O dia que comi a namorada do meu amigo…

Tudo começou há muito tempo, depois de muitos anos de amizade. Para não revelar nomes reais, vou chamá-lo de Manuel e ela de Cláudia. Antes de eles começarem a namorar, eu me sentia atraído por ela e podia jurar que ela também sentia algo por mim. A verdade é que sempre a achei muito gostosa fisicamente, e ela realmente era. Tinha umas pernas bem torneadas, com um rabo bem empinado e uma cintura fininha. Os peitos eram grandes e bem durinhos. Dava para considerá-la uma petite com uma genética muito boa. A personalidade dela era de alguém tímida, mas ao mesmo tempo provocante, porque pegava confiança rápido. Dito isso, depois de conhecê-la por alguns meses, não tive coragem de chamá-la pra sair, porque meu amigo se adiantou e começaram a namorar. Pra ser sincero, sinto que aquela química que a gente tinha ficou ali e nunca foi embora com o passar dos anos. Pra não ficar enrolando. Muitos anos depois, nossa amizade continuava firme e forte. A gente costumava sair muito pra balada, e embora eu não seja de beber muito, naquele ano eu tinha acabado de terminar um relacionamento onde fui traído e estava bem mal (história que conto em outra ocasião). Acontece que a gente saía todo fim de semana pra balada e eu sempre era o terceiro rodado, mas nem tanto, porque apesar de tudo, éramos bons amigos. Semanas depois, o aniversário do Manuel estava chegando, e organizaram uma saída pra balada que ia terminar no apartamento do Manuel e da Cláudia. Já tinham comprado garrafas pra quando a gente saísse da balada e tinham tudo planejado, desde jogos, música, petiscos, etc... Quando chegamos na balada, pude notar o quão linda e gostosa a Cláudia estava, porque ela tava com um jeans super apertado que destacava o rabo redondo e bem trabalhado, com uns saltos abertos mas altos, e em cima uma espécie de cropped elegante que mostrava a barriga chapada, e ao mesmo tempo realçava a silhueta dela. Eu não parava de olhar pra ela sempre que podia, e nossos olhares se cruzavam com muita frequência. Vale mencionar que eu sempre tive a afinidade de fazer ela rir muito, mas ao mesmo tempo, em várias ocasiões ela também encontrou em mim a confiança de me contar assuntos pessoais até antes do que pro Manuel, o que eu soube que chegou a incomodar ele, embora nunca tenha passado disso. Voltando àquela noite, o Manuel e a Claudia bebiam sem controle, pois tomavam um gole a cada 20 minutos, além da bebida que estavam nos trazendo. Ao mesmo tempo, a namorada de outro convidado também começou a beber muito, a ponto de você notar o vermelho nas bochechas dela e o peso nos olhos. De repente, a Claudia se levanta e pega na mão daquela amiga e começam a dançar um rebolado, esfregando as partes nas pernas e roçando as mãos nas bundas uma da outra.. Dava pra notar que elas estavam ficando com tesão só de ver os rostos. O estranho de tudo é que eu nunca tinha visto a Claudia assim com outra mulher. Mas elas continuaram bebendo e dançando o resto da noite. De repente, o Manuel disse que era hora de ir embora e continuar a festa na casa dele. Nesse ponto, o Manuel não conseguia nem ficar de pé e tivemos que carregar ele entre vários. Quando chegamos na casa, sentamos o Manuel no sofá, e ele me pediu pra chegar perto. Quando me aproximei, ele sussurrou uma coisa no meu ouvido que eu entendi tudo na hora. Ele me disse "por favor, distrai o Pedro". Pra vocês entenderem, o Pedro é o namorado da mina que tava dançando com a Claudia e eles só se conheciam há uns 3 meses. Depois que ele me falou isso, entendi as intenções do Manuel, porque com certeza ele queria que eu distraísse o Pedro pra ele poder fazer alguma coisa com a Claudia e a namorada do Pedro. Não me entendam mal, parece muito louco, tendo em mente que o resto dos convidados estava ali e era praticamente impossível o Manuel fazer alguma coisa, mas o álcool fazia ele balbuciar e falar coisas sem sentido. Porém, o que aconteceu depois fez tudo dar uma virada inesperada, porque a Claudia e a namorada do Pedro continuaram se dançando, mas pararam pra ir ao banheiro. Levem em conta que a a música que a gente escutava vinha da televisão pelo YouTube e estava no talo, mas mesmo assim a gente ainda conseguia ouvir risadas e conversas vindo do banheiro. Depois de uns 15 min mais ou menos, a Claudia e a namorada do Pedro continuavam no banheiro, o que todo mundo achou estranho, mas ninguém teve coragem de fazer nada porque, enfim, a gente tava se divertindo. De repente, o Manuel se levanta, porque ainda tava no sofá e bem bêbado, e fala, “deixa eu entrar e trago elas de volta”. Ninguém achou estranho até ele também demorar pra voltar. Aí, do nada, aconteceu o inesperado: quando a música terminou, teve uma pausa de 5 segundos entre uma música e outra onde ficou um silêncio total. Foi aí que todo mundo na festa, incluindo o Pedro, conseguiu ouvir os gemidos vindo do corredor onde ficava o banheiro. A reação dos convidados foi na hora e muitos não acreditavam, deixando alguns de boca aberta, mas eu rapidinho virei pra ver o Pedro, que também tava ali, e a única coisa que ele fez foi balançar a cabeça, virar a cerveja que tinha na mão de uma vez, pegar uma segunda cerveja e caminhar pra fora pela porta da frente. Eu senti um pouco de pena do Pedro, porque foi uma humilhação na frente de todos os conhecidos. O clima mudou na hora e ficou tenso, o que fez os convidados começarem a ir embora um por um, ficando só eu na sala, enquanto ainda dava pra ouvir os gemidos do banheiro. Decidi espiar pela janela e vi o Pedro tomando a cerveja dele, então resolvi ir fazer companhia pra ele. Na hora percebi que ele tinha aceitado tudo numa boa e, sinceramente, com bastante maturidade, e só falou “É meu amigo, mas isso não se faz”. Depois de uns 20 min conversando no estacionamento, o Manuel sai como se absolutamente nada tivesse acontecido e como se a namorada do Pedro não estivesse dentro do apartamento dele. Foi tudo muito desconfortável, mas o Manuel pediu pra ele passar na casa no dia seguinte pra conversar, e o Pedro topou. Pra mim foi Raro, mas eu nem ligava, porque não era da minha conta. Manuel entrou no apartamento dele e eu continuei conversando com Pedro até que ele começou a se despedir de mim enquanto a gente voltava andando pro apartamento. Detalhe importante: eu sempre ficava no quarto de hóspedes do Manuel quando a gente saía, e esse também era o caso, ou pelo menos era esse o plano desde o começo. Quando tentei entrar, percebi que a porta estava trancada e eram umas 4 da madrugada, quando de repente o Pedro aparece por trás de mim e fala "deixa eu te ajudar". Pra minha surpresa, o Pedro tinha as chaves do apartamento do Manuel, e eles se conheciam há só uns 3 anos, e eu, que conhecia ele há 10 anos, nunca tive essa confiança dele pra algo assim. A verdade é que me irritou muito tudo aquilo, saber que o Manuel tava fazendo tudo isso e que ainda por cima tinha me deixado pra fora. Ao entrar, ainda dava pra ouvir os gemidos, e também como eles paravam, porque tenho certeza que me ouviram entrar. Nisso, o Manuel sai do quarto e atrás dele sai a namorada do Pedro quase sem conseguir andar e completamente bêbada. Eu e o Manuel levamos ela pro quarto de hóspedes e ela apagou de vez. Por volta das 5 da manhã, eu fiquei conversando com o Manuel, e ele me contou que se sentia meio mal por ter roubado a namorada do Pedro, mas que tinha curtido muito. Depois de alguns minutos, o Manuel apagou num dos dois sofás que ele tinha, e eu fiquei no outro sentado, acordado, puto e meio incrédulo com tudo que tinha rolado naquela noite. De repente, ouço a porta do quarto principal abrir e sai a Claudia com os lençóis da cama enrolados no corpo, só mostrando uma perna. Ela se aproxima um pouco e pergunta se o Manuel já tava dormindo, e eu falei que sim, porque ele já até tava roncando. A gente se olhou por uns segundos sem dizer nada, e assim que eu me levantei, ela pegou no meu pau e começou a me beijar. Na hora eu afastei ela, porque o Manuel tava bem do nosso lado, e falei: vamos pro quarto. Assim que entrei no quarto, fui direto fazer de tudo com ela. Primeiro, tirei a roupa dela e pude ver o corpo que, até hoje, é o corpo mais gostoso que já vi numa mulher ao vivo. Parecia uma puta modelo no auge do esplendor. Peguei ela pela cintura e levantei pra deitar na cama, abri as pernas dela o máximo que deu pra chupar a buceta dela sem parar. Ela gemia que nem uma puta no cio, e eu mandava ela baixar a voz, mas, ao mesmo tempo, os roncos do Manuel me garantiam que ele tava dormindo. Depois, peguei ela pela cintura e virei ela, fazendo um 69 em pé. A maldita da puta se engasgava com meu pau enquanto eu chupava a buceta dela. Eu engolia todos os fluidos dela enquanto ouvia meu pau batendo na garganta dela. Não aguentei mais e coloquei ela de missionário pra meter meu pau inteiro até o fundo. Meu pau é bem grande, e mesmo assim entrou com total facilidade por causa do quanto a Claudia tava molhada. Não demorou muito pra eu pegar ela pelas pernas, do jeito que tava, e carregar nos meus braços pra continuar comendo ela. Eu bombava que nem um animal, e ela gemia enquanto abafava os gemidos com beijos de língua. Depois de uns 15 minutos comendo ela em pé, coloquei ela de quatro e chupei a buceta dela mais uma vez, pra depois meter até as bolas. Peguei ela pela cintura bem forte e fui sem parar até a puta gozar uma vez atrás da outra. Depois, ainda de quatro, peguei ela pelos ombros e comecei a meter mais forte, me ajeitei numa posição que meu pau encaixou melhor na buceta dela e dava pra ouvir minhas bolas batendo na buceta dela. Ela só falava "sou sua puta, me come com o Manuel na sala", e eu sussurrava no ouvido dela que eu era o macho dela de agora em diante. Ficamos assim uma hora e meia de sexo quente, totalmente encharcados de suor. A putinha apagou de tanto gozar, e eu não consegui dormir aquela noite. Não acreditava no que tinha acontecido. Eu tinha comido a namorada do meu amigo, na casa dele, na cama dele, e na dele. aniversário. Quando a calentura baixou, me senti muito mal por causa disso, tanto que não consegui dormir. Mas conforme os dias passaram, me senti um pouco aliviado por ter feito "justiça" com o Pedro, mesmo que não tivessem feito nada comigo. No final das contas, ela acabou confessando pro Manuel que isso aconteceu e que na verdade não lembrava muito, me fazendo ficar como o vilão da história... mas vocês, o que acham?

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