Marian, minha namorada bêbada e apalpada

Desde aquela noite que enfiaram o dildo na Marian, não vi ela sair com outro homem de novo. Os dias passavam normais e nosso relacionamento também, mas pra ser sincero, eu fiquei com a cabeça bem quente, queria ver ela se comportar como uma puta, mas sabia que isso ia ser difícil a menos que eu, claro, provocasse isso. E pra minha sorte, a oportunidade apareceu sozinha, porque num sábado, uma amiga dela nos convidou pra uma festa e a gente aceitou. E tudo foi normal, desde que chegamos nos ofereceram comida e bebida até não aguentar mais, e eu não parava de dançar com a Marian, até deixei ela dançar com outros caras. Eu tava seguro que algo ia rolar, não sabia ao certo o quê, mas sabia que algo ia acontecer. A festa seguia normal e percebi que tinha dois caras de uns 21 anos que não paravam de olhar as pernas da Marian, toda vez que alguém tirava ela pra dançar, e não era à toa: ela tinha vestido um vestido soltinho bem curto, que deixava as pernas lindas dela à mostra, e não só isso, o vestido era tão decotado que os peitões dela pareciam que iam pular pra fora toda vez que ela dava uma volta. Então, na hora, eu soube que ali tinha minha chance. Dancei mais umas músicas com a Marian e falei que ia no banheiro, ela só disse que sim. Atravessei o pátio onde a gente tava, entrei na casa, e fiquei uns minutos parado olhando pela janela. Os dois caras não paravam de olhar ela, e a Marian não parava de dançar. Aí saí e me aproximei dos dois caras e falei:

- Essa morena é gostosa, né?

Os dois ficaram me olhando meio assustados, mas comecei a falar:

- É minha amiga, veio comigo, mas é daquelas fáceis, com uns drinks ela afrouxa.

Os dois riram e um deles falou:

- É, parece que é fácil, mas acho que não vai dar bola pra gente.

- Bom, se vocês tirarem ela pra dançar, com certeza ela não vai recusar, puxa conversa.

Os dois caras começaram a rir, não acreditavam no que tavam ouvindo. — que nem eu tava falando, até que depois de uns minutos, a Marian parou de dançar e o mais ousado foi direto nela e puxou ela pra dançar. Marian, claro, aceitou e os dois começaram a dançar. Aquele cara se mexia muito bem, enquanto eu e o outro só olhávamos. Ela parecia bem animada, até que a música acabou e, assim que aquele cara soltou ela e voltou, o outro foi direto nela e puxou ela pra dançar.

— Pô, ela é foda, hein. Se mexe muito bem. Imagina como deve ser na cama.

— Kkkkk... se você visse, ela é uma puta mesmo.

— Sério?

— Claro. Eu como ela direto. Melhor: vocês continuam dançando com ela, que eu vou servir bebida pra ela e a gente vê no que dá.

Depois, fui sentar. Tinha certeza de que ela ia fazer alguma merda. As horas passaram e aqueles dois caras começaram a se revezar pra dançar com ela. E quando não era eles, eu puxava ela. Claro, a gente cuidava pra que o copo dela nunca ficasse vazio. E, aos poucos, fomos embebedando ela. Lá pras duas da manhã, a Marian já tava bem bebida. Aí falei que a gente já tinha que ir, e ela, claro, já com o cansaço e a bebedeira, aceitou na hora. Se despediu da amiga e a gente foi andando pro carro. Foi nessa hora que fiz um sinal pros dois caras, que estavam esperando num canto do pátio. Eles vieram rápido e eu falei que ia levar eles, e que não tinha esquecido o que tinha dito. Eles só sorriram. Nós quatro começamos a andar pro carro. A Marian já tava tão bêbada que só ficava falando que eles dançavam muito bem e que tinha se divertido pra caralho com eles. Os dois caras só concordavam e diziam que também tinham se divertido muito. Já no carro, falei pros dois caras irem com ela no banco de trás. Dei a partida e, depois de umas quadras, a Marian apagou de vez. Pensei que era o momento ideal. Olhei pelo retrovisor e percebi que eles não tiravam os olhos das pernas dela. Aí procurei um lugar mais escuro e parei.

— Bom, então aí está ela. Eles podem, podem apalpar ela um pouco,
e de imediato um dos dois caras colocou a mão nas pernas dela e lentamente começou a acariciá-las, dava pra ver que ele tava bem excitado, a mão dele foi subindo devagar, até enfiar por baixo do vestido dela,

- Que pele lisa que ela tem… mmhhh… que gostosa que ela é,

e pra ser sincero, eu também já tava muito tesudo, então falei pra eles,

- De uma vez, puxa a calcinha dela pra baixo,

Aquele cara enfiou a mão um pouco mais e lentamente começou a puxar a calcinha dela, até deixar ela nos joelhos,

- Vamos., os dois, enfiem a mão nela,

e o outro cara, sem demora nem preguiça, também colocou a mão nas pernas dela e começou a acariciá-las e em segundos, as pernas da Marian viraram alvo daqueles dois caras tarados, pareciam desesperados, as mãos deles subiam e desciam percorrendo completamente as coxas e a buceta da Marian, e ela nem aí, então depois de uns minutos eu falei pra eles,

- Peguem nos peitos dela ou o quê., não gostaram não?,

e rapidamente os dois caras aproximaram os rostos dos peitos da Marian e começaram a beijá-los, pra mim., aquela cena era um verdadeiro espetáculo, a Marian tava sendo apalpada por todo lado, as mãos daqueles dois caras não paravam de acariciar as pernas dela e os peitos dela eram alvo de uns chupões enormes, mas eu queria mais, então falei pra eles,

- Vamos caras., não sejam tímidos, vocês não iam gostar de passar a pica na bunda dela?,

os dois caras se olharam e um deles rapidamente abaixou o zíper, se ajoelhou no banco, terminou de puxar a calcinha da Marian, e depois lentamente deitou ela de bruços, a Marian não fez nenhum movimento, então vendo ela completamente inconsciente, ele arregaçou o vestido dela, deixando à mostra a bunda linda dela,

- Mas olha que beleza de bunda que ela tem,

- Claro, mas se apressem,

Aquele cara acariciou ela por uns segundos e depois começou a esfregar a pica dele na bunda dela, o cara tava aproveitando ela, a vara dele subia e descia percorrendo as nádegas da marian, passava entre as nádegas dela e descia devagar, quase roçando a buceta dela, pra depois subir de novo e recomeçar, mas era tanta excitação que depois de alguns segundos, ela me disse,

- deixa eu gozar em cima dela,

Pensei em falar que sim, mas era demais, então falei,

- melhor pegar a calcinha dela e gozar em cima dela, já que ela tá apagada de qualquer jeito,

o cara começou a rir e pegou a calcinha da marian, enrolou o pau dela nela e começou a se masturbar enquanto com a outra mão apertava as nádegas dela e depois de alguns segundos gozou,

- aarrgggg… puta gostosa que você tem em casa..hahaha

- claro, super putinha,

o outro cara não precisou se mexer muito, a cabeça da marian tinha ficado bem na frente da braguilha dele, então a única coisa que ele fez foi abrir a calça, tirou o pau e começou a sacudir bem na cara dela, até ficar bem duro, e quando ficou, começou a passar na cara dela, a marian não sentia nada, até já tinha começado a roncar, então aquele cara aproveitou e começou a passar a pica por todo o rosto dela, a cabeça subia e descia fazendo círculos nas bochechas dela, depois descia e apoiava nos lábios dela por uns segundos e depois subia e descia de novo, cobrindo o rosto da marian com uma camada fina de porra, eu tava quase explodindo, a situação era tão safada que pensei em me masturbar também, mas me segurei e continuei vendo o show, aquele cara já tinha focado nos lábios dela, a cabeça do pau encostava de leve neles, não enfiava tudo, só roçava um pouco subindo e descendo o pau, até que depois de alguns minutos, o cara me perguntou,

- onde posso gozar..?

a calcinha da marian tava escorrendo, então falei,

- joga no vestido dela,

o cara mexeu um pouco a marian e começou a esfregar o pau, apontando direto pra baixo Os peitos dela
e depois de alguns segundos, soltei três jorros fortes de porra, que acertaram bem no vestido dela,

- uauauau... deve ser uma parada especial comer ela,

- sim, mas hoje não deu, arrumem a roupa que já temos que ir,

liguei o carro e já era quase cinco da manhã, deixei os caras numa estação de metrô e depois levei a Marian pra minha casa,
e pra ninguém perceber, meti uma rapidinha nela, enchendo ainda mais o vestido dela de porra, e a cara dela também, e mesmo assim, ela não acordou, até o dia seguinte, levantou umas doze,

- aiii... minha cabeça tá doendo pra caralho, não lembro de nada,

- você tomou um porre daqueles,

- puta merda, e minha calcinha fio dental??

- não lembra que a gente comeu no carro? acho que caiu pela janela,

- não lembro de nada, mas enfim, vou no banheiro e depois você me leva pra casa,

- claro, fica à vontade,

Marian não lembrava de nada, mas pra mim foi uma noite do caralho.

2 comentários - Marian, minha namorada bêbada e apalpada

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