Dom Jorge (que apelidaram de Yiyo), um amigo de toda a vida do meu sogro, que mora na mesma cidade que ele. É quase como se fosse da família. Depois que meu sogro ficou viúvo e, como nenhum dos filhos mora na mesma cidade, ele naturalmente se apoiou ainda mais nas amizades com quem sempre compartilhou tanta coisa, ainda mais depois da partida da minha sogra. Como meu sogro vive sozinho, a Ale sempre arruma um tempinho na agenda e vai passar uns dias com ele, além de algum fim de semana que a gente vai pra lá, ou ele vem pra nossa casa, ou a gente se encontra na casa de campo perto do rio. Mas enfim, ela aproveita essas viagens pra dar uma arrumada na casa, fazer companhia pra ele e volta com a satisfação de ter cumprido o papel de filha direitinho. Com essa história de pandemia e quarentena, essas visitas tinham diminuído um pouco. Mas nesse inverno, além do tempo que não via ele, tinham uns problemas de saúde que precisavam de atenção e exames — nada grave, mas importantes de fazer no prazo certo —, a Ale aproveitou que a cidade natal dela ainda tava livre de coronavírus, pegou a autorização e foi pra lá. Até aí, tudo bem e normal.
Mas, além disso, faz tempo que a Ale me conta como o Dom Jorge sempre olha pra ela com um certo desejo. E eu incentivei ela a tentar fazer algo rolar. Então, com meu aval e uma oportunidade imperdível que o destino colocou na frente dela, ela aproveitou que outro dia meu sogro ia ficar fora por várias horas, porque tinha consulta médica em outra cidade, pra tentar pegar ele. O que me deixou de cabeça quente foi o que ela me contou: que outro dia, durante o jantar, meu sogro tava contando que o Yiyo tinha tido um caso com uma vizinha dele, e que meu sogro ouviu ela dizer que o Yiyo era bem dotado entre as pernas. Imaginem quando a Ale tava me contando isso. Então, é... Ela bolou um plano pro Dom Jorge ir até a casa quando meu sogro fosse pro médico. Meu sogro ia num dia de semana, meio-dia, tinha consulta às 14 pra um... estúdio, 16 pra outro e depois ia ver o médico no consultório. Então o plano da Ale era ligar pro pai dela quando ele tivesse saído de viagem, pedindo o telefone do seu Jorge, que é encanador, com a desculpa de que a pia da cozinha tinha entupido. E o plano era deixar ele trabalhando na cozinha enquanto ela tomava um banho, pra depois chamar ele com a desculpa de alcançar a toalha que ela tinha deixado em cima do aquecedor. E que ao entrar, depois de deixar a toalha, ele se deparasse com o roupão pendurado e a calcinha fio dental no chão, do lado da porta. Pra ele ver de qualquer jeito.
Às 12:45, a Ale ligou pro meu sogro pedindo se ele podia chamar o Yiyo pra ir rápido fazer esse conserto. Às 13h, seu Jorge chegou em casa. A Ale explicou que a água da pia da cozinha não tava descendo direito e que, se não tivesse problema, enquanto ele trabalhava no conserto, ela ia tomar banho... Imaginem que, no meio do inverno e sozinha com meu sogro, ela anda de roupão pela casa o dia inteiro. Ela perguntou se podia tomar uma ducha enquanto isso, ele disse que sim, que não atrapalhava em nada. Daí, do banheiro, ela deixou a porta entreaberta, chamou ele pra alcançar a toalha que tinha ficado no varal em cima do aquecedor, e ela tinha deixado a calcinha fio dental que tava usando no chão, bem na porta, de um jeito que era impossível não ver quando ele entrasse pra deixar a toalha.
Seu Jorge espiou o banheiro com a toalha e perguntou:
- Onde eu deixo?
- Coloca aqui no gancho do lado do box... – respondeu a Ale.
Pra garantir que ele chegasse perto do chuveiro e se tentasse a olhar ela. Ela tava de frente pro chuveiro, mas se virou pra ver e pegou ele bem na hora de deixar a toalha, e rapidamente ele viu ela pelada. Embora ele tenha visto, ele deixou a toalha e saiu, e ela agradeceu o favor. Enquanto ela continuava se lavando, viu como ele olhou de novo pra calcinha fio dental, pegou do chão e levou até o nariz. A Ale não falou nada, ficou cantarolando baixinho no chuveiro. Depois fechou as torneiras, se secou, se Vestiu o jaleco sem nada por baixo e saiu. Quando saiu, perguntou:
— Conseguiu terminar, Seu Jorge? Quer um café?...
— Sim, já tá tudo pronto. Era lixo acumulado, uma bobagem. Com todo prazer, Alê. Terminei de almoçar e vim na hora. Vai me cair bem um cafezinho.
Preparou café para os dois, com a diferença que colocou um comprimido no dele. E enquanto conversavam sobre o trabalho que tinha feito, sobre pandemia e outras bobagens, Alê encarou ele.
Perguntou se ele tinha gostado do que tinha visto. Ele disse que sim. Que ela já não era mais a menina que ele conhecera há tanto tempo atrás. Que já era uma mulher lindíssima.
— Muito obrigada pelo elogio, Jorge, mas a gente tá em desvantagem… — disse Alê. — Você me viu e eu não vi nada seu… Você me viu pelada no chuveiro, tudo bem, não tem problema, não me incomoda nem me irrita nem nada, mas quero saber se você gostou do que viu — disse Alê.
— Faz anos que não vejo uma mulher jovem pelada ao vivo e a cores, e muito menos tão gostosa quanto você…
A esposa dele agradeceu, mas lembrou que estavam em desvantagem. Ele tinha visto ela pelada, mas ela não tinha visto ele. Não podia acreditar no que tava ouvindo.
— Não posso me mostrar pelado na sua frente, sou amigo do seu pai, quase da família — disse ele.
— Isso não me importa. Ouvi dizer que você é bem dotado. E quero conferir.
— Não, não, não dá… isso é loucura, vou embora… — disse ele.
— Como quiser, mas se você for, eu vou na polícia e digo que você veio aqui se aproveitando, sabendo que eu tava sozinha, e tentou abusar de mim. E você imagina que vão acreditar em mim. Então escolhe: ou vou pra delegacia, ou me mostra essa coisa que tanto elogiaram na cidade.
— Você é maluca… imagina se seu pai descobre… não…
— Meu pai volta depois das 18h (eram só 14h), e claro que não vou contar nada pra ele. Vai ser nosso segredo…
Então, enquanto Seu Jorge se resignava, Alê foi acariciando o volume dele pra ele desabotoar a calça. Quando ele tirou pra fora, ela disse que o que pendia era realmente algo de respeito. importante, ela não estava totalmente parada ainda, mas era grande, pediu permissão pra tocar com voz de putinha,
-mmmmm……é muito linda….posso tocar um pouquinho?
-só um pouquinho ele disse…. e Ale começou a bater uma pra ele devagar enquanto se tocava nos peitos e na buceta abrindo o roupão…..
- bom, chega, já viu, melhor eu ir embora ele disse…….
E ela diante disso enfiou na boca começando a chupar com intensidade
-chega Ale, por favor….. melhor eu ir embora ……….. uhhhhh……
-você não gosta do jeito que eu chupo? temos a tarde toda pra gente, e eu não tenho nada nem perto disso em casa,…… enquanto apertava forte o pau com as mãos
-adoro como você chupa, gostosa, mas se continuar assim vou querer te foder toda e não me responsabilizo……ohhhhhh
- isso é exatamente o que eu quero, que me foda toda,…. ela disse enquanto tentava enfiar ele inteiro na boca com muita saliva, tava com um pouco de respeito pelo meu sogro
-ahhhh você quer que eu te foda?....bom, então continua chupando, vai, come ele todo com sua boquinha, deixa ele bem duro que vou te foder toda, putinha….. ele começou a se soltar e começou a tocar ela, nos peitos, quando tocou na buceta descobriu que tava encharcada,
-olha como você tá de buceta, gostosa, uhhhhhh…… você tá toda molhadinha
-sim Jorge, tô molhada.... o senhor tem um pau enorme.....algo que não tô acostumada, é lindo, grosso, veiudo, cabeçudo, comprido………mmmmmmm……….adoro
-que isso, gostosa, não me diga que seu marido tem um pintinho entre as pernas?
-sim, meu marido tem ele pequenininho….e molenga
-uhhh, coitado do Tomas... vamos fazer uns chifres bem grandes nele agora
Com o Viagra que ele tinha moído e colocado no café, mais o tesão que tava, pegou ela pela casa toda, quando foi se soltando o velho ficava dominante e possessivo. Acabou sendo um verdadeiro macho, um comedor experiente no anal, a Ale me definiu assim, com uma gozada muito gostosa.
Por um segundo, se coloquem no lugar do velho. Um cara de mais de 60 anos, tendo a chance de foder uma gostosa de 34, que sempre o excitava, somado ao proibido — filha de um amigo dele e ela casada —, o velho tava feito um adolescente. Queria comer ela todo santo dia, e a Ale também não queria perder a chance de mamar aquela pica sempre que pintasse. Por isso, depois de tudo que tinha rolado, e com vários dias pela frente na cidade do meu sogro, nem minha esposa nem o Dom Jorge queriam perder tempo pra ter seus encontros cada vez mais quentes. Então acharam um jeito. Todo santo dia, o Dom Jorge, como maior de 60 anos e do grupo de risco, fazia a quarentena à risca. A mecânica era a seguinte: Dom Jorge ligava toda manhã pro meu sogro pra pedir se a Ale podia ir no mercado, na farmácia, no açougue, na verdureira, etc., etc., comprar algo pra ele. Todo dia pedia uma coisa diferente, e a Ale ia, sempre depois do almoço, aproveitando que meu sogro tirava um cochilo, então comprava, levava e voltava bem comida e cheia de porra pra casa do meu sogro. Um dia pedi pra ela, por favor, queria participar — embora o Jorge não soubesse das nossas aventuras e achasse que a Ale fazia tudo pelas minhas costas —, mas pelo menos queria ouvir. Então fizemos igual com o Sebastián: ela me ligou antes de entrar na casa do Jorge e pedi pra fazer parte daquele encontro. Aí deixou o telefone ligado, sem desligar a chamada, dentro da bolsa, pra eu poder ir escutando tudo que ia rolar na casa do amigo do meu sogro quando a Ale entrasse com as sacolas. Daqui, tudo que ouvi pelo telefone e mais alguns detalhes que minha esposa contou quando voltou:
— Licença... Dom Jorge... Trouxe aqui o que o senhor pediu.
— Entra, querida. Como cê tá? Me pareceu ouvir você falando com alguém. Tudo bem?
— Tô, tava falando com meu marido. Ele ligou por causa de umas coisas do trabalho e perguntou o que eu tava fazendo.
— É?... E o que cê disse?
— Nada, que tinha saído pra fazer umas compras pro senhor, aproveitando que meu pai tá... deitou pra tirar uma soneca… Não ia contar que vinha pra casa do amigo do meu pai pra chupar o pauzão gostoso e lindo dele
- hahaha, e não… Nenhuma mulher liga pro marido pra falar “vou te fazer de corno” (se o seu Jorge soubesse, hehehe). Então, hoje também quer chupar meu pau?
- sim, enquanto eu tiver na cidade não quero passar um dia sem ele, o senhor quer me dar? (com voz de putinha sonsa)
- olha se não vou querer te dar… vem, vamos pro quarto pra você chupar ele sossegada
Deixaram as sacolas em cima da mesa da sala e foram pro quarto
- hoje quero ser sua puta, faz o que quiser comigo
- mais? Eu pensei que você já era minha puta, que se deixava fazer o que eu queria
- sim, não segura nada… me fode como se fosse a última vez. Esquece que sou casada e sou filha do seu amigo
- gata, sabe que me excita muito… você vai sair daqui bem fodida, como merece
- mmmm, sim… é isso que eu quero… enquanto passava a mão no volume dele. Uhhhh… como sobe rápido, adoro, já tá toda dura… enquanto procurava a boca dele e se beijavam molhado, com língua bem fundo
- ufff… essa língua de putinha… me deixa louco
- você gosta da minha língua? Na sua boca?
- sim… mas gosto mais quando você chupa meu pau, como você me mama
Ale larga a bolsa no criado-mudo ao lado da cama e volta a beijar a boca do seu Jorge enquanto se despiam um ao outro. Depois de tirar a camisa e abaixar a calça dele, sentou na beira da cama, do lado do criado-mudo, pra começar a chupar o pau do amigo do pai, sem parar de beijar e passar a língua por toda a barriga dele, enquanto ele não parava de apalpar ela toda
- mmmm… sim, como você me excita, tio… enquanto massageava o pau dele olhando na cara e dizendo… Mmmm como eu gosto do seu pau, olha como ele tá duro, adoro…
Depois de soltar aquele pauzão imenso do confinamento, começou a bater uma lentamente e a tentar encher a boca, sem antes aproveitar com a língua todo o comprimento larga, assim como suas bolas pesadas. Pra aproveitar melhor e ter um contato visual maior com seu macho enquanto saboreava a pica, pediu pra ele deitar na cama com as pernas abertas e ela foi se jogar no meio delas pra curtir à vontade aquele pauzão que não ia parar de saborear e percorrer inteiro, não só com a língua, mas tentando enfiar tudo que podia dentro da boca, até quase engasgar.
— Tio, sua pica é enorme... Quanto mede?
— Sei não, mina, nunca medi
— Passa o controle remoto (aquele da Directv grandão)
Colocou do lado e a pica do Seu Jorge não era só um pouco mais comprida, o glande ultrapassava um pouco o controle, mas também mais larga que o controle remoto.
— Pensar que em casa tenho um igual
— Uma pica dessas?
— Não, tio... hahaha... Já te falei que o Tomas comparado com você tem um torresminho. Um controle remoto igual eu tenho, toda vez que olhar pra ele vou lembrar dessa pica divina
E voltou com tudo pro seu repertório oral
— Me olha, gata... cê gosta?
— Mmmmm... adoro, tio... adoro chupar sua pica
O velho afastava o cabelo do rosto dela, queria ver a carinha da Ale enquanto ela mamava aquela pica, o velho tava viajando, vivendo um momento glorioso
— Aiiii, gata, como você chupa pica, meu deus!!!... cê é muito head master
— Adoro chupar uma pica grandona assim... é errado?
— Que nada... pelo amor de deus!!! Aproveita, bebê... Come ela toda... ufffff... muito bom... ufffffffff... como você come... ahhhhhh
Ale fazia tudo devagar, com muita saliva, sem tirar os olhos fixos nos olhos do velho, que de vez em quando viravam pra trás, ficando completamente brancos. De vez em quando tirava a pica da boca e colocava do lado do rosto, batendo a pica nas bochechas
— Cê gosta que chupem sua buceta?
— Sim, tio
— Agora vou chupar ela, vou preparar pra te foder, porque se continuar chupando minha pica assim vou encher de porra essa boca de puta que você tem, e primeiro quero te comer bem
Ale subiu até a boca do velho, enquanto suas línguas se enroscavam num beijo molhado e muito apaixonado, pra depois colocar minha esposa de barriga pra cima e começar a percorrer com a língua, desde o pescoço, descendo pelos peitos, brincando um pouco com os mamilos que iam ficando duros e chegar na buceta dela, que já tava molhada, mas o velho queria saborear e fazer Ale delirar um bom tempo com a língua pra devolver o favor de um bom oral
- aiiii... assim, buceta... que gostoso... assim... me come toda...
Ale tava jogada na cama, de barriga pra cima, bem aberta de pernas e o velho ali cravado na virilha dela dando prazer com a língua, gemendo e gozando à vontade, fazendo ele saber (o velho, e eu pelo telefone) com os gemidos dela que tava dando um prazer supremo
- você gosta de como eu chupo sua buceta?
- sim, tio... adoro... continua, por favor
- como não vou continuar se isso é uma delícia, gostosa... seu marido chupa assim?
- nãooo... meu marido não gosta de chupar minha xereca (era mentira, se o velho soubesse como eu chupo ela e em que situações)
- mas que cara meia-bomba é o Tomás... não só tem pinto pequeno como também não sabe dar prazer com a língua pra mulher dele... tá certo que você faça ele de corno. Meu pau é todo seu quando quiser, putinha. E volta a atacar ela com a boca
- uffff... como você tem a buceta quente, gostosa... siiiim... tá uma delícia
De repente, sente o velho cuspir na buceta dela pra voltar a brincar com a língua no clitóris da Ale. Depois fez ela virar, ficar de quatro pra brincar com a língua no cu enquanto enfiava um dedo primeiro e depois dois na buceta dela, toda ensopada, enquanto com a outra mão apertava os peitos dela esticando os mamilos
- por favor, me come... não aguento mais... preciso ter seu pau bem dentro
- não sabe como eu gosto que você me peça pra te comer, gostosa... enquanto com o pauzão na mão apontava pra buceta, bem lubrificada da Ale, pra ir enfiando tudo
- a única coisa que peço é que você me coloca devagar no começo, deixa minha buceta se acostumar com teu pau, bem devagarinho mas quero ele todo dentro
— sim, gata, fica tranquila que vou te comer direitinho, você só vai sentir prazer
De novo acomodada, Ale de barriga pra cima na cama com as pernas bem abertas, o velho foi enfiando o pau todo dentro da buceta da Ale devagar e com a boca foi procurar a dela, se fundiram num beijo molhado, de muita língua entrelaçada, enquanto por baixo Ale começava a mexer a cintura e o velho forçava pra dentro com o pau e com as mãos apertava os peitos da minha mulher
— ahhhh… sim… assim… assim… me dá pau… me come toda com esse pica divino que você tem!!
— como seus bicos ficam duros, gata…
— é que tô muito tesuda, tio… Você me excita muito, e me excita vir na sua casa pra você me comer toda com esse pau enorme que você tem, me faz sentir muito puta… ahhh… siiiim… me dá…
— uhhhh… sim, gata… VOCÊ É MUITO PUTA!!!… me deixa louco, vagabunda… adoro te comer… quero te comer todo dia… quero te dar pica sempre, que você me sinta bem lá dentro, putinha
O velho entrava até o fundo e saía, mas sem tirar a cabeça do pau de dentro da Ale, e voltava a entrar, assim por um bom tempo, alternando e variando o ritmo da penetração, fazendo minha esposa delirar de prazer, que com seus gemidos me avisava pelo telefone. Gemidos e suspiros que se ouviam quando as bocas se soltavam
— ohhhh… ahhhh… sim… assim… ohhhh… que prazer… me dá mais… não para… me come toda… sou sua puta… assim… vai… ohhhhhhhhhhh… assim… mais forte… vai… toda… até o fundo… ahhhhhhhhh… quero mais… mais… aiii… sim… me come forte agora… me faz sentir bem esse pau enorme que você tem
O velho agora colocou as pernas da Ale sobre os ombros dele pra conseguir uma penetração melhor e mais funda, e começou a urrar e dar estocadas intensas, deixando bem no fundo pra depois sair e enfiar com violência de novo até o mais fundo possível. Dava pra ouvir o barulho dos fluidos da buceta da Ale a cada nova investida do velho
- então é assim que você quer, putinha? ….assim que você gosta???
- sim…………assim………como você abre minha buceta………como você me enche todinha de pica tio…..assim…..assim…..deita que quero montar em você agora
O velho obedeceu. Ale o posicionou com a cabeça dele o mais perto possível da mesinha de cabeceira e ela foi se sentar de frente pra ele, enfiando toda a pica na buceta pra começar a subir e descer, controlando o ritmo das investidas e abaixando a cabeça só pra beijar o velho, fundindo as línguas molhadas num beijo quase pornográfico. Em cada descida da Ale, se ouvia o estalo das bundas dela nos ovos pesados do velho. Depois de um tempo, minha mulher se ajeitou em cima do amigo do meu sogro e começou a mudar os movimentos pra frente e pra trás e em círculos, enquanto o velho, por baixo, não só beijava ela na boca, mas também massageava os peitos dela e, de vez em quando, parava de beijar pra chupar os dois bicos com muita fúria e saliva. Quando soltava os peitos, com as mãos acariciava a bunda, separando as nádegas e, de vez em quando, levava algum dedo à boca dela. Ela chupava como se fosse uma pica, olhando ele com luxúria nos olhos, e o velho depois levava esse dedo pra brincar no cu da minha esposa
- ahhhhh………….sim…………assim…………assim forte me fode………..assim……ahhhh….você não sabe quanto me excita que você brinque com seu dedo no meu cuzinho
- uffff….. gata……..dá pra ver, putinha ……você tá com a buceta fervendo……..e encharcada…..tá gostosinha, putinha?
- siiiim…… muito gostoso você me deixa com sua pica e como você me fode bem……me fode toda, vai……..ohhhhhh………siiim
- dá pra ver na sua carinha……carinha de puta gozando de uma boa fodida…..que bem que você me fode, gata, por favor…….sim…………assim…….vai…….não para
Entre cada subida e descida, o velho enchia a boca com os peitos da Ale e brincava com os lábios e a língua nos bicos dela, que ficavam cada vez mais duros. Também se ouvia nitidamente os estalos nas bochechas da bunda que ele dava de vez em quando, assim como o barulho da cabeceira da cama batendo na parede do quarto. Barulhos que não devem ter passado despercebidos pelos vizinhos do Seu Jorge, mas que com certeza não importavam pra nenhum dos dois.
Ale resolveu sair de cima do Seu Jorge e agora queria montá-lo de costas, algo que não consegue fazer comigo por causa do tamanho, já que só um pau grande pode dar esse prazer sem sair da buceta dela. O velho deitado, com as pernas penduradas na cama, e ela com uma perna apoiada de cada lado da cintura começou o sobe e desce longo e profundo naquela barra enorme de carne dura. Ale esticou os braços pra trás buscando apoio no peito do amigo do meu sogro pra controlar o ritmo e a profundidade da foda.
— Ahhhhh... sim... que gostoso... como eu sinto esse pau, meu Deus!!!
O velho com uma mão começou a brincar com o clitóris da minha esposa e a buceta dela começou a derramar toda a sua umidade molhando os ovos grandes e pesados do Seu Jorge. Às vezes era a Ale que ficava quieta deixando o velho marcar o ritmo de baixo, enquanto ele procurava o pescoço e a boca dela pra percorrer com a língua, aumentando o tesão da minha esposa que já tava nas nuvens.
Depois de um tempo assim, ela saiu de cima dele pra saborear aquele pauzão com os próprios sucos, olhando com muita cara de puta nos olhos do velho. O pau, os ovos, tudo a Ale ia saboreando do velho, procurando vestígios próprios nele.
— Sim, gata, continua chupando, vai...
— Você não sabe o quanto eu adoro chupar seu pau, tio!!!
— Vem... quero te comer de quatro, quero te comer olhando pra essa bunda que me deixou louco a vida inteira.
Aí a Ale foi se ajoelhar de quatro na cama, fincando os joelhos e também encostando a bochecha no colchão pra que a bunda dela ficasse bem exposta e aberta pra receber o pau majestoso do amigo do pai dela. Depois que conseguiu fazer aquele pauzão desaparecer dentro da buceta da minha esposa, ele a pegou pela Pelo com uma mão e com a outra apalpando os peitos dela, levantei um pouco o tronco pra passar a língua no pescoço e nas orelhas da Ale, que, sendo esse um ponto fraco, começava a gemer mais forte, se entregando aos instintos mais baixos do macho veterano. Depois, Dom Jorge colocava uma mão em cada banda da bunda, separando elas, e começava um movimento que a cada vez dava mais intensidade, intensidade que nos suspiros e gemidos dos dois também aumentava. Ale balançava a cabeça de prazer enquanto Dom Jorge metia por trás.
— Me olha, garota… me olha… quero ver essa carinha de putinha gozando com meu pau bem dentro… Essa garota casada comendo a pica do amigo do pai enquanto chifra o marido de pinto curto… uhhhh… assim, puta, assim… Se apalpa os peitos… Tá com tesão?
— Sim, tio… Adoro… Fico louca do jeito que você me come… Assim… assim… forte… vai…
— Dá pra ver, porque essa buceta tá toda molhada e bem quente, dá pra ver que você curte meu pau, puta…
— Sim… assim… ahhhhh… me dá mais… me come… não para… me dá pau… enche eu de porra, tio
Assim ficaram por um bom tempo, e depois de uma fodida daquelas em várias posições, não podia faltar pra nenhum dos dois o sexo anal. Por isso, entre o tesão e a lubrificação que ela tinha, assim que enfiou o pau todo, começou o movimento lento, e depois, quando a bundinha já tinha se acostumado com aquele mastrão de carne, foi aumentando a velocidade das estocadas. Enquanto enterrava a pica no cu, com uma mão brincava com o clitóris da minha esposa, que gemia e, de vez em quando, já gritava de prazer.
— Ahhhh… sim… assim… teu pau todo no meu cu pequenininho… me come toda… ahhhhhhh… siiiim
— Isso, gostosa… aproveita… dá pra ver que teu marido te deixa mal comida… come meu pau todo… toma…
— Ahhhhh… sim… não tira… me come, vai… me come toda
O velho, de vez em quando, soltava o clitóris e levava o dedo na boca dela, pra ela sentir o gosto dos próprios fluidos, e depois voltava a brincar com a bucetinha da Ale. apertar os mamilos enquanto ele com o pau dele explorava e destruía a bunda dela
- uhhhh... como ficam duras suas tetinhas, bebê... tá gostosa?
- o que você acha? ... muito gostosa você me deixa com seu pau... ayyyy... me come... não para, por favor... me dá pica
Depois de um bom tempo furando a bunda dela com a maravilhosa pica dele, o velho já não aguentava mais, fazia mais de meia hora que ele tava comendo ela de todos os lados e em todas as posições e não conseguia mais segurar a vontade de gozar e encher ela de porra, então ele saiu de dentro da Ale que ficou deitada com a cabeça no travesseiro do lado da mesinha de cabeceira onde estava a bolsa dela com o celular dentro (ou seja, eu) e começou a bater uma a poucos centímetros da boca dela
- quer a porra?
- sim, tio... me dá tudo... quero tomar toda sua porra
- sim, garota, abre bem a boca... toma... toma tudo
Os jatos de porra começaram a sair com força e abundância da pica do Dom Jorge que encheram e inundaram a boca da Ale, espirrando na cara dela, nos olhos e no peito
- ayy sim... quanta porra você tinha, tio... e que gostoso...
- uhhhh... sim... muito bem... limpa bem minha pica com sua boquinha de siririca, vai... gostou da sua putinha?
- sim, tio... cada dia gosto mais de como você me come, enquanto ela passava os lábios e a língua por toda a pica procurando restos de leite do Dom Jorge
- então todo dia você vai vir comer ela?
- sim, tio... todos os dias que eu estiver na cidade vou vir pra você me comer toda e me encher de porra... adoro ser sua putinha, não quero e nem penso em parar... você me deixa?
- minha pica é toda sua, aceito sua palavra... olha que mesmo que você esteja com o Tomas na cidade, vou querer que você venha comer minha pica e tomar meu leite
- ayy tio... sim... me promete??... não sei como vou fazer, mas adoraria
- você é muito putinha, gata, e se gosta tanto de comer minha pica, vai saber dar um jeito de vir comer ela toda
Obviamente que o que Dom Jorge não sabia era que eu mesmo estava disposto a levar minha esposa até a porta da casa dela pra que ela acolha e encha de porra como eu não consigo. Mas bom, isso talvez seja outra história que a gente tenha que contar.
Mas, além disso, faz tempo que a Ale me conta como o Dom Jorge sempre olha pra ela com um certo desejo. E eu incentivei ela a tentar fazer algo rolar. Então, com meu aval e uma oportunidade imperdível que o destino colocou na frente dela, ela aproveitou que outro dia meu sogro ia ficar fora por várias horas, porque tinha consulta médica em outra cidade, pra tentar pegar ele. O que me deixou de cabeça quente foi o que ela me contou: que outro dia, durante o jantar, meu sogro tava contando que o Yiyo tinha tido um caso com uma vizinha dele, e que meu sogro ouviu ela dizer que o Yiyo era bem dotado entre as pernas. Imaginem quando a Ale tava me contando isso. Então, é... Ela bolou um plano pro Dom Jorge ir até a casa quando meu sogro fosse pro médico. Meu sogro ia num dia de semana, meio-dia, tinha consulta às 14 pra um... estúdio, 16 pra outro e depois ia ver o médico no consultório. Então o plano da Ale era ligar pro pai dela quando ele tivesse saído de viagem, pedindo o telefone do seu Jorge, que é encanador, com a desculpa de que a pia da cozinha tinha entupido. E o plano era deixar ele trabalhando na cozinha enquanto ela tomava um banho, pra depois chamar ele com a desculpa de alcançar a toalha que ela tinha deixado em cima do aquecedor. E que ao entrar, depois de deixar a toalha, ele se deparasse com o roupão pendurado e a calcinha fio dental no chão, do lado da porta. Pra ele ver de qualquer jeito.
Às 12:45, a Ale ligou pro meu sogro pedindo se ele podia chamar o Yiyo pra ir rápido fazer esse conserto. Às 13h, seu Jorge chegou em casa. A Ale explicou que a água da pia da cozinha não tava descendo direito e que, se não tivesse problema, enquanto ele trabalhava no conserto, ela ia tomar banho... Imaginem que, no meio do inverno e sozinha com meu sogro, ela anda de roupão pela casa o dia inteiro. Ela perguntou se podia tomar uma ducha enquanto isso, ele disse que sim, que não atrapalhava em nada. Daí, do banheiro, ela deixou a porta entreaberta, chamou ele pra alcançar a toalha que tinha ficado no varal em cima do aquecedor, e ela tinha deixado a calcinha fio dental que tava usando no chão, bem na porta, de um jeito que era impossível não ver quando ele entrasse pra deixar a toalha.
Seu Jorge espiou o banheiro com a toalha e perguntou:
- Onde eu deixo?
- Coloca aqui no gancho do lado do box... – respondeu a Ale.
Pra garantir que ele chegasse perto do chuveiro e se tentasse a olhar ela. Ela tava de frente pro chuveiro, mas se virou pra ver e pegou ele bem na hora de deixar a toalha, e rapidamente ele viu ela pelada. Embora ele tenha visto, ele deixou a toalha e saiu, e ela agradeceu o favor. Enquanto ela continuava se lavando, viu como ele olhou de novo pra calcinha fio dental, pegou do chão e levou até o nariz. A Ale não falou nada, ficou cantarolando baixinho no chuveiro. Depois fechou as torneiras, se secou, se Vestiu o jaleco sem nada por baixo e saiu. Quando saiu, perguntou:
— Conseguiu terminar, Seu Jorge? Quer um café?...
— Sim, já tá tudo pronto. Era lixo acumulado, uma bobagem. Com todo prazer, Alê. Terminei de almoçar e vim na hora. Vai me cair bem um cafezinho.
Preparou café para os dois, com a diferença que colocou um comprimido no dele. E enquanto conversavam sobre o trabalho que tinha feito, sobre pandemia e outras bobagens, Alê encarou ele.
Perguntou se ele tinha gostado do que tinha visto. Ele disse que sim. Que ela já não era mais a menina que ele conhecera há tanto tempo atrás. Que já era uma mulher lindíssima.
— Muito obrigada pelo elogio, Jorge, mas a gente tá em desvantagem… — disse Alê. — Você me viu e eu não vi nada seu… Você me viu pelada no chuveiro, tudo bem, não tem problema, não me incomoda nem me irrita nem nada, mas quero saber se você gostou do que viu — disse Alê.
— Faz anos que não vejo uma mulher jovem pelada ao vivo e a cores, e muito menos tão gostosa quanto você…
A esposa dele agradeceu, mas lembrou que estavam em desvantagem. Ele tinha visto ela pelada, mas ela não tinha visto ele. Não podia acreditar no que tava ouvindo.
— Não posso me mostrar pelado na sua frente, sou amigo do seu pai, quase da família — disse ele.
— Isso não me importa. Ouvi dizer que você é bem dotado. E quero conferir.
— Não, não, não dá… isso é loucura, vou embora… — disse ele.
— Como quiser, mas se você for, eu vou na polícia e digo que você veio aqui se aproveitando, sabendo que eu tava sozinha, e tentou abusar de mim. E você imagina que vão acreditar em mim. Então escolhe: ou vou pra delegacia, ou me mostra essa coisa que tanto elogiaram na cidade.
— Você é maluca… imagina se seu pai descobre… não…
— Meu pai volta depois das 18h (eram só 14h), e claro que não vou contar nada pra ele. Vai ser nosso segredo…
Então, enquanto Seu Jorge se resignava, Alê foi acariciando o volume dele pra ele desabotoar a calça. Quando ele tirou pra fora, ela disse que o que pendia era realmente algo de respeito. importante, ela não estava totalmente parada ainda, mas era grande, pediu permissão pra tocar com voz de putinha,
-mmmmm……é muito linda….posso tocar um pouquinho?
-só um pouquinho ele disse…. e Ale começou a bater uma pra ele devagar enquanto se tocava nos peitos e na buceta abrindo o roupão…..
- bom, chega, já viu, melhor eu ir embora ele disse…….
E ela diante disso enfiou na boca começando a chupar com intensidade
-chega Ale, por favor….. melhor eu ir embora ……….. uhhhhh……
-você não gosta do jeito que eu chupo? temos a tarde toda pra gente, e eu não tenho nada nem perto disso em casa,…… enquanto apertava forte o pau com as mãos
-adoro como você chupa, gostosa, mas se continuar assim vou querer te foder toda e não me responsabilizo……ohhhhhh
- isso é exatamente o que eu quero, que me foda toda,…. ela disse enquanto tentava enfiar ele inteiro na boca com muita saliva, tava com um pouco de respeito pelo meu sogro
-ahhhh você quer que eu te foda?....bom, então continua chupando, vai, come ele todo com sua boquinha, deixa ele bem duro que vou te foder toda, putinha….. ele começou a se soltar e começou a tocar ela, nos peitos, quando tocou na buceta descobriu que tava encharcada,
-olha como você tá de buceta, gostosa, uhhhhhh…… você tá toda molhadinha
-sim Jorge, tô molhada.... o senhor tem um pau enorme.....algo que não tô acostumada, é lindo, grosso, veiudo, cabeçudo, comprido………mmmmmmm……….adoro
-que isso, gostosa, não me diga que seu marido tem um pintinho entre as pernas?
-sim, meu marido tem ele pequenininho….e molenga
-uhhh, coitado do Tomas... vamos fazer uns chifres bem grandes nele agora
Com o Viagra que ele tinha moído e colocado no café, mais o tesão que tava, pegou ela pela casa toda, quando foi se soltando o velho ficava dominante e possessivo. Acabou sendo um verdadeiro macho, um comedor experiente no anal, a Ale me definiu assim, com uma gozada muito gostosa.
Por um segundo, se coloquem no lugar do velho. Um cara de mais de 60 anos, tendo a chance de foder uma gostosa de 34, que sempre o excitava, somado ao proibido — filha de um amigo dele e ela casada —, o velho tava feito um adolescente. Queria comer ela todo santo dia, e a Ale também não queria perder a chance de mamar aquela pica sempre que pintasse. Por isso, depois de tudo que tinha rolado, e com vários dias pela frente na cidade do meu sogro, nem minha esposa nem o Dom Jorge queriam perder tempo pra ter seus encontros cada vez mais quentes. Então acharam um jeito. Todo santo dia, o Dom Jorge, como maior de 60 anos e do grupo de risco, fazia a quarentena à risca. A mecânica era a seguinte: Dom Jorge ligava toda manhã pro meu sogro pra pedir se a Ale podia ir no mercado, na farmácia, no açougue, na verdureira, etc., etc., comprar algo pra ele. Todo dia pedia uma coisa diferente, e a Ale ia, sempre depois do almoço, aproveitando que meu sogro tirava um cochilo, então comprava, levava e voltava bem comida e cheia de porra pra casa do meu sogro. Um dia pedi pra ela, por favor, queria participar — embora o Jorge não soubesse das nossas aventuras e achasse que a Ale fazia tudo pelas minhas costas —, mas pelo menos queria ouvir. Então fizemos igual com o Sebastián: ela me ligou antes de entrar na casa do Jorge e pedi pra fazer parte daquele encontro. Aí deixou o telefone ligado, sem desligar a chamada, dentro da bolsa, pra eu poder ir escutando tudo que ia rolar na casa do amigo do meu sogro quando a Ale entrasse com as sacolas. Daqui, tudo que ouvi pelo telefone e mais alguns detalhes que minha esposa contou quando voltou:
— Licença... Dom Jorge... Trouxe aqui o que o senhor pediu.
— Entra, querida. Como cê tá? Me pareceu ouvir você falando com alguém. Tudo bem?
— Tô, tava falando com meu marido. Ele ligou por causa de umas coisas do trabalho e perguntou o que eu tava fazendo.
— É?... E o que cê disse?
— Nada, que tinha saído pra fazer umas compras pro senhor, aproveitando que meu pai tá... deitou pra tirar uma soneca… Não ia contar que vinha pra casa do amigo do meu pai pra chupar o pauzão gostoso e lindo dele
- hahaha, e não… Nenhuma mulher liga pro marido pra falar “vou te fazer de corno” (se o seu Jorge soubesse, hehehe). Então, hoje também quer chupar meu pau?
- sim, enquanto eu tiver na cidade não quero passar um dia sem ele, o senhor quer me dar? (com voz de putinha sonsa)
- olha se não vou querer te dar… vem, vamos pro quarto pra você chupar ele sossegada
Deixaram as sacolas em cima da mesa da sala e foram pro quarto
- hoje quero ser sua puta, faz o que quiser comigo
- mais? Eu pensei que você já era minha puta, que se deixava fazer o que eu queria
- sim, não segura nada… me fode como se fosse a última vez. Esquece que sou casada e sou filha do seu amigo
- gata, sabe que me excita muito… você vai sair daqui bem fodida, como merece
- mmmm, sim… é isso que eu quero… enquanto passava a mão no volume dele. Uhhhh… como sobe rápido, adoro, já tá toda dura… enquanto procurava a boca dele e se beijavam molhado, com língua bem fundo
- ufff… essa língua de putinha… me deixa louco
- você gosta da minha língua? Na sua boca?
- sim… mas gosto mais quando você chupa meu pau, como você me mama
Ale larga a bolsa no criado-mudo ao lado da cama e volta a beijar a boca do seu Jorge enquanto se despiam um ao outro. Depois de tirar a camisa e abaixar a calça dele, sentou na beira da cama, do lado do criado-mudo, pra começar a chupar o pau do amigo do pai, sem parar de beijar e passar a língua por toda a barriga dele, enquanto ele não parava de apalpar ela toda
- mmmm… sim, como você me excita, tio… enquanto massageava o pau dele olhando na cara e dizendo… Mmmm como eu gosto do seu pau, olha como ele tá duro, adoro…
Depois de soltar aquele pauzão imenso do confinamento, começou a bater uma lentamente e a tentar encher a boca, sem antes aproveitar com a língua todo o comprimento larga, assim como suas bolas pesadas. Pra aproveitar melhor e ter um contato visual maior com seu macho enquanto saboreava a pica, pediu pra ele deitar na cama com as pernas abertas e ela foi se jogar no meio delas pra curtir à vontade aquele pauzão que não ia parar de saborear e percorrer inteiro, não só com a língua, mas tentando enfiar tudo que podia dentro da boca, até quase engasgar.
— Tio, sua pica é enorme... Quanto mede?
— Sei não, mina, nunca medi
— Passa o controle remoto (aquele da Directv grandão)
Colocou do lado e a pica do Seu Jorge não era só um pouco mais comprida, o glande ultrapassava um pouco o controle, mas também mais larga que o controle remoto.
— Pensar que em casa tenho um igual
— Uma pica dessas?
— Não, tio... hahaha... Já te falei que o Tomas comparado com você tem um torresminho. Um controle remoto igual eu tenho, toda vez que olhar pra ele vou lembrar dessa pica divina
E voltou com tudo pro seu repertório oral
— Me olha, gata... cê gosta?
— Mmmmm... adoro, tio... adoro chupar sua pica
O velho afastava o cabelo do rosto dela, queria ver a carinha da Ale enquanto ela mamava aquela pica, o velho tava viajando, vivendo um momento glorioso
— Aiiii, gata, como você chupa pica, meu deus!!!... cê é muito head master
— Adoro chupar uma pica grandona assim... é errado?
— Que nada... pelo amor de deus!!! Aproveita, bebê... Come ela toda... ufffff... muito bom... ufffffffff... como você come... ahhhhhh
Ale fazia tudo devagar, com muita saliva, sem tirar os olhos fixos nos olhos do velho, que de vez em quando viravam pra trás, ficando completamente brancos. De vez em quando tirava a pica da boca e colocava do lado do rosto, batendo a pica nas bochechas
— Cê gosta que chupem sua buceta?
— Sim, tio
— Agora vou chupar ela, vou preparar pra te foder, porque se continuar chupando minha pica assim vou encher de porra essa boca de puta que você tem, e primeiro quero te comer bem
Ale subiu até a boca do velho, enquanto suas línguas se enroscavam num beijo molhado e muito apaixonado, pra depois colocar minha esposa de barriga pra cima e começar a percorrer com a língua, desde o pescoço, descendo pelos peitos, brincando um pouco com os mamilos que iam ficando duros e chegar na buceta dela, que já tava molhada, mas o velho queria saborear e fazer Ale delirar um bom tempo com a língua pra devolver o favor de um bom oral
- aiiii... assim, buceta... que gostoso... assim... me come toda...
Ale tava jogada na cama, de barriga pra cima, bem aberta de pernas e o velho ali cravado na virilha dela dando prazer com a língua, gemendo e gozando à vontade, fazendo ele saber (o velho, e eu pelo telefone) com os gemidos dela que tava dando um prazer supremo
- você gosta de como eu chupo sua buceta?
- sim, tio... adoro... continua, por favor
- como não vou continuar se isso é uma delícia, gostosa... seu marido chupa assim?
- nãooo... meu marido não gosta de chupar minha xereca (era mentira, se o velho soubesse como eu chupo ela e em que situações)
- mas que cara meia-bomba é o Tomás... não só tem pinto pequeno como também não sabe dar prazer com a língua pra mulher dele... tá certo que você faça ele de corno. Meu pau é todo seu quando quiser, putinha. E volta a atacar ela com a boca
- uffff... como você tem a buceta quente, gostosa... siiiim... tá uma delícia
De repente, sente o velho cuspir na buceta dela pra voltar a brincar com a língua no clitóris da Ale. Depois fez ela virar, ficar de quatro pra brincar com a língua no cu enquanto enfiava um dedo primeiro e depois dois na buceta dela, toda ensopada, enquanto com a outra mão apertava os peitos dela esticando os mamilos
- por favor, me come... não aguento mais... preciso ter seu pau bem dentro
- não sabe como eu gosto que você me peça pra te comer, gostosa... enquanto com o pauzão na mão apontava pra buceta, bem lubrificada da Ale, pra ir enfiando tudo
- a única coisa que peço é que você me coloca devagar no começo, deixa minha buceta se acostumar com teu pau, bem devagarinho mas quero ele todo dentro
— sim, gata, fica tranquila que vou te comer direitinho, você só vai sentir prazer
De novo acomodada, Ale de barriga pra cima na cama com as pernas bem abertas, o velho foi enfiando o pau todo dentro da buceta da Ale devagar e com a boca foi procurar a dela, se fundiram num beijo molhado, de muita língua entrelaçada, enquanto por baixo Ale começava a mexer a cintura e o velho forçava pra dentro com o pau e com as mãos apertava os peitos da minha mulher
— ahhhh… sim… assim… assim… me dá pau… me come toda com esse pica divino que você tem!!
— como seus bicos ficam duros, gata…
— é que tô muito tesuda, tio… Você me excita muito, e me excita vir na sua casa pra você me comer toda com esse pau enorme que você tem, me faz sentir muito puta… ahhh… siiiim… me dá…
— uhhhh… sim, gata… VOCÊ É MUITO PUTA!!!… me deixa louco, vagabunda… adoro te comer… quero te comer todo dia… quero te dar pica sempre, que você me sinta bem lá dentro, putinha
O velho entrava até o fundo e saía, mas sem tirar a cabeça do pau de dentro da Ale, e voltava a entrar, assim por um bom tempo, alternando e variando o ritmo da penetração, fazendo minha esposa delirar de prazer, que com seus gemidos me avisava pelo telefone. Gemidos e suspiros que se ouviam quando as bocas se soltavam
— ohhhh… ahhhh… sim… assim… ohhhh… que prazer… me dá mais… não para… me come toda… sou sua puta… assim… vai… ohhhhhhhhhhh… assim… mais forte… vai… toda… até o fundo… ahhhhhhhhh… quero mais… mais… aiii… sim… me come forte agora… me faz sentir bem esse pau enorme que você tem
O velho agora colocou as pernas da Ale sobre os ombros dele pra conseguir uma penetração melhor e mais funda, e começou a urrar e dar estocadas intensas, deixando bem no fundo pra depois sair e enfiar com violência de novo até o mais fundo possível. Dava pra ouvir o barulho dos fluidos da buceta da Ale a cada nova investida do velho
- então é assim que você quer, putinha? ….assim que você gosta???
- sim…………assim………como você abre minha buceta………como você me enche todinha de pica tio…..assim…..assim…..deita que quero montar em você agora
O velho obedeceu. Ale o posicionou com a cabeça dele o mais perto possível da mesinha de cabeceira e ela foi se sentar de frente pra ele, enfiando toda a pica na buceta pra começar a subir e descer, controlando o ritmo das investidas e abaixando a cabeça só pra beijar o velho, fundindo as línguas molhadas num beijo quase pornográfico. Em cada descida da Ale, se ouvia o estalo das bundas dela nos ovos pesados do velho. Depois de um tempo, minha mulher se ajeitou em cima do amigo do meu sogro e começou a mudar os movimentos pra frente e pra trás e em círculos, enquanto o velho, por baixo, não só beijava ela na boca, mas também massageava os peitos dela e, de vez em quando, parava de beijar pra chupar os dois bicos com muita fúria e saliva. Quando soltava os peitos, com as mãos acariciava a bunda, separando as nádegas e, de vez em quando, levava algum dedo à boca dela. Ela chupava como se fosse uma pica, olhando ele com luxúria nos olhos, e o velho depois levava esse dedo pra brincar no cu da minha esposa
- ahhhhh………….sim…………assim…………assim forte me fode………..assim……ahhhh….você não sabe quanto me excita que você brinque com seu dedo no meu cuzinho
- uffff….. gata……..dá pra ver, putinha ……você tá com a buceta fervendo……..e encharcada…..tá gostosinha, putinha?
- siiiim…… muito gostoso você me deixa com sua pica e como você me fode bem……me fode toda, vai……..ohhhhhh………siiim
- dá pra ver na sua carinha……carinha de puta gozando de uma boa fodida…..que bem que você me fode, gata, por favor…….sim…………assim…….vai…….não para
Entre cada subida e descida, o velho enchia a boca com os peitos da Ale e brincava com os lábios e a língua nos bicos dela, que ficavam cada vez mais duros. Também se ouvia nitidamente os estalos nas bochechas da bunda que ele dava de vez em quando, assim como o barulho da cabeceira da cama batendo na parede do quarto. Barulhos que não devem ter passado despercebidos pelos vizinhos do Seu Jorge, mas que com certeza não importavam pra nenhum dos dois.
Ale resolveu sair de cima do Seu Jorge e agora queria montá-lo de costas, algo que não consegue fazer comigo por causa do tamanho, já que só um pau grande pode dar esse prazer sem sair da buceta dela. O velho deitado, com as pernas penduradas na cama, e ela com uma perna apoiada de cada lado da cintura começou o sobe e desce longo e profundo naquela barra enorme de carne dura. Ale esticou os braços pra trás buscando apoio no peito do amigo do meu sogro pra controlar o ritmo e a profundidade da foda.
— Ahhhhh... sim... que gostoso... como eu sinto esse pau, meu Deus!!!
O velho com uma mão começou a brincar com o clitóris da minha esposa e a buceta dela começou a derramar toda a sua umidade molhando os ovos grandes e pesados do Seu Jorge. Às vezes era a Ale que ficava quieta deixando o velho marcar o ritmo de baixo, enquanto ele procurava o pescoço e a boca dela pra percorrer com a língua, aumentando o tesão da minha esposa que já tava nas nuvens.
Depois de um tempo assim, ela saiu de cima dele pra saborear aquele pauzão com os próprios sucos, olhando com muita cara de puta nos olhos do velho. O pau, os ovos, tudo a Ale ia saboreando do velho, procurando vestígios próprios nele.
— Sim, gata, continua chupando, vai...
— Você não sabe o quanto eu adoro chupar seu pau, tio!!!
— Vem... quero te comer de quatro, quero te comer olhando pra essa bunda que me deixou louco a vida inteira.
Aí a Ale foi se ajoelhar de quatro na cama, fincando os joelhos e também encostando a bochecha no colchão pra que a bunda dela ficasse bem exposta e aberta pra receber o pau majestoso do amigo do pai dela. Depois que conseguiu fazer aquele pauzão desaparecer dentro da buceta da minha esposa, ele a pegou pela Pelo com uma mão e com a outra apalpando os peitos dela, levantei um pouco o tronco pra passar a língua no pescoço e nas orelhas da Ale, que, sendo esse um ponto fraco, começava a gemer mais forte, se entregando aos instintos mais baixos do macho veterano. Depois, Dom Jorge colocava uma mão em cada banda da bunda, separando elas, e começava um movimento que a cada vez dava mais intensidade, intensidade que nos suspiros e gemidos dos dois também aumentava. Ale balançava a cabeça de prazer enquanto Dom Jorge metia por trás.
— Me olha, garota… me olha… quero ver essa carinha de putinha gozando com meu pau bem dentro… Essa garota casada comendo a pica do amigo do pai enquanto chifra o marido de pinto curto… uhhhh… assim, puta, assim… Se apalpa os peitos… Tá com tesão?
— Sim, tio… Adoro… Fico louca do jeito que você me come… Assim… assim… forte… vai…
— Dá pra ver, porque essa buceta tá toda molhada e bem quente, dá pra ver que você curte meu pau, puta…
— Sim… assim… ahhhhh… me dá mais… me come… não para… me dá pau… enche eu de porra, tio
Assim ficaram por um bom tempo, e depois de uma fodida daquelas em várias posições, não podia faltar pra nenhum dos dois o sexo anal. Por isso, entre o tesão e a lubrificação que ela tinha, assim que enfiou o pau todo, começou o movimento lento, e depois, quando a bundinha já tinha se acostumado com aquele mastrão de carne, foi aumentando a velocidade das estocadas. Enquanto enterrava a pica no cu, com uma mão brincava com o clitóris da minha esposa, que gemia e, de vez em quando, já gritava de prazer.
— Ahhhh… sim… assim… teu pau todo no meu cu pequenininho… me come toda… ahhhhhhh… siiiim
— Isso, gostosa… aproveita… dá pra ver que teu marido te deixa mal comida… come meu pau todo… toma…
— Ahhhhh… sim… não tira… me come, vai… me come toda
O velho, de vez em quando, soltava o clitóris e levava o dedo na boca dela, pra ela sentir o gosto dos próprios fluidos, e depois voltava a brincar com a bucetinha da Ale. apertar os mamilos enquanto ele com o pau dele explorava e destruía a bunda dela
- uhhhh... como ficam duras suas tetinhas, bebê... tá gostosa?
- o que você acha? ... muito gostosa você me deixa com seu pau... ayyyy... me come... não para, por favor... me dá pica
Depois de um bom tempo furando a bunda dela com a maravilhosa pica dele, o velho já não aguentava mais, fazia mais de meia hora que ele tava comendo ela de todos os lados e em todas as posições e não conseguia mais segurar a vontade de gozar e encher ela de porra, então ele saiu de dentro da Ale que ficou deitada com a cabeça no travesseiro do lado da mesinha de cabeceira onde estava a bolsa dela com o celular dentro (ou seja, eu) e começou a bater uma a poucos centímetros da boca dela
- quer a porra?
- sim, tio... me dá tudo... quero tomar toda sua porra
- sim, garota, abre bem a boca... toma... toma tudo
Os jatos de porra começaram a sair com força e abundância da pica do Dom Jorge que encheram e inundaram a boca da Ale, espirrando na cara dela, nos olhos e no peito
- ayy sim... quanta porra você tinha, tio... e que gostoso...
- uhhhh... sim... muito bem... limpa bem minha pica com sua boquinha de siririca, vai... gostou da sua putinha?
- sim, tio... cada dia gosto mais de como você me come, enquanto ela passava os lábios e a língua por toda a pica procurando restos de leite do Dom Jorge
- então todo dia você vai vir comer ela?
- sim, tio... todos os dias que eu estiver na cidade vou vir pra você me comer toda e me encher de porra... adoro ser sua putinha, não quero e nem penso em parar... você me deixa?
- minha pica é toda sua, aceito sua palavra... olha que mesmo que você esteja com o Tomas na cidade, vou querer que você venha comer minha pica e tomar meu leite
- ayy tio... sim... me promete??... não sei como vou fazer, mas adoraria
- você é muito putinha, gata, e se gosta tanto de comer minha pica, vai saber dar um jeito de vir comer ela toda
Obviamente que o que Dom Jorge não sabia era que eu mesmo estava disposto a levar minha esposa até a porta da casa dela pra que ela acolha e encha de porra como eu não consigo. Mas bom, isso talvez seja outra história que a gente tenha que contar.
5 comentários - Don Jorge, o amigo do meu sogrão