
Celebrando o Dia da Tradição
ARO ARO ARO...
Pra animar suas reuniões com os amigos e não morrer na praia.
Uns improvisados, outros bolados na hora…
Quantas vezes tocou uma chacarera e os peão mais ligado já saíram no terreiro pra soltar suas sacanagens?
E tu, feito um bocó, ficou de boca aberta vendo as gurias morrendo de rir das falas daqueles velhos peão tão cheios de verso letrado…
Pra animar suas reuniões com os amigos e não morrer na praia.
Uns improvisados, outros bolados na hora…
Quantas vezes tocou uma chacarera e os peão mais ligado já saíram no terreiro pra soltar suas sacanagens?
E tu, feito um bocó, ficou de boca aberta vendo as gurias morrendo de rir das falas daqueles velhos peão tão cheios de verso letrado…
Aro, Aro, Aro…
Não fique de fora,
aprende essas quadrinhas.
E quando entrar na arena,
vai ver as tetas balançando.
Nasci num canto escuro,
você vem de Bariloche.
Se me deixar meter no teu cu,
te fodo a noite inteira.
Teus olhos são de puta,
teu vestido de seda branca.
Se me deixar te tocar um pouco,
te meto no bosque.
Teus olhos são dois astros,
teus peitos dois melões.
Deixa eu te colocar de quatro,
e eu abaixo as calças.
Tua boca é um morango,
teus peitos dois melões.
Vem e senta nessa cadeira,
e segura minhas bolas.
Teus olhos são como um céu,
tua cintura um mar de sonho.
Se quiser seguir o fio,
acende a luz que te mostro.
Teus peitos vi ontem à noite,
teu cu me deu seu mel.
Se engolir toda minha porra,
tua pele vai brilhar.
Teu olhar é muito profundo,
sua cor me deixa absorto.
Abaixa e morde a fronha,
que vou te arrebentar o cu.
A beleza das tuas mãos,
é como o sabor do vinho.
Se quiser, te rompo o ânus,
mas sem gritos, por causa dos vizinhos…
Teu cabelo solto ao vento,
é como mel em gota.
Sinto o doce da tua boca,
se me chupar toda a pica.
Quando eu tiver tuas nádegas,
não vai ter mais penas nem esquecimentos.
Porque faças o que fizeres,
teu cu vai ficar ardendo.
Quando eu tiver tuas nádegas,
nunca vai poder esquecer.
Pois por mais que relinche,
não vou parar de te foder.
Me deste o vinho da tua boca,
e fizeste eu derramar.
Agora não se faz de louca,
e com a língua me limpa.
Se vinho é o que sobra
Quando o vinho deixou a talha
Quando você me deixar e eu for nada
com sua lembrança vou fazer uma punheta.
Quando eu tiver tuas nádegas,
no rancho da cambicha.
Vai sentir entre tuas pernas,
como entra a salsicha.
Se esta noite quiser guerra,
muita guerra vou te dar.
Ainda não nasceu a puta,
que faça esse gaúcho se apaixonar.
Se esta noite se pintou
mais pintada que uma porta,
não se irrite se te pegar
e te foder até te ver morta.
Teus olhos são dois luzeiros,
teu cabelo uma sensação.
Coloca a perninha no meu ombro, ombro,
que tô bem brincalhão.
Porque você é muito gostosa
de olhar pra você não me canso.
Eu te como um caramelho,
se você apertar meu ganso.
De longe te vi chegar,
te conheci pelo seu riso.
Vamos ver se você ri tanto,
quando eu enterrar bem a pica.
Seu rosto uma beleza,
de olhar não me canso.
Quando você abrir as pernas
eu enterro bem o ganso.
Seus olhos são duas estrelas,
seu sorriso uma cometa.
Vou mandar um míssil,
pra sua linda buceta.
O sorriso do seu rosto,
é muito iluminado.
Espero que não perca ele,
quando eu te der a refalosa.
Você é tão linda que te temo,
você é tão linda que dá medo.
Pra ver se dá outra coisa,
vai se despindo.
Quando você solta seu riso no ar,
meu coração para.
Por que não damos uma trepada,
pra me dar uma alegria.
De longe te vi chegar,
te conheci pelo sete.
Quando eu te tiver mais perto,
ajoelha e me faz um boquete.
De longe te vi chegar,
te conheci pelo seu carro.
Me leva pra dar uma volta,
e fode a noite inteira.
Eu gosto do verde,
porque é cor de esperança.
Mas gosto mais do buraco,
que fica embaixo da barriga.
Das cores gosto do vermelho,
porque é cor do coração.
Vermelho vou deixar seu buraco,
quando eu encaixar o porrão.
Quisera ser um pássaro,
pra voar como o vento.
E depois voltar pro ninho,
pra você me chupar bem o pau.
Não me assusta o desafio,
o desafio não me assusta.
Quando eu te pegar de quatro,
não se assuste com o chicote.
De longe te vi chegar,
me pareceu uma menina.
Quando eu for metendo,
vai entrar como abacaxi.
Quisera ser um beija-flor,
pra libar de algum malvão.
Depois baixar sua calcinha
e meter um linguetão.
Quisera ser e não sou,
quisera ser e não alcanço.
Quisera ser seu namorado,
pra você me chupar bem o ganso.
Na ponta daquele morro,
fez ninho a martineta.
Quero estar pra te ver,
quando você fizer a tesoura.
Na ponta daquele morro,
tem um gaúcho com espingarda.
Aqui embaixo, neste vale,
te chupo bem a buceta.
De Lá no alto daquele morro,
vem voando uma pipa.
Cuidado com a buceta,
abaixa e me dá um boquete.
Um piolho tá navegando,
pelo riacho dos Couros.
Cuidado as meninas,
com os pelos do buraco.
Teus pezinhos são tão lindos,
parecem uma empada.
Vamos ver como eles ficam,
quando eu pintar com minha porrada.
No campo do amor,
tem muito sobe e desce.
Às vezes subo na gostosa,
outras vezes faço punheta.
Na sombra daquele ombú,
tinha um gaúcho vagabundo.
A mina cevava mate,
e ele pegava nos peitos dela.
No meio da Pampa,
grudou um carrapicho em mim.
A mina desviou da lapada,
que ia direto no olho dela.
Pode falar o que quiser,
vai ser bem ouvida.
Mas depois não vem dizer,
que apareceu prenha.
Teus olhos são como amores,
teu riso uma gargalhada.
Não esquece a calcinha,
senão aparece a boceta.
No campo os espinhos,
na sala de aula um quadro-negro.
Não se faz de fina,
e me entrega teu cuzinho.
Se a senhorita ouvisse,
o lindo canto da calhandra.
A senhora ponha a orelha,
eu enfio o microfone.
Se a senhora dissesse,
onde guarda a lanterna.
Eu podia te mostrar,
o que balança entre minhas pernas.
As minas dessas bandas,
hoje venho convidar.
Que baixem as calcinhas,
pra todas eu vou dar.
Pra novinhas, gordas, magras,
pras velhas também.
Esse gaúcho aqui se planta,
e sempre sempre pede mais.
Se o senhor visse, compadre,
a desolação do campo.
Só o mate no café da manhã,
e na mão uma punheta.
Se o senhor visse, compadre,
como eu seguro as rédeas.
Não aperto com espora,
quando monto na prenda.
O cavalo morreu,
e meus ovos estão de luto.
Abre as pernas, mamãe,
pra enterrar o defunto.
Teus olhos são duas cerejas,
tuas bochechas duas maçãs.
Que salada de fruta gostosa,
faríamos com minha banana.
Não me cegam teus olhos,
nem me impressionam teus peitos.
Contanto que eu tenha tuas nádegas,
o resto é besteira. menos.
Queria te matar,
mas não de fome, não.
Te daria pelas costas,
com esse punhal de carne.
Teus olhos são dois luzeiros,
teu cabelo bem brincalhão.
Mete um pau no teu cu,
e vê que sensação.
A pampa tem o ombú,
o Ñandú a ligeireza.
E meu pedaço aqui pendurado,
tem uma flor de cabeça.
A pampa tem o ombú,
o ombú tem a folha.
Se me der o WhatsApp da sua filha,
esse verso vai fazer sentido.
Nessa noite tão fria,
te ofereço meu aquecedor.
Não tem pilha nem fio,
mas mesmo assim se liga no calor.
Queria ser e não sou,
queria ser e não posso.
Queria ser sua calcinha,
mesmo que você cague no meu pescoço.
Você tem o andar do ganso,
e a cor da galinha-d'angola.
E tem a buceta mais preta,
que cano de chaminé!
Se visse, meu camarada,
o canto do teru-teru.
Me emprestaria sua prenda,
pra furar o buraco dela.
Se o verde fosse rosa,
e azul o colorado,
você pegaria bem na minha coisa,
depois de ter chupado.
Se teus olhos são azuis,
e bem vermelha sua boquinha.
Tinha que ver o branco,
que sai da minha porra.
Pro fiambre um bom jerez,
e de sobremesa um bom garnacha.
Se quiser que eu te coma de novo,
vem e abaixa a calcinha.
Das aves que voam,
o porco é meu preferido.
Quando você lavar a buceta,
espero não estar dormido.
O pássaro vive no ninho,
o cachorro na casinha.
Meu pinto na sua toca,
se você raspar a periquita.
Teus olhos são passarinhos,
teu sorriso uma beleza.
Vem pra cama comigo,
que te ofereço a dureza.
Se quiser se divertir,
não pense mais, mocinha.
Abaixa a calcinha
e pega na minha coisinha.
Na lata de biscoito,
guardo um maço de notas.
Pra comprar teus amores,
vinte pila por um boquete.
Em Poringa tem muitas moças
que não têm relação.
Passam o dia enfiando o dedo,
sentadas sozinhas no sofá.
Com tambor, violão e violino,
celebramos a primavera.
As meninas com um golfinho,
passam a noite inteira.
Em Poringa tem muitas moças
que não usam garfo
comem ela como linguiça...
linguiça de churrasco.
Esquenta antes de sair
a água do boiler
Se encosto ela entre suas nádegas
Você esquenta na hora.
Em Poringa tem muitas moças
que nunca veem um peão
e quando encontram um
pegam no pau com a mão.
Se do mar vêm os peixes
e do céu as avezinhas
Você me chupa três vezes
e não saio da cadeira
O vinho canta de noite
mas dói de manhã
em Poringa cantam as minas
com uma punheta matinal.
A boquinha das minhas minas
não foi feita pra falar
assim que te despem
começam a te saborear
Pra ir embora vou dizer
que um sorvete é um gelado
tem que ser educado
e não chamar a bunda de butt.
Fez ninho no teu cabelo
a noite azul e estrelada
Vem me entregar teu buraco
Agora que já tá molhada…
Pense em mim de vez em quando
Que tanto, tanto tenho saudade
apaixonado, feito besta ando
e nem a punheta amolece meu cano.
Não fiquem bravas as minhas minas,
ainda mais as feministas.
Que esses versos são de brincadeira,
não sou um gaúcho machista.
De você espero risada,
companheiro de aventura.
Das minhas minas os amores,
hão de ser contra a natureza.
Pode falar o que quiser,
desse gaúcho vagabundo.
Mas não esqueça de contar pra todo mundo,
que me leu aqui em Poringa.
A vida é sonho, meus amigos
já disse o Calderón
sonho que apareça alguma mina
que responda minha relação.
Que me cante as quarenta
com malícia e disfarce,
que meus versos faça conta.
Enquanto meto no teu cu.
Não fique de fora,
aprende essas quadrinhas.
E quando entrar na arena,
vai ver as tetas balançando.
Nasci num canto escuro,
você vem de Bariloche.
Se me deixar meter no teu cu,
te fodo a noite inteira.
Teus olhos são de puta,
teu vestido de seda branca.
Se me deixar te tocar um pouco,
te meto no bosque.
Teus olhos são dois astros,
teus peitos dois melões.
Deixa eu te colocar de quatro,
e eu abaixo as calças.
Tua boca é um morango,
teus peitos dois melões.
Vem e senta nessa cadeira,
e segura minhas bolas.
Teus olhos são como um céu,
tua cintura um mar de sonho.
Se quiser seguir o fio,
acende a luz que te mostro.
Teus peitos vi ontem à noite,
teu cu me deu seu mel.
Se engolir toda minha porra,
tua pele vai brilhar.
Teu olhar é muito profundo,
sua cor me deixa absorto.
Abaixa e morde a fronha,
que vou te arrebentar o cu.
A beleza das tuas mãos,
é como o sabor do vinho.
Se quiser, te rompo o ânus,
mas sem gritos, por causa dos vizinhos…
Teu cabelo solto ao vento,
é como mel em gota.
Sinto o doce da tua boca,
se me chupar toda a pica.
Quando eu tiver tuas nádegas,
não vai ter mais penas nem esquecimentos.
Porque faças o que fizeres,
teu cu vai ficar ardendo.
Quando eu tiver tuas nádegas,
nunca vai poder esquecer.
Pois por mais que relinche,
não vou parar de te foder.
Me deste o vinho da tua boca,
e fizeste eu derramar.
Agora não se faz de louca,
e com a língua me limpa.
Se vinho é o que sobra
Quando o vinho deixou a talha
Quando você me deixar e eu for nada
com sua lembrança vou fazer uma punheta.
Quando eu tiver tuas nádegas,
no rancho da cambicha.
Vai sentir entre tuas pernas,
como entra a salsicha.
Se esta noite quiser guerra,
muita guerra vou te dar.
Ainda não nasceu a puta,
que faça esse gaúcho se apaixonar.
Se esta noite se pintou
mais pintada que uma porta,
não se irrite se te pegar
e te foder até te ver morta.
Teus olhos são dois luzeiros,
teu cabelo uma sensação.
Coloca a perninha no meu ombro, ombro,
que tô bem brincalhão.
Porque você é muito gostosa
de olhar pra você não me canso.
Eu te como um caramelho,
se você apertar meu ganso.
De longe te vi chegar,
te conheci pelo seu riso.
Vamos ver se você ri tanto,
quando eu enterrar bem a pica.
Seu rosto uma beleza,
de olhar não me canso.
Quando você abrir as pernas
eu enterro bem o ganso.
Seus olhos são duas estrelas,
seu sorriso uma cometa.
Vou mandar um míssil,
pra sua linda buceta.
O sorriso do seu rosto,
é muito iluminado.
Espero que não perca ele,
quando eu te der a refalosa.
Você é tão linda que te temo,
você é tão linda que dá medo.
Pra ver se dá outra coisa,
vai se despindo.
Quando você solta seu riso no ar,
meu coração para.
Por que não damos uma trepada,
pra me dar uma alegria.
De longe te vi chegar,
te conheci pelo sete.
Quando eu te tiver mais perto,
ajoelha e me faz um boquete.
De longe te vi chegar,
te conheci pelo seu carro.
Me leva pra dar uma volta,
e fode a noite inteira.
Eu gosto do verde,
porque é cor de esperança.
Mas gosto mais do buraco,
que fica embaixo da barriga.
Das cores gosto do vermelho,
porque é cor do coração.
Vermelho vou deixar seu buraco,
quando eu encaixar o porrão.
Quisera ser um pássaro,
pra voar como o vento.
E depois voltar pro ninho,
pra você me chupar bem o pau.
Não me assusta o desafio,
o desafio não me assusta.
Quando eu te pegar de quatro,
não se assuste com o chicote.
De longe te vi chegar,
me pareceu uma menina.
Quando eu for metendo,
vai entrar como abacaxi.
Quisera ser um beija-flor,
pra libar de algum malvão.
Depois baixar sua calcinha
e meter um linguetão.
Quisera ser e não sou,
quisera ser e não alcanço.
Quisera ser seu namorado,
pra você me chupar bem o ganso.
Na ponta daquele morro,
fez ninho a martineta.
Quero estar pra te ver,
quando você fizer a tesoura.
Na ponta daquele morro,
tem um gaúcho com espingarda.
Aqui embaixo, neste vale,
te chupo bem a buceta.
De Lá no alto daquele morro,
vem voando uma pipa.
Cuidado com a buceta,
abaixa e me dá um boquete.
Um piolho tá navegando,
pelo riacho dos Couros.
Cuidado as meninas,
com os pelos do buraco.
Teus pezinhos são tão lindos,
parecem uma empada.
Vamos ver como eles ficam,
quando eu pintar com minha porrada.
No campo do amor,
tem muito sobe e desce.
Às vezes subo na gostosa,
outras vezes faço punheta.
Na sombra daquele ombú,
tinha um gaúcho vagabundo.
A mina cevava mate,
e ele pegava nos peitos dela.
No meio da Pampa,
grudou um carrapicho em mim.
A mina desviou da lapada,
que ia direto no olho dela.
Pode falar o que quiser,
vai ser bem ouvida.
Mas depois não vem dizer,
que apareceu prenha.
Teus olhos são como amores,
teu riso uma gargalhada.
Não esquece a calcinha,
senão aparece a boceta.
No campo os espinhos,
na sala de aula um quadro-negro.
Não se faz de fina,
e me entrega teu cuzinho.
Se a senhorita ouvisse,
o lindo canto da calhandra.
A senhora ponha a orelha,
eu enfio o microfone.
Se a senhora dissesse,
onde guarda a lanterna.
Eu podia te mostrar,
o que balança entre minhas pernas.
As minas dessas bandas,
hoje venho convidar.
Que baixem as calcinhas,
pra todas eu vou dar.
Pra novinhas, gordas, magras,
pras velhas também.
Esse gaúcho aqui se planta,
e sempre sempre pede mais.
Se o senhor visse, compadre,
a desolação do campo.
Só o mate no café da manhã,
e na mão uma punheta.
Se o senhor visse, compadre,
como eu seguro as rédeas.
Não aperto com espora,
quando monto na prenda.
O cavalo morreu,
e meus ovos estão de luto.
Abre as pernas, mamãe,
pra enterrar o defunto.
Teus olhos são duas cerejas,
tuas bochechas duas maçãs.
Que salada de fruta gostosa,
faríamos com minha banana.
Não me cegam teus olhos,
nem me impressionam teus peitos.
Contanto que eu tenha tuas nádegas,
o resto é besteira. menos.
Queria te matar,
mas não de fome, não.
Te daria pelas costas,
com esse punhal de carne.
Teus olhos são dois luzeiros,
teu cabelo bem brincalhão.
Mete um pau no teu cu,
e vê que sensação.
A pampa tem o ombú,
o Ñandú a ligeireza.
E meu pedaço aqui pendurado,
tem uma flor de cabeça.
A pampa tem o ombú,
o ombú tem a folha.
Se me der o WhatsApp da sua filha,
esse verso vai fazer sentido.
Nessa noite tão fria,
te ofereço meu aquecedor.
Não tem pilha nem fio,
mas mesmo assim se liga no calor.
Queria ser e não sou,
queria ser e não posso.
Queria ser sua calcinha,
mesmo que você cague no meu pescoço.
Você tem o andar do ganso,
e a cor da galinha-d'angola.
E tem a buceta mais preta,
que cano de chaminé!
Se visse, meu camarada,
o canto do teru-teru.
Me emprestaria sua prenda,
pra furar o buraco dela.
Se o verde fosse rosa,
e azul o colorado,
você pegaria bem na minha coisa,
depois de ter chupado.
Se teus olhos são azuis,
e bem vermelha sua boquinha.
Tinha que ver o branco,
que sai da minha porra.
Pro fiambre um bom jerez,
e de sobremesa um bom garnacha.
Se quiser que eu te coma de novo,
vem e abaixa a calcinha.
Das aves que voam,
o porco é meu preferido.
Quando você lavar a buceta,
espero não estar dormido.
O pássaro vive no ninho,
o cachorro na casinha.
Meu pinto na sua toca,
se você raspar a periquita.
Teus olhos são passarinhos,
teu sorriso uma beleza.
Vem pra cama comigo,
que te ofereço a dureza.
Se quiser se divertir,
não pense mais, mocinha.
Abaixa a calcinha
e pega na minha coisinha.
Na lata de biscoito,
guardo um maço de notas.
Pra comprar teus amores,
vinte pila por um boquete.
Em Poringa tem muitas moças
que não têm relação.
Passam o dia enfiando o dedo,
sentadas sozinhas no sofá.
Com tambor, violão e violino,
celebramos a primavera.
As meninas com um golfinho,
passam a noite inteira.
Em Poringa tem muitas moças
que não usam garfo
comem ela como linguiça...
linguiça de churrasco.
Esquenta antes de sair
a água do boiler
Se encosto ela entre suas nádegas
Você esquenta na hora.
Em Poringa tem muitas moças
que nunca veem um peão
e quando encontram um
pegam no pau com a mão.
Se do mar vêm os peixes
e do céu as avezinhas
Você me chupa três vezes
e não saio da cadeira
O vinho canta de noite
mas dói de manhã
em Poringa cantam as minas
com uma punheta matinal.
A boquinha das minhas minas
não foi feita pra falar
assim que te despem
começam a te saborear
Pra ir embora vou dizer
que um sorvete é um gelado
tem que ser educado
e não chamar a bunda de butt.
Fez ninho no teu cabelo
a noite azul e estrelada
Vem me entregar teu buraco
Agora que já tá molhada…
Pense em mim de vez em quando
Que tanto, tanto tenho saudade
apaixonado, feito besta ando
e nem a punheta amolece meu cano.
Não fiquem bravas as minhas minas,
ainda mais as feministas.
Que esses versos são de brincadeira,
não sou um gaúcho machista.
De você espero risada,
companheiro de aventura.
Das minhas minas os amores,
hão de ser contra a natureza.
Pode falar o que quiser,
desse gaúcho vagabundo.
Mas não esqueça de contar pra todo mundo,
que me leu aqui em Poringa.
A vida é sonho, meus amigos
já disse o Calderón
sonho que apareça alguma mina
que responda minha relação.
Que me cante as quarenta
com malícia e disfarce,
que meus versos faça conta.
Enquanto meto no teu cu.

33 comentários - Aro, Aro, Aro...
Canta una csncion florida
Si me muestra las tetas
Se las lleno de lamidas 😀
Gracias por pasar amiguita!!!
MUY RICO Y SENSUAL TU POST, FELICITACIONES
Por más que suene lógico y hasta habitual, no siempre nos detenemos a retribuir, al menos con algunas palabras, a aquel que se ha comportado bien regalándonos a toda la comunidad P! su trabajo.
Por eso yo, Stoffel te dice ¡¡GRACIAS POR TU APORTE. ¡¡TE FELICITO!! por eso merece dichas gracias!!!
¡¡ARO!! ARO!! VINIENDO DE BS. AS. EN UN PETIZO LUGUNO, ES VISTO CABALLOS FEOS PERO COMO @viciosomdq NINGUNO!!!
jajaja, fue una broma amigazo!!!!
Excelente, esta noche me voy a la peña, me voy a lucir con estos aro-aros !!!
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...
Gracias por sus palabras Capo!!!
Comentar y dejar puntos
Por eso es que aca me tiene
No le ando esquivando al bulto 😛
se lo digo sin disimulo
Muchas gracias por los puntos
Pa que sea reina la postulo!!!
El Ombú tiene la hoja
si me da el whatsapp de su hija
este verso tendrá sentido
JAJAJAJAAJAJAJAJAJAJAJAJAJAJAJAJ es un hdp.
Gracias Colo!!!
link: https://youtu.be/cfSvedRji1k
Gracias capo!!!
FELICITACIONES AMIGAZO, buenisimo el post!! +10
Gracias por estar siempre amigazo!!!
Gracias por pasar amigazo!!! Lo sigo...
si me dejas meterla en tu culo
te bombeo toda la noche
Esta frase me mato mi amigo jajjaa muy bueno!!!
que sinó viene el indio y lo culea con maestría...^^
Gracias por pasar amigo!!!
Gracias por pasar amigo!!!
su color me deja absorto.
Agacháte y mordé la funda,
que te viá'romper el orto
Un auténtico payador erótico y Poringuero !!!
Me hizo reír mucho querido amigo !!!
Gracias por compartir.
Angie te deja Besos y Lamiditas !!!
La mejor forma de agradecer la buena onda que se recibe es comentando, al menos al que te comenta. Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamos cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!
Gracias por pasar Bonita!!!
Vos sos como el pimenton
que le da color al guiso
asi te va quedar el orto
cuando tre meta el chorizo!!
fino no?
Gracias por la visita Paisa querido!!!
Gracias por pasar Capo!!!
Gracias por estar capo!!!
sus versos son bien intensos
usted no se calla nada
me dejaron sonriendo...
y más caliente que una pava.
usté parece paisano
de manos bien laboriosas
sería cuestión de probar
que tal le sale la cosa.
Y esto de andarse peliando
que si dulce
que si amargo,
capás nos arreglamos
chupando unos mates largos.
Laboriosas son mis manos
se lo aseguro paisana
pa'que dentre mi dedo en su ano
pongase en cuatro como rana
Pelea que no es pelea...
ni dejamos de pelear
Usted se chupa uno largo
yo la empiezo a lenguetear
Y ya que estamos en ronda
una cosa he de contar...
Que me gusta mucho su onda
Y su modo de payar!!!
He visto paisanas lindas
y el mundo entero he recorrido...
Mas bonita y rompe guindas
es la mejor que he conocido!!! 😀
😘 🌹
yo le agradezco el piropo
y la onda que me tira
me hace parar los pezones
y mojarme la tanguita.
usté me manda florcitas
caritas y corazones
yo solo puedo mandarle
mis mejores ondones.
Pura genialidad Amigo @viciosomdq nos morimos de la risa XD!!!
Tus ojos son dos cerezas,
tus mejillas dos manzanas.
Que linda ensalada de frutas,
haríamos con mi banana.
Gracias por su visita!!!
Gracias por pasar y la buena onda de siempre!
Tus ojos son de gato,
tu vestido blanca seda.
Si me dejás tocarte un rato,
te la pongo en la alameda
( volveré )
Sepa que no temo
Su mirar asesino
Cuando anda enojada
Está más rica que un vino...
Del último fernet
que tus labios con frío,
pidieron esa vez
con la voz de un suspiro. ...... un capo Julio Sosa-
que la maestra no vino...
Hay una silla vacía
en el debate argentino
@Lady_GodivaII sufrirá de anemia
O será que la veloz policia
la agarró con alcoholemia
diciendo que era novicia...
5+...