consolando a mamãe

Sandra empurrou a porta com o ombro e entrou na sala sem acender mais luz além da do abajur que já estava aceso. Ela estava com os olhos vermelhos e as pálpebras inchadas. Se deixou cair no sofá como se as pernas tivessem esvaziado.
Laura Manuela a viu da entrada do corredor. Não perguntou nada. Caminhou até o sofá, sentou ao lado dela e a envolveu com os braços. Sandra se desmoronou contra o peito dela.
— Já, mami — sussurrou Laura Manuela, e secou as lágrimas dela com os polegares, devagar, uma bochecha e depois a outra —. Eu te reconstruo.
Sandra levantou o rosto. Os rostos ficaram a centímetros de distância. A respiração das duas se misturou, quente e entrecortada. O silêncio se esticou até ficar insuportável.
Laura Manuela pressionou os lábios contra os lábios de Sandra. Foi um beijo lento, molhado, que foi se abrindo sem pressa. As mãos de Laura Manuela subiram pela cintura definida de Sandra e apertaram os seios dela por cima da blusa. Sandra soltou um soluço que virou um gemido quando a boca de Laura Manuela desceu para o pescoço dela.consolando a mamãeLaura Manuela abriu a blusa de Sandra botão por botão, sem pressa, com os dedos firmes. Quando o tecido se abriu, baixou a boca até o mamilo direito e chupou. Sandra arqueou as costas e gemeu. Com mãos trêmulas, tirou a camiseta da filha e levou um mamilo rosado aos lábios. Elas se lamberam os seios de frente uma para a outra, com línguas ansiosas e dentes que puxavam de leve. Os mamilos eretos se roçaram, úmidos de saliva. Sandra olhou o corpo jovem de Laura Manuela e viu um reflexo distorcido de si mesma. Laura Manuela a empurrou contra as almofadas e desceu pelo abdômen liso.

Laura Manuela abriu as pernas dela de uma vez, sem pedir permissão. As mãos firmes separaram as coxas e a boca desceu direto ao centro. A língua lisa percorreu a buceta aberta de cima a baixo, recolhendo os fluidos que já escorriam. Sandra soltou um gemido quebrado e se agarrou na borda do sofá. O queixo de Laura Manuela brilhava molhado enquanto lambia o clitóris com a ponta da língua, círculos rápidos, pressão exata. Enfiou dois dedos de uma vez e Sandra gritou.

Os dedos penetraram com ritmo rápido e forte, um som molhado e obsceno que encheu a sala. A saliva e os sucos encharcavam o tecido do sofá. Laura Manuela bombeava sem parar, os dedos curvados para acertar o ponto G, e Sandra soltou um gemido involuntário e agudo que saiu do peito como um lamento animal. Os quadris pulavam sozinhos contra a mão da filha.lesbico—Vira —ordenou Sandra com a voz trêmula—. De quatro.
Laura Manuela obedeceu sem hesitar. Apoiou os joelhos e os cotovelos no sofá, a bunda pra cima, as pernas longas abertas. Sandra se ajoelhou atrás e separou as nádegas dela com as duas mãos. Enfiou a cara entre elas e passou a língua no cu da filha. Fez círculos firmes ao redor do esfíncter, devagar, molhando tudo, e depois pressionou a ponta da língua pra dentro. Laura Manuela grunhiu e empurrou a bunda pra trás pra querer mais.incestoSandra enfiou três dedos na buceta encharcada da Laura Manuela e meteu com força. Os fluidos vaginais escorriam pelo tecido do sofá enquanto os dedos entravam e saíam sem piedade. Laura Manuela gemia contra as almofadas, o quadril se movendo no ritmo das investidas. Sandra puxou Laura Manuela pelo quadril e montou nela de frente pra se esfregar.

Sandra puxou Laura Manuela pelo quadril e montou nela de frente. As duas escorregaram até a borda do sofá, as pernas entrelaçadas, as bucetas molhadas se esmagando uma contra a outra. A perna média de Sandra se enganchou na coxa volumosa da Laura Manuela e elas começaram a se esfregar com uma fricção brutal. Os clitóris se tocavam diretamente, pele contra pele, lubrificados pelos fluidos misturados que já encharcavam as coxas das duas.gostosa—Assim, mamãe, assim —ofegou Laura Manuela, as pupilas dilatadas.
Sandra não respondeu. Só investiu mais forte. As ancas das duas se moviam descontroladas, violentas, o som de carne úmida batendo em carne úmida enchendo a sala. A mesa de centro balançava a cada solavanco. O vaso vibrava sobre a superfície de madeira.
—Não para —gemeu Sandra, mordendo o lábio.
Laura Manuela cravou os dedos nas ancas da mãe e empurrou para cima. O roçar era insuportável, direto, os clitóris inchados se esfregando sem descanso. A mesa tremeu de novo. O vaso deslizou até a borda.
—Vou gozar, mamãe, eu vou—
O vaso caiu no chão e se estilhaçou com um estrondo seco. Nenhuma parou. Os cacos saltaram sobre o tapete enquanto Sandra e Laura Manuela continuavam investindo com as ancas, as coxas se chocando, os gemidos subindo de tom.tesoura—Vou gozar! —gritou Sandra.
—Eu também! —gritou Laura Manuela ao mesmo tempo.
O gemido agudo e involuntário das duas se fundiu num só som. Sandra jorrou um esguicho de fluidos vaginais sobre o púbis de Laura Manuela, quente e abundante, enquanto Laura Manuela gozava com espasmos violentos, seus próprios fluidos escorrendo pelo chão entre os cacos de vidro. As duas tremeram, abraçadas, sem se soltar.
Sandra estava deitada no tapete, os cacos do vaso espalhados ao redor como estrelas quebradas. Seu peito subia e descia com uma respiração que finalmente encontrava calma. As coxas ainda tremiam, pegajosas de suor e fluidos.

Seus dedos traçaram linhas preguiçosas sobre o abdômen liso e torneado de Laura Manuela, recolhendo o suor e os restos secos que brilhavam sobre a pele. A carícia era lenta, sem pressa, como se desenhasse um mapa novo sobre o corpo da filha.mae e filha— Mami —sussurrou Laura Manuela, os olhos claros ainda dilatados.
Sandra acariciou o cabelo rosa choque dela, afastando a franja da testa úmida. Inclinou-se e beijou a testa dela com os lábios entreabertos, deixando ali o calor do seu hálito.
Laura Manuela sorriu com os lábios fechados, aquele sorriso leve que sempre tinha, mas agora carregado de algo diferente.putas de rabao—Tudo vai ficar bem —disse ele, e seus dedos encontraram os de Sandra sobre os cacos de vidro.
Laura Manuela entrelaçou suas pernas de comprimento médio com as pernas estilizadas de Sandra sobre os cacos de vidro e fechou os olhos.
Laura Manuela abriu os olhos e olhou os cacos de vidro ao redor. Sua pele ainda formigava, as coxas tremiam com o eco do orgasmo. Ela se ergueu devagar, apoiando uma mão no tapete, e sentiu o puxão pegajoso do suor na barriga quando se virou para Sandra.
—Mami —sussurrou, afastando uma mecha castanha da bochecha úmida dela—. Vamos tomar banho. Deixa eu te limpar.consolando a mamãeSandra piscou, os olhos ainda vermelhos, mas sem lágrimas frescas. Assentiu sem palavras, os lábios entreabertos, e deixou que Laura Manuela a pegasse pelas mãos. Ajudou-a a se levantar com cuidado, desviando dos cacos de vidro, e a segurou quando as pernas de Sandra fraquejaram. Atravessaram a sala peladas, os pés descalços na madeira, e Laura Manuela acendeu a luz do banheiro. O vapor começou a subir assim que abriu a torneira da banheira, a água quente batendo na porcelana com um rumor surdo.

Sentou Sandra na borda da banheira e pegou a esponja da prateleira. Molhou, ensaboou até a espuma escorrer pelos dedos, e se ajoelhou na frente dela. Passou a esponja pelas coxas de Sandra, devagar, limpando a película seca de fluidos vaginais e suor que tinha endurecido na pele. Os restos esbranquiçados se dissolveram sob a espuma, a água ensaboada correndo em fios finos para o ralo. Laura Manuela esfregou com suavidade a parte interna das coxas, subiu até a virilha, e quando chegou na buceta de Sandra, os dedos da mãe se cravaram nos ombros dela.

— Deixa comigo agora — murmurou Sandra, e tirou a esponja das mãos dela.

Laura Manuela se ergueu e sentiu a esponja morna deslizar sobre seu abdômen liso, limpando o suor, a saliva seca, os restos do orgasmo compartilhado. Sandra ensaboou com movimentos circulares, subiu até os seios e parou ali, passando a esponja uma e outra vez sobre os mamilos rosados até eles endurecerem sob a espuma, tensos e sensíveis. Laura Manuela soltou um suspiro entrecortado. Sandra deixou a esponja cair e aproximou os lábios da filha. O beijo foi molhado, com gosto de sabão e saliva, sob o jato de água morna que agora caía sobre as duas.lesbicoLaura Manuela a guiou ela para dentro da banheira e sentou ela contra a borda. A água batia na cintura delas, o vapor envolvendo as duas. Ela se ajoelhou entre as pernas de Sandra, a água quente batendo nas costas dela, e abriu as coxas da mãe com as mãos firmes. Baixou a cabeça e passou a língua no clitóris de Sandra com um traço lento, só um roçar no começo. Sandra gemeu, um som involuntário e agudo, e jogou a cabeça pra trás contra a borda da banheira. Laura Manuela repetiu o movimento, a língua plana e quente deslizando sobre o botão inchado, sentindo o gosto da água morna e o sabor salgado de Sandra por baixo. Enfiou dois dedos na buceta da mãe debaixo d'água, empurrando num ritmo suave, no compasso das lambidas. Os dedos entravam e saíam, a água quente escorrendo junto, e Sandra começou a tremer. A bunda dela se ergueu, as coxas apertaram o rosto de Laura Manuela, e ela soltou um gemido abafado quando o espasmo tomou o corpo inteiro dela. Um jorro de fluidos quentes se misturou com a água da banheira enquanto Sandra gozava, os dedos cravados na borda de porcelana. A água morna continuou correndo pelas pernas trêmulas dela.

Sandra ainda tremia, as coxas pegajosas dos próprios fluidos, o peito subindo e descendo numa respiração curta. Os olhos vermelhos e inchados se fixaram em Laura Manuela, ainda ajoelhada entre as pernas dela, o cabelo rosa choque encharcado colado nas bochechas cheias de sardas. Sem dizer nada, Sandra deslizou a mão trêmula pela água morna e pousou na barriga lisa da filha. Os dedos se espalharam sobre a pele molhada, sentindo os músculos tensos por baixo. Laura Manuela ficou parada, os olhos claros abertos, gotas de água escorrendo pelos cílios.

— Não para nunca, sussurrou Sandra, a voz rouca e quebrada, uma súplica que saiu do fundo do peito. Não quero que isso acabe.

Os dedos de Sandra desceram devagar pela barriga de Laura Manuela, roçando o umbigo, seguindo a linha do púbis até alcançar a buceta debaixo d'água. Laura Manuela soltou um suspiro entrecortado quando os dedos da mãe deslizaram entre seus lábios, encontrando-a molhada e quente. Sandra não esperou. Enfiou dois dedos na buceta da filha com um único empurrão firme, pra dentro, até o fundo, e Laura Manuela gemeu com um som agudo que ecoou nos azulejos da banheira.

—Assim, mãe, Laura Manuela ofegou, agarrando-se aos ombros de Sandra, cravando as unhas na pele molhada.incestoSandra começou a mexer os dedos. Entravam e saíam debaixo d'água num ritmo constante, a água morna escorrendo entre as duas, o som molhado e ritmado preenchendo o espaço apertado da banheira. Laura Manuela arqueou as costas, os mamilos rosados roçando o peito da mãe, um gemido escapando dos lábios a cada investida. As cadeiras de Laura Manuela se moviam contra a mão de Sandra, buscando mais, empurrando contra os dedos que a penetravam.
— Mais, implorou Laura Manuela, a voz embargada.

Sandra obedeceu. Enfiou um terceiro dedo na buceta apertada da filha e bombou com força. Os dedos entravam e saíam, os nós dos dedos batendo na vulva inchada, a água espirrando contra as barrigas delas. Laura Manuela soltou um gemido longo e involuntário, as coxas grossas apertando a mão de Sandra, prendendo-a enquanto o espasmo começava a percorrê-la. Os fluidos vaginais dela escorreram quentes pelos dedos de Sandra, misturando-se com a água morna da banheira, um jorro grosso que deslizou pelo pulso da mãe. Laura Manuela gozou com um gemido agudo, o corpo inteiro tenso, as unhas deixando marcas vermelhas nos ombros de Sandra. A água do chuveiro continuava caindo sobre as duas, batendo nas costas, escorrendo pelos peitos e pelas barrigas. Os dedos de Sandra ainda dentro de Laura Manuela, tremendo, enquanto a água morna continuava caindo sobre as duas na banheira.

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