Laura, os chifres dela e minha putaria 2

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valeu pelos comentários
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Todos estavam reunidos em volta da mesa, a Laura abriu os pacotes e eu trouxe as cervejas, o Raul colocou música e a conversa começou. Por dentro, a única coisa que eu queria era que o jantar acabasse, talvez por ver a Laura flertando com todo mundo. Me excitava saber que ela seria comida sem piedade alguma. A Patrícia também estava com tesão, parecia que o Damião a tinha preparado pra receber um pouco de sexo. Ele também a tinha entregue na época, mas não estava presente quando aconteceu. Dessa vez seria diferente. Entre risadas, conversas de duplo sentido e brincadeiras, passaram-se algumas horas até que eu propus jogar alguma coisa, porque finalmente tínhamos terminado de jantar. Eu estava ansioso e achei que não dava pra perceber, mas não foi assim. O Raul sugeriu um strip poker e todos disseram que sim, menos a Laura, que de perder uma única mão ficaria pelada por completo. Imediatamente eu trouxe um short e uma jaqueta pra ela poder jogar. Assim, quem perdia tinha que tirar uma peça, mas dançando no ritmo da música. O Damião foi o primeiro a perder, depois vieram os outros, até que no final ficamos todos pelados. Aí já não tinha mais o que dizer, os paus duros de todos estavam à mostra e eu propus dançar. Ao nos levantarmos, a Laurinha foi pega pelo Raul e pelo Gonça. Entre os dois, fizeram um sanduíche nela que a deixou louca. Era mórbido ver como esfregavam a rola na minha cara enquanto ela gemia que nem uma gata. Não demorou pro Damião e pro Berinjela se pegarem na Patrícia. O do Berinjela era tremendo, um pau que dava medo. Em minutos, eu me tornei um simples observador do que acontecia, só tinha olhos pra Laurinha, vendo como em minutos ela estava sendo comida por dois paus no sofá grande enquanto ela gemia. Eu me masturbava pra caralho vendo o espetáculo, como o melhor corno manso consentido. Senti um roçar no meu cu e, ao me virar, vi o Berinjela apoiando a verga no meu cu. A Patrícia tinha ficado só com o Damião, dava pra ver que ela tinha se assustado com um pau daqueles. Deixei ele fazer e ele me disse:

Berinjela - Tá gostando?

Eu - Sim, claro!

Berinjela - Eu também. mas, tô morrendo de vontade de dar uma sentada
eu- nãoooo, você nãooo vai me matar
berinjela- vou ser bem suave, vai, cê vai gostar
eu- sério, cê vai me partir
mas meu tesão falou mais alto, virei e me abaixei pra saborear aquela rola curta e grossa, tão grossa que quase não cabia na minha boca, de uma vez ela enfiou tudo na minha boca, quase rasgou minhas mandíbulas e meus olhos se arregalaram como se fossem saltar da cara, ela ficou comendo minha boca por vários minutos enquanto eu só via a cara de prazer dela, me excitava ser dominado daquele jeito, até que ela me pegou pelos ombros e me virou, naquele momento eu soube o que vinha, ia arrebentar meu cu e eu ia sofrer, mas não me neguei em momento nenhum, ela inclinou minhas costas e eu abri minhas pernas me entregando por completo, lambeu meu cu umas vezes até deixar bem lubrificado e apoiou a cabeça da rola, só pedi pra ela ir com calma, ela empurrou forte porque mesmo com o cu aberto, custava a entrar, a dor era imensa, eu apertava os dentes e as mãos mas tentava aguentar a pancada até sentir a cabeça daquela rola enorme entrar no meu cuzinho, o resto foi menos doloroso porque ela foi enfiando de pouco em pouco até chegar no fundo, aí ficou parada um tempão, já tava toda dentro e quando a dor passou eu mesmo comecei a cavalgar aquela rola, mexendo a bunda pra frente e pra trás
berinjela- que puta que você é, então queria devagar? Tá comendo ela sozinho, corno
aí ela começou a cavalgar com força, de um jeito que meu corpo parecia de boneca de tanto que sofria as porradas, de repente apareceu a rola do gonza que tinha se cansado de comer a laura, colocou na minha boca e mandou eu chupar, não consegui resistir, tava sendo comido com violência por todos os lados enquanto me humilhavam de várias maneiras, senti o gonza tremer e gozar na minha boca umas porradas enormes de porra que não consegui engolir tudo porque um fio de cuspe saiu pelo meu nariz e ele não tirou o pau dela minha boca, mandando eu engolir tudo enquanto as investidas continuavam. berinjela, não sei quanto tempo passou até que berinjela gozou dentro de mim e tirou. fiquei lá jogado no chão, banhado de porra, enquanto via eles levarem a laura pro quarto e berinjela agora meter em patricia. damian chegou perto de mim e mandou eu limpar o chão com a língua. não tava em condições de contestar, eu adorava ser subjugado. primeiro limpei e engoli a porra que tinha saído da minha bunda, depois fui catar o que os outros tinham deixado, do jeito que dava, já que tava destruído. daí a pouco vejo raul e gonza saindo do quarto e começando a se vestir. tudo tinha acabado. quando olhei o relógio, quis morrer: já eram seis da manhã. como pude, me levantei e sentei numa cadeira. berinjela abriu uma cerveja e me ofereceu pra beber. perguntei pela laura e me disseram que ela tava na cama descansando. falei pra esperarem, que faltava o sorvete, e gonza respondeu:

gonza - deixa pra mais tarde, assim vocês dois esfriam um pouco.

um por um foram me cumprimentando e indo embora. tomei um banho pra me recuperar dessa surra de pica e fui pro quarto. lá estava laurita encharcada de leite e dormindo profundamente. do lado dela, um vibrador enorme que com certeza tinham dado de presente. deitei do lado dela, só queria descansar. tava exausto de tanta pica que levei. amanhã seria outro dia.p { margin-bottom: 0.25cm; line-height: 115%; }

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