Outra história de como eu comia minha ex (escrito por ela)

O coração da Argentina
A história desse relato começa um pouco antes do momento que narro aqui, mas isso eu conto mais pra frente. Por enquanto, a gente só vai focar no encontro que rolou num escritório na Av. General Paz, em Córdoba, Argentina, bem no coração do país.
Foi num daqueles dias em que eu tava curiosa pra conhecer essa nação de música e homens emotivos, como dizem que são os italianos.
Tinha visto num jornal da cidade um anúncio pra entrar numa empresa que precisava de editora. Foi na época em que a ideia de ficar morando em Córdoba tava rondando minha cabeça, ou pelo menos tentar passar uma temporada que fosse além dos quinze dias curtinhos das minhas férias.
Procurei o escritório que aparecia no anúncio do jornal. Lá iam me fazer uma entrevista, já combinada antes por telefone:
– Sim, beleza – falei, e do outro lado
– Alô – ouvi num tom bem doce pra ser de um argentino que fala rápido e eu quase não entendia o que diziam.
Na hora, expliquei o motivo da minha ligação e ele me falou que eu tinha que ir a um escritório no centro da cidade, na Av. General Paz, e o encontro era de manhã porque a tarde tava ocupada. Não sei por que, mesmo tendo um monte de coisa pra fazer naquele horário, não reclamei e, bem no estilo mexicano, resolvi mostrar que tava interessada no trampo indo na hora certa.
E ali tava eu, esperando do lado de fora do escritório que parecia fechado, ou pelo menos essa impressão me dava. Bati e não tive resposta. No elevador, tinha ficado presa entre um andar e outro por causa da ideia brilhante de abrir a porta quando ele já tava se movendo. Esse elevador esquisito e um monte de outras coisas diferentes me faziam sentir estranha.
Não esperei muito, chegou e abriu a porta um cara de uns 1,77, magrinho pra caramba e com barba de cavanhaque, isso por si só já bastava pra chamar minha atenção, porque era algo que me atraía compulsivamente num homem. A primeira coisa que pensei foi que ele era interessante. Ele me cumprimentou:
– Bom dia, pode entrar. Passei para o escritório que era pequeno, mal tinha uma recepção minúscula e de um lado ficava a sala privada onde eu faria a entrevista, só tinha uma mesa e no chão algumas almofadas, duas cadeiras, uma pra ele e outra que ocupei na hora. Na parede, um quadro com uma mensagem que não entendi muito bem.

Ele fez de tudo pra eu me sentir à vontade desde o início da entrevista, o tom de voz dele era bem mais doce do que no telefone. Me apresentei e ele logo reparou na minha origem, embora não soubesse dizer de qual país latino-americano…

— Mexicana, falei.

Mesmo com frio, comecei a sentir calor na entrevista e tirei o casaco, esqueci completamente que tinha colocado uma blusa fina e que não estava de sutiã, mas na hora não reparei e continuei fazendo os desenhos que ele pedia. Quando terminei, levantei a vista e percebi que ele estava olhando meus peitos, cujos mamilos estavam duros e firmes, apontando decididos na direção dos olhos dele.

Ele continuou me fazendo perguntas e, enquanto eu respondia, notei que ele olhava de vez em quando pros meus seios, me senti estimulada e segura do interesse dele, e respirei fundo pra eles aparecerem ainda mais. Ele percebeu que eu tinha pegado ele me olhando e tentou evitar, mas ficou meio sem graça. Quando estendeu a mão pra me dar outras folhas, eu, disfarçadamente, rocei os dedos na mão dele, e isso deixou o Dr. XXXX, como se chamava meu entrevistador, um pouco nervoso. Ele era argentino — como a maioria — de traços italianos, tinha uns olhos castanhos, com sobrancelhas grossas, a boca pequena e rosadinha, as mãos dele eram bem grandes e não consegui deixar de pensar na associação obrigatória que se faz no México: “olha as mãos e os pés de um homem e aí você sabe o tamanho do pau dele”.

Minha blusa era de botões, então fingi que estava com calor e desabotoei um, falei: “Aqui dentro tá um calorzinho”.

Já dava pra ver meu pescoço e o começo dos meus peitos, que inchavam sem parar com minha respiração, e pra fazer ele sofrer mais — porque não era outra a minha intenção — decidi me inclinar um pouco mais pra frente. Nessa altura ele já tava meio duro, dava pra ver porque ele tinha se recostado um pouco no banco e a virilha dele mostrava um volume bem interessante. Não aguentei mais, parei de escrever e falei… ai, me sinto meio mal, acho que o calor é porque minha pressão subiu. Ele ficou me olhando meio confuso, sem saber se o que eu tava dizendo era verdade por causa do sorriso safado que eu tava dando. Levantei e virei de costas pra ele, sabia que minha bunda era a parte que mais chamava atenção. Redonda e grande, com minha cintura fina marcada por aquela saia justa, com certeza fariam o resto, pelo menos foi o que pensei. Não me enganei, ele levantou na hora e veio na minha direção, colou em mim e falou no meu ouvido: vai se sentir melhor se aliviar um pouco a roupa. Tava tão perto de mim que senti a respiração dele, a boca quase roçou minha orelha e a barriga dele encostou na minha bunda, onde ele deu uma roçada suave mas decidida. Na hora virei a cabeça e ofereci meu pescoço, mas percebendo a indecisão dele, joguei a bunda um pouco mais pra trás pra sentir o formato do pau dele, que já tava duro. De propósito me mexi, esfregando minha bunda naquele pau que se oferecia tímido mas decidido, peguei a mão dele e coloquei nos meus peitos: — Sente como meu coração tá batendo, tá muito acelerado, acho que minha pressão subiu — falei. Ele não respondeu, colocou a mão na minha blusa e apertou um pouco meu peito, depois enfiou a mão direita no meu decote e senti os dedos mornos na minha pele, um toque suave que me arrepiou. Soltei um gemido baixinho da garganta, a mão esquerda dele desceu num carinho pela minha cintura até chegar na beirada da saia pra entrar por baixo. Senti ele acariciar minha perna enquanto apertava meu peito. A mão dele foi subindo pela minha perna, acariciou a parte interna das minhas coxas e parou no tecido da minha calcinha, nesse dia eu tava de cinta-liga e ele percebeu, passou a mão nas bordas e depois parou no tecido que cobria minha buceta. buceta que já estava molhada.
Os dedos longos dele foram suficientes pra afastar o tecido da minha roupa e, decidido, ele acariciou meus lábios vaginais lubrificados. Naquele momento, eu já estava bem excitada, sentindo o volume que ele tinha colado na minha bunda, parecia de um tamanho bem bom e, como fazia tantos dias que eu não transava, minha lubrificação estava transbordando.

Senti o dedo dele acariciar meu clitóris, tocar, percorrer e se acomodar entre meus lábios, esfregando suavemente aquele suco que escorria de mim. Era tão abundante que ele percebeu e sussurrou no meu ouvido:
"Essa buceta tá molhadíssima."

A mão dele, acomodada debaixo da minha bunda, entre minhas pernas, cobria toda a minha buceta, e o dedo dele era tão longo que, alojado entre meus lábios, conseguia tocar a parte da frente. Ele mexia constantemente, esfregando, e eu gemia. Depois, ele se atreveu um pouco mais e, num movimento rápido, enfiou o dedo médio. Foi uma sensação estranha, era tão comprido que eu sentia ele se mover dentro de mim, acariciando as paredes da minha vagina, que quase o sugava.

Assim, com o dedo enfiado na minha buceta e apertando meu peito com a outra mão, ele me tirou de onde estávamos, de frente pra parede, e me levou até a escrivaninha, onde me inclinou. Levantou minha saia e, na frente dele, ficou minha bunda redonda, quase toda coberta pela calcinha fio-dental preta e pelos lacinhos da cinta-liga que eu usava pra segurar as meias pretas. Devia ser um espetáculo pra ele, porque ele disse:
— Que rabo gostoso você tem.

Meus saltos faziam minhas pernas ficarem tensas, e elas pareciam ainda mais firmes. Eu estava super molhada e não parava de gemer. Eu tinha provocado tudo aquilo e agora estava dividida entre o remorso de me sentir uma puta que andava se oferecendo daquele jeito e o tesão que era sentir a respiração dele perto da minha buceta. Ele estava bem ali, perto, ajoelhado atrás da minha bunda, e se aproximou o suficiente pra me provocar, fazendo eu me jogar pra trás tentando fazer contato. Senti a língua dele, e isso bastou pra me esquentar ainda mais. Eu tensei o quadril e, sem me desgrudar da escrivaninha, me Tentei me aproximar dele o máximo que pude. Não me enganei, cada vez que eu roçava meus lábios vaginais na língua dele, ele me premiava com uma lambida que recolhia um pouco dos meus sucos. A mão dele puxava minha calcinha fio dental para o lado, e com a outra ele apertava forte uma das minhas nádegas. Eu tinha as mãos apoiadas na escrivaninha e mal conseguia respirar, agitada, molhada, oferecendo minha buceta lubrificada para o psicólogo entrevistador — ele me fazia sentir muito gostosa.

A língua dele fuçava em mim, eu sentia ela indo e vindo de um lado, e eu gemia feito uma puta a cada movimento dele. Os dedos dele não ficavam parados, tocavam meus lábios e beliscavam suavemente. Ele continuou me chupando como se estivesse com fome, era o melhor comedor de boceta que eu já tinha encontrado. Meus gemidos deram o ritmo do meu orgasmo, que terminou na boca dele, e assim que viu que eu tinha gozado, ele arrumou minha calcinha fio dental no lugar.

Acariciou minhas nádegas, as apalpou suavemente. Tentei me levantar, mas ele não deixou; a mão dele nas minhas costas indicou que eu ficasse assim. Eu o ouvi abaixar o zíper da calça, mal desabotoou o cinto e baixou um pouco a cueca. Ali, deitada sobre a escrivaninha, minha perspectiva foi de um membro de grandes dimensões, de cabeça grande e redonda, brilhante pela lubrificação que já tinha. Estava completamente ereto. Ele se aproximou de mim e eu já não pude ver, só sentir. Puxou minha calcinha fio dental para o lado e, sem tirá-la, me enfiou.

Colocou a cabeça sobre meus lábios vaginais lubrificados e eu senti o tamanho enorme do membro dele. Empurrou um pouco, suavemente, e conseguiu colocar a cabeça na minha vagina. Foi uma sensação estranha, o tamanho enorme da cabeça anunciava o pau que viria para se carregar com toda a força nas minhas entranhas. Minha buceta parecia pequena demais para ele, porque desde a entrada ele teve um pouco de trabalho, seja pela umidade ou pelo formato do pau dele, mas escapava e ele tinha que tentar enfiar de novo. Finalmente, conseguiu encaixar a cabeça na entrada da minha buceta e, sem hesitar mais, me deu uma forte... empurrou, fazendo eu soltar um gemido misturado de dor e prazer, o pau dele era muito grande, comprido e cabeçudo, fazia sofrer um pouco a minha buceta lubrificada e eu consegui ouvi-lo dizer:
— Por isso te lubrifiquei bem, pra você aproveitar melhor.
A lubrificação excessiva da minha buceta ajudava, o pau enorme empurrava, entrava e saía com força, mas sem me machucar, só quando chegava no fundo eu sentia que ele empurrava com força lá dentro, senti bater forte nas minhas cavidades, mas o movimento firme e constante me fazia molhar mais e mais, minha lubrificação era tanta que ele disse: “Você me deixou a virilha toda molhada”.
O pau dele estava duríssimo, firme e grosso, era uma coisa deliciosa, assim eu sentia, a cada estocada dele eu sentia os colhões batendo contra minhas nádegas, que serviam pra amortecer cada golpe, embora ele fosse magro, tinha uma força incrível que parecia querer me partir ao meio. A cada movimento dos quadris dele contra minha bunda, com o pau ereto cravado na minha xota, ele me empurrava mais sobre a escrivaninha. Ele me segurou pelo cabelo e com a outra mão segurou meu ombro, puxando-me para ele, não tinha pra onde me mexer, eu estava completamente penetrada, com o pau enorme dele perfurando-me.
Eu gemia tão alto que ele tapou minha boca pra ninguém me ouvir, ele mal murmurava, me dizia que eu tinha uma xota muito gostosa, molhadinha e quente.
— Que buceta mexicana gostosa. Todas são assim, ou só quando tão com um bom pedaço de carne argentina enfiado?
Aquela frase me excitou ainda mais e comecei a sentir meu corpo se tensionar de novo, prestes a explodir, minha barriga sugava o pau dele que bombeava com força, os movimentos dele ficaram mais rápidos ao mesmo tempo que as contrações em mim, meu corpo inteiro estava moldado ao ritmo dele, ao ritmo do pau dele que empurrava, se movia em círculos dentro de mim, acariciando minhas paredes, não parava, continuava e continuava, por um momento cheguei a sentir que minhas pernas fraquejavam, que não era eu quem me sustentava com elas, mas Era o pau dele que me mantinha suspensa no ar.
Eu estava prestes a gozar e, toda vez que sentia que já ia rolar, ele mudava o jeito de se mover dentro de mim, prolongando ainda mais aquele prazer doloroso. Quando achei que não dava pra sentir mais nada, ele pareceu adivinhar e começou a me dar tapas na bunda que imediatamente fizeram meu corpo reagir, contraindo os músculos e apertando o pau dele dentro de mim.
Eu estava tão molhada que o corpo dele e o meu estavam grudentos. Os tapas na bunda ficaram cada vez mais fortes, e eu sentia a pele queimando; dava pra imaginar minha bunda vermelha por causa dos "chirlos" que ele me dava. Aquele cara tinha um alcance foda, o pau dele entrava e saía e ele não parecia cansado.
O pau dele entrava e saía com força, e ele disse:
— Olha aqui, mexicaninha, vamos te colocar de perninha no ombro, que essa é minha posição favorita.
Na hora, me endireitei e ele se afastou só um instante pra me deixar ficar de frente pra ele. Soltou meu ligueiro o suficiente pra abaixar um pouco minha calcinha fio dental e me subiu na mesa, onde me sentei. Minha bunda ficou bem em cima das folhas que eu tinha desenhado antes. Ele tirou tudo dali na hora, e minha buceta ficou direto no móvel. Ele abriu minhas pernas e se acomodou entre elas. Eu pude ver o pau dele que momentos antes eu sentia — era enorme. As mãos dele seguravam ele, e ele apontou direto pra minha conchinha molhada, onde enfiou devagar. Assim que a ponta entrou, ele deu mais uma estocada forte e me cravou. Levantou minhas pernas e colocou cada uma em cima dos ombros dele.
Eu estava de costas na mesa e podia ver ele na minha frente. Minhas pernas se flexionavam no ritmo das investidas dele, e eu senti que, nessa posição, o membro dele entrava com muito mais força e, sem minha bunda no meio, os ovo dele quase batiam na minha buceta. Um gemido abafado saiu da minha garganta, e no meu rosto se desenhou uma expressão de dor e prazer. Eu sentia que aquele pau enorme me machucava, mas ao mesmo tempo eu adorava e não ia pedir pra ele parar. Não dava. Ao contrário, ele queria que eu continuasse, e eu só abri a boca pra deixar escapar meus gemidos. Minha calcinha fio dental, que tava entre minhas pernas, quase ficava na minha cara de tão dobradas que eu tava. Ele enfiou o tecido na minha boca pra abafar um pouco meus gemidos.

— Vão te ouvir no prédio inteiro — murmurou.

As investidas dele ficaram mais intensas e fortes, tanto que senti que tava me machucando um pouco, mas não quis parar. Tava tão excitada que queria ter aquele pedaço enorme de carne inteiro e pedia: Assim, vai, me enfia toda, até as bolas, isso, assim aghhhh. E os ovos dele batiam com força na minha buceta molhada. A expressão no rosto dele foi deliciosa, eu semicerrava os olhos e ele me olhava fixamente, beijava meu nariz e minhas bochechas de vez em quando, as mãos dele nos meus ombros me empurrando pra baixo como se não quisesse me deixar escapar, e senti meu corpo explodir numa descarga intensa daquele prazer acumulado, enquanto ele se afastava de mim pra jorrar no meu ventre todo o esperma dele, que respingou na minha roupa. O esperma dele era grosso e abundante.

Ele se aproximou devagar e me deu um beijo, ficou ali em cima de mim por um instante que me pareceu o mais quente e doce. Depois se levantou e, me olhando, disse: Acho que seu exame psicológico vai ter resultados muito bons. A roupa dele tava limpa, mas a minha tava encharcada dos meus fluidos e do esperma que ele tinha acabado de despejar no meu ventre. Mesmo assim, arrumei a roupa rapidamente e me despedi dele com um beijo na bochecha. Não falei mais nada e saí do escritório. Ele tinha meus dados pra me localizar, e se algo mais fosse rolar, a bola tava do lado dele.

Já na rua, senti uns fluidos escorrendo entre meus lábios vaginais, e minha roupa toda molhada cheirava forte a sexo. Ainda tinha muita coisa pra fazer naquele dia e não ia deixar de fazer, mesmo que a umidade do esperma morno dele molhasse minha virilha.

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