Visitas surpresa (Versão alternativa Pedro 2)

Quando o irmão Pedro se preparou pra entrar em casa, não conseguiu evitar de olhar aquele detalhe na saia da minha mãe, que além de dar um show, também provocava um tesão do caralho.
O coitado, pelo que vi de canto de olho, tava com os olhos arregalados olhando o vai e vem inocente da minha mãe; aquela calcinha se ajustava tão gostosa na bunda dela.
Minha tia, por sua vez, depois de perceber a situação, não interferiu em nada, não falou nada pra minha pobre mãe, pelo contrário, tão pervertida e com sua tendência exibicionista, proporcionou a tarde toda um espetáculo digno de umas punhetas.

Assim que entramos na sala de jantar, ficamos batendo papo com ele sobre a vida dele, os hábitos, os sonhos, os rancores, entre outras coisas. Foi aí que fiquei sabendo que ele era um viúvo sem filhos, com sonhos frustrados e muito solitário; ele ganha a vida consertando uns bicos aqui e ali, onde quer que o contratem.

Entre risadas e momentos cômicos, chegou um ponto da conversa em que minha mãe, tão educada, perguntou se ele queria um café e comer um pão.
Ele aceitou de bom grado, e ela foi pra cozinha preparar. Mas quando ela se levantou, o detalhe na saia ainda não tinha sumido, ela ainda tava com a saia levantada, deixando a gente perplexo com aquela bunda incrível apertada naquele tecido de algodão branco (parece que grudou em alguma coisa, mas no quê?).

Minha mãe, sorridente e alheia a tudo, foi rebolando aquele rabão com aquela inocência tão característica dela, fazendo o pobre irmão ficar besta por alguns segundos com aquele vai e vem, MAS, muito nervoso e pra tentar disfarçar, ele desviou o olhar pra gente na hora.
Meu primo, vendo aquilo, levantou, me olhou com cumplicidade e foi atrás dela.

Por outro lado:
— Desde quando você trabalha com encanamento? — perguntou minha tia.
— Desde que eu tinha a idade dele — disse ele, olhando pra mim.
— Ahhh, entendi — ela disse, surpresa — agora saco o motivo daqueles — apontou com o dedo indicador pros braços musculosos do irmão. Hahaha—ela exclamou—isso é fruto de muito trabalho, não foi nada fácil conseguir eles.

Minha tia, de vez em quando, mordia o lábio enquanto olhava pra musculatura.

Sabe o quê...—ela falou com um tom envergonhado—ultimamente a lâmpada daqui tá piscando.

A lâmpada?—mas que mentira—pensei.

Pedro ficou olhando nos olhos dela e depois levantou a vista pro foco.

Cê acha que tem conserto?

—hahaha—mas é claro! Deixa eu tirar ela.

Da minha parte, enquanto eles flertavam, resolvi ver o que tava rolando na cozinha.

Quando cheguei perto, fiquei maravilhado com a rabetona da minha mãe, que balançava de um lado pro outro enquanto ela procurava os ingredientes (minha mãe tava de quatro, com as coxas lindas e nuas).

Meu primo, quando cruzou o olhar comigo, sorriu e mostrou de novo os dentes de bárbaro e os olhos de doido.

Ai—não acho! Onde será que coloquei o açúcar?

Deve estar lá no fundo, tia, procura mais pra dentro.

Na hora, minha mãe se esticou tanto que enfiou metade do corpo nos armários de baixo; naquela posição, as nádegas redondas e gordinhas dela ficaram tão impressionantes que me excitei na hora, porque a saia dela tinha levantado! Deixando a gente ver aquela raba tão benditamente perfeita, só com a calcinha fina e delicada de algodão, que tava sendo devorada pela frestinha dela.

Enquanto eu continuava ansioso olhando o espetáculo, meu primo me pegou pelo ombro, mostrou o contador de açúcar e caiu na risada.

Mas que sem-vergonha! Hahaha—respondi.

Primo—ele sussurrou—não vai não, ainda falta você ver uma surpresa.

Surpresa?—me perguntei.

Não tem, filho!—disse minha mãe, resignada.

Mmmm... Espera! Acho que vi ele por aqui—ele falou, fingindo inocência.

Quando minha mãe virou a cabeça, o infeliz fingiu um descuido e “sem querer” tropeçou na bela canela dela, que tava esticada no chão.

Ahhh!—ele fingiu gritar, ao mesmo tempo que... tropeçou" MAS quando caiu, conseguiu se segurar naquele rabão majestoso da minha mãe - mas que safado, pensei - PORÉM NÃO PAROU POR AÍ, o desgraçado com aquele movimento tão repentino conseguiu levantar a saia dela um pouco, deixando a gente ver o começo da rachinha e as bundinhas dela
Ai! - ela gritou assustada
Ahh! - meu primo gritou
Tá bem? - ela perguntou, olhando preocupada pra ele
Ele continuava segurando aquele bundão dela - sim, titia, desculpa, não vi seu casaco - disse enquanto fingia dor
-Não se preocupa, Toño, foi um acidente
E você? - ela se referia a mim - para de ficar aí babando e ajuda seu primo
Por mim, foi difícil parar de olhar pra ela, porque ela tava tão gostosa assim
Sim, mãe, já vou - falei
Assim que terminei de ajudar eles, minha mãe resolveu ficar com ele pra supervisionar se tava tudo certo
Desse jeito, voltei pra sala de jantar MAS quando cheguei, outra surpresa me esperava
O irmão Pedro tava em cima da cadeira tentando tirar a lâmpada enquanto minha tia segurava ele com as duas mãos pra evitar que caísse, mas ela tava segurando as nádegas dele! Então a cara linda e maquiada dela tava a centímetros do volume dele
Me segura firme pra eu não cair - disse Pedro
Sim - não vou soltar - ela disse com um sorriso safado
Esses dois com suas putarias! Só falei isso, quando cheguei perto o suficiente, eles notaram minha presença e minha tia tirou as mãos dele na hora
Uma vez na minha cadeira, eles, principalmente o irmão, tavam tão nervosos que até gotas de suor escorriam na testa dele
Olha - disse Pedro - essa lâmpada não teria motivo pra estar quebrada, porque...
O irmão Pedro "explicava" uma besteira
Então não tem nada de errado?
Não - respondeu Pedro
Tá bom, tá bom, então vamos colocar de novo - ela sorriu com malícia
Quando eu tava olhando as manhas da minha tia piranha, de repente ouvi
O café ainda não tá pronto? - perguntou Pedro quebrando o silêncio
Não sei, mas vou ver - falei
Enquanto me aproximava da cozinha Ouvi risadas constantes.
"O que será que tão fazendo agora?" — me perguntei.

Minha mãe continuava no chão com seus saltos, pernas flexionadas e juntas, com a saia levantada. As coxas dela assim estavam impressionantes, e além disso, com aquela camiseta que conseguia destacar seus peitos grandes e firmes, ela parecia ainda mais gostosa. (Ela estava bem na frente do meu primo gordinho, que também estava no chão.) Os dois, se divertindo, se lambuzavam de açúcar pelo corpo todo. Minha mãe, de um lado, esfregava as bochechas rechonchudas dele enquanto ele bagunçava o cabelo dela ao mesmo tempo que espalhava o açúcar. Estavam tão entretidos que nem perceberam minha presença.

Enquanto eu olhava pra eles, esperando que um dos dois se virasse pra me ver, notei que meu primo se arriscou e, com um punhado de açúcar, tocou a barriga da minha mãe, alcançando e cobrindo todo o umbigo dela.

— Kkkkkkk — minha mãe caiu na risada. — PARA! AÍ NÃO! — gritou.

Grave erro, devo admitir, porque agora meu primo sabia que minha mãe tinha cócegas.

— Onde não? Aqui? — ele tocou de novo.

— Kkkkkk, para, TOÑO!

Minha mãe, com os dedos coscando do meu primo, começou a se contorcer de alegria pelo chão todo, fazendo com que, de um lado, seus peitos tão firmes e espetaculares quicassem com a agressividade das contrações dela, e do outro, que sua saia, depois de se esfregar no chão todo, se levantasse até deixar a gente ver por completo as coxas nuas dela, assim como metade da calcinha.

— Kkkkkkk, por favor, Toñito, para! — implorou. — Te imploro! Faço o que você pedir!

— O que eu pedir, hein? — ele continuou distribuindo os dedos por todas as costelas dela, sem conseguir evitar que os peitos da minha mãe, com tanto quique, fossem tocados.

— Jura e eu paro.

— Tá bom! Ahh! — jurooo.

Meu primo, com um sorriso perverso, inesperadamente olhou pra mim (com uns olhos que me disseram duas coisas: que ele era doido e que minha mãe tava caindo no jogo), e, não sem antes dar mais uma sacudida no corpo todo dela, soltou.

Minha mãe, ainda com toda a agitação da Momento, com o neguinho todo melado na testa suada, as bochechas vermelhas, a camiseta fora do lugar e a saia bem levantada, ela virou a cabeça me olhando.
— Filho! — exclamou.
Eu, pra não deixar ela sem graça, falei:
— Que porra é essa? Por que tem tanto açúcar no chão?
— Isso? — Minha mãe olhou ao redor. — Isso é culpa do seu primo — ela esboçou um sorriso.
— Minha culpa? Kkkk — Toño caiu na risada.
— Bom, filho, me ajuda a levantar — disse ela, com a respiração bem mais calma.
Na sequência, levantei os dois — minha mãe tava um verdadeiro caos, cabelo bagunçado, ombro de fora, a saia amassada, enfim, parecia selvagem, mas muito gostosa assim.
— Vim pegar o café, mãe.
— É verdade, o café! — disse ela.
Na hora, pegou as xícaras cheias, botou um pouco de açúcar, se ajeitou como deu, colocou as xícaras num prato grande e levou.
Ela saiu primeiro da cozinha, com todo cuidado pra não derrubar.
Depois eu, sem tirar os olhos da saia dela — que, mesmo sem aquele amassado agora, TAVA bem pra cima (imagino que pela pressa) —, fiquei bestão olhando as coxas espetaculares seguidas das bundudas e bem torneadas nádegas brancas. Parecia que ela não tava de calcinha! Mas como? Lembrando rápido do que aconteceu, quase que na hora, sacou que depois daquele puxão na saia dela, sem querer, também levou a calcinha junto, de modo que parte da bunda ficou nua e bem visível. MAS QUE LOUCURA!
Enquanto eu olhava com um tesão do caralho pra minha mãe e fantasiava em apalpar aquilo, meu primo me puxou pelo ombro e chegou no meu ouvido pra sussurrar:
— Isso é inacreditável, primo. Minha tia é uma gostosa mesmo, viu kkkk — se você tá gostando do que vê, então espera um pouco porque agora vem a melhor parte, hein.
No meio do caminho, os três ficamos de boca aberta quando vimos minha tia tentando acertar o foco com o Pedro bem atrás dele, o irmão recebia beijos constantes na bunda sem nem chance de respirar, e eu digo RECEBIA. porque a puta da minha tia, arqueando suas pernas magníficas e empinando muito a rabeta, esfregava tudo na cara do Pedro
Ela continuou assim até que olhou pra gente e na hora se abaixou com a ajuda do Pedro
— Finalmente os cafés! — se atreveu a dizer a tal vagabunda
Minha mãe, por sua vez, estava tão viajando e corada com o que viu que, sem querer, derramou um pouco de café em mim, no meu primo e no chão
— Ahhh! QUE QUENTE! — falamos quase ao mesmo tempo
— Desculpa, meus filhos! — ela se virou toda nervosa
— Ahhhh! — meu primo não parava de gritar, exagerando a dor
— Você tá bem? O que foi? — na hora, com as mãos, ela começou a secar o café da roupa dele; os movimentos atrapalhados passaram primeiro pelos ombros, braços; ela se agachou e continuou pela barriga, limpando tudo até tocar bem rápido no short dele, roçando o pau — que, de onde eu olhava, já tava duro. NO ENTANTO, quando minha mãe sentiu o contato com aquela besta, vi no rosto dela o primeiro sinal de fraqueza, a primeira amostra da transformação! Porque ela, nervosa e vermelha que nem um tomate, não passou a mão uma vez só naquele pau coberto só pelo pano, não! Passou umas seis vezes! As primeiras foram cuidadosas e rápidas, as últimas, mais devagar! Mas o que tá rolando com ela?. Por outro lado, enquanto ela fazia isso, percebi que a cara do meu primo mostrava um tesão e um morbo do caralho — que inveja!
E de repente, graças a deus ou aos anjos, ela me olhou com aquela expressão perdida, me pegou pelas laterais das pernas e começou a sacudir minhas coxas, até que finalmente alcançou meu pau! Que tava explodindo. Ela demorou um tempão “secando”, e às vezes me encarava direto nos olhos, com um olhar novo, tão diferente do habitual
Até que de repente ela falou
— Pronto — disse com um tom estranho — tão novinhos — e deu um sorrisinho
— Caralho, mas que loucura acabou de acontecer! — eu falei.
Minha tia, por sua vez, com minha mãe ainda naquela posição, limpando o café do chão, aproveitou pra pegar o celular e tirar uma foto dela — podia apostar que aquele rabão ia ocupar o plano principal.
Mas o que ela tá fazendo?
Pouco depois, minha mãe se levantou e distribuiu as xícaras pela mesa, e sem mais, a gente começou a conversar e rir até escurecer, até que Pedro se dignou a sair de casa. NO ENTANTO, quando já tava indo embora, no momento em que entrou no carro, essa porcaria de veículo não ligou.
— Vamos, liga! Liga! — gritava frustrado.
Era inútil, o carro só soltava uns gemidos abafados.
— Liga, pedaço de sucata!
— Espera — disse minha mãe —, calma, homem, não vai ligar.
— Tem que ligar, ou como é que eu vou embora?
— Falei pra você se acalmar. Por que não fica aqui esta noite e amanhã cedo manda pro mecânico?
— Sério que posso? — perguntou surpreso.
— Claro! — disse minha mãe, toda sorridente.
Mas naquela noite, coisas iam acontecer que transformariam aquele sorriso alegre.

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