Primeira Carta
Hoje, como muitos domingos em que você ocupa todo o meu tempo, antes de terminar o dia, preciso revisar algumas "coisinhas", como você chama, anotações para minha reunião de segunda-feira. E esta noite, enquanto prepara o jantar, me tranquei no seu escritório e, entre papéis, ouço você mexendo na cozinha.
Depois do banho, e para ficar mais confortável, só coloquei um roupão de seda, comprido, estampado sobre fundo branco, e lembro que às vezes você me disse que gosta da textura dessa peça porque é tão macia quanto a minha pele.
Você aparece umas vezes na porta do escritório sem dizer nada e, meio que "sem querer", eu deixo um dos meus ombros de fora e fico acariciando ele enquanto sinto você me observando da porta, sem falar nada. Você vai embora... e volta na mesma hora com uma taça de vinho branco, que encosta no meu ombro nu e beija ele depois de me fazer arrepiar com o frio do vidro da taça, e sussurra no meu ouvido que o jantar já tá pronto na sala.
Falo que ainda vou demorar um pouco, faltam umas duas folhas pra terminar, e entre beijos você tenta me convencer de que a janta tá esfriando. Como é que vou resistir se você apareceu com aquele jeans de botão que te deixa tão gostosa, com os dois primeiros botões desabotoados, o torso nu e moreno e os pés descalços...
- Já te falei que você tem uns pés muito lindos?
- Faz tempo que você não me diz isso, você responde
Você sorri pra mim e faz isso sabendo que também não vou resistir a esse sorriso. Você me tira do escritório me segurando pela cintura, fica atrás de mim e me guia pelo corredor enquanto me aperta entre seus braços e vai desenhando meu pescoço com seus lábios. Ainda com o jeans, consigo sentir na minha bunda como seu sexo fica excitado ao acariciar meus peitos por cima do roupão, que respondem às suas carícias com uma excitação soberba.
Paramos no corredor, no meio do caminho pra sala, me viro pra você e, segurando meu rosto entre suas mãos, você beija meus lábios com os seus, meus lábios que te desejam e, por trás dos lábios, nossas mãos respondem com carícias. As minhas terminam de desabotoar sua calça e procuram seu pau, que se mostra duro, respondendo a essa excitação que nós dois sentimos...
- Gosto de como você acaricia meu pau - você diz - gosto de sentir o toque das suas mãos macias e seus dedos longos, como você segura ele entre elas com tanto cuidado e ao mesmo tempo tanta firmeza, devagar, suave mas com ritmo.
Você continua beijando meu pescoço e desce até chegar nos meus peitos, que você descobriu ao abrir meu roupão. Peitos jovens, lisos, firmes, que continuam respondendo às suas carícias e à umidade da sua língua enquanto você brinca com ela nos meus mamilos, que não conseguem evitar ficar duros entre seus lábios. Você beija eles, molhando seus lábios enquanto uma das suas mãos desenha a forma deles e a outra não para de me apertar contra você, e eu começo a sentir o calor do seu pau na minha barriga.
Você me pega nos seus braços e me leva até a sala. Acendeu velas, colocou música, aquele CD que te dei há meses, e cuidou de cada detalhe pra fazer um ninho de amor entre as almofadas no tapete. Enquanto me põe em pé em cima dele, termina de tirar meu roupão e deixa meu corpo nu, que você observa sem parar de me olhar com seus olhos pretos, onde eu vejo o seu desejo por mim. E você me abraça de novo...
- Mamãe... - você sussurra bem perto do meu ouvido, sabendo como me excita quando faz isso e me chama de mamãe...
- Você não sabe como te desejo - continua...
- É? - pergunto eu, sorrindo pra você e sabendo que sim, que você me deseja, que nem precisa falar porque eu sinto no seu corpo, na sua pica...
Chego perto do teu pescoço e, molhando meus lábios, beijo e percorro de baixo pra cima, até chegar na tua orelha, onde solto meu hálito quente que te faz tremer. Acaricio teus ombros e brinco com minhas mãos no teu peito.. beijo, carícia... outro beijo e outra carícia, assim até chegar no teu umbigo, onde me demoro fazendo circulinhos com minha língua... e você treme de novo. Enquanto desço até tua barriga, assim, quase sem querer, roço teu sexo com o mamilo excitado de um dos meus peitos.
Entre carícias, você se deixou cair nos almofadas e, deitado nelas, me convidou pra sentar nos teus muslos, colocando teu pau entre nossas barrigas e apertando ele entre elas enquanto me aproximo de novo da tua boca, que desenho com minha língua.. devagar... primeiro o lábio de cima e depois o de baixo.. mordisco teu queixo e, com meu nariz, desenho a silhueta da tua mandíbula até chegar com meus lábios na tua maçã do rosto, que beijo. E volto pra tua boca... a excitação te confunde, já não sabe quando é minha língua que te roça, quando são os dedos da minha mão ou quando são meus lábios que brincam entre os teus.
Tuas mãos não pararam de me acariciar.... meus ombros, meus braços, meus peitos, minha barriga, minhas cadeiras.... todo meu corpo respondendo a cada uma das tuas carícias e dos teus beijos.
Você se levanta e faz com que agora seja eu quem se deita entre as almofadas e, como um ritual, começa a percorrer cada poro, que conhece sem limites, revisando e parando para apalpar cada medida do meu corpo. Você faz isso lindo, suave, se arrepiando com cada um dos gemidos que eu solto diante de tanta excitação. Você para na minha barriga e, com carinho, afasta uma das minhas pernas e busca minha buceta que te chama, que te deseja... que te espera molhada e quente, e você não consegue evitar brincar com sua língua nela, percorrê-la palmo a palmo, se demorando no meu clitóris, transbordando de excitação... e você me penetra... enfia a ponta do seu pau ereto, excitadíssimo, e, levantando meus quadris, termina de me penetrar com vigor, com força, com muito amor... e com ritmo, você tira seu pau do meu, e de novo, com a ponta, percorre toda a minha buceta até chegar no meu clitóris, que já está inchado, implorando para não parar nessa excitação que me envolve... e assim, uma e outra vez, até que, levados por uma excitação total, nossos corpos se estremecem, me enchendo de você...
— Não se mexe, mamãe — você sussurra...
— Não vou mexer, eu respondo...
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Segunda Carta
Hoje não foi um dia comum. A paz e a relaxação do fim de semana foram desaparecendo ao longo dessa segunda-feira apática que me deixou sobrecarregada de tantas ligações, problemas e essa simples reunião da qual acabei de sair. Só quero que o expediente termine, chegar em casa e tomar um banho que faça desaparecer de mim essa tensão e esse mal-estar que me embriaga.
Mesmo assim, fico um tempo no meu escritório, tentando deixar nele as más vibrações do dia. Não quero chegar em casa mal-humorada nem tensa. Escrevo essas letras e pretendo deixar nelas essa sensação tão estranha que sinto. Ao estresse acumulado nesses dias, se junta hoje, acho, a melancolia.
Sinto saudade dele, penso nele o tempo todo, e embora já sejam muitos anos, não consigo me acostumar com suas viagens e com sua vazio. Em dias como hoje é quando mais sinto falta dele. Nada me daria mais prazer do que chegar em casa e, com seus cuidados e seus carinhos, ele devolver o sorriso no meu rosto.
Sinto falta dos lábios dele no meu pescoço, dos braços me envolvendo, das mãos, das carícias... do corpo dele apertando o meu... e na solidão do meu escritório, fico pensando nele...
Lembro daquele dia que ele veio me buscar... era tarde... pedi pra ele esperar um minutinho enquanto eu arrumava minhas coisas e ia no banheiro retocar meus cílios com rímel e meus lábios com um pouco de gloss.
Ele sempre comentou e admirou minha discrição na hora de me maquiar. Não gosta que eu me enfeite demais, diz que a sensualidade dos meus lábios só precisa de um retoque. Às vezes, e pra realçar a cor das minhas bochechas, eu belisco elas. Não lembro onde aprendi esse truque, mas ele adora me ver natural...
Já tinha arrumado minhas coisas e apagado as luzes do escritório quando chamei ele pra sair da sala. Ele não respondia, e eu me aproximei da porta... pude vê-lo sentado na minha cadeira atrás da mesa. Ele tinha acendido a luminária de mesa e, tirando os papéis, me pedia insinuante pra chegar perto dele. Lembrar do olhar sensual dele me dá uma sensação gostosa e relembro como me excitou naquela tarde ao agarrar minha cintura e me colocar entre as pernas dele, sussurrando como seria estimulante fazer amor em cima da mesa.....
Ao mesmo tempo que se aproximava de mim, apertava minhas nádegas com as mãos e lentamente foi me subindo na mesa até eu sentar nela com a saia levantada na altura da cintura. Quando ele se levantou, pude ver como o pau dele inchado fazia volume na calça.
Senti o calor da respiração dele no meu pescoço, que ele percorria com lambidas enquanto acariciava minhas pernas devagar com a ponta dos dedos, se deliciando, sentindo a frescura das minhas coxas...
A agitação era tanta que não consegui evitar começar a desabotoar a camisa dele, que quase arranquei aos pedaços de tanta excitação. As mãos dele agora brincavam nas curvas dos meus peitos e por cima da blusa ele beliscava meus mamilos que endureciam, ele mordiscava eles, e apertava meus seios puxando eles pra fora da minha roupa íntima, deixando à mostra meus mamilos rosados que ele lambia com impaciência, apertando a barriga dele contra a minha.
Buscava a língua ardente dele com a minha, queria a boca dele e minhas mãos tentavam, ao mesmo tempo, desabotoar o cinto dele, abrir a braguilha e pegar no pau dele, excitada e cheia de vontade. Nós dois fizemos isso juntos e, quando ele surgiu ereto e firme entre as pernas dele, ele me tirou da mesa e, me virando de costas, puxou minha calcinha, levantou uma das minhas pernas e me penetrou com gosto, como há tempos não fazia... ele me fodia desesperadamente... metia e tirava o pau dele uma e outra vez, apertava meus peitos, beliscando-os até quase me machucar, mordia meu pescoço soltando o hálito quente dele, me fazendo tremer...
Ele sussurrou no meu ouvido pra eu imaginar que, naquele momento, alguém podia entrar no escritório e nos ver ali... fodendo... e essa situação me deu um tesão tão doentio que não aguentei mais e, me entregando ao prazer, gozei entre gritos e gemidos que aumentaram a excitação dele...
Com delicadeza e sem perder aquele olhar cheio de desejo, ele terminou de tirar minha calcinha e me colocou de volta na mesa... me deitou sobre ela... abriu minhas pernas e começou a explorá-las com a língua... Chupou meus pés dedo por dedo, meus tornozelos, minhas panturrilhas, meus joelhos e minhas coxas até chegar na minha buceta que brilhava molhada... Com a ponta da língua, lambeu meus lábios voluptuosos e inchados ainda de prazer... desenhou meu clitóris rosado e percorreu cada milímetro da minha xota com a língua, saboreando quase desesperado minha ppk molhada e enlouquecida. Meu corpo se encolhia como se não aguentasse a intensidade de tanto prazer. Meus gemidos o excitaram de novo e, pegando minhas mãos, me tirou da mesa, sentou na poltrona e, abrindo as pernas, me presenteou com o pau dele, que comecei a lamber com a língua, em volta da cabeça, envolvendo com o calor dos meus lábios, colocando na minha boca, levando até o céu da boca, batendo com a língua enquanto acariciava os ovo dele com as mãos. Eu ouvia ele gemer e pedir pra eu não parar... Aquilo o excitava, dava pra ver o desejo nos olhos dele, na boca que procurava a minha...
Ele me puxou pra perto, me beijou devagar e, me sentando em cima do pau dele, me penetrou de novo. Senti a queimação do pau dele entrando e saindo de mim, quente, molhada, dura e reta, olímpica... Ele começou a se mexer, me levantando a cada estocada, tirando e colocando sem parar até eu sentir um novo orgasmo tão gostoso quanto o anterior, ou até mais. O fogo do gozo dele me inundou. Nossos corpos tremeram de novo, e ele pediu pra eu não me mexer, que queria me sentir plena, sentir os espasmos da minha buceta apertando o pinto dele que ainda soltava os últimos jatos...
Aquilo não foi só a excelência de uma transa... a gente tinha sentido de novo, como tantas vezes, que fomos feitos um pro outro...
Depois disso, a gente se vestiu e foi pra casa. Ele tomou banho antes de mim e, quando cheguei na cama, já tava dormindo... era como contemplar o descanso do guerreiro depois de uma batalha difícil...
Termino de lembrar dela assim, pego minhas coisas, apago as luzes do escritório e vou pra casa com outro astral. Só de pensar nele já me devolveu o sorriso por hoje...
Hoje, como muitos domingos em que você ocupa todo o meu tempo, antes de terminar o dia, preciso revisar algumas "coisinhas", como você chama, anotações para minha reunião de segunda-feira. E esta noite, enquanto prepara o jantar, me tranquei no seu escritório e, entre papéis, ouço você mexendo na cozinha.
Depois do banho, e para ficar mais confortável, só coloquei um roupão de seda, comprido, estampado sobre fundo branco, e lembro que às vezes você me disse que gosta da textura dessa peça porque é tão macia quanto a minha pele.
Você aparece umas vezes na porta do escritório sem dizer nada e, meio que "sem querer", eu deixo um dos meus ombros de fora e fico acariciando ele enquanto sinto você me observando da porta, sem falar nada. Você vai embora... e volta na mesma hora com uma taça de vinho branco, que encosta no meu ombro nu e beija ele depois de me fazer arrepiar com o frio do vidro da taça, e sussurra no meu ouvido que o jantar já tá pronto na sala.Falo que ainda vou demorar um pouco, faltam umas duas folhas pra terminar, e entre beijos você tenta me convencer de que a janta tá esfriando. Como é que vou resistir se você apareceu com aquele jeans de botão que te deixa tão gostosa, com os dois primeiros botões desabotoados, o torso nu e moreno e os pés descalços...
- Já te falei que você tem uns pés muito lindos?
- Faz tempo que você não me diz isso, você responde
Você sorri pra mim e faz isso sabendo que também não vou resistir a esse sorriso. Você me tira do escritório me segurando pela cintura, fica atrás de mim e me guia pelo corredor enquanto me aperta entre seus braços e vai desenhando meu pescoço com seus lábios. Ainda com o jeans, consigo sentir na minha bunda como seu sexo fica excitado ao acariciar meus peitos por cima do roupão, que respondem às suas carícias com uma excitação soberba.
Paramos no corredor, no meio do caminho pra sala, me viro pra você e, segurando meu rosto entre suas mãos, você beija meus lábios com os seus, meus lábios que te desejam e, por trás dos lábios, nossas mãos respondem com carícias. As minhas terminam de desabotoar sua calça e procuram seu pau, que se mostra duro, respondendo a essa excitação que nós dois sentimos...- Gosto de como você acaricia meu pau - você diz - gosto de sentir o toque das suas mãos macias e seus dedos longos, como você segura ele entre elas com tanto cuidado e ao mesmo tempo tanta firmeza, devagar, suave mas com ritmo.
Você continua beijando meu pescoço e desce até chegar nos meus peitos, que você descobriu ao abrir meu roupão. Peitos jovens, lisos, firmes, que continuam respondendo às suas carícias e à umidade da sua língua enquanto você brinca com ela nos meus mamilos, que não conseguem evitar ficar duros entre seus lábios. Você beija eles, molhando seus lábios enquanto uma das suas mãos desenha a forma deles e a outra não para de me apertar contra você, e eu começo a sentir o calor do seu pau na minha barriga.
Você me pega nos seus braços e me leva até a sala. Acendeu velas, colocou música, aquele CD que te dei há meses, e cuidou de cada detalhe pra fazer um ninho de amor entre as almofadas no tapete. Enquanto me põe em pé em cima dele, termina de tirar meu roupão e deixa meu corpo nu, que você observa sem parar de me olhar com seus olhos pretos, onde eu vejo o seu desejo por mim. E você me abraça de novo...- Mamãe... - você sussurra bem perto do meu ouvido, sabendo como me excita quando faz isso e me chama de mamãe...
- Você não sabe como te desejo - continua...
- É? - pergunto eu, sorrindo pra você e sabendo que sim, que você me deseja, que nem precisa falar porque eu sinto no seu corpo, na sua pica...
Chego perto do teu pescoço e, molhando meus lábios, beijo e percorro de baixo pra cima, até chegar na tua orelha, onde solto meu hálito quente que te faz tremer. Acaricio teus ombros e brinco com minhas mãos no teu peito.. beijo, carícia... outro beijo e outra carícia, assim até chegar no teu umbigo, onde me demoro fazendo circulinhos com minha língua... e você treme de novo. Enquanto desço até tua barriga, assim, quase sem querer, roço teu sexo com o mamilo excitado de um dos meus peitos.Entre carícias, você se deixou cair nos almofadas e, deitado nelas, me convidou pra sentar nos teus muslos, colocando teu pau entre nossas barrigas e apertando ele entre elas enquanto me aproximo de novo da tua boca, que desenho com minha língua.. devagar... primeiro o lábio de cima e depois o de baixo.. mordisco teu queixo e, com meu nariz, desenho a silhueta da tua mandíbula até chegar com meus lábios na tua maçã do rosto, que beijo. E volto pra tua boca... a excitação te confunde, já não sabe quando é minha língua que te roça, quando são os dedos da minha mão ou quando são meus lábios que brincam entre os teus.
Tuas mãos não pararam de me acariciar.... meus ombros, meus braços, meus peitos, minha barriga, minhas cadeiras.... todo meu corpo respondendo a cada uma das tuas carícias e dos teus beijos.
Você se levanta e faz com que agora seja eu quem se deita entre as almofadas e, como um ritual, começa a percorrer cada poro, que conhece sem limites, revisando e parando para apalpar cada medida do meu corpo. Você faz isso lindo, suave, se arrepiando com cada um dos gemidos que eu solto diante de tanta excitação. Você para na minha barriga e, com carinho, afasta uma das minhas pernas e busca minha buceta que te chama, que te deseja... que te espera molhada e quente, e você não consegue evitar brincar com sua língua nela, percorrê-la palmo a palmo, se demorando no meu clitóris, transbordando de excitação... e você me penetra... enfia a ponta do seu pau ereto, excitadíssimo, e, levantando meus quadris, termina de me penetrar com vigor, com força, com muito amor... e com ritmo, você tira seu pau do meu, e de novo, com a ponta, percorre toda a minha buceta até chegar no meu clitóris, que já está inchado, implorando para não parar nessa excitação que me envolve... e assim, uma e outra vez, até que, levados por uma excitação total, nossos corpos se estremecem, me enchendo de você...— Não se mexe, mamãe — você sussurra...
— Não vou mexer, eu respondo...
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Segunda Carta
Hoje não foi um dia comum. A paz e a relaxação do fim de semana foram desaparecendo ao longo dessa segunda-feira apática que me deixou sobrecarregada de tantas ligações, problemas e essa simples reunião da qual acabei de sair. Só quero que o expediente termine, chegar em casa e tomar um banho que faça desaparecer de mim essa tensão e esse mal-estar que me embriaga.
Mesmo assim, fico um tempo no meu escritório, tentando deixar nele as más vibrações do dia. Não quero chegar em casa mal-humorada nem tensa. Escrevo essas letras e pretendo deixar nelas essa sensação tão estranha que sinto. Ao estresse acumulado nesses dias, se junta hoje, acho, a melancolia.
Sinto saudade dele, penso nele o tempo todo, e embora já sejam muitos anos, não consigo me acostumar com suas viagens e com sua vazio. Em dias como hoje é quando mais sinto falta dele. Nada me daria mais prazer do que chegar em casa e, com seus cuidados e seus carinhos, ele devolver o sorriso no meu rosto.
Sinto falta dos lábios dele no meu pescoço, dos braços me envolvendo, das mãos, das carícias... do corpo dele apertando o meu... e na solidão do meu escritório, fico pensando nele...
Lembro daquele dia que ele veio me buscar... era tarde... pedi pra ele esperar um minutinho enquanto eu arrumava minhas coisas e ia no banheiro retocar meus cílios com rímel e meus lábios com um pouco de gloss.Ele sempre comentou e admirou minha discrição na hora de me maquiar. Não gosta que eu me enfeite demais, diz que a sensualidade dos meus lábios só precisa de um retoque. Às vezes, e pra realçar a cor das minhas bochechas, eu belisco elas. Não lembro onde aprendi esse truque, mas ele adora me ver natural...
Já tinha arrumado minhas coisas e apagado as luzes do escritório quando chamei ele pra sair da sala. Ele não respondia, e eu me aproximei da porta... pude vê-lo sentado na minha cadeira atrás da mesa. Ele tinha acendido a luminária de mesa e, tirando os papéis, me pedia insinuante pra chegar perto dele. Lembrar do olhar sensual dele me dá uma sensação gostosa e relembro como me excitou naquela tarde ao agarrar minha cintura e me colocar entre as pernas dele, sussurrando como seria estimulante fazer amor em cima da mesa.....
Ao mesmo tempo que se aproximava de mim, apertava minhas nádegas com as mãos e lentamente foi me subindo na mesa até eu sentar nela com a saia levantada na altura da cintura. Quando ele se levantou, pude ver como o pau dele inchado fazia volume na calça.
Senti o calor da respiração dele no meu pescoço, que ele percorria com lambidas enquanto acariciava minhas pernas devagar com a ponta dos dedos, se deliciando, sentindo a frescura das minhas coxas...
A agitação era tanta que não consegui evitar começar a desabotoar a camisa dele, que quase arranquei aos pedaços de tanta excitação. As mãos dele agora brincavam nas curvas dos meus peitos e por cima da blusa ele beliscava meus mamilos que endureciam, ele mordiscava eles, e apertava meus seios puxando eles pra fora da minha roupa íntima, deixando à mostra meus mamilos rosados que ele lambia com impaciência, apertando a barriga dele contra a minha.
Buscava a língua ardente dele com a minha, queria a boca dele e minhas mãos tentavam, ao mesmo tempo, desabotoar o cinto dele, abrir a braguilha e pegar no pau dele, excitada e cheia de vontade. Nós dois fizemos isso juntos e, quando ele surgiu ereto e firme entre as pernas dele, ele me tirou da mesa e, me virando de costas, puxou minha calcinha, levantou uma das minhas pernas e me penetrou com gosto, como há tempos não fazia... ele me fodia desesperadamente... metia e tirava o pau dele uma e outra vez, apertava meus peitos, beliscando-os até quase me machucar, mordia meu pescoço soltando o hálito quente dele, me fazendo tremer...Ele sussurrou no meu ouvido pra eu imaginar que, naquele momento, alguém podia entrar no escritório e nos ver ali... fodendo... e essa situação me deu um tesão tão doentio que não aguentei mais e, me entregando ao prazer, gozei entre gritos e gemidos que aumentaram a excitação dele...
Com delicadeza e sem perder aquele olhar cheio de desejo, ele terminou de tirar minha calcinha e me colocou de volta na mesa... me deitou sobre ela... abriu minhas pernas e começou a explorá-las com a língua... Chupou meus pés dedo por dedo, meus tornozelos, minhas panturrilhas, meus joelhos e minhas coxas até chegar na minha buceta que brilhava molhada... Com a ponta da língua, lambeu meus lábios voluptuosos e inchados ainda de prazer... desenhou meu clitóris rosado e percorreu cada milímetro da minha xota com a língua, saboreando quase desesperado minha ppk molhada e enlouquecida. Meu corpo se encolhia como se não aguentasse a intensidade de tanto prazer. Meus gemidos o excitaram de novo e, pegando minhas mãos, me tirou da mesa, sentou na poltrona e, abrindo as pernas, me presenteou com o pau dele, que comecei a lamber com a língua, em volta da cabeça, envolvendo com o calor dos meus lábios, colocando na minha boca, levando até o céu da boca, batendo com a língua enquanto acariciava os ovo dele com as mãos. Eu ouvia ele gemer e pedir pra eu não parar... Aquilo o excitava, dava pra ver o desejo nos olhos dele, na boca que procurava a minha...
Ele me puxou pra perto, me beijou devagar e, me sentando em cima do pau dele, me penetrou de novo. Senti a queimação do pau dele entrando e saindo de mim, quente, molhada, dura e reta, olímpica... Ele começou a se mexer, me levantando a cada estocada, tirando e colocando sem parar até eu sentir um novo orgasmo tão gostoso quanto o anterior, ou até mais. O fogo do gozo dele me inundou. Nossos corpos tremeram de novo, e ele pediu pra eu não me mexer, que queria me sentir plena, sentir os espasmos da minha buceta apertando o pinto dele que ainda soltava os últimos jatos...Aquilo não foi só a excelência de uma transa... a gente tinha sentido de novo, como tantas vezes, que fomos feitos um pro outro...
Depois disso, a gente se vestiu e foi pra casa. Ele tomou banho antes de mim e, quando cheguei na cama, já tava dormindo... era como contemplar o descanso do guerreiro depois de uma batalha difícil...
Termino de lembrar dela assim, pego minhas coisas, apago as luzes do escritório e vou pra casa com outro astral. Só de pensar nele já me devolveu o sorriso por hoje...
1 comentários - Cartas, amigas secretas, admiradoras taradas
"Dibujó mi clítoris sonrosado y recorrió cada milímetro de mi vagina con su lengua" excelente relato amigo @llaneroanonimo!!