No meu primeiro ano do ensino médio, aprendi uma coisa que marcaria minha vida.
Pra contextualizar, vou contar que eu tinha 1,58m e era bem magrinho, meus lábios eram carnudos e chamativos.

Meu cabelo compridão e preto com a franjinha clássica de rockeira.
Brincos argola nas duas orelhas, olhos grandes e escuros e um narizinho pequeno e empinado.
Brincos argola nas duas orelhas, olhos grandes e escuros e um narizinho pequeno e empinado.
Indo pra academia com minha calça azul de poliamida e uma regatinha branca, e tênis branco.
Peguei o lotação que já tava cheião, atrás de mim subiram vários caras. No decorrer da viagem, fiquei apertado contra um banco e um cara colou na minha costa.
Ele ficou de pau duro encostado na minha bunda, o que me deixou desconfortável. O pau dele empurrava insistente entre minhas nádegas, que pra falar a verdade são gordas e redondas.
Até meus parentes me chamavam de rabuda.
Quando desceu, fiquei desconfortável e continuei vários dias pensando na situação.

Fazer um cara ficar de pau duro me deu um tesão, e fiquei pensando no que aconteceria se eu usasse roupas super justas e uma fio dental. Essa ideia ficou na minha cabeça até que encontrei uma fio dental da minha irmã no chuveiro, pequenininha e rosa. Experimentei e fiquei chocado com o quanto minha raba ficou gostosa, partida ao meio.

Parada pálida e lisa.
Fiquei com a fio dental e descobri um método pra encolher minha calça de academia fervendo ela.
Fiz isso e pendurei disfarçadamente. Perguntei pra minha irmã, num tom de investigador, como as mulheres faziam pra deixar a bunda tão gostosa.
Rindo, ela me contou seus truques e eu anotei.
Pedi pra ela me ensinar a me delinear porque eu gostava dessa moda.
Passou uma semana e eu tinha aula de ginástica de novo.
Tava sozinho em casa, então coloquei a tanga e vesti a calça que tinha encolhido pra caralho e ficou igual uma legging. Acomodei meu pintinho minúsculo de boa.

Uns meias soquete rosa da minha irmã, um pouco de delineador preto, um cinto grosso pra calça não cair e, de quebra, me dividia ao meio, se ajustando na minha bunda como uma luva.
Uma jaquetinha de linha curta bege da minha irmã deixava ver parte do cinto e meu umbigo com um colete azul.
Um último olhar e, quando eu estava saindo, minha irmã abriu a porta.
Nós nos olhamos sem falar até que, depois de me examinar bem, ela deu um sorriso safado.
Te falta alguma coisa, ela disse...
Trouxe um brilho labial e rímel, que passo na hora.

Ela fez dois rabos de cavalo altos em mim com uns coelhinhos cor-de-rosa.
Me olhando no espelho, fiquei excitada com o que via.
Era uma adolescente muito gostosa.

Ela deu um tapinha na minha bunda e, sorrindo, disse: "sempre soube que você era uma puta...
Saí bem confus@.

Revisando os conselhos dela sobre como andar, como me posicionar, etc.
Cheguei no ponto com uma mochilinha que ela me emprestou, com uma toalhinha, desodorante e perfume, onde coloquei meu celular, documentos e o bilhete.

Tremia igual uma folha de nervoso. Tava com medo de alguém me reconhecer e tirar sarro da minha cara.

Mas aí percebi que os caras me olhavam e os manos cochichavam umas paradas pra mim.

Parei imitando minha irmã.

Com as pernas bem juntinhas e empinando a raba.
Arqueava minhas costas o máximo que podia e não parava de pensar no cara da semana passada — se me visse assim toda produzida, o que será que ele faria...

Percebi que nos meus pensamentos já me referia a mim mesma no feminino.
Ela fez um Booty de 5 ou 6 atrás de mim.
Calculando cada ação, lembrei que nunca tinha falado contigo quando era guria...
Tava pensando nisso quando o busão parou na minha frente.
Subi e pedi a passagem falando com o motorista bem doce. "Passa, boneca", ele disse, piscando um olho pra mim.
Passei sem poder acreditar.
Me coloquei no mesmo lugar de antes e logo encheu.
Minha bunda pequena tava exposta e pronta pra aventura.

Senti um roçado atrás de mim e, sem perceber, um cara chegou bem perto da minha bunda.
Senti uns nós dos dedos roçando a bunda esquerda. Depois uma palma percorreu a direita de baixo pra cima. Senti que meu dever era arquear mais e deixar ele fazer.

Logo um volume firme se aninhou entre minhas nádegas.
Me agachei pra ver o caminho, jogando minha bunda pra trás.
A sensação voltou. Era muito erótico sentir aquela ereção casual e poderosa.
Envolvida nas minhas sensações, fui a presa perfeita. Sussurros no meu ouvido e carícias no meu corpo se sucediam, e meu cérebro desconectado seguia em frente.
Aproveitando tudo, os roçares, os olhares e os sorrisos cúmplices.
Olhei pela janela e vi que o campo de esportes tava ali.
Desci apressada e sem me lembrar
Que eu veria meus colegas e professores e não imaginava a reação deles.

A angústia me invadiu, minha aventura tinha me desconectado da realidade e lá estava eu na aula de ginástica vestida como a putinha da sala no horário dos caras.
Uma palmada forte na bunda me tirou da nuvem.
Meu sobrenome ecoou nos meus ouvidos, virei e o Hugo e o Charly estavam atrás de mim.
Aí entendi que eram eles que estavam viajando atrás de mim.
Não adiantava mais explicar nada. Engoli seco e coloquei minha melhor cara de puta.
Me aproximei delas e dei um beijo carinhoso na bochecha.
Surpresos, me chamaram de Martin?
Martina, eu respondi com um sorrisão.
Charly passou o braço na minha cintura e disse: "vamos.
O grupo de colegas reconheceu o Charly e o Hugo, mas a mina que tava com eles chamava mais a atenção.
Um tremor de nervos percorreu meu corpo.
Mas tomei coragem e, um por um, beijei eles na bochecha.
Ninguém perguntou nada.
Charly e Hugo explicaram a situação com todos os detalhes.
Incrédulos me olhavam, escaneando cada detalhe.
Depois do choque inicial, tanto eles quanto eu assumimos nossos papéis.
Eles predadores em matilha e eu, sua presa tenra e suculenta.

Minha atitude feminina se acentuou naturalmente.

O movimento das minhas mãos, o piscar calculado, as viradas mostrando minha bunda e a brincadeira com meu cabelo, tudo copiado da minha irmã e das amigas dela.
Até aquela risadinha boba que, tão simples, desarmava qualquer agressão.

Chegou a vez do professor.
Ele me perguntou o que eu tava fazendo na aula, porque não me reconheceu. Meu sobrenome e Martina, meu novo nome.
Ele ficou perplexo.
Perguntei se em casa sabiam da minha decisão e contei tudo pra ela.
Ele disse que não tinha problema com isso, mas que eu tinha que fazer um treino diferente, porque eu era uma menininha..
Ouvir ele dizer isso foi um calmante poderoso.
Além da minha bunda, outra parte minha recebeu muita atenção. Minha pélvis era inspecionada disfarçadamente no começo e sem vergonha depois.

Um cara não aguentou mais e me perguntou se eu ainda tinha aquilo... isso me surpreendeu, porque, embora eu tivesse tomado muito cuidado pra disfarçar, percebi que em nenhum momento aquilo reagiu a estímulo nenhum.
Enquanto eles corriam, eu treinava com a bola de vôlei.
A aula foi mais ou menos sem problemas até eu me encontrar com eles na quadra de vôlei.
Francamente, minha posição básica média distraía muito meu time.
Termino a aula e todo mundo foi pro chuveiro, menos eu.
O profe pediu pra eu esperar os outros saírem do chuveiro pra eu me refrescar sossegada.
Ele ficaria na porta...
P.S.: tomara que tenham gostado da história, se sim, continuo ela. Beijooos
12 comentários - História sissy fictícia...ou nem tanto.
la de calzas azules sos vos????
Las fotos en calza sos vos?