Chantageei minha mãe pra ela transar comigo. Parte #4

Chantageei minha mãe pra ela transar comigo. Parte #4
vadiaMaritza subiu as escadas com as pernas ainda tremendo. No quarto dela, tirou o vestido preto de uma vez e deixou cair no chão. Da gaveta, pegou a lingerie vermelha que o Guillermo tinha "sugerido" semanas atrás: um sutiã de renda que mal segurava os peitos dela, uma calcinha fio dental que se perdia entre as nádegas e um par de meias de arrastão até a coxa presas com ligas. Se olhou no espelho. Estava exatamente como ele queria: uma puta cara, o esperma ainda seco na bochecha e no pescoço brilhando sob a luz. Não limpou. Foi até o quarto do Guillermo, entrou, ele já estava deitado na cama, nu da cintura pra baixo, o pau duro de novo contra a barriga. Olhou ela de cima a baixo e sorriu. — Vira. Dança. — Não... não me humilha assim — sussurrou ela, a voz quebrada. — Dança. Agora. Ela fechou os olhos por um segundo, respirou fundo e começou a se mexer. Primeiro só o quadril, sem jeito, envergonhada. Ele pegou no pau e começou a se masturbar devagar, olhando pra ela sem piscar. Maritza girou, arqueou as costas, passou as mãos pelos peitos e desceu até se tocar entre as pernas por cima da calcinha. O movimento foi ficando mais fluido conforme o ódio e a humilhação se misturavam com algo que ela não queria nomear. Dançou pra ele por vários minutos, o corpo suando levemente, as meias roçando uma na outra. — Chega. Fica de quatro e vem andando até mim. Ela obedeceu. Se ajoelhou no carpete e avançou de gatinhas até a beirada da cama. Guillermo se ergueu um pouco. — Abre. Chupa de novo. — Guillermo... por favor... não dá pra gente chegar a outro acordo? Te juro que não saio mais, que faço o que você quiser, mas não isso... — O trato continua. Abre. Maritza abriu a boca. Ele agarrou o cabelo dela e a empurrou pra baixo, no pau dele. Ela chupou com a mesma técnica de antes: língua reta por baixo, sucção forte, descendo até quase a base, lambendo as bolas quando ele pedia. O som molhado enchia o quarto. Quando Guillermo sentiu que Ele estava perto, puxou-a de uma vez. —Fica de quatro. Não se mexe. Ela ficou na posição, costas arqueadas, rabo pra cima. Ele se levantou, ficou atrás dela e puxou a tanga pro lado, deixando a buceta dela à mostra, já molhada apesar de tudo. Passou a ponta grossa do pau pra cima e pra baixo nos lábios, empurrando só um pouco, sem entrar. —Não… por favor, não faz isso… —ela implorou, a voz tremendo. —O trato, mãe. Você cumpre… ou o pai fica sabendo de tudo. Maritza ficou em silêncio. Só se ouvia a respiração ofegante dela. Guillermo empurrou de uma vez só e afundou inteiro dentro dela. Ela soltou um gemido longo, rouco, mistura de dor e uma excitação que odiava sentir. Ela estava apertada, quente, e ele ficou parado um segundo aproveitando como a buceta dela se contraía em volta do pau dele. Começou a foder ela de quatro. Agarrou a cintura dela com força e meteu num ritmo constante, profundo, tirando quase tudo e voltando a entrar até o fundo. O som de pele batendo em pele ecoava. Maritza gemia contra o lençol, os dedos agarrando o tecido, o corpo balançando a cada estocada. Ele deu um tapa forte na bunda dela e continuou, mais rápido, até o suor brilhar nas costas dele. Sem tirar o pau, girou ela e colocou de lado. Levantou uma das pernas dela e continuou fodendo assim, entrando ainda mais fundo. Agarrou um peito dela por cima do sutiã, apertando o bico entre os dedos. Maritza arqueou o pescoço e soltou outro gemido abafado. Depois colocou ela de joelhos de novo, mas dessa vez de frente pra ele. Ele sentou na beira da cama e fez ela montar nele de costas: ela de costas, descendo devagar no pau dele até sentar inteira. Agarrou a cintura dela e moveu pra cima e pra baixo, obrigando ela a quicar. Daquela posição, ele podia ver a bunda dela abrindo e fechando em volta do pau dele. Deu mais uns tapas na bunda e mandou ela se tocar no clitóris enquanto cavalgava. Ela obedeceu, os dedos tremendo, e começou a gemer mais alto. apesar dela. A posição seguinte foi ela por cima, de frente. Maritza sentou-se de pernas abertas, as mãos no peito dele, e começou a subir e descer. Guillermo segurou as nádegas dela e a penetrou de baixo ao mesmo tempo, fazendo-a gritar. Ele baixou o corpete, tirou os peitos para fora e os chupou enquanto a fodia, mordiscando os bicos. Ela estava com o rosto vermelho, o cabelo grudado na testa, e ainda o esperma seco de antes manchando a bochecha dela. Depois ele a virou de novo e a colocou na posição missionária. Abriu as pernas dela de par em par, se posicionou entre elas e entrou com um único empurrão. Começou a fodê-la com investidas longas e profundas, olhando nos olhos dela. Maritza tinha o olhar vidrado, os lábios entreabertos, e cada vez que ele batia no fundo, ela soltava um gemido que já não distinguia entre dor e prazer. Ele agarrou os pulsos dela e os prendeu acima da cabeça, acelerando o ritmo. —Por favor… não goza dentro… por favor, Guillermo… tira… Ele não respondeu. Só investiu mais forte, mais rápido, até o corpo dele se tensionar. Com um grunhido profundo, ele se enterrou até o fundo e gozou dentro dela, jatos quentes e grossos enchendo-a. Maritza sentiu cada pulsação, cada jato, e soltou um gemido longo de derrota enquanto ele continuava empurrando, se esvaziando completamente na buceta dela. Quando terminou, ficou por cima dela por alguns segundos, ainda dentro, respirando ofegante. Depois se tirou devagar. O esperma jorrou entre os lábios dela e escorreu pelo cu até o lençol. Maritza ficou deitada, as pernas abertas, a lingerie vermelha toda bagunçada, o peito subindo e descendo com respirações irregulares. Ela não disse nada. Só fechou os olhos. Guillermo se deitou ao lado dela, ainda com a pica meio dura e brilhante dos fluidos misturados. —Bom trabalho, mamãe —murmurou—. Isso é só o começo.madura
rabao
incestoLembrem de apoiar pra continuar subindo conteúdo! Nos próximos dias, um conto novo e a quarta parte do conto da mãe prostituta!

0 comentários - Chantageei minha mãe pra ela transar comigo. Parte #4