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No dia seguinte, era domingo, voltamos pra casa, meus pais ficaram no local do casamento, iam jantar com meus tios, a gente tinha sido convidado pro aniversário de um amigo, o Jorge, na casa dele que ficava no nosso condomínio.
Jorge tinha 22 anos, se dava bem principalmente com o Luís e meu irmão. Chegamos na festa às 22h, éramos uns 20 na casa dele, incluindo Mônica, meu irmão, Luís, Sofia, Sérgio e eu.
Lá no fundo da sala tinha uma mesa cheia de todo tipo de garrafa, os pais dela tinham deixado ela organizar a festa em casa, a música tocava no talo, todo mundo bebia e dançava ali na sala. Os caras não tiravam os olhos de mim, eu tinha vestido uma calça branca estilo pirata bem justa, que deixava ver uma fio dental branca e uma camiseta vermelha super apertada que marcava minhas tetonas e meus bicos. Dancei com todo mundo, quem mais colava em mim era o Luis, até senti a pica dele uma vez. Dancei com meu irmão, tentei roçar um pouco pra esquentar ele, continuei bebendo. Dancei com o Jorge, e apertei minhas tetas contra o peito dele, ele saiu com um pau duro do caralho. Lá no fundo, achei que vi o Sergio dançando com a Mônica, que também não era feia, com uma calça jeans justa e uma camisa azul, eles riam pra caralho, ele também tava se divertindo. Quando ele veio dançar comigo, foi uma festa bem animada, mas às 2 da manhã o clima morreu. Muita gente falou que ia sair pra night, mas a gente tava moído entre o casamento e agora isso, então viemos pra casa.
Nos despedimos da Mônica e do Sérgio, eu e meu irmão entramos em casa, eu na frente já tava toda quente com tanta roçada de pau nas danças.
– caralho, que rabão, mais de uma vai bater uma pensando como você tava vestida hoje, disse meu irmão enquanto ao mesmo tempo passava a mão na minha bunda enfiando bem a mão entre minhas pernas, chegando até a roçar na minha buceta
– você gosta dela?
– Tá muito bom, coitado do Jorge, tu deixou ele louco, é irresistível pegar na sua bunda, com essa calça branca e marcando a fio dental…
– Então que ele bata uma gostoso de novo. Passou a mão na minha buceta de novo, passou de propósito.
– quem sabe eu mesma faço outra punheta pensando em como você ia, puff!!!! Com essa camiseta vermelha, dá pra ver tudo agora, ele colocou a mão na minha buceta, ele sabia que eu tava com vontade de um novo encontro com ele e não ia desperdiçar
— Você não prefere que eu faça em você? — falei, colocando minha mão direita no volume dele. A gente se olhou, não precisou de mais nada. Ele estava de dar água na boca, com aquele corpaço, a camiseta sem manga, e olha que era meu irmão!!! Me joguei nele, a gente se beijou selvagemente, nossas línguas não paravam quietas, as mãos também não. Subimos as escadas pros quartos como dava, nos beijando, nos tocando, quase caímos pela escada, mas o tesão não deixava a gente parar. Lá em cima, me encostei na parede do corredor, ele chupava meu pescoço e com as mãos apertava meus peitos pra cima. Assim, nos esfregando pelo corredor inteiro, chegamos no quarto dele. Caímos na cama, como pude desabotoei a calça dele, puxei um pouco pra baixo, depois a cueca, e saiu a pica dele toda dura — aff, fico molhada só de escrever. Me abaixei, o pau dele tava a 10 cm do meu rosto, não falei nada, só meti na boca. A gente ainda tava vestido, só o Carlos com a calça um pouco arriada pra eu continuar o boquete. Passei a língua na cabecinha dele enquanto olhava com cara de safada, chupei os ovos dele, ele esfregava a pica toda na minha cara.
– aaaaaaah, adoro essa pica incestuosa, falei pra eleesfregando a pica no meu rosto, tirei a camiseta e o sutiã e coloqueia pica entre meus peitos, agarrei eles e subia e descia
— Cê gosta dessas? Falei pra ele enquanto batia uma punheta com minhas tetas.
– siiiii, são maravilhosas, disse meu irmão ofegante. A sensação de ter aquela pica tão grande entre minhas tetonas me deixou louca. Meu irmão tirou a calça e a camiseta, me ajudou a tirar a calça apertada, puxou ela junto com a tanga e tudo, e me jogou na cama.
– vou te comer essa buceta
— chupa aqui, vai… falei segurando a cabeça dela no meu grelo, ela fez maravilha, que lambidas ela me deu, gozei igual uma besta esmagando a cabeça dela contra minha buceta
– ahhhhhhhhhhh!!!!, continua, continua, ahhhhhhhhh!!!!! Subiu pra cima, chupou meus peitos, num instante colocou a pica na entrada e de uma vez só meteu
– que legal!!!!!!!, disse
– me fode, maaaaaaaaaais, não para, eu tava morrendo de tesão, aí ele se separava e deixava cair um monte de saliva na minha boca como se tivesse cuspindo, isso me deixava a mil, era como uma gozada na minha boca, tudo isso enquanto me fodia, mete, tira, mete, tira, ele era um fodedor nato, eu subi em cima dele, completamente pelada enfiei o pau dele e depois cavalgava enquanto enfiava a cabeça dele entre meus peitos, depois ele me colocou de quatro, se posicionou atrás
– vou te foder igual cachorrinho, ele meteu no meu cuzinho de quatro, amassava meus peitos enquanto me empurrava, era incrível, meu irmão me fodia de quatro no quarto dele e eu gozava igual uma puta
— Você come a Mônica assim mesmo?
– Siiiiim, ela adora, ela adora, disse ofegante
– Como ela chupa?
—Feito uma puta chupadora de rola, ele disse, isso eu nunca vou esquecer…
– Você goza na boca dela?
– Siiii e engole tudinho
– Ela dá o cu?
– Claro, goza de pernas abertas
– quem você gostaria de comer no cu?
– Sei lá… ehhh, pra prima Lúcia
– Metia no cu dela com o vestido de casamento
– Siiii, eu levantava ela e metia de quatro
—E a Sofia?
– Já fiz isso pra ele/ela
– Queeeeeeeeee?
– Siiiiim, nessas férias, quando nós 4 fomos pra um hotel, eu comi ela sem a Mônica e o Luís saberem, depois te conto.
– Você gozou na bunda dela?
– Siiiiiiii, gozei que nem uma putinha. Aquilo foi muito forte, fiquei toda molhada, pensando no meu irmão fodendo a bunda gostosa da minha melhor amiga, então aconteceu o que tinha que acontecer.
– você gostaria de comer o cu da sua irmã?
– Claro, você tem uma bunda muito gostosa, ele disse me dando um tapa na nádega direita, enquanto continuava me comendo.
– Então fode ele se quiser. Acabei de falar e ele já tinha se abaixado pra chupar meu cu, a buceta escorrendo literalmente, a língua quente do meu irmãozinho no meu cu, siiiim.
– chupa minha bunda, chupa ela. Ele se levantou, colocou o pauzão dele esticado ao longo do meu rego, eu ainda estava de quatro.
— Que vontade de fazer isso em você, ele me disse me segurando pelos quadris. De repente, ouvimos a porta da garagem. Porra!!!!!!, meus pais.
– Porra!!!!!!! Gritei. Levantei rápido, peguei a roupa e fui pro fundo do corredor até meu quarto. A gente foi interrompida no meio da foda, ficou gravada na minha retina a imagem da pica dura do meu irmão enquanto ele pegava a roupa dele.
Meus pais entraram, ficaram um tempão lá embaixo, passaram uns vinte minutos, eu e meu irmão cada um no seu quarto, me enfiei na cama só de fio dental e uma camiseta branca, os líquidos da buceta vazando pra todo lado, peguei o celular e mandei uma mensagem pro meu irmão.
—não dorme não, espera os pais deles irem dormir, tô com a buceta molhada, quero que você me coma hoje, ouvi o celular dele tocar e ele se levantou pra atender, 3 minutos depois recebi outra mensagem dele
– vou te comer no cu, sua puta gostosa, tô com a pica dura, batendo uma pensando nas suas tetas. Meus pais foram dormir finalmente, passaram cinco minutos, ouvi meu pai roncando, minha porta abriu e meu irmão entrou só de cueca.
— Marta, disse sussurrando
– O quê? Falei me levantando da cama. Fui pro meio do quarto, tava escuro, trombei com ele, a gente se beijou, sem fazer barulho, a calcinha dele roçava na minha tanguinha, peguei na pica dele e comecei a bater uma devagar.
– promete que vai me comer, falei sussurrando
—tranquila, ele me disse, mas hoje não.
– mas outro dia, você tem que me foder aqui, falei colocando a mão dela na minha bunda. Deitamos no chão, sem fazer barulho, ela se esfregava com a calcinha dela na minha buceta.
— Me pede pra enfiar, ele disse baixinho
– siiiim
– sim, que…
– que mete em mim
– quer a pica do seu irmãozinho
– siii, me fode, enfia esse pau de irmão em mim…, não me faz implorar mais, ele meteu, me comeu bem devagar sem tirar a minha calcinha fio dental, puxou ela pro lado e sem tirar a cueca dele, só baixou um pouquinho, foi incrível, me deixei levar no escuro do quarto, fechei os olhos, me senti maravilhosa, de pernas abertas, recebendo o pau do meu irmão enquanto passava a mão nas costas musculosas dele, sentia as bolas dele batendo na minha bunda, os gemidos abafados dele, até que gozou dentro de mim enquanto apertava meus peitos
– siiiiii, ela falou baixinho, vou gozar, vou gozar, acelerando as enfiadas. Eu também não fiquei atrás e gozei, sentindo ele jorrar dentro da minha buceta, sentindo a descarga de sêmen lá dentro, enquanto enfiava a língua na boca dela.
Foi embora do mesmo jeito que veio, dormi a noite toda com a porra dele dentro de mim, pensando quando seria a próxima vez e quando ele ia foder meu cu…
continua
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No dia seguinte, era domingo, voltamos pra casa, meus pais ficaram no local do casamento, iam jantar com meus tios, a gente tinha sido convidado pro aniversário de um amigo, o Jorge, na casa dele que ficava no nosso condomínio.
Jorge tinha 22 anos, se dava bem principalmente com o Luís e meu irmão. Chegamos na festa às 22h, éramos uns 20 na casa dele, incluindo Mônica, meu irmão, Luís, Sofia, Sérgio e eu.
Lá no fundo da sala tinha uma mesa cheia de todo tipo de garrafa, os pais dela tinham deixado ela organizar a festa em casa, a música tocava no talo, todo mundo bebia e dançava ali na sala. Os caras não tiravam os olhos de mim, eu tinha vestido uma calça branca estilo pirata bem justa, que deixava ver uma fio dental branca e uma camiseta vermelha super apertada que marcava minhas tetonas e meus bicos. Dancei com todo mundo, quem mais colava em mim era o Luis, até senti a pica dele uma vez. Dancei com meu irmão, tentei roçar um pouco pra esquentar ele, continuei bebendo. Dancei com o Jorge, e apertei minhas tetas contra o peito dele, ele saiu com um pau duro do caralho. Lá no fundo, achei que vi o Sergio dançando com a Mônica, que também não era feia, com uma calça jeans justa e uma camisa azul, eles riam pra caralho, ele também tava se divertindo. Quando ele veio dançar comigo, foi uma festa bem animada, mas às 2 da manhã o clima morreu. Muita gente falou que ia sair pra night, mas a gente tava moído entre o casamento e agora isso, então viemos pra casa.
Nos despedimos da Mônica e do Sérgio, eu e meu irmão entramos em casa, eu na frente já tava toda quente com tanta roçada de pau nas danças.
– caralho, que rabão, mais de uma vai bater uma pensando como você tava vestida hoje, disse meu irmão enquanto ao mesmo tempo passava a mão na minha bunda enfiando bem a mão entre minhas pernas, chegando até a roçar na minha buceta
– você gosta dela?
– Tá muito bom, coitado do Jorge, tu deixou ele louco, é irresistível pegar na sua bunda, com essa calça branca e marcando a fio dental…
– Então que ele bata uma gostoso de novo. Passou a mão na minha buceta de novo, passou de propósito.
– quem sabe eu mesma faço outra punheta pensando em como você ia, puff!!!! Com essa camiseta vermelha, dá pra ver tudo agora, ele colocou a mão na minha buceta, ele sabia que eu tava com vontade de um novo encontro com ele e não ia desperdiçar
— Você não prefere que eu faça em você? — falei, colocando minha mão direita no volume dele. A gente se olhou, não precisou de mais nada. Ele estava de dar água na boca, com aquele corpaço, a camiseta sem manga, e olha que era meu irmão!!! Me joguei nele, a gente se beijou selvagemente, nossas línguas não paravam quietas, as mãos também não. Subimos as escadas pros quartos como dava, nos beijando, nos tocando, quase caímos pela escada, mas o tesão não deixava a gente parar. Lá em cima, me encostei na parede do corredor, ele chupava meu pescoço e com as mãos apertava meus peitos pra cima. Assim, nos esfregando pelo corredor inteiro, chegamos no quarto dele. Caímos na cama, como pude desabotoei a calça dele, puxei um pouco pra baixo, depois a cueca, e saiu a pica dele toda dura — aff, fico molhada só de escrever. Me abaixei, o pau dele tava a 10 cm do meu rosto, não falei nada, só meti na boca. A gente ainda tava vestido, só o Carlos com a calça um pouco arriada pra eu continuar o boquete. Passei a língua na cabecinha dele enquanto olhava com cara de safada, chupei os ovos dele, ele esfregava a pica toda na minha cara.
– aaaaaaah, adoro essa pica incestuosa, falei pra eleesfregando a pica no meu rosto, tirei a camiseta e o sutiã e coloqueia pica entre meus peitos, agarrei eles e subia e descia
— Cê gosta dessas? Falei pra ele enquanto batia uma punheta com minhas tetas.
– siiiii, são maravilhosas, disse meu irmão ofegante. A sensação de ter aquela pica tão grande entre minhas tetonas me deixou louca. Meu irmão tirou a calça e a camiseta, me ajudou a tirar a calça apertada, puxou ela junto com a tanga e tudo, e me jogou na cama.
– vou te comer essa buceta
— chupa aqui, vai… falei segurando a cabeça dela no meu grelo, ela fez maravilha, que lambidas ela me deu, gozei igual uma besta esmagando a cabeça dela contra minha buceta
– ahhhhhhhhhhh!!!!, continua, continua, ahhhhhhhhh!!!!! Subiu pra cima, chupou meus peitos, num instante colocou a pica na entrada e de uma vez só meteu
– que legal!!!!!!!, disse
– me fode, maaaaaaaaaais, não para, eu tava morrendo de tesão, aí ele se separava e deixava cair um monte de saliva na minha boca como se tivesse cuspindo, isso me deixava a mil, era como uma gozada na minha boca, tudo isso enquanto me fodia, mete, tira, mete, tira, ele era um fodedor nato, eu subi em cima dele, completamente pelada enfiei o pau dele e depois cavalgava enquanto enfiava a cabeça dele entre meus peitos, depois ele me colocou de quatro, se posicionou atrás
– vou te foder igual cachorrinho, ele meteu no meu cuzinho de quatro, amassava meus peitos enquanto me empurrava, era incrível, meu irmão me fodia de quatro no quarto dele e eu gozava igual uma puta
— Você come a Mônica assim mesmo?
– Siiiiim, ela adora, ela adora, disse ofegante
– Como ela chupa?
—Feito uma puta chupadora de rola, ele disse, isso eu nunca vou esquecer…
– Você goza na boca dela?
– Siiii e engole tudinho
– Ela dá o cu?
– Claro, goza de pernas abertas
– quem você gostaria de comer no cu?
– Sei lá… ehhh, pra prima Lúcia
– Metia no cu dela com o vestido de casamento
– Siiii, eu levantava ela e metia de quatro
—E a Sofia?
– Já fiz isso pra ele/ela
– Queeeeeeeeee?
– Siiiiim, nessas férias, quando nós 4 fomos pra um hotel, eu comi ela sem a Mônica e o Luís saberem, depois te conto.
– Você gozou na bunda dela?
– Siiiiiiii, gozei que nem uma putinha. Aquilo foi muito forte, fiquei toda molhada, pensando no meu irmão fodendo a bunda gostosa da minha melhor amiga, então aconteceu o que tinha que acontecer.
– você gostaria de comer o cu da sua irmã?
– Claro, você tem uma bunda muito gostosa, ele disse me dando um tapa na nádega direita, enquanto continuava me comendo.
– Então fode ele se quiser. Acabei de falar e ele já tinha se abaixado pra chupar meu cu, a buceta escorrendo literalmente, a língua quente do meu irmãozinho no meu cu, siiiim.
– chupa minha bunda, chupa ela. Ele se levantou, colocou o pauzão dele esticado ao longo do meu rego, eu ainda estava de quatro.
— Que vontade de fazer isso em você, ele me disse me segurando pelos quadris. De repente, ouvimos a porta da garagem. Porra!!!!!!, meus pais.
– Porra!!!!!!! Gritei. Levantei rápido, peguei a roupa e fui pro fundo do corredor até meu quarto. A gente foi interrompida no meio da foda, ficou gravada na minha retina a imagem da pica dura do meu irmão enquanto ele pegava a roupa dele.
Meus pais entraram, ficaram um tempão lá embaixo, passaram uns vinte minutos, eu e meu irmão cada um no seu quarto, me enfiei na cama só de fio dental e uma camiseta branca, os líquidos da buceta vazando pra todo lado, peguei o celular e mandei uma mensagem pro meu irmão.
—não dorme não, espera os pais deles irem dormir, tô com a buceta molhada, quero que você me coma hoje, ouvi o celular dele tocar e ele se levantou pra atender, 3 minutos depois recebi outra mensagem dele
– vou te comer no cu, sua puta gostosa, tô com a pica dura, batendo uma pensando nas suas tetas. Meus pais foram dormir finalmente, passaram cinco minutos, ouvi meu pai roncando, minha porta abriu e meu irmão entrou só de cueca.
— Marta, disse sussurrando
– O quê? Falei me levantando da cama. Fui pro meio do quarto, tava escuro, trombei com ele, a gente se beijou, sem fazer barulho, a calcinha dele roçava na minha tanguinha, peguei na pica dele e comecei a bater uma devagar.
– promete que vai me comer, falei sussurrando
—tranquila, ele me disse, mas hoje não.
– mas outro dia, você tem que me foder aqui, falei colocando a mão dela na minha bunda. Deitamos no chão, sem fazer barulho, ela se esfregava com a calcinha dela na minha buceta.
— Me pede pra enfiar, ele disse baixinho
– siiiim
– sim, que…
– que mete em mim
– quer a pica do seu irmãozinho
– siii, me fode, enfia esse pau de irmão em mim…, não me faz implorar mais, ele meteu, me comeu bem devagar sem tirar a minha calcinha fio dental, puxou ela pro lado e sem tirar a cueca dele, só baixou um pouquinho, foi incrível, me deixei levar no escuro do quarto, fechei os olhos, me senti maravilhosa, de pernas abertas, recebendo o pau do meu irmão enquanto passava a mão nas costas musculosas dele, sentia as bolas dele batendo na minha bunda, os gemidos abafados dele, até que gozou dentro de mim enquanto apertava meus peitos
– siiiiii, ela falou baixinho, vou gozar, vou gozar, acelerando as enfiadas. Eu também não fiquei atrás e gozei, sentindo ele jorrar dentro da minha buceta, sentindo a descarga de sêmen lá dentro, enquanto enfiava a língua na boca dela.
Foi embora do mesmo jeito que veio, dormi a noite toda com a porra dele dentro de mim, pensando quando seria a próxima vez e quando ele ia foder meu cu…
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