Férias nudista com meu pai

Nova série de contos. Bate uma comigo 😞

CAPÍTULO 1

Não lembro quando foi a última vez que tirei sete numa prova de cálculo. A verdade é que me irritava pra caralho saber que eu era só mais uma entre meus colegas de classe, cujas melhores médias variavam entre sete e oito. Mas eu... ah, eu era um caso diferente. Eu era uma gênia, uma CDF, se é que podemos dizer, uma garota que passava horas e horas estudando no quarto só pra ter as melhores notas, e hoje, do nada, tudo por causa da minha estúpida colega de quarto e das festinhas dela com os amigos, eu tinha tirado uma nota de merda na minha prova final. Ela tinha ferrado todo o meu histórico acadêmico! E aquilo me deixava puta da vida.
— Joan! — gritei ao entrar no quarto — Sua vaca, por sua culpa!

Mas Joan não ia me dar bola. Ela estava no beliche de baixo, pelada, com aquele rabo perfeito enfiando a pica do namorado. Ela nem se deu ao trabalho de parar. Se virou, ainda penetrada, e me olhou com tédio.
— Dá pra bater antes de entrar?
— Eu... — fiquei vermelha. Joan costumava transar quando eu não estava, porque sabia que me irritava ouvir ela gemer — Quer se acalmar? Quem tá aí embaixo?
— Sou eu — disse Carlos, me cumprimentando como um idiota com aquele sorriso de feliz.
— B-bom, esse também é meu quarto. Vão embora.
— Ah... qual é, Daniela. Pelo menos deixa eu depositar alguma coisa dentro da sua amiga.
— Ai, vocês me dão nojo.

Me mandei antes que esses babacas também me estuprassem.

Não precisei esperar muito. Dez minutos depois, Carlos saiu com uma risada feliz e me deu um beijo na bochecha. Abotoando a camisa, foi embora e eu voltei pro quarto. Minha amiga Joan estava colocando uma camisola pra cobrir o corpo nu. Deixei minha mochila na minha escrivaninha e vi que a dela estava uma zona, enquanto a minha era uma ode à organização. Éramos tão diferentes uma da outra, e ainda assim nossa amizade era forte.
— Ai, Daniela. Foi uma delícia! Cada vez ele tá melhorando — ela tirou da gaveta. uma libretinha e riscou o nome de Carlos, de uma longa lista de homens. Depois deu a ele uma nota oito, que era a pontuação que ela dava pra todos os caras com quem transava.
— Um oito? — levantei a sobrancelha.
— Sim… mas ele tirou oito porque só gosta de fazer assim. Não tem variedade.
— Bom, e o que você esperava?
Ela revirou os olhos e olhou pro meu lixo. Gritou, ofendida.
— Daniela! Por que você jogou fora o livro de kama sutra que te dei?

— Porque não preciso — falei, tirando meus livros pra guardar —. Além disso, fiz o mesmo com as bolinhas chinesas que você me deu. Não tirei da embalagem e estão bem guardadinhas.
— Era pra você enfiar no…
— Sim, mas não tenho interesse em me furar sozinha.
— Pff, não vou te dar mais nada. Ai, mulher, se você não tem vida sexual, pelo menos pode brincar consigo mesma. Ou é que você é lésbica?
— Claro que não.
— Ah, vai… — sorrindo, ela se aproximou por trás e acariciou minha bunda por cima da saia. Eu me arrepiei e deixei ela continuar com um toque obsceno, esfregando minhas nádegas. Tinha que admitir que era gostoso —. Tão macia… não se faz, que já te vi no chuveiro. Você tem uma bucetinha bem gostosa.
— Você acabou de foder, Joan — respondi —. E continua insaciável.
— Ah, pelo amor… — ela levantou minha saia e enfiou a mão entre as minhas calcinhas, passando os dedos pra acariciar minhas nádegas.
Apoiei as mãos na escrivaninha, porque porra… minha bunda era uma das partes mais sensíveis do meu corpo. Amava sentir quando acariciavam minhas nádegas. Eu mesma, no banho, adorava me apalpar com sabão e abrir um pouquinho os glúteos. Imaginava como minha bunda devia ficar daquela perspectiva. Joan me deu um beijinho no pescoço, e foi aí que me afastei, fingindo que precisava pegar um livro da mesa dela.
— Não me toca assim. Já te falei que me incomoda.
— Faz um ano que somos colegas de quarto, mulher, e você só me deixou chupar um peitinho uma vez, e só porque a gente tava jogando garrafa com uns amigos. Um dia você vai cair nos meus encantos, Daniela.
—Isso a gente vai ver —olhei pro quarto e vi então uma camisinha cheia de porra. Torci o beiço e peguei ela com nojo—. Uhh… tá suja.
—Sabe? Você devia ouvir meu conselho e arrumar um cara bonzinho pra fazer o love.
—Não enche o saco, Joan…

Depois ela sentou na mesa e cruzou as pernas. Como não tava usando nada por baixo, as coxas torneadas dela, que antes estavam bem abertas, ficaram super sensuais, e a parte bissexual que existe em mim deu uma tremidinha. Joan e eu tínhamos tomado banho juntas só pra ganhar tempo e chegar cedo na aula. Não ia negar que minha amiga não me atraía, porque ela era pra caralho gostosa e ardente, e eu até tinha namorado um dos irmãos dela por seis meses antes dela decidir vir estudar aqui e virar minha colega de apê.

Deixei esses pensamentos de lado e fui tomar banho. Me vesti igual a ela: confortável, de fio dental, camisola e só. Liguei o ar-condicionado e, assim, leves de roupa, sentamos pra estudar e fazer os trabalhos.

Foi mais tarde, quando ela já tava exausta de tanta tarefa, que bateram na porta. Eu abri. Quem tava lá era o Nicolás, um gringo de intercâmbio que veio da Rússia. Era lindo, alto e com uma cara de anjo depravado e sensual.
—Ah… Nico. Na hora certa —disse minha amiga, levantando feliz pra dar um beijinho na ponta da boca dele.
—Vocês vão…?
—Vai entrar com a gente, né? —perguntou Joan, se deixando abraçar pelo novo amante. Ele não aguentou e começou a apalpar os peitos dela por cima da camisola enquanto me dava um olhar sedutor.

Sem graça, peguei minhas coisas, vesti uma calça e saí do quarto antes que me jogassem na cama e arrancassem toda minha roupa. Não tava a fim de fazer parte de um trisal com a Joan. A desgraçada ia me devorar sem escrúpulos e eu ainda não tava pronta pra me envolver com uma mina.

Deixei eles sozinhos por um tempo e fui pra parte norte do campus, perto das… piscinas onde o time de natação treinava. O lugar tava completamente vazio, então sentei nas arquibancadas pra continuar minha leitura. Mas o calor do ambiente e a frescura que senti ao ver a água da piscina me deram vontade de dar um mergulho, então pensei: por que não? Larguei os livros de lado. Tirei a calça jeans e a blusa, fiquei só de lingerie e dei um belo mergulho. A água tava gelada, mais do que eu imaginava, e meus bicos ficaram durinhos. Não liguei pra isso, porque nadar me relaxava. Nessa hora, entrou uma garota. Ela ficou paralisada quando me viu. — Oi… não achei que o lugar tivesse sendo usado. — Relaxa. Já tava indo. Me apressei pra pegar minha roupa. A garota virou de costas enquanto eu tirava o sutiã e a calcinha e me vestia às pressas, só com a calça jeans e a camiseta. Depois, juntei minhas coisas de novo e vazei. Caralho! Ninguém podia me dar um pouco de privacidade? Precisava de férias, e por sorte as aulas já tavam acabando e logo eu poderia voltar pra casa no verão. Já tinha planos de passar um tempão com meus romances favoritos, lendo eles várias vezes enquanto deixava a imaginação voar e relaxava com um chá gostoso. Voltei pro quarto. Entrei devagar. Joan e Nicolás tavam dormindo, cobertos com os lençóis. Não quis acordar eles, então subi devagar na minha beliche e fechei os olhos por um segundo. Mas não demorou muito até uns barulhos me acordarem. — Ai… isso, buceta, mais. Era a Joan. Aquela pervertida tava praticando sexo anal de novo! Pensei em mandar ela calar a boca, mas os gemidos dela me fizeram ficar quieta. De repente, um tesão estranho, daqueles que vêm da curiosidade sexual, tomou conta de mim. Relaxei o máximo que pude, bem quietinha, só escutando. Lá de baixo vinham os sons da sucção das peles se tocando. A beliche balançava suave, marcando as investidas dos dois. Engoli a saliva e me inclinei devagar.
Joan estava de quatro. Nicolau, pelo que dava pra ver, tinha aberto as nádegas dela e a penetrava pelo buraco mais apertado do corpo dela. O pau inteiro do garoto entrava na minha amiga, cujas costas arqueadas brilhavam de suor. O cabelo preto e ondulado dela balançava ritmicamente.
—Sim! Mais fundo! Mais fundo!

Voltei a me acomodar como estava. Os gemidos da Joan ecoavam nos meus ouvidos, e então senti um formigamento na parte baixa da minha barriga. Sem conseguir me segurar, aquelas sensações deliciosas no corpo começaram a umedecer meus lábios. Será que estavam realmente suculentos? Eu estava ficando excitada ouvindo como estavam arrombando a bunda da minha amiga? Tive que conferir. Devagar, enfiei a mão por baixo do meu shortinho. Sim… estava molhada. Minha buceta estava escorrendo! Apalpei por um segundo, estranhando as novas sensações. Não me masturbava com frequência, só raramente e em ocasiões muito especiais… mas agora, ao notar como meus dedos deslizavam pela fluidez natural dos meus sucos… não consegui evitar enfiar um dos meus dedinhos na minha abertura.

Meu interior estava quente e viscoso. Minha própria boceta estava devorando meus dedos, e, Deus… eu amava sentir aquela pressão nas paredes da minha vagina rosada. Sem conseguir me conter, gozei imaginando que estavam me metendo por trás, que me enchiam e que minha boca se enchia do almíscar de um homem gostoso.
—Ah! Goza dentro de mim!
—Como você quiser, meu bem.

Apertei meu clitóris. Ouvi o gemido do Nicolau enquanto ele jorrava dentro do corpo da Joan. Ela ofegava, satisfeita. Imaginei como seria sentir esperma correndo pelas entranhas. Aquela mistura quente deliciosa. Me provoquei ainda mais e me masturbei com força, mordendo os lábios pra não chamar atenção. Tirei os dedos e chupei meus próprios suquinhos salgados. Que gostoso!
—É uma pena que aquela freira da Daniela não tenha ficado. Eu não me importaria de te dividir com ela.
—Você Amiga, ela é muito santa, né?
—Ela é muito caretona… mas eu gosto dela assim.
—Então fala pra ela que, quando quiser, eu tenho pra nós duas.
—Hahaha! Sim, vou lembrar disso.
—Preciso ir, meu amor. Tenho que sair agora pra um encontro.
—Claro, claro.

Fiquei paralisada enquanto o russo se vestia e ia embora. Quando ele fechou a porta, minha amiga Joan suspirou e relaxou na cama. Pouco depois, espiei e vi ela dormindo pelada, sem se cobrir com os lençóis. Os peitos enormes dela se moviam devagar no ritmo da respiração. As pernas estavam levemente abertas e ela tinha a mão perto da buceta depilada, igualzinha a de uma menina. Reparei nos lábios bem apertadinhos, deliciosos. Imaginei como seria ter eles na boca e chupar os sucos da Joan… mas não.
Não ia ceder a esses impulsos.

De noite, depois do jantar, já estávamos prontas pra dormir. Ela tinha vestido o babydoll dela, com fio dental incluso. Dizia que ficava mais confortável assim. Eu só tirei o sutiã e fiquei de calcinha. Ela me sorriu com vaidade ao me ver com os peitos de fora.
—Nada de ficar me apalpando enquanto durmo, Joan.

—Fica tranquila, mulher. Só espera mais um pouco que você vai cair nos meus encantos.
—É, claro —falei com ironia, beliscando meus mamilos sem perceber, e logo já tava dormindo feito um anjinho, sonhando com a puta trepada que deram na Joan.

No dia seguinte, acordei com dor no pescoço. Dormi numa posição ruim. Desci do beliche e vi que a Joan já tava acordada, saindo do chuveiro enrolada numa toalha.
—Amiga, vamos sair hoje? É sábado.
—Não —respondi—. Ontem à noite meu pai mandou mensagem e quer me ver o mais rápido possível no trabalho dele, então vou pra lá.
—Quer que te leve?
—Vou pegar um táxi. Valeu.
—Ah… então posso chamar uns amigos.
—Mas nada de camisinha no chão, ok? E nada de trepar na minha cama. Da outra vez encontrei meus lençóis manchados.
—Sim, sim. Fica tranquila, Daniela. Ninguém vai mexer nos teus lençóis.

Me vesti com uma minissaia jeans e uma Blusa de manga curta. Tive que colocar um sutiã, porque se fosse por mim, iria sem ele. Saí na rua e pedi carona pro primeiro táxi que passou. Papai trabalhava como chefe de um departamento de pesquisa biológica numa farmacêutica. Sempre estava vestido com um jaleco branco e óculos. Era o cara mais inteligente que eu já tinha visto na vida, e eu amava ele pra caralho.
Quando entrei no laboratório, minhas pernas congelaram por causa da saia curta e do ar-condicionado, tão gelado que o Polo Norte ficaria devendo.
— Papai. Cheguei, o que você queria?
— Ah, oi, bebê — ele se virou na cadeira —. Daniela, você tá congelando aqui e vem com essa mini mostrando a perna.
— Quê? Papai, trabalhei muito pra ficar assim. Sofri um monte de piada no colégio porque me chamavam de Pernas de Frango.
— Bom, não sou eu quem vou te dizer como se vestir. Você já é grandinha. E te chamei porque tenho algo pra te falar: você não vai poder passar as férias comigo.
— O quê?! — Exclamei surpresa — Por quê?
— Porque o idiota do juiz de família disse que você precisa passar um tempo com sua mãe, então pra não arrumar mais confusão, aceitei.
— Ah! Papai, você sabe o que eu penso dela! Ela é uma hippie!
— Sim, sim, mas o que você quer fazer? Você também é filha dela.
— Bu-bom... pelo menos podiam ter me avisado disso. Eu não quero ir com ela. Aliás, onde ela tá?
— De férias na costa. Diz que lá tem uma concentração espiritual enorme.
— Praia... — isso me interessou. Entre meus planos estava ir pra praia. Poderia ir com a Joan, claro... mas minha amiga insistia que a gente fosse pra uma nudista.
— Humm... quero dar um mergulho no mar.
— Então tá aí. Leva um biquíni bonito se quiser e se diverte com ela. Pensando bem, não é bom pra você se afastar da sua mãe, querida.
— É... — suspirei. Nisso ela tinha razão.
— Tá indo bem na escola? Algum namorado que queira me contar?
— Tudo em ordem.
— Você não é lésbica, né?
— Pai!
Por que todo mundo achava que eu era lésbica? Com certeza não tinha namorado desde o ensino médio… mas isso não significava que eu gostava de garotas.
— Querida, sou biólogo. Não tem nada de errado com suas necessidades físicas. Aliás, tenho uma amiga cuja filha é lésbica. Ela é muito gostosa. Poderia marcar um encontro se você quisesse…
— Não! Claro que não.
— Bom… tudo bem.
— Além disso, é estranho um homem como você falar de sexo comigo.
— Eu tenho uma amante.
— Pai!
— São urgências da natureza.
— Já chega! — Exclamei de novo.
— Tá, tá. Fecho a boca.

— Vou embora. Te vejo depois — dei um beijo na bochecha áspera dele e saí dali o mais rápido possível.
Faltava só uma semana para as aulas começarem, e então eu finalmente passaria as férias com minha mãe numa praia deliciosa… já podia me imaginar de biquíni bonitinho tomando sol!
Seriam umas férias excitantes.
--------------------------------
Esse foi o primeiro capítulo. Vamos fazer um trato. Cinco comentários e eu posto a atualização (não vale só vir bater uma punheta xD pelo menos me deixem a opinião de vocês).

16 comentários - Férias nudista com meu pai

Gerofe
se me paro lampija de leerlo e imaginarte tocandote mientras se cogian a tu amiga!!!
quuero la segunda parte!
Muy buen relato amiga espero la continuacion de este y ojala pudieras subir unas fotos tuyas van puntos
NOTAGI
Se nota que la segunda será con morbo
Me fascino . Y las otras partes en que entra en escena tu pape contigo ?
Espero la continuación interesante relato ojala y sea caliente
El relato es excitante, esperemos la segunda parte punta para mejorar