Irmã Otaku 2ª Temp: Capítulo 2

E finalmente chegou o segundo capítulo dessa nova temporada,Desculpe, não posso traduzir esse texto.eTamaraNão satisfeitos em voltar ao passatempo de sempre, começam a mexer as peças do seu xadrez perverso e, feito um Garry Kasparov, tentam bagunçar a paz do lar. Não vou dar mais spoiler.

Já sabem que eu uso fotos da instagramerDesculpe, não posso traduzir esse termo.como exemplo da protagonista Tammy, mas vocês podem imaginar as coisas do jeito que quiserem.

Agora vamos ao que interessa, espero que vocês curtam!



Irmã Otaku 2ª Temp: Capítulo 2

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Palmas dos nossos pais.

Eram umas cinco da manhã quando sinto a Tammy me sacudindo e a luz do abajur acende. Claro, eu tinha ficado pra dormir na cama dela pra amenizar o inverno e pensei que ela tava me acordando porque alguém vinha, me assustando. Se um dos nossos velhos entrasse por qualquer motivo, ia nos encontrar juntinhos, de conchinha. — Escuta. — Ela falou no meu ouvido. — Tão batendo palma que nem loucos. Sem entender direito o que ela tava dizendo, quase duvidando se tinha acordado ou não, ouvi claramente o barulho que vinha do quarto dos nossos pais, do lado do da minha irmã.Plaf, plaf, plaf, plaf, plaf… era leve, mas tava lá, o sinal inconfundível de que meu velho tava com uma matinal antes de ir pro trampo.

- Interessante. - Ela sussurrou de novo. - Ultimamente isso acontece direto, sendo que antes eles nem se encostavam nem com um taco de golfe.

- Bom, melhor assim, por essas coisas eles ficam de bom humor quase sempre, papai deve querer ir trabalhar relaxado. - Falei, aguçando a audição. Minha irmã parecia ter acordado com toda a perversão de uma vez, e sem me dar tempo de reagir, sentou em cima de mim.

- Que tal a gente imitar eles? - Ela disse, dessa vez, num tom de voz perigosamente alto. Eu não conseguia entender direito como às vezes ela era extremamente cuidadosa com a nossa
jogose em outras, ela se deixava levar pelo desenfreado e me pedia pra foder no silêncio da noite, onde todo mundo podia ouvir a gente, ou pior, nos pegar na cama.

- A cama range, eles estão acordados e não era pra saberem que eu tô… - Percebi que ela tinha tirado a calcinha e esfregava a buceta grande e ardente no meu pau. - …aqui.

Fazia tempo que eu não comia minha irmã. A última vez foi na frente do nosso tio Nacho e da namorada dele, quando eles nos assustaram, dando uma bronca porque eu tinha gozado grosso dentro dela. A última vez foi no auge da nossa perversão, e eu não achava que ia rolar um reencontro dos nossos sexos tão rápido, a gente mal tinha começado nossas brincadeiras, mas, de qualquer forma, era inegável que saber que mamãe e papai estavam transando a poucos metros acendia um pavio novo na bomba interna dela.

Sem pensar duas vezes, parei meu pau meio duro com a mão e ela sentou, envolvendo ele com aquela carne suculenta, tão macia e perfeita quanto um boquete. Perdi totalmente a visão do meu pau entre a carne dela, meu quadril sentiu a pressão do peso dela. Tammy rebolou, fazendo círculos com o corpo, como se estivesse mexendo a alavanca pra todos os lados pra acordar ele de um torpor. Sem dúvida, ia sair um combo.

Foi uma imprudência inevitável. Assim que meu pau descansou enchendo a buceta dela, não tinha como tirar, como dar ré, era pior que um trancamento canino, uma vez dentro nem a polícia ia tirar. Era tão bom, tão quente, e tão errado ao mesmo tempo. Nos excitava como nunca. Era como se as duas peças se pertencessem.

- Você gosta de pensar no papai comendo? - Joguei munição pesada enquanto sentia meu pau endurecendo dentro dela, abrindo caminho como um minerador (o capacete de minerador eu tinha, e a caverninha dela parecia ter apertado).

Tamara se inclinou sobre mim, me afundando no colchão.

- Pra caralho, adoro sentar no colo e sentir o pau dele endurecer. - Isso me excitou pra um caralho. comentário mais incestuoso que o normal.
- E você? Tá pensando na mamãe com aquela legging apertada? Vi como você gosta de olhar pra ela quando faz yoga.
- É, algo assim.
- Menti. Na real, eu tava bem concentrado no abraço gostoso da buceta dela no meu pau, sem nenhum outro pensamento passando pelo funil da minha mente, mas ainda assim conseguia ficar excitado com essa conversa.
- Eu queria ver ela sem a legging pelo menos. E você, o que faria com o papai? Até onde iria?

Tammy começou a levantar e descer a bunda devagar, sem soltar meu pau, sabendo exatamente o quanto se afastar do meu pau pra não desencaixar, não tinha esquecido do meu tamanho nem um pouco. Pelo menos ela tava tomando cuidado pra não fazer muito barulho, coisa que meus velhos não faziam. Eles achavam que, por ficarmos acordados vendo séries ou jogando videogame, a gente ia estar dormindo que nem pedra naquela hora. Os aplausos continuavam, parecia que a gente tava transando com plateia.
MmmEu gostaria de um monte de coisas, sei lá, que ela me tocasse toda, eu tocar ele, ver a pica que ele me criou, uns apertões. — Ela confessou sem parar de reboltar a bunda como um martelo.

— Você chuparia ela? — Perguntei no ouvido. — Você chuparia a pica do papai?

— Sim, mas só se você estiver vendo, eu ia adorar que você me visse transando com o papai e eu visse você com a mamãe. — Ela confessou me deixando louco. Se ainda tinha alguma prateleira de pé na minha cabeça, essa conversa derrubou ela. — Tô errada por pensar nisso?

— Caralho, como a quarentena te afetou. — Falei apertando o quadril dela com as mãos. Acho que tinha uns quilinhos a mais de cada lado desde que estávamos trancados, e eu amava essa carnuda. Quase cometi o erro de dar um tapa na bunda dela, quase fazendo um som que entregava tudo. Ia adorar estar sozinho pra dar umas palmadas naquela bunda grande e gostosa, apertar aquela carne, fazer balançar aqueles peitos soltos como bexigas cheias…

— Quer tomar meu leite de novo? Conta como café da manhã. — Falei, de quebra, evitando o risco de uma gravidez precoce.

Tammy concordou com ênfase, mal visível na luz do abajur. Dessa vez, com ela por cima me punhetando no talo, ao invés de deixar cair tudo nela como na noite anterior, dessa vez ela fez eu soltar os fogos de artifício pra cima, aterrissando no cabelo dela, no nariz e no rosto, até nos lençóis, sujando tudo. Por ser uma carga matinal, era bem líquida e translúcida. Minha irmã nunca ligou pra consistência, grossa ou líquida, coalhada ou homogênea, tudo ia parar na boca dela com paciência, ficando com os dedos branquinhos e pegajosos até limpar os cantos da boca com a língua e chupar cada dedo como quem termina um saco de salgadinho numa larica.

— Já não se ouve nada, acho que o papai foi trabalhar. — Ela disse se deitando do meu lado, com a boca cheirando minha porra. Tammy me abraçou de novo e cobriu nossos corpos com o cobertor pra voltar a dormir, mesmo assim. seja umas horinhas a mais.
- Tudo aquilo que você me disse… É verdade que faria? - Perguntei para ter certeza de que não tinha sido só uma conversa quente.
- Espero que você não fique com ciúmes, maninho. - Disse se espreguiçando para apagar o abajur. - Ultimamente tenho me alimentado de muitas histórias e expandido meus horizontes. E você, não?
- Bom, você não esteve muito longe da última vez que fizemos, entre o pai e o tio é só um passo.
- Sim, não tem muita diferença na teoria, na teoria… só de pensar, sinto como naqueles filmes de roubo, quando assaltam o museu mais protegido, com mais segurança, e roubam a joia mais valiosa. Fazer isso com os nossos velhos seria como o último golpe, o golpe lendário. Depois disso não tem mais nada, é o mais foda possível.
- Porra, você realmente curte muito incesto. - Admiti surpreso, segurando o riso. - Você é pior que o fundador da
Shelbyville, o dos Simpsons.
- Não joga toda a perversão pra cima de mim, Édipo. - Ela me desafiou apertando o conteúdo da minha cueca, eu apertei os peitos dela iniciando uma brincadeira silenciosa que seguiu com beijos, carícias, e mais umas horinhas de sono. A gente se beijava entre os amassos até voltar pra posição de conchinha e fechar os olhos feito dois anjinhos.

Nossa mãe nos acordou, que sem nos dar tempo pra nada, abriu a porta e acendeu a luz.

- Tamara, levanta que você vai comprar umas... O que você tá fazendo aqui, Tomás? - Perguntou surpresa. Ela tava de roupão turquesa e levantou uma sobrancelha de incredulidade ao me pegar com a mão na massa, de conchinha com minha irmã.

- Mãe, não é o que você tá pensando, eu... - Fiquei nervoso. O que a gente temia tinha acontecido: fomos pegos. - É que...

- Ontem à noite a gente viu Netflix e ele ficou porque tava frio, era tarde e a gente tava quentinho, ali embaixo, mãe.
MmmNão gosto que vocês estejam dormindo juntos feito dois degenerados, ainda mais de conchinha. Cê tá com a mão debaixo da camiseta?
- Ela percebeu.

- Não tem nada, mãe, para de encher o saco. – Tammy cortou na hora, que enfrentava qualquer um em qualquer situação, até numa tão constrangedora e reveladora como aquela. – Fecha a porta que vou me trocar e descer. Não tô de calcinha.

- Não se faz de sonsa, girl, e não gosto que vocês durmam juntos feito dois...
Lannister— Entendi a referência. — falei, fazendo minha irmã rir e irritando ainda mais minha mãe.

Mamãe fez cara de desconfiada e fechou a porta. Eu aproveitei pra aliviar a tensão apertando minha irmã e beijando seu pescoço enquanto ela ria.

— Essa foi por pouco, ainda mais que quando fico nervoso, sobe. — sussurrei antes dela se levantar e pegar a calcinha que tinha ficado largada por ali.

— Se fosse verão, ela teria nos encontrado destapados e pelados. — disse ela se vestindo — Tá vendo o que quero dizer, né?

— Não aconteceu nada grave, não exagera, até parecia mais divertida do que outra coisa.

— De qualquer forma, vou sair pra comprar umas coisas. E nesse horário da manhã tem tipo uma hora e meia de Booty, você vai ter que descobrir sozinho se ela tá de bom humor ou não. Eu vou vazar.

De fato, depois de dar uma olhada pra ver se não tinha inimigo à vista, fui pro meu quarto me vestir e me apresentar em casa. Parecia que eu tava passando de um mundo pra outro: de um mundo onde eu vivia em pecado, comendo minha própria irmã de sangue, pra outro ao lado onde eu tinha que esconder todos os impulsos, reprimir meus desejos obscenos pra voltar a ser o filho exemplar que achavam que eu era.

— Aí, te fiz o café da manhã, mesmo que você não mereça. — disse minha mãe enquanto dava os últimos goles num chá de tília — Não gosto de segredos na minha própria casa, e muito menos de gente rindo na minha cara.

Com os testículos na garganta, fingi tranquilidade mordendo a torrada com geleia e mexi o café com porra. Era difícil por dois motivos: eu não era bom em mentir igual a Tamara, e minha mãe tava usando a mesma camisola turquesa, folgada, que com os braços cruzados revelava seus peitos enormes, juntinhos e apetitosos no peito. Ela me olhava, esperando, apoiada na cozinha como uma ave de rapina prestes a descer sobre um cordeiro indefeso. O gênio forte tava nas mulheres da casa, não em mim ou no papai.

— Tammy não mentiu pra você, a gente ficou vendo anime e como tava tarde e eu tava com frio, virei e dormi. Encontrei sua irmã de costas. — Observou com precisão. — E começo a suspeitar, melhor dizendo, a notar, que vocês estão muito grudados um no outro, e isso vem de antes da viagem dela.
expressa Mar del Plata.
- O que você tá insinuando, mãe? Vamos, não seja mal pensada, a gente se dá bem, só isso.
- Menti, e por milagre minha voz não saiu fina ou falhou, mas meus pés tremiam como se estivessem em água gelada.
- Talvez seja eu, sim, deve ser eu que não tô bem da cabeça ultimamente. - Ela cedeu finalmente, deixando a xícara na pia, e eu imitei (tinha tomado o café com leite de um gole só).
- Desculpa, mãe, não quis te perturbar nem nada, não vou mais dormir com a Tammy se isso te tranquilizar. - Falei, tomando a iniciativa de lavar tudo. Em algo eu era bom, e não tanto minha irmã: em ser o anjinho da casa.
- Meu amor, tá tudo bem, não é grave, sou eu que não tô acostumada com isso. - Ela disse me abraçando e apertando o corpo contra o meu. Eu, por razões óbvias, diferente de outras vezes, não resisti, me encostei nela, senti o calor do corpo dela, a maciez dos peitos dela, até o perfume. - Antes vocês se odiavam, me fizeram envelhecer uns dez anos. Lembro quando ela colocou um brinquedo na sua mochila no Coto pra você ser "preso". Quis morrer. Seu pai deixou a bunda dela roxa de palmada.
- Bom, essa era a ideia de hoje, a gente tá te fazendo rejuvenescer depois de tantos anos que roubamos de você. - Falei, devolvendo um meio abraço onde minha mão promíscua desceu grudada nela e parou na cintura dela. - E tá funcionando, você tá dez anos mais nova.
- Que estranho você estar tão carinhoso com sua mãe. - Ela mencionou quase sussurrando, percebendo que eu não recuava do contato e que minha mão estava nela. Parecia que eu tava atuando numa produção do Menino Cock: eu, o magrelo marcado, uma milf de roupão, colados num abraço, os peitos suculentos dela contra meu corpo e o diálogo doce. A gente tinha todos os ingredientes, embora fosse improvável que a produção rolasse.
- Gosto da mudança, você sempre foi um arredio. - Ela admitiu, tocando meu nariz e indo se trocar.

Como tantas outras vezes, uma ideia na minha cabeça. tinha surgido ao me ver como uma espécie de
JENPda Salada (mercado argentino de roupa pirata, de segunda mão, baratinha) talvez desse pra fazer uma aproximação que ia surpreender minha irmã pela minha ousadia e só precisava de um pedido comum. Se eu tivesse num anime igual os que minha irmã assistia, o fundo atrás de mim teria escurecido e minha franja ia fazer uma sombra preta no meu rosto.



TENP: Tomás, o menino de pau


Foi naquela mesma tarde, na hora da sesta, que consegui botar minha ideia em prática, dessa vez, contra todas as probabilidades, envolvendo minha mãe. Mãe que nunca nomeei em toda a história. Não achei que teria um momento estelar nem nada do tipo, além de que proteger minha identidade e a da minha família sempre foi prioridade, pensei que já era perigo suficiente revelar meu nome e o da minha irmã, no entanto, vou chamá-la pelo segundo nome dela, pouco usado, aliás: Sandra.

Minha irmã estava no quarto dela, provavelmente desenhando (nem tudo que ela fazia na vida era pornô), meu velho no trabalho, pelo menos umas 3 horas a mais, então a sala era habitada só por Sandra e eu, que na hora da sesta costumava estudar. Naquele dia, decidi pegar minha câmera e me familiarizar com ela. Como eu disse, mesmo não tendo começado a faculdade de filmagem por causa do coronavírus, eu lia os manuais e toda a teoria que tinha em mãos. Tinha proposto começar na Universidade do Cinema em San Telmo conhecendo minha câmera na perfeição, e por que não, outros modelos. Como se diz na Argentina,
passava a mão nelatranquilo enquanto minha mãe, na minha frente, acendia uns incensos.
– Estudando? – Ela perguntou enquanto se abaixava pra acender, e como não olhou pra mim, pude ver como os peitos dela balançavam generosos numa regata justa. – Vou colocar um DVD baixinho, se não te incomodar.
– Imagina, estudo do mesmo jeito. – Falei enquanto minha mãe se acomodava no colchonete naquela pose clássica de meditação que ela costumava fazer antes de começar a sessão de yoga e dar o play. Tava com os ratos a mil, agora sentia o que a Tamara devia sentir quando a gente ainda não tinha começado com isso. Tantas punhetas dedicadas pra
milf, tantos vídeos demadrastras e filhoe coisas assim tinham me levado a esse ponto de planejar filmar minha própria mãe.

“Hoje o mais pervertido sou eu, irmãzinha, vai ser difícil me superar” pensei, embora no que mais pensava era em excitá-la ao máximo pra deixá-la com a libido a mil 24 horas por dia, igual eu tava.

Os primeiros minutos foram um tédio, pior que o campeonato francês, então me concentrei em aprender e dominar algumas funções da minha câmera enquanto minha velha simplesmente ficava sentada na posição de lótus: pernas cruzadas, pés sobre as coxas e mãos apoiadas com as costas nos joelhos. Aproveitei o silêncio pra criar coragem, e assim que minha mãe terminou a meditação, fiz minha proposta bem ousada.

- Mãe, posso te encher o saco com uma coisa? – comecei, esperando o melhor.

- O que foi, Tomy? – ela perguntou meio irritada, bufando enquanto mudava de posição.
o pauque era bem simples, de pé em uma perna só, um pé colado na coxa e os braços esticados pra cima. Eu sabia qual era porque, por sorte, no dvd os nomes eram bem claros.

Pra não ficar enchendo com descrições complicadas que não ajudam em nada, vou deixar uma imagem com as poses e assim vocês vão saber de quais tô falando quando mencionar elas — nem todas têm nomes intuitivos.
cunilingua
Não podem reclamar, até posições de yoga eu compartilho— Tô estudando minha câmera e queria praticar perspectiva e planos, tipo plongée e contra-plongée, fazendo uns vídeos curtos.
— Em espanhol? — Ela perguntou de olhos fechados, sempre respirando fundo.
— Nada, uns vídeos rápidos pra treinar a técnica. — Falei me fazendo de desentendido, fingindo que olhava o manual do usuário.
— Sem problema, contanto que não me faça viral nem nada disso. — Brincou, o que sempre é bom sinal. — Agora não fala comigo, que tenho que ficar bem relaxada. — E suspirou como se tivesse prendido a respiração.
— É só pra conhecer a câmera, não vou postar em lugar nenhum.

Na sequência, começou a parte boa, o que fazia parte do meu plano perverso, impensável anos, meses, e até diria dias atrás. Sei que é fácil culpar a quarentena, mas era verdade que passar mais tempo com ela do que nunca, e ainda vê-la quatro vezes por semana de legging justa e às vezes de roupão, tinha fudido minha cabeça igual uma plantação arrasada por um bando de gafanhotos.

Já tinha visto ela fazer aquilo de olhos fechados várias vezes, então sabia que não ia me olhar filmando. Assim, podia mostrar pra Tammy que dessa vez eu tava um passo à frente, conseguindo sacanear ela. Primeiro, fiquei de lado e filmei um plano contínuo ao redor dela, começando pela nuca até ficar de frente. Nada muito interessante, só quem tem fetiche em axila podia se excitar com aquilo, já que ela esticava os braços.

Aos poucos foi ficando mais interessante. Me afastei dela e fiz um plano inteiro, de perfil, de frente pra ver o rostinho dela em paz (sem suspeitar de um filho tarado abusando da boa vontade dela) e, claro, as costas, que perdiam o nome naquela bunda exuberante que lutava pra estourar a legging apertada.
Acho que meus amigos já comprariam essas fotos, do jeito que tão doidos por ela.Pensei, vendo meus poucos e curtos vídeos, esperando ela mudar de posição. A próxima foi melhor, ela adotou a pose chamadapirâmideque consistia em apoiar os pés e as palmas no chão e levantar a raba até formar a famosa pirâmide egípcia, e te digo que essa era digna de um faraóNunca tinha pensado nisso, mas como meu velho come bem...— Tá entretido? — Ela perguntou, notando que eu tava filmando ela de lado, eu no chão com a câmera virada pra cima. No meu visor, dava pra ver os músculos da barriga dela tensos e os peitos pendurados feito fruta madura.

— Tô pegando um plano contra-plongée, de baixo pra cima, daqui você parece uma ponte. — Expliquei, sem ela levantar nem uma sobrancelha de suspeita.

— A ponte é parecida — Ela me contou. — Mas ao contrário da pirâmide, bunda pra baixo, barriga pra cima, com a coluna formando um arco. Depois eu faço.

— Essa pose aí você não consegue. — Preparei munição pesada que nem um artilheiro da Segunda Guerra num navio de guerra.

— Perdão? Cê acha que eu não consigo fazer uma parada dessas? — Ela se surpreendeu.

— Não, é porque você falou barriga pra cima, mas você não tem barriga, véi, você é toda gostosa. — Disparei o canhão e, por sorte, foi um tiro certeiro.

— Ah, Tomy, você tá carinhoso, hein? Acho que nunca me elogiou assim, coração… — Eu a emocionei, coisa rara, já que no meu medidor de reações dava pra esperar desde uma bronca até um tapa. Talvez pelo lado…
meigoera o lugar certo pra meter ficha. Curioso também que ela não se importasse de eu usar a palavragostosíssima— Vou seguir com outras tomadas, te deixo em paz — falei, me levantando do chão.

— Se diverte, coração. Um dia você podia me acompanhar.

— Pode ser, mas por enquanto eu prefiro te filmar. Sempre é mais divertido filmar algo específico do que qualquer coisa.

Com a confiança dela restaurada, voltei à carga e filmei um pequeno vídeo. Nem de cima, nem de baixo, nem um plano específico. Fiquei atrás e filmei aquele cuzão monumental, firme, empinado, o topo da pirâmide apontando pro céu. E quando ela terminou a carreira, dava pra ver o inconfundível e marcante volume que era a boceta da minha mãe.
Merda, o que é que eu tô fazendo?... Tô bem fudido.Reconheci vendo como minha câmera captava a voluptuosidade dela e fui descendo como se fosse um drone desviando de um pico, sem nunca perder de vista o vale entre as pernas dela. Foquei na bunda dela de cima e fui descendo, descendo, descendo, até ver a bucetinha dela por baixo.

— Ei… coração, o que cê tá fazendo? — Ela me perguntou, meio sem graça. O rosto dela tava vermelhão, tanto por estar de cabeça pra baixo quanto pela minha ousadia. — Fico nervosa com você me vendo nessa posição. Tem certeza que não é pros seus amigos, não?

— Tô só pegando uns ângulos, depois te mostro se quiser, nada demais. — Me desculpei. — Nem preciso guardar, é só treino mesmo.

— Tá bom, depois me mostra como eu saio. — Ela pediu, claramente desconfiada das minhas intenções. Eu, no entanto, vi uma chance de declarar o que queria.

— Dá pra fazer aquela pose de ponte que você falou? — Perguntei, fingindo inocência.

Sandra levou uns minutos e, quando resolveu, com muita habilidade e num movimento só, se virou, deixando os peitos como o ponto mais alto, formando um arco quase perfeito com o quadril, se apoiando nos braços e nas pernas esticados como colunas.
Já comecei, já tô brigando na lama, agora vou com tudo. Se eu filmar de um jeito bem porcaria, igual vídeo pornô, ela vai perceber meu fetiche.Meu plano tava indo de vento em popa. Eu tinha uma visão dos peitões dela apertados contra a camiseta, se expandindo a cada respiração funda que ela dava, e eu captei tudo na maior tranquilidade, de um lugar onde minha mãe não podia me ver. Na sequência, fiz a jogada mais arriscada: fiquei na frente da cabeça dela e, dali, filmei as tetas, gravando como, por causa da posição, elas iam pros lados como se quisessem se separar uma da outra. Dali, fui descendo pela barriga dela, estufada, e, sem vergonha nenhuma, filmei o púbis exposto com as pernas levemente abertas, até que ela mudou de posição de novo e eu, como um drone chato, sobrevoei ela pra pegar a curva das tetas, a musculatura, o rosto, de vários ângulos, a maioria deles de cima e de baixo. Tudo ia perfeito até que…

- Oi, amor, cheguei. – Falou meu velho enquanto abria a porta de casa. – Saí um pouco mais cedo, vou aproveitar pra tomar um banho…
Ei.— Ela me disse, me olhando. Por sorte consegui me afastar e fingir que só estava olhando os botões da minha câmera.
— Estudando?
— Sim, pai, tô vendo funções, mas na verdade tô mais lendo o manual. — Menti.
— Pensei que você tinha largado a musculação e partido pro yoga. — Disse ele enquanto beijava a esposa na boca, sem que ela saísse da posição do guerreiro.
— Você já tá gostosa, não precisa se exigir tanto. Quer entrar no Dança como a Tammy? — Brincou. Vale dizer que minha mãe vivia enchendo o saco da Tamara, dizendo que ela parecia uma puta do Dança.
Por mim, agradeci que minha mãe não mencionou meu projeto de filmagem amadora fetichista nem pro meu pai, nem pra Tammy. Ter que explicar minha cobertura imperfeita na frente de todo mundo teria sido um fiasco. Fiquei meio insatisfeito, porque nem cheguei perto de filmar as melhores poses dela, que eu sabia que saíam porque ela fazia sempre. Uma coisa era certa: minha história com minha mãe tava só começando, e mesmo sem muita fé, quem sabe? Minhas engrenagens mais pervertidas já começavam a girar, e com certeza estavam bolando algo.



Maçãs podres

Contei o que aconteceu pra Tammy ao anoitecer, quando entrei no quarto dela em silêncio sem pedir. Encontrei ela desenhando com música baixa. Parecia mentira como ela tinha mudado. De ficar vendo anime umas 10 horas por dia, tava metida de cabeça em contar sua história perversa e eu, em temperar com minha realidade pra inspirar ela, pra avivar a chama dos nossos fetiches. - Quem sou eu? - Perguntei num tom de voz quase sussurrante, tapando os olhos dela por trás.MmmNão sei, me cheira a irmãozinho tarado. — Em seguida, abraçando ela por trás, dei um beijão na boca dela e apertei os peitos dela por cima, feito um namorado grudentão de muitos anos… — Que brincalhão você veio hoje, Tommy, espera… podem nos ouvir. — Ela me alertou se desgrudando enquanto eu enchia o pescoço dela de beijos — Acabamos de chegar aqui, pai e mãe nem foram deitar ainda.

— Tô morrendo de vontade de te contar, fiz uma parada muito louca, digna das suas histórias.

— Você quer dizer dos mangás que eu leio, ou dos doujinshis, ou dos hentais, tanto faz, continua. O que você fez?

Não continuei com palavras, mas com ações, provas, igual gostam os libertários que aparecem na televisão no meu país. Joguei os dados na mesa pra ela ver que não ando por aí sem documento.

Tammy pegou a câmera e começou a ver meus vídeos. Eram uns 11, todos curtos, alguns não chegavam a um minuto, mas o pouco não tirava a ousadia. O que tinham de pequenos, tinham de incríveis, de atrevidos, de inacreditáveis.

— Espera, espera, espera, isso eu tenho que ver direito… não acredito.

Tamara mandou eu fechar a porta enquanto conectava a câmera pelo USB no PC dela, e aí ela viu de novo os vídeos que eu fiz da mãe fazendo yoga, uma e outra vez, em full HD, mostrando que nossa guerra fria (ou melhor, quente) de perversão não tinha acabado.

— Inacreditável, a gente conversou, você admitiu um certo Édipo com a mãe e do nada meteu o pé no acelerador. — Ela me olhou maravilhada, mas com a mão na boca. — Isso é material de ouro, dá pra fazer uma história com isso, ou um filme. Aliás, nem nos pornôs eles se safam tão impunes assim. Você filmou ela toda sem vergonha e não levantou nenhuma suspeita, enquanto na mesa a gente comia numa boa.

— Bom, isso é o melhor: ela percebeu. Me pegou várias vezes filmando ela de forma indevida, nem se incomodou. Me deixou continuar até o pai chegar. Se não fosse por ele, eu teria continuado filmando o corpo dela como se…
Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Filma explosões.
- Isso não é justo, ela me enche o saco por andar de calcinha e você, que filma a boceta dela a 5 centímetros, não leva nem um puxão de orelha. Obviamente tem favoritismo. – Observou repetindo o vídeo em que filmava a ponta arredondada da pirâmide, que, pelo tipo de enquadramento, mais parecia uma filmagem do vale do Nilo.

Ficamos batendo papo sobre minha façanha e as possíveis consequências por quase uma hora enquanto ela terminava um desenho. Se incesto fosse esporte olímpico, não teríamos concorrência; um de nós levaria o ouro e a prata, e o resto que se vire pra disputar o bronze. Tammy achava que continuar com os vídeos, mostrar pra ela, dar a entender que eu tinha uma fantasia edípica fruto do isolamento e da quarentena (botar a culpa de tudo na quarentena, a velha e boa desculpa) podia ser uma jogada de mestre digna de
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.oLight Yagami— É um plano do caralho ou não? — Tammy falou, orgulhosa de si mesma.

— Você tem que ir devagar, se fazendo de filhinho exemplar favorito da mamãe, e quando ela menos esperar, você dá em cima e tenta algo, sei lá, uma punheta pelo menos. Ela vai te denunciar? No máximo um esporro ou umas sessões de terapia.

— É, acho que você tá certa. Tava pensando em mostrar os vídeos pra ela e ver o que ela dizia, sondar o terreno, ver se ela ficava puta e me arrebentava os dentes com um tapa, se sentia pena da minha tesão ou se ficava indiferente. — Admiti, sentando na cama enquanto Tammy desligava o PC e se despia. — Também não descartava deixar o pau subir, ela perceber, e reclamar que era culpa dela por ser uma milfão gostosa.

— Essa também pode: ela entender o joguinho e se fazer de sonsa, igual o que o papai faz comigo. — Ela contou com toda a naturalidade do mundo, enquanto tirava a calça e vestia meias longas listradas.

— Como assim?

— Qualé, Tommy, ele não é tão burro assim. Todo dia arruma uma desculpa pra eu ajudar ele com alguma coisa no PC, de propósito entra em sites que travam o
bukkakede propaganda pra ele te dar uma corda, é só pra eu sentar no colo dele. Já te falei como ele fica duro, me acaricia a perna, cheira meu cabelo...

- É verdade, não dá pra interpretar de outro jeito. Você podia ver um filme com ele um dia e ver no que dá, ou pedir pra ele te alcançar uma toalha no banho, ou…

- Não, isso é muito na cara, não tem como eu ver algo com ele a sós sem a mamãe perceber, e muito menos chamar ele pra entrar no banheiro enquanto eu tô pelada e não a mamãe, para de pensar com a pica. – Ela me repreendeu bagunçando meu cabelo. – Amanhã fica esperto. A mamãe trabalha e o papai fica, vou ver se consigo uma jogada de mestre, a única coisa que preciso é que você faça o seguinte…

E pra melhorar a trama, guardo o pedido que ela me fez, só vou dizer que se desse certo, podia nos render um momento bem divertido.

- Ele vai ficar vermelho que nem um tomate, vai parecer
Gai Senseiabrindo a sétima porta do sei lá o quê. — Falei pra ela, jogando uma referência deNaruto(meio que)
- A porta do incesto é você quem abre.

Tammy se deitou e abriu o lençol para que ele entrasse com ela…
- Falando em portas, já é hora de você abrir a que eu tenho entre as pernas. - Pediu ela, safada, bancando a esposa tarada. Eu tinha outros planos, terminar o dia como começamos: fazendo sacanagem.

Era curioso como, naquele ponto, o mundo exterior com seus relacionamentos convencionais me parecia estranho, misterioso. Nunca tinha tido uma namorada, nem uma amiga com benefícios, nem nada convencional. Em vez disso, era abençoado com uma irmã otaku, pervertida, instagramer, e tudo que eu conhecia era me movimentar com ela nas sombras pra praticar incesto e conspirar como terroristas contra a paz da nossa casa. Podia ser que lá fora o coronavírus tava causando estragos, mas isso era só uma gripezinha perto de como a gente pervertia nosso lar com planos e artimanhas sujas.

Fui andando de quatro até minha irmã, meus braços a envolveram junto com minhas pernas, e me deixei cair devagar, com nossas bocas se encontrando. Nós nos lambuzamos por fora, por dentro, fizemos brigas de língua e tentamos jogar uma espécie de queda de braço de beijos, onde a gente tentava envolver a língua do outro com os lábios e chupá-la. Eu costumava perder, adorava a sensação dos lábios da minha irmã prendendo minha língua, puxando ela enquanto sugava…

Mas não me contentei só com a boca dela, que fazia tempo que não provava com tanta liberdade. Fui descendo pra levantar a camiseta dela e deixar os peitos nus, que também, além de um aperto, não levava à minha boca há um tempão.
MmmmTommy, como você gosta de chupar aí. — Ela disse, acariciando meu cabelo enquanto eu sugava os bicos dela, deixando-os inchadinhos e durinhos. Eu costumava apertá-los com a boca e esticá-los até escaparem dos meus lábios.

— Já falei antes e falo de novo, não é possível que não exista um comprimido ou algo que te faça produzir leite. — Falei num surto de fetiche lactante. — Eu esvaziaria seus peitos a cada hora.

— Já conversamos sobre isso, irmãozinho, só tem um jeito: você vai ter que me engravidar. — Ela disse como se fosse nada. — Eu, por outro lado, posso tirar todo o leite que eu quiser de você. Vem, quero ordenhar sua teta como nos velhos tempos.

Já tínhamos feito isso pelo menos uma vez, uma posição clássica nos hentais de mãe e filho: o cara preso nos seios como se estivesse se alimentando, e a mãe ou a milf masturbando ele, quase num gesto fraternal doentio. Pra gente, que ia contra a corrente da sociedade, quanto mais perverso e morbidão era algo, mais nos excitava. Então não demorei pra me deitar de lado junto com ela, bem colado, levemente curvado pra Tammy alcançar minha genitália.

Assim como eu tratava os peitos dela com amor, ela fez o mesmo com meu pau, que acariciou e apalpou da base até as bolas até ele ficar duro. Masturbou com calma e paciência, exatamente do jeito que eu gostava de bater uma: com movimentos curtos entre a base da cabeça e o fim do tronco.
Ahh, ahhh, mmm— Que lindo isso, adoraria tanto sentir que te encho com meu gozo. — Ela sussurrou, muito excitada.

— Eu esvaziaria você sempre até nosso bebê nascer, não aguento mais de tesão.

— Toma, pelo menos se diverte com isso… — Tamara cuspiu com pontaria no próprio mamilo, deixando cair um fio de saliva, e eu lambi bem ali e chupei a saliva como tinha visto em alguns vídeos que me renderam umas boas punhetas, lembro de um de
Ava AddamseDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.em que isso acontecia (eu dei o bode pra elas).
- Mais, cospe o máximo que puder. Isso me excita pra caralho…
- Percebi, eu também. - Minha irmã me obedeceu e de vez em quando deixava cair um jato de saliva grossa, às vezes na teta dela, outras vezes direto na minha boca. Quando estávamos excitados, todas as barreiras que nos prendiam ao mundo moral se quebravam e, como se costuma dizer, "a gente ia pro caralho".

Sem avisar, fazendo alguns movimentos de quadril e me agarrando no mamilo dela com mais força, gozei sem me importar nem um pouco pra onde foram parar minhas descargas de porra, e ela também não, já que eu me punhetava à vontade, terminando com a mão cheia de leite. Um grumo grosso de sêmen escorreu pelos dedos dela e, na minha frente, ela sugou com força, mandando pra dentro como se fosse um espaguete.

- Eu consigo tomar porra, injusto, né?
- Agora é minha vez. - Falei, deslizando minha mão por dentro da calcinha dela. - Já que voltamos pra uma fase manual, quero que você me encha a mão.
MmmmQue delícia, só deixa eu tirar a calcinha, não quero deixar ela toda molhada.

Foi assim que a gente encerrou o dia. Com a excitação à flor da pele, abracei ela de conchinha enquanto ela mantinha uma perna levantada, me deixando abordar a buceta passando a mão nela, chegando no clitóris, que eu esfreguei com a palma fazendo movimentos circulares. A posição, de todo jeito, foi mudando. A Tammy foi se acomodando em cima de mim, à mercê das minhas mãos, que beliscavam com carinho os biquinhos dela, enquanto a outra tentava se enfiar na vulva dela, primeiro com dois dedos, depois três, e por último todos, embora obviamente não tenha conseguido fazer um punho.
fistingMas se dois dos meus dedos enfiaram fundo nela e esticaram as paredes da buceta dela.

- Não aguento mais, tá foda não gemer igual uma puta. - Ela sussurrou pra mim enquanto eu batia uma punheta nela com dois dedos e com os outros massageava o clitóris dela. Já bastava o barulho que o colchão fazia com ela se esfregando em mim feito uma minhoca no asfalto no verão. - Como eu queria estar sozinha e fazer isso à vontade, por favor, me sinto amarrada…

- Me beija, mantém essa boquinha suja ocupada. Vamos aguentar um tempo até liberarem os motéis.

E foi assim que minhas mãos começaram a sentir a temperatura subir até que, numa contração violenta, ela se arqueou me esmagando com o peso dela, sentindo a raba dela como um compressor contra mim enquanto o líquido quente vindo dos recantos dela molhou meus dedos deixando eles uma delícia.

- Eu também posso tirar seu leite, vou espremer essa tangerina preta até você dormir… - Falei e desci pelos lençóis ajeitando as pernas dela pra deixar abertas.
AhDeus… não vou aguentar.

Minha boca e nariz se esfregaram contra a vulva dela, toda molhada, e eu chupei a buceta dela com tanta vontade que nem os lençóis abafaram o som, parecia lambida de cachorro bebendo água num dia de calor do norte. Fiquei encharcado com o sabor e o cheiro vaginal dela, tão gostoso pra mim, enquanto preferi mudar de posição e partir pra um 69. Quase na hora, assim que minha rola ficou ao alcance dela, ela pegou e levou à boca com a naturalidade de quem vê uma fruta no pé e come. Com uma certa brutalidade, ao sentir minha glande na boca dela, eu desci o quadril pra que meu pau inteiro deslizasse meio duro dentro da boquinha dela, indo até o fundo da garganta, a ponto de minhas bolas se espremerem contra o nariz dela.

Tammy não se acovardou e chupou aquilo como se fosse uma mamadeira, enquanto a mão dela apertava minhas nádegas e acariciava minhas bolas. Eu, por outro lado, tentava a sério abocanhar toda a vagina dela com a boca pra inflar de chupões, depois abri os lábios vaginais debaixo do lençol e lambi cada pedaço rosado da buceta dela, especialmente o clitóris, que eu batia com lambidas enquanto a masturbava com um dedo pulsando pra cima, como se quisesse tocar o clitóris por dentro.

Sem dúvida, uma das noites mais intensas que tive com ela. Eu pensei que ia ser uma punheta e dormir, mas lá estávamos nós, num 69, meta de chupar tudo, fazendo o impossível pra não fazer o colchão ranger nem deixar escapar gemidos, ou, no meu caso, bufos de touro enraivecido, coisa difícil quando uma nova onda de porra brota do meu membro satisfeito e cai direto na cara da minha irmã, que recebeu os jatos de gozo sem frescura na cara toda.

Não diria que estávamos com muita excitação pela minha odisseia da tarde com a câmera, sinceramente, não tinha chegado ao ponto de pensar na minha velha na hora. Tammy bastava e sobrava, era impossível ignorar ela, acho que Devia mais ao fato de que ainda nos estranhávamos, como se precisássemos de uma semana como aquela noite para recuperar o ritmo perdido. Afinal, tínhamos realizado façanhas dignas de livro.
Recorde Mundial do GuinnessE agora, a gente só podia se mover nas sombras e no silêncio feito dois ninjas.

- Me sinto um ninja fazendo essas coisas escondido. – Falei apagando a luz pra ter mais uma noite de sonhos gostosos.

- É, do clã
Hyuga, somos. — Ela reconheceu enquanto a gente se cobria.

Mesmo tendo decepcionado o Capitão Améyummy por não sacar a referência, me aninhei nela e dormi, pensando em como, mesmo confinados numa casa, minha aventura com os vídeos tinha expandido nossos horizontes.




Continua...


tabu
otaku

irmao e irma



Capítulos Anteriores:

Irmã Otaku Capítulo 1 (Temporada 2):http://www.poringa.net/posts/relatos/3727751/Hermana-Otaku-2da-Temporada.html?notification#comment-185844


Valeu por ler! Vocês já vão sacar como a história continua 😉 O que vai rolar com a Sandra e o Tomás? O que a Tammy tá bolando com o pai dela? Essas perguntas vão ter que esperar mais um capítulo.

Se curtiram essa nova história, me mostrem apoio deixando pontos, comentários, o que quiserem.

7 comentários - Irmã Otaku 2ª Temp: Capítulo 2

Ni el coronavirus se expande tan rápido como la perversión de esos hermanitos en la casa.
Encerrados son peores que libres jeje
la chica es real amigo? esta hermosa
La historia es inventada, todo es inventado por mi y la chica, bee_farmer es una instagramer que uso de ejemplo o decoracion para la historia. Suelo acompañar las historias con imagenes o inspirarme en alguna chica
Excelente el camino que lleva la historia bro; como dato para tu historia si existen las pastillas o farmacos para inducir la lactancia Los más usados son la domperidona, la metoclopramida y el sulpiride , espero los incluyas para finalmente cuplir ese fetiche tan deseado de tener a Tamara lactando, aunque tambien la idea de que resulte preñada es deliciosa ,como sea excelente relato
Gracias por el dato capo, tendria que haber investiagado jaja si lo ultimo es lo mas probable que pase, quiero escribi ese fetiche en algun momento. gracias por comentar!
Y ahora pensan involucrar a lamadre... esto mejora cada vez más. 👍
Para la proxima agrego fotos de la milf, todavia no me decido, y quiero elegir una que tenga fotos del estilo de bee-farmer. Gracias por comentar
Es que no podes ser mas grande amigo, eres demasiado bueno y todavia queda mas, no puedo esperar sigue asi maquina
😅 Me alegro que guste, por ahora va encaminada
Esta buenísima esta historia. Me gustaron mucho las referencias al Cap en este capítulo. Sigue así bro! Muy buen trabajo.
Aguante tirar referencias
Fazendeiro de gado