era estudante numa universidade particular de Buenos Aires, e em julho são aqueles malditos períodos de exames de inverno, geralmente a gente faz as matérias que cursa no semestre, mas no meu grupo aconteceu que todo mundo tinha uma matéria antiga bem pesada que estava vencendo, então basicamente o grupo inteiro focou só nessa matéria. No meu grupo de estudo somos 7 pessoas, 3 caras (Manuel, Fabián e eu) e 4 minas (Maya, Fernanda, Ana e Maria). Por causa da distância, decidimos dividir o grupo: Manuel, Fabián e Fernanda iam se encontrar na casa do Manuel, já que todos moram na zona sul, e Maya, Ana, Maria e eu íamos nos encontrar na casa da Maria.
Nessa altura, minha intenção era puramente estudar, tava muito preocupado com a matéria e não pensava em mais nada, além disso terminei com minha namorada faz pouco tempo, então acho que o estudo serviu como um bode expiatório pra isso. Mas eu sabia muito bem que não era assim do lado da Ana, ela sempre tinha dado em cima de mim, mesmo quando nós dois estávamos namorando, mas nunca tinha rolado nada. Ana é uma mina daquelas que a gente só pode imaginar, morena, 1,70, uma cara de anjo e um corpo perfeito, magra, com pernas longas coroadas por uma bunda redondinha e empinada e dois peitos pequenos mas na medida. Embora eu sempre tivesse ficado doido por uma coisa ou outra, nunca rolava nada.
No dia que a gente se encontrou, passei pra buscar a Ana na casa dela, já que moramos perto, e fomos juntos pra casa da Maria. Durante toda a viagem, ela ficou fazendo comentários de duplo sentido e me provocando, mas como eu disse, minha cabeça tava em outro lugar (IDIOTA!!!!). Quando chegamos na casa, a Maria e a Maya já estavam revisando, então a gente se apressou pra entrar no ritmo. Estudamos pesado por umas 2 horas, as minas estavam perdidas pra falar a verdade, e eu acabei meio que assumindo um papel de professor em certo ponto, o que me rendeu muitas piadas delas. Em um determinado momento, a a conversa acabou desviando pro que tinha rolado com a minha ex, por que a gente terminou e que ela era uma idiota por ter me largado, como que ela ia perder a chance de ficar com um cara como eu e um monte de coisa assim, que eu realmente senti como palavras pra me fazer sentir bem, até que num momento a Maria fala quase que inocente "e agora você pode ficar tranquilo com a Ana pra ela não nos encher mais o saco". Teve um silêncio super estranho que foi cortado pela Maya, ainda bem, que soltou uma pergunta sobre o que a gente tava estudando e todo mundo voltou pros livros.
Depois de um tempão explicando pras minas como que tinha rolado a criação das Doze Tábuas em Roma, a Maria falou que precisava ir encontrar a mãe, mas que a gente podia ficar de boa que ela voltava em umas uma ou duas horas. Quando ela foi embora, a parada mudou completamente dentro daquele quarto. Em 10 minutos ninguém mais tava estudando, a Maya tava no notebook e eu e a Ana vendo TV no chão, a coisa foi ficando muito melosa e tenho que admitir que nessa hora eu não consegui me segurar, em poucos minutos a gente já tava se pegando sem lembrar que a Maya tava ali, parece que o clima tinha esquentado demais...
Maya: Gente, ou me chamam ou param, porque eu não sou de pedra
Eu: (me fazendo de engraçadinho e esperando um corretivo da Ana) vem que aqui é pra todo mundo, onde come um come dois
Ana: (pra minha surpresa) ela tem razão, se você também tá afim dela
Antes que eu pudesse processar a surpresa do que a Ana falou, o nervosismo tomou conta de mim. Será que tão brincando comigo? Que porra é essa? Vou descrever a Maya pra você, que até agora não fiz. Ela é uma mina baixinha, tipo 1,60, com aquele estilo flogger, tinha um par de peitos enorme, daqueles que não cabem na mão, mas não tinha uma bunda grande. De qualquer jeito, o que sempre chamava a atenção minha e dos meus amigos era a boca dela, a gente chamava de Angelina. Eu já tinha provado aqueles lábios numa noite de bebedeira, numa festa de aniversário a gente tinha se pegado pra caralho. Os dois, mas ficou por isso, segundo ela, não podia fazer isso com a amiga.
Voltando à história, antes que eu pudesse perceber, já estava beijando as duas, que acariciavam meu corpo. Eu não fazia nada, só beijava, estava paralisado pela situação, o que provocou provocações delas.
M: Parece que nosso amigo não é tão ousado quanto parece.
A: Não viu? Pra mim, a gente vai ter que dar um incentivo – colocando a mão na minha virilha – embora me pareça que por baixo ele já tá bem incentivado.
Eu não tinha percebido na surpresa, mas minha ereção era inegável. Elas voltaram a se beijar e as duas massageavam meu pau sem nenhum pudor.
M: Preciso ver esse pacote agora – abrindo meu zíper – Levanta, Lau!
E então, as duas baixaram minha calça e cueca como se debaixo delas estivesse o último alimento da Terra. A cara das duas foi entre surpresa e admiração, o que subiu meu ego pra caralho. Não só estava com duas garotas, como ainda se surpreendiam com meu pau. Não é grande coisa, não é como muitos contam de 20x7, tem um comprimento normal, uns 17cm, mas o que importa é a grossura, 5,5cm. Antes que eu pudesse dizer qualquer palavra, comecei a sentir a língua das duas. Pra ser sincero, não demorei muito pra gozar. Avisei, e Maya enfiou meu pau na boca dela e engoliu tudo que conseguiu, e Ana, que ficou puta com a atitude, limpou o que sobrou, com a promessa de Maya de que a próxima seria pra ela. Mas notei uma cara de decepção nelas e resolvi agir rápido. Pedi que se despissem pra mim, e elas fizeram uma dança bem erótica, se roçando (depois me confessaram que, uma vez, bêbadas, tinham transado juntas), o que me excitou pra caralho. As duas tinham a buceta toda depilada, e na calcinha dava pra ver a excitação, estavam encharcadas. Deitei elas na cama e comecei a beijar alternadamente os corpos delas até chegar nas bucetinhas. Devo ter ficado uns 10 minutos beijando e lambendo, fazendo elas gemerem de prazer. Até a Ana teve um orgasmo. O amigão já tava de novo a todo vapor e eu fiz questão de avisar. Foi aí que chegou a grande revelação:
A: "Lau, eu nunca fiz isso" – o rosto dela ficou super angelical, mas ao mesmo tempo ficou toda corada –
M: "Fica tranquila, pra isso a gente tá aqui, relaxa"
Que porra é essa? A Ana era virgem? Não dava pra acreditar. A mina ousada, a mina gostosa era virgem, e eu ia desvirgar ela. Mas aí veio na minha cabeça as outras palavras da Maya: "pra isso a gente tá aqui". Tava tudo combinado? Isso me excitou pra caralho. Avisei que não tinha camisinha e elas disseram que ambas tomavam pílula e tinham um gel espermicida (o único otário que não tinha ido preparado era eu). A Maya tinha feito a Ana começar a tomar a pílula quando o namoro com a minha ex acabou.
As duas voltaram a lamber meu pau, e aí a Maya foi pegar o gel, passou na Ana e perguntou se ela queria ficar por cima ou por baixo. A Ana pediu por cima, então eu deitei na cama e ela ficou em pé sobre mim. A visão da Ana se aproximando do meu pau tava me excitando pra caralho. Quando ela ficou de cócoras perto o suficiente, pegou no meu pau. Uma descarga elétrica percorreu meu corpo quando senti o roçar dos lábios da buceta dela na ponta do meu pau, e obviamente ela também sentiu, porque soltou um gemidinho. Devagarzinho ela foi descendo, eu sentia o apertinho da buceta dela, mas entre o gel e a lubrificação dela, deslizava perfeitamente. De repente, a porra do obstáculo doloroso. Olhei pra ela e falei calmo: "É toda sua". Ela sorriu pra mim e se deixou cair. Um gemidinho de dor saiu, e a Maya resolveu agir. Começou a acariciar a Ana e beijar o corpo dela. Aos poucos, os gemidos de dor da Ana foram virando gemidos de prazer, e a gente começou a acelerar o ritmo. Devemos ter ficado uns 20 minutos naquele frenesi de sexo. Nessa altura, a Maya tinha subido em cima de mim, e enquanto eu lambia a buceta dela, ela beijava a Ana. A Ana teve um orgasmo monstruoso, nunca tinha sentido aquela pressão no meu pau, e senti como minhas coxas ficavam encharcadas e ela quase desmaiou, eu não tinha gozado ainda, mas estava satisfeito.
M: descansa, ani, eu cuido do resto
Dito isso, ela montou no meu pau, era completamente diferente, era a ninfomaníaca que eu imaginava que a Ana seria, um ritmo selvagem. Depois de um tempo, gozamos juntos, eu agarrado nos peitos dela e enchendo a buceta dela com meu leite. O que aconteceu me surpreendeu pra caralho: a Maya foi cumprir a promessa, aproximou a buceta dela da boca da exausta Ana, que bebeu o leite que escorria daquela buceta molhada. Isso tava me excitando de novo, mas vi a hora e a Maria estava quase chegando. Nos trocamos na pressa e continuamos esperando a chegada da nossa amiga, nos beijando e prometendo que íamos repetir isso...
Hoje todo mundo acha que eu tô saindo com a Ana porque nos veem tão agarradinhos na faculdade, mas a verdade é que eu tô com as duas, já que ambas me confessaram que estavam apaixonadas por mim e eu disse que não podia escolher uma. Não sei se é uma escolha boa ou ruim, nem como isso vai acabar, mas por enquanto pretendo aproveitar.
Saudações pra todos e espero que tenham gostado.
Nessa altura, minha intenção era puramente estudar, tava muito preocupado com a matéria e não pensava em mais nada, além disso terminei com minha namorada faz pouco tempo, então acho que o estudo serviu como um bode expiatório pra isso. Mas eu sabia muito bem que não era assim do lado da Ana, ela sempre tinha dado em cima de mim, mesmo quando nós dois estávamos namorando, mas nunca tinha rolado nada. Ana é uma mina daquelas que a gente só pode imaginar, morena, 1,70, uma cara de anjo e um corpo perfeito, magra, com pernas longas coroadas por uma bunda redondinha e empinada e dois peitos pequenos mas na medida. Embora eu sempre tivesse ficado doido por uma coisa ou outra, nunca rolava nada.
No dia que a gente se encontrou, passei pra buscar a Ana na casa dela, já que moramos perto, e fomos juntos pra casa da Maria. Durante toda a viagem, ela ficou fazendo comentários de duplo sentido e me provocando, mas como eu disse, minha cabeça tava em outro lugar (IDIOTA!!!!). Quando chegamos na casa, a Maria e a Maya já estavam revisando, então a gente se apressou pra entrar no ritmo. Estudamos pesado por umas 2 horas, as minas estavam perdidas pra falar a verdade, e eu acabei meio que assumindo um papel de professor em certo ponto, o que me rendeu muitas piadas delas. Em um determinado momento, a a conversa acabou desviando pro que tinha rolado com a minha ex, por que a gente terminou e que ela era uma idiota por ter me largado, como que ela ia perder a chance de ficar com um cara como eu e um monte de coisa assim, que eu realmente senti como palavras pra me fazer sentir bem, até que num momento a Maria fala quase que inocente "e agora você pode ficar tranquilo com a Ana pra ela não nos encher mais o saco". Teve um silêncio super estranho que foi cortado pela Maya, ainda bem, que soltou uma pergunta sobre o que a gente tava estudando e todo mundo voltou pros livros.
Depois de um tempão explicando pras minas como que tinha rolado a criação das Doze Tábuas em Roma, a Maria falou que precisava ir encontrar a mãe, mas que a gente podia ficar de boa que ela voltava em umas uma ou duas horas. Quando ela foi embora, a parada mudou completamente dentro daquele quarto. Em 10 minutos ninguém mais tava estudando, a Maya tava no notebook e eu e a Ana vendo TV no chão, a coisa foi ficando muito melosa e tenho que admitir que nessa hora eu não consegui me segurar, em poucos minutos a gente já tava se pegando sem lembrar que a Maya tava ali, parece que o clima tinha esquentado demais...
Maya: Gente, ou me chamam ou param, porque eu não sou de pedra
Eu: (me fazendo de engraçadinho e esperando um corretivo da Ana) vem que aqui é pra todo mundo, onde come um come dois
Ana: (pra minha surpresa) ela tem razão, se você também tá afim dela
Antes que eu pudesse processar a surpresa do que a Ana falou, o nervosismo tomou conta de mim. Será que tão brincando comigo? Que porra é essa? Vou descrever a Maya pra você, que até agora não fiz. Ela é uma mina baixinha, tipo 1,60, com aquele estilo flogger, tinha um par de peitos enorme, daqueles que não cabem na mão, mas não tinha uma bunda grande. De qualquer jeito, o que sempre chamava a atenção minha e dos meus amigos era a boca dela, a gente chamava de Angelina. Eu já tinha provado aqueles lábios numa noite de bebedeira, numa festa de aniversário a gente tinha se pegado pra caralho. Os dois, mas ficou por isso, segundo ela, não podia fazer isso com a amiga.
Voltando à história, antes que eu pudesse perceber, já estava beijando as duas, que acariciavam meu corpo. Eu não fazia nada, só beijava, estava paralisado pela situação, o que provocou provocações delas.
M: Parece que nosso amigo não é tão ousado quanto parece.
A: Não viu? Pra mim, a gente vai ter que dar um incentivo – colocando a mão na minha virilha – embora me pareça que por baixo ele já tá bem incentivado.
Eu não tinha percebido na surpresa, mas minha ereção era inegável. Elas voltaram a se beijar e as duas massageavam meu pau sem nenhum pudor.
M: Preciso ver esse pacote agora – abrindo meu zíper – Levanta, Lau!
E então, as duas baixaram minha calça e cueca como se debaixo delas estivesse o último alimento da Terra. A cara das duas foi entre surpresa e admiração, o que subiu meu ego pra caralho. Não só estava com duas garotas, como ainda se surpreendiam com meu pau. Não é grande coisa, não é como muitos contam de 20x7, tem um comprimento normal, uns 17cm, mas o que importa é a grossura, 5,5cm. Antes que eu pudesse dizer qualquer palavra, comecei a sentir a língua das duas. Pra ser sincero, não demorei muito pra gozar. Avisei, e Maya enfiou meu pau na boca dela e engoliu tudo que conseguiu, e Ana, que ficou puta com a atitude, limpou o que sobrou, com a promessa de Maya de que a próxima seria pra ela. Mas notei uma cara de decepção nelas e resolvi agir rápido. Pedi que se despissem pra mim, e elas fizeram uma dança bem erótica, se roçando (depois me confessaram que, uma vez, bêbadas, tinham transado juntas), o que me excitou pra caralho. As duas tinham a buceta toda depilada, e na calcinha dava pra ver a excitação, estavam encharcadas. Deitei elas na cama e comecei a beijar alternadamente os corpos delas até chegar nas bucetinhas. Devo ter ficado uns 10 minutos beijando e lambendo, fazendo elas gemerem de prazer. Até a Ana teve um orgasmo. O amigão já tava de novo a todo vapor e eu fiz questão de avisar. Foi aí que chegou a grande revelação:
A: "Lau, eu nunca fiz isso" – o rosto dela ficou super angelical, mas ao mesmo tempo ficou toda corada –
M: "Fica tranquila, pra isso a gente tá aqui, relaxa"
Que porra é essa? A Ana era virgem? Não dava pra acreditar. A mina ousada, a mina gostosa era virgem, e eu ia desvirgar ela. Mas aí veio na minha cabeça as outras palavras da Maya: "pra isso a gente tá aqui". Tava tudo combinado? Isso me excitou pra caralho. Avisei que não tinha camisinha e elas disseram que ambas tomavam pílula e tinham um gel espermicida (o único otário que não tinha ido preparado era eu). A Maya tinha feito a Ana começar a tomar a pílula quando o namoro com a minha ex acabou.
As duas voltaram a lamber meu pau, e aí a Maya foi pegar o gel, passou na Ana e perguntou se ela queria ficar por cima ou por baixo. A Ana pediu por cima, então eu deitei na cama e ela ficou em pé sobre mim. A visão da Ana se aproximando do meu pau tava me excitando pra caralho. Quando ela ficou de cócoras perto o suficiente, pegou no meu pau. Uma descarga elétrica percorreu meu corpo quando senti o roçar dos lábios da buceta dela na ponta do meu pau, e obviamente ela também sentiu, porque soltou um gemidinho. Devagarzinho ela foi descendo, eu sentia o apertinho da buceta dela, mas entre o gel e a lubrificação dela, deslizava perfeitamente. De repente, a porra do obstáculo doloroso. Olhei pra ela e falei calmo: "É toda sua". Ela sorriu pra mim e se deixou cair. Um gemidinho de dor saiu, e a Maya resolveu agir. Começou a acariciar a Ana e beijar o corpo dela. Aos poucos, os gemidos de dor da Ana foram virando gemidos de prazer, e a gente começou a acelerar o ritmo. Devemos ter ficado uns 20 minutos naquele frenesi de sexo. Nessa altura, a Maya tinha subido em cima de mim, e enquanto eu lambia a buceta dela, ela beijava a Ana. A Ana teve um orgasmo monstruoso, nunca tinha sentido aquela pressão no meu pau, e senti como minhas coxas ficavam encharcadas e ela quase desmaiou, eu não tinha gozado ainda, mas estava satisfeito.
M: descansa, ani, eu cuido do resto
Dito isso, ela montou no meu pau, era completamente diferente, era a ninfomaníaca que eu imaginava que a Ana seria, um ritmo selvagem. Depois de um tempo, gozamos juntos, eu agarrado nos peitos dela e enchendo a buceta dela com meu leite. O que aconteceu me surpreendeu pra caralho: a Maya foi cumprir a promessa, aproximou a buceta dela da boca da exausta Ana, que bebeu o leite que escorria daquela buceta molhada. Isso tava me excitando de novo, mas vi a hora e a Maria estava quase chegando. Nos trocamos na pressa e continuamos esperando a chegada da nossa amiga, nos beijando e prometendo que íamos repetir isso...
Hoje todo mundo acha que eu tô saindo com a Ana porque nos veem tão agarradinhos na faculdade, mas a verdade é que eu tô com as duas, já que ambas me confessaram que estavam apaixonadas por mim e eu disse que não podia escolher uma. Não sei se é uma escolha boa ou ruim, nem como isso vai acabar, mas por enquanto pretendo aproveitar.
Saudações pra todos e espero que tenham gostado.
6 comentários - Trio gostoso com grupo de estudo