Pode ler a primeira foda aqui http://eroticasaventuras.blogspot.com.ar/2016/09/las-eroticas-aventuras-de-lucas.html
A segunda foda aqui http://eroticasaventuras.blogspot.com.ar/2016/09/para-leer-el-primer-capitulo-hace-click.html
E a terceira foda aqui http://eroticasaventuras.blogspot.com.ar/2016/09/las-eroticas-aventuras-de-lucas_21.html
Pela demora e pela rapidez do 4º relato, vou publicar tudo aqui, mas convido vocês a passarem por aqui: http://eroticasaventuras.blogspot.com.ar/2016/09/las-eroticas-aventuras-de-lucas-cuarto.html
Conversa com uma puta.
Quarta foda.
– Como assim você engravidou sua ex e sua namorada? – perguntou Silvia, que estava deitada na cama, de bruços, com a buceta doendo pra caralho depois da trepada que Lucas deu nela no chuveiro – O que a sua ex-sogra tem a ver com isso?
– Como eu te falei, o marido da Yanina já confiava tanto em mim que, às vezes, levava a gente de caminhonete até um hotel e depois passava pra buscar – começou a contar Lucas – Numa dessas vezes, enquanto esperávamos na sala de espera do hotel, só tinha dois casais: eu e a Yanina de um lado, e uma mulher mais velha que a Yanina com um cara da minha idade. Comecei a reparar neles, enquanto a Yanina, sentada no meu colo, se esfregava e beijava meu pescoço – Lucas continuou fumando com Silvia, os dois pelados na cama enquanto ele lembrava – De repente, reconheci a mulher e sorri, ela morreu de vergonha. Mas aí reconheci o cara que tava com ela.
– Sua ex-sogra? E o cara, quem era?
– Era minha ex-sogra com o marido da minha ex-namorada. Aí não só sorri, como balancei a cabeça, tipo, não acreditando. A cara dela ficou pálida de medo porque sabia que eu ia contar pra filha dela.
– E o que a velha fez? Quantos anos você tinha aí?
– Eu tinha 22, a Yanina já tinha 49, e minha ex-sogra uns 51, 52, acho – Lucas hesitou – A questão é que chegou a vez de eu e a Yanina, levantamos, mas quando passamos... ao lado do outro casal, Nora, minha ex-sogra, se levantou e me agarrou pelo pulso—
—Não! — disse Silvia, surpresa.
—Sim — respondeu Lucas — Nora sussurrou no meu ouvido: "não fala nada, por favor, faço o que você mandar. Qualquer coisa." Lucas sorriu — "Qualquer coisa?" perguntei.
—Sim — respondeu Nora — "O que você mandar, mas por favor, não fala nada, você ia estragar a vida da Ana, e você ainda gosta dela, não é?"
Me virei e dei um tapinha leve na bunda da Yanina, que me esperava com um olhar curioso — "Vai indo pro quarto, mamãe, já vou." Yanina me obedeceu. Me virei e sussurrei no ouvido de Nora — "Se você tá disposta a fazer o que for, a gente se vê daqui a 2 horas na esquina do hotel, vou tentar guardar um pouco pra você." Nora fez cara de horror, ao ver aquilo, falei — "Senão, eu falo agora. Cuidado com o que você faz. Aproveita com seu genro." Me virei e fui embora.
—E aí, o que aconteceu? Ela te esperou? — perguntou Silvia, ansiosa.
—Eu tava tão excitado sabendo que ia comer minha ex-sogra, que a Yanina teve que pagar o pato. Comi ela como nunca. Ela ainda lembra daquele dia. Nunca fiquei tão duro. Só gozei duas vezes dentro da Yanina, mas foi o suficiente pra deixar ela exausta. Meti com toda força em cada um dos buracos dela, e tenho certeza que era a que mais gemia de todos os quartos. Aposto que Nora ficou apavorada ouvindo os gritos de prazer que causei na Yanina. Nosso tempo acabou, Yanina terminou super feliz e subiu como pôde na caminhonete do marido, que também me agradeceu. Recusei subir com eles, e esperei na esquina do hotel até a Nora chegar. Ela tava com cara de terror, mas depois descobri que era de decepção.
—Por quê? — perguntou Silvia.
—Sabe o que ela me disse quando perguntei como tinha sido com o genro dela?
—O quê?
—"Ele é um broxa, por isso não consegue dar um filho pra Ana" — Lucas riu. — "Bom", falei, "comigo você não vai ter esse problema."
—Como assim? perguntou Nora.
Peguei na mão dela e a levei de volta ao hotel.
—Não! — disse Nora.
—Você disse que ia fazer o que eu pedisse.
—Sim. Mas aquela mulher com quem você estava... como você gritava... Não — disse Nora.
—Você não disse que seu genro é um broxa? Por algum motivo você veio, e não vai ficar com vontade.
Nora cedeu e o seguiu. Por sorte, tinha um quarto disponível.
Entraram e Lucas começou a beijá-la e apalpá-la. Nora não parecia muito animada.
—Quantos anos você tem agora, Lucas? — perguntou Nora, distraída.
—22 — Lucas continuou beijando ela.
—22? Eu tenho 52. Você não acha que sou muito velha pra você? Poderia ser sua mãe.
—O que você acabou de dizer me fez broxar, Nora. Você é mais velha que minha mãe, e a mulher mais velha com quem vou ficar.
Nora começou a sentir Lucas roçando o pau duro nela, por baixo da calça dele — Parece que você gosta de mulheres mais velhas. Quem era a mulher com quem você estava?
—Uma amiga, é mais nova que você e é uma puta na cama.
—Como todas nós somos — respondeu Nora, que já tinha enfiado a mão na calça de Lucas — Sabe por que vim aqui com meu genro?
Lucas soltou ela, pra tirar a roupa — Por quê?
Nora sentou na cama — A Ana tá casada há um tempo e já quer ter um filho, e eu quero ser avó. Mas a Ana me contou que o Bautista não tá muito... animado, então a gente duvida que ele consiga me dar um neto. Aí eu trouxe ele aqui pra testar como homem, pra ser sincera, uma decepção.
—A Ana quer ter um filho? — perguntou Lucas — Eu tô esperando um filho com minha namorada, ela tá de 3 meses.
Nora olhou pro pau enorme de Lucas, que já tava quase duro — Não me admira que com um pau desse você tenha engravidado ela. Era aquela mulher com quem você estava? — Nora pegou o pau de Lucas e levou à boca.
—Não, é uma garota mais nova que eu. A primeira mais nova com quem fico.
—É verdade que você é mais novo que minha filha. Onde você conheceu ela? — perguntou Nora, de boca cheia. Breves momentos em que tirava a pica da boca.
Lucas já tava gozando, tava certo que não ia ser difícil continuar comendo depois das duas gozadas que tinha dado na Yanina. — Conheço ela desde pequena. É minha meia-irmã.
Nora tirou a pica do Lucas da boca de repente — O quê? — perguntou sem acreditar.
— Sua meia-irmã? Peraí — disse Silvia — Cê tá namorando sua meia-irmã e ela ia ter um filho com você?
— Sim — respondeu Lucas, e se você acha que não poupei nem minha meia-irmã, não vai gostar de saber como foi minha despedida de solteiro com minha mãe. Quer que eu continue a história ou não?
— Sim — disse Silvia.
Nora continuou me chupando a pica por um bom tempo até ficar bem dura. Tirei a roupa dela. Ela não se conservava tão bem quanto minha mãe, Viviana ou Yanina. Nora era mais alta que elas, de costas mais largas, peitos de bom tamanho, embora caídos, mamilos pequenos, quadris estreitos e pouquíssima bunda. Mas não liguei, ela tinha 30 anos a mais que eu, era a mãe da minha ex-namorada, que eu tinha comido até cansar e tava claramente precisando de pica, além de não poder negar, porque conhecia o segredo dela.
Se com Yanina eu não tive pena, o que fiz com Nora foi um massacre. A velha não conseguiu me acompanhar, ficou bem ofegante, e minha pica não entrou toda na buceta estreita dela. Mas as coisas loucas que ela falava no meu ouvido me deixavam doido.
— Então por isso a Ana te amava tanto! — gritava Nora — Como não ia te amar se você come como um deus? Cê é um burro, um cavalo, que pica, pelo amor! E pensar que duvidei quando a Ana nos apresentou, duvidei porque você era mais novo que ela, que idiota fui. Se agora, com 30 anos a menos que eu, cê tá me fazendo delirar como nenhum velho conseguiu. Por favor, não para! Me mostra que você não é só um cara com uma pica boa e que tá cheio de porra.
Inevitavelmente gozei dentro dela. Inundei a buceta velha e já não tão estreita dela de porra. E assim se passaram um, dois, três... ejaculations, até que ligou para a recepção pra reservar outro horário. Desde que o pai da Ana tinha morrido, a Nora não transava mais até aquele momento, e o Lucas aproveitou a desesperação dela.
Quando tudo acabou, a Nora falou pra ele — Eu devia conversar com a Ana, tenho certeza que você vai conseguir ajudar ela com o problema dela.
— E você fez o que ela disse? — perguntou a Silvia.
— Sim. Conversei com a Ana, a gente falou sobre a nossa vida em geral e quando eu disse que minha namorada tava grávida, ela falou que tinha inveja, que devia ter ficado comigo. Eu me ofereci pra ajudar ela.
— E ela aceitou?
— Custou. Mas eu perguntei se ela não queria ser mãe, dar um filho pro marido dela, um neto pra mãe dela. Que eu não queria que ela se separasse do marido.
— E o que aconteceu?
— Eu falei pra ela que a gente se via no hotel, marquei no mesmo lugar onde eu tinha comido a mãe e garanti que fosse o mesmo quarto, e botei uma condição só. Que a gente continuasse trepando quando ela tivesse grávida.
Durante 2 meses, só comi ela, 2 ou 3 vezes por semana, só pela buceta dela, não menos de 4 ejaculations cada vez. Foi muito trampo, mas muito gostoso. Tive que largar de comer a Vivi, a Yani, a Nora e minha meia-irmã por 2 meses, mas a gente conseguiu. Misturamos as lembranças das nossas fodas lindas quando a gente era namorado com litros e litros de porra.
A Ana cumpriu a promessa dela, então, por alguns meses, ela e a Nadia, minha namorada ou meia-irmã, como preferir, me davam gozo, dos peitos delas. Realizei com as duas minha fantasia de comer uma grávida, eu tinha 2, e bem diferentes. A Nadia tinha 20, era bem novinha, só tinha crescido a barriga, quase nada os peitos e nada os quadris. Mas a buceta dela era bem diferente e resistente, por causa da idade e da condição dela. Era bem gostosinha, mesmo com dificuldade de se mexer com a barriga nova, mas não muito grande.
Já os peitos da Ana, que já tinha 32 anos, tinham crescido pra caralho por causa da porra. Tanto que ela não usava sutiã. A barriga dela tava enorme e a bunda dela melhorou consideravelmente. Aproveitei muito aquela bunda como não fiz com nenhuma outra, e mesmo tomando muita porra dos peitos dela, eles nunca diminuíam de tamanho.
Depois que a Nadia pariu meu filho, ainda fiquei alguns meses com a gravidez da Ana, enquanto ela estava de quarentena. Com 8 meses de gravidez e já quase 33 anos, a Ana transava magnificamente. Durante todo esse tempo, só comi elas duas. As duas grávidas pediam muito minha pica, os hormônios deixavam elas um fogo, até pareciam competir sem saber. A Ana teve uma menina e depois disso, continuo só com o marido dela. Claro, eu e a Nora comemoramos no hotel. Aos poucos, fui ficando com as outras, que tinha deixado de lado. Finalmente, casei com a Nadia, minha meia-irmã, e minha despedida de solteiro foi uma loucura.
— Por que sua mãe esteve envolvida? Como? —
— Primeiro você me deve mais uma foda — disse Lucas — E vou realizar sua fantasia —
A campainha tocou e foi o Lucas quem levantou pra abrir. Entraram quatro caras, não mais velhos que ele.
A Silvia se escondeu debaixo dos lençóis — O que é isso? —
— Você não queria transar com 5 caras de uma vez? Desculpa pela idade, sei que você não curte caras mais novos e que tá exausta, mas não pude deixar passar o que você me disse no chuveiro — Lucas olhou pros caras —
Caras, se preparem, essa é a melhor e mais puta veterana que vocês vão comer.
A segunda foda aqui http://eroticasaventuras.blogspot.com.ar/2016/09/para-leer-el-primer-capitulo-hace-click.html
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Conversa com uma puta.
Quarta foda.
– Como assim você engravidou sua ex e sua namorada? – perguntou Silvia, que estava deitada na cama, de bruços, com a buceta doendo pra caralho depois da trepada que Lucas deu nela no chuveiro – O que a sua ex-sogra tem a ver com isso?
– Como eu te falei, o marido da Yanina já confiava tanto em mim que, às vezes, levava a gente de caminhonete até um hotel e depois passava pra buscar – começou a contar Lucas – Numa dessas vezes, enquanto esperávamos na sala de espera do hotel, só tinha dois casais: eu e a Yanina de um lado, e uma mulher mais velha que a Yanina com um cara da minha idade. Comecei a reparar neles, enquanto a Yanina, sentada no meu colo, se esfregava e beijava meu pescoço – Lucas continuou fumando com Silvia, os dois pelados na cama enquanto ele lembrava – De repente, reconheci a mulher e sorri, ela morreu de vergonha. Mas aí reconheci o cara que tava com ela.
– Sua ex-sogra? E o cara, quem era?
– Era minha ex-sogra com o marido da minha ex-namorada. Aí não só sorri, como balancei a cabeça, tipo, não acreditando. A cara dela ficou pálida de medo porque sabia que eu ia contar pra filha dela.
– E o que a velha fez? Quantos anos você tinha aí?
– Eu tinha 22, a Yanina já tinha 49, e minha ex-sogra uns 51, 52, acho – Lucas hesitou – A questão é que chegou a vez de eu e a Yanina, levantamos, mas quando passamos... ao lado do outro casal, Nora, minha ex-sogra, se levantou e me agarrou pelo pulso—
—Não! — disse Silvia, surpresa.
—Sim — respondeu Lucas — Nora sussurrou no meu ouvido: "não fala nada, por favor, faço o que você mandar. Qualquer coisa." Lucas sorriu — "Qualquer coisa?" perguntei.
—Sim — respondeu Nora — "O que você mandar, mas por favor, não fala nada, você ia estragar a vida da Ana, e você ainda gosta dela, não é?"
Me virei e dei um tapinha leve na bunda da Yanina, que me esperava com um olhar curioso — "Vai indo pro quarto, mamãe, já vou." Yanina me obedeceu. Me virei e sussurrei no ouvido de Nora — "Se você tá disposta a fazer o que for, a gente se vê daqui a 2 horas na esquina do hotel, vou tentar guardar um pouco pra você." Nora fez cara de horror, ao ver aquilo, falei — "Senão, eu falo agora. Cuidado com o que você faz. Aproveita com seu genro." Me virei e fui embora.
—E aí, o que aconteceu? Ela te esperou? — perguntou Silvia, ansiosa.
—Eu tava tão excitado sabendo que ia comer minha ex-sogra, que a Yanina teve que pagar o pato. Comi ela como nunca. Ela ainda lembra daquele dia. Nunca fiquei tão duro. Só gozei duas vezes dentro da Yanina, mas foi o suficiente pra deixar ela exausta. Meti com toda força em cada um dos buracos dela, e tenho certeza que era a que mais gemia de todos os quartos. Aposto que Nora ficou apavorada ouvindo os gritos de prazer que causei na Yanina. Nosso tempo acabou, Yanina terminou super feliz e subiu como pôde na caminhonete do marido, que também me agradeceu. Recusei subir com eles, e esperei na esquina do hotel até a Nora chegar. Ela tava com cara de terror, mas depois descobri que era de decepção.
—Por quê? — perguntou Silvia.
—Sabe o que ela me disse quando perguntei como tinha sido com o genro dela?
—O quê?
—"Ele é um broxa, por isso não consegue dar um filho pra Ana" — Lucas riu. — "Bom", falei, "comigo você não vai ter esse problema."
—Como assim? perguntou Nora.
Peguei na mão dela e a levei de volta ao hotel.
—Não! — disse Nora.
—Você disse que ia fazer o que eu pedisse.
—Sim. Mas aquela mulher com quem você estava... como você gritava... Não — disse Nora.
—Você não disse que seu genro é um broxa? Por algum motivo você veio, e não vai ficar com vontade.
Nora cedeu e o seguiu. Por sorte, tinha um quarto disponível.
Entraram e Lucas começou a beijá-la e apalpá-la. Nora não parecia muito animada.
—Quantos anos você tem agora, Lucas? — perguntou Nora, distraída.
—22 — Lucas continuou beijando ela.
—22? Eu tenho 52. Você não acha que sou muito velha pra você? Poderia ser sua mãe.
—O que você acabou de dizer me fez broxar, Nora. Você é mais velha que minha mãe, e a mulher mais velha com quem vou ficar.
Nora começou a sentir Lucas roçando o pau duro nela, por baixo da calça dele — Parece que você gosta de mulheres mais velhas. Quem era a mulher com quem você estava?
—Uma amiga, é mais nova que você e é uma puta na cama.
—Como todas nós somos — respondeu Nora, que já tinha enfiado a mão na calça de Lucas — Sabe por que vim aqui com meu genro?
Lucas soltou ela, pra tirar a roupa — Por quê?
Nora sentou na cama — A Ana tá casada há um tempo e já quer ter um filho, e eu quero ser avó. Mas a Ana me contou que o Bautista não tá muito... animado, então a gente duvida que ele consiga me dar um neto. Aí eu trouxe ele aqui pra testar como homem, pra ser sincera, uma decepção.
—A Ana quer ter um filho? — perguntou Lucas — Eu tô esperando um filho com minha namorada, ela tá de 3 meses.
Nora olhou pro pau enorme de Lucas, que já tava quase duro — Não me admira que com um pau desse você tenha engravidado ela. Era aquela mulher com quem você estava? — Nora pegou o pau de Lucas e levou à boca.
—Não, é uma garota mais nova que eu. A primeira mais nova com quem fico.
—É verdade que você é mais novo que minha filha. Onde você conheceu ela? — perguntou Nora, de boca cheia. Breves momentos em que tirava a pica da boca.
Lucas já tava gozando, tava certo que não ia ser difícil continuar comendo depois das duas gozadas que tinha dado na Yanina. — Conheço ela desde pequena. É minha meia-irmã.
Nora tirou a pica do Lucas da boca de repente — O quê? — perguntou sem acreditar.
— Sua meia-irmã? Peraí — disse Silvia — Cê tá namorando sua meia-irmã e ela ia ter um filho com você?
— Sim — respondeu Lucas, e se você acha que não poupei nem minha meia-irmã, não vai gostar de saber como foi minha despedida de solteiro com minha mãe. Quer que eu continue a história ou não?
— Sim — disse Silvia.
Nora continuou me chupando a pica por um bom tempo até ficar bem dura. Tirei a roupa dela. Ela não se conservava tão bem quanto minha mãe, Viviana ou Yanina. Nora era mais alta que elas, de costas mais largas, peitos de bom tamanho, embora caídos, mamilos pequenos, quadris estreitos e pouquíssima bunda. Mas não liguei, ela tinha 30 anos a mais que eu, era a mãe da minha ex-namorada, que eu tinha comido até cansar e tava claramente precisando de pica, além de não poder negar, porque conhecia o segredo dela.
Se com Yanina eu não tive pena, o que fiz com Nora foi um massacre. A velha não conseguiu me acompanhar, ficou bem ofegante, e minha pica não entrou toda na buceta estreita dela. Mas as coisas loucas que ela falava no meu ouvido me deixavam doido.
— Então por isso a Ana te amava tanto! — gritava Nora — Como não ia te amar se você come como um deus? Cê é um burro, um cavalo, que pica, pelo amor! E pensar que duvidei quando a Ana nos apresentou, duvidei porque você era mais novo que ela, que idiota fui. Se agora, com 30 anos a menos que eu, cê tá me fazendo delirar como nenhum velho conseguiu. Por favor, não para! Me mostra que você não é só um cara com uma pica boa e que tá cheio de porra.
Inevitavelmente gozei dentro dela. Inundei a buceta velha e já não tão estreita dela de porra. E assim se passaram um, dois, três... ejaculations, até que ligou para a recepção pra reservar outro horário. Desde que o pai da Ana tinha morrido, a Nora não transava mais até aquele momento, e o Lucas aproveitou a desesperação dela.
Quando tudo acabou, a Nora falou pra ele — Eu devia conversar com a Ana, tenho certeza que você vai conseguir ajudar ela com o problema dela.
— E você fez o que ela disse? — perguntou a Silvia.
— Sim. Conversei com a Ana, a gente falou sobre a nossa vida em geral e quando eu disse que minha namorada tava grávida, ela falou que tinha inveja, que devia ter ficado comigo. Eu me ofereci pra ajudar ela.
— E ela aceitou?
— Custou. Mas eu perguntei se ela não queria ser mãe, dar um filho pro marido dela, um neto pra mãe dela. Que eu não queria que ela se separasse do marido.
— E o que aconteceu?
— Eu falei pra ela que a gente se via no hotel, marquei no mesmo lugar onde eu tinha comido a mãe e garanti que fosse o mesmo quarto, e botei uma condição só. Que a gente continuasse trepando quando ela tivesse grávida.
Durante 2 meses, só comi ela, 2 ou 3 vezes por semana, só pela buceta dela, não menos de 4 ejaculations cada vez. Foi muito trampo, mas muito gostoso. Tive que largar de comer a Vivi, a Yani, a Nora e minha meia-irmã por 2 meses, mas a gente conseguiu. Misturamos as lembranças das nossas fodas lindas quando a gente era namorado com litros e litros de porra.
A Ana cumpriu a promessa dela, então, por alguns meses, ela e a Nadia, minha namorada ou meia-irmã, como preferir, me davam gozo, dos peitos delas. Realizei com as duas minha fantasia de comer uma grávida, eu tinha 2, e bem diferentes. A Nadia tinha 20, era bem novinha, só tinha crescido a barriga, quase nada os peitos e nada os quadris. Mas a buceta dela era bem diferente e resistente, por causa da idade e da condição dela. Era bem gostosinha, mesmo com dificuldade de se mexer com a barriga nova, mas não muito grande.
Já os peitos da Ana, que já tinha 32 anos, tinham crescido pra caralho por causa da porra. Tanto que ela não usava sutiã. A barriga dela tava enorme e a bunda dela melhorou consideravelmente. Aproveitei muito aquela bunda como não fiz com nenhuma outra, e mesmo tomando muita porra dos peitos dela, eles nunca diminuíam de tamanho.
Depois que a Nadia pariu meu filho, ainda fiquei alguns meses com a gravidez da Ana, enquanto ela estava de quarentena. Com 8 meses de gravidez e já quase 33 anos, a Ana transava magnificamente. Durante todo esse tempo, só comi elas duas. As duas grávidas pediam muito minha pica, os hormônios deixavam elas um fogo, até pareciam competir sem saber. A Ana teve uma menina e depois disso, continuo só com o marido dela. Claro, eu e a Nora comemoramos no hotel. Aos poucos, fui ficando com as outras, que tinha deixado de lado. Finalmente, casei com a Nadia, minha meia-irmã, e minha despedida de solteiro foi uma loucura.
— Por que sua mãe esteve envolvida? Como? —
— Primeiro você me deve mais uma foda — disse Lucas — E vou realizar sua fantasia —
A campainha tocou e foi o Lucas quem levantou pra abrir. Entraram quatro caras, não mais velhos que ele.
A Silvia se escondeu debaixo dos lençóis — O que é isso? —
— Você não queria transar com 5 caras de uma vez? Desculpa pela idade, sei que você não curte caras mais novos e que tá exausta, mas não pude deixar passar o que você me disse no chuveiro — Lucas olhou pros caras —
Caras, se preparem, essa é a melhor e mais puta veterana que vocês vão comer.
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