O cara da loja

Diego era um cara de 27 anos, alto, de corpo grosso, mãos largas, dedos grossos, não tão bonito, bruto e grosseiro, que me obcecou e toda vez que eu o via queria transar com ele, não sei por que meu corpo esquentava e me excitava tanto toda vez que eu o via. Ele era filho da dona da loja. Como sempre, eu ia à loja comprar coisas para a casa, na loja ao lado sempre estava Diego. Como sempre, eu estava vestida de uma forma muito sexy e ousada, ele não parava de me olhar, o cu ou as tetas, se lambuzava. Como sempre, eu vestia um short de lycra que chamavam de bicicletinho que marcava o formato da minha buceta, uma blusa de alcinha de tecido fino, que deixava ver minhas grandes tetas sem sutiã. Ele sempre me olhava e se lambia e não parava de me dizer palavras safadas como "que delícia de cu mmmmm" ou "quero chupar essas tetas", isso me acendia muito e me fazia imaginar aquelas grandes mãos acariciando meu corpo. Quando eu estava com meus vestidinhos curtos, ele mais me sacaneava e dizia palavras obscenas: "que delícia de cachorrinha!" Isso me acendia e eu o olhava de forma descarada e mordia meus lábios. Um dia que eu estava com o uniforme de colégio, ele levantou minha saia, riu quando viu que eu estava com uma tanga branca de renda, disse "que delícia de buceta", pois deixava ver minha buceta. Depois desse dia, ele ficou mais safado e ousado, me apalpava e eu me deixava e ria, pois estava com mais vontade dele, queria ser a cadela dele, que chupasse meus seios, que chupasse minha buceta, e eu imaginava aquele pauzão e dizia "como será que é esse pau, que delíciaaa". Para ele, era um machão porque era peludo, brusco, bruto, viril. Eu me excitava pensando em como era Diego, que uuuuffff é desses homens que passa o tempo e você esquece deles. O tempo passava, mas não chegava a oportunidade de transar com ele. Eu queria provar o pau dele mmmmm ommmm delicioso, pois Diego não parava de me olhar com desejo. Foi ele que um dia me disse: "você é uma delícia, Liseth, seu corpo inspira sexo, que delícia, você está a fim", e eu o olhava e ria por que eu gostava e respondia que tasty, e quando podia tocava o cu e me deixava tocar o c* ou um dia que ele me mandou uma foto do p*u e me disse que tasty seria chupá-los, olhei nos olhos dele, lambi os lábios, levantei a blusa e mostrei os peitos e disse: deixo você chupar, mas se você me deixar chupar seu p*u e me comer gostoso de quatro, ou será que você não aguenta comigo? E abaixei a blusa. Ele ficou surpreso e me disse: quando quiser, puta. Isso que ele me disse vindo da boca dele me fez molhar e na frente do Diego enfiei a mão na buceta, chupei o dedo e fui embora. Já era só questão de tempo de transar com o Diego, mmmm que tasty, macho, eu queria ser a puta dele. Um dia que fiquei sozinha em casa e sabia que minha mãe ia demorar, fui à loja e disse que estava com vontade de transar, que o esperava na minha casa, e como estava vestida com um vestido bem curtinho, levantei e mostrei a buceta, tirei a calcinha e disse: você vai comer ou vai ficar grande? Naquele dia estava tão necessitada de sexo que se não fosse o Diego ia ser outro. Te espero na minha casa. Como estava sozinha, a espera se tornou longa, queria sexo de qualquer jeito. Quando tocaram a campainha, abri a porta, era ele, olhei e o beijei e agarrei o pacote como uma puta no cio, queria sexo já. Levei ele pro meu quarto, joguei na cama, subi em cima dele, beijava, acariciava o peito dele, o vestido subiu e ele viu minha buceta que já estava toda molhada, pois atravessou o tecido fino da minha calcinha. Ele me disse: Diego, está toda molhada. Eu disse: pois por quem será, bobo? Quero que você meta e ele riu e me disse. Julian e Juan Carlos me disseram que você era uma puta e eu ri e o beijei. Tirei o vestido, ele começou a beijar meus peitos e me dar beijos no pescoço, chupou meus mamilos que uuffff quanto mais me molhava, tirei a calcinha e fiquei completamente pelada, sentei na cara dele colocando minha buceta pra ele chupar e dar lambidas, sentia como com a língua ele separava meus lábios e enfiava a língua, parecia um cachorro lambendo amor, que ufffff, me fez gozar, que molhei a cara dele. Ele se des3nudou e tirou uma r0la cabeçuda, grossa, cheia de veia, tipo uns 18cm, e me disse fica de quatro, não era isso que você queria, que eu te desse de quatro? Respondi sim, mas primeiro quero saborear na minha boca, quero chvpar ele. Ele me colocou de joelhos e eu comecei a m4mar, sentia aquelas veias saltadas nos meus lábios, beijei desde os t3stículos até a glande, enquanto ele me dizia chupa pvta, chupa pcta, até me dar uma jorrada de porra na boca, que gostoso que era o calor da porra dele em mim. Ele me disse fica de 4, não queria que eu te desse de 4, sua putinha, pcta, vagabunda, eu já estava tão quente que obedeci, ele me pegou pela cintura e meteu fundo, e se movia rápido, eu disse pra ele não colocar camisinha, queria sentir tudo, ele se moveu rápido, a cada estocada eu via luzes e tudo ficava embaçado e eu gritava de prazer ai ai ai ai ommm aahhh ummm, até que ele gozou dentro de mim, senti um formigamento na minha buceta, senti como se tivesse um 0rgasmo e como o Diego gozou dentro de mim, ele tirou a r0la e escorria porra e eu me sentia sem força nas pernas, elas tremiam, o Diego me dava tapas na bunda e eu me joguei na cama toda agitada, minha respiração acelerada, meu coração a mil, enquanto a porra dele junto com meus fluidos v4ginais escorriam de mim, eu me tocava e ria, o Diego me dizia gostou pvta? Respondi sim, você é um macho, que gostoso uyyyy, e ele começou a me dedar, o que me fez gozar de novo, o Diego se deitou na cama e me disse senta na minha r0la, eu sentei e comecei a me mover, eu gritava, ele me agarrava os peitos e me dizia Diego, mexe pvta, mexe mais forte put4, ele me agarrava a cara com uma mão e eu chupava os dedos dele, continuava gemendo, até que eu gozei e o Diego gozou, senti como se espalhava toda a porra dele na minha b4ceta, sentei com as pernas abertas na cama e da minha buc3ta saía muita porra dele que molhou os lençóis, chupei ele de novo e ele me dizia come essa r0la pvta, come r0la, e me batia na cara com a r0la meio mole e eu m4mava como A p3rra submissa estava dominada pela v3rga que tanto desejava, eu sabia que era uma slut que merecia ser humilhada por ser uma coquete e exibicionista que pedia pra me darem forte. Se vestiu e foi embora, eu fiquei muito dolorida mas satisfeita, finalmente o homem que tanto tinha desejado. Depois encontrei o Diego e o Juan Carlos que estavam conversando, me viram e riram, pois estavam falando das sacanagens que tinham me feito, olhei pra eles com meu típico olhar safado e de desejo e ri, e o Diego me disse que cu gostoso, eu ria igual A mãe do Diego me odiava porque sabia que eu ficava com o filho dela e percebia que eu era uma coquete e me via entrando homens na minha casa. O que a mãe do Diego não percebia é que muitas noites passei transando com o querido filho dela na própria casa dela.

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