A putinha mais gostosa da minha mulher

Isso que conto hoje é uma experiência que vivi há um tempo e que até agora não se repetiu nem continuou, embora talvez seja melhor assim, quem brinca com fogo acaba se queimando. Como comentei no meu relato anterior, sou casado com uma mulher excelente e uma puta na cama. Mas, enfim, não posso deixar passar as oportunidades que aparecem. Hoje em dia, os aplicativos de chat e encontros como Badoo ou Tinder, só pra citar os mais conhecidos... são os melhores aliados pra matar o tempo. Num desses sites conheci a Belém, uma ruiva de tirar o fôlego com quem comecei a conversar. Como quem tá nesses lugares geralmente sabe o motivo de estar ali, a conversa não demorou a ficar sugestiva e logo se tornou erótica. As fantasias dela, as minhas. As posições favoritas dela e as minhas. As coisas que ela faria comigo e as que eu faria com ela iam e vinham no chat num pingue-pongue cada vez mais quente. As palavras escritas já não bastavam pra nos satisfazer, e foi aí que as fotos entraram em cena, subindo cada vez mais de tom em explicitude e putaria. Tanto que eu chegava a esperar ansioso pelas madrugadas em que me comunicava com a Belém, e nos meus dias de folga sentia falta da nossa virtualidade quente. A verdade é que eu não sabia nada sobre ela, nem ela sobre mim... mas o que a gente sabia era se esquentar mutuamente, e muito. Numa dessas folgas em que eu não fazia nada em casa, minha mulher me comenta que naquele dia viriam colegas da faculdade pra preparar uma apresentação. A ideia me incomodou um pouco, mas me dava tempo pra ficar sozinho e tranquilo nas minhas coisas, então não achei tão ruim. Já no fim da tarde, as colegas começaram a chegar. Enquanto todas chegavam, eu fazia chimarrão e conversava amenidades, sendo um bom anfitrião. Um carro para do lado de fora, minha mulher sai... ouço ela dizer: "Fala pra ele entrar um pouquinho" e outra voz responde: "Não, ele já vai pro trabalho... Te vejo amanhã, amor". Elas entraram. Quem vinha andando junto com minha mulher? Não podia acreditar, mas lá vinha ela. com uma cara de espanto que aposto que era igual à minha, embora jure que me esforcei pra agir natural, mas isso quase nunca dá certo... Belén se aproximou de mim e a gente se cumprimentou com um beijo na bochecha enquanto nos apresentavam... bah, me apresentaram pra Carolina, o nome verdadeiro dela. Precisava sair dali, não porque fiquei assustado ou nervoso, o tesão que me deu naquela hora era impossível de disfarçar! Então, com a desculpa de deixar elas estudarem sossegadas, me retirei pra "Tomar um banho e deitar um pouco". Subi pro meu quarto, abri o chuveiro, me despi, peguei meu celular e comecei a mandar fotos minhas daquele momento... tava como se tivesse bêbado de tesão, louco... como ela diria. *Que que cê tá fazendo, otário? Cê tá maluco! *Vai me dizer que não gosta? Ou agora que me viu não quer mais fotos? *Para de encher o saco! Cê é o marido da minha amiga! *Cê é mulher de alguém pelo que eu vi também... *Mas é diferente! Cê não conhece ele, a Dai é mó boazinha, não merece ser traída. *Tem razão, além disso sua amiguinha é uma putinha, cê não sabe o quão vadia ela fica quando te fodo... *Vai pro caralho... Isso não me interessa, e além do mais... mais vadia do que eu... isso é certeza! *Ah é? Prova... Enquanto a resposta dela demorava, minha ansiedade aumentava, e minha excitação também. Realmente nunca esperei ouvir subindo as escadas minha mulher dizendo que tinha algo pra me pedir, se eu podia levar Carolina (Belén) até a casa dela porque a mãe passou mal e o marido não podia buscá-la porque tava trabalhando... Ela esperava ir viajando junto com as outras, mas pra voltar sozinha não tinha jeito... "QUE FILHA DA PUTA" Foi o que pensei... e agora enquanto escrevo isso, penso a mesma coisa. Claro que fingi desânimo e contrariedade com o pedido, e aproveitei pra mentir que tinha combinado de jogar bola. Daiana me pediu por favor... que primeiro deixasse a amiga dela e depois fosse pro "meu rolê". Aceitei, claro. Troquei de roupa, preparei "minhas coisas", peguei o carro. e espera do lado de fora. Ela saiu, cumprimentou minha mulher com um beijo, abriu a porta de trás e entrou. Eu cumprimentei minha mulher, perguntei pra onde a gente ia e liguei o carro. Duas quadras depois, virei pra ficar fora de vista e parei. Ela desceu, saiu e entrou no banco do carona. Não emitimos nenhum som e então...
— Belén ou Carolina? Como tenho que te chamar?
— Slut, pode me chamar. Sabe que isso me excita...
E dizendo isso, me beijou e enfiou a língua com vontade enquanto começou a amassar minha rola por cima da calça... Coloquei a marcha e arranquei, ela abaixou meu zíper, puxou minha rola e se abaixou... me chupava como uma profissional enquanto eu dirigia devagar pro hotel. Na entrada, ela se ajeitou no lugar, e aí entramos.
— Malvado, não gozei na sua boca — disse...
Descemos do carro e fomos pro quarto. Eu não falei nada. Ela tinha tomado a iniciativa até aquele momento, mas ali dentro, não. Ali eu ia ser o macho dela, o dono, e ela minha puta complacente.
— Tira a roupa, deita e abre bem.
Ela sorriu surpresa, mas naquele instante entendeu o papel dela e começou a fazer com gosto. Me encarou, tirou a camiseta, soltou o sutiã e liberou aqueles dois peitões enormes, roçou os mamilos rosados com a ponta dos dedos e começou a descer, mal tocando a pele, pela barriga até chegar no botão da calça jeans... Desabotoou e abaixou o zíper...
Sem tirar os olhos dos olhos um do outro, ela desceu a calça bem devagar... terminou de se despir se movendo numa dança lenta e excitante... se deitou e, segurando as pernas, abriu elas como um compasso.
— Assim, papai? O que você vai fazer comigo?
— O que eu quiser, vou fazer.
— Sim, papai, come a sua puta, papai...
Tirei minha roupa e fiquei de cueca... e disse que não ia comer ela... não ainda.
Me joguei de cabeça naquela buceta rosada e depilada... mal tocava com a ponta da língua... aquela xota perfeita, molhada, quente, toda pra mim... tomei o tempo necessário pra dar uma chupada como ela merecia... Lambi ela toda... por fora e por dentro, de cima a baixo e ao contrário, de um lado pro outro... devagar e apertando forte com minha língua, saboreei ela, comi ela, abri minha boca e chupei seus sucos, seu prazer, dava lambidas no clitóris dela bem rápido enquanto enfiava dois dos meus dedos naquele buraco quente e com a ponta dos dedos esfregava aquela rugosidade que fazia ela arquear as costas, gritar, pedir pra parar... pedir pra continuar... se estremecer e tremer até gozar em cima de mim... Saboreei o orgasmo dela como quem aproveita o manjar da mesa de um rei.
—Me come agora...
—Não. Vira e fica de quatro.
Ela obedeceu, e abaixando os ombros deixou em todo seu esplendor aquela bunda linda, branca, de nádegas firmes e desejosas... Bunda que não demorou pra ficar vermelha por causa das minhas palmadas, ela gritava e se mexia como se uma cerca estivesse comendo ela, devagar, num vai e vem marcado. Cada um dos golpes da minha mão era acompanhado por um gemido, o que pra mim era música.
Ela apertava os peitos contra o colchão, e esfregava eles ali enquanto eu curtia a vista. Mas a verdade é que eu não aguentava mais... aquela mulher, aquela ruiva gostosa e puta me deixava mais que louco...
Minha pica tava dura como pedra, tirei ela e encostei na entrada da buceta dela. Eu mexia, esfregava no buraco dela, enfiava a cabeça da minha rola e tirava... Ela pedia pelo amor de Deus...
Segurei a cintura dela, apoiei meu joelho na cama e enfiei até o fundo... entrou sem nenhuma resistência. Escorregando na liquidez da excitação dela, ela tava mais que molhada, quente e apertada. Parecia a própria glória.
—Ai, filho da puta, me come!
Depois de alguns segundos com a rola enterrada mas parada, comecei a bombar... não demoramos pra pegar velocidade... Ela falava como uma puta suja e poucas coisas me excitam mais que isso... eu puxava o cabelo dela e continuava dando palmadas cada vez com mais violência... sentia que a gente ia gozar e por nada nesse mundo queria perder a carinha de puta dela na hora...
Virei ela. Peguei as pernas dela. e as subi pros meus ombros. Peguei firme nos peitos dela e, enquanto amassava, meti com força... depois de umas quantas estocadas... chegou a estocada final. Joguei meu corpo em cima do dela... empurrando com minha pelve no fundo do abismo molhado dela. A porra pulsava dentro dela enquanto eu soltava todo o leite que aquela puta tinha merecido. Ela... tremeu... o corpo dela se contorceu em espasmos involuntários e apertava com a buceta meu pau enquanto abafava um grito agudo de êxtase. A expressão no rosto dela era de uma puta bem comida. Dessa vez me deitei ao lado dela... minha puta olhava pro meu pau "meio duro" e, como boa puta, desceu pra limpar ele... -Ai, papai, que gostoso... amei como você me comeu... adoro ser sua puta... não é verdade que sou a mais puta, papai? Olha como eu te agradeço... - dizia enquanto pegava meu pau e enfiava na boca dela pra deixar bem limpinho... Acendi um cigarro enquanto curtia as sensações e a vista... antes de perceber, já tava duro de novo. Ela colocou ele entre aqueles peitões enormes e, chupando como uma puta safada, me bateu uma até eu gozar de novo, dessa vez naqueles peitos lindos... Juntou todo o leite e tomou como uma gatinha... depois disso, nos trocamos e fomos embora. Levei ela até a casa dela e ela disse que se divertiu muito, mas que se sentia estranha naquele momento. Combinamos de conversar. Mas ela deletou a conta virtual... então até hoje não nos falamos de novo... Mas direto manda lembranças pra minha mulher e, segundo ela, fui "um verdadeiro cavalheiro" que soube como tratar ela naquele momento tão especial... Espero que tenham gostado! Comentários e sugestões são sempre bem-vindos.

7 comentários - A putinha mais gostosa da minha mulher

Excelente relato , muy caliente la colorada espero que puedas seguir comiendo ese manjar, té dejo mis 10 puntos, y felicitaciones
Lest47
Guao. Al paso que iba dando lectura a tu excelente relato, me pasaban por la mente todas las imágenes como si fuere un video. Te felicito por ese relato. Van pts y agradecimientos. Te la comistes con tu relato.