Bom, pessoal, faz tempo que não escrevo nada. Como vocês sabem, minha prima foi mãe e nunca mais voltou pra Argentina. Acabei perdendo contato com ela, enfim. Queria contar essa experiência que tive num acampamento da escola, anos atrás. Desde já, muito grato pelo apoio que deram nos meus relatos anteriores. Tudo começou normal. Era um acampamento de 2 dias com o colégio. Era 5º e 6º ano. Começaram os preparativos: barracas, papéis de autorização, etc. Até que nos deram o privilégio de escolher com quem queríamos ir. Quase todo mundo votou na minha supervisora, na diretora, num professor e em duas professoras. Eu escolhi ela, a Carla. Uma professora madura de 37 anos que foi meu grande amor durante todo o ensino médio. Ela sempre teve muito carinho por mim e, como eu não era mais aluno dela desde o 4º ano, sempre que a encontrava me dava um abraço bem quente e um beijinho na bochecha. Era impossível ela não saber que eu ficava louco por ela. Ela era linda, carinhosa e com um corpo que beirava a perfeição — era uma MILF com todas as letras. Ela foi a razão de eu sempre ter amado as milf. Mais do que as adolescentes da minha idade. Enfim. Saímos numa quinta-feira pra voltar na sexta à tarde, ou seja, 2 dias e 1 noite. Era em Ezeiza, um lugar muito bonito onde fomos várias vezes. Chegamos no local e montamos as barracas, depois acendemos as churrasqueiras pra fazer hambúrguer, comemos todos juntos e, em seguida, o normal: atividade física. Futebol, handebol, vôlei, etc. Mas eu não queria fazer nada, preferi sentar debaixo de uma árvore e ficar olhando ela jogar vôlei. Ela estava com uma legging cinza e uma camisetinha preta, com aquela cinturinha que ela tem — não importa se a camiseta é curta, ficava perfeita nela. Sou bem atlético, então minhas colegas me zoavam pra eu jogar, e como já era tão óbvio que eu ficava doido pela minha professora, todos os meus colegas já sabiam e gritavam: "Para de olhar pra prof e vem jogar!" na brincadeira, mas ela ouvia e ria. Fui jogar vôlei e fiquei contra a minha professora. Sempre fui bom no vôlei porque sou alto e bato bem na bola. Fiz vários pontos, ganhamos, e minha professora me elogiou pelo meu jogo. Ela tocou meus braços e minha barriga e disse: "Você tá bem trincado, continua na academia?" Eu respondi que sim. Mas, na real, aquele toque me deixou a mil. Fui ao banheiro masculino tomar um banho antes do lanche. E, por acaso, do lado ficavam os chuveiros femininos. A gente sempre zoava muito sobre sexo com meus colegas, embora eu só tenha ficado com uma das minhas colegas. Enfim, fui com um amigo, meu amigo mais fiel, a gente sempre morria de rir juntos.
M-Y: "E aí, Alex, vamos tomar um banho juntos, mano? Tô todo suado, faz um calor do caralho."
A: "Vamos, amigo, e de quebra a gente espia as putinhas, haha. Elas acabaram de ir pra lá."
M: "Vamos, total, todo mundo tá lanchando, ninguém vai vir pra cá."
Fomos para os chuveiros femininos bem devagar e vimos umas quantas se lavando. Que paisagem foi ver os peitos e as bucetinhas delas. Umas com peitões, outras com peitos pequenos, umas com a pussy peluda, outras depiladas. Elas ficavam olhando a pussy umas das outras e se tocavam de brincadeira, até que ouvi uma dizer:
B: "Boba, viu como ela olhava pra professora? Por pouco não batia uma punheta."
D: "Sim, mano, e ainda a outra se fazia de puta do jeito que olhava pra ela."
B: "Cê acha que ela é capaz de ter algo com um aluno? E com tanta diferença de idade?"
D: "Sei lá, pra mim ela só é uma provocadora de pica. Haha."
B: "Mas você comeu o Marco, não? Era o que todo mundo falava."
D: "Sim, comi ele numa festa. Mas contei pra Mica, e ela espalhou pra todo mundo. Desde então não falo com ele, mas não me arrependo, foi gostoso, haha."
B: "Que puta você é, boba, haha. E como é o pau dele? Cê gostou?"
D: "Pergunta pra ele como é o pau, haha. Comigo ele foi ótimo, ele me disse..."
B: "Fala logo, boba."
D: "É bem grande e grosso. Eu gostei."
Eu, enquanto isso, com meu amigo, morrendo de rir espiando, até que ouvimos alguém chegando e corremos pra uma escada no fundo do vestiário feminino. Era minha professora, Carla. Meu coração acelerou na hora, pensando que ela ia tomar banho. e ia realizar meu sonho de vê-la nua. Até que ouvimos que ela veio apressar minhas colegas pra irem merendar. Aproveitamos e fomos correndo pro chuveiro dos homens nos lavar. Meu amigo se mandou uma punheta da braba porque dava pra ouvir e eu zuava ele. Já tínhamos intimidade. Eu me segurei pra não bater uma, porque pensar na minha professora tomando banho me deixava a mil. Joguei água fria e a ereção baixou, saí pra me vestir no vestiário e vi duas sombras saindo correndo, acho que eram Dalila e Brenda. Viram ele se punhetando e meu boneco, já que as cortinas só cobrem dos lados e não de frente, e com aquele ângulo dava pra ver tudo. Falei pro meu amigo que elas estavam vendo ele bater uma, ele não acreditou e morreu de vergonha. Por mim, de boa, porque eu tava com a pica no talo e se elas viram, show de bola hahaha. Saímos, fomos merendar, minhas duas colegas não tiravam os olhos da gente. Naquele dia tinha um Boca e River por uma copa de verão, acho, ou algo assim, terminou 0 a 0. Jantamos e quando íamos pra barraca, caiu um toró. Saímos correndo pras barracas pegar as coisas: mochilas, celular, roupa, tudo, e desmontamos as barracas. Graças aos meus professores, nos deram um galpão que era uma quadra de vôlei e basquete, que ficava em cima do banheiro masculino e ligava direto por uma escada. Show de bola hahaha. Subimos as coisas correndo. Fui ajudar a trazer o resto pra evitar que meus professores pirassem. Até que vejo minha professora Carla correndo na chuva, toda molhada, com a roupa colada no corpo e os peitos super marcados. Ajudei ela a levar as coisas até que no meio do caminho ela torceu o tornozelo. Era um terreno grande, a distância das barracas até o galpão era uns 400 ou 500 metros, então ajudei ela a levantar, perguntei se tava bem e toquei no tornozelo dela, parecia cena de filme ou novela hahaha. Ela disse que tava bem, mas doía. Peguei as coisas dela com uma mão e falei pra ela se abrigar debaixo de um telhado que tinha ali, levei tudo rápido e Só correndo. Voltei pra buscar ela e levei ela com um braço no ombro, fazendo de muleta. Sou muito maior que ela em altura e em corpo, já que tenho um corpo atlético, tipo jogador de rugby, ombros largos e peitoral, então peguei ela e levei. Não parava de olhar pra ela, ela era tão gostosa, e ela ria e falava: "Parece aqueles filmes que isso acontece e você seria meu herói". E senti que ela se agarrava mais forte nos meus ombros. Levei ela e ajudei a subir as escadas. Todos meus colegas e os da outra turma que estavam carregando minha professora, e eu tava pouco me lixando, só ria, até que ela saiu pra me defender e falou: "Pelo menos ele me ajudou, diferente de outros que estavam aí tomando mate". Aí meus professores e colegas se sentiram ofendidos, mas calaram a boca. Ficamos um tempinho jogando vôlei lá em cima até que ficou tarde e foram todo mundo dormir, éramos tipo umas 100 pessoas dormindo no mesmo lugar, haha. Como era de um bairro foda, a maioria fumava cigarro ou baseado, e por isso colocaram como regra: quem fosse no banheiro tinha que ir com um professor ou professora. Óbvio que ninguém gostou disso, mas fazer o quê, eles mandavam. Tava tudo escuro, uns jogando truco, outros conversando, outros no celular e outros tomando mate. Os professores estavam juntos na porta da escada, sentados em cadeiras de praia. Era umas 1 ou 2 da manhã, e eu, que tinha me molhado ajudando minha professora, queria tomar um banho. Peguei minha roupa e toalha e pedi permissão pra minha professora Carla, já que os outros estavam descansando. Ela pediu pra minha preceptora me acompanhar, mas ela disse que tava jogando truco. Aí ela falou que me acompanhava. Então eu disse que não queria incomodar e fui sozinho. Desci as escadas, fui pro banheiro, tirei a roupa e entrei no chuveiro. De novo, tava dura, quase explodindo, lembrando do que rolou com minha professora naquele dia. Então não aguentei e comecei a bater uma. Sentia um alívio me masturbando, porque ia explodir a pica. Da porta dava pra ver meu chuveiro, mas não me preocupei, porque tava sozinho, ou pelo menos era o que eu achava. Até que vejo uma... Minha professora parada na porta, como se estivesse surpresa. Pediu desculpa e foi embora. Eu fiquei paralisado, mas minha pica tava prestes a explodir, literalmente. Saí do chuveiro, enrolei uma toalha e fui pro vestiário, e lá estava minha professora sentada no banquinho onde ela se trocava. Não olhava pra mim. Até que eu pedi:
M— Desculpa, não queria que você visse aquilo. Foi muito errado, não queria te desrespeitar, achei que tava sozinho.
C— Não, não, é culpa minha. Não devia ter ido lá, tinha que ficar sentada aqui só. É normal pra um adolescente da sua idade. Só que não sei por que fiquei olhando um tempo, sabendo que era errado. É culpa minha.
Ela se levantou pra ir embora, e eu segurei a mão dela, dei um abraço e falei:
M— Vem cá, Carla, não tem problema, não ligo pra isso. Não vou contar nada, sabe que eu te amo demais e que você é a professora mais linda e mais legal.
C— Eu também te amo muito. Mas se troca, imagina se alguém desce e nos vê, o que eu faço? E me deu um beijo na bochecha.
Não sei se foi um impulso cego, sem pensar, segurei ela pelos braços de novo e dei um beijo na boca. No começo, parecia surpresa, não se mexeu, nem me afastou, nem nada. Foi tipo um selinho. Depois disso, caí de volta na realidade e não acreditava no que tinha feito.
M— Me desculpa, professora, não queria fazer isso, não foi pensando. É que eu gosto muito de você e tive esse impulso. Desculpa, por favor.
C— Eu te gosto? Haha, por favor, já sou muito velha pra você, tem colegas melhores.
M— Você não tá brava?
C— Não, você mesmo disse, foi um impulso. Se troca, vai.
M— Tá bom. Mas é verdade que eu gosto muito de você, sempre me deixou louco. Mas sei que não tenho chance, então seria mais tipo um amor platônico. Desculpa se falei assim.
Naquele momento, nunca pensei que fosse acontecer, mas ela se aproximou de mim, ficou quase cara a cara e, sem dizer nada, me comeu de beijo. Eu fiquei quase imobilizado até cair a ficha e correspondi aquele beijo apaixonado. Língua com língua. Segurei a cinturinha dela, que sempre me deixava louco, e continuamos nos beijando até que ela se separou de Eu tava confuso, igual fiquei no primeiro pico. Então, antes que ela falasse alguma coisa, peguei ela pela cintura e beijei de novo, mas esse beijo foi mais apaixonado. Coloquei minhas mãos na bunda dela, e ela não falou nada, então continuei apalpando. Nossa respiração a mil e nossos corações a todo vapor. Como sempre, o risco, o proibido, a tesão e a excitação são um combo letal. Depois que você sente isso, não tem limites, só pensa em se divertir. Ela começou a tocar minhas costas, minha bunda e se esfregava contra meu pau, parada debaixo da toalha. A gente continuou se beijando apaixonadamente até que eu peguei a camiseta dela e tirei. Ela não se opôs nem resistiu. Tava só de sutiã e legging. Comecei a tocar os peitos dela enquanto a gente se beijava, ela era fogo, tava muito excitada. Se esfregava, falava umas coisas que nem lembro direito porque a tesão era tanta que nem escutei. Até que ela falou: "Vou te foder todinho, cara, como você me excita, tira minha calça, vai", e tudo isso enquanto pegava no meu pau pelo buraco da toalha. Aí eu fui ver se os outros tão dormindo. Subi a escada devagar e vi que eles ainda tão jogando cartas e contando histórias. Coloquei minha mochila na escada pra que, se alguém descesse, tropeçasse e fizesse barulho. Desci e minha professora não tava no vestiário. Fui pro chuveiro e lá tava ela, já sem legging, só de fio dental e sutiã. Entrei, tirei a toalha, ela cravou os olhos no meu pau e eu me aproximei pra beijar ela de novo enquanto ela me punhetava devagar. E ela sussurrou no meu ouvido: "Quero que você me coma. Me excita tanto." Aí eu falei: "Se isso é um sonho, por favor, não me acordem." E ela tirou o sutiã, me deixando ver aqueles peitos lindos que eu tanto gostava nela. Uns peitos perfeitos, com mamilos redondinhos e perfeitos. Não perdi tempo e comecei a chupar aqueles peitos maravilhosos que ela tinha. Era impossível alguém de 37 anos, com uma filha de 17, acho, ter uns peitos e uma bunda tão firmes e perfeitos. Ouvir os gemidos dela é uma música que eu queria ouvir de novo. Enfiei a mão na calcinha fio dental e lá estava a buceta linda dela. Toda depilada, mas com uma listinha de pelo em cima, isso me deixou louco. Senti ela toda molhadinha. Aí falei pra ela subir na pia e coloquei ela de pernas pra cima. Porque adoro ver as xotas nessa posição. Tirei a calcinha fio dental devagar e libertei aqueles lábios lindos da prisão deles. Como já disse, ela tinha uma buceta linda, carnuda e toda depilada, menos uma listinha em cima.
Algo assim ☝ precisava mostrar pra vocês, porque esse detalhe me deixou louco. Comecei a me deliciar com a buceta dela, comecei a beijar, a chupar, e ela gemia baixinho pra ninguém ouvir e me apertava mais contra a buceta dela com as mãos no meu cabelo. De vez em quando eu juntava um pouco dos sucos dela e dava um beijo nela pra ela sentir. Não desgostou nem nada, pelo contrário, deixou ela mais quente. Uns minutos depois, ela já tava com as pernas fracas e gemendo mais alto. Aí eu parei, coloquei uma mão na boca dela e enfiei os dedos com a outra. Muito rápido. Ela segurava meu rosto com as duas mãos e eu masturbava ela com fúria até ver os olhos dela ficarem brancos e sentir que ela tava gozando. E sem tirar a mão da boca dela, desci pra chupar um pouco a buceta dela até sentir os sucos. Adorei o néctar dela, não me deu nojo nenhum. Era a terceira mulher que eu fazia gozar, mas dessa vez foi especial. Deixei ela respirar enquanto eu me punhetava um pouco e dei um beijo muito gostoso com o gosto dos sucos dela, e ela amou. Ela desceu da pia, meio que cambaleou, se ajoelhou e pegou no meu pau. Eu não pensei que ela ia me chupar, mas chupou. Meus 17 cm dentro da boca dela, fazendo garganta profunda. Uns minutos e eu quase gozava. Era uma diaba, parecia atriz pornô do jeito que chupava bem. Avisei que ia gozar, e ela falou: "Cê não vai gozar, ouviu? Quero meu gozo depois, ainda não acabou." Não falei nada, já era ela quem tava no controle. Depois de umas gargantas profundas, ela disse: "Agora você vai foder a puta da sua professora." Eu falei: "Dá ponto extra, tia?" (sim, fui idiota assim kkkk) e ela respondeu: "Sim, todos os pontos você vai ter. Vai, me fode." E eu, como aprendi nas minhas experiências, tinha que fazer ela implorar um pouco. Então ela tava com uma perna em cima da pia e a outra no chão, óbvio kkkk "Adoro essa posição", ela disse, e eu tinha que brincar um pouco com a excitação dela. e roçava a cock dela e enfiava só a pontinha e tirava. Ela virava a cabeça e me beijava, falando pra eu meter que já queria ela dentro, e eu disse "me pede por favor e fala o que você quer". Ela respondeu "por favor, aluno, mete a cock que eu quero toda sua cum, não aguento mais". Aí eu meti devagar e ela deu um grito que devia ter ouvido lá em cima, mas não ligamos, e ela continuava pedindo pra eu comer ela. C- assim, bebê, que delícia, mais forte, me dá cock. C- sou sua putinha, me come. Como eu amo, meu deus. Até que eu coloquei as perninhas dela no ombro, chupava os peitos dela enquanto comia. Ela, submissa, aceitou e a gente fez nessa posição, era tão gostoso tudo que eu queria nunca gozar. Ela se masturbava enquanto eu comia e eu tapava a boca dela porque ela tava fora de si. Até que sinto ela tremer e toda minha cock quentinha com os sucos dela. Tirei um pouco pra ela se recuperar, depois ela desceu da pia e entrou no chuveiro. Abriu a porta, ficou com as mãos na parede e a bundinha pequena pra trás, e me disse pra continuar comendo ela debaixo do chuveiro. Sem reclamar, eu fiz. Ela gemia e xingava, tava irreconhecível. Até que eu senti uma dor nos ovos que ia gozar, coloquei ela de quatro no chuveiro e comi com raiva, segurando o cabelo dela e dando tapas na bunda. Até que sinto ela gozando e queria que a gente gozasse junto, então comecei a meter mais forte. Até que ela gozou no mesmo tempo que eu. Foi a coisa mais gostosa que já aconteceu na minha vida. Enchi a pussy dela de cum e ela só respirava fundo e falava "nossa, que yummy cum, você me encheu toda" e me deu um beijo muito longo e quente, depois desceu e limpou a cum da minha cock, a gente tomou banho junto, ela falou e a gente fez. Ela já não aguentava mais, tinha gozado umas 4 vezes e dava pra ver a pussy dela inchada quando a gente tomava banho. Terminei o que faltava e chupei o cu dela um pouco, mas não pude comer ela porque já tinha demorado muito. A gente se secou, beijei ela e beijei a palavra: buceta pela última vez antes dela se vestir e eu chupar os peitos dela ela ria e eu falei "tomara que se repita, Carla" e ela respondeu "se eu ver que você se comporta e isso fica entre a gente, pode ser que você tenha um último ano gostoso" e eu beijei ela de novo. Ela disse que nunca foi tão satisfeita e que no dia seguinte tomava a pílula e pronto, pra eu não me preocupar. Pra disfarçar o tempo, falei pra gente ir no refeitório e comprar salgado ou café ou algo assim, fomos, compramos salgados e bolachas e ninguém desconfiou de nada. Exceto minha colega Brenda, que ficava me olhando e rindo. Mas eu me safei muito bem, com aquilo já não tinha mais nada pra pedir pro meu colégio. Consegui comer minha paixão proibida do ensino médio inteiro. Aqui algumas fotos dela. Tampei o rosto obviamente pra não deixar ela exposta a nada.

Esta história é verdadeira, como todas as outras. Espero que tenham gostado, deixem pontos. Foi longa pra não ter que dividir em partes. Abraços.
M-Y: "E aí, Alex, vamos tomar um banho juntos, mano? Tô todo suado, faz um calor do caralho."
A: "Vamos, amigo, e de quebra a gente espia as putinhas, haha. Elas acabaram de ir pra lá."
M: "Vamos, total, todo mundo tá lanchando, ninguém vai vir pra cá."
Fomos para os chuveiros femininos bem devagar e vimos umas quantas se lavando. Que paisagem foi ver os peitos e as bucetinhas delas. Umas com peitões, outras com peitos pequenos, umas com a pussy peluda, outras depiladas. Elas ficavam olhando a pussy umas das outras e se tocavam de brincadeira, até que ouvi uma dizer:
B: "Boba, viu como ela olhava pra professora? Por pouco não batia uma punheta."
D: "Sim, mano, e ainda a outra se fazia de puta do jeito que olhava pra ela."
B: "Cê acha que ela é capaz de ter algo com um aluno? E com tanta diferença de idade?"
D: "Sei lá, pra mim ela só é uma provocadora de pica. Haha."
B: "Mas você comeu o Marco, não? Era o que todo mundo falava."
D: "Sim, comi ele numa festa. Mas contei pra Mica, e ela espalhou pra todo mundo. Desde então não falo com ele, mas não me arrependo, foi gostoso, haha."
B: "Que puta você é, boba, haha. E como é o pau dele? Cê gostou?"
D: "Pergunta pra ele como é o pau, haha. Comigo ele foi ótimo, ele me disse..."
B: "Fala logo, boba."
D: "É bem grande e grosso. Eu gostei."
Eu, enquanto isso, com meu amigo, morrendo de rir espiando, até que ouvimos alguém chegando e corremos pra uma escada no fundo do vestiário feminino. Era minha professora, Carla. Meu coração acelerou na hora, pensando que ela ia tomar banho. e ia realizar meu sonho de vê-la nua. Até que ouvimos que ela veio apressar minhas colegas pra irem merendar. Aproveitamos e fomos correndo pro chuveiro dos homens nos lavar. Meu amigo se mandou uma punheta da braba porque dava pra ouvir e eu zuava ele. Já tínhamos intimidade. Eu me segurei pra não bater uma, porque pensar na minha professora tomando banho me deixava a mil. Joguei água fria e a ereção baixou, saí pra me vestir no vestiário e vi duas sombras saindo correndo, acho que eram Dalila e Brenda. Viram ele se punhetando e meu boneco, já que as cortinas só cobrem dos lados e não de frente, e com aquele ângulo dava pra ver tudo. Falei pro meu amigo que elas estavam vendo ele bater uma, ele não acreditou e morreu de vergonha. Por mim, de boa, porque eu tava com a pica no talo e se elas viram, show de bola hahaha. Saímos, fomos merendar, minhas duas colegas não tiravam os olhos da gente. Naquele dia tinha um Boca e River por uma copa de verão, acho, ou algo assim, terminou 0 a 0. Jantamos e quando íamos pra barraca, caiu um toró. Saímos correndo pras barracas pegar as coisas: mochilas, celular, roupa, tudo, e desmontamos as barracas. Graças aos meus professores, nos deram um galpão que era uma quadra de vôlei e basquete, que ficava em cima do banheiro masculino e ligava direto por uma escada. Show de bola hahaha. Subimos as coisas correndo. Fui ajudar a trazer o resto pra evitar que meus professores pirassem. Até que vejo minha professora Carla correndo na chuva, toda molhada, com a roupa colada no corpo e os peitos super marcados. Ajudei ela a levar as coisas até que no meio do caminho ela torceu o tornozelo. Era um terreno grande, a distância das barracas até o galpão era uns 400 ou 500 metros, então ajudei ela a levantar, perguntei se tava bem e toquei no tornozelo dela, parecia cena de filme ou novela hahaha. Ela disse que tava bem, mas doía. Peguei as coisas dela com uma mão e falei pra ela se abrigar debaixo de um telhado que tinha ali, levei tudo rápido e Só correndo. Voltei pra buscar ela e levei ela com um braço no ombro, fazendo de muleta. Sou muito maior que ela em altura e em corpo, já que tenho um corpo atlético, tipo jogador de rugby, ombros largos e peitoral, então peguei ela e levei. Não parava de olhar pra ela, ela era tão gostosa, e ela ria e falava: "Parece aqueles filmes que isso acontece e você seria meu herói". E senti que ela se agarrava mais forte nos meus ombros. Levei ela e ajudei a subir as escadas. Todos meus colegas e os da outra turma que estavam carregando minha professora, e eu tava pouco me lixando, só ria, até que ela saiu pra me defender e falou: "Pelo menos ele me ajudou, diferente de outros que estavam aí tomando mate". Aí meus professores e colegas se sentiram ofendidos, mas calaram a boca. Ficamos um tempinho jogando vôlei lá em cima até que ficou tarde e foram todo mundo dormir, éramos tipo umas 100 pessoas dormindo no mesmo lugar, haha. Como era de um bairro foda, a maioria fumava cigarro ou baseado, e por isso colocaram como regra: quem fosse no banheiro tinha que ir com um professor ou professora. Óbvio que ninguém gostou disso, mas fazer o quê, eles mandavam. Tava tudo escuro, uns jogando truco, outros conversando, outros no celular e outros tomando mate. Os professores estavam juntos na porta da escada, sentados em cadeiras de praia. Era umas 1 ou 2 da manhã, e eu, que tinha me molhado ajudando minha professora, queria tomar um banho. Peguei minha roupa e toalha e pedi permissão pra minha professora Carla, já que os outros estavam descansando. Ela pediu pra minha preceptora me acompanhar, mas ela disse que tava jogando truco. Aí ela falou que me acompanhava. Então eu disse que não queria incomodar e fui sozinho. Desci as escadas, fui pro banheiro, tirei a roupa e entrei no chuveiro. De novo, tava dura, quase explodindo, lembrando do que rolou com minha professora naquele dia. Então não aguentei e comecei a bater uma. Sentia um alívio me masturbando, porque ia explodir a pica. Da porta dava pra ver meu chuveiro, mas não me preocupei, porque tava sozinho, ou pelo menos era o que eu achava. Até que vejo uma... Minha professora parada na porta, como se estivesse surpresa. Pediu desculpa e foi embora. Eu fiquei paralisado, mas minha pica tava prestes a explodir, literalmente. Saí do chuveiro, enrolei uma toalha e fui pro vestiário, e lá estava minha professora sentada no banquinho onde ela se trocava. Não olhava pra mim. Até que eu pedi:
M— Desculpa, não queria que você visse aquilo. Foi muito errado, não queria te desrespeitar, achei que tava sozinho.
C— Não, não, é culpa minha. Não devia ter ido lá, tinha que ficar sentada aqui só. É normal pra um adolescente da sua idade. Só que não sei por que fiquei olhando um tempo, sabendo que era errado. É culpa minha.
Ela se levantou pra ir embora, e eu segurei a mão dela, dei um abraço e falei:
M— Vem cá, Carla, não tem problema, não ligo pra isso. Não vou contar nada, sabe que eu te amo demais e que você é a professora mais linda e mais legal.
C— Eu também te amo muito. Mas se troca, imagina se alguém desce e nos vê, o que eu faço? E me deu um beijo na bochecha.
Não sei se foi um impulso cego, sem pensar, segurei ela pelos braços de novo e dei um beijo na boca. No começo, parecia surpresa, não se mexeu, nem me afastou, nem nada. Foi tipo um selinho. Depois disso, caí de volta na realidade e não acreditava no que tinha feito.
M— Me desculpa, professora, não queria fazer isso, não foi pensando. É que eu gosto muito de você e tive esse impulso. Desculpa, por favor.
C— Eu te gosto? Haha, por favor, já sou muito velha pra você, tem colegas melhores.
M— Você não tá brava?
C— Não, você mesmo disse, foi um impulso. Se troca, vai.
M— Tá bom. Mas é verdade que eu gosto muito de você, sempre me deixou louco. Mas sei que não tenho chance, então seria mais tipo um amor platônico. Desculpa se falei assim.
Naquele momento, nunca pensei que fosse acontecer, mas ela se aproximou de mim, ficou quase cara a cara e, sem dizer nada, me comeu de beijo. Eu fiquei quase imobilizado até cair a ficha e correspondi aquele beijo apaixonado. Língua com língua. Segurei a cinturinha dela, que sempre me deixava louco, e continuamos nos beijando até que ela se separou de Eu tava confuso, igual fiquei no primeiro pico. Então, antes que ela falasse alguma coisa, peguei ela pela cintura e beijei de novo, mas esse beijo foi mais apaixonado. Coloquei minhas mãos na bunda dela, e ela não falou nada, então continuei apalpando. Nossa respiração a mil e nossos corações a todo vapor. Como sempre, o risco, o proibido, a tesão e a excitação são um combo letal. Depois que você sente isso, não tem limites, só pensa em se divertir. Ela começou a tocar minhas costas, minha bunda e se esfregava contra meu pau, parada debaixo da toalha. A gente continuou se beijando apaixonadamente até que eu peguei a camiseta dela e tirei. Ela não se opôs nem resistiu. Tava só de sutiã e legging. Comecei a tocar os peitos dela enquanto a gente se beijava, ela era fogo, tava muito excitada. Se esfregava, falava umas coisas que nem lembro direito porque a tesão era tanta que nem escutei. Até que ela falou: "Vou te foder todinho, cara, como você me excita, tira minha calça, vai", e tudo isso enquanto pegava no meu pau pelo buraco da toalha. Aí eu fui ver se os outros tão dormindo. Subi a escada devagar e vi que eles ainda tão jogando cartas e contando histórias. Coloquei minha mochila na escada pra que, se alguém descesse, tropeçasse e fizesse barulho. Desci e minha professora não tava no vestiário. Fui pro chuveiro e lá tava ela, já sem legging, só de fio dental e sutiã. Entrei, tirei a toalha, ela cravou os olhos no meu pau e eu me aproximei pra beijar ela de novo enquanto ela me punhetava devagar. E ela sussurrou no meu ouvido: "Quero que você me coma. Me excita tanto." Aí eu falei: "Se isso é um sonho, por favor, não me acordem." E ela tirou o sutiã, me deixando ver aqueles peitos lindos que eu tanto gostava nela. Uns peitos perfeitos, com mamilos redondinhos e perfeitos. Não perdi tempo e comecei a chupar aqueles peitos maravilhosos que ela tinha. Era impossível alguém de 37 anos, com uma filha de 17, acho, ter uns peitos e uma bunda tão firmes e perfeitos. Ouvir os gemidos dela é uma música que eu queria ouvir de novo. Enfiei a mão na calcinha fio dental e lá estava a buceta linda dela. Toda depilada, mas com uma listinha de pelo em cima, isso me deixou louco. Senti ela toda molhadinha. Aí falei pra ela subir na pia e coloquei ela de pernas pra cima. Porque adoro ver as xotas nessa posição. Tirei a calcinha fio dental devagar e libertei aqueles lábios lindos da prisão deles. Como já disse, ela tinha uma buceta linda, carnuda e toda depilada, menos uma listinha em cima.
Algo assim ☝ precisava mostrar pra vocês, porque esse detalhe me deixou louco. Comecei a me deliciar com a buceta dela, comecei a beijar, a chupar, e ela gemia baixinho pra ninguém ouvir e me apertava mais contra a buceta dela com as mãos no meu cabelo. De vez em quando eu juntava um pouco dos sucos dela e dava um beijo nela pra ela sentir. Não desgostou nem nada, pelo contrário, deixou ela mais quente. Uns minutos depois, ela já tava com as pernas fracas e gemendo mais alto. Aí eu parei, coloquei uma mão na boca dela e enfiei os dedos com a outra. Muito rápido. Ela segurava meu rosto com as duas mãos e eu masturbava ela com fúria até ver os olhos dela ficarem brancos e sentir que ela tava gozando. E sem tirar a mão da boca dela, desci pra chupar um pouco a buceta dela até sentir os sucos. Adorei o néctar dela, não me deu nojo nenhum. Era a terceira mulher que eu fazia gozar, mas dessa vez foi especial. Deixei ela respirar enquanto eu me punhetava um pouco e dei um beijo muito gostoso com o gosto dos sucos dela, e ela amou. Ela desceu da pia, meio que cambaleou, se ajoelhou e pegou no meu pau. Eu não pensei que ela ia me chupar, mas chupou. Meus 17 cm dentro da boca dela, fazendo garganta profunda. Uns minutos e eu quase gozava. Era uma diaba, parecia atriz pornô do jeito que chupava bem. Avisei que ia gozar, e ela falou: "Cê não vai gozar, ouviu? Quero meu gozo depois, ainda não acabou." Não falei nada, já era ela quem tava no controle. Depois de umas gargantas profundas, ela disse: "Agora você vai foder a puta da sua professora." Eu falei: "Dá ponto extra, tia?" (sim, fui idiota assim kkkk) e ela respondeu: "Sim, todos os pontos você vai ter. Vai, me fode." E eu, como aprendi nas minhas experiências, tinha que fazer ela implorar um pouco. Então ela tava com uma perna em cima da pia e a outra no chão, óbvio kkkk "Adoro essa posição", ela disse, e eu tinha que brincar um pouco com a excitação dela. e roçava a cock dela e enfiava só a pontinha e tirava. Ela virava a cabeça e me beijava, falando pra eu meter que já queria ela dentro, e eu disse "me pede por favor e fala o que você quer". Ela respondeu "por favor, aluno, mete a cock que eu quero toda sua cum, não aguento mais". Aí eu meti devagar e ela deu um grito que devia ter ouvido lá em cima, mas não ligamos, e ela continuava pedindo pra eu comer ela. C- assim, bebê, que delícia, mais forte, me dá cock. C- sou sua putinha, me come. Como eu amo, meu deus. Até que eu coloquei as perninhas dela no ombro, chupava os peitos dela enquanto comia. Ela, submissa, aceitou e a gente fez nessa posição, era tão gostoso tudo que eu queria nunca gozar. Ela se masturbava enquanto eu comia e eu tapava a boca dela porque ela tava fora de si. Até que sinto ela tremer e toda minha cock quentinha com os sucos dela. Tirei um pouco pra ela se recuperar, depois ela desceu da pia e entrou no chuveiro. Abriu a porta, ficou com as mãos na parede e a bundinha pequena pra trás, e me disse pra continuar comendo ela debaixo do chuveiro. Sem reclamar, eu fiz. Ela gemia e xingava, tava irreconhecível. Até que eu senti uma dor nos ovos que ia gozar, coloquei ela de quatro no chuveiro e comi com raiva, segurando o cabelo dela e dando tapas na bunda. Até que sinto ela gozando e queria que a gente gozasse junto, então comecei a meter mais forte. Até que ela gozou no mesmo tempo que eu. Foi a coisa mais gostosa que já aconteceu na minha vida. Enchi a pussy dela de cum e ela só respirava fundo e falava "nossa, que yummy cum, você me encheu toda" e me deu um beijo muito longo e quente, depois desceu e limpou a cum da minha cock, a gente tomou banho junto, ela falou e a gente fez. Ela já não aguentava mais, tinha gozado umas 4 vezes e dava pra ver a pussy dela inchada quando a gente tomava banho. Terminei o que faltava e chupei o cu dela um pouco, mas não pude comer ela porque já tinha demorado muito. A gente se secou, beijei ela e beijei a palavra: buceta pela última vez antes dela se vestir e eu chupar os peitos dela ela ria e eu falei "tomara que se repita, Carla" e ela respondeu "se eu ver que você se comporta e isso fica entre a gente, pode ser que você tenha um último ano gostoso" e eu beijei ela de novo. Ela disse que nunca foi tão satisfeita e que no dia seguinte tomava a pílula e pronto, pra eu não me preocupar. Pra disfarçar o tempo, falei pra gente ir no refeitório e comprar salgado ou café ou algo assim, fomos, compramos salgados e bolachas e ninguém desconfiou de nada. Exceto minha colega Brenda, que ficava me olhando e rindo. Mas eu me safei muito bem, com aquilo já não tinha mais nada pra pedir pro meu colégio. Consegui comer minha paixão proibida do ensino médio inteiro. Aqui algumas fotos dela. Tampei o rosto obviamente pra não deixar ela exposta a nada.

Esta história é verdadeira, como todas as outras. Espero que tenham gostado, deixem pontos. Foi longa pra não ter que dividir em partes. Abraços.
12 comentários - Acampamento da escola