Não lembro direito o que aconteceu ontem, tinha bebido demais depois da escola e quando acordei já tava no meu quarto. Minha irmã Liliana e minha mãe não estavam em casa, ninguém respondeu quando gritei: Mããe!!! Lili!!!
Levantei da cama e fui até a geladeira, tomei um pouco de refrigerante de uva e me sentei, tentando lembrar o que tinha acontecido ontem. Só lembro que tinha discutido com minha mãe, que ela me empurrou e eu caí no chão de tão bêbado que tava, e bati a cabeça. Mas daí pra frente não lembro mais nada, tá tudo confuso.
Abri o chuveiro e vi umas roupas no chão, pensei que eram da Lili, ela sempre deixa tudo largado antes de ir embora. Enfiei meu corpo no chuveiro e, quando olhei pra cima, ouvi um barulho, eram uns batidinhas que vinham do quarto do fundo, o que é da Juana, minha mãe. Terminei de me lavar e, ainda com a toalha, caminhei até o fim do corredor, espiei e perguntei de novo: "Mãe?
Ouvi um barulho, abri a porta e dona Juana estava caída no chão, amarrada de pés e mãos e completamente sem roupa. Assim que me viu, as lágrimas começaram a cair. Ainda não sabia o que estava acontecendo. Tirei a fita da boca dela e na hora ela perguntou: "Cadê a Lili, Pedro?" Levantei os ombros: "Não sei, mãe. O que houve? Quem fez isso com você?" "Você, Pedro, você fez isso comigo." Fiquei mudo, não soube o que responder. "Vai no quarto da Lili. Ontem ela gritou muito. Vê se ela está bem", disse minha mãe. Ia desamarrá-la, mas ela insistiu que eu fosse primeiro ver minha irmã. Quem me dera nunca ter feito isso, mas foi o que aconteci. Corri para o quarto da Liliana. Minha irmã estava amarrada só pelas mãos, numa das pontas da cama, caída de costas, nua. "Lili, você está bem?", perguntei.
começoua chorar assim que ouve minha voz, depois se levantou um pouco, se apoiou nos joelhos e ficou de quatro. Liliana era morena como a mãe e também tinha quadris largos e uma bunda enorme. Quando a vi de quatro, o rabo dela parecia imenso. Eu ainda estava de toalha e, ao vê-la de quatro, meu pau ficou duríssimo e minha toalha caiu no chão. Me abaixei pra pegá-la, e então Lili, com a voz mais calma, me disse: "Eu sou sua puta, sou sua porca de bucetão e tô pronta pra você arrebentar meu cu." — "Que?" foram as palavras que mal saíram da minha boca.
Lili começou a rebolar e as bundas dela quicavam, enquanto dizia: "sua porca quer pica no cu, papai, sua porca quer pica no cu, papai". Enquanto ela se mexia pra trás e pra frente, eu fiquei atrás dela. Mal encostei a ponta na buceta quente dela e vi o cu dela abrindo e fechando.
escupele, Pedro, pra escorregar, minha saliva caiu na buceta dela e meu pau foi atravessando devagarzinho, ela imóvel fechava os olhos e eu mexia suavemente a cintura, hipnotizado pelas nalgas enormes da minha irmã. Foi quando ela começou a gemer que eu comecei a gozar, agarrei ela pela nuca com força e gozei dentro dela. Lili gemeu baixinho e se jogou na cama. "Me solta, Pedro, minhas mãos e braços tão doendo, não aguento mais", ela falou enquanto eu ainda tava deitado em cima dela.
Me levantei pra fazer, mas tava amarrada com umas cordas bem grossas e os nós não soltavam. Vou pegar uma tesoura, Lili, espera aqui. Saí do quarto e mamãe gritava: "Pedro, Pedro!" Entrei pra avisar que a Lili tava bem, ela se acalmou ao ouvir isso. Ajudei ela a se sentar na cama, eu ainda só de toalha e mamãe pelada sentada do meu lado. Comecei a ver como os peitos dela e os bicos pretos começavam a endurecer, enquanto com voz suave ela disse: "Lembra do que aconteceu ontem?" Virei a cabeça dizendo que não. Ela insistiu: "Tem certeza?" Falei: "Não, mãe." Dona Juana disse: "Pois ontem você me comeu, ontem você me fez sua putinha, sua putinha, sua rabuda. Ontem, filho, você arrebentou minha bunda, engoli seu pau, lambi suas bolas, me surrou a bunda e até engoli seu leite." Meu pau tava durasso ao ouvir isso de Dona Juana. "E sabe, filho? Adorei. Quero ser sua putinha de novo." Daí ela simplesmente se ajoelhou e me chupou. A boca dela sumia com meu pau inteiro e os peitos dela batiam nos meus joelhos. Peguei ela pelo cabelo e forcei ela a ficar com meu pau na boca. Quando tirei, os olhos dela lacrimejavam e eu quase gozei no rosto dela.
CONTINUARÁ...
Levantei da cama e fui até a geladeira, tomei um pouco de refrigerante de uva e me sentei, tentando lembrar o que tinha acontecido ontem. Só lembro que tinha discutido com minha mãe, que ela me empurrou e eu caí no chão de tão bêbado que tava, e bati a cabeça. Mas daí pra frente não lembro mais nada, tá tudo confuso.
Abri o chuveiro e vi umas roupas no chão, pensei que eram da Lili, ela sempre deixa tudo largado antes de ir embora. Enfiei meu corpo no chuveiro e, quando olhei pra cima, ouvi um barulho, eram uns batidinhas que vinham do quarto do fundo, o que é da Juana, minha mãe. Terminei de me lavar e, ainda com a toalha, caminhei até o fim do corredor, espiei e perguntei de novo: "Mãe?
Ouvi um barulho, abri a porta e dona Juana estava caída no chão, amarrada de pés e mãos e completamente sem roupa. Assim que me viu, as lágrimas começaram a cair. Ainda não sabia o que estava acontecendo. Tirei a fita da boca dela e na hora ela perguntou: "Cadê a Lili, Pedro?" Levantei os ombros: "Não sei, mãe. O que houve? Quem fez isso com você?" "Você, Pedro, você fez isso comigo." Fiquei mudo, não soube o que responder. "Vai no quarto da Lili. Ontem ela gritou muito. Vê se ela está bem", disse minha mãe. Ia desamarrá-la, mas ela insistiu que eu fosse primeiro ver minha irmã. Quem me dera nunca ter feito isso, mas foi o que aconteci. Corri para o quarto da Liliana. Minha irmã estava amarrada só pelas mãos, numa das pontas da cama, caída de costas, nua. "Lili, você está bem?", perguntei.
começoua chorar assim que ouve minha voz, depois se levantou um pouco, se apoiou nos joelhos e ficou de quatro. Liliana era morena como a mãe e também tinha quadris largos e uma bunda enorme. Quando a vi de quatro, o rabo dela parecia imenso. Eu ainda estava de toalha e, ao vê-la de quatro, meu pau ficou duríssimo e minha toalha caiu no chão. Me abaixei pra pegá-la, e então Lili, com a voz mais calma, me disse: "Eu sou sua puta, sou sua porca de bucetão e tô pronta pra você arrebentar meu cu." — "Que?" foram as palavras que mal saíram da minha boca.
Lili começou a rebolar e as bundas dela quicavam, enquanto dizia: "sua porca quer pica no cu, papai, sua porca quer pica no cu, papai". Enquanto ela se mexia pra trás e pra frente, eu fiquei atrás dela. Mal encostei a ponta na buceta quente dela e vi o cu dela abrindo e fechando.
escupele, Pedro, pra escorregar, minha saliva caiu na buceta dela e meu pau foi atravessando devagarzinho, ela imóvel fechava os olhos e eu mexia suavemente a cintura, hipnotizado pelas nalgas enormes da minha irmã. Foi quando ela começou a gemer que eu comecei a gozar, agarrei ela pela nuca com força e gozei dentro dela. Lili gemeu baixinho e se jogou na cama. "Me solta, Pedro, minhas mãos e braços tão doendo, não aguento mais", ela falou enquanto eu ainda tava deitado em cima dela.
Me levantei pra fazer, mas tava amarrada com umas cordas bem grossas e os nós não soltavam. Vou pegar uma tesoura, Lili, espera aqui. Saí do quarto e mamãe gritava: "Pedro, Pedro!" Entrei pra avisar que a Lili tava bem, ela se acalmou ao ouvir isso. Ajudei ela a se sentar na cama, eu ainda só de toalha e mamãe pelada sentada do meu lado. Comecei a ver como os peitos dela e os bicos pretos começavam a endurecer, enquanto com voz suave ela disse: "Lembra do que aconteceu ontem?" Virei a cabeça dizendo que não. Ela insistiu: "Tem certeza?" Falei: "Não, mãe." Dona Juana disse: "Pois ontem você me comeu, ontem você me fez sua putinha, sua putinha, sua rabuda. Ontem, filho, você arrebentou minha bunda, engoli seu pau, lambi suas bolas, me surrou a bunda e até engoli seu leite." Meu pau tava durasso ao ouvir isso de Dona Juana. "E sabe, filho? Adorei. Quero ser sua putinha de novo." Daí ela simplesmente se ajoelhou e me chupou. A boca dela sumia com meu pau inteiro e os peitos dela batiam nos meus joelhos. Peguei ela pelo cabelo e forcei ela a ficar com meu pau na boca. Quando tirei, os olhos dela lacrimejavam e eu quase gozei no rosto dela.
CONTINUARÁ...
1 comentários - Minha raposinha gostosa