Conheci a Lucy no trabalho. À primeira vista, ela era uma garota tímida, com uma cara típica de fetiche de secretária antiga ou de bibliotecária reprimida… com óculos grossos, pele clara quase pálida, vestida como uma senhora de idade… à primeira vista, não chamava muita atenção, era um protótipo da Betty, a Feia, só que reservada, séria.
Mas foi justamente essa aparência que, num momento de relaxamento do estresse do trabalho, fez com que eu, meio que de brincadeira, prestasse mais atenção nela… não tanto no que a gente vê rápido… mas nos detalhes: ela tinha olhos grandes, lábios grossos, um cabelo ondulado que, se solto, chamaria muito mais atenção. Sobre as curvas dela, não dava pra falar muito porque, como eu disse, ela costumava se vestir pra não mostrar nada, calças largas, saias abaixo do joelho. Mas um bom observador conseguia perceber que, apesar da silhueta magra, as curvas dela se marcavam no tecido… não era voluptuosa, mas com certeza tinha um corpo esbelto, já vi ela carregando uma mochila, daquelas típicas de quem vai pra academia depois do trabalho. Com o tempo, através de uma amiga em comum, acabei conhecendo a Lucy, ela tinha seu charme e foi se soltando, mas ainda parecia fechada e até misteriosa. Por um tempo, notei que ela começou a se vestir melhor, cores mais vivas, vestidos não justos, mas ajustados, saias na altura do joelho, alguns saltos e um toque de maquiagem… uma mudança, não muito radical, mas bem positiva comparado com antes. Depois fiquei sabendo que ela tava saindo com um cara da área administrativa onde trabalha, o Sergio, um cara com cara de nerd, mas fazer o quê… ela também era… então pareciam bem juntos e fiquei feliz por ela, que agora tava se soltando mais. Uma vez encontrei ela saindo pelo estacionamento, chamei ela, perguntei se podia dar uma carona no meu carro… ela me olhou meio sem graça e recusou educadamente. Achei que era por desconfiança ou pra respeitar o namorado novo e evitar fofoca, o que não achei ruim, já que ela cuidava da imagem no trabalho, com tanto fofoqueiro maldoso por aí. Um dia fui numa reunião com um colega, que era bem tagarela. Acontece que, entre uma fofoca e outra sobre as minas do escritório, ele me disse que conhecia a Lucy da faculdade, e que com uns drinks ela podia ser bem desinibida. flertar com caras e até aceitar propostas deles pra ir pra cama. Bom, dizem que as que parecem quietinhas são as piores, mas… até que ponto dá pra acreditar nesse falador?. Na faculdade, tive um colega tagarela que se gabava de ter feito de tudo com as meninas mais na dela, mas quando elas descobriram, ele acabou mais esbofeteado. Então, como confiar em fofoca?. Pouco depois, saímos num grupo de amigos pra tomar uns drinks e notei a Lucy mais extrovertida, mais conversadeira e animada com uns copos, um pouco safadinha… pensei: uma coisa é isso, outra é ir além… Depois, por causa do trabalho, fizemos uma viagem curta pra outra cidade. Ao sair pra jantar e conhecer a cidade à noite, fomos conversando mais e ficando amigos. Aí, na confiança, sugeri a ela tomar algo… ela me olhou desconfiada e educadamente recusou, acho que por respeito ao namorado. Se desculpou dizendo que no dia seguinte tínhamos reunião cedo e não era pra passar mal. Bom, minha proposta na verdade não foi tão mal-intencionada ou esperando vê-la virar uma ninfomaníaca. Embora estivesse começando a sentir curiosidade pelo que me contaram e por descobrir mais daquela garota desinibida que vi naquela reunião de amigos. Na próxima vez que saímos em grupo, por coincidência, ficamos por último. Já tinha ouvido que ela morava numa área central meio perigosa. Lucy dizia que não tinha problema em ir sozinha, que já era conhecida no bairro dela e que não ia rolar nada. Mesmo assim, como cavalheiro, me ofereci pra acompanhá-la no táxi e depois ir pra casa. Isso ela aceitou. Lucy e eu estávamos meio bêbados no táxi, falei que esperava que desse tudo certo pra eles porque eram um casal bonito. Quando me dei conta, a cabeça da Lucy estava no meu ombro, e as mãos dela perto da minha virilha, e ela sorria feito uma menina feliz pelos meus bons votos pra ela. – Ok… pensei… a menina tá se soltando… Mas chegamos na casa dela. Ao me despedir, ela me deu um beijo bem perto da minha lábios… — Isso, não… tô interpretando errado, com certeza, devem ser os drinks e as coisas que me falaram, talvez a gente já não seja só conhecido, mas amigos, e tem mais intimidade… pensei. E sim, teve mais intimidade, quando a gente se encontrava nos corredores, conversava e ria. Via que o Sergio ficava meio ciumento. Mas a Lucy dava o lugar pra ele, pegava no braço dele pra mostrar que era o casal e acalmar o ciúme. Até que, de novo por causa de trabalho, viajei com a Lucy, seriam 3 dias e 2 noites fora. Dessa vez o Sergio veio se despedir dela no aeroporto e me pediu pra cuidar bem, deu um baita beijo nela na minha frente, tipo marcando território. O bom é que no trabalho todo mundo sabia que eu também tinha namorada, de muitos anos, me consideravam quase casado, porque cometi o erro de mencionar que tava morando junto com minha parceira… mas não quis dizer que não deu certo e que tava solteiro há uns meses. Logo que subimos no avião, conversando e rindo, a Lucy, à vontade, tirou os óculos, me pegou pelo braço e se aninhou no meu ombro, bem carinhosa. Virei e dei um beijo na testa dela, ela sorriu com os olhos fechados, de novo como uma menina… entendi que queria dormir… — ok… de novo isso… calma… não interpreta errado… isso tá só começando… não arruma confusão pro resto da viagem… eu me dizia pra me acalmar. Tava com a respiração meio acelerada, depois de terminar com minha namorada, esse contato parecia uma indireta. Mas era cedo demais pra me jogar, se eu me enganasse ia estragar a viagem, então ia ter calma e esperar outro sinal. Eu também tentei dormir. Quando chegamos e acordei, ela continuou carinhosa… já não parecia uma viagem de trabalho, mas uma viagem de casal… como a gente tinha a tarde livre e eu conhecia a cidade, levei ela pra conhecer uns lugares… na esperança de que em algum momento ela me desse outro sinal… mas nada… Saímos pra jantar e dessa vez ela aceitou uns drinks, se soltou um pouco mais. Quando voltamos pro hotel… cada um pro seu quarto… eu tava no terceiro andar e ela no quarto, a cama dela bem em cima da minha... mal dava pra ouvir os movimentos dela. - Merda... não teve outra indireta, pelo menos não fiz merda no avião. Se eu tivesse beijado ela, teria sido um erro enorme. Bom, vai ser mais uma punheta... pensei. Me acomodei na cama, conformado em ver TV ou pegar o Wi-Fi do hotel e procurar um pornô pra bater uma... mas naquele momento recebo um WhatsApp. - Valeu por me mostrar a cidade... me diverti pra caramba... dizia Lucy. - Relaxa... na próxima folga te mostro mais (meu pau, por exemplo, queria dizer, mas era muita ousadia). - Ei... parece que tá meio frio... ela falou, continuando a conversa. - É... sabe o que é bom pra isso?... eu disse. - O quê?... ela perguntou, curiosa. - Calor corporal... falei. Me surpreendi de escrever com tanta naturalidade, flertar daquele jeito, melhor dizendo, dar em cima, coisa que nunca tinha feito antes... talvez os drinks, o que achei que foi uma indireta dela no avião, ou o carinho com que me tratou a tarde toda... e o fato de estarmos sozinhos, mais as coisas que ouvi sobre ela... mais o tesão que Lucy tava me dando, a aparência dela... era tudo isso junto... Teve uma pausa desconfortável... pensei que tinha estragado tudo, que tinha me apressado, só rezava pra ela não levar a mal, pra levar na brincadeira... comecei a andar de um lado pro outro que nem leão enjaulado no quarto... até que ouvi que chegou outra mensagem... corri pro celular pra ver... - Sobe... Mensagem direta, sem dúvidas... subi correndo, no caminho hesitei, mas era outro sinal, outra indireta, ou ela ia me chamar a atenção por dar em cima sabendo que ela tinha namorado... podia esperar... tava com a adrenalina a mil... bati na porta e ela abriu... Bom... acabou com minha fantasia de encontrá-la de lingerie sexy, pronta pra tudo... na real, Lucy tava de pijama polar rosa, que cobria ela toda... me convidou pra entrar... Comecei a duvidar, até agora ela tava se comportando como uma menina que se aninha com o pai, inocente… talvez eu estivesse interpretando errado as reações dela. A verdade é que ela me convidou pra deitar e me cobrir com os lençóis. De novo a Lucy se aninhou do meu lado enquanto a gente via TV… de novo, igual no avião, virei e beijei a testa dela — Minha última cartada, se não rolar nada ou ela me achar de pai ou tô na friendzone… pensei. Na real, nessa altura eu já tava com o sangue fervendo, queria fuder ela de qualquer jeito, mas era uma colega de trabalho, a merda que ia dar se ela me acusasse de passar dos limites, de assédio… por sorte, ao me ver hesitar… foi a Lucy quem tomou a iniciativa. Depois do beijo na testa, ela deu umas risadinhas, aí esperou um pouco, ao não me ver avançar mais… a Lucy colou o rosto no meu sorrindo, quando virei de novo, ela se jogou em mim e me beijou… em pouco tempo senti a língua dela na minha boca. Não deu tempo de reagir, quando me toquei, a mão dela já tinha entrado no meu moletom e agarrado minha pica. Ao sentir ela dura, abafou uma risadinha safada de felicidade entre os beijos que me dava… e começou a me bater uma punheta… Aquela garota tímida que meses atrás mal me olhava, nem falava comigo e se vestia de um jeito horrível, agora tava desenfreada igual uma fera no cio. Não me dava tempo de reagir, só consegui empurrar os cobertores da cama pra gente ter espaço… Assim que ela viu minha pica descoberta… os olhos dela se arregalaram, maravilhada, ansiosa… o próximo que lembro foi que ela se atirou no meu pau e começou a chupar que nem uma expert toda… com um frenesi… abafava suspiros e gemidos entre a garganta dela e minha pica. Eu, satisfeito, só consegui acariciar o cabelo longo e ondulado dela… enquanto ela puxava minha cueca e meu moletom pra descobrir mais do meu pau, que era o objeto do delírio dela… — Eu queria te chupar desde o avião… uhmmm… ela disse excitada. Acho que no avião ela percebeu que a proximidade fez eu ter um começo de ereção e isso a excitou, optando por fingir que tava dormindo pra Se controlar… mas agora, em particular, ela soltava as rédeas dos desejos dela… e mandava muito bem, os lábios grossos e molhados dela acariciavam deliciosamente meu pau… Pelo menos, economizei a punheta… pensei… achava que a Lucy não ousaria ir além, por ser a primeira vez que chegávamos nesse ponto… ainda mais vendo ela agarrada no meu pau igual sanguessuga… talvez ela tenha adivinhado meus pensamentos… Sem parar de me masturbar, ela deu um jeito de tirar a parte de cima do pijama, os peitos brancos e médios dela estavam inchados de tesão, os bicos eriçados… depois puxou minha calça de moletom pra tirar, eu ajudava como dava… — Tira logo… ela pedia ansiosa. Enquanto eu terminava de tirar a roupa, ela fazia o mesmo com o pijama dela, tava de costas pra mim, só faltava a calcinha fio-dental preta meio transparente… pra quem era recatada na roupa, a lingerie era bem sensual… isso me excitou ainda mais… Eu continuava deitada, enquanto ela, de joelhos, se esforçava pra tirar a calça pelos meus pés… minha perversidade fez eu parar de ser só espectador e ficar mais ativo nesse encontro… puxei ela pela cintura, afastei a calcinha dela pro lado… e tentei acertar na buceta dela… — O quêêê?... Uhmmm… ufff… gemeu a Lucy satisfeita. Meu pau deslizou rápido pra dentro dela… tava hiper lubrificada, fácil entrou meio pau, enquanto as pernas dela tremiam, ela terminou de forçar o que restava de apertado, até ficar empalada… Um tremor subiu pela espinha dela, podia jurar que ela tinha gozado só com essa penetração surpresa… depois de curtir uns instantes, sem falar nada, ela se ajeitou, de joelhos de costas pra mim, virou as pernas na minha cintura e começou a pular sozinha, eu segurava ela pela cintura… — Aaaiii… siiiim… finalmente… exclamou satisfeita. Parecia que ela tava afim de mim há um tempo, talvez desde o táxi que pegamos juntos quando levei ela em casa ou desde a última viagem… tanto faz… já tinha fisgado ela e ela ela mesma se infligia castigo, mas logo em seguida vi ela tremer de novo… puxa, essa santinha é uma danada… Mas eu não queria ser só um acessório que ela usava, quis ser mais proativo, era minha vez de tomar o controle… fui empurrando ela pra frente, até que, sem nos separarmos muito, fomos adotando a posição de quatro… - Uiii… que delícia… de quatro… uhmmm… gemeu excitada. Dessa vez eu comecei a bombar ela, sentindo as bundas dela quicando na minha virilha, enquanto via os cabelos ondulados dela voando no ar… muita tentação, pensei, peguei ela pelo cabelo com uma mão e com a outra na cintura e comecei a cavalgar ela. - Siiim assim… me dá… aiii… uhmmm… ofegava cheia de tesão. Na cavalgada que eu dava nela, reparei no cuzinho enrugado dela, vi ele meio dilatado, pulsando… enfiei um dedo sem muita resistência da parte dela… acho que excitou ela mais… outro tremor tomou conta dela dos pés à cabeça, outro orgasmo? Ou era um tique nervoso… Fui trocando de dedo, pra testar a flexibilidade dela… até que enfiei o dedão, teve pouca resistência… Essa garota parece ser mais experiente do que aparenta, parecia já ter brincado com o cu… talvez se eu meter o pau não teria muita resistência… Fiz o movimento, tirei meu pau da buceta dela e apontei pro cu… - Nãão… por aí nãão… reclamou… colocando a mão, tampando o buraquinho. - Por que não? - Isso é reservado… se desculpou meio sem graça por não me satisfazer. Entendi que guardava aquilo pro Sergio, embora duvidasse que ele pensasse nessas coisas, ou que fosse pedir… enfim, tentei não me preocupar com isso… no fim das contas, tava comendo a namorada dele… era a primeira vez que fazia corno em alguém… Tínhamos ido mais longe do que imaginei… tava de boa curtindo os atributos que ela escondia do mundo, pra ser a primeira vez não queria abusar da confiança dela ou insistir… Lucy chupava fenomenal, beijava tão bem, gemia e pedia tão gostoso… que esperava que não fosse a última vez… pelo menos nessa viagem… Se tivesse Sorte que eu podia me deliciar mais com ela, e em algum momento ela me daria carta branca pra dispor de tudo que eu quisesse… então, pra que apressar as coisas e ganhar a desconfiança dela… respeitei os limites dela… e curti a entrega dela… Voltando ao encontro, depois daquela recusa, ela resolveu mudar de posição, talvez sentisse que era muito risco deixar o cuzinho dela à minha vista, tentação demais… ela se deitou de barriga pra cima, abrindo as pernas pra me receber no estilo antigo, o bom e velho papai-e-mamãe… O bom dessa posição é que eu sentia os peitos dela, indo e vindo com a respiração excitada, sentia os lábios dela, os beijos molhados com língua… podia pegar e acariciar os cabelos dela… via o rostinho excitado dela, era uma mulher bonita pra falar a verdade… – Ai que gostoso me fodeee… uhmmm… – ela dizia se tremendo de novo. Me afastei um pouco pra contemplar ela mais, só aí percebi que a buceta dela estava depilada… pronta pra ser apreciada e abusada… essa garota que até pouco tempo eu considerava quase uma freira, era uma caixinha de surpresas. Coloquei as pernas dela sobre meus ombros e levantei um pouco o quadril dela e fui penetrando ela com harmonia, subindo e descendo a cintura dela… ela ficava louca a cada penetrada, as mãos dela escorregavam pelo corpo, arranhando os lençóis. – Siim… assim… uhmmm… – Ai que delíciaaa… Já quase… – avisei. – Não espera… – ela pediu, extasiada. Segurei mais um pouco, tentei pensar em outras coisas, tipo, tipo no namorado dela, que eu considerava um cara legal e eu aqui comendo a namorada dele… mas na real ela dava uma sentada gostosa, melhor que outras minas de aparência melhor… Lucy era diferente, tinha uma entrega, uma desinibição, um jeito de beijar, de gemer, que parecia curtir cada momento, cada detalhe, cada penetrada… como se fosse a última vez que fosse dar… isso era excitante… – Ouuu… uhmmmm… Ahhh… – ela exclamou em outro orgasmo brusco. – Jááá… vai gozar… – avisei. – Siim… em cima de mim… – ela pediu. Tirei meu pau e em segundos comecei a cuspir esperma morno, espalhando meus líquidos pela barriga dela, chegando até os peitos e quase no rosto dela… — Ahhh… ufff… exclamei aliviado, gozei que nem um cavalo. Ela, toda destruída, sorria pra mim com toda minha porra espalhada no corpo dela, via como meus líquidos escorriam, enquanto o peito dela subia e descia de tanta excitação… num instante ela puxou meu rosto pra me beijar, como se tivesse agradecendo. Depois deitamos exaustos um do lado do outro… sem perceber, em poucos segundos eu já tinha apagado… gratamente satisfeito, esgotado pelo cansaço físico e emocional, de ter bolado como me insinuar sem ser óbvio… mas no final tudo deu certo.
Mas foi justamente essa aparência que, num momento de relaxamento do estresse do trabalho, fez com que eu, meio que de brincadeira, prestasse mais atenção nela… não tanto no que a gente vê rápido… mas nos detalhes: ela tinha olhos grandes, lábios grossos, um cabelo ondulado que, se solto, chamaria muito mais atenção. Sobre as curvas dela, não dava pra falar muito porque, como eu disse, ela costumava se vestir pra não mostrar nada, calças largas, saias abaixo do joelho. Mas um bom observador conseguia perceber que, apesar da silhueta magra, as curvas dela se marcavam no tecido… não era voluptuosa, mas com certeza tinha um corpo esbelto, já vi ela carregando uma mochila, daquelas típicas de quem vai pra academia depois do trabalho. Com o tempo, através de uma amiga em comum, acabei conhecendo a Lucy, ela tinha seu charme e foi se soltando, mas ainda parecia fechada e até misteriosa. Por um tempo, notei que ela começou a se vestir melhor, cores mais vivas, vestidos não justos, mas ajustados, saias na altura do joelho, alguns saltos e um toque de maquiagem… uma mudança, não muito radical, mas bem positiva comparado com antes. Depois fiquei sabendo que ela tava saindo com um cara da área administrativa onde trabalha, o Sergio, um cara com cara de nerd, mas fazer o quê… ela também era… então pareciam bem juntos e fiquei feliz por ela, que agora tava se soltando mais. Uma vez encontrei ela saindo pelo estacionamento, chamei ela, perguntei se podia dar uma carona no meu carro… ela me olhou meio sem graça e recusou educadamente. Achei que era por desconfiança ou pra respeitar o namorado novo e evitar fofoca, o que não achei ruim, já que ela cuidava da imagem no trabalho, com tanto fofoqueiro maldoso por aí. Um dia fui numa reunião com um colega, que era bem tagarela. Acontece que, entre uma fofoca e outra sobre as minas do escritório, ele me disse que conhecia a Lucy da faculdade, e que com uns drinks ela podia ser bem desinibida. flertar com caras e até aceitar propostas deles pra ir pra cama. Bom, dizem que as que parecem quietinhas são as piores, mas… até que ponto dá pra acreditar nesse falador?. Na faculdade, tive um colega tagarela que se gabava de ter feito de tudo com as meninas mais na dela, mas quando elas descobriram, ele acabou mais esbofeteado. Então, como confiar em fofoca?. Pouco depois, saímos num grupo de amigos pra tomar uns drinks e notei a Lucy mais extrovertida, mais conversadeira e animada com uns copos, um pouco safadinha… pensei: uma coisa é isso, outra é ir além… Depois, por causa do trabalho, fizemos uma viagem curta pra outra cidade. Ao sair pra jantar e conhecer a cidade à noite, fomos conversando mais e ficando amigos. Aí, na confiança, sugeri a ela tomar algo… ela me olhou desconfiada e educadamente recusou, acho que por respeito ao namorado. Se desculpou dizendo que no dia seguinte tínhamos reunião cedo e não era pra passar mal. Bom, minha proposta na verdade não foi tão mal-intencionada ou esperando vê-la virar uma ninfomaníaca. Embora estivesse começando a sentir curiosidade pelo que me contaram e por descobrir mais daquela garota desinibida que vi naquela reunião de amigos. Na próxima vez que saímos em grupo, por coincidência, ficamos por último. Já tinha ouvido que ela morava numa área central meio perigosa. Lucy dizia que não tinha problema em ir sozinha, que já era conhecida no bairro dela e que não ia rolar nada. Mesmo assim, como cavalheiro, me ofereci pra acompanhá-la no táxi e depois ir pra casa. Isso ela aceitou. Lucy e eu estávamos meio bêbados no táxi, falei que esperava que desse tudo certo pra eles porque eram um casal bonito. Quando me dei conta, a cabeça da Lucy estava no meu ombro, e as mãos dela perto da minha virilha, e ela sorria feito uma menina feliz pelos meus bons votos pra ela. – Ok… pensei… a menina tá se soltando… Mas chegamos na casa dela. Ao me despedir, ela me deu um beijo bem perto da minha lábios… — Isso, não… tô interpretando errado, com certeza, devem ser os drinks e as coisas que me falaram, talvez a gente já não seja só conhecido, mas amigos, e tem mais intimidade… pensei. E sim, teve mais intimidade, quando a gente se encontrava nos corredores, conversava e ria. Via que o Sergio ficava meio ciumento. Mas a Lucy dava o lugar pra ele, pegava no braço dele pra mostrar que era o casal e acalmar o ciúme. Até que, de novo por causa de trabalho, viajei com a Lucy, seriam 3 dias e 2 noites fora. Dessa vez o Sergio veio se despedir dela no aeroporto e me pediu pra cuidar bem, deu um baita beijo nela na minha frente, tipo marcando território. O bom é que no trabalho todo mundo sabia que eu também tinha namorada, de muitos anos, me consideravam quase casado, porque cometi o erro de mencionar que tava morando junto com minha parceira… mas não quis dizer que não deu certo e que tava solteiro há uns meses. Logo que subimos no avião, conversando e rindo, a Lucy, à vontade, tirou os óculos, me pegou pelo braço e se aninhou no meu ombro, bem carinhosa. Virei e dei um beijo na testa dela, ela sorriu com os olhos fechados, de novo como uma menina… entendi que queria dormir… — ok… de novo isso… calma… não interpreta errado… isso tá só começando… não arruma confusão pro resto da viagem… eu me dizia pra me acalmar. Tava com a respiração meio acelerada, depois de terminar com minha namorada, esse contato parecia uma indireta. Mas era cedo demais pra me jogar, se eu me enganasse ia estragar a viagem, então ia ter calma e esperar outro sinal. Eu também tentei dormir. Quando chegamos e acordei, ela continuou carinhosa… já não parecia uma viagem de trabalho, mas uma viagem de casal… como a gente tinha a tarde livre e eu conhecia a cidade, levei ela pra conhecer uns lugares… na esperança de que em algum momento ela me desse outro sinal… mas nada… Saímos pra jantar e dessa vez ela aceitou uns drinks, se soltou um pouco mais. Quando voltamos pro hotel… cada um pro seu quarto… eu tava no terceiro andar e ela no quarto, a cama dela bem em cima da minha... mal dava pra ouvir os movimentos dela. - Merda... não teve outra indireta, pelo menos não fiz merda no avião. Se eu tivesse beijado ela, teria sido um erro enorme. Bom, vai ser mais uma punheta... pensei. Me acomodei na cama, conformado em ver TV ou pegar o Wi-Fi do hotel e procurar um pornô pra bater uma... mas naquele momento recebo um WhatsApp. - Valeu por me mostrar a cidade... me diverti pra caramba... dizia Lucy. - Relaxa... na próxima folga te mostro mais (meu pau, por exemplo, queria dizer, mas era muita ousadia). - Ei... parece que tá meio frio... ela falou, continuando a conversa. - É... sabe o que é bom pra isso?... eu disse. - O quê?... ela perguntou, curiosa. - Calor corporal... falei. Me surpreendi de escrever com tanta naturalidade, flertar daquele jeito, melhor dizendo, dar em cima, coisa que nunca tinha feito antes... talvez os drinks, o que achei que foi uma indireta dela no avião, ou o carinho com que me tratou a tarde toda... e o fato de estarmos sozinhos, mais as coisas que ouvi sobre ela... mais o tesão que Lucy tava me dando, a aparência dela... era tudo isso junto... Teve uma pausa desconfortável... pensei que tinha estragado tudo, que tinha me apressado, só rezava pra ela não levar a mal, pra levar na brincadeira... comecei a andar de um lado pro outro que nem leão enjaulado no quarto... até que ouvi que chegou outra mensagem... corri pro celular pra ver... - Sobe... Mensagem direta, sem dúvidas... subi correndo, no caminho hesitei, mas era outro sinal, outra indireta, ou ela ia me chamar a atenção por dar em cima sabendo que ela tinha namorado... podia esperar... tava com a adrenalina a mil... bati na porta e ela abriu... Bom... acabou com minha fantasia de encontrá-la de lingerie sexy, pronta pra tudo... na real, Lucy tava de pijama polar rosa, que cobria ela toda... me convidou pra entrar... Comecei a duvidar, até agora ela tava se comportando como uma menina que se aninha com o pai, inocente… talvez eu estivesse interpretando errado as reações dela. A verdade é que ela me convidou pra deitar e me cobrir com os lençóis. De novo a Lucy se aninhou do meu lado enquanto a gente via TV… de novo, igual no avião, virei e beijei a testa dela — Minha última cartada, se não rolar nada ou ela me achar de pai ou tô na friendzone… pensei. Na real, nessa altura eu já tava com o sangue fervendo, queria fuder ela de qualquer jeito, mas era uma colega de trabalho, a merda que ia dar se ela me acusasse de passar dos limites, de assédio… por sorte, ao me ver hesitar… foi a Lucy quem tomou a iniciativa. Depois do beijo na testa, ela deu umas risadinhas, aí esperou um pouco, ao não me ver avançar mais… a Lucy colou o rosto no meu sorrindo, quando virei de novo, ela se jogou em mim e me beijou… em pouco tempo senti a língua dela na minha boca. Não deu tempo de reagir, quando me toquei, a mão dela já tinha entrado no meu moletom e agarrado minha pica. Ao sentir ela dura, abafou uma risadinha safada de felicidade entre os beijos que me dava… e começou a me bater uma punheta… Aquela garota tímida que meses atrás mal me olhava, nem falava comigo e se vestia de um jeito horrível, agora tava desenfreada igual uma fera no cio. Não me dava tempo de reagir, só consegui empurrar os cobertores da cama pra gente ter espaço… Assim que ela viu minha pica descoberta… os olhos dela se arregalaram, maravilhada, ansiosa… o próximo que lembro foi que ela se atirou no meu pau e começou a chupar que nem uma expert toda… com um frenesi… abafava suspiros e gemidos entre a garganta dela e minha pica. Eu, satisfeito, só consegui acariciar o cabelo longo e ondulado dela… enquanto ela puxava minha cueca e meu moletom pra descobrir mais do meu pau, que era o objeto do delírio dela… — Eu queria te chupar desde o avião… uhmmm… ela disse excitada. Acho que no avião ela percebeu que a proximidade fez eu ter um começo de ereção e isso a excitou, optando por fingir que tava dormindo pra Se controlar… mas agora, em particular, ela soltava as rédeas dos desejos dela… e mandava muito bem, os lábios grossos e molhados dela acariciavam deliciosamente meu pau… Pelo menos, economizei a punheta… pensei… achava que a Lucy não ousaria ir além, por ser a primeira vez que chegávamos nesse ponto… ainda mais vendo ela agarrada no meu pau igual sanguessuga… talvez ela tenha adivinhado meus pensamentos… Sem parar de me masturbar, ela deu um jeito de tirar a parte de cima do pijama, os peitos brancos e médios dela estavam inchados de tesão, os bicos eriçados… depois puxou minha calça de moletom pra tirar, eu ajudava como dava… — Tira logo… ela pedia ansiosa. Enquanto eu terminava de tirar a roupa, ela fazia o mesmo com o pijama dela, tava de costas pra mim, só faltava a calcinha fio-dental preta meio transparente… pra quem era recatada na roupa, a lingerie era bem sensual… isso me excitou ainda mais… Eu continuava deitada, enquanto ela, de joelhos, se esforçava pra tirar a calça pelos meus pés… minha perversidade fez eu parar de ser só espectador e ficar mais ativo nesse encontro… puxei ela pela cintura, afastei a calcinha dela pro lado… e tentei acertar na buceta dela… — O quêêê?... Uhmmm… ufff… gemeu a Lucy satisfeita. Meu pau deslizou rápido pra dentro dela… tava hiper lubrificada, fácil entrou meio pau, enquanto as pernas dela tremiam, ela terminou de forçar o que restava de apertado, até ficar empalada… Um tremor subiu pela espinha dela, podia jurar que ela tinha gozado só com essa penetração surpresa… depois de curtir uns instantes, sem falar nada, ela se ajeitou, de joelhos de costas pra mim, virou as pernas na minha cintura e começou a pular sozinha, eu segurava ela pela cintura… — Aaaiii… siiiim… finalmente… exclamou satisfeita. Parecia que ela tava afim de mim há um tempo, talvez desde o táxi que pegamos juntos quando levei ela em casa ou desde a última viagem… tanto faz… já tinha fisgado ela e ela ela mesma se infligia castigo, mas logo em seguida vi ela tremer de novo… puxa, essa santinha é uma danada… Mas eu não queria ser só um acessório que ela usava, quis ser mais proativo, era minha vez de tomar o controle… fui empurrando ela pra frente, até que, sem nos separarmos muito, fomos adotando a posição de quatro… - Uiii… que delícia… de quatro… uhmmm… gemeu excitada. Dessa vez eu comecei a bombar ela, sentindo as bundas dela quicando na minha virilha, enquanto via os cabelos ondulados dela voando no ar… muita tentação, pensei, peguei ela pelo cabelo com uma mão e com a outra na cintura e comecei a cavalgar ela. - Siiim assim… me dá… aiii… uhmmm… ofegava cheia de tesão. Na cavalgada que eu dava nela, reparei no cuzinho enrugado dela, vi ele meio dilatado, pulsando… enfiei um dedo sem muita resistência da parte dela… acho que excitou ela mais… outro tremor tomou conta dela dos pés à cabeça, outro orgasmo? Ou era um tique nervoso… Fui trocando de dedo, pra testar a flexibilidade dela… até que enfiei o dedão, teve pouca resistência… Essa garota parece ser mais experiente do que aparenta, parecia já ter brincado com o cu… talvez se eu meter o pau não teria muita resistência… Fiz o movimento, tirei meu pau da buceta dela e apontei pro cu… - Nãão… por aí nãão… reclamou… colocando a mão, tampando o buraquinho. - Por que não? - Isso é reservado… se desculpou meio sem graça por não me satisfazer. Entendi que guardava aquilo pro Sergio, embora duvidasse que ele pensasse nessas coisas, ou que fosse pedir… enfim, tentei não me preocupar com isso… no fim das contas, tava comendo a namorada dele… era a primeira vez que fazia corno em alguém… Tínhamos ido mais longe do que imaginei… tava de boa curtindo os atributos que ela escondia do mundo, pra ser a primeira vez não queria abusar da confiança dela ou insistir… Lucy chupava fenomenal, beijava tão bem, gemia e pedia tão gostoso… que esperava que não fosse a última vez… pelo menos nessa viagem… Se tivesse Sorte que eu podia me deliciar mais com ela, e em algum momento ela me daria carta branca pra dispor de tudo que eu quisesse… então, pra que apressar as coisas e ganhar a desconfiança dela… respeitei os limites dela… e curti a entrega dela… Voltando ao encontro, depois daquela recusa, ela resolveu mudar de posição, talvez sentisse que era muito risco deixar o cuzinho dela à minha vista, tentação demais… ela se deitou de barriga pra cima, abrindo as pernas pra me receber no estilo antigo, o bom e velho papai-e-mamãe… O bom dessa posição é que eu sentia os peitos dela, indo e vindo com a respiração excitada, sentia os lábios dela, os beijos molhados com língua… podia pegar e acariciar os cabelos dela… via o rostinho excitado dela, era uma mulher bonita pra falar a verdade… – Ai que gostoso me fodeee… uhmmm… – ela dizia se tremendo de novo. Me afastei um pouco pra contemplar ela mais, só aí percebi que a buceta dela estava depilada… pronta pra ser apreciada e abusada… essa garota que até pouco tempo eu considerava quase uma freira, era uma caixinha de surpresas. Coloquei as pernas dela sobre meus ombros e levantei um pouco o quadril dela e fui penetrando ela com harmonia, subindo e descendo a cintura dela… ela ficava louca a cada penetrada, as mãos dela escorregavam pelo corpo, arranhando os lençóis. – Siim… assim… uhmmm… – Ai que delíciaaa… Já quase… – avisei. – Não espera… – ela pediu, extasiada. Segurei mais um pouco, tentei pensar em outras coisas, tipo, tipo no namorado dela, que eu considerava um cara legal e eu aqui comendo a namorada dele… mas na real ela dava uma sentada gostosa, melhor que outras minas de aparência melhor… Lucy era diferente, tinha uma entrega, uma desinibição, um jeito de beijar, de gemer, que parecia curtir cada momento, cada detalhe, cada penetrada… como se fosse a última vez que fosse dar… isso era excitante… – Ouuu… uhmmmm… Ahhh… – ela exclamou em outro orgasmo brusco. – Jááá… vai gozar… – avisei. – Siim… em cima de mim… – ela pediu. Tirei meu pau e em segundos comecei a cuspir esperma morno, espalhando meus líquidos pela barriga dela, chegando até os peitos e quase no rosto dela… — Ahhh… ufff… exclamei aliviado, gozei que nem um cavalo. Ela, toda destruída, sorria pra mim com toda minha porra espalhada no corpo dela, via como meus líquidos escorriam, enquanto o peito dela subia e descia de tanta excitação… num instante ela puxou meu rosto pra me beijar, como se tivesse agradecendo. Depois deitamos exaustos um do lado do outro… sem perceber, em poucos segundos eu já tinha apagado… gratamente satisfeito, esgotado pelo cansaço físico e emocional, de ter bolado como me insinuar sem ser óbvio… mas no final tudo deu certo.
3 comentários - Lucía, a gostosa do trabalho