Alicia da Agência (continuo)

Antes de tudo, quero agradecer a todo mundo que mandou comentários e me deu umas dicas.
Por mais que vocês riam, não sei o que fazer com elas! Não sei que utilidade têm, mas vou continuar com meus relatos do mesmo jeito.

Depois da surpresa da Alma, tenho que admitir que fiquei travadão.
Me vieram 10 milhões de ideias na cabeça: ménage, farra, bagunça, mas não achei (e não tava errado) que elas iam topar.

Continuei trabalhando normal, e dois dias depois, o ramal toca de novo. Era a Alicia, reclamando que eu não tinha retornado a ligação dela dias atrás, justo no dia em que eu tinha comido a filha dela.
Expliquei que tava com pouco serviço e que isso gerava muita tensão na agência, então não tinha chance de dar um jeito.

Ela perguntou sobre meu horário de almoço, e eu falei que tinha tipo 1h45 e que não dava pra ir buscar ela, ir pra um motel, gastar grana, ficar na correria, tudo pra não aproveitar.
A safada respondeu: "Olha, por que você não vem aqui em casa e eu te espero no escritório?" "A empregada não vai encher o saco e minha filha tá estudando, então vai ficar na dela." "Então no horário de almoço vem, que vou te esperar."

Fiquei de cabeça quente com a falta de noção dela em relação à própria casa, mas aprendi com o tempo que a gente não levanta ninguém de manhã... São as mulheres que nos levantam, então se tem uma mulher com vontade e dá pra fazer, tem que satisfazer.

Chegou a hora e meu colega perguntou se a gente almoçava junto. Falei que não, que ia pagar um negócio e resolver uns corres, e que se eu chegasse atrasado, era só ele me cobrir, dizendo que eu tinha saído mais tarde. Ele me olhou, caiu na risada e falou: "Um dia você vai ter que me contar..."

Subi no carro e cheguei na casa da Ali, sem ter um único argumento sobre o que tava fazendo ali.
Quando abrem a porta, aparece a carinha da ALMA e ela fala: "O que cê tá fazendo aqui, papai?"

Fiquei gelado e me veio a ideia de falar que tava passando na porta, que vi a caminhonete na rua e que queria... saber como andava.
Ela me olhou e disse "Então você escolheu a minha mãe?" "Não me chamou!" Eu olhei fixo pra ela e falei, Alma, não consigo parar de pensar em você, mas tenho que admitir que se a gente se complicar, as coisas vão dar errado, deixa eu ir cortando com sua mãe e a gente continua...
E a danada me responde "Como minha mãe tá tão mudada, não sei se quero que você corte!" "Mas fiquei com ciúme de te ver, espera que vou ligar pra ela..." e sem mais, com a mão na porta, virou e, me dando a entender que entrasse com um movimento de cabeça, a safada gritou "MÃE... olha quem veio te visitar" e no meu ouvido sussurra "Entra, pussy..." "Que vontade de repetir o que a gente fez outro dia"
A mina era uma verdadeira gostosa, e eu tô apaixonado.
No segundo seguinte, aparece a Alicia e com cara de besta me pergunta "O que você tá fazendo aqui?" "Que surpresa gostosa!" Minha resposta foi a mesma que pra Alma, queria saber como tava a caminhonete, o funcionamento, a questão da revisão e ela me convida pra entrar no escritório.
Quando entramos, a Ali fecha a porta e me diz "Oi, amor, tava com saudade e precisando de você!"
Ela se pendurou no meu pescoço e a gente começou a se beijar com força.
A Ali abre os botões da blusa e aparecem aqueles dois melões enormes que ela tem de peito e me fala "Chupa eles, morde, aperta, deixa sua marca, tô muito tesuda"
Eu me agarrei naquelas tetas enquanto a Ali fazia maravilhas pra tirar minha pica pela braguilha.
Devo dizer que era uma loucura tudo aquilo.
A Ali me fala "Senta no sofá de costas pra porta que vou te chupar" "Por favor, não goza na minha boca, preciso sentir ela na buceta"
A Ali me mostrou como sentar e sem cerimônia se ajoelhou e começou a chupar minha pica com uma necessidade doida.
Eu tava nas nuvens quando de repente a Ali se levanta e me diz "Mete em mim" "Mete agora!" "Não aguento mais de vontade de ser comida"
Tentei me levantar e a Ali, virando, levantou a saia e sentou na ponta com todo cuidado. Quando entrou toda, se ouviu um Gemido seco e rouco. E a Ali começou com o sobe e desce na pica. Eu sentado, olhando a raba dela em todo o esplendor... Salivei um dedo e comecei a brincar naquela bunda linda. Em dois minutos, a Ali já se deixava pegar e tinha um dedo enfiado até o fundo.
Era lindo ver ela agarrada na escrivaninha, empurrando pra entrar tudo.
Falei que tava desconfortável e queria levantar pra meter melhor, e ela disse que não tinha problema, mas não pela bunda, porque tava ardendo.
Perguntei se ela tava usando com outro, e a safada me disse que desde que entregou pro marido, todo dia tão fodendo pelo cu, que tão brincando muito de sexo, mas ela precisa recuperar o tempo perdido e adora transar comigo..
No melhor do vai e vem, escuta um grito da Alma: "Mãe, cadê você? Quero te mostrar uma coisa!"
Ali, assustada, se desgruda de mim e tenta arrumar a roupa, eu tento fazer o mesmo, mas a porta abre e entra a Alma com um notebook na mão e fala: "Desculpa, não sabia que vocês tavam ocupados..." "O que vocês tavam fazendo, bolinhos?"
Nós dois estávamos ofegantes, com a roupa desalinhada e sem resposta.
Ali disse: "Vamos dizer que eu tropecei e o senhor gentilmente me segurou..." "Mas não pensa mal, filha..." Aí a Alma olhou pra ela e falou: "Esse homem não para de cuidar da gente!" "Vende carros bons pra nós, compra os usados" "Arruma carros novos e ainda cuida de você assim" "Deveríamos contratar ele pra gente" "Digo, pra quando o pai não tá" "Desde que esse senhor entrou nas nossas vidas, todas nós estamos melhor" "Vou deixar vocês a sós pra conversar" "Espero que você não caia de novo, pra não enfiar alguma coisa, mãe..." Mandou um beijo e disse: "Continuem, mas cuidado com os barulhos"
Devo admitir que a situação me deu um tesão do caralho.
Ali se desmontou e falou: "Por pouco e ela nos pega" "Essa menina acho que tá sacando"
"Melhor você ir embora"
Olhei pra ela e falei: QUE..? Ela respondeu: "É, vai embora Não vou arrumar uma puta confusão com a minha filha por sua causa, foi o que a gente combinou, sem foder a vida um do outro..."
Olhei pra ela e falei, nisso você tem razão, mas por causa disso não vai me tratar como um fantoche e me chamar só quando você pode, quer e do jeito que bem entende.
Eu vou ficar putaço e vazar? É isso, só isso?
E a Ali respondeu com cara de brava "As coisas são assim, bebê" "Hoje você perde, amanhã ganha"
Ela tentou me dar um beijo e eu afastei ela com a mão.
Ajeitei minha roupa e falei, Ali, até aqui foi foda pra caralho. Mas aqui acabou.
Vou embora. Ela tentou me segurar pelo braço e tentou dar uma desculpa meia-boca, coisa que pra uma mulher de personalidade custa o dobro, mas não deixei ela falar nada, cortei na hora com isso "Olha, pety, eu não sou seu brinquedo. Te comi porque você me encanta inteira, isso rolou assim e assim tem que terminar, mas nunca esquece que posição de poder comigo não rola! Comigo você não manda. Arranja um cara pra botar coleira. TCHAU."
A Ali me olhou e os olhos dela encheram de lágrimas. Tentou pedir desculpa e não deixei.
Só pensei que era uma boa forma de cortar isso que podia ficar perigoso.
Virei as costas e quando cheguei na porta do escritório, a Ali, chorando, falou "Espera, não vai embora..." "Não me deixa chorando..." "Eu errei..." "Me perdoa..."
Olhei pra ela e falei Tá tudo bem, Ali, mas é hora de você seguir sua vida. Sobre a caminhonete, liga pra agência e faz a revisão. Isso vai cobrir a garantia.
Manda um abraço pra sua filha e seu marido. TCHAU.
A Ali gritou "Não vai embora..." "Não me deixa assim..."
Mas segui meu caminho e saí da casa.
Entro no carro e arranco pra agência, com raiva, incerteza de deixar uma mulher que é uma gostosa, mas com a certeza de que com aquilo, deixava um problema potencial pra trás.
Quando chego na esquina, entre dois carros, aparece a Alma e faz um sinal pra eu parar.
Parei o carro, sem perguntar ela entrou e eu arranquei. Virei na primeira rua e parei o carro.
A Alma me olhou e falou "Que O que foi?" Ouvi gritos.
E contei a verdade. Disse que quando eu tava comendo ela, você gritou que queria fazer uma pergunta e ela se assustou porque quase nos pegou no pelo os dois.
Depois disso, ela não teve ideia melhor do que mandar eu vazar. Falou de um jeito grosso, como se eu fosse um brinquedo, e me deu um puta desgosto.
Como ela comentou que com seu pai as coisas já estão bem melhores, prefiro me afastar, dar um passo pro lado. Senão, isso vai virar uma puta confusão.

Alma me olhou e disse: "VIU? É disso que eu gosto em você. 'Você tem uma personalidade de ferro'. 'Prefere se afastar antes de causar um problema'. Falando em se afastar..." (Ela falou bem baixinho) "Imagino que com tudo isso você não deve ter gozado, e se for embora assim, vai ficar com os ovos doendo a tarde inteira... Deixa eu aliviar isso pra você..." E nessa altura já tinha pegado na minha pica por cima da calça.

Recostei o banco e, depois de Alma me beijar de língua, ela desceu até tirar ela da cueca e enfiou tudo na boca.
Levantou os olhinhos e disse: "Esse é o gosto da buceta da minha mamãe...?" E me deu um chupão nos lábios e, sem parar de me olhar, perguntou: "Qual você gosta mais?"
E sem desviar o olhar, falei: "A sua, bebê linda. Sua buceta é uma delícia..."

Ela me olhou e disse: "Filho da puta, se respondesse outra coisa, no mesmo dia ficava sem o pão e sem a torta...! Mas agora você vai me dar seu gozo!"
E começou aqueles boquetes barulhentos e babados que eu amo.
Levantou os olhinhos e disse: "Papai... nem pense em me avisar que vai gozar... goza logo na minha boquinha que eu quero tomar tudo... Todo o gozo que minha mãe perdeu."

Continuou com aquele boquete lindo até que enchi a boca dela. Alma tossiu, mas engoliu tudo...
Ela limpou com os lábios, guardou e se endireitou no banco perguntando: "O senhor tá melhor?" "Quer mais uma coisinha?"
E com cara de tarado, eu disse que SIM... Que queria saber mais sobre esse negócio do pão e da PORRA...!
Alma me olhou e disse: "Não te prometo nada, mas se me comer de novo como no outro dia, talvez eu consiga te surpreender com uma amiga minha. Primeiro tenho que convencer ela. Sei que ela curte de tudo, mas não sei se vai topar viajar com alguém que não conhece e que é mais velho que a gente."
"Pra você não ficar se queimando de cabeça, te conto que umas vezes a gente se tocou juntas na minha casa, então pode ser." "Mas não esquece que primeiro quero outra trepada com você e enquanto isso vou vendo se convenço minha amiga."
Ela abriu a porta e disse: "Agora vou, vou ver como tá a velha." "Deve estar meio mal."
"Me liga à tarde pra ver como tá tudo... Se puder e se quiser saber..."
Respondi que ligaria, que durante a semana queria vê-la e que esperava que, além da mãe dela ficar bem, ela cumprisse a palavra.
Ela me deu um beijo na boca que deixou minha lingua toda enrolada e desceu.
Depois conto o que veio a seguir.

Comentários para: acuario111@htmail.com.ar

VALEU AMIGOS, poringa boys...!

8 comentários - Alicia da Agência (continuo)

Geniales.... ya no hay calificativo....
buscate alguna foto por favor! !!
Que buena onda no solo te cojes a la madre e hija ahora vas hacer un trio
Ojala subas la parte que sigue rápido, la verdad que muy buena la historia!