A filha da minha comadre

Esta história é de uma amiga peruana, ela me contou com todos os detalhes e me pediu pra contar como se eu fosse o padrinho dela. Isso aconteceu com ela há quatro anos. Ela leu minha história da "minha sobrinha" e achou parecida. O nome dela é Moraima, ela mora em Lima, Peru, e eu moro na Venezuela.

A filha da minha comadre morava com a mãe, o padrasto e os irmãos no interior do país, sempre viveram do que o campo produz. Minha linda afilhada não vinha pra capital há muito tempo.

Minha comadre precisava mandar minha afilhada pra capital porque já era hora dela começar o ensino médio e ela tava atrasada na idade. Não tinha uma data certa pra mandar, e quando o dia chegou, minha mulher e minhas duas filhas estavam em outra parte do país, porque uma das minhas filhas ia se formar e precisavam buscar uns documentos.

Minha comadre mandou a filha dela (minha afilhada linda) pra capital pra eu ajudar a encontrar vaga em algum colégio. Ela não tinha começado o ensino médio porque sempre trabalhava muito na fazenda.

Por causa da inocência enorme de menina e da falta de orientação dos parentes próximos, ela não sabia nada ou quase nada de sexo. A mãe dela é muito rígida e antiquada, só explicou que todo mês viria a menstruação.

Minha comadre mandou ela na quinta-feira e, por ser longe, ela chegou na sexta de manhã. Eu sempre malho muito pra me manter em forma.

Fui buscar ela no terminal de passageiros. Minha comadre me explicou como ela viria: com um vestido longo de flores. Reconheci na hora (já que era a única com aquele tipo de roupa meio fora de moda pra uma menina da idade dela) e não dava pra ver nada do corpo dela, só a bunda que era enorme pra idade dela, os peitos medianos e um cabelo lindo que cobria as costas até a metade da bunda. Ela tem 1,50m de altura, um olhar angelical e muito inocente. Chamei ela pelo nome.

— Moraima, oi! Sou seu padrinho. -padriiinoooooooo!!! Iván, ainda bem que você me encontrou, vim muito assustada com essa viagem tão longa e eu sozinha naquele ônibus enorme.

Ela falou num tom bem inocente e dava pra ver a alegria na carinha dela, me abraçou forte até derramou umas lágrimas de emoção.

-Calma, minha vida, você já chegou. Vamos ligar pra sua mãe pra ela saber que você chegou bem.

Depois fomos pra casa e conversamos sobre vários assuntos. Quando chegamos, ela foi tomar banho, enquanto eu esquentava a comida. Servi e fui avisar que já tava tudo pronto. Quando cheguei no quarto, a porta estava meio aberta e pude ver o corpo divino que aquele vestido longo escondia. Ela tinha uns peitos lindos e os biquinhos durinhos porque tinha tomado banho frio (ela me contou depois), porque na casa dela não tinha água quente. Minha afilhada é pequena, mas tem quadril largo e uma bunda empinada. Quando ela se abaixou pra colocar a calcinha, consegui ver uma bucetinha bem gostosa, com os lábios bem carnudos. Saí sem fazer barulho quando ela já tinha subido a calcinha. Agora sim eu tinha provas de que minha querida afilhada tinha um corpaço de mulher, apesar da pouca idade.

Comemos e ela foi descansar enquanto eu via TV até umas quatro da tarde. Depois tomei um banho demorado e pensei que minha adorável afilhada fosse dormir até o dia seguinte. Saí do banho com meu roupão chinês um pouco acima do joelho e sem nada por baixo, servi um gole de uísque e sentei na sala pra ouvir música com uns fones de ouvido pra não fazer barulho.

Pouco depois ela saiu do quarto com uma camiseta comprida, também acima do joelho. Fiquei impressionado com a beleza dela e o tamanho monumental do cabelo dela.

Ela percebeu e me disse:
-Oi, padrinho! Por que tá me olhando assim? Tirei os fones e falei:
-Pô, é que você tá realmente muito gostosa, já tem corpo de mulher.

-Haha haha, padrinho, não fala essas coisas. Lá onde eu moro ninguém nunca me disse isso.
-Bom, eu tô te falando como homem. Você merece isso e mais.

— Puxa, padrinho, o senhor sabe mesmo elogiar uma garota! O que tá ouvindo? — ela disse pra mudar de assunto.

— O que eu tô ouvindo? Quer ouvir um música dominicana?
— Sim.

Desconectei o fone e ficou no ar um merengue bem na moda do momento.

— Uau, padrinho, tá tocando muito bem! Essa música não toca lá onde eu moro! E como se dança isso?
— Fácil, posso te ensinar!

Sem esperar resposta, levantei do sofá, peguei ela pela cintura e fui ensinando. Ela ria pra caramba tentando acompanhar meus passos, mas foi aprendendo. Ainda servi uns drinks pra ela e ela disse:

— Nossa, padrinho, é a segunda vez que eu bebo álcool. A primeira foi numa festa na casa que meu pai me deu.

Já depois de uma hora, estávamos dançando quase no mesmo ritmo, porque a mãe dela é uma baita dançarina. Eu, claro, me aproveitei e me encostava nela. O tecido do roupão dela era muito macio. Nas danças, eu enfiava minha perna direita entre as dela, encostando minha macaca dura e pulsante. Como ela não falava nada, aproveitei pra colocar meu pau no monte de Vênus dela, apertando ela forte pela cintura. Ela não fazia força pra se afastar; pelo contrário, parecia que tava gostando. E quando virava ela, colocava entre as nádegas dela. Conversamos sobre alguns assuntos e também rimos. Lá pelas oito da noite, ela me perguntou:

— Padrinho, como é uma balada? Nunca fui numa. Me conta como é?
— Bom, minha vida, são lugares onde a gente vai se divertir e dançar com a parceira ou com quem você gosta. Você se diverte muito e, principalmente, com pouca luz.

— É? Pouca luz? E todo mundo dança assim no escuro?
— Claro, minha vida.

— E se a gente apagar a luz?
— Bom, pra mim tá de boa! — respondi.

Tomamos mais um drink, coloquei uma música suave e apaguei a luz, deixando acesa a do banheiro pra deixar o ambiente na penumbra. Como minha tarada já tinha crescido muito, afrouxei a cinta do roupão pra dar mais liberdade pra minha macaca. Peguei ela pela cintura, e ela passou os braços por trás de mim. Meu pescoço (como eu tinha ensinado ela), ela sentiu, meu passarinho deu um pulinho, mas não falou nada. Quando minha ferramenta ficou no ponto, saiu sozinha do roupão e ficou entre as pernas dela. Meu tesão tava na cara, senti meu pau empurrando o roupão dela pra dentro das pernas, e eu abri as pernas dela com as minhas, empurrando de leve, disfarçado. A gente dançou um monte de músicas, só parava pra tomar um gole ou comer uns salgadinhos que eu tinha deixado na mesa, e ela tentava ver o que era que tava roçando entre as pernas dela, mas eu sempre me escondia pra não ser tão sem vergonha. Umas duas vezes ela me pegou.

Ela dançava com os braços no meu ombro, e a camiseta dela subia um pouco, e eu, com os braços na cintura dela, puxava mais um pouco pra cima, então nossas pernas se tocavam mais acima dos joelhos e meu roupão tava quase todo aberto. Ela mexia a cintura bem gostoso, curtindo o momento. Quase levantei o roupão dela pela frente, porque senti várias vezes a pele das pernas dela no meu pau, mas eu tinha que ir devagar pra não estragar o clima tão gostoso.

A respiração dela já tava meio ofegante. A gente continuou dançando até quase meia-noite, até que ela falou:

— Padrinho, melhor eu ir dormir, já tô meio tonta e me sentindo muito estranha.

Não discuti, porque imaginei que ela tava excitada. Ia ter que esperar outra chance.

— Tá bom, minha rainha, a gente pode continuar dançando outro dia. Mas cê tá bem?

— Tô, tô, sem problema. Qualquer coisa, te chamo se eu me sentir muito mal.

— Beleza, então vou ali te dar boa noite.

Ela foi pro quarto dela, ajeitando a camiseta. Eu acendi a luz, arrumei meu roupão e vi. Tava com líquido pré-seminal na ponta do meu pau, devo ter molhado a camiseta dela. Fui pro meu quarto, sequei meu pau e me refresquei um pouco. Liguei a TV pra tentar ver um filme erótico, porque ia ter que bater uma depois daquilo tudo. Morar com minha afilhada, antes de dormir fui ver como ela estava. Cheguei no quarto dela e a luz ainda estava acesa, bati na porta e entrei abrindo devagar a porta.

-Oi! Ela estava coberta até o pescoço.

-Tá com frio? Tá se sentindo mal?
-Não, padrinho, na verdade tô é com calor
-Se você estiver mal, me fala, não vou conseguir dormir sabendo que você não tá bem, e além de padrinho sou seu amigo, posso te ajudar ou orientar no que der.

-Não, padrinho, de verdade, não tenho nada.

-Mentirosa, se não me contar, vou ficar aqui com você.

-Hahaha, ai padrinho, não seja mauzinho comigooo!
-Me fala
-Puxa vida, padriiiinho, bom, posso te contar uma coisa bem íntima minha?
-Claro, minha princesa.

-Puxa, é que não sei o que tenho, tem uma coisa melecada na minha calcinha, até manchou, acho que me mijei ou não entendo, e não sei por quê? Eu fingi que não sabia, já que sabia que eram os sucos vaginais dela, falei testando pra ver se colava. –É?? Por que não me deixa ver?
-Nãooo, padriiiinho, tô com vergonha!!!
-Tá bom, mas como posso te ajudar se não entendo direito o que você tem? Pelo menos me deixa ver sua calcinha ou tocar nesse líquido pra entender o que é, ou é que você não confia em mim?

-Não, padrinho lindo, entenda que você é homem e eu já tô desenvolvida… Não deixei ela terminar o argumento –Sim, mas hoje é sexta e minha esposa só volta segunda, se toca e me dá um pouquinho do líquido com seu dedo.

-Nãooo, não quero mais ficar tocando nisso, prefiro que você toque rapidinho, eu já tô com nojo!.

-Bom, minha menina, me deixa ver o que você tem, e qualquer coisa chamo sua mãe de manhã, porque se falarmos algo sem saber o que é, ela pode se assustar. Se depois eu precisar buscar ajuda de algum especialista, vou buscar, mas agora precisamos saber o porquê desse líquido.
O rosto dela mudou completamente, como se tivesse enchido de confiança pelo que eu tinha dito.

-Além disso, qualquer coisa, isso vai ficar como um segredo entre eu e você
-Tá bom Bem, o senhor tem razão, padrinho. Toque o líquido e me diga o que pode ser.
Minha afilhada cobriu o rosto com os lençóis, como me dando permissão para examinar suas partes íntimas.
Eu, com suavidade, fui enfiando minha mão por um lado do lençol. Ela tinha abaixado a calcinha até um pouco acima dos joelhos, imagino que tenha tirado quando estava verificando aquele líquido. Cheguei ao seu monte de Vênus, que tinha uns pelinhos, e ela abriu um pouco as pernas para que minha mão pudesse alcançar o objetivo. Cheguei na entrada da sua bucetinha e senti que estava molhada. Com meus dedos, acariciei e passei o dedo do meio por toda a extensão da sua rachinha, tentando provocar prazer. Ela só dizia:

— Hummm, hummm, cada vez que eu roçava no clitóris dela. Tirei a mão e saboreei o divino dos seus sucos vaginais, já louco para comer essa iguaria gostosa.

Ela descobriu o rosto até os olhos, e dava para ver as bochechas vermelhinhas.

— O que é? É normal? Me diga, padriiiinhooooo! Fiquei mudo, não acreditava que isso estava acontecendo comigo de forma tão fácil com minha linda afilhada, com a calcinha nos joelhos e eu meio nu, com permissão para tocar sua pepita.

— Não tenho certeza, minha vida. Minha esposa sente algo parecido quando estamos juntos, mas tenho minhas dúvidas com o cheiro (cheirava a glória!).

— Não acredito, padrinho. Eu não posso ter as coisas que as mulheres grandes têm, ainda sou uma menina, é o que minha mãe me diz.

— Não sei, minha linda, mas acho que vou ter que cheirar o líquido diretamente.

— Ai, nãoooo, padriinho! Que vergonha de o senhor. Será que esse líquido é ruim? Acho que é a primeira vez que sai de mim.

Ela estava confusa, e eu estava me aproveitando disso.

— Acho que não é ruim, mas deixa eu cheirar para ter certeza.

— Puxa, padrinho! Por que tinha que acontecer isso comigo aqui sozinha com o senhor? Além disso, eu sentia uma coisa muito estranha na minha barriga quando estávamos dançando tão coladinhos lá na sala.

— Como o quê?

— Bem, quando comecei a sentir sua coisa dura... Me dava uma cócega por dentro.

- Com mais razão quero cheirar esse líquido pra ter certeza, fica tranquila, minha vida, já vai ver que isso se resolve rápido, me deixa ver?
- Sem chance, padrinho, mas não conta nada pra minha mãe, senão eu morro de vergonha.

- Não se preocupa, já te falei que isso vai ser nosso segredo. Ela tapou o rosto de novo, pra me autorizar a entrar entre as pernas dela e fazer "minha exploração".
Minha vara tava dura que nem uma pedra, pedindo briga. Como ela tava com o rosto coberto, desamarrei o avental pra dar liberdade, me deitei de barriga pra baixo debaixo dos lençóis, e ela tirou o rosto de lá. Quando me viu na cara dela:
- Abre mais as pernas, falei, me colocando na frente da bucetinha divina dela, que exalava um cheiro gostoso de mulher. Abri os lábios da buceta dela com meus dedos e fingi que tava cheirando, roçando meu nariz na área do clitóris. Cada vez que eu fazia isso, ela repetia:

- Juuumm, juuumm, padriiiinhoooo!!!, padriiiinhoooo!!!,
- Deixa eu provar, e sem esperar resposta, passei minha língua por todo o comprimento da buceta suculenta dela, que tava ainda mais molhada pela excitação que ela tava sentindo. Ela deu um pulinho, mas não falou nada, só que com as mãos tentava afastar meu rosto, mas sem fazer força.
- Já já, padrinho, para, para...
- Fica tranquila, minha vida, deixa eu provar mais um pouco, quero ter certeza. Dessa vez fui com tudo, porque senti que ela tava adorando "minha exploração". Mordisquei, beijei, chupei o clitóris dela, que tava bem inchado, arrancando dela ondas de prazer. Com meus toques, agora ela só tinha as mãos na minha cabeça e os lençóis cobrindo meu corpo. Ela tava com os joelhos levantados, e eu segurava ela pela cintura, puxando ela pra mim.

- Padriiiinhoooo! Padriiiinhoooo! O que você tá me fazendo, já já, já gozei rápido, sinto uma coisa estranha na minha barriga, já já, huuuui, já, padriiiinhoooo!
- Espera, menina, é que você tá toda molhada de sucos. Continuei comendo a bucetinha suculenta dela, que não parava. de tanto escorrer sucos vaginais, ela levantou as pernas e apertava minha cabeça, erguendo e mexendo os quadris por causa do prazer que estava sentindo. Eu enfiava e tirava minha língua repetidamente, engolindo o que podia do seu divino néctar que não parava de sair da virginal buceta da minha afilhada. De repente, ela disse:

- Padrinhooooo! Padrinhooooo!!!! Aaaaaaaiiiiiii aaaaaaaiiiiiii mmmmmm mmmmmm, aaaaaaaiiiiiii aaaaaaaiiiiiii padriiiinhoooooooo!!!!
- Mmmmmm, mmmmmm Já já, não seja tão safadinho, já já! Senti uma onda de orgasmo muito forte, o primeiro da vida dela. O corpo todo tremia de um jeito doido, ela mexia o quadril pra cima. Eu agarrei ela pelos quadris, levantando e puxando pra mim, afundando a cara entre as pernas dela e enfiando a língua até onde dava, tomando e chupando os sucos que jorravam igual cachoeira.
Depois ela relaxou e me disse:

- Já já, não sai mais líquido?
- Um pouquinho ainda.

- Obrigada, padrinho. Não é nada errado, né? Que gosto tem? Cheira mal?

- Quer provar? E sem esperar resposta, subi até o rosto dela. Ela passou a língua na minha cara.

- Nossa, tem um gosto estranho e é meio melequento! Eu tinha deitado sobre ela e minha ferramenta apoiei na perna dela, mas ela, provando os próprios líquidos, não percebeu, até que de repente colocou as mãos nos meus ombros tentando me levantar e disse:

- Padriiiinhoooooooo!!!! O senhor não tá com nada vestido????

- Desculpa, meu amor, lembra que eu ia dormir e normalmente durmo assim.

- E dorme assim com sua mulher? Não tem vergonha?
- Não, meu amor, ela é minha esposa.
Enquanto isso, meu pombo pulsava na perna dela, louco pra entrar na sua bucetinha suculenta.
- Padrinho, mas tá muito duro, parece uma banana. Kkkkkkk... Posso ver?
- Claro, minha linda, eu já vi você.

- É verdade, né?
Deitei de barriga pra cima, afastei os lençóis e abri todo o roupão.

- Nossa, padrinho, sua coisa é estranha mesmo, e a ponta tá vermelhinha. Por que pula assim? E tá como molhada a pontinha, também tem uns suquinhos... kkkkkkkk
-kkkkk kkkkk calma, minha linda, o que acontece é que ele fica assim quando tem uma mulher muito perto.
Eu toco ele fazendo pressão.

-aiiii é duro, me dá medo, melhor eu ficar onde tava.
Ela se ajeitou de novo de barriga pra cima e eu, sem pensar, me coloquei sobre ela, deixando minha pombinha na perna dela, roçando minha cabecinha bem perto da entrada da buceta dela, ela com as pernas fechadas.

-padrinho, o que será que minha mãe vai pensar se me ver assim com o senhor na cama? Melhor o senhor ir pro seu quarto e a gente continua conversando amanhã.

-sem problema, minha vida, mas você ainda tem suquinhos e sinto sua coisinha muito quente
-sim, padrinho? Mas o senhor também tá bem quente
-bom, o que acontece é que a gente fica assim porque tá muito perto, você deve estar fervendo por dentro.

-ai não, padrinho, não fala isso, me dá medo, isso quer dizer que eu posso estar com febre?
-kkkkk não, coração, sua febre ou nossa febre é porque a gente não tirou bem os nossos suquinhos.

-ahhh! E como a gente faz pra baixar essa febre?
-o melhor jeito é eu tirar todo o líquido que você ainda tem aí dentro.

-ainda tenho? E como o senhor vai terminar de tirar?
-o único jeito é eu tirar com minha coisa, já que não consigo com meus dedos nem com minha boca, viu que fiz o que pude e você ainda tem
-nãoooo, padrinhooo, outro dia eu ouvi uma conversa do meu irmão mais velho com um amigão, ele disse: "meti até o fundo e quando tirei saíram umas gotas de sangue". Contei pra minha mãe e ela disse que era mentira, não quis me explicar. Eu sei que não pode sair sangue de mim hoje porque faz dois dias que parei de soltar meu sangue mensal.
(Ai que gostosa, pensei, isso quer dizer que não tinha risco de gravidez.)

-sim, minha vida, mas tem que ser assim, a gente mete justamente pra tirar esses líquidos e como é babento entra com facilidade, além disso, eu meteria duas ou três vezes, o suficiente pra tirar todos esses suquinhos. (Claro, eu sabia que ao ter minha pombinha dentro, nem louca ia me pedir pra tirar)
— Certeza? Por isso que a cabecinha tem esse formato?
— Kkkkk sim, minha rainha linda, mas você vai ver como se acostuma, e sim, é por isso que tem esse formato, pra poder extrair os suquinhos.

— E você, como faz com seus líquidos? Você também tá soltando, acho que foi isso que molhou minha blusa quando a gente tava dançando.
— Quando eu tiver extraindo os seus, os meus saem sozinhos.

— Sério, padrinho? E a sua coisa tem que entrar tudo dentro de mim? O que eu falo pra minha mãe se ela perguntar? E se outro dia eu sair e você não estiver?
— Kkkk são muitas perguntas, não precisamos falar nada pra sua mãe. Sempre que você quiser, eu posso extrair os seus, vou meter com cuidado pra não doer, você vai ver como vai gostar, vai sentir algo muito gostoso, melhor do que quando eu tava tirando com a língua, e você vai ficar limpinha por dentro. (Mentira, ia ficar cheia do meu gozo)

— Hihi, sério, senti algo muito gostoso, melhor do que quando a gente tava dançando agora pouco.
Eu, durante toda essa conversa, fui me posicionando sobre ela até que minha pombinha ficou sobre os peitões suculentos e pulsantes dela, e fui abrindo as pernas dela.

— Ainda tenho o gosto dos seus líquidos na minha boca, quer provar?
— Sim! Sim.
Ela passou a língua no meu rosto igual um cachorrinho.
— Fecha os olhos e coloca sua língua na minha boca.
Ela fez isso e eu a devorei num beijo longo, que ela respondeu passando os braços no meu pescoço, enquanto com meus joelhos terminei de abrir as pernas dela, colocando meu membro bem na entrada da buceta dela. Minha pombinha tava estourando de tão inchada, pulsando querendo entrar naquela caverna, que fervia de tão quente. Eu beijava o pescoço dela, as orelhas, o rosto inteiro, sem descuidar da boca e da língua. Quando a ponta do meu membro ficou na posição, abri caminho no grosso e inchado dos lábios da buceta dela, encontrei a entrada com facilidade, fui metendo devagarzinho, ela sentiu um pouco de dor. -uhmmm uhmmm. Aiiii, tô doendo, padriiiinhoooooooo.!!! Eu continuei meu avanço lento, já tinha enfiado a cabeça toda na bucetinha pulsante que tava escorrendo sucos, até que senti algo me parar, era o hímem dela, tava meio duro, então tive que fazer mais pressão, até sentir que rompeu.
-aaaaaaaiiiiiiiii padriiiinhoooooooo, padriiiinhoooooo, tô doendo muuuuuito aahggg uhmmm uhgmmm.
Eu saí um pouco e depois entrei devagar, mas completo até o fundo, e fiquei parado, louco pra meter com fúria, já tinha aberto o caminho pra glória.

-padrinho, padrinho lindo, tô sentindo muito gostoso, delicioso dentro de mim e muito quente.

-ainda tá doendo?
-não, já passou, o que posso fazer pra ajudar?
-mexe seus quadris pra cima, desce e repete.
Ela começou com movimentos desajeitados pra cima e pra baixo.

-assim, padrinho? Tô indo bem?
-sim, minha princesa, cê tá fazendo muito, muito bem, continua assim que vou começar a tirar todos esses seus sucos. Saí e entrei devagar.

-se doer muito, me fala que eu tiro.

-ai, nãooo, tira todo o líquido primeiro, além disso, tô sentindo muito gostoso, mas deixa seu pau dentro mais um pouquinho que é muito gostoso.
Eu comecei com meu vai e vem devagar, sem parar.
-Huiiii aaaaaaaiiiiiiiii uhmmm, aghmmm….continua, padrinho, não para, continua, continua, padrinho lindo..
Parecia incrível que eu tava comendo minha doce e meiga afilhada, que bucetinha tão quentinha, suculenta e apertadinha. Nossos movimentos eram sincronizados, enquanto eu descia, ela subia pra entrar tudo, outras vezes eu deixava dentro e ela fazia movimentos circulares com o quadril, então eu tinha que meter de novo e ela respondia perfeitamente, minha afilhada tava curtindo essa primeira experiência ao máximo. Coloquei meus braços por trás das costas dela e minhas mãos chegaram nos ombros pra fazer pressão pra baixo cada vez que eu enfiava.
Eu meto e tiro, meto e tiro, meto e tiro, ritmicamente, ela Ela abriu as pernas e colocou os pés nas minhas nádegas.

- Aaaaaaaiiiiiii uuuuummmmmmm padrinhoooooo agmhmmmmmmmmm uuuuummmmmmm padrinhoooooo agmhmmmmmmmmm ela tava tendo uma sequência de vários orgasmos um atrás do outro, era incrível, porque ela acabou sendo multiorgásmica. Tava recebendo umas descargas elétricas que faziam ela se contorcer no ritmo dos orgasmos. Eu soltei jatos de porra dentro dela –mmmmmmmhhggg mmmmmmggghhhmmmmmmm que buceta tããão quente e gostosa você tem, afilhada linda mmmmmmggghhhmmmmmmm. A conchinha dela tava toda encharcada de sucos vaginais, meu pau foi relaxando mas não saiu completo da buceta dela e eu fiquei deitado em cima dela.

- Mmm mmm padrinho, que delícia que foi tudo, será que saíram todos os meus líquidos?
- Sim, acho que sim, mas agora os meus ficaram dentro de você.

- Kkkk Aiii, viu como você é malvado comigo? Senti uma coisinha quentinha me enchendo por dentro.

- Fica tranquila, minha rainha, mais tarde eu tiro eles de você.

- Como o senhor quiser, padrinho lindo. Agora entendo por que minha mãe falava pro meu pai (não tira, mete mais) quando eu era pequenininha, porque eu gostava de dormir com ela.

- E você chegou a ver o que eles faziam?
- Não, eu tinha medo de virar. Sempre fingia que tava dormindo e os dois se mexiam muito, e eu não entendia o que eles falavam nem por que se mexiam tanto. Um dia eu me assustei muito, quando meu padrasto, uma vez que minha mãe dormiu, colocou a mão na minha bunda e depois na minha perna. Eu continuava sem entender o que ele queria de mim.

- E não passou disso?
- Não, mas outra noite, depois que eles se cansaram de fazer o que faziam, meu padrasto se deitou entre eu e minha mãe. Umas cinco da manhã, senti que ele tava bem colado em mim, mas não tive coragem de falar nada. Agora que eu sei o que ele colocou entre minhas nádegas, era igual ao seu, quente e duro. Ele levantou minha camisola e colocou entre minhas bundinhas, fazendo movimentos muito estranhos, pra trás e pra frente, igual você fez. Fazia um tempo já, aí ele puxou minha calcinha pro lado e eu senti a ponta do pau dele na entrada da minha bucetinha, ele me segurou pela cintura e me apertou contra ele. Eu tava com muito medo, mas tava gostando do que ele tava fazendo comigo, ainda mais quando senti a mãozona dele descendo pela minha barriga. Acho que ele queria tirar meus sucos, porque a coisa dele queria entrar dentro de mim. Até que minha mãe acordou e perguntou: "O que você tá fazendo?" Ela acendeu a luz e começou uma briga enorme entre os dois. Eu fingi que tava dormindo, porque ainda tava assustada e não queria que ela pensasse que eu tinha provocado ele. Minha mãe mandou ele embora. Um ano depois ela perdoou ele, mas nunca mais me deixou dormir com eles. Minha mãe nunca respondeu minha pergunta sobre o que ele queria fazer comigo. Eu tinha outras amiguinhas da minha idade que não sabiam nada disso, então quero que você continue me ensinando.

— Claro, minha princesinha, vou te explicar tudo que sei sobre sexo.

Eu beijei ela bem ternamente e fomos aumentando a intensidade, com muita língua. Meu rolo começou a crescer dentro dela, me acomodei e meu membro se encaixou na bucetinha dela com facilidade. Os líquidos dela começaram a escorrer, ela tinha as pernas abertas de lado a lado, levantou os joelhos e eu comecei a meter, e ela respondeu muito bem, aumentando a velocidade e a força. Quando nossos sexos se chocavam, faziam um barulho igual ao de uma bola batendo no chão molhado. Ela, entre outras coisas, dizia:

— Padrinho, padrinho, que gostoso, que delíciaaa, me dá seus sucos quentinhos que nem agora há poucooo, não aguento, sinto que vou mijar de novo. Ela se remexia como se quisesse mais.

Minha penetração era total dentro da bocetinha gostosa e quentinha dela, ela curtia cada uma das minhas estocadas, se deixou levar até começar a onda de orgasmos.

— Arrrrhhhmmmmm arrrrrhhhmmmmm padriiiinhooooo...!!! Que gostosooo!!!! Mmmmmhhhh aaaaaaaahmmmmm. Mmmmmhhhh

A buceta dela não parava de tremer e eu joguei jatos de leite dentro do fundo da bucetinha dela, que apertava o pedaço de carne que tava lá dentro como se quisesse sugar tudo de mim. meu gozo.
-uuuyyyyy mmmmmm aaaaahhggg que gostoso minha rainha que bucetinha tão suculenta e divina você tem minha rainha linda.
-Ayyy Ayyy padrinhoooo lindo agora é sua quantas vezes você quiser mesmo que eu case você pode ter quando quiser.
Nós nos beijamos gulosamente, até que nossos corpos se acalmaram. Naquela noite fizemos amor mais duas vezes até ficarmos exaustos.

5 comentários - A filha da minha comadre

Inocentona la ahijadita no? pero como venezolana al fin bien putica jajajaj saludos desde ccs.
buen relato... bastante igual a los relatos de los hentai de lolis, que coincidencia...
buen relato... bastante igual a los relatos de los hentai de lolis, que coincidencia...