Pra quem não leu a primeira parte ou quer reler, deixo o link aqui.http://www.poringa.net/posts/relatos/3433634/Me-mude-con-mi-Novio-y-lentamente-me-converti-en-su-puta.htmlAntes de mais nada, percebi que no relato anterior mencionei meus biquínis, mas só mostrei três. Meu namorado fica doido com minhas fio dental, então preparei essa seleção das que vocês não viram antes:


O terceiro desejo que o Marquinhos me pediu foi incluir a Mel na nossa cama. Basicamente, ele queria um menage com ela. Eu me esforcei pra caralho pra obedecer.
No dia seguinte ao pedido, convidei a Mel pra um lanche. A ideia original era propor o menage ali mesmo. Mas sinceramente, não tive coragem e nunca consegui puxar um assunto que me ajudasse. Depois dessa primeira tentativa fracassada, decidi levá-la naquele fim de semana pra um bar e fazer a proposta lá. Com a ajuda de três drinks, consegui fazer uma proposta mais ou menos coerente pra um menage. Que ela, claro, recusou na hora.
Aqui preciso esclarecer uma coisa: somos melhores amigas desde o ensino médio. Passamos a adolescência toda juntas e várias vezes "experimentamos". É por isso que sei que ela não tem problema nenhum em ir pra cama comigo.
Durante o bar, tentei convencê-la várias vezes de novo. Mas ela não cedia, dizia que não porque não queria sacanear o namorado. Quando finalmente me cansei dessa desculpa, falei pra ela:Eu:Deixa que eu convenço o AleDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.Você não pode jogar isso diretamente pra ela, não?Eu:Não, já sei. Você planta isso pra ele e depois que ele fale comigo.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Deixa eu pensar nisso.
Depois do bar, passou quase uma semana, e eu ficava enchendo o saco dela todo dia. Até que chegou uma mensagem dela dizendo: "Já contei um pouco, aqui vai o número dele pra você acertar as coisas."
Com aquela mensagem, eu fiquei eufórica e em pânico ao mesmo tempo. Eufórica porque já tinha dado um passo, e em pânico porque tinha que explicar tudo pro Alexis, o namorado da Mel.
Dois dias depois, quando criei coragem pra mandar uma mensagem pra ele, ele respondeu que queria conversar pessoalmente, pra eu ir na casa dele sábado ao meio-dia e a gente batia um papo.
Fui vestida assim, pra vocês terem uma ideia:
Tudo parecia estar indo bem. Fui na casa dele na hora combinada, ele me recebeu super educado e sentamos na mesa pra bater um papo.Alexis:Então vocês querem fazer um menage com a Mel?Eu:Siii!, é um sonho que tenho há muito tempo. (Mentira, mas era mais fácil do que explicar a verdade)Alexis: —Tá bom, mas o problema é que vão comer minha namorada!Eu:É verdade, mas fica tranquilo que a gente vai tratar ela muito bem e nós dois somos bem saudáveis.Alexis:-Não é isso que me preocupa. O que acontece é que aqui quem se fode sou eu.Eu:Não fica assim não!! Se quiser, posso te compensar. (Pra ser sincera, o Ale é gostoso)Alexis:Como você quer me compensar?Eu:Com o que você quiserAlexis: -Bom, vamos facilitar, quero te comer agora!
Fiquei realmente pasmada por uns segundos com o quão direto ele foi.Eu:Tá bom...Alexis:—E tenho uma condição! A Mel não pode levar Booty. Fui eu quem estreou ela e quero ser o único a usar ela.
Tive que segurar o riso. Sei perfeitamente que a Mel teve a buceta arrombada aos 17 anos, muito antes de conhecer o Ale. Mesmo assim, aceitei a condição sem hesitar um segundo. Depois disso, ele me mandou pro banheiro ficar mais à vontade.
Quando saí, só de calcinha e sutiã, ele tava me esperando na beira da cama, completamente vestido.Ale:Pode começar chupando minha pica.
Só de ele pedir já me deixou com tesão, mas também lembrei que ele tinha uma pica linda. Então concordei e me ajoelhei na frente dele. Abri o zíper da calça dele e liberei a pica dele, que era muito mais gostosa pessoalmente. Comecei a chupar do mesmo jeito que fazia com o Marcos.
Alexis, nos primeiros minutos, ficou satisfeito, mas logo decidiu tomar as rédeas. Agarrou minha cabeça e fez o que quis. Enfiava minha cara contra as bolas dele, passava a pica no meu rosto e me sufocava pelo tempo que queria. Principalmente as sufocadas me excitaram muito, embora também me dessem vergonha porque eu tossia e babava tudo. Depois de 5 minutos desse castigo, minha cara já estava um nojo, toda cheia de saliva e com a maquiagem borrada.
Depois de um bom tempo comendo minha cabeça, chegou a hora da gozada. Me agarrou bem forte pelos cabelos e se esforçou pra caralho pra jogar toda a porra bem na minha testa.
Quando terminou, foi pro banheiro e disse pra eu esperar a segunda rodada. Eu me joguei na cama, tirei o que restava de roupa e me masturbei. Tava muito excitada com o jeito que ele me tratava, então tava curtindo pra valer. Quando ele saiu do banheiro, eu já tava no limite. Ele me apalpou um pouco e viu que a porra dele ainda tava na minha testa.
Pouco depois, ele já tava pronto pra mais. Me colocou de quatro e usou minha lubrificação pra entrar sem dificuldade. Devo admitir que ele me comeu brutalmente, sem nenhuma consideração. Até que em um momento ele me diz:Ale:Eu vou te comer esse cu sim, assim eu tiro algum proveito disso.
Pelo ritmo que ele tava metendo, eu não consegui nem pensar. Quando fui me dar conta, já tinha primeiro um dedo, depois dois e, por fim, a pica no cu. Meu rabo não teve problema nenhum pra receber a vara dele, entrava perfeitamente. O que eu não aguentava era o ritmo, o filho da puta tava furando meu cu. Tive que abaixar a cara até o colchão pra morder ele e não gritar. O foda é que essa posição de esquadro só pareceu deixar ele mais excitado e fazer ele meter com mais força. Decidi mudar de tática. Levantei a cabeça do sofá e falei.Eu:Ale, por favor, acaba comigo, enche minha bucetinha de porra (e assim cumpro com esse castigo brutal).Ale:-Esquece, gata! Aqui ainda falta algo
Automática e sem diminuir nem um pouco a potência da investida, ele levou a mão até minha pussy e começou a me masturbar freneticamente. Eu gemi igual uma foxy até ele cumprir o objetivo. Ele conseguiu que eu gozasse com o cock dele no meu cu. Enquanto ele continuava me comendo, eu perdi toda a força. Me senti a maior slut do mundo, tão foxy que gozo pelo cu. E essa sensação me excitava. Pouco tempo depois, ele encheu meu cu de cum e disseAle:Quando quiser, pode ir embora.
Dois dias depois do meu encontro com o Ale, minha bunda ainda tava doendo, mas o importante é que a Mel me mandou uma mensagem dizendo que queria falar comigo. A gente se encontrou em casa e ela me contou que o Ale tinha dito pra ela se juntar a nós na cama, que ele não tinha problema nenhum e até gostava da ideia. Depois de ouvir isso, entendi que ele curtiu nosso encontro.
A conversa continuou e rapidinho ficou quente, relembrando nossas explorações de adolescente. O ponto é que quando o Marquitos chegou, nós duas já tava se pegando igual umas loucas de calcinha e sutiã, completamente molhadas. A gente tava servida de bandeja pra ele.
Ele chegou rápido e, sem dizer uma palavra, começou a me beijar, mas quando fui ver, a língua dele já tava na boca da Mel. Diante disso, eu decidi continuar no que tava fazendo e soltei os peitos da Mel pra chupar eles. Fiquei um tempão ali até que ela me puxou de volta pra boca dela. Enquanto beijava ela, olhei procurando o Marcos e encontrei ele com a cabeça enfiada entre as pernas da Anto.
O filho da puta tava chupando a buceta dela. Desde que a gente se mudou pra casa nova, ele NUNCA tinha feito sexo oral em mim. Até quando parei pra pensar, percebi que quase nunca eu gozava desde que a gente morava junto. Naquele momento, entendi tudo: eu já não era mais a namorada dele, não importava se eu gozava, eu era a puta dele. E o mais triste é que eu mesma me coloquei nesse lugar.
Entender que eu tinha virado a puta do meu namorado, longe de me irritar, fez descer uma quantidade de lubrificação que eu nunca tinha tido na vida. Eu tava mais tesuda do que nunca.
Decidi me comportar como tal, empurrei o Marcos até uma cadeira e me ajoelhei pra chupar o pau dele como todo dia. Na hora, a puta da minha melhor amiga já tava ajoelhada do meu lado, dividindo a rola do meu namorado. A gente chupou junto por um bom tempo, a Mel chupava bem, mas claramente tava esperando o Marcos mandar nela, coisa que, conhecendo meu namorado, Não ia rolar. Então decidi tomar as rédeas. Raspei a bucetinha dela e usei a cabeça dela na pica do meu namorado. Fiz tudo que o namorado dela fez comigo e muito mais.
Quando percebi que o Marcos já não conseguia manter a pica dura, partimos pro sexo. Ele se deitou na cama e a Mel montou nele de costas. Ela cavalgava como uma campeã, eu me senti super orgulhosa, tinha conseguido que meu namorado comesse minha melhor amiga.
Tava tão feliz que enfiei minha cara entre as pernas dos dois e, enquanto a Mel pulava, eu alternava entre chupar os ovos do Marcos e a buceta dela. Daí a pouco o Marcos gozou, mas a gente ainda não tinha terminado, então ficamos mais um tempão na cama brincando, até eu gozar e depois a Mel.
Depois que ele comeu ela, meu namorado baixou a obsessão pela minha melhor amiga. Eu descobri que me excita ser a putinha do meu namorado. Foi um mês incrível, quase não me sinto mais em dívida com ele — ser a puta dele, na minha opinião, compensa os gastos que ele tem comigo.
No mês seguinte, o pedido foi de natureza familiar, depois prometo contar. Mas agora tenho outro problema: o desejo dele foi que eu o surpreendesse, que fizesse ele passar a melhor noite da vida dele. Não me vem uma ideia de putaria boa na cabeça, então qualquer ideia que vocês tiverem será super bem-vinda.



O terceiro desejo que o Marquinhos me pediu foi incluir a Mel na nossa cama. Basicamente, ele queria um menage com ela. Eu me esforcei pra caralho pra obedecer.No dia seguinte ao pedido, convidei a Mel pra um lanche. A ideia original era propor o menage ali mesmo. Mas sinceramente, não tive coragem e nunca consegui puxar um assunto que me ajudasse. Depois dessa primeira tentativa fracassada, decidi levá-la naquele fim de semana pra um bar e fazer a proposta lá. Com a ajuda de três drinks, consegui fazer uma proposta mais ou menos coerente pra um menage. Que ela, claro, recusou na hora.
Aqui preciso esclarecer uma coisa: somos melhores amigas desde o ensino médio. Passamos a adolescência toda juntas e várias vezes "experimentamos". É por isso que sei que ela não tem problema nenhum em ir pra cama comigo.
Durante o bar, tentei convencê-la várias vezes de novo. Mas ela não cedia, dizia que não porque não queria sacanear o namorado. Quando finalmente me cansei dessa desculpa, falei pra ela:Eu:Deixa que eu convenço o AleDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.Você não pode jogar isso diretamente pra ela, não?Eu:Não, já sei. Você planta isso pra ele e depois que ele fale comigo.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Deixa eu pensar nisso.
Depois do bar, passou quase uma semana, e eu ficava enchendo o saco dela todo dia. Até que chegou uma mensagem dela dizendo: "Já contei um pouco, aqui vai o número dele pra você acertar as coisas."
Com aquela mensagem, eu fiquei eufórica e em pânico ao mesmo tempo. Eufórica porque já tinha dado um passo, e em pânico porque tinha que explicar tudo pro Alexis, o namorado da Mel.
Dois dias depois, quando criei coragem pra mandar uma mensagem pra ele, ele respondeu que queria conversar pessoalmente, pra eu ir na casa dele sábado ao meio-dia e a gente batia um papo.
Fui vestida assim, pra vocês terem uma ideia:
Tudo parecia estar indo bem. Fui na casa dele na hora combinada, ele me recebeu super educado e sentamos na mesa pra bater um papo.Alexis:Então vocês querem fazer um menage com a Mel?Eu:Siii!, é um sonho que tenho há muito tempo. (Mentira, mas era mais fácil do que explicar a verdade)Alexis: —Tá bom, mas o problema é que vão comer minha namorada!Eu:É verdade, mas fica tranquilo que a gente vai tratar ela muito bem e nós dois somos bem saudáveis.Alexis:-Não é isso que me preocupa. O que acontece é que aqui quem se fode sou eu.Eu:Não fica assim não!! Se quiser, posso te compensar. (Pra ser sincera, o Ale é gostoso)Alexis:Como você quer me compensar?Eu:Com o que você quiserAlexis: -Bom, vamos facilitar, quero te comer agora! Fiquei realmente pasmada por uns segundos com o quão direto ele foi.Eu:Tá bom...Alexis:—E tenho uma condição! A Mel não pode levar Booty. Fui eu quem estreou ela e quero ser o único a usar ela.
Tive que segurar o riso. Sei perfeitamente que a Mel teve a buceta arrombada aos 17 anos, muito antes de conhecer o Ale. Mesmo assim, aceitei a condição sem hesitar um segundo. Depois disso, ele me mandou pro banheiro ficar mais à vontade.
Quando saí, só de calcinha e sutiã, ele tava me esperando na beira da cama, completamente vestido.Ale:Pode começar chupando minha pica.
Só de ele pedir já me deixou com tesão, mas também lembrei que ele tinha uma pica linda. Então concordei e me ajoelhei na frente dele. Abri o zíper da calça dele e liberei a pica dele, que era muito mais gostosa pessoalmente. Comecei a chupar do mesmo jeito que fazia com o Marcos.
Alexis, nos primeiros minutos, ficou satisfeito, mas logo decidiu tomar as rédeas. Agarrou minha cabeça e fez o que quis. Enfiava minha cara contra as bolas dele, passava a pica no meu rosto e me sufocava pelo tempo que queria. Principalmente as sufocadas me excitaram muito, embora também me dessem vergonha porque eu tossia e babava tudo. Depois de 5 minutos desse castigo, minha cara já estava um nojo, toda cheia de saliva e com a maquiagem borrada.
Depois de um bom tempo comendo minha cabeça, chegou a hora da gozada. Me agarrou bem forte pelos cabelos e se esforçou pra caralho pra jogar toda a porra bem na minha testa.
Quando terminou, foi pro banheiro e disse pra eu esperar a segunda rodada. Eu me joguei na cama, tirei o que restava de roupa e me masturbei. Tava muito excitada com o jeito que ele me tratava, então tava curtindo pra valer. Quando ele saiu do banheiro, eu já tava no limite. Ele me apalpou um pouco e viu que a porra dele ainda tava na minha testa.
Pouco depois, ele já tava pronto pra mais. Me colocou de quatro e usou minha lubrificação pra entrar sem dificuldade. Devo admitir que ele me comeu brutalmente, sem nenhuma consideração. Até que em um momento ele me diz:Ale:Eu vou te comer esse cu sim, assim eu tiro algum proveito disso.
Pelo ritmo que ele tava metendo, eu não consegui nem pensar. Quando fui me dar conta, já tinha primeiro um dedo, depois dois e, por fim, a pica no cu. Meu rabo não teve problema nenhum pra receber a vara dele, entrava perfeitamente. O que eu não aguentava era o ritmo, o filho da puta tava furando meu cu. Tive que abaixar a cara até o colchão pra morder ele e não gritar. O foda é que essa posição de esquadro só pareceu deixar ele mais excitado e fazer ele meter com mais força. Decidi mudar de tática. Levantei a cabeça do sofá e falei.Eu:Ale, por favor, acaba comigo, enche minha bucetinha de porra (e assim cumpro com esse castigo brutal).Ale:-Esquece, gata! Aqui ainda falta algo
Automática e sem diminuir nem um pouco a potência da investida, ele levou a mão até minha pussy e começou a me masturbar freneticamente. Eu gemi igual uma foxy até ele cumprir o objetivo. Ele conseguiu que eu gozasse com o cock dele no meu cu. Enquanto ele continuava me comendo, eu perdi toda a força. Me senti a maior slut do mundo, tão foxy que gozo pelo cu. E essa sensação me excitava. Pouco tempo depois, ele encheu meu cu de cum e disseAle:Quando quiser, pode ir embora.
Dois dias depois do meu encontro com o Ale, minha bunda ainda tava doendo, mas o importante é que a Mel me mandou uma mensagem dizendo que queria falar comigo. A gente se encontrou em casa e ela me contou que o Ale tinha dito pra ela se juntar a nós na cama, que ele não tinha problema nenhum e até gostava da ideia. Depois de ouvir isso, entendi que ele curtiu nosso encontro.
A conversa continuou e rapidinho ficou quente, relembrando nossas explorações de adolescente. O ponto é que quando o Marquitos chegou, nós duas já tava se pegando igual umas loucas de calcinha e sutiã, completamente molhadas. A gente tava servida de bandeja pra ele.
Ele chegou rápido e, sem dizer uma palavra, começou a me beijar, mas quando fui ver, a língua dele já tava na boca da Mel. Diante disso, eu decidi continuar no que tava fazendo e soltei os peitos da Mel pra chupar eles. Fiquei um tempão ali até que ela me puxou de volta pra boca dela. Enquanto beijava ela, olhei procurando o Marcos e encontrei ele com a cabeça enfiada entre as pernas da Anto.
O filho da puta tava chupando a buceta dela. Desde que a gente se mudou pra casa nova, ele NUNCA tinha feito sexo oral em mim. Até quando parei pra pensar, percebi que quase nunca eu gozava desde que a gente morava junto. Naquele momento, entendi tudo: eu já não era mais a namorada dele, não importava se eu gozava, eu era a puta dele. E o mais triste é que eu mesma me coloquei nesse lugar.
Entender que eu tinha virado a puta do meu namorado, longe de me irritar, fez descer uma quantidade de lubrificação que eu nunca tinha tido na vida. Eu tava mais tesuda do que nunca.
Decidi me comportar como tal, empurrei o Marcos até uma cadeira e me ajoelhei pra chupar o pau dele como todo dia. Na hora, a puta da minha melhor amiga já tava ajoelhada do meu lado, dividindo a rola do meu namorado. A gente chupou junto por um bom tempo, a Mel chupava bem, mas claramente tava esperando o Marcos mandar nela, coisa que, conhecendo meu namorado, Não ia rolar. Então decidi tomar as rédeas. Raspei a bucetinha dela e usei a cabeça dela na pica do meu namorado. Fiz tudo que o namorado dela fez comigo e muito mais.
Quando percebi que o Marcos já não conseguia manter a pica dura, partimos pro sexo. Ele se deitou na cama e a Mel montou nele de costas. Ela cavalgava como uma campeã, eu me senti super orgulhosa, tinha conseguido que meu namorado comesse minha melhor amiga.
Tava tão feliz que enfiei minha cara entre as pernas dos dois e, enquanto a Mel pulava, eu alternava entre chupar os ovos do Marcos e a buceta dela. Daí a pouco o Marcos gozou, mas a gente ainda não tinha terminado, então ficamos mais um tempão na cama brincando, até eu gozar e depois a Mel.
Depois que ele comeu ela, meu namorado baixou a obsessão pela minha melhor amiga. Eu descobri que me excita ser a putinha do meu namorado. Foi um mês incrível, quase não me sinto mais em dívida com ele — ser a puta dele, na minha opinião, compensa os gastos que ele tem comigo.
No mês seguinte, o pedido foi de natureza familiar, depois prometo contar. Mas agora tenho outro problema: o desejo dele foi que eu o surpreendesse, que fizesse ele passar a melhor noite da vida dele. Não me vem uma ideia de putaria boa na cabeça, então qualquer ideia que vocês tiverem será super bem-vinda.
13 comentários - Me mudé con mi Novio y lentamente me convertí en su puta 2
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