Olá, pessoal! Agradecido como sempre por todos os pontos e comentários.
Dessa vez demorou um pouco mais, mas aqui está a próxima parte dessa história.
Espero que vocês curtam.
Pra quem acabou de chegar e se interessou pelo relato, a recomendação é entrar no perfil e procurar os capítulos anteriores.
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Capítulo 11
Me deixei cair de costas e cobri o rosto com as mãos, sem acreditar no nível de sorte que eu tinha. Tinha três mulheres absurdamente gostosas dispostas a transar comigo, duas delas sendo as melhores amigas da minha irmã, e a terceira era a minha própria irmã!
— Não vai dormir não, Pedrinho, que isso aqui tá só começando. — A voz da Betty me avisou, antes de levar meu pau na boca.
Senti alguém se aproximar de mim, e a voz da minha irmã sussurrou perto do meu ouvido.
— Em qualquer outra situação da vida, eu teria cortado suas bolas fora se te pegasse deixando minhas amigas chuparem seu pau. — Jessi e Betty se alternavam pra engolir minha cabeça enquanto minha irmã continuava o monólogo. — Mas essa não é uma situação comum e corrente. Você não faz ideia de quantas vezes a gente comentou entre nós tudo o que faria com o cara que nos atendia na loja. Você teria se acabado na punheta todo dia só de nos ouvir. — Em seguida, ela começou a lamber meu pescoço, subindo até chegar de novo no meu ouvido, parando um segundo pra morder minha orelha antes de continuar. — E quando você comeu a gente… cara, devia ser ilegal você ter nos dado tantos orgasmos. Aí não teve jeito de parar nossa caça. A gente ia te achar e você ia nos foder até não aguentar mais. Se eu for sincera com você, depois que vimos seu pau quando te encontramos no banheiro comendo a gostosa da namorada do Charly, uma parte de mim torcia pra que fosse você o dono da buceta que a gente chupava entre as três.
Enquanto eu ouvia tudo aquilo, as amigas dela continuavam fazendo as delas com minha pica, mas parecia que tavam se dando tempo pra curtir, sem querer me fazer gozar por enquanto. Minha irmã seguia com a história, a voz sedutora dela ecoando nos meus ouvidos, me deixando cada vez mais excitado.
—Quando você me contou que no final era você mesmo, quis me matar, mas isso durou só um tempinho. Você não faz ideia do tesão que me deu saber que era meu irmão que tinha aquela pica que me deixava louca, e que tinha me feito chorar de prazer quando me comeu. E que boa comida você me deu no seu quarto! Depois disso, no começo, não pensei em dividir você com ninguém, mas tive que contar pras minhas melhores amigas. Elas mereciam saber que a melhor pica do mundo tava ao nosso alcance. Olha como elas tão molhadas, Pedrinho. Abre os olhos e olha pra elas.
Me inclinei de novo pra frente pra olhar pra onde elas estavam, que se soltaram da minha pica pra me dar uma nova visão que parecia saída de algum sonho adolescente: elas tavam se beijando. E não uns beijinhos de brincadeira, tímidos, como se não tivessem coragem de fazer, mas beijos de língua pra valer. Pareciam mais amantes do que amigas, decididas a fazer as línguas lutarem até o fim.
—Você fica muito excitado vendo elas assim? —Perguntou Clara, de novo sussurrando no meu ouvido como o diabinho no meu ombro, só que não tinha nenhum anjinho do outro lado pra equilibrar. —A gente pensou que você ia gostar desse show, por isso é a primeira vez que a gente faz algo assim, só pra você. —Ela levantou a voz pras amigas ouvirem. —Meninas, parece que ele gostou do que viu.
—Sério? —Perguntou Jessi, se soltando da amiga. —Pra ser sincera, esses beijos com gosto da pica do seu irmão também tão me deixando com tesão.
—Deixa eu ver…
Jessi se aproximou e minha irmã meteu a língua como se quisesse saborear até o último resto que ficasse do meu gosto na boca dela, tudo isso a centímetros dos meus olhos. Meu cérebro parecia que ia desligar a qualquer momento, como se fosse excitação demais pra minha cabeça aguentar.
De repente, eu tinha percebido que a Clara já estava de calcinha e sutiã. Era óbvio que ela tinha se despido enquanto falava no meu ouvido, mas meu cérebro só tinha prestado atenção na voz dela e no espetáculo que tava na minha frente.
Ela tava usando um conjunto verde, de uma cor muito parecida com a dos olhos dela, que caía perfeitamente nela. Ainda não tinha conseguido ver como era por trás, mas sem dúvida seria uma visão e tanto aquela bunda envolvida em renda.
— Cê tem razão, tem gosto da piroca do Pedrito ainda. — Confirmou Clara, depois de se separar da amiga. — Ainda bem que cê não tem esse gosto sempre, ou eu chuparia sua boca o dia inteiro. — Comentou, provocando risadas nas três.
— Acho que vamos deixar teu irmão feito um otário, Clarita.
— Então vai ficar igual sempre. — Disse minha irmã com malícia, respondendo pra Betty.
— Filha de uma puta que você é. — Foi tudo que eu disse antes de pegar o rosto dela entre minhas mãos e puxá-la pra mim pra beijar com desespero.
Ela se deixou pegar e se colocou em cima de mim até que terminamos deitados na cama, passando a mão um no outro em cada lugar que a gente conseguia alcançar, rolando pelo colchão de um lado pro outro.
Betty e Jessi se colocaram uma de cada lado da gente e se meteram entre nossas bocas pra entrar no festival de línguas. Foram comendo minha boca de vez em quando, me dando todos os beijos que tinham acumulado desde a primeira vez que atendi elas. Me excitaram tanto desse jeito que qualquer roçada na minha piroca possivelmente me faria gozar na hora.
— Isso foi muito intenso. — Comentou Betty, depois que as três terminaram de me mandar pro espaço sideral com as bocas delas.
— Verdade, foi sim. — Disse Jessi, depois de se lamber por um segundo.
As três ficaram me encarando por alguns segundos. Não fazia ideia de que cara eu estava fazendo naquele momento, mas era óbvio que me deixaram mais otário do que o normal, porque começaram a rir.
— Agora sim, meninas… vamos começar? — Perguntou Clara para as amigas, que concordaram com a cabeça enquanto mantinham seus sorrisos diabólicos. — Você fica quietinho, Pedro. Nada de se mexer.
Mesmo que eu realmente tivesse vontade de me mexer, meu cérebro era incapaz de coordenar um único movimento dos meus membros. Tudo o que tinha acontecido desde que deixei Jessi entrar no prédio ainda rodava na minha cabeça, me deixando sem capacidade de reação além da excitação que elas me causavam.
Agora sim, era quase como nos velhos tempos, com as três amigas se desafiando pra ver quem ganhava aquela competição amigável entre elas. Mas com a diferença de que agora eu podia ver os bastidores, sem uma puta de uma tela escondendo o espetáculo.
Tive uma leve surpresa ao ver minha irmã com o celular na mão, mas imediatamente aquilo teve explicação.
— Cinco minutos, Jessi. — Anunciou minha irmã. Claramente tinha aberto um aplicativo de cronômetro no aparelho. — Agora.
Obedecendo ao sinal de largada, Jessi foi a primeira a engolir meu pau, e pelo jeito que estava chupando, parecia determinada a fazer com que suas amigas só pudessem competir pelo segundo lugar. Se ajudando com as mãos pra ganhar impulso, chegou com facilidade até a metade do meu membro ao mesmo tempo que minha irmã indicava que o primeiro minuto já tinha passado.
Assim, começou a avançar cada vez mais, tirando meu pau de vez em quando pra respirar e depois voltando ao ataque. Desse jeito, conseguiu enfiar três quartos do pau antes de soltar a boca de novo e inspirar como se fosse um mergulhador prestes a se jogar em águas profundas.
— Três minutos, Jessi. Faltam dois.
A garota pareceu se estimular com o aviso e dedicou os nos próximos sessenta segundos para fazer meu pau desaparecer, fazendo igual minha irmã fez umas semanas antes, tocando meu corpo com o nariz.
Sem conseguir resistir à tentação, coloquei minhas mãos na cabeça dela e movi minha cintura por alguns segundos, literalmente comendo a boca dela. Jessi não deu sinais de desconforto, então continuei assim até minha irmã anunciar o fim do turno dela alguns segundos depois.
—Tempo!
—Você engoliu tudo de novo? —Perguntou Betty, incrédula com o que acabara de ver. —Como caralho você enfia tudo isso na garganta?
Essas perguntas despertaram minha curiosidade. Todo esse tempo eu tinha achado que tinha sido minha irmã que conseguiu enfiar meu pau inteiro na boca, mas parecia que na verdade eu estava enganado.
—De novo? Foi você que engoliu ele inteiro da última vez?
—A única que conseguiu domar sua anaconda até agora. —Confirmou Jessi, orgulhosa do seu status, mas ainda enxugando algumas lágrimas depois do esforço que tinha feito segundos antes.
—Pensei que tinha sido você. —Falei, olhando estranho pra minha irmãzinha.
—Aquela vez no seu quarto foi a única que consegui, mesmo você tendo que me dar uma ajuda. —Respondeu minha irmã, meio desanimada. No entanto, nos olhos dela apareceu um novo fogo diante do desafio que tinha pela frente. —Mas agora vou conseguir sem ajuda!
Dito isso, ela deu o celular pra Betty pra ela controlar o tempo, depois se ajoelhou na frente do meu pau e esperou ansiosa pelo sinal que marcaria o início do turno dela.
—Vai, mana, confio em você!
Minha irmã não respondeu, só sorriu pro meu pequeno gesto de incentivo.
—Pronta, Clarita? —Perguntou a amiga, celular na mão.
Clara levantou o polegar sem olhar pra ela, com a vista fixa no alvo que estava prestes a enfiar na boca. Parecia concentrada como se fosse a competição mais importante da vida dela. Betty simplesmente apertou a tela do celular com o polegar, dando a entender que o tempo já tinha começado. vez.
Minha irmãzinha começou tão furiosa quanto a amiga, alcançando rapidamente a metade da minha pica em pouco mais de um minuto. Mas, diferente da Jessi, ela tava tendo muito mais dificuldade pra passar daquele ponto.
— Último minuto. — Anunciou a Betty, enquanto minha irmã recuperava o fôlego depois de ter conseguido engolir três quartos do meu pau.
— Vai que você consegue, Clarita! — Incentivou a Jessi, ansiosa pra ver minha irmã igualar a façanha dela.
A Clara fechou os olhos por um segundo, relaxou total, respirou fundo e, depois de normalizar a respiração, se preparou pra fazer a última tentativa. Era uma corrida contra o tempo, com minha rola desaparecendo cada vez mais fundo na garganta da minha irmã.
— Dez… Nove… Oito…
E quando parecia que no final ela não ia conseguir cumprir o desafio que tinha se proposto, senti o roçar do nariz dela no meu corpo, no mesmo instante em que a Betty marcava o fim da vez dela.
As duas amigas soltaram gritinhos de alegria pela façanha que ela tinha acabado de fazer. Até deram uns tapinhas leves no ombro dela assim que eu tirei minha pica da boca dela.
A Clara tava lutando pra controlar a respiração ofegante, com lágrimas escorrendo pelas bochechas, mostrando o esforço danado que tinha feito pra alcançar o status da Jessi como engolidora de pica.
— Parabéns, irmãzinha! — Exclamei, abraçando ela por um instante.
— Agora é minha vez. — Disse a Betty, se ajoelhando na frente da minha pica, quase como se fosse rezar pra ela. — Nem fodendo que vou ser a única que não enfia ela toda na garganta.
O olhar dela era tão decidido quanto o da minha irmã, tava doida pra mostrar que não ia ficar atrás da Jessi e da Clara.
— Pronta, Betty? — Perguntou a Clara, segurando o celular de novo na mão.
— Sim.
— Agora!
A última das competidoras começou mais devagar que a Jessi e a Clara, e parecia que tava tendo dificuldade até pra chegar na metade da minha pica. As amigas dela não paravam de incentivá-la de perto, como se fossem colocar as mãos na cabeça dela pra ajudar a engolir minha pica.
O tempo tava passando e a Betty não parecia relaxada o bastante pra igualar a marca. Na real, duas vezes ela teve que parar por causa dos engasgos.
Os olhos dela tavam cheios de desespero quando minha irmã anunciou que já tinham passado três minutos.
— Não consigo, vaca... Não consigo. — Reclamou entre ofegos.
— Vai, Betty, ainda faltam dois minutos. Você consegue! — Falou a Jessi, tentando motivar.
— Não. Não consigo. — Decretou a amiga. Me chamou a atenção que ela tava sorrindo. — Mas tem uma coisa que eu consigo fazer.
Numa virada que ninguém esperava, a Betty tirou um ás da manga. Ou melhor, tirou os peitos do sutiã, que foi parar no chão, deixou cair um fio de saliva entre os seios e envolveu meu pau.
Apesar de todos os turnos que eu tinha tido trabalhando pra Erica, era a primeira vez que faziam isso comigo. O painel que me separava das clientas sempre foi um obstáculo chato pra fazer algo assim com conforto. Mas mesmo assim, nunca imaginei que pudesse ser tão bom.
O mais ridículo de tudo era saber que a primeira vez que eu tocava nos peitos da Betty era com meu pau. Se eu não tivesse tão excitado, provavelmente teria dado risada depois de pensar nisso. Mas meu pau se sentia muito bem tão rodeado de carne, no melhor abraço do mundo.
— Tempo! — Exclamou minha irmã, meio irritada. — Filha da puta! Você trapaceou!
— Você teve prática mão a mão com esse pau. — Defendeu-se a Betty, segurando meu pau na mão. — Então não tem direito de reclamar.
Antes que minha irmã pudesse responder, eu a envolvi pela cintura e sentei ela em cima das minhas coxas.
— Nada de briga entre vocês, garotas. — Falei pra acalmar. — A única briga que vocês têm pela frente é contra isso. — Completei, pegando a mão dela e colocando sobre meu pau. Entreperna pra que ela sentisse minha ereção.
—Olha só o calmante que o Pedro arrumou pra Clarita! —Exclamou a Jessi entre risadas. —Agora já sabemos como acalmar ela na próxima vez que quiser discutir!
—Vou tomar bem seguido então.
—Nós também estamos bem alteradas agora. —Comentou a Betty, entrando na brincadeira. —Dá pra dividir entre todas?
—Claro, meninas, tem calmante pras três.
Levantei e olhei pra elas, mas na real não sabia como continuar. Era mais que óbvio o que ia rolar em seguida, mas com quem eu ia começar? Ia ter outra briguinha pra saber quem tinha direito de receber minha pica primeiro? Por sorte pra mim, parecia que a competição já tinha resolvido esse dilema.
Betty e Clara se levantaram e levaram a Jessi pela mão até a cama, deitando ela de barriga pra cima, e ficaram de joelhos, uma de cada lado da vencedora. Era tipo uma guarda especial pronta pra receber com honras minha porra.
Jessi se despiu de uma vez e ficou me encarando, as pernas abertas me convidando a entrar nela.
—Vai, irmãozinho. —Apressou a Clara. —Olha como ela tá toda entregue. Não faz a gente esperar mais, que você tem que atender as três.
Num momento que ia ficar pra história, não só obedeci minha irmã na hora, como ainda fiz de bom grado.
Jessi esperava em silêncio, os olhos grudados na minha pica, que já se aproximava devagar do esconderijo dos prazeres dela. Nem precisava lubrificar, os sucos que brilhavam entre os lábios dela mostravam que tava mais que pronta pra me deixar entrar sem problemas.
Coloquei minha cabeça bem na entrada dela e esfreguei umas vezes pra estimular ainda mais.
—Pelo amor de Deus, Pedrinho, enfia de uma vez.
Obedecendo o pedido desesperado, enfiei minha cabeça, arrancando um suspiro longo da boca dela. O calor que tinha lá dentro era quase tão forte quanto o da minha irmã. Não custou nada Entrar tanto quanto no caso da Clara, mas considerando que a Jessi era visivelmente maior que minha irmã, não era surpresa.
Fui com calma, progredindo centímetro por centímetro pra dar tempo dela se acostumar, mas parecia que a Jessi tinha outros planos, porque ela se sentou, me agarrou pelo pescoço, me beijou de boca aberta, colocou uma das mãos na minha cintura e se afastou dos meus lábios pra pedir num sussurro quase inaudível:
— Mete de uma vez, sua puta.
Encorajado pelo pedido, coloquei uma mão no peito dela pra ela deitar de novo, segurei sua cintura pra tomar impulso e simplesmente me abri caminho com força até preencher ela por completo. Definitivamente era o mesmo calor que senti na minha irmãzinha, a Jessi tinha uma caldeira fervendo lá dentro, mas mais do que me frear, isso me excitou ainda mais.
— Deeeeeeeeeeussssssssssss... Tô cheia de pirocaaaaaaaaa! — Ela exclamou, quase tão feliz quanto no dia em que viu os ingressos dos Backstreet Boys. — Me come, Pedrito... me come toda!
Tudo que eu ouvia da boca dela agia como o melhor estimulante do mundo. Não esperei nem um segundo e já tinha começado meu movimento, saindo um pouco pra voltar a entrar com força, provocando todo tipo de gemido na Jessi.
Aos poucos fui aumentando o ritmo, ignorando os tremores que tomaram conta do corpo dela algumas vezes. Finalmente cheguei a uma penetração bem intensa, segurando a cintura dela como se minha vida dependesse de não me soltar do corpo dela.
— Isso, Pedrito... assim... não para, por favor... não para...
Era tudo que eu conseguia entender no meio dos suspiros e gemidos dela, cada vez mais altos. Mas isso foi suficiente pra continuar com minha tarefa, tensionando os músculos pra entrar o máximo possível dentro dela.
— Vai, irmãozinho! — Disse a Clara, me incentivando também. — Dá com tudo!
O barulho dos nossos corpos se chocando era a trilha sonora perfeita, enquanto a Betty e a Jessi continuavam cada uma de um lado, enchendo ela de carícias. percorrendo o corpo dela com as mãos, tocando o pescoço, a cintura, brincando com os mamilos e passeando pela cintura, fazendo ela sentir mil sensações.
O quarto se encheu dos gemidos que a Jessi soltou quando finalmente gozou. Toda a tensão que tinha no corpo a abandonou, deixando ela como uma marionete que de repente tem os fios cortados. As forças dela sumiram e eu, orgulhoso por ter cumprido minha missão, tirei minha pica de dentro dela, deixando os sucos dela se derramarem na cama.
Coloquei a mão na entreperna dela e enfiei um dedo, que depois levei à boca, pra poder saborear aquele néctar. Jessi me olhou, alucinada de prazer, e pegou minha mão pra compartilhar o próprio gosto com ela.
Levei meu dedo até ela cobrir com os lábios, e chupou como tinha feito minutos antes com minha pica, até eliminar o último vestígio dos próprios sucos. Depois se sentou e de novo plantou os lábios dela nos meus, me convidando a enfiar a língua pra saborear o interior dela.
– Aaaaaaah… – Exclamou com um suspiro, se deixando cair de costas na cama, com um sorriso estampado no rosto. – A. Melhor. Pica.
– Falei pra vocês. – Comentou minha irmãzinha, me olhando com orgulho.
– Bom, meninas… Vê se me dão um espacinho que agora é minha vez. – Anunciou a Betty, enquanto se pendurava no meu pescoço e me puxava pra cama pra ficar entre o colchão e eu, e me beijar um tempo pra esquentar.
Clara colocou a mão no meio pra nos separar e entreter minha boca com a dela e a da Jessi de novo, o que provocou os protestos da Betty.
– Não, meninas! Agora não distraiam ele que ele tem que me atender!
– Tá bom, aí a gente deixa ele pra você então. – Disse Jessi entre risadas cúmplices com minha irmã. – Mas se prepara, que daqui a pouco a gente cuida de você. – Dito isso, as duas amigas se afastaram pra me deixar a sós com ela.
Assim como com a Jessi, comecei devagar, passando lentamente minha cabeça pela entrada dela. Mas diferente da amiga, Betty sim, pensei em deixar eu avançar mais devagar.
—Devagar, Pedrito. —Foi o pedido dela, talvez justamente pensando no que tinha rolado com a Jessi.
—Fica tranquila, é só me falar se eu tiver indo rápido.
Ela concordou em silêncio, o que eu interpretei como o sinal pra começar a penetração. Foi assim que eu introduzi a cabeça da minha rola, o que já foi o suficiente pra arrancar um suspiro bem alto dela. Sem parar, mas ligado em qualquer sinal de "para", eu pressionei pra avançar por aquele território que eu tava explorando pela primeira vez.
Era inacreditável o quanto ela era apertada, quase tanto quanto a minha irmã. Mas, puta merda, parecia que as três amigas compartilhavam até a mesma temperatura corporal, porque ela também ameaçava derreter meu pau enquanto eu abria caminho.
—Caralho… Isso é foda…
—Quer que eu pare?
—Quê? Nem fodendo!
A cara que a Betty fez praticamente tava me gritando que ela ia me matar se eu ousasse dar ré. Então, com um sorriso no rosto, continuei com a missão, fazendo a respiração dela ficar cada vez mais ofegante.
—Para, Pedro… Para! —A Betty reforçou o pedido colocando as mãos no meu peito.
—Tá bem?
—Tô, me dá um segundo… Espera eu me acostumar com…
A minha irmã e a Jessi não deram tempo dela terminar a frase, porque finalmente cumpriram a promessa e começaram a atacar os peitos dela sem dó. As mãos delas se dedicaram a massagear os dois melões, enquanto as bocas e as línguas brincavam com os bicos grandes dela, duros feito pedra.
—Suas filhas da puta… Vou matar vocês… —A Betty conseguiu falar entre gemidos, os olhos fechados de tanto prazer que tava sentindo sendo atacada em várias frentes.
—Continua, maninho, a gente cuida dela. —A Clara me ordenou, apertando um dos bicos da amiga.
Tinha que admitir que a tática tinha funcionado. A Betty parecia ter se esquecido de mim por uns segundos, e eu aproveitei pra empurrar mais uns centímetros. Uns segundos depois, finalmente minha cintura encostou na dela.
—Já Entrou... toda?" – perguntou Betty, com a respiração ofegante. – "Por favor... Não aguento essa pica toda... Me dá um segundo, Pedrito... FILHA DA PUTAAAAAA"
Como bem a amiga chamou, a putinha da Jessi colocou a mão na virilha da amiga e esfregou com vontade o clitóris dela, enquanto minha irmã fazia de tudo pra evitar que Betty se soltasse da cama.
– "Você começa a se mexer, Pedrito. Entre eu e a Clara, a gente cuida da Betty." – disse Jessi, falando numa boa, como se ter a Betty naquela posição fosse coisa de todo dia.
Aproveitando a chance de ter ela tão perto, peguei Jessi pela nuca e beijei a boca dela por uns segundos antes de começar a me mover dentro da amiga dela.
Tirei minha pica uns centímetros antes de entrar devagar de novo. Por mais que as minas estivessem segurando a Betty, não me parecia que ela ia aceitar de boa se eu metesse com força, pelo menos não por enquanto.
Os protestos da Betty foram virando gemidos cada vez mais altos. Era o sinal que eu tava esperando pra começar a aumentar o ritmo.
Me segurei firme na cintura dela, pra não deixar escapar, e comecei a me mover com mais soltura, aproveitando que a Betty já tava mais relaxada.
– "Ai sim, vai Pedrito, vai assim..."
Comecei a me afastar cada vez mais do corpo da Betty entre cada metida, deixando ela sentir como minha pica percorria o interior dela a cada momento. Finalmente, num desses movimentos, me retirei até só a cabeça ficar dentro dela. Clara me olhou, sorrindo, como se tivesse lido minha mente. Fiquei uns segundos assim, até a Betty levantar a cabeça pra me olhar.
Quando fiz contato visual com a Betty, simplesmente me joguei dentro dela de uma vez, como se quisesse atravessar ela de lado a lado.
Tinha que agradecer à minha irmãzinha por ter entendido o que eu ia fazer, e por isso colocou a mão na boca da amiga. antes que eu me impulsionasse pra frente, o grito que ela soltou teria sido ouvido no prédio inteiro.
Mesmo assim, Betty não parecia brava com isso, porque os tremores que percorriam o corpo dela mostravam que ela tinha gostado pra caralho.
— Segura aí, Betty, agora vai. — Foi meu aviso pra ela se preparar.
Foi aí que eu realmente comecei a meter sem piedade, castigando aquela buceta tão quente a picaço, uma vez e outra, até que Betty começou a perder o controle do corpo, e só conseguia lutar pra recuperar o ar que escapava com cada gemido.
Um último grito da parte dela me avisou que ela tinha chegado ao êxtase. Tirei minha pica com a satisfação de ter causado um orgasmo foda nela, coisa que ficou bem clara quando uma boa quantidade de líquido jorrou também entre as pernas dela. Betty ficou em posição fetal, tentando controlar os tremores.
— Betty, cê tá bem? — Perguntou minha irmã, que tinha se aproximado junto com a Jessi pra ver como ela tava.
— Sim… — Respondeu baixinho, acompanhado de um pequeno soluço. — Por favor, vacilona… — Ela se sentou na cama, olhando em volta como se estivesse tentando se localizar. — Cê tinha razão… Cê nem sabe onde tá depois de gozar tão forte assim.
Um sorriso de orelha a orelha enfeitava o rosto dela ao dizer isso. Depois ela se levantou pra chegar perto de mim e enlaçou meu pescoço com os braços pra me dar um beijo longo e intenso. Eu aproveitei aqueles segundos pra curtir aquele beijo, e também pra sentir os peitos nus dela se apertando contra meu peito.
— Maninho… Não esquece que ainda falta eu.
Minha irmã tava deitada na minha cama, com as pernas abertas e um sorriso que poderia ter roubado tranquilamente do Diabo estampado na cara. Os olhões verdes dela brilhavam de tesão, assim como a rachinha dela, de onde escorria um fiozinho dos sucos dela.
— Vai, Pedrito, não deixa a gente sem ver o show principal!
Jessi se tinha se aproximado de mim e, junto com a Betty, pegaram nas minhas mãos pra me guiar até minha irmã, que esperava ansiosa pela minha pica.
Eu avançava quase hipnotizado pela visão que tinha na minha frente. Era como se a Clara tivesse um ímã entre as pernas que atraía minha pica de um jeito impossível de resistir pra qualquer ser humano.
As duas amigas dela se posicionaram cada uma de um lado, ocupando lugares de primeira fila pra ver o que tanto queriam. Só de olhar o brilho nos olhos delas já dava pra ver que estavam loucas pra me ver comendo minha irmã. Era o tabu por excelência, um incesto ao vivo e a cores só pra elas se divertirem.
Me coloquei por cima da Clara e comecei a beijá-la. Ela entreabriu os lábios pra língua dela aparecer só um pouquinho, morrendo de vontade de me provar. Me grudei ainda mais nela pra deixar o beijo mais intenso, e a Clara abriu a boca pra deixar nossas línguas se pegarem por um tempo.
Sem desgrudar da boca dela, desci uma das mãos pra guiar minha pica pra dentro, mas a Jessi se adiantou e fez a honra.
— Cê vai mesmo comer sua irmã na nossa frente? Que par de irmão mais tarado que vocês são! — falou, com a boca colada no meu ouvido. — Arrebenta ela toda, Pedrinho. Vai fundo.
Comecei a empurrar, e minha cabeça entrou sem encontrar resistência, só com o gemido que arranquei da minha irmãzinha. O interior dela me recebeu com uma onda de calor do caralho que envolvia meu pau enquanto eu avançava.
Olhei pra minha irmã, que apertava os dentes pra não reclamar enquanto deixava minha pica entrar nela, e me inclinei pra chegar perto da boca dela e beijá-la de novo. Os braços dela rodearam minha cabeça pra me manter perto, mas ela virou a cabeça pra trás pra me oferecer o pescoço.
Nem besta nem lerdo, desci pra brincar no pescoço dela, beijando, lambendo e dando umas mordidinhas de leve, pra não deixar marca que ela tivesse que explicar pros outros depois. Aproveitando tudo isso, fui entrando cada vez mais fundo, até sentir que meu corpo ficava colado no dela.
— Olha como entrou toda! — A voz da Jessi ecoou do lado. Virei pra ver ela e só aí percebi que ela tava filmando a gente com o celular da minha irmã.
— Cê tá filmando? — Perguntei, estupefato.
— Ué, claro, Pedrito! — Respondeu Jessi, como se fosse ridículo achar que ela não ia fazer isso. — Isso vai ficar pra história dos quatro. Depois a gente te manda o vídeo, se quiser. — Completou, piscando um olho. — Agora não se distrai e continua, que a Clarita quer o teu pau.
Como é que essas minas sempre davam um jeito de aumentar ainda mais o tesão que elas me faziam sentir? Não bastava transar as três ao mesmo tempo comigo? Uma delas ser minha própria irmã não era suficiente? Não. Elas queriam gravar o momento em que dois irmãos transavam pra depois todo mundo poder rever.
Se era assim, então eu ia dar pra elas algo que deixasse as bucetas delas encharcadas toda vez que vissem.
— Pronta, irmãzinha? — Perguntei, puxando meu pau até só a cabeça ficar dentro dela. — Porque vou com tudo.
Clara arregalou os olhos quando entendeu o que eu ia fazer, mas em vez de se acovardar, pareceu encarar o pedido como um desafio, como se quisesse mostrar pras amigas que era capaz de aguentar meu pau sem reclamar. Finalmente, ela assentiu sorrindo, já preparada pra começar.
Coloquei as mãos na cintura dela, apertei firme e meti de uma vez na minha irmãzinha, que levou as mãos à boca pra abafar o grito que, do contrário, teria sido ouvido até na casa dos meus pais.
— Uffffff… — Ouvi a Betty falar, quase sem piscar. — Que fera que você é, Pedro! Tá bem, Clarita?
— Tá bem, vai fundo sem dó, Pedro. — Interveio Jessi, sem parar de filmar.
Clara não disse nada, mas com o olhar dela me disse tudo que eu precisava saber. Uma vez me retirei até deixar só a minha glande dentro dela, pra depois entrar de novo como se fosse um aríete tentando arrombar a porta de um castelo.
Fiz isso várias vezes, e os gritos da Clara foram diminuindo de volume, embora em nenhum momento ela pediu pra eu parar.
As amigas dela olhavam em silêncio, sem conseguir acreditar no castigo que o interior da minha irmã tava aguentando.
Sem prestar atenção nelas, só fui aumentando a velocidade das minhas penetrações até que minha cintura parecia se mover sozinha. Meu cérebro tava praticamente em branco, o único pensamento que passava na minha cabeça era o de levar minha cintura pra frente e pra trás, meu olhar fixo no rosto da minha irmã, que se contorcia de prazer.
-Ai sim… Sim… Me come assim, irmãozinho… Não para… Não pa… Não para… Não… ME DESTRÓI, FILHO DA PUTA!
Foda-se a história de abafar os gritos. Clara gritava como se tivesse possuída por um demônio tarado viciado na minha pica.
Como se aquilo tivesse sido a gota d'água, eliminei o último dos meus freios e meti com toda a força que me restava. Meus músculos começaram a reclamar, minhas pernas, meus braços, os ombros, as costas, até a bunda pedia pra eu dar uma pausa de um segundo. Mas na minha cabeça só tinha o desejo de provocar o orgasmo mais forte que eu pudesse na minha irmã.
Finalmente, quando nem minha obsessão conseguia me levar mais longe, minha irmã soltou um grito longo, arqueando as costas e jogando a cabeça tão pra trás que parecia que ia quebrar o pescoço.
Eu saí dela e foi como se uma represa tivesse se rompido. O jato que jorrou da minha irmã foi tão forte que encharcou meu torso; até algumas gotas chegaram no meu pescoço e no meu rosto.
O corpo dela se arqueou de novo, soltando um segundo jato igualmente forte, acompanhado de outro grito. Uma terceira e uma quarta vez ela se arqueou, coisa que a princípio parecia impossível pra gente. Por sorte os jatos que saíram, foram muito menos abundantes, ou eu já teria pensado que estava presenciando um ato de magia, ou algo parecido com uma piada de palhaço onde saem nove ou dez de um carro minúsculo.
—Vem, gurias. —falei pra Jessi e Betty enquanto me masturbava a toda velocidade.
As duas gurias se aproximaram da minha irmã, que ainda estava tentando se recuperar daquilo, e a Jessi me deu o celular da Clara pra eu segurar com uma mão e filmar o clímax em primeira pessoa.
—Lá vai tudo… —consegui falar antes de soltar um jato forte de porra na direção dos rostos da minha irmã e das amigas dela.
A Betty virou a cabeça da Clara dela pra que ela também pudesse receber parte do prêmio que as três tinham lutado pra extrair do meu pau. Um segundo jato saiu do meu pau, e depois um terceiro, bem menos impressionante.
Apesar da minha tentativa de distribuir de forma igual, minha irmã se deu bem por ter ficado no meio, então a maior parte foi parar no rosto dela.
As amigas dela, determinadas a não deixar a Clara ficar com a maior parte, passaram as bocas pelo rosto da minha irmã, catando tudo que podiam antes que ela pudesse negar.
Meu corpo finalmente disse chega, toda a tensão que existia em mim sumiu como num passe de mágica e eu praticamente desabei no chão, sem energia pra ficar de pé.
A Clara ainda estava se recuperando dos orgasmos que eu tinha causado nela, então foram as amigas dela que me ajudaram a levantar e me jogar na minha cama. Depois elas também se juntaram, de algum jeito dando um jeito de nós quatro descansarmos depois de uma façanha daquelas.
Depois de uns instantes, ou pelo menos foi o que pareceu, ouvi barulho de água correndo no chuveiro do meu banheiro. Levantei da cama e percebi que estava sozinho no meu quarto. Me perguntando o que tinha acontecido, coloquei uma cueca, saí do quarto e bati na porta do banheiro.
Abri a porta um pouco pra ver melhor. A cortina do chuveiro tava toda escorrida, então não dava pra ver quem tava tomando banho.
—Quem tá aí? —Perguntei, confuso.
—Somos nós três, tomando banho. —Respondeu minha irmã, espiando de lado. —Nem pensa em tentar entrar, não tem espaço pra você aqui. —Completou, sorrindo com malícia, como se tivesse lido minha mente. —Que tal pedir alguma coisa pra comer? Já tá quase na hora do jantar e a gente tá com fome. Imagino que você também. Daqui a pouco a gente sai pra você tomar banho também. —Fechou a cortina e continuou na dela, me ignorando completamente.
—Ufa… —Reclamei, decepcionado pela recusa da minha irmã em me deixar entrar no meu próprio chuveiro. —Tá bom, vou ligar e pedir umas pizzas.
—Valeu, Pedrito! —Ainda ouvi da Jessi antes de ir pra sala pegar meu celular pra ligar pro lugar onde eu pedia quando não tava afim de cozinhar e dava uma escorregada nos cuidados com a comida.
Meia hora depois, eu já tava sentado no sofá, de camiseta, esticando as pernas enquanto via TV. Tava esperando as pizzas chegarem, quando tocou a campainha do apartamento.
Isso era estranho, quase nunca falava com os vizinhos, e geralmente não era costume eles virem falar comigo a não ser por coisas bem específicas, mas mesmo assim levantei pra ver o que era.
—Oi? —Perguntei, sem abrir a porta.
—Pedro? É o Carlos, queria falar com você sobre uma coisa.
Carlos era o vizinho do lado do meu apartamento. Era um cara um pouco mais velho que eu, namorava uma mina muito gente boa chamada Violeta. Eram o casal jovem clássico que se mudava junto pela primeira vez e começava a descobrir como era a convivência debaixo do mesmo teto todo dia. Tinham se mudado fazia uns meses, mas a gente tinha uma relação normal, até que de boa.
Sem dar muita importância pra minha aparência, resolvi abrir a porta, me segurando no batente com um braço e na maçaneta com o outro. Se ele tivesse algum problema em me ver daquele jeito... de cueca e camiseta, que falasse logo.
—Oi, Carlos. Aconteceu alguma coisa?
—Oi, Pedro. Desculpa o incômodo, mas a Viole me falou agora há pouco que ouviu uns gritos de mulher, como se tivessem machucado ela, e queria saber se foi algo grave. Você tá bem?
Eu tava morrendo de vontade de contar qual tinha sido exatamente a causa dos gritos, mas achei que era sacanagem demais jogar na cara dele que eu tinha estado com três gatas gostosas ao mesmo tempo. Mas é claro que eu não fazia a menor puta ideia do que mais poderia ter sido que não soasse como violência contra minha irmã ou as amigas dela.
— O que foi, amor? — A Jessi tinha aparecido quase nua, só de lingerie e uma camisa minha que ficava enorme nela. O cabelo dela tava molhado e ela tava secando com uma toalha. Ela tava uma delícia, parecendo uma gostosa.
Meu deu um nó no cérebro por um segundo, igualzinho o do meu vizinho, que ficou de boca aberta na frente de uma mulher daquelas vestida daquele jeito.
— Não, não é nada. — Finalmente consegui responder. — Esse é o Carlos, meu vizinho, que queria saber o que foram todos aqueles barulhos que a gente fez.
— Oi, Carlos. Prazer. — A Jessi cumprimentou, me abraçando pela cintura, como se fosse uma namorada muito grudenta.
— O que foi, galera? — A Betty apareceu também, só de fio dental e usando uma camiseta velha minha, que mal cobria parte da bunda dela, e marcava perfeitamente os peitos dela. Os bicos bem durinhos dava pra ver por baixo do tecido.
— Esse é o Carlos, o vizinho do Pedro. — A Jessi explicou pra amiga. — Ele queria saber por que a gente tava gritando tanto na cama. — Ela completou, enfatizando a última palavra, pra fazer o vizinho sacar o que a gente tinha feito.
— Nossa... os vizinhos ouviram a gente? — A Clara apareceu por baixo do meu braço, perto da porta. A filha da puta tava diretamente com a camisa dela mal abotoada, só com alguns botões, deixando o fio dental e o sutiã completamente à mostra. Aquela visão, junto com a das amigas dela, com certeza tinha deixado ele Deixei o vizinho feito um otário.
Pobre Carlos, não merecia o que as garotas estavam fazendo com ele, mas tinha que admitir que a cara de bocó que ele fez quando elas se mostraram assim na frente dele era digna de quadro. Segurando o riso, tentei continuar a conversa normalmente, como se ter três gostosas seminuas no meu apê fosse coisa de todo dia.
— É, então… Espero que a Violeta não tenha se preocupado muito com os gritos. — Falei me desculpando. — É que na hora a gente às vezes se empolga e nem percebe o barulho que faz. Da próxima vez vamos tentar não fazer tanto escândalo, pra não dar motivo pra alguma velha do prédio reclamar.
— Hã… Sim… Sim… — Carlos ainda não tinha saído do choque, e as meninas não paravam de se exibir na moldura da porta, distraindo ele ainda mais. Ele piscou várias vezes antes de olhar pra mim de novo. — Bom, tentem fazer menos barulho da próxima, ou alguém do prédio com certeza vai reclamar.
— Fica tranquilo, Carlos, vamos tomar cuidado. Boa noite, e desculpa pelo incômodo. — Me despedi, fechando a porta na cara dele.
As meninas esperaram alguns segundos até ele se afastar da porta antes de caírem na gargalhada.
— Vocês três são demais! Pobre cara… A cara que ele fez!
— Ué, a gente ouviu que tinha vindo alguém por causa do barulho que fizemos e achamos que era a melhor forma de explicar o que rolou sem você precisar mentir. — Explicou Jessi com um sorriso malicioso. — No fim, ninguém sabe que a Clara é sua irmã, então não tem porque desconfiarem de nada.
— É, mas também… Não precisava fazer isso com ele… Agora vai se acabar na punheta pensando em vocês três quando a namorada não estiver por perto!
Mais uma vez elas caíram na gargalhada quando, nessa hora, tocou a campainha do portão do prédio. Imediatamente fui verificar se era o entregador, corri pro meu quarto pra vestir uma calça e calçar os sapatos rápido, peguei a grana e desci pra buscar as pizzas. -----
O jantar foi normal, como se nada de estranho tivesse acontecido e as três amigas tivessem vindo só pra conhecer meu apartamento.
A gente conversou sobre coisas superficiais, nada relacionado à história que tinha levado a gente até o que rolou minutos antes.
Quando a janta acabou, Jessi começou a andar de novo na frente da minha estante, olhando os livros e de vez em quando pegava um pra ver a capa. Ela ainda não tinha trocado de roupa (nenhuma das meninas tinha) e dava pra ver a bunda dela aparecendo por baixo da minha camisa quando ela levantava os braços pra pegar algum livro nas prateleiras mais altas.
— E esses, quais são? — Ela perguntou, com *Game of Thrones* na mão. — São os de *Game of Thrones*?
Uma pontada de dor passou pelo meu corpo quando ela mencionou essa série. Eles fizeram uma adaptação boa enquanto seguiram os livros, mas cada vez que se afastavam do material original, faziam merda. A temporada que estreou esse ano já era prova suficiente.
— Sim, mas os livros são melhores, pode ter certeza.
— Os livros são sempre melhores, óbvio!
— Se quiser, te empresto o primeiro pra você ler... Mas, por favor, cuida bem dele.
Eu não era de emprestar livros, era daquelas coisas que nunca voltavam, ou voltavam em estado horrível, mas Jessi era diferente. Se eu podia confiar em alguém pra isso, era na Clara e nas amigas dela. Pelo menos nesse caso eu já sabia onde encontrar elas se demorassem pra devolver.
— Sério? — O rosto dela se iluminou de felicidade. — Valeu, Pedrito! Juro que vou cuidar dele como se fosse minha vida!
— Tomara.
— Gente, tudo muito lindo... — Clara interrompeu. — Mas será que vocês podem dar uma mão pra limpar isso aqui? — Ela pediu, apontando pros restos do jantar e a bagunça.
— É, você tem razão. — Falei, voltando à realidade. — Aliás... Os seus pais não vão estranhar você não ter ido jantar em casa? O que você disse que ia fazer?
— Falei que a gente ia sair com a Betty e Jessi a encher a gente com essa sua pica, óbvio. –Respondeu, com um sarcasmo que dava pra sentir no gosto. –Supostamente a gente tá no cinema, vendo um filme. Acho que falei que era um da Marvel, mas tanto faz. Também não é como se fossem me perguntar sobre o que era o filme.
–Ah, bom, melhor assim.
–Falei que voltava perto da meia-noite. –Olhou o celular pra ver as horas. –Então a gente tem tempo de sobra pro segundo round.
–O quê? –Tinha ouvido as palavras dela, mas não conseguia acreditar.
–Pedrito… –Interveio a Betty, levando os pratos pra cozinha. –Se você acha que com aquela transa, que não vou negar que foi muito boa, a gente vai embora satisfeita do seu apê, cê tá muito enganado.
–Então espero que você tenha recuperado as energias. –Completou minha irmã, levando copos e talheres.
–Vocês três vão me deixar seco!
–Eu te falei que a gente ia te virar do avesso, e a gente vai cumprir… Isso sim, a gente vai ter que fazer menos barulho, ou os vizinhos vão reclamar de verdade.
Minha irmã deixou a frase no ar, e eu já tava me preparando pra elas três se jogarem em cima de mim pra me devorar inteiro. Mas, apesar do que eu pensei, a ação não começou naquele momento, a gente demorou mais uns minutos pra terminar de limpar tudo e desocupar a mesa.
A gente tava tomando um refri, ocupando as poltronas e o sofá, quando finalmente as minas deram o primeiro passo.
A Jessi se levantou, a camisa arregaçada e as pernas longas à mostra, chegou perto de mim pra se sentar no meu colo, a virilha dela na minha, e começou a encher minha cara de beijos. Os lábios macios dela pousavam em todo canto, como se fosse uma cega que queria conhecer cada detalhe do meu rosto, mas usava a boca no lugar das mãos.
As mãos dela tavam ocupadas segurando minha cabeça e bagunçando meu cabelo, mas uma terceira mão apareceu pra acariciar minha pica por cima da cueca. A Betty tinha entrado na brincadeira.
–Cê tá pronto pra revanche, Pedrito? –ela perguntou, tirando a camiseta e deixando à mostra os peitos maravilhosos dela.
Eu teria gostado de responder à pergunta dela, mas minha boca estava ocupada provando os lábios da amiga dela. Minhas mãos não se cansavam de subir e descer pelas costas dela, embora de vez em quando eu desse mais uma palmada sonora, coisa que a Jessi claramente adorava.
Levantei meu corpo alguns centímetros com a Jessi ainda em cima de mim, e a Betty aproveitou o momento para mover as mãos com habilidade, tirar minha cueca e deixar meu pau sair para tomar ar mais uma vez.
Sentei de novo no sofá, e a Jessi inclinou o corpo para a frente, deixando a amiga envolver minha cabeça com a boca e começar a chupar meu pau.
De repente, um terceiro par de mãos começou a tocar meu corpo, começando pelo pescoço e descendo pelo meu peito, se encaixando entre o meu corpo e o da Jessi.
–Não se esquece de mim, irmãozinho. –A Clara colou a boca no meu ouvido, sussurrando baixinho. –Já me dei outro orgasmo histórico. E ainda por cima esse ficou gravado em vídeo.
–O que cê tá fazendo aí, Clara? –A Betty perguntou, tirando a boca do meu pau.
–Como assim, o que eu tô fazendo aqui?
–Isso, você vai pro sofá. –Disse a Betty, ajoelhada no chão, com a mão ainda segurando meu pau, mas um olhar de total seriedade nos olhos.
–Você já comeu o Pedro pelas nossas costas, agora é a nossa vez. –Completou a Jessi. –Nós duas contra ele. Você fica no sofá e assiste se quiser, mas agora a gente vai ficar quites. –Finalizou com um sorriso.
–Tão tirando com a minha cara? –A Clara olhava pra elas sem acreditar que as amigas queriam deixá-la de lado num momento desses.
–Não. É o justo. –Respondeu a Betty. –Depois você entra, mas agora é só eu e a Jessi. Vai, não fica se fazendo de rogada, que você também adorou ver como ele nos comia.
–Suas filhas da puta… –Ela disse, aceitando a derrota momentânea. –Mas você, Pedrito, mais te vale deixar um pouco pra mim, ou te mato.
–Tô nas mãos de vocês. Irmãzinha. Diz pra elas deixarem um pouco.
-É o que faltava! Ainda por cima você dá razão pra elas!
-Vou dar mais do que razão pra elas. –Respondi, rindo da expressão de raiva dela.
-Fala sério, Clara. Senta no sofá. –Insistiu Betty, que ainda estava me masturbando pra aumentar minha excitação. –Quanto antes você nos obedecer, mais rápido seu irmão vai te atender.
Clara finalmente sentou a bunda no sofá e cruzou as pernas e os braços, visivelmente frustrada com a atitude das amigas. Mas elas tinham razão, com a Clara a gente tinha se virado por conta própria e ela tinha que compensar as amigas por isso.
-Agora sim, Pedrinho… Onde a gente tava? –Perguntou Betty, fingindo confusão. –Ah, já sei!
Em seguida, ela enfiou meu pau de volta na boca dela, continuando o boquete que tinha sido interrompido pela minha irmã. Enquanto isso, Jessi voltou a me beijar, enfiando a língua na minha boca como se quisesse conhecer o gosto da minha garganta.
-Pedrinho… Espero que agora você me coma direito. –Disse Jessi assim que se afastou da minha boca. –Quero que você destrua minha buceta de tanto pica, igual fez com a Clarita. Entendeu? Agora sim, vamos dar um belo show pra sua irmã.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Vem aí o segundo round!!!
O capítulo demorou mais do que eu esperava, mas espero que vocês entendam que a gente tem uma vida além dos contos, especialmente quando precisa trampar mesmo na quarentena.
Até o próximo capítulo.
Dessa vez demorou um pouco mais, mas aqui está a próxima parte dessa história.
Espero que vocês curtam.
Pra quem acabou de chegar e se interessou pelo relato, a recomendação é entrar no perfil e procurar os capítulos anteriores.
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Capítulo 11
Me deixei cair de costas e cobri o rosto com as mãos, sem acreditar no nível de sorte que eu tinha. Tinha três mulheres absurdamente gostosas dispostas a transar comigo, duas delas sendo as melhores amigas da minha irmã, e a terceira era a minha própria irmã!
— Não vai dormir não, Pedrinho, que isso aqui tá só começando. — A voz da Betty me avisou, antes de levar meu pau na boca.
Senti alguém se aproximar de mim, e a voz da minha irmã sussurrou perto do meu ouvido.
— Em qualquer outra situação da vida, eu teria cortado suas bolas fora se te pegasse deixando minhas amigas chuparem seu pau. — Jessi e Betty se alternavam pra engolir minha cabeça enquanto minha irmã continuava o monólogo. — Mas essa não é uma situação comum e corrente. Você não faz ideia de quantas vezes a gente comentou entre nós tudo o que faria com o cara que nos atendia na loja. Você teria se acabado na punheta todo dia só de nos ouvir. — Em seguida, ela começou a lamber meu pescoço, subindo até chegar de novo no meu ouvido, parando um segundo pra morder minha orelha antes de continuar. — E quando você comeu a gente… cara, devia ser ilegal você ter nos dado tantos orgasmos. Aí não teve jeito de parar nossa caça. A gente ia te achar e você ia nos foder até não aguentar mais. Se eu for sincera com você, depois que vimos seu pau quando te encontramos no banheiro comendo a gostosa da namorada do Charly, uma parte de mim torcia pra que fosse você o dono da buceta que a gente chupava entre as três.
Enquanto eu ouvia tudo aquilo, as amigas dela continuavam fazendo as delas com minha pica, mas parecia que tavam se dando tempo pra curtir, sem querer me fazer gozar por enquanto. Minha irmã seguia com a história, a voz sedutora dela ecoando nos meus ouvidos, me deixando cada vez mais excitado.
—Quando você me contou que no final era você mesmo, quis me matar, mas isso durou só um tempinho. Você não faz ideia do tesão que me deu saber que era meu irmão que tinha aquela pica que me deixava louca, e que tinha me feito chorar de prazer quando me comeu. E que boa comida você me deu no seu quarto! Depois disso, no começo, não pensei em dividir você com ninguém, mas tive que contar pras minhas melhores amigas. Elas mereciam saber que a melhor pica do mundo tava ao nosso alcance. Olha como elas tão molhadas, Pedrinho. Abre os olhos e olha pra elas.
Me inclinei de novo pra frente pra olhar pra onde elas estavam, que se soltaram da minha pica pra me dar uma nova visão que parecia saída de algum sonho adolescente: elas tavam se beijando. E não uns beijinhos de brincadeira, tímidos, como se não tivessem coragem de fazer, mas beijos de língua pra valer. Pareciam mais amantes do que amigas, decididas a fazer as línguas lutarem até o fim.
—Você fica muito excitado vendo elas assim? —Perguntou Clara, de novo sussurrando no meu ouvido como o diabinho no meu ombro, só que não tinha nenhum anjinho do outro lado pra equilibrar. —A gente pensou que você ia gostar desse show, por isso é a primeira vez que a gente faz algo assim, só pra você. —Ela levantou a voz pras amigas ouvirem. —Meninas, parece que ele gostou do que viu.
—Sério? —Perguntou Jessi, se soltando da amiga. —Pra ser sincera, esses beijos com gosto da pica do seu irmão também tão me deixando com tesão.
—Deixa eu ver…
Jessi se aproximou e minha irmã meteu a língua como se quisesse saborear até o último resto que ficasse do meu gosto na boca dela, tudo isso a centímetros dos meus olhos. Meu cérebro parecia que ia desligar a qualquer momento, como se fosse excitação demais pra minha cabeça aguentar.
De repente, eu tinha percebido que a Clara já estava de calcinha e sutiã. Era óbvio que ela tinha se despido enquanto falava no meu ouvido, mas meu cérebro só tinha prestado atenção na voz dela e no espetáculo que tava na minha frente.
Ela tava usando um conjunto verde, de uma cor muito parecida com a dos olhos dela, que caía perfeitamente nela. Ainda não tinha conseguido ver como era por trás, mas sem dúvida seria uma visão e tanto aquela bunda envolvida em renda.
— Cê tem razão, tem gosto da piroca do Pedrito ainda. — Confirmou Clara, depois de se separar da amiga. — Ainda bem que cê não tem esse gosto sempre, ou eu chuparia sua boca o dia inteiro. — Comentou, provocando risadas nas três.
— Acho que vamos deixar teu irmão feito um otário, Clarita.
— Então vai ficar igual sempre. — Disse minha irmã com malícia, respondendo pra Betty.
— Filha de uma puta que você é. — Foi tudo que eu disse antes de pegar o rosto dela entre minhas mãos e puxá-la pra mim pra beijar com desespero.
Ela se deixou pegar e se colocou em cima de mim até que terminamos deitados na cama, passando a mão um no outro em cada lugar que a gente conseguia alcançar, rolando pelo colchão de um lado pro outro.
Betty e Jessi se colocaram uma de cada lado da gente e se meteram entre nossas bocas pra entrar no festival de línguas. Foram comendo minha boca de vez em quando, me dando todos os beijos que tinham acumulado desde a primeira vez que atendi elas. Me excitaram tanto desse jeito que qualquer roçada na minha piroca possivelmente me faria gozar na hora.
— Isso foi muito intenso. — Comentou Betty, depois que as três terminaram de me mandar pro espaço sideral com as bocas delas.
— Verdade, foi sim. — Disse Jessi, depois de se lamber por um segundo.
As três ficaram me encarando por alguns segundos. Não fazia ideia de que cara eu estava fazendo naquele momento, mas era óbvio que me deixaram mais otário do que o normal, porque começaram a rir.
— Agora sim, meninas… vamos começar? — Perguntou Clara para as amigas, que concordaram com a cabeça enquanto mantinham seus sorrisos diabólicos. — Você fica quietinho, Pedro. Nada de se mexer.
Mesmo que eu realmente tivesse vontade de me mexer, meu cérebro era incapaz de coordenar um único movimento dos meus membros. Tudo o que tinha acontecido desde que deixei Jessi entrar no prédio ainda rodava na minha cabeça, me deixando sem capacidade de reação além da excitação que elas me causavam.
Agora sim, era quase como nos velhos tempos, com as três amigas se desafiando pra ver quem ganhava aquela competição amigável entre elas. Mas com a diferença de que agora eu podia ver os bastidores, sem uma puta de uma tela escondendo o espetáculo.
Tive uma leve surpresa ao ver minha irmã com o celular na mão, mas imediatamente aquilo teve explicação.
— Cinco minutos, Jessi. — Anunciou minha irmã. Claramente tinha aberto um aplicativo de cronômetro no aparelho. — Agora.
Obedecendo ao sinal de largada, Jessi foi a primeira a engolir meu pau, e pelo jeito que estava chupando, parecia determinada a fazer com que suas amigas só pudessem competir pelo segundo lugar. Se ajudando com as mãos pra ganhar impulso, chegou com facilidade até a metade do meu membro ao mesmo tempo que minha irmã indicava que o primeiro minuto já tinha passado.
Assim, começou a avançar cada vez mais, tirando meu pau de vez em quando pra respirar e depois voltando ao ataque. Desse jeito, conseguiu enfiar três quartos do pau antes de soltar a boca de novo e inspirar como se fosse um mergulhador prestes a se jogar em águas profundas.
— Três minutos, Jessi. Faltam dois.
A garota pareceu se estimular com o aviso e dedicou os nos próximos sessenta segundos para fazer meu pau desaparecer, fazendo igual minha irmã fez umas semanas antes, tocando meu corpo com o nariz.
Sem conseguir resistir à tentação, coloquei minhas mãos na cabeça dela e movi minha cintura por alguns segundos, literalmente comendo a boca dela. Jessi não deu sinais de desconforto, então continuei assim até minha irmã anunciar o fim do turno dela alguns segundos depois.
—Tempo!
—Você engoliu tudo de novo? —Perguntou Betty, incrédula com o que acabara de ver. —Como caralho você enfia tudo isso na garganta?
Essas perguntas despertaram minha curiosidade. Todo esse tempo eu tinha achado que tinha sido minha irmã que conseguiu enfiar meu pau inteiro na boca, mas parecia que na verdade eu estava enganado.
—De novo? Foi você que engoliu ele inteiro da última vez?
—A única que conseguiu domar sua anaconda até agora. —Confirmou Jessi, orgulhosa do seu status, mas ainda enxugando algumas lágrimas depois do esforço que tinha feito segundos antes.
—Pensei que tinha sido você. —Falei, olhando estranho pra minha irmãzinha.
—Aquela vez no seu quarto foi a única que consegui, mesmo você tendo que me dar uma ajuda. —Respondeu minha irmã, meio desanimada. No entanto, nos olhos dela apareceu um novo fogo diante do desafio que tinha pela frente. —Mas agora vou conseguir sem ajuda!
Dito isso, ela deu o celular pra Betty pra ela controlar o tempo, depois se ajoelhou na frente do meu pau e esperou ansiosa pelo sinal que marcaria o início do turno dela.
—Vai, mana, confio em você!
Minha irmã não respondeu, só sorriu pro meu pequeno gesto de incentivo.
—Pronta, Clarita? —Perguntou a amiga, celular na mão.
Clara levantou o polegar sem olhar pra ela, com a vista fixa no alvo que estava prestes a enfiar na boca. Parecia concentrada como se fosse a competição mais importante da vida dela. Betty simplesmente apertou a tela do celular com o polegar, dando a entender que o tempo já tinha começado. vez.
Minha irmãzinha começou tão furiosa quanto a amiga, alcançando rapidamente a metade da minha pica em pouco mais de um minuto. Mas, diferente da Jessi, ela tava tendo muito mais dificuldade pra passar daquele ponto.
— Último minuto. — Anunciou a Betty, enquanto minha irmã recuperava o fôlego depois de ter conseguido engolir três quartos do meu pau.
— Vai que você consegue, Clarita! — Incentivou a Jessi, ansiosa pra ver minha irmã igualar a façanha dela.
A Clara fechou os olhos por um segundo, relaxou total, respirou fundo e, depois de normalizar a respiração, se preparou pra fazer a última tentativa. Era uma corrida contra o tempo, com minha rola desaparecendo cada vez mais fundo na garganta da minha irmã.
— Dez… Nove… Oito…
E quando parecia que no final ela não ia conseguir cumprir o desafio que tinha se proposto, senti o roçar do nariz dela no meu corpo, no mesmo instante em que a Betty marcava o fim da vez dela.
As duas amigas soltaram gritinhos de alegria pela façanha que ela tinha acabado de fazer. Até deram uns tapinhas leves no ombro dela assim que eu tirei minha pica da boca dela.
A Clara tava lutando pra controlar a respiração ofegante, com lágrimas escorrendo pelas bochechas, mostrando o esforço danado que tinha feito pra alcançar o status da Jessi como engolidora de pica.
— Parabéns, irmãzinha! — Exclamei, abraçando ela por um instante.
— Agora é minha vez. — Disse a Betty, se ajoelhando na frente da minha pica, quase como se fosse rezar pra ela. — Nem fodendo que vou ser a única que não enfia ela toda na garganta.
O olhar dela era tão decidido quanto o da minha irmã, tava doida pra mostrar que não ia ficar atrás da Jessi e da Clara.
— Pronta, Betty? — Perguntou a Clara, segurando o celular de novo na mão.
— Sim.
— Agora!
A última das competidoras começou mais devagar que a Jessi e a Clara, e parecia que tava tendo dificuldade até pra chegar na metade da minha pica. As amigas dela não paravam de incentivá-la de perto, como se fossem colocar as mãos na cabeça dela pra ajudar a engolir minha pica.
O tempo tava passando e a Betty não parecia relaxada o bastante pra igualar a marca. Na real, duas vezes ela teve que parar por causa dos engasgos.
Os olhos dela tavam cheios de desespero quando minha irmã anunciou que já tinham passado três minutos.
— Não consigo, vaca... Não consigo. — Reclamou entre ofegos.
— Vai, Betty, ainda faltam dois minutos. Você consegue! — Falou a Jessi, tentando motivar.
— Não. Não consigo. — Decretou a amiga. Me chamou a atenção que ela tava sorrindo. — Mas tem uma coisa que eu consigo fazer.
Numa virada que ninguém esperava, a Betty tirou um ás da manga. Ou melhor, tirou os peitos do sutiã, que foi parar no chão, deixou cair um fio de saliva entre os seios e envolveu meu pau.
Apesar de todos os turnos que eu tinha tido trabalhando pra Erica, era a primeira vez que faziam isso comigo. O painel que me separava das clientas sempre foi um obstáculo chato pra fazer algo assim com conforto. Mas mesmo assim, nunca imaginei que pudesse ser tão bom.
O mais ridículo de tudo era saber que a primeira vez que eu tocava nos peitos da Betty era com meu pau. Se eu não tivesse tão excitado, provavelmente teria dado risada depois de pensar nisso. Mas meu pau se sentia muito bem tão rodeado de carne, no melhor abraço do mundo.
— Tempo! — Exclamou minha irmã, meio irritada. — Filha da puta! Você trapaceou!
— Você teve prática mão a mão com esse pau. — Defendeu-se a Betty, segurando meu pau na mão. — Então não tem direito de reclamar.
Antes que minha irmã pudesse responder, eu a envolvi pela cintura e sentei ela em cima das minhas coxas.
— Nada de briga entre vocês, garotas. — Falei pra acalmar. — A única briga que vocês têm pela frente é contra isso. — Completei, pegando a mão dela e colocando sobre meu pau. Entreperna pra que ela sentisse minha ereção.
—Olha só o calmante que o Pedro arrumou pra Clarita! —Exclamou a Jessi entre risadas. —Agora já sabemos como acalmar ela na próxima vez que quiser discutir!
—Vou tomar bem seguido então.
—Nós também estamos bem alteradas agora. —Comentou a Betty, entrando na brincadeira. —Dá pra dividir entre todas?
—Claro, meninas, tem calmante pras três.
Levantei e olhei pra elas, mas na real não sabia como continuar. Era mais que óbvio o que ia rolar em seguida, mas com quem eu ia começar? Ia ter outra briguinha pra saber quem tinha direito de receber minha pica primeiro? Por sorte pra mim, parecia que a competição já tinha resolvido esse dilema.
Betty e Clara se levantaram e levaram a Jessi pela mão até a cama, deitando ela de barriga pra cima, e ficaram de joelhos, uma de cada lado da vencedora. Era tipo uma guarda especial pronta pra receber com honras minha porra.
Jessi se despiu de uma vez e ficou me encarando, as pernas abertas me convidando a entrar nela.
—Vai, irmãozinho. —Apressou a Clara. —Olha como ela tá toda entregue. Não faz a gente esperar mais, que você tem que atender as três.
Num momento que ia ficar pra história, não só obedeci minha irmã na hora, como ainda fiz de bom grado.
Jessi esperava em silêncio, os olhos grudados na minha pica, que já se aproximava devagar do esconderijo dos prazeres dela. Nem precisava lubrificar, os sucos que brilhavam entre os lábios dela mostravam que tava mais que pronta pra me deixar entrar sem problemas.
Coloquei minha cabeça bem na entrada dela e esfreguei umas vezes pra estimular ainda mais.
—Pelo amor de Deus, Pedrinho, enfia de uma vez.
Obedecendo o pedido desesperado, enfiei minha cabeça, arrancando um suspiro longo da boca dela. O calor que tinha lá dentro era quase tão forte quanto o da minha irmã. Não custou nada Entrar tanto quanto no caso da Clara, mas considerando que a Jessi era visivelmente maior que minha irmã, não era surpresa.
Fui com calma, progredindo centímetro por centímetro pra dar tempo dela se acostumar, mas parecia que a Jessi tinha outros planos, porque ela se sentou, me agarrou pelo pescoço, me beijou de boca aberta, colocou uma das mãos na minha cintura e se afastou dos meus lábios pra pedir num sussurro quase inaudível:
— Mete de uma vez, sua puta.
Encorajado pelo pedido, coloquei uma mão no peito dela pra ela deitar de novo, segurei sua cintura pra tomar impulso e simplesmente me abri caminho com força até preencher ela por completo. Definitivamente era o mesmo calor que senti na minha irmãzinha, a Jessi tinha uma caldeira fervendo lá dentro, mas mais do que me frear, isso me excitou ainda mais.
— Deeeeeeeeeeussssssssssss... Tô cheia de pirocaaaaaaaaa! — Ela exclamou, quase tão feliz quanto no dia em que viu os ingressos dos Backstreet Boys. — Me come, Pedrito... me come toda!
Tudo que eu ouvia da boca dela agia como o melhor estimulante do mundo. Não esperei nem um segundo e já tinha começado meu movimento, saindo um pouco pra voltar a entrar com força, provocando todo tipo de gemido na Jessi.
Aos poucos fui aumentando o ritmo, ignorando os tremores que tomaram conta do corpo dela algumas vezes. Finalmente cheguei a uma penetração bem intensa, segurando a cintura dela como se minha vida dependesse de não me soltar do corpo dela.
— Isso, Pedrito... assim... não para, por favor... não para...
Era tudo que eu conseguia entender no meio dos suspiros e gemidos dela, cada vez mais altos. Mas isso foi suficiente pra continuar com minha tarefa, tensionando os músculos pra entrar o máximo possível dentro dela.
— Vai, irmãozinho! — Disse a Clara, me incentivando também. — Dá com tudo!
O barulho dos nossos corpos se chocando era a trilha sonora perfeita, enquanto a Betty e a Jessi continuavam cada uma de um lado, enchendo ela de carícias. percorrendo o corpo dela com as mãos, tocando o pescoço, a cintura, brincando com os mamilos e passeando pela cintura, fazendo ela sentir mil sensações.
O quarto se encheu dos gemidos que a Jessi soltou quando finalmente gozou. Toda a tensão que tinha no corpo a abandonou, deixando ela como uma marionete que de repente tem os fios cortados. As forças dela sumiram e eu, orgulhoso por ter cumprido minha missão, tirei minha pica de dentro dela, deixando os sucos dela se derramarem na cama.
Coloquei a mão na entreperna dela e enfiei um dedo, que depois levei à boca, pra poder saborear aquele néctar. Jessi me olhou, alucinada de prazer, e pegou minha mão pra compartilhar o próprio gosto com ela.
Levei meu dedo até ela cobrir com os lábios, e chupou como tinha feito minutos antes com minha pica, até eliminar o último vestígio dos próprios sucos. Depois se sentou e de novo plantou os lábios dela nos meus, me convidando a enfiar a língua pra saborear o interior dela.
– Aaaaaaah… – Exclamou com um suspiro, se deixando cair de costas na cama, com um sorriso estampado no rosto. – A. Melhor. Pica.
– Falei pra vocês. – Comentou minha irmãzinha, me olhando com orgulho.
– Bom, meninas… Vê se me dão um espacinho que agora é minha vez. – Anunciou a Betty, enquanto se pendurava no meu pescoço e me puxava pra cama pra ficar entre o colchão e eu, e me beijar um tempo pra esquentar.
Clara colocou a mão no meio pra nos separar e entreter minha boca com a dela e a da Jessi de novo, o que provocou os protestos da Betty.
– Não, meninas! Agora não distraiam ele que ele tem que me atender!
– Tá bom, aí a gente deixa ele pra você então. – Disse Jessi entre risadas cúmplices com minha irmã. – Mas se prepara, que daqui a pouco a gente cuida de você. – Dito isso, as duas amigas se afastaram pra me deixar a sós com ela.
Assim como com a Jessi, comecei devagar, passando lentamente minha cabeça pela entrada dela. Mas diferente da amiga, Betty sim, pensei em deixar eu avançar mais devagar.
—Devagar, Pedrito. —Foi o pedido dela, talvez justamente pensando no que tinha rolado com a Jessi.
—Fica tranquila, é só me falar se eu tiver indo rápido.
Ela concordou em silêncio, o que eu interpretei como o sinal pra começar a penetração. Foi assim que eu introduzi a cabeça da minha rola, o que já foi o suficiente pra arrancar um suspiro bem alto dela. Sem parar, mas ligado em qualquer sinal de "para", eu pressionei pra avançar por aquele território que eu tava explorando pela primeira vez.
Era inacreditável o quanto ela era apertada, quase tanto quanto a minha irmã. Mas, puta merda, parecia que as três amigas compartilhavam até a mesma temperatura corporal, porque ela também ameaçava derreter meu pau enquanto eu abria caminho.
—Caralho… Isso é foda…
—Quer que eu pare?
—Quê? Nem fodendo!
A cara que a Betty fez praticamente tava me gritando que ela ia me matar se eu ousasse dar ré. Então, com um sorriso no rosto, continuei com a missão, fazendo a respiração dela ficar cada vez mais ofegante.
—Para, Pedro… Para! —A Betty reforçou o pedido colocando as mãos no meu peito.
—Tá bem?
—Tô, me dá um segundo… Espera eu me acostumar com…
A minha irmã e a Jessi não deram tempo dela terminar a frase, porque finalmente cumpriram a promessa e começaram a atacar os peitos dela sem dó. As mãos delas se dedicaram a massagear os dois melões, enquanto as bocas e as línguas brincavam com os bicos grandes dela, duros feito pedra.
—Suas filhas da puta… Vou matar vocês… —A Betty conseguiu falar entre gemidos, os olhos fechados de tanto prazer que tava sentindo sendo atacada em várias frentes.
—Continua, maninho, a gente cuida dela. —A Clara me ordenou, apertando um dos bicos da amiga.
Tinha que admitir que a tática tinha funcionado. A Betty parecia ter se esquecido de mim por uns segundos, e eu aproveitei pra empurrar mais uns centímetros. Uns segundos depois, finalmente minha cintura encostou na dela.
—Já Entrou... toda?" – perguntou Betty, com a respiração ofegante. – "Por favor... Não aguento essa pica toda... Me dá um segundo, Pedrito... FILHA DA PUTAAAAAA"
Como bem a amiga chamou, a putinha da Jessi colocou a mão na virilha da amiga e esfregou com vontade o clitóris dela, enquanto minha irmã fazia de tudo pra evitar que Betty se soltasse da cama.
– "Você começa a se mexer, Pedrito. Entre eu e a Clara, a gente cuida da Betty." – disse Jessi, falando numa boa, como se ter a Betty naquela posição fosse coisa de todo dia.
Aproveitando a chance de ter ela tão perto, peguei Jessi pela nuca e beijei a boca dela por uns segundos antes de começar a me mover dentro da amiga dela.
Tirei minha pica uns centímetros antes de entrar devagar de novo. Por mais que as minas estivessem segurando a Betty, não me parecia que ela ia aceitar de boa se eu metesse com força, pelo menos não por enquanto.
Os protestos da Betty foram virando gemidos cada vez mais altos. Era o sinal que eu tava esperando pra começar a aumentar o ritmo.
Me segurei firme na cintura dela, pra não deixar escapar, e comecei a me mover com mais soltura, aproveitando que a Betty já tava mais relaxada.
– "Ai sim, vai Pedrito, vai assim..."
Comecei a me afastar cada vez mais do corpo da Betty entre cada metida, deixando ela sentir como minha pica percorria o interior dela a cada momento. Finalmente, num desses movimentos, me retirei até só a cabeça ficar dentro dela. Clara me olhou, sorrindo, como se tivesse lido minha mente. Fiquei uns segundos assim, até a Betty levantar a cabeça pra me olhar.
Quando fiz contato visual com a Betty, simplesmente me joguei dentro dela de uma vez, como se quisesse atravessar ela de lado a lado.
Tinha que agradecer à minha irmãzinha por ter entendido o que eu ia fazer, e por isso colocou a mão na boca da amiga. antes que eu me impulsionasse pra frente, o grito que ela soltou teria sido ouvido no prédio inteiro.
Mesmo assim, Betty não parecia brava com isso, porque os tremores que percorriam o corpo dela mostravam que ela tinha gostado pra caralho.
— Segura aí, Betty, agora vai. — Foi meu aviso pra ela se preparar.
Foi aí que eu realmente comecei a meter sem piedade, castigando aquela buceta tão quente a picaço, uma vez e outra, até que Betty começou a perder o controle do corpo, e só conseguia lutar pra recuperar o ar que escapava com cada gemido.
Um último grito da parte dela me avisou que ela tinha chegado ao êxtase. Tirei minha pica com a satisfação de ter causado um orgasmo foda nela, coisa que ficou bem clara quando uma boa quantidade de líquido jorrou também entre as pernas dela. Betty ficou em posição fetal, tentando controlar os tremores.
— Betty, cê tá bem? — Perguntou minha irmã, que tinha se aproximado junto com a Jessi pra ver como ela tava.
— Sim… — Respondeu baixinho, acompanhado de um pequeno soluço. — Por favor, vacilona… — Ela se sentou na cama, olhando em volta como se estivesse tentando se localizar. — Cê tinha razão… Cê nem sabe onde tá depois de gozar tão forte assim.
Um sorriso de orelha a orelha enfeitava o rosto dela ao dizer isso. Depois ela se levantou pra chegar perto de mim e enlaçou meu pescoço com os braços pra me dar um beijo longo e intenso. Eu aproveitei aqueles segundos pra curtir aquele beijo, e também pra sentir os peitos nus dela se apertando contra meu peito.
— Maninho… Não esquece que ainda falta eu.
Minha irmã tava deitada na minha cama, com as pernas abertas e um sorriso que poderia ter roubado tranquilamente do Diabo estampado na cara. Os olhões verdes dela brilhavam de tesão, assim como a rachinha dela, de onde escorria um fiozinho dos sucos dela.
— Vai, Pedrito, não deixa a gente sem ver o show principal!
Jessi se tinha se aproximado de mim e, junto com a Betty, pegaram nas minhas mãos pra me guiar até minha irmã, que esperava ansiosa pela minha pica.
Eu avançava quase hipnotizado pela visão que tinha na minha frente. Era como se a Clara tivesse um ímã entre as pernas que atraía minha pica de um jeito impossível de resistir pra qualquer ser humano.
As duas amigas dela se posicionaram cada uma de um lado, ocupando lugares de primeira fila pra ver o que tanto queriam. Só de olhar o brilho nos olhos delas já dava pra ver que estavam loucas pra me ver comendo minha irmã. Era o tabu por excelência, um incesto ao vivo e a cores só pra elas se divertirem.
Me coloquei por cima da Clara e comecei a beijá-la. Ela entreabriu os lábios pra língua dela aparecer só um pouquinho, morrendo de vontade de me provar. Me grudei ainda mais nela pra deixar o beijo mais intenso, e a Clara abriu a boca pra deixar nossas línguas se pegarem por um tempo.
Sem desgrudar da boca dela, desci uma das mãos pra guiar minha pica pra dentro, mas a Jessi se adiantou e fez a honra.
— Cê vai mesmo comer sua irmã na nossa frente? Que par de irmão mais tarado que vocês são! — falou, com a boca colada no meu ouvido. — Arrebenta ela toda, Pedrinho. Vai fundo.
Comecei a empurrar, e minha cabeça entrou sem encontrar resistência, só com o gemido que arranquei da minha irmãzinha. O interior dela me recebeu com uma onda de calor do caralho que envolvia meu pau enquanto eu avançava.
Olhei pra minha irmã, que apertava os dentes pra não reclamar enquanto deixava minha pica entrar nela, e me inclinei pra chegar perto da boca dela e beijá-la de novo. Os braços dela rodearam minha cabeça pra me manter perto, mas ela virou a cabeça pra trás pra me oferecer o pescoço.
Nem besta nem lerdo, desci pra brincar no pescoço dela, beijando, lambendo e dando umas mordidinhas de leve, pra não deixar marca que ela tivesse que explicar pros outros depois. Aproveitando tudo isso, fui entrando cada vez mais fundo, até sentir que meu corpo ficava colado no dela.
— Olha como entrou toda! — A voz da Jessi ecoou do lado. Virei pra ver ela e só aí percebi que ela tava filmando a gente com o celular da minha irmã.
— Cê tá filmando? — Perguntei, estupefato.
— Ué, claro, Pedrito! — Respondeu Jessi, como se fosse ridículo achar que ela não ia fazer isso. — Isso vai ficar pra história dos quatro. Depois a gente te manda o vídeo, se quiser. — Completou, piscando um olho. — Agora não se distrai e continua, que a Clarita quer o teu pau.
Como é que essas minas sempre davam um jeito de aumentar ainda mais o tesão que elas me faziam sentir? Não bastava transar as três ao mesmo tempo comigo? Uma delas ser minha própria irmã não era suficiente? Não. Elas queriam gravar o momento em que dois irmãos transavam pra depois todo mundo poder rever.
Se era assim, então eu ia dar pra elas algo que deixasse as bucetas delas encharcadas toda vez que vissem.
— Pronta, irmãzinha? — Perguntei, puxando meu pau até só a cabeça ficar dentro dela. — Porque vou com tudo.
Clara arregalou os olhos quando entendeu o que eu ia fazer, mas em vez de se acovardar, pareceu encarar o pedido como um desafio, como se quisesse mostrar pras amigas que era capaz de aguentar meu pau sem reclamar. Finalmente, ela assentiu sorrindo, já preparada pra começar.
Coloquei as mãos na cintura dela, apertei firme e meti de uma vez na minha irmãzinha, que levou as mãos à boca pra abafar o grito que, do contrário, teria sido ouvido até na casa dos meus pais.
— Uffffff… — Ouvi a Betty falar, quase sem piscar. — Que fera que você é, Pedro! Tá bem, Clarita?
— Tá bem, vai fundo sem dó, Pedro. — Interveio Jessi, sem parar de filmar.
Clara não disse nada, mas com o olhar dela me disse tudo que eu precisava saber. Uma vez me retirei até deixar só a minha glande dentro dela, pra depois entrar de novo como se fosse um aríete tentando arrombar a porta de um castelo.
Fiz isso várias vezes, e os gritos da Clara foram diminuindo de volume, embora em nenhum momento ela pediu pra eu parar.
As amigas dela olhavam em silêncio, sem conseguir acreditar no castigo que o interior da minha irmã tava aguentando.
Sem prestar atenção nelas, só fui aumentando a velocidade das minhas penetrações até que minha cintura parecia se mover sozinha. Meu cérebro tava praticamente em branco, o único pensamento que passava na minha cabeça era o de levar minha cintura pra frente e pra trás, meu olhar fixo no rosto da minha irmã, que se contorcia de prazer.
-Ai sim… Sim… Me come assim, irmãozinho… Não para… Não pa… Não para… Não… ME DESTRÓI, FILHO DA PUTA!
Foda-se a história de abafar os gritos. Clara gritava como se tivesse possuída por um demônio tarado viciado na minha pica.
Como se aquilo tivesse sido a gota d'água, eliminei o último dos meus freios e meti com toda a força que me restava. Meus músculos começaram a reclamar, minhas pernas, meus braços, os ombros, as costas, até a bunda pedia pra eu dar uma pausa de um segundo. Mas na minha cabeça só tinha o desejo de provocar o orgasmo mais forte que eu pudesse na minha irmã.
Finalmente, quando nem minha obsessão conseguia me levar mais longe, minha irmã soltou um grito longo, arqueando as costas e jogando a cabeça tão pra trás que parecia que ia quebrar o pescoço.
Eu saí dela e foi como se uma represa tivesse se rompido. O jato que jorrou da minha irmã foi tão forte que encharcou meu torso; até algumas gotas chegaram no meu pescoço e no meu rosto.
O corpo dela se arqueou de novo, soltando um segundo jato igualmente forte, acompanhado de outro grito. Uma terceira e uma quarta vez ela se arqueou, coisa que a princípio parecia impossível pra gente. Por sorte os jatos que saíram, foram muito menos abundantes, ou eu já teria pensado que estava presenciando um ato de magia, ou algo parecido com uma piada de palhaço onde saem nove ou dez de um carro minúsculo.
—Vem, gurias. —falei pra Jessi e Betty enquanto me masturbava a toda velocidade.
As duas gurias se aproximaram da minha irmã, que ainda estava tentando se recuperar daquilo, e a Jessi me deu o celular da Clara pra eu segurar com uma mão e filmar o clímax em primeira pessoa.
—Lá vai tudo… —consegui falar antes de soltar um jato forte de porra na direção dos rostos da minha irmã e das amigas dela.
A Betty virou a cabeça da Clara dela pra que ela também pudesse receber parte do prêmio que as três tinham lutado pra extrair do meu pau. Um segundo jato saiu do meu pau, e depois um terceiro, bem menos impressionante.
Apesar da minha tentativa de distribuir de forma igual, minha irmã se deu bem por ter ficado no meio, então a maior parte foi parar no rosto dela.
As amigas dela, determinadas a não deixar a Clara ficar com a maior parte, passaram as bocas pelo rosto da minha irmã, catando tudo que podiam antes que ela pudesse negar.
Meu corpo finalmente disse chega, toda a tensão que existia em mim sumiu como num passe de mágica e eu praticamente desabei no chão, sem energia pra ficar de pé.
A Clara ainda estava se recuperando dos orgasmos que eu tinha causado nela, então foram as amigas dela que me ajudaram a levantar e me jogar na minha cama. Depois elas também se juntaram, de algum jeito dando um jeito de nós quatro descansarmos depois de uma façanha daquelas.
Depois de uns instantes, ou pelo menos foi o que pareceu, ouvi barulho de água correndo no chuveiro do meu banheiro. Levantei da cama e percebi que estava sozinho no meu quarto. Me perguntando o que tinha acontecido, coloquei uma cueca, saí do quarto e bati na porta do banheiro.
Abri a porta um pouco pra ver melhor. A cortina do chuveiro tava toda escorrida, então não dava pra ver quem tava tomando banho.
—Quem tá aí? —Perguntei, confuso.
—Somos nós três, tomando banho. —Respondeu minha irmã, espiando de lado. —Nem pensa em tentar entrar, não tem espaço pra você aqui. —Completou, sorrindo com malícia, como se tivesse lido minha mente. —Que tal pedir alguma coisa pra comer? Já tá quase na hora do jantar e a gente tá com fome. Imagino que você também. Daqui a pouco a gente sai pra você tomar banho também. —Fechou a cortina e continuou na dela, me ignorando completamente.
—Ufa… —Reclamei, decepcionado pela recusa da minha irmã em me deixar entrar no meu próprio chuveiro. —Tá bom, vou ligar e pedir umas pizzas.
—Valeu, Pedrito! —Ainda ouvi da Jessi antes de ir pra sala pegar meu celular pra ligar pro lugar onde eu pedia quando não tava afim de cozinhar e dava uma escorregada nos cuidados com a comida.
Meia hora depois, eu já tava sentado no sofá, de camiseta, esticando as pernas enquanto via TV. Tava esperando as pizzas chegarem, quando tocou a campainha do apartamento.
Isso era estranho, quase nunca falava com os vizinhos, e geralmente não era costume eles virem falar comigo a não ser por coisas bem específicas, mas mesmo assim levantei pra ver o que era.
—Oi? —Perguntei, sem abrir a porta.
—Pedro? É o Carlos, queria falar com você sobre uma coisa.
Carlos era o vizinho do lado do meu apartamento. Era um cara um pouco mais velho que eu, namorava uma mina muito gente boa chamada Violeta. Eram o casal jovem clássico que se mudava junto pela primeira vez e começava a descobrir como era a convivência debaixo do mesmo teto todo dia. Tinham se mudado fazia uns meses, mas a gente tinha uma relação normal, até que de boa.
Sem dar muita importância pra minha aparência, resolvi abrir a porta, me segurando no batente com um braço e na maçaneta com o outro. Se ele tivesse algum problema em me ver daquele jeito... de cueca e camiseta, que falasse logo.
—Oi, Carlos. Aconteceu alguma coisa?
—Oi, Pedro. Desculpa o incômodo, mas a Viole me falou agora há pouco que ouviu uns gritos de mulher, como se tivessem machucado ela, e queria saber se foi algo grave. Você tá bem?
Eu tava morrendo de vontade de contar qual tinha sido exatamente a causa dos gritos, mas achei que era sacanagem demais jogar na cara dele que eu tinha estado com três gatas gostosas ao mesmo tempo. Mas é claro que eu não fazia a menor puta ideia do que mais poderia ter sido que não soasse como violência contra minha irmã ou as amigas dela.
— O que foi, amor? — A Jessi tinha aparecido quase nua, só de lingerie e uma camisa minha que ficava enorme nela. O cabelo dela tava molhado e ela tava secando com uma toalha. Ela tava uma delícia, parecendo uma gostosa.
Meu deu um nó no cérebro por um segundo, igualzinho o do meu vizinho, que ficou de boca aberta na frente de uma mulher daquelas vestida daquele jeito.
— Não, não é nada. — Finalmente consegui responder. — Esse é o Carlos, meu vizinho, que queria saber o que foram todos aqueles barulhos que a gente fez.
— Oi, Carlos. Prazer. — A Jessi cumprimentou, me abraçando pela cintura, como se fosse uma namorada muito grudenta.
— O que foi, galera? — A Betty apareceu também, só de fio dental e usando uma camiseta velha minha, que mal cobria parte da bunda dela, e marcava perfeitamente os peitos dela. Os bicos bem durinhos dava pra ver por baixo do tecido.
— Esse é o Carlos, o vizinho do Pedro. — A Jessi explicou pra amiga. — Ele queria saber por que a gente tava gritando tanto na cama. — Ela completou, enfatizando a última palavra, pra fazer o vizinho sacar o que a gente tinha feito.
— Nossa... os vizinhos ouviram a gente? — A Clara apareceu por baixo do meu braço, perto da porta. A filha da puta tava diretamente com a camisa dela mal abotoada, só com alguns botões, deixando o fio dental e o sutiã completamente à mostra. Aquela visão, junto com a das amigas dela, com certeza tinha deixado ele Deixei o vizinho feito um otário.
Pobre Carlos, não merecia o que as garotas estavam fazendo com ele, mas tinha que admitir que a cara de bocó que ele fez quando elas se mostraram assim na frente dele era digna de quadro. Segurando o riso, tentei continuar a conversa normalmente, como se ter três gostosas seminuas no meu apê fosse coisa de todo dia.
— É, então… Espero que a Violeta não tenha se preocupado muito com os gritos. — Falei me desculpando. — É que na hora a gente às vezes se empolga e nem percebe o barulho que faz. Da próxima vez vamos tentar não fazer tanto escândalo, pra não dar motivo pra alguma velha do prédio reclamar.
— Hã… Sim… Sim… — Carlos ainda não tinha saído do choque, e as meninas não paravam de se exibir na moldura da porta, distraindo ele ainda mais. Ele piscou várias vezes antes de olhar pra mim de novo. — Bom, tentem fazer menos barulho da próxima, ou alguém do prédio com certeza vai reclamar.
— Fica tranquilo, Carlos, vamos tomar cuidado. Boa noite, e desculpa pelo incômodo. — Me despedi, fechando a porta na cara dele.
As meninas esperaram alguns segundos até ele se afastar da porta antes de caírem na gargalhada.
— Vocês três são demais! Pobre cara… A cara que ele fez!
— Ué, a gente ouviu que tinha vindo alguém por causa do barulho que fizemos e achamos que era a melhor forma de explicar o que rolou sem você precisar mentir. — Explicou Jessi com um sorriso malicioso. — No fim, ninguém sabe que a Clara é sua irmã, então não tem porque desconfiarem de nada.
— É, mas também… Não precisava fazer isso com ele… Agora vai se acabar na punheta pensando em vocês três quando a namorada não estiver por perto!
Mais uma vez elas caíram na gargalhada quando, nessa hora, tocou a campainha do portão do prédio. Imediatamente fui verificar se era o entregador, corri pro meu quarto pra vestir uma calça e calçar os sapatos rápido, peguei a grana e desci pra buscar as pizzas. -----
O jantar foi normal, como se nada de estranho tivesse acontecido e as três amigas tivessem vindo só pra conhecer meu apartamento.
A gente conversou sobre coisas superficiais, nada relacionado à história que tinha levado a gente até o que rolou minutos antes.
Quando a janta acabou, Jessi começou a andar de novo na frente da minha estante, olhando os livros e de vez em quando pegava um pra ver a capa. Ela ainda não tinha trocado de roupa (nenhuma das meninas tinha) e dava pra ver a bunda dela aparecendo por baixo da minha camisa quando ela levantava os braços pra pegar algum livro nas prateleiras mais altas.
— E esses, quais são? — Ela perguntou, com *Game of Thrones* na mão. — São os de *Game of Thrones*?
Uma pontada de dor passou pelo meu corpo quando ela mencionou essa série. Eles fizeram uma adaptação boa enquanto seguiram os livros, mas cada vez que se afastavam do material original, faziam merda. A temporada que estreou esse ano já era prova suficiente.
— Sim, mas os livros são melhores, pode ter certeza.
— Os livros são sempre melhores, óbvio!
— Se quiser, te empresto o primeiro pra você ler... Mas, por favor, cuida bem dele.
Eu não era de emprestar livros, era daquelas coisas que nunca voltavam, ou voltavam em estado horrível, mas Jessi era diferente. Se eu podia confiar em alguém pra isso, era na Clara e nas amigas dela. Pelo menos nesse caso eu já sabia onde encontrar elas se demorassem pra devolver.
— Sério? — O rosto dela se iluminou de felicidade. — Valeu, Pedrito! Juro que vou cuidar dele como se fosse minha vida!
— Tomara.
— Gente, tudo muito lindo... — Clara interrompeu. — Mas será que vocês podem dar uma mão pra limpar isso aqui? — Ela pediu, apontando pros restos do jantar e a bagunça.
— É, você tem razão. — Falei, voltando à realidade. — Aliás... Os seus pais não vão estranhar você não ter ido jantar em casa? O que você disse que ia fazer?
— Falei que a gente ia sair com a Betty e Jessi a encher a gente com essa sua pica, óbvio. –Respondeu, com um sarcasmo que dava pra sentir no gosto. –Supostamente a gente tá no cinema, vendo um filme. Acho que falei que era um da Marvel, mas tanto faz. Também não é como se fossem me perguntar sobre o que era o filme.
–Ah, bom, melhor assim.
–Falei que voltava perto da meia-noite. –Olhou o celular pra ver as horas. –Então a gente tem tempo de sobra pro segundo round.
–O quê? –Tinha ouvido as palavras dela, mas não conseguia acreditar.
–Pedrito… –Interveio a Betty, levando os pratos pra cozinha. –Se você acha que com aquela transa, que não vou negar que foi muito boa, a gente vai embora satisfeita do seu apê, cê tá muito enganado.
–Então espero que você tenha recuperado as energias. –Completou minha irmã, levando copos e talheres.
–Vocês três vão me deixar seco!
–Eu te falei que a gente ia te virar do avesso, e a gente vai cumprir… Isso sim, a gente vai ter que fazer menos barulho, ou os vizinhos vão reclamar de verdade.
Minha irmã deixou a frase no ar, e eu já tava me preparando pra elas três se jogarem em cima de mim pra me devorar inteiro. Mas, apesar do que eu pensei, a ação não começou naquele momento, a gente demorou mais uns minutos pra terminar de limpar tudo e desocupar a mesa.
A gente tava tomando um refri, ocupando as poltronas e o sofá, quando finalmente as minas deram o primeiro passo.
A Jessi se levantou, a camisa arregaçada e as pernas longas à mostra, chegou perto de mim pra se sentar no meu colo, a virilha dela na minha, e começou a encher minha cara de beijos. Os lábios macios dela pousavam em todo canto, como se fosse uma cega que queria conhecer cada detalhe do meu rosto, mas usava a boca no lugar das mãos.
As mãos dela tavam ocupadas segurando minha cabeça e bagunçando meu cabelo, mas uma terceira mão apareceu pra acariciar minha pica por cima da cueca. A Betty tinha entrado na brincadeira.
–Cê tá pronto pra revanche, Pedrito? –ela perguntou, tirando a camiseta e deixando à mostra os peitos maravilhosos dela.
Eu teria gostado de responder à pergunta dela, mas minha boca estava ocupada provando os lábios da amiga dela. Minhas mãos não se cansavam de subir e descer pelas costas dela, embora de vez em quando eu desse mais uma palmada sonora, coisa que a Jessi claramente adorava.
Levantei meu corpo alguns centímetros com a Jessi ainda em cima de mim, e a Betty aproveitou o momento para mover as mãos com habilidade, tirar minha cueca e deixar meu pau sair para tomar ar mais uma vez.
Sentei de novo no sofá, e a Jessi inclinou o corpo para a frente, deixando a amiga envolver minha cabeça com a boca e começar a chupar meu pau.
De repente, um terceiro par de mãos começou a tocar meu corpo, começando pelo pescoço e descendo pelo meu peito, se encaixando entre o meu corpo e o da Jessi.
–Não se esquece de mim, irmãozinho. –A Clara colou a boca no meu ouvido, sussurrando baixinho. –Já me dei outro orgasmo histórico. E ainda por cima esse ficou gravado em vídeo.
–O que cê tá fazendo aí, Clara? –A Betty perguntou, tirando a boca do meu pau.
–Como assim, o que eu tô fazendo aqui?
–Isso, você vai pro sofá. –Disse a Betty, ajoelhada no chão, com a mão ainda segurando meu pau, mas um olhar de total seriedade nos olhos.
–Você já comeu o Pedro pelas nossas costas, agora é a nossa vez. –Completou a Jessi. –Nós duas contra ele. Você fica no sofá e assiste se quiser, mas agora a gente vai ficar quites. –Finalizou com um sorriso.
–Tão tirando com a minha cara? –A Clara olhava pra elas sem acreditar que as amigas queriam deixá-la de lado num momento desses.
–Não. É o justo. –Respondeu a Betty. –Depois você entra, mas agora é só eu e a Jessi. Vai, não fica se fazendo de rogada, que você também adorou ver como ele nos comia.
–Suas filhas da puta… –Ela disse, aceitando a derrota momentânea. –Mas você, Pedrito, mais te vale deixar um pouco pra mim, ou te mato.
–Tô nas mãos de vocês. Irmãzinha. Diz pra elas deixarem um pouco.
-É o que faltava! Ainda por cima você dá razão pra elas!
-Vou dar mais do que razão pra elas. –Respondi, rindo da expressão de raiva dela.
-Fala sério, Clara. Senta no sofá. –Insistiu Betty, que ainda estava me masturbando pra aumentar minha excitação. –Quanto antes você nos obedecer, mais rápido seu irmão vai te atender.
Clara finalmente sentou a bunda no sofá e cruzou as pernas e os braços, visivelmente frustrada com a atitude das amigas. Mas elas tinham razão, com a Clara a gente tinha se virado por conta própria e ela tinha que compensar as amigas por isso.
-Agora sim, Pedrinho… Onde a gente tava? –Perguntou Betty, fingindo confusão. –Ah, já sei!
Em seguida, ela enfiou meu pau de volta na boca dela, continuando o boquete que tinha sido interrompido pela minha irmã. Enquanto isso, Jessi voltou a me beijar, enfiando a língua na minha boca como se quisesse conhecer o gosto da minha garganta.
-Pedrinho… Espero que agora você me coma direito. –Disse Jessi assim que se afastou da minha boca. –Quero que você destrua minha buceta de tanto pica, igual fez com a Clarita. Entendeu? Agora sim, vamos dar um belo show pra sua irmã.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Vem aí o segundo round!!!
O capítulo demorou mais do que eu esperava, mas espero que vocês entendam que a gente tem uma vida além dos contos, especialmente quando precisa trampar mesmo na quarentena.
Até o próximo capítulo.
28 comentários - Como descobri que minha irmã ama meu pau (Parte XI)
ya wey,,cambia de historia,,,,,,,como representante hazme caso....no tire por la borda tu reputación....no la chingues pinche pendejo!"
Realmente la historia es genial! Tremendamente bien narrada, organizada, descriptiva,... todo. Valieron la pena la espera, y cada coma, espacio y acento leído.
Gracias por haberte tomado el tiempo de contarla como se debe, con la extensión y los detalles que la historia merecía, en lugar de sólo cumplir con algo así nomás.
APLAUSOS DE PIE.