A sobrinha da minha esposa
Ela é simpática, baixinha, boas pernas e uma bunda preciosa, pouca peita, cabelo comprido, cheio de cachos. A história que quero contar aconteceu num verão que passamos juntos em família. Naquela época ela devia ter uns vinte ou vinte e dois anos, estudava dança e ficava o dia inteiro rebolando aquele rabinho pra todo lado. Sempre teve uma onda de se tocar e se abraçar um pouco mais, mas nunca passou do limite. Naquela semana, como estávamos no litoral, fui acender o fogo pra fazer um churrasquinho, levei pro fundo uma caixinha de som e umas cadeiras de praia. Minha esposa e minha cunhada foram pra praia e iam voltar umas duas da tarde pra comer. A verdade é que pensei que estava sozinho em casa, mas quando entrei pra pegar algo na geladeira, lá estava ela, sem sutiã e de calcinha, estava linda recém-acordada. "Desculpa, pensei que estava sozinho", falei, ela se cobre as peitas e me diz a mesma coisa, a gente ri um pouco, cumprimento ela e vou pra fora. Nada, passaram cinco minutos e voltei a entrar, precisava tirar a carne da geladeira, pra minha surpresa, ela ainda estava lá, se preparando um café da manhã e me fala "ai, ainda não me vesti", eu digo "já não precisa mais se cobrir, porque duas vezes eu vi suas peitas em dez minutos". Risada vai, risada vem, ela abaixa o braço e deixa as tetinhas de fora, procuro o sal na despensa e passo por trás dela e falo "como você é linda recém-acordada", ela me olha e faz uma mini reboladinha, sempre com toda a energia, me diz. Nesse momento eu já tava com o pau duríssimo, peço pra ela me alcançar uma assadeira do forno e quando ela se abaixou, encostei de leve, ela se levantou, virou e eu beijei ela de uma vez. Ela não falou nada, seguimos num beijo longo, toquei as costas dela, desci as duas mãos e agarrei a bunda. Olho nos olhos dela, beijo de novo e aos poucos vou descendo pelo pescoço, toco as peitas e começo a chupar, enquanto minhas mãos não paravam de tocar aquela bunda redonda e linda que ela tem. Ela me fala sussurrando, "vamos parar por aqui porque alguém pode chegar", "é, capaz", respondo, mas falta uma hora pra elas voltarem. Dessa vez ela me abraçou e me beijou forte, tipo mordendo meus lábios, adorei, acariciei as pernas dela, meti a mão correndo por baixo da calcinha, tava depilada, bem molhada, parece que curtiu toda a parada. Levo ela até o sofá e chupo a buceta dela sem enfiar nenhum dedo por uns minutos e sinto que ela tá quase gozando, ela me fala algo, tipo pra parar e continuar, mas não aguentou mais e gozou naquele instante. Olho pra ela, coloco a calcinha dela direitinho, como um gesto de cortesia, e falo agora sim, elas devem chegar a qualquer momento. Ela me olha e pergunta, e você, não vai gozar, falo mais tarde quando tiver um minuto te pego e te fodo, dou um beijo nela e vou lavar o cheiro de buceta que ficou na minha cara. Almoçamos, falamos de coisas do dia, dos preços e de ir um pouco mais tarde que o normal pra praia porque hoje tava muito quente. minha esposa e minha cunhada lavaram tudo e limparam um pouco a cozinha, a sobrinha sai do quarto de biquíni e fala eu vou um pouco pra praia que preciso de um sol. Ligamos o ar e nos jogamos no sofá pra ver um filme, depois de um tempo vou pro quarto dormir porque tava com sono, minha esposa me fala termina o filme e deito um pouquinho. Levantamos quando o sol já não tava tão forte e vamos tomar mate na praia, a tarde passou e antes do anoitecer a sobrinha me pede pra levar ela até o outro povoado que as amigas tinham chegado e ela queria ver elas. Olho pra minha esposa e ela me fala se você vai pra lá lembra de comprar umas coisas no supermercado que ficava perto. Minha cabeça não parava de pensar como faço pra comer essa gostosa, bom, partimos viagem, que devia ser mais ou menos meia hora. Assim que ela subiu pergunto se gostou do despertar que teve hoje, ela me olha e fala adorei e passa a mão na buceta, chegamos no apartamento das amigas e ela me fala, quer entrar, porque as minas chegam mais tarde tipo meia-noite. Era o sinal que precisava, em Quando entramos, comi ela de beijos, fui tirando a roupa dela até chegar na cama, desci, chupei a pussy dela de novo e ela me fala "agora é minha vez", me chupou a cock como uma verdadeira head master, nem minha esposa chupa assim. Subiu em cima de mim, cavalgava e se mexia como aquelas cuties que a gente vê às vezes num vídeo, sinceramente, ela mandava na cintura perfeitamente. Não aguentei muito e gozei igual um litro, tirei a camisinha, me limpei um pouco e coloquei uma nova. Coloquei ela de quatro e era a imagem perfeita, rabo aberto, pussy bem molhada e ela querendo dar. Ficamos transando e suando por uns trinta minutos, até ela gozar. Ficamos deitados e abracei ela, falo que quero repetir isso hoje. "Vai ser difícil, você é casado com minha tia, a gente devia evitar chamar atenção", "você tem namorado e não quero te complicar" falo, a gente se olhou por uns segundos e não falamos mais nada. Nos dias seguintes, a rotina era a mesma, todo mundo de manhã ia pra praia, e eu ficava pra preparar o almoço, só que agora eu ia no quarto dela, levava o café da manhã e a gente transava pra caralho. Os anos passaram, ainda vejo ela, quando a gente tem um tempo, vamos pra um hotel e fazemos igual da primeira vez, com paixão e vontade de que isso dure pra sempre.
Ela é simpática, baixinha, boas pernas e uma bunda preciosa, pouca peita, cabelo comprido, cheio de cachos. A história que quero contar aconteceu num verão que passamos juntos em família. Naquela época ela devia ter uns vinte ou vinte e dois anos, estudava dança e ficava o dia inteiro rebolando aquele rabinho pra todo lado. Sempre teve uma onda de se tocar e se abraçar um pouco mais, mas nunca passou do limite. Naquela semana, como estávamos no litoral, fui acender o fogo pra fazer um churrasquinho, levei pro fundo uma caixinha de som e umas cadeiras de praia. Minha esposa e minha cunhada foram pra praia e iam voltar umas duas da tarde pra comer. A verdade é que pensei que estava sozinho em casa, mas quando entrei pra pegar algo na geladeira, lá estava ela, sem sutiã e de calcinha, estava linda recém-acordada. "Desculpa, pensei que estava sozinho", falei, ela se cobre as peitas e me diz a mesma coisa, a gente ri um pouco, cumprimento ela e vou pra fora. Nada, passaram cinco minutos e voltei a entrar, precisava tirar a carne da geladeira, pra minha surpresa, ela ainda estava lá, se preparando um café da manhã e me fala "ai, ainda não me vesti", eu digo "já não precisa mais se cobrir, porque duas vezes eu vi suas peitas em dez minutos". Risada vai, risada vem, ela abaixa o braço e deixa as tetinhas de fora, procuro o sal na despensa e passo por trás dela e falo "como você é linda recém-acordada", ela me olha e faz uma mini reboladinha, sempre com toda a energia, me diz. Nesse momento eu já tava com o pau duríssimo, peço pra ela me alcançar uma assadeira do forno e quando ela se abaixou, encostei de leve, ela se levantou, virou e eu beijei ela de uma vez. Ela não falou nada, seguimos num beijo longo, toquei as costas dela, desci as duas mãos e agarrei a bunda. Olho nos olhos dela, beijo de novo e aos poucos vou descendo pelo pescoço, toco as peitas e começo a chupar, enquanto minhas mãos não paravam de tocar aquela bunda redonda e linda que ela tem. Ela me fala sussurrando, "vamos parar por aqui porque alguém pode chegar", "é, capaz", respondo, mas falta uma hora pra elas voltarem. Dessa vez ela me abraçou e me beijou forte, tipo mordendo meus lábios, adorei, acariciei as pernas dela, meti a mão correndo por baixo da calcinha, tava depilada, bem molhada, parece que curtiu toda a parada. Levo ela até o sofá e chupo a buceta dela sem enfiar nenhum dedo por uns minutos e sinto que ela tá quase gozando, ela me fala algo, tipo pra parar e continuar, mas não aguentou mais e gozou naquele instante. Olho pra ela, coloco a calcinha dela direitinho, como um gesto de cortesia, e falo agora sim, elas devem chegar a qualquer momento. Ela me olha e pergunta, e você, não vai gozar, falo mais tarde quando tiver um minuto te pego e te fodo, dou um beijo nela e vou lavar o cheiro de buceta que ficou na minha cara. Almoçamos, falamos de coisas do dia, dos preços e de ir um pouco mais tarde que o normal pra praia porque hoje tava muito quente. minha esposa e minha cunhada lavaram tudo e limparam um pouco a cozinha, a sobrinha sai do quarto de biquíni e fala eu vou um pouco pra praia que preciso de um sol. Ligamos o ar e nos jogamos no sofá pra ver um filme, depois de um tempo vou pro quarto dormir porque tava com sono, minha esposa me fala termina o filme e deito um pouquinho. Levantamos quando o sol já não tava tão forte e vamos tomar mate na praia, a tarde passou e antes do anoitecer a sobrinha me pede pra levar ela até o outro povoado que as amigas tinham chegado e ela queria ver elas. Olho pra minha esposa e ela me fala se você vai pra lá lembra de comprar umas coisas no supermercado que ficava perto. Minha cabeça não parava de pensar como faço pra comer essa gostosa, bom, partimos viagem, que devia ser mais ou menos meia hora. Assim que ela subiu pergunto se gostou do despertar que teve hoje, ela me olha e fala adorei e passa a mão na buceta, chegamos no apartamento das amigas e ela me fala, quer entrar, porque as minas chegam mais tarde tipo meia-noite. Era o sinal que precisava, em Quando entramos, comi ela de beijos, fui tirando a roupa dela até chegar na cama, desci, chupei a pussy dela de novo e ela me fala "agora é minha vez", me chupou a cock como uma verdadeira head master, nem minha esposa chupa assim. Subiu em cima de mim, cavalgava e se mexia como aquelas cuties que a gente vê às vezes num vídeo, sinceramente, ela mandava na cintura perfeitamente. Não aguentei muito e gozei igual um litro, tirei a camisinha, me limpei um pouco e coloquei uma nova. Coloquei ela de quatro e era a imagem perfeita, rabo aberto, pussy bem molhada e ela querendo dar. Ficamos transando e suando por uns trinta minutos, até ela gozar. Ficamos deitados e abracei ela, falo que quero repetir isso hoje. "Vai ser difícil, você é casado com minha tia, a gente devia evitar chamar atenção", "você tem namorado e não quero te complicar" falo, a gente se olhou por uns segundos e não falamos mais nada. Nos dias seguintes, a rotina era a mesma, todo mundo de manhã ia pra praia, e eu ficava pra preparar o almoço, só que agora eu ia no quarto dela, levava o café da manhã e a gente transava pra caralho. Os anos passaram, ainda vejo ela, quando a gente tem um tempo, vamos pra um hotel e fazemos igual da primeira vez, com paixão e vontade de que isso dure pra sempre.
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