Olá, deixo com vocês este delicioso conto que escrevo nas minhas horas vagas. Para quem curte incesto, espero que gostem e deixem seus comentários bem gostosos sobre o que acharam.
Breve sinopse: Carlos tem a vida que sempre sonhou. Sua esposa, Melisa, é uma deusa na cama e sua preciosa filha o deixa tentado em mais de um sentido. Agora que Esther tem namorado, as transas constantes deles em casa fazem Carlos se perguntar até que ponto ele poderia aproveitar as bênçãos que o cercam.
Capítulo 1
Carlos não podia pedir muito da vida. Já tinha o suficiente. Uma casa grande. Um Honda do ano estacionado na garagem. Uma piscina num amplo jardim com uma churrasqueira e um emprego como coordenador de projetos numa construtora. Tinha dado um salto enorme na vida se comparasse com aqueles anos em que não tinha nem pra comprar uma rosquinha.
Os domingos eram sagrados. Adorava acordar de manhã. O aroma do café passado na hora. O canto dos pássaros na árvore que projetava sua sombra na lateral da casa e a luz do sol das oito da manhã que se filtrava pelas cortinas brancas e pelas janelas abertas.
Ele relaxou e se coçou na virilha. Estava sem camisa e de cueca. Exibia um físico trabalhado, mas nada de outro mundo. Esticou as pernas e deu um olhar cheio de tesão pra esposa.
— Já tá pronta a comida, amor?
Melisa olhou pra ele por cima do ombro. A mulher tinha trinta e poucos anos. Cabelo ondulado. Olhos azuis serenos. Peitos grandes e uma pele cremosa. Como todo domingo, vestia uma blusinha simples de alcinha e uma calcinha fio dental vermelha que se enterrava entre suas nádegas generosas.
— Espera um pouco, pô. Você sempre tá morrendo de fome.
Carlos riu do comentário. Tentava cuidar da forma na academia. Pra sua má — ou boa — sorte, sua mulher era uma cozinheira maravilhosa.
Admirou a bunda dela quando, de repente, sua filha saiu do quarto. Esther vestia uma camisa de homem na altura da coxa e, pelo jeito como esticava o tecido com os dedos ao andar, Carlos deduziu que ela não estava de calcinha. Isso também o agradava. Ele contemplou o tecido fino que se grudava nos mamilos dos pequenos seios da filha. Marcavam o pano como montinhos doces e macios. As coxas dela apareciam por baixo da camisa e, enquanto caminhava, o balançar do tecido mal dava conta de cobrir a rachinha e a bunda. Carlos queria ver a buceta ou o cu dela, qualquer um que fosse possível.
Claro, ele se julgava por ter esse tipo de desejo. Quem poderia culpá-lo? Tinha tido com a Melisa uma filha igualmente linda. Seria estranho se não sentisse algo ao ver aquela garotinha andando pela casa de camisola.
Ele desviou o olhar para a esposa. Enquanto ela andava pela cozinha, as nádegas expostas da Melisa se mexiam com graça. A fio dental se enterrava no meio da bunda dela, raspando aquele buraquinho precioso escondido que ele amava tanto penetrar. Toda vez que a mulher se abaixava para pegar algo nas prateleiras de baixo, ela deixava ele olhar o rabo e até se atrevia a mostrar um pouco da racha suculenta que tinha escondida.
Infelizmente, não eram só eles três. A porta do quarto da Esther se abriu e de lá saiu um rapaz alguns anos mais velho que a filha. Era um cara gato. Até o Carlos percebia isso: ombros definidos, braços fibrosos, queixo reto e um abdômen mais trabalhado que o dele. Sentir uma pontinha de inveja não era estranho. Fazia só um mês que ele sabia da existência do namorado da filha.
O Edgar cumprimentou a esposa do Carlos com um beijo e deu uma olhada na bunda dela. O outro homem franziu a testa, mas não disse nada. Sim, excitava ele um pouquinho que outro cara se deleitasse com o rabo da Melisa. Podia olhar. Não tocar.
— Aonde você foi, love? Ainda não terminamos.
— Tô com fome — a Melisa abraçou ele. A altura da garota mal chegava no peito dele. A Esther tinha uma estatura normal. O Edgar era o gigante.
— O O café da manhã não está pronto. Eu falo com eles. Voltem a dormir.
—Então a gente se vê daqui a pouco.
Edgar fez um movimento calculado. Pegou Esther pela cintura, inclinou-a para frente e a carregou sobre o ombro direito como se a garota não passasse de um saco de batatas. A camisa dela dos Minions subiu completamente por causa da posição e ficou enrolada no torso. Assim, a bunda dela ficou exposta ao ar da sala. As nádegas se abriram levemente com o movimento. Ela chutou as pernas e deixou entrever um pouco da fenda da sua buceta apertada. Carlos viu, por um instante, o cuzinho apertado da sua menina. A rachadura que dividia os lábios vaginais dela, tão delicados e... bom, não virgens.
O pau dele se mexeu, endurecendo para se levantar. A ponta pressionou o tecido de algodão e formou uma protuberância. Edgar levantou a mão direita e deu um tapa forte na bunda de Esther. A carne dos glúteos da garota tremeu, quicou e ficou vermelha. Depois caminhou pelo corredor, levando-a por cima do ombro. O rabo de Esther apontava direto para a sala, visível para os pais dela.
—Nãooo! Me solta! Não quero mais transar! Bom, quero sim...!
Ela mexeu as pernas no ar e a bunda quicava feliz.
Assim que o casal entrou no quarto, Melisa largou a colher no fogão e sorriu mostrando os dentes. Apoiou-se no batente da cozinha e cruzou os braços sob os peitos generosos.
—Parece que eles se divertem. Adoro ter o Edgar aqui.
—Sei lá. Não me acostumo com aquele cara comendo a nossa filha.
Carlos baixou o elástico da cueca. Tirou o pau ereto para fora e fechou o punho em volta do eixo grosso. Moveu a mão de cima para baixo. Abrangeu da base até a ponta do pênis. Deixou a pele deslizar sobre a carne endurecida. As bolas penduradas saíram parcialmente pela abertura da roupa íntima.
—E agora você vai bater uma?
—De repente fiquei com tesão.
—Qualquer um ficaria excitado ao ver a bunda da própria filha.
—Vem cá, tá?
Melisa caminhou em sua direção com um sorriso safado. Ela se ajoelhou entre as pernas abertas do marido, abriu a boca e enfiou a pica entre os lábios. Chupou com força, descendo o pescoço uma vez atrás da outra até a cabeça bater no fundo da garganta. A saliva jorrou abundante e cobriu o órgão com uma camada grossa. Carlos continuava passando a mão no próprio pau, metendo na boca de Melisa com movimentos lentos do quadril. Ela lambeu a glande e chupou os sucos salgados que escorriam do buraquinho do pinto. Eram salgados e quase um afrodisíaco para uma mulher tarada como ela. Enfiou a língua naquele orifício, causando ao marido uma mistura de dor e prazer. As mãos dela se agarraram nas coxas fortes do marido. As tetas balançavam soltas sem sutiã, mal escondidas pela blusinha de alcinha.
Carlos meteu mais uma vez, enfiando a pica até o fundo da garganta da esposa. Melisa a segurou entre os lábios e chupou até as bochechas afundarem. Enquanto a mão de Carlos não parasse, ela continuaria mamando pica até não aguentar mais. De repente, o esperma quente jorrou daquele mastro, depositando-se na garganta de Melisa. Ela bebeu, engolindo tudo de um gole só.
Após a gozada, ficou ali, feliz, lambendo a pica para limpar o leite que escorria. Foi nesse momento que Esther espiou e viu a mãe ajoelhada. A pica de Carlos não estava à vista. Tinha perdido o tamanho e se escondia dentro da cueca. A garota não disse nada, e com um olhar natural, perguntou se o café da manhã já estava pronto.
— Falta um pouco — garantiu a mãe.
Esther ia sair, quando uma mão puxou ela e a trouxe de volta pro quarto.
Carlos franziu a testa. Ele tinha gozado com a mamada da esposa, mas aparentemente, a ereção do Edgar durava mais.
— Bom — Melisa deu uns tapinhas nos joelhos dele —. Melhor eu me apressar. Vai tomar banho, meu amor.
O homem assentiu. Deixou um beijo na mulher e foi em direção ao banheiro. Embora estivesse satisfeito, ainda tinha forças para bater uma punheta e pensar em como sua filha estaria agora no quarto dela, com certeza de quatro, gemendo de prazer.
Turvo. Sujo. Incestuoso; e verdadeiramente delicioso.
A Carlos gostava de malhar de manhã. Isso o mantinha são e em forma. Há anos mantinha a mesma rotina de sempre: sair às seis da manhã, voltar uma hora depois, tomar banho e ir trabalhar. Aproveitava a solidão da casa para mergulhar nos próprios pensamentos e organizar os afazeres do dia.
Porém, naquela segunda-feira de setembro, só correu por meia hora. Uma pequena lesão no joelho o fez parar. Voltou para casa com a ideia de fazer alguns alongamentos, comer algo e se reportar doente ao trabalho.
Assim que Carlos entrou, não foi recebido por silêncio, mas por gemidos vindos de uma boca cheia de prazer. Sentiu um arrepio. Não se tratava da esposa, já que ela estava dando aulas. Era da filha, e com certeza, do idiota do namorado dela.
Aproximou-se com cautela do quarto. A porta de Esther estava meio aberta. Ele empurrou um pouco e espiou. O que viu fez a dor no joelho sumir na hora.
Edgar estava ajoelhado entre as pernas abertas de Esther. A garota estava deitada na cama, com as costas apoiadas no colchão e as coxas escancaradas. A saia do uniforme e a calcinha preta pequenininha estavam jogadas no chão. Ela não usava mais nada por cima. Os peitos, pequenos e empinados, apontavam para o teto. O rostinho de anjo se desfazia numa mistura de prazer e dor. Ela oferecia a rachadinha completamente nua. Edgar tinha a cara afundada na buceta da garota. A língua dele se movia em círculos rápidos sobre a protuberância do meio, separando os lábios fininhos da conchinha com os dedos. Enfiava a língua fundo na abertura e recolhia os sucos que jorravam abundantes da interior. Ela espiou para olhar Esther e Carlos viu que o queixo do homem estava encharcado de um líquido delicioso de mulher.
Com as mãos, Edgar segurava os quadris da namorada, mantendo a bunda dela firme no que ele lambia da carne molhada. Chupava os lábios menores e sugava com força, para depois meter dois dedos e penetrar. A língua batia no clitóris por cima. Os sucos transparentes escorriam para fora, roçando a pele das nádegas de Esther e se acumulando numa poça pequena sobre o lençol.
Esther tinha as mãos sobre os peitos pequenos e pontudos. Apertava os mamilos rosados entre o dedo indicador e o polegar. Esticava as pontas para cima, torcendo-as até deformar os seios. Os mamilos, extremamente sensíveis, vibravam a cada puxão e ela mesma se massageava, fazendo os peitos dançarem em círculos.
Usou uma mão para descer até a racha. Separou os lábios vaginais com os dedos e deixou à mostra a carne rosada e inchada. Edgar lambeu por mais alguns segundos. Depois subiu com a língua até chegar aos doces peitos da garota e os envolveu com a boca.
— Tenho… que ir pra aula. Ai! Já é tarde… mmm!
Carlos olhou a hora. Era verdade, então interveio. Entrou. No começo quis ficar durão com o casal e moer Edgar na porrada. Para o azar dele, entrou quando Esther estava tendo um orgasmo.
A garota viu claramente o pai, mas não conseguiu se conter. Em vez disso, soltou um sorriso tímido, como uma menina pega fazendo uma travessura. Edgar não tinha notado, já que continuava com o rosto afundado entre as pernas de Esther. Carlos soube que não tinha mais motivos pra ficar bravo. Estava excitado e pensou que poderia entrar na festa.
Claro, isso seria impensável. Em vez disso, desviou o olhar e foi até o cesto de roupa suja. Esther fechou os olhos e apertou um travesseiro contra o peito. Sabia que o pai estava ali. Não era a primeira vez que ele ou a mãe a pegavam numa situação comprometedora. Semana passada mesmo, a Melisa pegou ela se masturbando no chuveiro, e um mês atrás, o pai dela entrou quando ela tava dando um boquete no Edgar.
Dessa vez era um pouco diferente, porque a posição dela com as coxas abertas e a cabeça do Edgar entre as pernas dela, deixava ela totalmente exposta pra ele. E sendo o Carlos homem, a experiência ficava turva e interessante.
O pai dela pegou uma blusa do chão. Depois umas calças. Fez de conta que não tava nem aí pros gemidos da filha. Segundo a esposa dele, interromper ela no meio do orgasmo podia causar traumas corporais. Ele não tinha tanta certeza disso. Tentou se comportar à altura.
Mas foi impossível não olhar de novo por cima do ombro do Edgar. Ele não tinha parado a língua. Continuava com a cara enfiada entre as pernas da Esther, lambendo a buceta de cima pra baixo. A língua dele penetrava na abertura enquanto os dedos entravam e saíam, fazendo aquele barulho de carne molhada.
— Que delícia! — Falou o homem. A boca dele tava cheia de fios da própria saliva e dos sucos da menina.
A Esther continuava com o travesseiro apertado contra os peitos e os olhos fechados pra ignorar o máximo possível a presença do pai. O Edgar também não tinha percebido que não estavam sozinhos e que alguém tava olhando pelas costas dele.
— Continua… — implorou a Esther.
Ele continuou.
O Edgar se abaixou. Pegou uma calcinha do chão e jogou no cesto. A filha dele abriu os olhos e olhou direto pra ele com um sorriso nervoso. Ele fez shhh com os dedos pra ela não falar nada. Ela concordou com a cabeça e, por reflexo, quis fechar as pernas. O Edgar não deixou e empurrou as coxas dela pra manter abertas.
Os olhos do Carlos se fixaram na bucetinha da filha, na língua do Edgar se mexendo entre os lábios, nos sucos brilhantes escorrendo pro cu. A pica dentro da calça dele endureceu, formando um volume no tecido. Ele ajustou a pica com a mão livre e apertou como Se quisesse esconder a ereção da cara de Esther. Foi difícil. Os peitinhos da garota balançavam a cada investida da cabeça e da língua de Edgar. A ereção do pobre homem cresceu. Era a primeira vez que contemplava um espetáculo tão delicioso e se perguntou quantos homens sonhariam com esse momento.
Sacudiu a cabeça. Murmurou algo para si mesmo e se virou. Caminhou com o cesto nos braços e a ereção visível se movendo contra o tecido das calças para correr. Saiu do quarto sem fechar a porta por completo. Heterogêneas, com o rosto avermelhado e as perninhas bem abertas, voltou a atenção para o namorado e pressionou a cabeça para grudá-la mais na sua buceta.
Tinha prova de matemática, mas tinha certeza de que aquelas equações e o Teorema de Pitágoras podiam esperar.
Breve sinopse: Carlos tem a vida que sempre sonhou. Sua esposa, Melisa, é uma deusa na cama e sua preciosa filha o deixa tentado em mais de um sentido. Agora que Esther tem namorado, as transas constantes deles em casa fazem Carlos se perguntar até que ponto ele poderia aproveitar as bênçãos que o cercam.
Capítulo 1
Carlos não podia pedir muito da vida. Já tinha o suficiente. Uma casa grande. Um Honda do ano estacionado na garagem. Uma piscina num amplo jardim com uma churrasqueira e um emprego como coordenador de projetos numa construtora. Tinha dado um salto enorme na vida se comparasse com aqueles anos em que não tinha nem pra comprar uma rosquinha.
Os domingos eram sagrados. Adorava acordar de manhã. O aroma do café passado na hora. O canto dos pássaros na árvore que projetava sua sombra na lateral da casa e a luz do sol das oito da manhã que se filtrava pelas cortinas brancas e pelas janelas abertas.
Ele relaxou e se coçou na virilha. Estava sem camisa e de cueca. Exibia um físico trabalhado, mas nada de outro mundo. Esticou as pernas e deu um olhar cheio de tesão pra esposa.
— Já tá pronta a comida, amor?
Melisa olhou pra ele por cima do ombro. A mulher tinha trinta e poucos anos. Cabelo ondulado. Olhos azuis serenos. Peitos grandes e uma pele cremosa. Como todo domingo, vestia uma blusinha simples de alcinha e uma calcinha fio dental vermelha que se enterrava entre suas nádegas generosas.
— Espera um pouco, pô. Você sempre tá morrendo de fome.
Carlos riu do comentário. Tentava cuidar da forma na academia. Pra sua má — ou boa — sorte, sua mulher era uma cozinheira maravilhosa.
Admirou a bunda dela quando, de repente, sua filha saiu do quarto. Esther vestia uma camisa de homem na altura da coxa e, pelo jeito como esticava o tecido com os dedos ao andar, Carlos deduziu que ela não estava de calcinha. Isso também o agradava. Ele contemplou o tecido fino que se grudava nos mamilos dos pequenos seios da filha. Marcavam o pano como montinhos doces e macios. As coxas dela apareciam por baixo da camisa e, enquanto caminhava, o balançar do tecido mal dava conta de cobrir a rachinha e a bunda. Carlos queria ver a buceta ou o cu dela, qualquer um que fosse possível.
Claro, ele se julgava por ter esse tipo de desejo. Quem poderia culpá-lo? Tinha tido com a Melisa uma filha igualmente linda. Seria estranho se não sentisse algo ao ver aquela garotinha andando pela casa de camisola.
Ele desviou o olhar para a esposa. Enquanto ela andava pela cozinha, as nádegas expostas da Melisa se mexiam com graça. A fio dental se enterrava no meio da bunda dela, raspando aquele buraquinho precioso escondido que ele amava tanto penetrar. Toda vez que a mulher se abaixava para pegar algo nas prateleiras de baixo, ela deixava ele olhar o rabo e até se atrevia a mostrar um pouco da racha suculenta que tinha escondida.
Infelizmente, não eram só eles três. A porta do quarto da Esther se abriu e de lá saiu um rapaz alguns anos mais velho que a filha. Era um cara gato. Até o Carlos percebia isso: ombros definidos, braços fibrosos, queixo reto e um abdômen mais trabalhado que o dele. Sentir uma pontinha de inveja não era estranho. Fazia só um mês que ele sabia da existência do namorado da filha.
O Edgar cumprimentou a esposa do Carlos com um beijo e deu uma olhada na bunda dela. O outro homem franziu a testa, mas não disse nada. Sim, excitava ele um pouquinho que outro cara se deleitasse com o rabo da Melisa. Podia olhar. Não tocar.
— Aonde você foi, love? Ainda não terminamos.
— Tô com fome — a Melisa abraçou ele. A altura da garota mal chegava no peito dele. A Esther tinha uma estatura normal. O Edgar era o gigante.
— O O café da manhã não está pronto. Eu falo com eles. Voltem a dormir.
—Então a gente se vê daqui a pouco.
Edgar fez um movimento calculado. Pegou Esther pela cintura, inclinou-a para frente e a carregou sobre o ombro direito como se a garota não passasse de um saco de batatas. A camisa dela dos Minions subiu completamente por causa da posição e ficou enrolada no torso. Assim, a bunda dela ficou exposta ao ar da sala. As nádegas se abriram levemente com o movimento. Ela chutou as pernas e deixou entrever um pouco da fenda da sua buceta apertada. Carlos viu, por um instante, o cuzinho apertado da sua menina. A rachadura que dividia os lábios vaginais dela, tão delicados e... bom, não virgens.
O pau dele se mexeu, endurecendo para se levantar. A ponta pressionou o tecido de algodão e formou uma protuberância. Edgar levantou a mão direita e deu um tapa forte na bunda de Esther. A carne dos glúteos da garota tremeu, quicou e ficou vermelha. Depois caminhou pelo corredor, levando-a por cima do ombro. O rabo de Esther apontava direto para a sala, visível para os pais dela.
—Nãooo! Me solta! Não quero mais transar! Bom, quero sim...!
Ela mexeu as pernas no ar e a bunda quicava feliz.
Assim que o casal entrou no quarto, Melisa largou a colher no fogão e sorriu mostrando os dentes. Apoiou-se no batente da cozinha e cruzou os braços sob os peitos generosos.
—Parece que eles se divertem. Adoro ter o Edgar aqui.
—Sei lá. Não me acostumo com aquele cara comendo a nossa filha.
Carlos baixou o elástico da cueca. Tirou o pau ereto para fora e fechou o punho em volta do eixo grosso. Moveu a mão de cima para baixo. Abrangeu da base até a ponta do pênis. Deixou a pele deslizar sobre a carne endurecida. As bolas penduradas saíram parcialmente pela abertura da roupa íntima.
—E agora você vai bater uma?
—De repente fiquei com tesão.
—Qualquer um ficaria excitado ao ver a bunda da própria filha.
—Vem cá, tá?
Melisa caminhou em sua direção com um sorriso safado. Ela se ajoelhou entre as pernas abertas do marido, abriu a boca e enfiou a pica entre os lábios. Chupou com força, descendo o pescoço uma vez atrás da outra até a cabeça bater no fundo da garganta. A saliva jorrou abundante e cobriu o órgão com uma camada grossa. Carlos continuava passando a mão no próprio pau, metendo na boca de Melisa com movimentos lentos do quadril. Ela lambeu a glande e chupou os sucos salgados que escorriam do buraquinho do pinto. Eram salgados e quase um afrodisíaco para uma mulher tarada como ela. Enfiou a língua naquele orifício, causando ao marido uma mistura de dor e prazer. As mãos dela se agarraram nas coxas fortes do marido. As tetas balançavam soltas sem sutiã, mal escondidas pela blusinha de alcinha.
Carlos meteu mais uma vez, enfiando a pica até o fundo da garganta da esposa. Melisa a segurou entre os lábios e chupou até as bochechas afundarem. Enquanto a mão de Carlos não parasse, ela continuaria mamando pica até não aguentar mais. De repente, o esperma quente jorrou daquele mastro, depositando-se na garganta de Melisa. Ela bebeu, engolindo tudo de um gole só.
Após a gozada, ficou ali, feliz, lambendo a pica para limpar o leite que escorria. Foi nesse momento que Esther espiou e viu a mãe ajoelhada. A pica de Carlos não estava à vista. Tinha perdido o tamanho e se escondia dentro da cueca. A garota não disse nada, e com um olhar natural, perguntou se o café da manhã já estava pronto.
— Falta um pouco — garantiu a mãe.
Esther ia sair, quando uma mão puxou ela e a trouxe de volta pro quarto.
Carlos franziu a testa. Ele tinha gozado com a mamada da esposa, mas aparentemente, a ereção do Edgar durava mais.
— Bom — Melisa deu uns tapinhas nos joelhos dele —. Melhor eu me apressar. Vai tomar banho, meu amor.
O homem assentiu. Deixou um beijo na mulher e foi em direção ao banheiro. Embora estivesse satisfeito, ainda tinha forças para bater uma punheta e pensar em como sua filha estaria agora no quarto dela, com certeza de quatro, gemendo de prazer.
Turvo. Sujo. Incestuoso; e verdadeiramente delicioso.
A Carlos gostava de malhar de manhã. Isso o mantinha são e em forma. Há anos mantinha a mesma rotina de sempre: sair às seis da manhã, voltar uma hora depois, tomar banho e ir trabalhar. Aproveitava a solidão da casa para mergulhar nos próprios pensamentos e organizar os afazeres do dia.
Porém, naquela segunda-feira de setembro, só correu por meia hora. Uma pequena lesão no joelho o fez parar. Voltou para casa com a ideia de fazer alguns alongamentos, comer algo e se reportar doente ao trabalho.
Assim que Carlos entrou, não foi recebido por silêncio, mas por gemidos vindos de uma boca cheia de prazer. Sentiu um arrepio. Não se tratava da esposa, já que ela estava dando aulas. Era da filha, e com certeza, do idiota do namorado dela.
Aproximou-se com cautela do quarto. A porta de Esther estava meio aberta. Ele empurrou um pouco e espiou. O que viu fez a dor no joelho sumir na hora.
Edgar estava ajoelhado entre as pernas abertas de Esther. A garota estava deitada na cama, com as costas apoiadas no colchão e as coxas escancaradas. A saia do uniforme e a calcinha preta pequenininha estavam jogadas no chão. Ela não usava mais nada por cima. Os peitos, pequenos e empinados, apontavam para o teto. O rostinho de anjo se desfazia numa mistura de prazer e dor. Ela oferecia a rachadinha completamente nua. Edgar tinha a cara afundada na buceta da garota. A língua dele se movia em círculos rápidos sobre a protuberância do meio, separando os lábios fininhos da conchinha com os dedos. Enfiava a língua fundo na abertura e recolhia os sucos que jorravam abundantes da interior. Ela espiou para olhar Esther e Carlos viu que o queixo do homem estava encharcado de um líquido delicioso de mulher.
Com as mãos, Edgar segurava os quadris da namorada, mantendo a bunda dela firme no que ele lambia da carne molhada. Chupava os lábios menores e sugava com força, para depois meter dois dedos e penetrar. A língua batia no clitóris por cima. Os sucos transparentes escorriam para fora, roçando a pele das nádegas de Esther e se acumulando numa poça pequena sobre o lençol.
Esther tinha as mãos sobre os peitos pequenos e pontudos. Apertava os mamilos rosados entre o dedo indicador e o polegar. Esticava as pontas para cima, torcendo-as até deformar os seios. Os mamilos, extremamente sensíveis, vibravam a cada puxão e ela mesma se massageava, fazendo os peitos dançarem em círculos.
Usou uma mão para descer até a racha. Separou os lábios vaginais com os dedos e deixou à mostra a carne rosada e inchada. Edgar lambeu por mais alguns segundos. Depois subiu com a língua até chegar aos doces peitos da garota e os envolveu com a boca.
— Tenho… que ir pra aula. Ai! Já é tarde… mmm!
Carlos olhou a hora. Era verdade, então interveio. Entrou. No começo quis ficar durão com o casal e moer Edgar na porrada. Para o azar dele, entrou quando Esther estava tendo um orgasmo.
A garota viu claramente o pai, mas não conseguiu se conter. Em vez disso, soltou um sorriso tímido, como uma menina pega fazendo uma travessura. Edgar não tinha notado, já que continuava com o rosto afundado entre as pernas de Esther. Carlos soube que não tinha mais motivos pra ficar bravo. Estava excitado e pensou que poderia entrar na festa.
Claro, isso seria impensável. Em vez disso, desviou o olhar e foi até o cesto de roupa suja. Esther fechou os olhos e apertou um travesseiro contra o peito. Sabia que o pai estava ali. Não era a primeira vez que ele ou a mãe a pegavam numa situação comprometedora. Semana passada mesmo, a Melisa pegou ela se masturbando no chuveiro, e um mês atrás, o pai dela entrou quando ela tava dando um boquete no Edgar.
Dessa vez era um pouco diferente, porque a posição dela com as coxas abertas e a cabeça do Edgar entre as pernas dela, deixava ela totalmente exposta pra ele. E sendo o Carlos homem, a experiência ficava turva e interessante.
O pai dela pegou uma blusa do chão. Depois umas calças. Fez de conta que não tava nem aí pros gemidos da filha. Segundo a esposa dele, interromper ela no meio do orgasmo podia causar traumas corporais. Ele não tinha tanta certeza disso. Tentou se comportar à altura.
Mas foi impossível não olhar de novo por cima do ombro do Edgar. Ele não tinha parado a língua. Continuava com a cara enfiada entre as pernas da Esther, lambendo a buceta de cima pra baixo. A língua dele penetrava na abertura enquanto os dedos entravam e saíam, fazendo aquele barulho de carne molhada.
— Que delícia! — Falou o homem. A boca dele tava cheia de fios da própria saliva e dos sucos da menina.
A Esther continuava com o travesseiro apertado contra os peitos e os olhos fechados pra ignorar o máximo possível a presença do pai. O Edgar também não tinha percebido que não estavam sozinhos e que alguém tava olhando pelas costas dele.
— Continua… — implorou a Esther.
Ele continuou.
O Edgar se abaixou. Pegou uma calcinha do chão e jogou no cesto. A filha dele abriu os olhos e olhou direto pra ele com um sorriso nervoso. Ele fez shhh com os dedos pra ela não falar nada. Ela concordou com a cabeça e, por reflexo, quis fechar as pernas. O Edgar não deixou e empurrou as coxas dela pra manter abertas.
Os olhos do Carlos se fixaram na bucetinha da filha, na língua do Edgar se mexendo entre os lábios, nos sucos brilhantes escorrendo pro cu. A pica dentro da calça dele endureceu, formando um volume no tecido. Ele ajustou a pica com a mão livre e apertou como Se quisesse esconder a ereção da cara de Esther. Foi difícil. Os peitinhos da garota balançavam a cada investida da cabeça e da língua de Edgar. A ereção do pobre homem cresceu. Era a primeira vez que contemplava um espetáculo tão delicioso e se perguntou quantos homens sonhariam com esse momento.
Sacudiu a cabeça. Murmurou algo para si mesmo e se virou. Caminhou com o cesto nos braços e a ereção visível se movendo contra o tecido das calças para correr. Saiu do quarto sem fechar a porta por completo. Heterogêneas, com o rosto avermelhado e as perninhas bem abertas, voltou a atenção para o namorado e pressionou a cabeça para grudá-la mais na sua buceta.
Tinha prova de matemática, mas tinha certeza de que aquelas equações e o Teorema de Pitágoras podiam esperar.
1 comentários - A casa onde tudo é permitido capítulo 1
Bien esta muy bueno y descriptivo.
Espero la segunda parte .
Van +10 lo dejo en favy siguiendo para no perderme la segunda parte .
Abrazo vampiro .