Eu me tornei bissexual desde jovem... tinha 19 anos, tinha uma namorada, com quem transava quase todo dia... e aí veio o serviço militar obrigatório, lá pelos anos 80... o batalhão que me caiu ficava a 250 km da minha cidade... e digo isso porque essa situação fez minha vida sexual mudar pra sempre... dentro do batalhão existiam 5 companhias... me designaram pra menor... uns 40 soldados, as outras tinham mais de 150 soldados cada uma... e dentro dessa companhia, acabei sendo o que chamavam de "furriel" ou, no popular, escriturário, por saber datilografar. A gente fazia os partes diários, os pedidos de comida, escalava as guardas por rodízio, etc.
A primeira parte, chamada de instrução, durava dois meses, e nesse tempo a gente não saía do batalhão. Foram dois meses intermináveis, e a vontade de fuder que todo mundo tinha era uma loucura. As punhetas diárias, mesmo com o cansaço, eram o normal.
Todo mundo tava doido pra sair e se reencontrar com a família, e no meu caso, com a minha mina, pra matar a vontade de foder que eu tava. O primeiro problema que surgiu foi que, no primeiro fim de semana que a gente ia sair, eu era o único que morava longe de casa. Todos os outros soldados da companhia moravam na cidade do batalhão ou num raio de 30 quilômetros. Por isso, apesar do meu desespero, tive que ficar. Fui o único naquele primeiro fim de semana que ficou na companhia. E esse fato mudou minha vida sexual pra sempre, e a vida no batalhão também. E é isso que vou contar, uma situação que eu sempre relembro e me dá umas ereções e umas punhetas maravilhosas, por isso lembro como se fosse ontem.
Como eu disse, na companhia fiquei naquele fim de semana como soldado sozinho, o que chamavam de imaginária ou cuidador do alojamento. Além de mim, ficou comigo o que chamavam de cabo de semana, um suboficial responsável pela companhia que tinha que ficar com os soldados nos fins de semana. Nesse caso, quem ficou foi um cabo primeiro que vamos chamar de "Fernandez". Fernandez era um cara de quase 2 metros, tipo alemão, muito sério, feio, mas com cara de durão, que na época tinha uns 30 anos.
Na sexta à noite, não rolou nada, só jantar no escritório, ver TV e ir dormir. No sábado de manhã, o cabo primeiro me acordou às 8 da manhã, duas horas mais tarde do que o normal, mas fica esperto que não tinha que formar.
Tava na oficina quando ouvi o cabo primeiro me chamar: "soldado, vem cá". O grito vinha dos chuveiros que ficavam no fundo do alojamento, depois das 40 camas. Fui lá e, quando cheguei no chuveiro, vi aquele mastodonte de homem, pelado se lavando. Ainda tenho a imagem na cabeça daquele corpo de macho, e consigo descrever com absoluta precisão, e ainda me faz o pau subir... Dois metros de altura, um corpo trabalhado, peludo, cheio de sabão escorrendo pelo corpo. Uma mata de pelo que ia do peito, descia pelos abdominais totalmente definidos, e chegava num pau que, mesmo mole, era impressionante de tão comprido e grosso. Pernas grandes e torneadas... era um exemplar de macho. Fiquei pasmo, sem conseguir tirar os olhos do pau dele. Não sei quanto tempo passou, se dez segundos ou uma hora... fiquei hipnotizado, até que o grito do cabo primeiro me acordou: "soldado, me traz a toalha do meu quarto", num tom imperativo. Fui buscar e levei pra ele. Quando cheguei, ele tava de costas, perfeito em "V", com uma bunda gostosa, onde o sabão escorria. Pendurei a toalha, falei que tava deixando pendurada e fui pro "detal", a oficina... minha ereção tava inconfundível, meu desejo por aquele macho me fodeu a cabeça... foi uma mistura de sentimentos. Era a primeira vez que olhava pra um macho como macho e percebi que queria estar com ele... tudo girava, a vergonha de alguém perceber, a vontade de ficar com ele... tudo era uma loucura. Daqui a pouco, bati uma punheta na oficina, com a imagem dele na cabeça... não consegui baixar a ereção, continuei com o pau duro, bati outra e outra... foram três seguidas... num instante, era um tesão nunca sentido... nem com minha namorada.
Pouco depois disso, o cabo passa na frente do escritório com a toalha na cintura e entra no quarto dele, que ficava em frente ao meu escritório. Quando vi ele passar, baixei a cabeça de vergonha, pra ele não perceber meu desejo, sei lá, pra minha cara não me entregar... Ficava pensando se ele tinha notado que eu não conseguia tirar os olhos daquele pau... grosso, cheio de veias, com uns ovos peludos perfeitos. Ainda me lembro do jato de água com sabão escorrendo pelo pau dele e caindo no chão... Queria me ajoelhar e meter ele na minha boca... chupar gostoso, igual minha namorada fazia comigo, queria que ele fodesse minha boca... sei lá... queria tudo. Tava ali, perdido nos meus pensamentos e desejos, com o pau duro, quando ouço do quarto do cabo: "Soldado, vem aqui. Soldado, vem aqui." Ele tava me chamando.
Fui assustado e com vergonha que ela visse a pica dura... quando abro a porta, tava tudo escuro, não dava pra ver nada, o quarto não tinha janela pra rua, então se não acendesse a luz, não dava pra ver nada, só tinha uma janela com cortina pro corredor, então a luz era pouca ou nenhuma... quando entro, ela fala "entra e fecha a porta"... eu sabia que a cama de solteiro tava no meio do quarto, porque já tinha entrado várias vezes... fecho a porta e vou devagar pro meio do quarto, sem saber o que queria, com medo de trombar na cama... quando meus olhos se acostumam com a penumbra e chego na cama... vejo o cabo primeiro, pelado na cama, com a pica dura igual pedra, se masturbando. Uma pica que era o dobro da minha de comprimento e largura, um cano entre as pernas... a gente ficou em silêncio, eu não acreditava no que tava vendo... tava assustado, e o desejo me consumia por dentro... parado do lado da cama, o cabo primeiro para de se masturbar e coloca a mão na minha bunda... por cima da calça, e me puxa pra mais perto... e pergunta "já ficou com homens?"... tremendo, falo "não"... "tem namorada?"... "sim" falo... "já comeu ela?"... "sim" respondo... tudo isso enquanto ele acariciava minha bunda... e eu deixava... "gosta do que vê?"... ele fala e pega na pica dele, tipo mostrando pra mim... "tremendo... falo mais forte "sim, gosto"... então ele pega minha mão, me faz ajoelhar na beirada da cama e leva minha mão até a pica dele... e apoia... eu pego ela, ainda lembro da sensação de ter pela primeira vez uma pica na mão que não era a minha... quente, macia, dura e minha mão não conseguia envolver ela... "bate uma pra mim" ele fala, e completa... "promíscuo"... eu, absorto, começo a bater uma pra ele... e ele começa a gemer baixinho...
A primeira parte, chamada de instrução, durava dois meses, e nesse tempo a gente não saía do batalhão. Foram dois meses intermináveis, e a vontade de fuder que todo mundo tinha era uma loucura. As punhetas diárias, mesmo com o cansaço, eram o normal.
Todo mundo tava doido pra sair e se reencontrar com a família, e no meu caso, com a minha mina, pra matar a vontade de foder que eu tava. O primeiro problema que surgiu foi que, no primeiro fim de semana que a gente ia sair, eu era o único que morava longe de casa. Todos os outros soldados da companhia moravam na cidade do batalhão ou num raio de 30 quilômetros. Por isso, apesar do meu desespero, tive que ficar. Fui o único naquele primeiro fim de semana que ficou na companhia. E esse fato mudou minha vida sexual pra sempre, e a vida no batalhão também. E é isso que vou contar, uma situação que eu sempre relembro e me dá umas ereções e umas punhetas maravilhosas, por isso lembro como se fosse ontem.
Como eu disse, na companhia fiquei naquele fim de semana como soldado sozinho, o que chamavam de imaginária ou cuidador do alojamento. Além de mim, ficou comigo o que chamavam de cabo de semana, um suboficial responsável pela companhia que tinha que ficar com os soldados nos fins de semana. Nesse caso, quem ficou foi um cabo primeiro que vamos chamar de "Fernandez". Fernandez era um cara de quase 2 metros, tipo alemão, muito sério, feio, mas com cara de durão, que na época tinha uns 30 anos.
Na sexta à noite, não rolou nada, só jantar no escritório, ver TV e ir dormir. No sábado de manhã, o cabo primeiro me acordou às 8 da manhã, duas horas mais tarde do que o normal, mas fica esperto que não tinha que formar.
Tava na oficina quando ouvi o cabo primeiro me chamar: "soldado, vem cá". O grito vinha dos chuveiros que ficavam no fundo do alojamento, depois das 40 camas. Fui lá e, quando cheguei no chuveiro, vi aquele mastodonte de homem, pelado se lavando. Ainda tenho a imagem na cabeça daquele corpo de macho, e consigo descrever com absoluta precisão, e ainda me faz o pau subir... Dois metros de altura, um corpo trabalhado, peludo, cheio de sabão escorrendo pelo corpo. Uma mata de pelo que ia do peito, descia pelos abdominais totalmente definidos, e chegava num pau que, mesmo mole, era impressionante de tão comprido e grosso. Pernas grandes e torneadas... era um exemplar de macho. Fiquei pasmo, sem conseguir tirar os olhos do pau dele. Não sei quanto tempo passou, se dez segundos ou uma hora... fiquei hipnotizado, até que o grito do cabo primeiro me acordou: "soldado, me traz a toalha do meu quarto", num tom imperativo. Fui buscar e levei pra ele. Quando cheguei, ele tava de costas, perfeito em "V", com uma bunda gostosa, onde o sabão escorria. Pendurei a toalha, falei que tava deixando pendurada e fui pro "detal", a oficina... minha ereção tava inconfundível, meu desejo por aquele macho me fodeu a cabeça... foi uma mistura de sentimentos. Era a primeira vez que olhava pra um macho como macho e percebi que queria estar com ele... tudo girava, a vergonha de alguém perceber, a vontade de ficar com ele... tudo era uma loucura. Daqui a pouco, bati uma punheta na oficina, com a imagem dele na cabeça... não consegui baixar a ereção, continuei com o pau duro, bati outra e outra... foram três seguidas... num instante, era um tesão nunca sentido... nem com minha namorada.
Pouco depois disso, o cabo passa na frente do escritório com a toalha na cintura e entra no quarto dele, que ficava em frente ao meu escritório. Quando vi ele passar, baixei a cabeça de vergonha, pra ele não perceber meu desejo, sei lá, pra minha cara não me entregar... Ficava pensando se ele tinha notado que eu não conseguia tirar os olhos daquele pau... grosso, cheio de veias, com uns ovos peludos perfeitos. Ainda me lembro do jato de água com sabão escorrendo pelo pau dele e caindo no chão... Queria me ajoelhar e meter ele na minha boca... chupar gostoso, igual minha namorada fazia comigo, queria que ele fodesse minha boca... sei lá... queria tudo. Tava ali, perdido nos meus pensamentos e desejos, com o pau duro, quando ouço do quarto do cabo: "Soldado, vem aqui. Soldado, vem aqui." Ele tava me chamando.
Fui assustado e com vergonha que ela visse a pica dura... quando abro a porta, tava tudo escuro, não dava pra ver nada, o quarto não tinha janela pra rua, então se não acendesse a luz, não dava pra ver nada, só tinha uma janela com cortina pro corredor, então a luz era pouca ou nenhuma... quando entro, ela fala "entra e fecha a porta"... eu sabia que a cama de solteiro tava no meio do quarto, porque já tinha entrado várias vezes... fecho a porta e vou devagar pro meio do quarto, sem saber o que queria, com medo de trombar na cama... quando meus olhos se acostumam com a penumbra e chego na cama... vejo o cabo primeiro, pelado na cama, com a pica dura igual pedra, se masturbando. Uma pica que era o dobro da minha de comprimento e largura, um cano entre as pernas... a gente ficou em silêncio, eu não acreditava no que tava vendo... tava assustado, e o desejo me consumia por dentro... parado do lado da cama, o cabo primeiro para de se masturbar e coloca a mão na minha bunda... por cima da calça, e me puxa pra mais perto... e pergunta "já ficou com homens?"... tremendo, falo "não"... "tem namorada?"... "sim" falo... "já comeu ela?"... "sim" respondo... tudo isso enquanto ele acariciava minha bunda... e eu deixava... "gosta do que vê?"... ele fala e pega na pica dele, tipo mostrando pra mim... "tremendo... falo mais forte "sim, gosto"... então ele pega minha mão, me faz ajoelhar na beirada da cama e leva minha mão até a pica dele... e apoia... eu pego ela, ainda lembro da sensação de ter pela primeira vez uma pica na mão que não era a minha... quente, macia, dura e minha mão não conseguia envolver ela... "bate uma pra mim" ele fala, e completa... "promíscuo"... eu, absorto, começo a bater uma pra ele... e ele começa a gemer baixinho...
2 comentários - Colimba
van 10