho pra me ler e deixar pontos. Preciso começar dizendo que estou em união estável com minha atual parceira e, antes dela, fiquei 1 ano numa relação de amigos com benefícios com uma mina, e nós dois sabíamos que não era nada sério, mas a gente transava todo fim de semana e com ela eu fiz muitas coisas... Há 3 anos que estou com minha atual parceira, não tive mais contato nenhum com minha ex até que um dia, por um acaso do destino, começamos a conversar por mensagens, cada um contando como tinha sido a vida, até que bem diz o ditado: ter sua ex como amiga é como ter uma galinha de estimação, mais cedo ou mais tarde você vai querer comer ela... O caso é que comecei a mandar mensagens mais safadas pra ela, e ela perguntando se eu sentia falta, e eu, só pra poder comer de novo, dizia que sim. Aí ela perguntava o que eu gostaria de fazer com ela, e eu dizia que queria ter ela na minha frente de novo, com aquelas calcinhas fio dental que ela sempre usava quando estava comigo, e tirar com os dentes, beijar desde a ponta dos dedos do pé, subir pelas pernas até chegar na buceta dela, que toda vez que a gente ia, ela estava bem depilada, dar beijos ao redor e pequenas mordidas, e aos poucos ir me aproximando dos lábios dela... Coisa que ela lembrou muito bem e me disse que estava com vontade de me fazer dela de novo, e eu falei: não acredito, manda foto se for verdade, e ela não demorou pra fazer isso; me mandou foto da buceta dela peludinha e molhada. Nisso, eu já estava duro de lembrar do que fazia com ela, coisa que não faço com minha atual parceira (ela não quer u.u), e mando foto do meu pau mostrando como ele estava duro e babando. Infelizmente, não tinha como a gente se encontrar pra matar a vontade... Mas a oportunidade surgiu: acontece que minha parceira tinha que viajar com os pais por questões de família e voltava em 3 dias. No segundo dia, minha ex me mandou mensagem cumprimentando, e mesmo assim eu pensei, porque nunca tinha sido infiel, nem pra ela mesma na época. Apesar de ser algo não oficial, eu disse que sim, que queria transar de novo comigo, e ela disse que sim. O caso é que eu falei que essa era a noite dela. Ela pediu permissão pra ir pra casa de uma amiga fazer uma festa do pijama, e a amiga ajudou, porque foi buscá-la pra fazerem acreditarem. Então ela chegou na minha casa e entramos... Fechando a porta, esquecemos de tudo, dos anos, dos parceiros, de onde estávamos... Ela se jogou em cima de mim, com as luzes apagadas, começamos a nos devorar os lábios. Eu apertava as nádegas dela, mostrando a vontade que tinha de fazê-la minha, e ela ficava na ponta dos pés, suspirando e esfregando a buceta quente no meu corpo. Tirei a blusa e o sutiã dela, cada um voou pra algum lugar da casa. Os peitos dela, com os bicos duros, pediam aos berros pra eu passar a língua e morder, coisa que não demorei a fazer. Ela deu um pulo e se agarrou no meu corpo com as pernas, e com os peitos na altura do meu rosto, comecei a lamber enquanto ela abraçava minha cabeça e me apertava contra ela. Assim, carregada, levei ela pro quarto onde eu passava todas as noites com minha parceira — agora passaria com a minha ex na mesma cama... Deitei ela e ela começou a tirar minha camisa. Tiramos os sapatos, ela tirou minha calça, deixou só minha cueca pra perceber a ereção que eu escondia. Aquele pedaço de carne que ela desejava estava só atrás do tecido fino da cueca, e ela começou a cheirar, a saborear, apertar e morder por cima do tecido até que tirou aquele obstáculo que não deixava ela aproveitar. Ficou na frente dela, em todo o esplendor, com a cabeça inchada de tanta excitação, desafiando a gravidade ao máximo... Eu não sabia se era por estar de novo com ela, pelo tesão de ser infiel ou pelo fato de estar no quarto que divido com minha parceira... Ela me olhou de baixo e, aos poucos, foi se aproximando da minha glande. Esticou a língua, levantou meu pau e passou a ponta da língua desde as bolas até o freio do meu pau. Desviou pra um lado, cheirou com um Grande suspiro e, de novo, passou a língua da base até a ponta do meu pau. Eu tava no talo e foi aí que ela abriu a boca e, aos poucos, começou a engolir. Primeiro a cabeça e voltava, como se fosse um pirulito, depois a metade e voltava. Eu só acariciava a nuca dela e não perdia de vista cada detalhe daquela mamada que eu não sentia há tanto tempo, até que de repente senti um calor na minha glande e foi quando meu pau desapareceu completamente na boca dela. Ela enfiou até o fundo e tirou tudo, colocou as mãos nas minhas pernas e repetiu, só que agora ganhava impulso das minhas pernas e se forçava a engasgar, mostrando o quanto tava com vontade de sentir aquele pau de novo dentro dela. Levantei ela e, com os olhos lacrimejando por causa do engasgo da mamada anterior, dei um beijo na boca dela enquanto desabotoava a calça dela, que caiu aos nossos pés. Por cima do tecido macio da calcinha fio-dental, comecei a acariciar a pussy dela, que tava quente e molhada. Ela abria as pernas e curtia aquela sensação, enquanto eu descia com beijos pelo pescoço dela, pelos peitos e, sem parar de acariciar a pussy dela, me ajoelhei e puxei a calcinha dela com tanta paciência que, enquanto descia, fui beijando o umbigo dela, a barriga, o púbis, que ia aparecendo, completamente depilado, até que tirei tudo e olhei pra ela de baixo. Fiz sinal com os olhos pra ela deitar, e ela não demorou a se acomodar do jeito mais confortável possível. Deitada, curti a vista o máximo que pude, e ela me olhava sorrindo. Eu perguntei: "Quer que eu coma você?" E ela respondeu: "Você sabe que sim." Me deitei ao lado dela e comecei a beijar a perna dela, rumo à pussy, beijando a parte interna e o púbis. Quando toquei a parte dos lábios, só me afastei e respirei de baixo até a parte do clitóris e, estando lá, exalei ar quente bem devagar, e ela mexia os quadris pra eu chupar a pussy dela. E fui pra lá. outra perna, e voltei a beijar ela subindo, os beijos viraram chupões na parte interna e daí no púbis, e ela suspirava bem gostosa. Voltei pra vulva e de novo respirei, me embriagando com o cheiro delicioso de mulher dela, que nessa altura já tava mais forte, e chegando no clitóris, soltei o ar quente bem devagar, como se tivesse contando um segredo, dizendo que ia comer ela. E ouvi ela falando "chupa ela", com as mãos na minha cabeça me apertando contra ela e mexendo a bunda pra cima pra eu não escapar. E cumpri: coloquei a língua pra fora feito um puta sedento, e foi uma delícia os sucos da buceta dela. O que eu fazia com o nariz, agora fazia com a língua. Começava com a ponta na vulva e, conforme subia pro clitóris, ia alargando a língua. Quando chegava no clitóris, ela dava uns espasmos pequenos. Beijava e mordia os lábios da buceta dela, enfiava a língua na vulva, percorri cada cantinho daquela buceta com a ponta da língua, desci até mais embaixo e dei um beijo negro que ela não esperava, e do cu fui até o clitóris pra chupar e dar umas mordidinhas enquanto enfiava dois dedos na pussy. Ela me puxou pra cima e disse desesperada pra eu meter. Eu perguntei "quer isso?", passando a cabeça da minha rola na vulva e no clitóris dela, e ela respondendo "sim, mete logo, me deixou bem molhada". E eu só ficava enfiando a cabecinha até que ela pegou, colocou a cabeça na entrada da pussy e me puxou pra dentro. Aí aproveitei e enfiei tudo de uma vez, fundo. Ela arregalou os olhos e deu um suspiro enorme, mal se recuperou e já levei a segunda estocada. Ela começou a soltar uns "ah!" pequenos, e na terceira estocada virou e disse "sim, que gostoso, mete assim duro!". Ela levantou as pernas e eu metia sem piedade. Peguei as pernas dela e coloquei nos meus ombros, coloquei as mãos nos braços dela e, puxando ela pra mim, comecei a dar uma loucura. de estocadas como se nunca tivesse transado, como se não houvesse amanhã. ela só dizia meu nome enquanto eu continuava metendo e falando como ela era gostosa, como ela tava molhadinha e o quanto eu sentia falta de fazer ela minha. quando ela começou a pedir pra eu não parar, pra continuar assim e que tava muito gostoso, os olhos dela reviraram e a boca ficou entreaberta, enquanto no meu pau eu sentia ainda mais calor do que já tava sentindo, e senti os fluidos dela escorrendo pelas minhas bolas. ela tinha gozado e me deixado todo molhado. sentindo isso, continuei metendo com mais força e aí foi minha vez. abri as pernas dela, tirei o pau e gozei em cima dela. meu leite foi até o pescoço dela numa linha fina que levava até o umbigo, onde uma poça de esperma branco se formou... fui pegar papel, nos limpamos, nos beijamos e eu fiquei duro de novo... eu queria continuar metendo, mas ela me abraçou e pediu pra dormirmos, que queria me ter do jeito que nunca teve, abraçados de conchinha, dormindo com meu pau duro enfiado entre as pernas dela... como eu falei no relato anterior, meu trabalho exigia sair cedo de casa e, às 4 da manhã, já tava tomando banho com ela e saímos de casa acompanhados pela luz da lua, que foi nossa cúmplice... tempo depois, a gente se encontrou de novo, mas isso já é outra história... comenta se gostou e se quer a continuação. obrigado por ler e pelos pontos.
Recordar é reviver...
Recordar é reviver...
2 comentários - Noite de fogo com minha ex