Sábado à tarde. Julián estava parado na porta do vestiário, observando Sofia em silêncio. Ela vestia um vestido vermelho paixão, colado no corpo como uma segunda pele, os lábios pintados de um vermelho brilhante e molhado, o cabelo preso com elegância e uns óculos de sol na cabeça. Ela estava de arrasar, letal. Enquanto se olhava no espelho, Sofia pegou a barra do vestido e levantou a saia só alguns centímetros para ajustar o caimento nas coxas. Naquele segundo, Julián viu o lampejo: uma calcinha preta de renda, minúscula, provocante e quase totalmente transparente.
Julián: —E esse vestido, Sofia?... E essa lingerie por baixo? Você não me disse que a gente ia sair hoje. Sofia abaixou a saia devagar, com uma calma exasperante. Pegou o perfume e aplicou um aroma doce e penetrante no pescoço, olhando para ele através do espelho com absoluta serenidade. Sofia: —A gente não vai sair, meu amor. Marquei de me encontrar com as minhas amigas e com a Cami pra tomar um drink e falar de um projeto. Julián: —Você vai sair vestida assim, com esse vestido vermelho e essa lingerie preta, pra tomar um drink com seu amigo e suas amigas? Sofia, pelo amor de Deus! Você se vestiu como se fosse pra um encontro num motel! Sofia se virou de frente, ajustando o tecido sobre os quadris. Caminhou até ele com passo lento, pegou a mão de Julián e passou suavemente pela perna dela, por cima do tecido justo, aproximando os lábios a um centímetro dos dele. A respiração dela cheirava a menta. Sofia: —Olha como eu me arrumei... também pra você me ver gostosa. Mas já que você prefere brigar, duvidar de mim e me julgar em vez de me aproveitar, eu vou embora. Julián: —Não me muda de assunto! Essa lingerie não é pra ir tomar um café com amigos! Sofia afastou a mão dele com frieza e suspirou com irritação, cruzando os braços. Sofia: —Você tá se ouvindo falar a besteira que tá dizendo, Julián? Agora eu tenho que pedir permissão pra usar a calcinha que eu quero! Você é um doente de ciúmes! Se você vê safadeza ou flerte em eu sair arrumada com meu amigo de infância e minhas amigas, quem precisa de terapia é você. Tô cansada dos seus shows. Sofia pegou a bolsa, ajustou os óculos na cabeça e caminhou até a porta. Ao passar por ele, deu um beijo seco na bochecha, deixando-o com a mão vazia, a boca amarga e o sangue fervendo. Sofia: —Eu te amo e na frente de todo mundo falo que você é meu namorado lindo. Mas se você continuar com essa perseguição, vai acabar com a gente sozinho. Não me espera acordado. O baque seco da porta ao fechar ecoou na sala como um tiro. Julián ficou sozinho, sentindo um nó abafando no peito e a angústia queimando por dentro. Meia hora depois, a atmosfera no apartamento do Camilo era oposta. Camilo abriu a porta e ficou mudo ao vê-la. Ela entrou sem pedir permissão, tirando os óculos devagar e dando um sorriso cheio de uma safadeza obscena. Camilo: —Olha essa mulher... Você veio vestida pra me matar hoje, Sofi. Esse vermelho fica perigoso em você. Sofía: —Te falei que hoje vinha te surpreender, Cami... Vê se você valoriza o quanto eu me arrumei "pros meus amigos"... A bolsa de grife caiu no chão com um baque surdo. Sofía andou até ele com passo felino e envolveu o pescoço dele com os braços. Camilo não esperou mais; ele a pegou com brutalidade pela cintura, colando ela no corpo dele. Com um movimento ágil e faminto, levantou a barra do vestido vermelho até o quadril. O roçar áspero das mãos masculinas dele contra o tecido delicado da renda preta arrancou o primeiro som da garganta dela. Sofía: —Ah!... Cami... mmm... devagar, que acabei de chegar...
Inclinó a cabeça para trás, deixando escapar um suspiro entrecortado e úmido enquanto Camilo afundava o rosto no pescoço dela, devorando a pele com beijos quentes, deixando um rastro de saliva e desejo sobre o perfume que Julián tinha sentido minutos antes. Camilo: —Você cheira deliciosa... —murmurou contra a orelha dela, com a voz rouca, enquanto uma mão descia para acariciá-la descaradamente por cima da renda—. E seu namorado, hein? Não te encheu o saco por sair assim de casa? Sofía: —Mmm... ai, Cami... nem me fala... —gemeu, esfregando-se instintivamente contra ele—. Ele fez um escândalo danado por causa do vestido e da lingerie. Que por que eu me arrumo tanto pra ver um "amigo"... ahh... Ele é um chato insuportável. Ele não entende nada... uf. Camilo soltou uma risada sombria, apertando com força uma das nádegas dela e deslizando um dedo pela borda do tecido transparente. Camilo: —Esse pobre infeliz tá ficando maluco em casa pensando que você tá num café —zombou, abrindo o cinto com uma mão—. Ele sabe muito bem que você veio pro seu "amiguinho" ajeitar suas ideias. Sofía: —Ah!... não fala isso, Cami... nhh... —ofegou Sofía, fechando os olhos ao sentir a carne quente dele procurando a entrada—. Julián tem que entender que entre você e eu só tem... mmm... ah!... muita confiança... É que ele é um cabeça fechada... não entende que amigos também se agradam assim... ahh, isso, assim!
De uma só vez, Camilo a levantou. Levou ela pro quarto, tirou a roupa dela e a colocou de bruços. Os beijos selvagens de Camilo borraram todo o batom vermelho, manchando o queixo e a bochecha dela. O som molhado do impacto dos corpos marcava um ritmo frenético. Tchau… tchau… tchau…
Camilo: —Você abre o vestido assim, toda gostosa, pra todos os seus "amigos", Sofi? —sussurrou perto do ouvido dela, moendo o quadril a cada investida. Sofía: —Mmm… só pra você, Cami… ahh… porque você é o único que sabe o que eu gosto… uf… mas é ele que eu amo, entendeu?!… ahh… pra ele eu guardo o respeito… com você é só… uf!… um tempinho pra desestressar com meu melhor amigo… ah, Cami, mais forte!
Na mente de Sofia não existia culpa, só o prazer ardente da própria mentira. A lógica era cinicamente perfeita: Juliano tinha o título de namorado, o respeito diante dos outros e o afeto morno em casa. Camilo tinha a pele, o suor, a obscenidade e a paixão sem freio que só um "amigo com muita confiança" podia dar. Pra ela não havia traição, só um namorado "complicado demais" que não sabia valorizar a namorada que tinha e um amigo que sabia. Sofia olhou de canto o espelho do corredor entre um gemido e outro. Viu o próprio reflexo: o cabelo todo bagunçado, o vestido no chão, o amigo por cima dela e o batom borrado num sorriso de puro prazer e cinismo. Soltou uma risadinha abafada, cheia de safadeza. Sofia: — Uff... me deixa do jeito que você quer, Cami... ahh... Pra ele eu dou o título, sim... mas pra você eu me entrego inteirinha... Ah! Naquele instante, sobre a mesinha de cabeceira, o celular da Sofia começou a vibrar sem parar. Bzzzz... bzzzz... Bzzzz... bzzzz... Na tela iluminada apareciam as notificações do Juliano: «Me perdoa, meu amor, não quero brigar.» «Te amo, me avisa quando chegar com suas amigas.» Camilo olhou pra tela sem parar de segurá-la contra a parede e riu por entre os dentes. Com pura malícia, apontou pras mensagens com a cabeça enquanto dava um tapa sonoro na bunda dela. Pla! Camilo: — Olha quem tá te escrevendo... seu "namorado lindo". Sofia, com o peito subindo e descendo descompassado, a pele suada e a voz trêmula de tesão, pegou o celular. Camilo, sabendo exatamente o que ela ia fazer, começou com estocadas profundas e lentas enquanto ela apertava o ícone de gravar nota de voz.
Sofia prendeu a respiração, fechou os olhos de uma vez ao sentir o toque íntimo que a fazia estremecer, e forçou o tom mais doce, inocente e angelical que conseguiu fingir, enquanto mordia o lábio para não soltar um gemido que a entregasse: Sofia (na mensagem de voz): —Ai, meu love lindo... nhh... não se preocupa, eu também te amo muito. Já tô aqui com as minas... ah... conversando gostoso. Daqui a pouco te escrevo, um beijão... muac. Assim que soltou o botão de enviar, jogou o celular no sofá e deixou escapar o gemido longo e sonoro que estava segurando. —Aaaaaah!— Ela se virou. Pegou o rosto de Camilo com as duas mãos, puxando o cabelo dele, e voltou a devorar a boca dele com desespero, se entregando ao encontro selvagem enquanto o suor e o perfume do amante se impregnavam para sempre no tecido do vestido vermelho.
Enquanto isso, a quilômetros dali, numa sala silenciosa, Julián levava o celular ao ouvido. Escutava a nota de voz: o tom doce e meigo da Sofía, a pausa que ele interpretou como cansaço, o som de fundo que ele achou que fossem risadas distantes. Se sentiu o homem mais ciumento, tóxico e culpado do mundo por ter duvidado dela, pedindo perdão em silêncio a uma mulher cujo batom vermelho já estava borrado e espalhado no rosto de outro homem que ela chamava de "amigo".
Julián: —E esse vestido, Sofia?... E essa lingerie por baixo? Você não me disse que a gente ia sair hoje. Sofia abaixou a saia devagar, com uma calma exasperante. Pegou o perfume e aplicou um aroma doce e penetrante no pescoço, olhando para ele através do espelho com absoluta serenidade. Sofia: —A gente não vai sair, meu amor. Marquei de me encontrar com as minhas amigas e com a Cami pra tomar um drink e falar de um projeto. Julián: —Você vai sair vestida assim, com esse vestido vermelho e essa lingerie preta, pra tomar um drink com seu amigo e suas amigas? Sofia, pelo amor de Deus! Você se vestiu como se fosse pra um encontro num motel! Sofia se virou de frente, ajustando o tecido sobre os quadris. Caminhou até ele com passo lento, pegou a mão de Julián e passou suavemente pela perna dela, por cima do tecido justo, aproximando os lábios a um centímetro dos dele. A respiração dela cheirava a menta. Sofia: —Olha como eu me arrumei... também pra você me ver gostosa. Mas já que você prefere brigar, duvidar de mim e me julgar em vez de me aproveitar, eu vou embora. Julián: —Não me muda de assunto! Essa lingerie não é pra ir tomar um café com amigos! Sofia afastou a mão dele com frieza e suspirou com irritação, cruzando os braços. Sofia: —Você tá se ouvindo falar a besteira que tá dizendo, Julián? Agora eu tenho que pedir permissão pra usar a calcinha que eu quero! Você é um doente de ciúmes! Se você vê safadeza ou flerte em eu sair arrumada com meu amigo de infância e minhas amigas, quem precisa de terapia é você. Tô cansada dos seus shows. Sofia pegou a bolsa, ajustou os óculos na cabeça e caminhou até a porta. Ao passar por ele, deu um beijo seco na bochecha, deixando-o com a mão vazia, a boca amarga e o sangue fervendo. Sofia: —Eu te amo e na frente de todo mundo falo que você é meu namorado lindo. Mas se você continuar com essa perseguição, vai acabar com a gente sozinho. Não me espera acordado. O baque seco da porta ao fechar ecoou na sala como um tiro. Julián ficou sozinho, sentindo um nó abafando no peito e a angústia queimando por dentro. Meia hora depois, a atmosfera no apartamento do Camilo era oposta. Camilo abriu a porta e ficou mudo ao vê-la. Ela entrou sem pedir permissão, tirando os óculos devagar e dando um sorriso cheio de uma safadeza obscena. Camilo: —Olha essa mulher... Você veio vestida pra me matar hoje, Sofi. Esse vermelho fica perigoso em você. Sofía: —Te falei que hoje vinha te surpreender, Cami... Vê se você valoriza o quanto eu me arrumei "pros meus amigos"... A bolsa de grife caiu no chão com um baque surdo. Sofía andou até ele com passo felino e envolveu o pescoço dele com os braços. Camilo não esperou mais; ele a pegou com brutalidade pela cintura, colando ela no corpo dele. Com um movimento ágil e faminto, levantou a barra do vestido vermelho até o quadril. O roçar áspero das mãos masculinas dele contra o tecido delicado da renda preta arrancou o primeiro som da garganta dela. Sofía: —Ah!... Cami... mmm... devagar, que acabei de chegar...
Inclinó a cabeça para trás, deixando escapar um suspiro entrecortado e úmido enquanto Camilo afundava o rosto no pescoço dela, devorando a pele com beijos quentes, deixando um rastro de saliva e desejo sobre o perfume que Julián tinha sentido minutos antes. Camilo: —Você cheira deliciosa... —murmurou contra a orelha dela, com a voz rouca, enquanto uma mão descia para acariciá-la descaradamente por cima da renda—. E seu namorado, hein? Não te encheu o saco por sair assim de casa? Sofía: —Mmm... ai, Cami... nem me fala... —gemeu, esfregando-se instintivamente contra ele—. Ele fez um escândalo danado por causa do vestido e da lingerie. Que por que eu me arrumo tanto pra ver um "amigo"... ahh... Ele é um chato insuportável. Ele não entende nada... uf. Camilo soltou uma risada sombria, apertando com força uma das nádegas dela e deslizando um dedo pela borda do tecido transparente. Camilo: —Esse pobre infeliz tá ficando maluco em casa pensando que você tá num café —zombou, abrindo o cinto com uma mão—. Ele sabe muito bem que você veio pro seu "amiguinho" ajeitar suas ideias. Sofía: —Ah!... não fala isso, Cami... nhh... —ofegou Sofía, fechando os olhos ao sentir a carne quente dele procurando a entrada—. Julián tem que entender que entre você e eu só tem... mmm... ah!... muita confiança... É que ele é um cabeça fechada... não entende que amigos também se agradam assim... ahh, isso, assim!
De uma só vez, Camilo a levantou. Levou ela pro quarto, tirou a roupa dela e a colocou de bruços. Os beijos selvagens de Camilo borraram todo o batom vermelho, manchando o queixo e a bochecha dela. O som molhado do impacto dos corpos marcava um ritmo frenético. Tchau… tchau… tchau…
Camilo: —Você abre o vestido assim, toda gostosa, pra todos os seus "amigos", Sofi? —sussurrou perto do ouvido dela, moendo o quadril a cada investida. Sofía: —Mmm… só pra você, Cami… ahh… porque você é o único que sabe o que eu gosto… uf… mas é ele que eu amo, entendeu?!… ahh… pra ele eu guardo o respeito… com você é só… uf!… um tempinho pra desestressar com meu melhor amigo… ah, Cami, mais forte!
Na mente de Sofia não existia culpa, só o prazer ardente da própria mentira. A lógica era cinicamente perfeita: Juliano tinha o título de namorado, o respeito diante dos outros e o afeto morno em casa. Camilo tinha a pele, o suor, a obscenidade e a paixão sem freio que só um "amigo com muita confiança" podia dar. Pra ela não havia traição, só um namorado "complicado demais" que não sabia valorizar a namorada que tinha e um amigo que sabia. Sofia olhou de canto o espelho do corredor entre um gemido e outro. Viu o próprio reflexo: o cabelo todo bagunçado, o vestido no chão, o amigo por cima dela e o batom borrado num sorriso de puro prazer e cinismo. Soltou uma risadinha abafada, cheia de safadeza. Sofia: — Uff... me deixa do jeito que você quer, Cami... ahh... Pra ele eu dou o título, sim... mas pra você eu me entrego inteirinha... Ah! Naquele instante, sobre a mesinha de cabeceira, o celular da Sofia começou a vibrar sem parar. Bzzzz... bzzzz... Bzzzz... bzzzz... Na tela iluminada apareciam as notificações do Juliano: «Me perdoa, meu amor, não quero brigar.» «Te amo, me avisa quando chegar com suas amigas.» Camilo olhou pra tela sem parar de segurá-la contra a parede e riu por entre os dentes. Com pura malícia, apontou pras mensagens com a cabeça enquanto dava um tapa sonoro na bunda dela. Pla! Camilo: — Olha quem tá te escrevendo... seu "namorado lindo". Sofia, com o peito subindo e descendo descompassado, a pele suada e a voz trêmula de tesão, pegou o celular. Camilo, sabendo exatamente o que ela ia fazer, começou com estocadas profundas e lentas enquanto ela apertava o ícone de gravar nota de voz.
Sofia prendeu a respiração, fechou os olhos de uma vez ao sentir o toque íntimo que a fazia estremecer, e forçou o tom mais doce, inocente e angelical que conseguiu fingir, enquanto mordia o lábio para não soltar um gemido que a entregasse: Sofia (na mensagem de voz): —Ai, meu love lindo... nhh... não se preocupa, eu também te amo muito. Já tô aqui com as minas... ah... conversando gostoso. Daqui a pouco te escrevo, um beijão... muac. Assim que soltou o botão de enviar, jogou o celular no sofá e deixou escapar o gemido longo e sonoro que estava segurando. —Aaaaaah!— Ela se virou. Pegou o rosto de Camilo com as duas mãos, puxando o cabelo dele, e voltou a devorar a boca dele com desespero, se entregando ao encontro selvagem enquanto o suor e o perfume do amante se impregnavam para sempre no tecido do vestido vermelho.
Enquanto isso, a quilômetros dali, numa sala silenciosa, Julián levava o celular ao ouvido. Escutava a nota de voz: o tom doce e meigo da Sofía, a pausa que ele interpretou como cansaço, o som de fundo que ele achou que fossem risadas distantes. Se sentiu o homem mais ciumento, tóxico e culpado do mundo por ter duvidado dela, pedindo perdão em silêncio a uma mulher cujo batom vermelho já estava borrado e espalhado no rosto de outro homem que ela chamava de "amigo".
0 comentários - Jogo Psicológico 2