Todos os dias vou ao mercadinho do meu bairro, onde quem me atende é o Carlos, que não para de falar do Peñarol, que tão quase ganhando a Libertadores, que têm que mandar o técnico embora, que tem que entrar não sei quem, enfim, um fanático por futebol que acha que se assumir o clube, tira o time campeão do mundo. Atrás dele, arrumando umas coisas ou só sentada num caixote de madeira, tá a Yamila. A filha dele, que acabou de fazer 19 anos. Uma plancha/gostosa, do jeito que quiser chamar, sempre com aquelas camperas grandes no corpinho dela, cara de cu, unha postiça e o celular na mão. Um dia que o Carlos foi atender um fornecedor, a Yamila me atendeu porque eu tava levando pouca coisa. Perguntei por um produto que não tinha e ela falou "Tá pra chegar, se quiser me passa teu número que eu te aviso quando chegar", mantendo aquela atitude de quem não liga pra nada. Na saída, cruzo com o pai, que me para e pergunta se eu sei de algum trampo pra filha, que eu avisasse, porque ela tinha largado os estudos e ele queria que ela fizesse pelo menos alguma coisa. Horas depois, vejo uma mensagem de número desconhecido, mas a foto eu reconheci na hora: "Chegou o que você pediu! demorou pq o fornecedor teve um atraso", assim, com os erros de português, já sabia quem era. Minhas redes são vinculadas ao meu número de celular pra facilitar, então apareceu que a Yami começou a me seguir. Depois disso, uma enxurrada de likes nas minhas fotos. No Whatsapp, continuei a conversa, que ficou mais simpática, mais interessante, mais safada. "Amanhã joga o Peñarol e meu pai vai pro estádio com os amigos, se eu falar que vou na casa de uma amiga, a gente faz alguma coisa???" A mensagem dos sonhos, que eu tava esperando. Duas horas antes do jogo, o Carlos saiu com os amigos no carro e o protocolo "filha do dono do mercadinho" começou. Ela postou uns stories com foto com a amiga, que eram de dias atrás, com cumplicidade, e foi até minha casa. Bem estilo plancha, com a campera grande, tênis de molinha, um shortinho bem curto, o mais mina possível. A gente começou a falar de coisas do dia a dia, da falta de trampo que tem, até que ela me perguntou se podia acender um baseado, eu não fumo, mas falei que sim. Não dava pra deixar o tempo passar, o jogo começava em uma hora, então fui e avancei nela, obviamente que ela se deixou. A gente começou a se beijar de língua com muita força, ela me dava cada chupão na língua que faziam meu pau querer sair da calça sozinho. Na sala de jantar da minha casa a gente começou a se apalpar até chegar no meu quarto. Onde ela me jogou na cama e começou a me fazer oral. Ela agarrou meu pau com as mãos bem brancas e as unhas postiças, meio que arranhando, enquanto mal esboçava um sorriso. Tava com tanta vontade de comer ela, que eu coloquei ela em cima da cama quase sem tirar a roupa dela, baixei o short e ainda com o tênis, a camiseta e a jaqueta, comecei a meter nela. Apesar de ser bem puta e aparentemente ter a experiência que tinha, a buceta dela tava bem fechada. Bem depilada, comecei a esfregar o pau nela e ela pedia "por favor, enfia logo, me come de uma vez". A calcinha vermelha dela contrastava com a cor da pele, o que me deixou ainda mais excitado porque ela já tinha vindo preparada pra ação. Ela não parava de gemer, enquanto eu via umas lágrimas escorrendo dos olhos dela, não era pra menos, meu pau tava totalmente apertado enquanto eu metia nela. Eu segurava ela pela cintura pra me apoiar no impulso, a ponto de quase quebrar ela de tão magra que é. Terminei de abrir a jaqueta dela, levantar a camiseta, pra poder ver aqueles peitos pequenos com bicos inchados. Cada vez que eu me inclinava sobre ela, sentia chegar no fundo, momento em que aumentavam os gemidos, as respirações e os gritos. Eu ia metendo cada vez mais forte, as pernas dela estavam nos meus ombros, ainda com o tênis, ela se agarrava em mim pra eu comer ela mais rápido. Eu tinha medo de quebrar ela, mas não tava nem aí. Ela ficou de quatro e a situação se repetia, eu ia bem até o fundo com o pau a ponto de explodir, aquela buceta Buceta carnuda de cor rosado me convidava a continuar macetando ela com força e na qual, de vez em quando, eu descia pra chupar. Eu ia preparando o cu dela com meus dedos, mas ela implorava pra eu não fazer aquilo. Só por maldade, tentei forçar a entrada no cú, enquanto segurava os braços dela e puxava ela pra perto de mim, ela sentiu um pouco de medo, mas era impossível. Se eu já tava custando a comer ela pela buceta e tava destruindo, pelo cu eu ia arrebentar ela. Peguei ela pelo cabelo, coloquei ela de joelhos e ela automaticamente começou a me fazer um boquete. Eu segurava minha pica e passava por toda a carinha dela, enquanto ela pedia pra eu encher ela de porra. Ela nunca deixou de me olhar, com os olhos vermelhos, não sei se por causa do baseado ou porque não aguentava minha pica na garganta dela, comecei a disparar várias vezes com minha pica toda a porra, enquanto ela, com as unhas postiças, acariciava minhas bolas. "Você me destruiu, olha como ficou minha buceta" enquanto ela ria, me mostrava tudo inchada que ficou, tentando andar pra sair do quarto em direção ao banheiro. Ela postou uma story nas redes dela pra fingir demência, enquanto se arrumava um pouco pra voltar pra casa dela. Depois de nos beijarmos, fiz ela sair pela porta dos fundos que dá pra rua lateral, como se ela tivesse voltando da casa da amiga. No dia seguinte, vou ao mercadinho e cumprimento o Carlos. Feliz pela vitória do Peñarol ontem, mas eu mais feliz ainda por ter comido a filha dele, que por sinal, não estava lá. "Desculpa a pergunta Carlos, sua filha tá bem? não consegui arrumar um trampo pra ela". "Ela tá no médico", me respondeu. "Teve um problema ontem e foi consultar o doutor, mas tá esperando atendimento desde a manhã toda". Desejei rápida recuperação, mas mandei mensagem pra ela. Ela me mandou uma foto pra eu ver uma vez e tava com uma pica na mão. "Tô bem, mas tô meio ocupada." Bem puta a filha do Carlos.







2 comentários - Yamila, a putinha gostosa do armazém