Sou de Mendoza, moro em Guaymallén, me chamo Ignacio, mas me chamam de Nacho, sou professor de História. Essa história aconteceu ano passado durante a votação da lei do aborto. Saindo da escola Agustín Álvarez, atravessando a praça Independência, encontro todo o coletivo de mulheres militantes. Elas estavam montando um palco porque era a vigília do debate e da votação da lei. Tinha muita mina na praça, muito pra olhar. Andando entre as garotas, esbarro numa que derruba um monte de trabalhos que eu tava carregando na mão. Ela se vira e me vê segurando a cabeça. Juntos, a gente começa a catar os papéis. Ela, toda envergonhada, pedia desculpa, eu só sorria. Quando terminou, me entregou as folhas, pediu desculpa de novo e me deu um sorriso. Foi aí que prestei atenção nela. Morena, cabelo cacheado, 1,70m, olhos castanhos, a boca dela era linda. Tava de verde e uma legging bem reveladora, tênis de lona. Sem pensar duas vezes, tive a ideia de convidar ela pra um café. Ela falou: "Melhor a gente ir tomar uma cerveja". Caminhamos um quarteirão pela peatonal Sarmiento, entramos num bar. Ela entrou na frente, e aí criei coragem e olhei bem pra bunda dela. Era enorme, redonda, empinada, linda. Pedimos logo a cerveja, e ela disse: "Sou a Lucía, desculpa por derrubar suas folhas". Eu respondi: "Sou o Nacho". Ela tinha 25 anos, estudava Serviço Social. Contei que era professor de História e ela adorou. A gente riu bastante, mas eu precisava ir, tinha aula. Falei pra ela, e ela disse: "Passa teu telefone". Passei, ela pediu pra desbloquear e se salvou. Paguei a cerveja e ela me deu um beijo quase no canto dos lábios. "Me escreve", disse... E saiu do bar balançando aquela bunda enorme. Fui no banheiro e saí correndo pra pegar o ônibus, porque tava atrasado. Não usei o telefone até sair, umas 22h, e aí procurei o contato. Coloquei "Lucia" e não tinha nada... Fui ver os contatos do WhatsApp e aparecia como "percebi que você olhou minha bunda com maldade". Minha primeira mensagem foi: "Desculpa, foi inevitável... Nacho". Ela respondeu com uma carinha de diabo e um "oi". bombom... A gente conversou até eu ir dormir e quando eu disse tchau, ela pediu pra eu ir na praça no dia seguinte às 19 pra gente se encontrar lá... Eu disse que sim. Passou o dia, pra variar um monte de volta e meia por Mendoza, mas por sorte passei em casa e tomei um banho, cheguei na praça 19:30, mandei mensagem pra ela e ela disse pra eu procurar ela entre os artesãos, dessa vez ela tava com uma saia jeans e uma jaquetinha, me viu chegando, levantou e veio correndo me cumprimentar com um abraço enorme, eu fiquei paralisado, ela pegou na minha mão e me levou pras amigas dela... Todas com a mesma vibe. Me ofereceram um chimarrão e começou a votação... Fiquei umas horas mais ou menos e falei que ia embora, ela pediu pra eu acompanhar ela comprar uns chicletes, e a gente foi. No caminho ela se virou e me beijou de boca aberta, um beijo do caralho... Me deixou louco... "Tô te dando mole, pode saber", ela sussurrou no meu ouvido... Eu segurei ela pela cintura e nos pegamos, e apertei a bunda dela... Era mais do que eu esperava... Dura, redonda, sensacional... Ela só soltou um gemido de prazer... "A gente se fala", ela disse e foi embora. Umas 23h chegou uma mensagem, dizendo "o que cê tá fazendo, bombom?" Eu mandei uma foto, tava cozinhando um macarrão, ela respondeu com essas fotos.
Eu cumprimentei ela.

Eu cumprimentei ela.
5 comentários - Lucía.
Saludos