De Caçada No Uruguai
Com o Selo de Prazer e Tesão…
Olá a todos, pessoal tarado, sou um cara com vontade de compartilhar minhas histórias e as de pessoas próximas a mim com vocês… essa, como todos os meus relatos, é feita para vocês, para o seu prazer, mas preciso esclarecer algumas coisas. Muitas dessas histórias não são de minha autoria, outras sim, outras são fantasias que tive ou alguém próximo a mim me confessou, outras são reais mas não minhas, relatos de outras pessoas que me contam e no final consigo convencê-las a me deixar publicar, claro com nomes e lugares diferentes pra proteger a identidade delas. Por isso não digo quem é quem, qual é meu ou qual não é, qual é real e qual não é. Acho que isso torna mais interessante e faz a gente pensar. Tenho muitas histórias, mas pouco tempo pra contar. Espero que as que consigo publicar sejam do seu agrado. Sem mais delongas, aproveitem.
Sempre atrás de uma dama, pra seduzir faço o que posso e sempre tiro de mim algo pra levar ela pra cama. Desafios me encantam, ainda mais se for difícil, melhor. Quando a mulher merece, não me importo, da minha vasta galeria brotam os truques. Na maioria dos casos, gosto de brincar com a ambição, delas ou do ambiente. Esse caso rolou no Uruguai, em Montevidéu, numa viagem que fiz pra lá a negócios comerciais, de menor importância. Como convidado, numa reunião que a União do Comércio oferecia, fixei minha atenção numa morena de 1,70, olhos pretos, lábios sensuais, um corpaço, bunda, peitos. Na minha vasta experiência, dava pra dizer que as medidas dela eram 92-61-96. Fácil. No fim, tudo que importa na parte sexual. Ela estava lá, circulando, num coquetel de empresários. Foi amor à primeira vista. Vi ela e pensei comigo: essa não pode escapar. Comecei como o lobo que vê a ovelhinha, só dando voltas. Sempre tenho algo preparado pra essas ocasiões, o primeiro passo é… impressionar, depois sempre um investimento menor. Pra chamar a atenção, que geralmente, faz elas morderem a isca. Pra entrar em conversa, chego perto e com muito descaro, me apresento, com cartão rapidamente começo a ser galante e muito sutil, no trato. Pra dar confiança, enquanto puxo um papo com a mina, cumprimento alguém que esteja rodeado de gente, supostamente é alguém importante que nunca vi, sempre a tática, de quando um desses se aproxima, com um:
--E aí, quanto tempo, a gente se viu na outra convenção. -O cara nem ideia. Mas falou:
--Sim, claro, o senhor... É...
--Lembra, sou o Luis… o CEO da International Training Company. -Entrego cartão, o outro faz o mesmo. Do outro lado, geralmente, sempre falam:
--Sim, sim, e aí, quanto tempo. -Nunca te viram e só falam isso pra não ficar sem graça ou pra se aparecer.
Suficiente pra mina fixar a atenção. Fato que aconteceu, me permitiu deixar de lado o que supostamente representava, e me dedicar a seduzir ela e ganhar a confiança dela, além da técnica de cumprimentar todo mundo, o que fazia ela fixar a atenção. Passado esse teste e tendo alguns dados dela, como que era solteira, tinha 24 anos, nome Sheila, eu quase 40, separado e sem compromisso, com ousadia convidei ela pra jantar num restaurante nas redondezas. Ideal pro meu objetivo, o gasto era grande, com o que dava pra pagar uma puta fina, talvez saísse mais barato, mas não tem graça, tinha o limite de 4 dias pra voltar pra Venezuela, então tinha que usar todo o repertório. Durante a noite, depois de jantar, fomos a um piano bar, tomamos alguns drinks. Não passei do ponto, mas falei que ela era muito gostosa, que bom… tudo que vocês podem imaginar, minha mente tava em ver ela pelada, poder penetrar ela, e gozar o máximo que pudesse, meu pau ficou duro o tempo todo, era uma boneca, a mais bonita de todas que transei. Saímos de volta, percebi que já tava entregue, no caminho falei da noite. tava de fralda ainda, convidei ela pra tomar um drink no bar do hotel, depois levaria ela pra lá. No começo ela hesitou, mas depois topou. Descemos e fomos pro bar, pedimos um café, batemos um papo, ela falou sobre tudo, já com a meta quase alcançada, usei a velha tática de dizer que ela merecia mais, ela respondeu que claro, mas não tinha muitas oportunidades, pra ser sincero. Espero poder contar com sua discrição, mas a real é que tô aqui em Montevidéu pra abrir a filial da minha empresa, seria bom te ter no nosso time. O rosto dela mudou na hora, sério Luis? Sim, tô falando sério, Sheila. Tomamos uns drinks, ela foi ficando mais melosa, perguntei se tava com sono, se não queria continuar conversando, ela já dizia sim pra tudo, falei: me espera, vou pedir outro coquetel. Ela disse ok, chamei o garçom, dei uma gorjeta e pedi pra caprichar no álcool, pros dois. Me mandei pra liberar o terreno com o porteiro, com outra gorjeta, pra poder subir ela pro meu quarto, o que consegui de boa. Quando voltei, o copo dela já tava quase vazio, então ela já tava bem quente por causa do álcool. Ria à toa, e depois de um tempo, falou:
— Tô meio tonta. — Falei:
— Quer deitar um pouco?
— Acho que não. — Ela respondeu.
— Qual o problema? Alugo um quarto pra você e pronto. — Esse foi o truque, ela disse:
— Ah, assim é diferente, você faria isso por mim?
— Você vai ser minha gerente da filial Uruguai. — Ali ela quase se mijou, falou:
— Como é que é?
— Sim, minha gerente, o que você achou que seria, uma funcionária qualquer?
— Não, você vai ser minha gerente geral. — Ela pulou pra me abraçar e se espalhou toda, de cara, em outro sofá. Ajeitei ela, o garçom correu.
— Me ajuda com isso. — Ela pediu. — Então subi ela pro meu quarto, lá dentro falei:
— Por que não toma um banho, amanhã? — Ela não tava em condições, falei: — Te ajudo.
Enchi o jacuzzi, liguei todos os jatos, saí, deixei a porta entreaberta, e uma a uma as roupas dela foram caindo até ficar solta essa figura, de uma mulher bestial, afloro, uma figura, aquele rabo empinado, os peitos dela, enfim, meu pau, saltou pra estado de flecha, ereto, e querendo sair da calça. Daí, da porta, chamo ela, ela me diz.
--Já tô saindo. - não saía, chamo ela de novo, ela me diz.
--Você pega as toalhas pra mim?
Ela tava coberta pelas espumas. Não perdi tempo, peguei a mão dela, sob o olhar dela, ajudei ela a se levantar, quando ela se ergueu ao meu alcance, aquele montão de carne, comecei a secar as costas dela, com uma suavidade extrema, depois, passei pros peitos dela, desci, por todos os lados, fiz ela sair de vez, não terminei, porque já secando a bunda dela, me inclinei, com meus lábios, percorri os peitos dela, os mamilos dela, fiz ela arrepiar, sentei ela na borda da banheira, me ajoelhei, e minha boca, passou a lamber a buceta dela, começou a escorrer o prazer dela, era uma doçura, sentir os gemidos dela.
--Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ahhhhhhhh. - Os gemidos dela.
--Ahhhhhh, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ahhhhhhhhhh. - Dei um boquete especial nela, junto com o efeito do álcool, as gozadas se repetiram, ela dizia.
--Mmmmm que gostoso, Mmmmm que gostoso, Ahhhhhhh que gostoso, ahhhhhhhhhhhh vou gozar, sim, me dá mais.
Era tanto o clamor dela, que só consegui deixar cair minha cueca, penetrei ela, e segurando os dois peitos dela, bombeei, forte e rápido, ela se contorcia, escapou umas duas vezes, entrava rápido, e dava tanta bomba nela, que nem sei, perdi as exclamações dela, ela se exauriu, com um orgasmo, de forma veemente, enquanto eu depositava no meio dos peitos dela, meu esperma que escorria pra barriga dela, ela dizia.
--Ah que prazer, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ahhhhh... que lindo, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ahhhhh... nunca me senti assim, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ahhhhhhh... que doce, você é... hoooooooooooooooooooooooooooooo. Terminou gozando, aí ficamos, depois de um tempão ela me dizia.
--Gozei muito, nunca pensei. Eu me lambia. --Dentro de mim quero mais, papai.
Até que fui embora, a gente passou o tempo todo transando. Intenso e claro, vai estar esperando que eu monte a filial. Se eu ligar, a Empresa deve ter descoberto que o CEO não era o Luis. Só acho que ela deve ter curtido as boas fodas que eu dei nela.
Fim…
Com o Selo de Prazer e Tesão…
Olá a todos, pessoal tarado, sou um cara com vontade de compartilhar minhas histórias e as de pessoas próximas a mim com vocês… essa, como todos os meus relatos, é feita para vocês, para o seu prazer, mas preciso esclarecer algumas coisas. Muitas dessas histórias não são de minha autoria, outras sim, outras são fantasias que tive ou alguém próximo a mim me confessou, outras são reais mas não minhas, relatos de outras pessoas que me contam e no final consigo convencê-las a me deixar publicar, claro com nomes e lugares diferentes pra proteger a identidade delas. Por isso não digo quem é quem, qual é meu ou qual não é, qual é real e qual não é. Acho que isso torna mais interessante e faz a gente pensar. Tenho muitas histórias, mas pouco tempo pra contar. Espero que as que consigo publicar sejam do seu agrado. Sem mais delongas, aproveitem.
Sempre atrás de uma dama, pra seduzir faço o que posso e sempre tiro de mim algo pra levar ela pra cama. Desafios me encantam, ainda mais se for difícil, melhor. Quando a mulher merece, não me importo, da minha vasta galeria brotam os truques. Na maioria dos casos, gosto de brincar com a ambição, delas ou do ambiente. Esse caso rolou no Uruguai, em Montevidéu, numa viagem que fiz pra lá a negócios comerciais, de menor importância. Como convidado, numa reunião que a União do Comércio oferecia, fixei minha atenção numa morena de 1,70, olhos pretos, lábios sensuais, um corpaço, bunda, peitos. Na minha vasta experiência, dava pra dizer que as medidas dela eram 92-61-96. Fácil. No fim, tudo que importa na parte sexual. Ela estava lá, circulando, num coquetel de empresários. Foi amor à primeira vista. Vi ela e pensei comigo: essa não pode escapar. Comecei como o lobo que vê a ovelhinha, só dando voltas. Sempre tenho algo preparado pra essas ocasiões, o primeiro passo é… impressionar, depois sempre um investimento menor. Pra chamar a atenção, que geralmente, faz elas morderem a isca. Pra entrar em conversa, chego perto e com muito descaro, me apresento, com cartão rapidamente começo a ser galante e muito sutil, no trato. Pra dar confiança, enquanto puxo um papo com a mina, cumprimento alguém que esteja rodeado de gente, supostamente é alguém importante que nunca vi, sempre a tática, de quando um desses se aproxima, com um:
--E aí, quanto tempo, a gente se viu na outra convenção. -O cara nem ideia. Mas falou:
--Sim, claro, o senhor... É...
--Lembra, sou o Luis… o CEO da International Training Company. -Entrego cartão, o outro faz o mesmo. Do outro lado, geralmente, sempre falam:
--Sim, sim, e aí, quanto tempo. -Nunca te viram e só falam isso pra não ficar sem graça ou pra se aparecer.
Suficiente pra mina fixar a atenção. Fato que aconteceu, me permitiu deixar de lado o que supostamente representava, e me dedicar a seduzir ela e ganhar a confiança dela, além da técnica de cumprimentar todo mundo, o que fazia ela fixar a atenção. Passado esse teste e tendo alguns dados dela, como que era solteira, tinha 24 anos, nome Sheila, eu quase 40, separado e sem compromisso, com ousadia convidei ela pra jantar num restaurante nas redondezas. Ideal pro meu objetivo, o gasto era grande, com o que dava pra pagar uma puta fina, talvez saísse mais barato, mas não tem graça, tinha o limite de 4 dias pra voltar pra Venezuela, então tinha que usar todo o repertório. Durante a noite, depois de jantar, fomos a um piano bar, tomamos alguns drinks. Não passei do ponto, mas falei que ela era muito gostosa, que bom… tudo que vocês podem imaginar, minha mente tava em ver ela pelada, poder penetrar ela, e gozar o máximo que pudesse, meu pau ficou duro o tempo todo, era uma boneca, a mais bonita de todas que transei. Saímos de volta, percebi que já tava entregue, no caminho falei da noite. tava de fralda ainda, convidei ela pra tomar um drink no bar do hotel, depois levaria ela pra lá. No começo ela hesitou, mas depois topou. Descemos e fomos pro bar, pedimos um café, batemos um papo, ela falou sobre tudo, já com a meta quase alcançada, usei a velha tática de dizer que ela merecia mais, ela respondeu que claro, mas não tinha muitas oportunidades, pra ser sincero. Espero poder contar com sua discrição, mas a real é que tô aqui em Montevidéu pra abrir a filial da minha empresa, seria bom te ter no nosso time. O rosto dela mudou na hora, sério Luis? Sim, tô falando sério, Sheila. Tomamos uns drinks, ela foi ficando mais melosa, perguntei se tava com sono, se não queria continuar conversando, ela já dizia sim pra tudo, falei: me espera, vou pedir outro coquetel. Ela disse ok, chamei o garçom, dei uma gorjeta e pedi pra caprichar no álcool, pros dois. Me mandei pra liberar o terreno com o porteiro, com outra gorjeta, pra poder subir ela pro meu quarto, o que consegui de boa. Quando voltei, o copo dela já tava quase vazio, então ela já tava bem quente por causa do álcool. Ria à toa, e depois de um tempo, falou:
— Tô meio tonta. — Falei:
— Quer deitar um pouco?
— Acho que não. — Ela respondeu.
— Qual o problema? Alugo um quarto pra você e pronto. — Esse foi o truque, ela disse:
— Ah, assim é diferente, você faria isso por mim?
— Você vai ser minha gerente da filial Uruguai. — Ali ela quase se mijou, falou:
— Como é que é?
— Sim, minha gerente, o que você achou que seria, uma funcionária qualquer?
— Não, você vai ser minha gerente geral. — Ela pulou pra me abraçar e se espalhou toda, de cara, em outro sofá. Ajeitei ela, o garçom correu.
— Me ajuda com isso. — Ela pediu. — Então subi ela pro meu quarto, lá dentro falei:
— Por que não toma um banho, amanhã? — Ela não tava em condições, falei: — Te ajudo.
Enchi o jacuzzi, liguei todos os jatos, saí, deixei a porta entreaberta, e uma a uma as roupas dela foram caindo até ficar solta essa figura, de uma mulher bestial, afloro, uma figura, aquele rabo empinado, os peitos dela, enfim, meu pau, saltou pra estado de flecha, ereto, e querendo sair da calça. Daí, da porta, chamo ela, ela me diz.
--Já tô saindo. - não saía, chamo ela de novo, ela me diz.
--Você pega as toalhas pra mim?
Ela tava coberta pelas espumas. Não perdi tempo, peguei a mão dela, sob o olhar dela, ajudei ela a se levantar, quando ela se ergueu ao meu alcance, aquele montão de carne, comecei a secar as costas dela, com uma suavidade extrema, depois, passei pros peitos dela, desci, por todos os lados, fiz ela sair de vez, não terminei, porque já secando a bunda dela, me inclinei, com meus lábios, percorri os peitos dela, os mamilos dela, fiz ela arrepiar, sentei ela na borda da banheira, me ajoelhei, e minha boca, passou a lamber a buceta dela, começou a escorrer o prazer dela, era uma doçura, sentir os gemidos dela.
--Ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ahhhhhhhh. - Os gemidos dela.
--Ahhhhhh, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ahhhhhhhhhh. - Dei um boquete especial nela, junto com o efeito do álcool, as gozadas se repetiram, ela dizia.
--Mmmmm que gostoso, Mmmmm que gostoso, Ahhhhhhh que gostoso, ahhhhhhhhhhhh vou gozar, sim, me dá mais.
Era tanto o clamor dela, que só consegui deixar cair minha cueca, penetrei ela, e segurando os dois peitos dela, bombeei, forte e rápido, ela se contorcia, escapou umas duas vezes, entrava rápido, e dava tanta bomba nela, que nem sei, perdi as exclamações dela, ela se exauriu, com um orgasmo, de forma veemente, enquanto eu depositava no meio dos peitos dela, meu esperma que escorria pra barriga dela, ela dizia.
--Ah que prazer, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ahhhhh... que lindo, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ahhhhh... nunca me senti assim, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ahhhhhhh... que doce, você é... hoooooooooooooooooooooooooooooo. Terminou gozando, aí ficamos, depois de um tempão ela me dizia.
--Gozei muito, nunca pensei. Eu me lambia. --Dentro de mim quero mais, papai.
Até que fui embora, a gente passou o tempo todo transando. Intenso e claro, vai estar esperando que eu monte a filial. Se eu ligar, a Empresa deve ter descoberto que o CEO não era o Luis. Só acho que ela deve ter curtido as boas fodas que eu dei nela.
Fim…
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