Viro uma mãe insestuosa

Meu filho montou entre as pernas da irmã dele e, assim que ficou ao alcance, colocou uma das mãos no pescoço dela. Ela, meio assustada, segurou o braço dele com as mãos. Sem avisar, ele enfiou o pau nela de uma só vez, e ela deu um grito que ele calou apertando o pescoço dela com as mãos. Ele era um macho dominante, diferente do pai. L: "Pois é, irmãzinha, entrou tudo, te prendi direitinho." Mb: "Você é um filho da puta, se aproveita que tem uma piroca enorme pra nos tratar assim, né?" Meu filho segurava o pescoço da minha filha e apertava enquanto metia nela uma vez atrás da outra. Ela colocava as mãos no rosto dele, no peito ou nas mãos dele, fingindo que tentava se soltar, mas no fundo tava adorando o que tava rolando. Mb: "Ahhh, você tá enfiando tudo!" L: "É que tá bem lubrificada com o gozo do papai, que puta que você é, ter o gozo do seu pai dentro e ainda assim continuar trepando, que delícia." Mb: "Então se acostumem, porque mesmo que eu vá embora com meu marido, vou voltar sempre pra tomar o leite de vocês dois." M: "Bom, eu vou te apoiar no que puder, filha, você já viu que eu não duro muito, mas seu irmão vai te ajudar bastante." Dei um cotovelo no meu marido, porque agora sim ele tava falando besteira. C: "Isso que a gente tá fazendo é só pra você engravidar. Você vai embora assim que isso acontecer." Mb: "E se eu quiser mais filhos? E se o Hugo quiser mais filhos?" C: "Esse é problema seu. Agora se concentra, porque só tô emprestando meus homens pra você por um tempinho." L: "Já ouviu a mamãe? Então vou terminar com você porque minha mulher precisa de mim." As palavras do meu filho me fizeram sentir poderosa. Meu marido disse que ia pra cozinha preparar o jantar e nos deixou lá, nós três sozinhos. Meu filho continuou no vai e vem na buceta da minha filha. Mb: "Que gostoso, irmãozinho, que gostoso." L: "Não fode, Mabel, você engole tudo, quem diria que sua bucetinha ia se encaixar tão bem na minha piroca." Passaram uns minutos, e eu tava me sentindo meio de lado vendo meu filho ali metendo na irmã dele. que nem uma loba marcando seu território, me despi e fiquei de quatro ao lado da cama. C: bota ela aqui de putinha assim que nem eu, filho. Meu filho virou e me viu ali na posição de puta e os olhos dele brilharam. L: sim, sim, Mabel, vem. Ele levantou ela da cama e colocou do meu lado, a bunda dela colada na minha. L: ohhhh, que rabões vocês têm. Mb: enfia primeiro na mamãe!!! Fiquei surpresa com o que minha filha disse, mas imaginei que ela sabia que precisava ganhar pontos comigo se quisesse continuar aproveitando o irmão. Meu filho, sem mais, apontou o pau dele pra minha buceta e, de uma só vez, enfiou tudo. C: aiii, que gostoso, meu amor! Vai, arrebenta minha xereca na porrada. L: devagar, mamãe, que tô mais que excitado e ainda tenho outra bunda pra cuidar, hahaha. Virei pra ver minha filha, ela tava de olhos virados, meu filho tava massageando a bunda dela e enfiando um dedo no cuzinho dela. L: que cu apertado que essa filha da puta tem. Mb: mmmm, bota mais um dedo. Meu filho fez isso e, enquanto isso, me mantinha penetrada na buceta até o fundo. Era um êxtase; meu filho juntou o sêmen que saía da buceta da irmã dele e com ele lubrificou o cu dela. L: mamãe, me dá uma chance de dar uma enfiadinha no cu da minha irmã? C: mas a gente combinou que só ia ser na buceta dela pra você gozar e... L: vai, só uma enfiada, sim? C: ok, tá bom. Ele me desencaixou e passou pro lado da irmã. C: deixa eu te ajudar, porque essa parada é difícil de entrar de primeira. Mb: aii, mas não quero sentir dor, tá? C: cala a boca, olha só, seu irmão vai te dar uma das experiências mais incríveis que a gente, mulher, pode ter e você aí com essas frescuras. Se doer, aguenta, porque meu macho vai meter até o fundo, ouviu? L: isso, mamãe, briga com ela, quer ser puta e ainda reclamar. O cu da minha filha já tava lubrificado, mas ainda parecia bem fechado. Meu filho ficou atrás dela e eu segurei o pau dele na entrada do ânus da minha filha. Meu filho começou a empurrar e eu segurava o pau enorme dele, duro como aço e quente como fogo. L: caralho, como você tá apertadinha hein, irmãzinha, mas agora vai entrar. Mb: ai, porra, isso é um monstro. C: vai, filho, enfia sem piedade, dá nela. A bunda da minha filha engoliu a cabeçona da pica do meu filho e ela deu um grito assustada. Mb: ai, minha bunda, minha bunda!!! C: cala a boca, o mais difícil já passou, agora aproveita o que seu irmão vai fazer com você, porque você nunca vai esquecer. Meu filho foi empurrando a pica dele, eu separava as nádegas da minha filha e via como aos poucos a pica entrava naquela bunda apertada, vi ela deslizar devagar até chegar mais da metade. L: você tá bem, Mabel? Mb: ai, ai, sinto que tá saindo pela garganta. C: isso é que é gostoso, aproveita. Meu filho continuou empurrando e a pélvis dele bateu nas nádegas da minha filha. C: você tem uma pica enorme dentro da bunda, filha. Depois de um minuto em que meu filho deixou a pica lá pra bunda da irmã se acostumar, eu fiz sinal que agora era minha vez. Ele foi tirando a pica da irmã e eu me coloquei na posição de puta igual a ela. Mb: por que você tá tirando? L: porque minha mãe também quer que eu arrebente a bunda dela. Minha filha se recompôs um pouco e me viu ali do lado dela na mesma posição. L: juntem-se, coladas uma na outra... assim, UAU, que rabões dá pra ver, olha só que gostoso. Meu filho passava as mãos nas nossas bundas, brincava com elas, metia os dedos nas nossas bucetas e brincava com a pica nos nossos furinhos. Sem dizer uma palavra, ele colocou a pica no meu cu e enfiou com força, sem piedade. Eu senti a pica dele abrindo caminho num cu que já conhecia e que sabia que receberia com toda liberdade e prazer de um anfitrião recebendo um hóspede. O corpo dele bateu nas minhas nádegas quando a pica enorme dele estava no comprimento todo do meu reto, dentro do corpo da mamãe. C: aiii, filho, sua bunda é perfeita pra minha pica, serve como uma capa sob medida. C: e eu adoro ser sua capa, filho. Mb: e eu, você não vai mais me dar? Minha filha rebolava a bunda convidando ele a penetrar, e ele não perdeu a oportunidade. Tirou a pica do meu cu e, de uma só estocada, enfiou na irmã dele. Mb: aiiii, eu e minha boca grande, aiiii. Meu filho colocou as mãos na boca dela, abafando os gritos, e começou um vai e vem que dava pra ouvir na casa inteira. Ele tava dando uma surra de verdade no cu da irmã dele. Eu achei que ia ficar só olhando, mas depois de uns minutos destruindo o cu da Mabel, ele soltou ela e, como o macho dominante que é, colocou o pau no meu cu e enfiou de novo até o fundo. Agora era eu que tava tendo o cu arrebentado. Ele nos manteve assim uns 15 minutos, metendo no cu, alternando entre um e outro. Ele metia violento, sem piedade, nos dominava, dava tapas na bunda e os dedos dele brincavam com a buceta de quem não tava sendo penetrada na hora. Era inacreditável como ele nos transformou em putinhas dele. Depois desse tempo, ele deu uma pausa, saiu do meu cu e se deitou entre nós duas na cama, de barriga pra cima. Ele subiu na cama e ficou lá deitado, nos olhando. Nós ainda estávamos de quatro e vimos aquele pau duro na nossa frente. L: beijem-se! Minha filha me olhou meio com medo, mas eu sabia que ela queria ver meu filho. Puxei ela pra perto e dei um beijo de língua nela, comi ela com a boca, e ela, meio assustada, mas deixou. L: traz ela aqui, mamãe, pra chupar meu pau. Nós ficamos uma de cada lado do meu filho e começamos a chupar o pau dele. Alternávamos: uma hora eu, outra hora minha filha, e de vez em quando a gente se beijava na frente do meu filho, e isso deixava ele muito excitado, porque o pau dele parecia que ia explodir. L: quem vai ser a primeira a montar em mim? Mb: eu, posso!? C: ok, filha, vou te dar a chance de ser a primeira, mas tem que ser pelo cu. Minha filha montou entre as pernas do meu filho, e o cu dela ficou apontando pra aquele missil enorme que quase tinha vida própria, porque tava procurando desesperadamente um buraco pra enfiar. L: ajuda ela, mamãe. Segurei o pau do meu filho e procurei o cu da minha filha. Brinquei um pouco com a bunda dela com o pau e, quando senti que Estava pronta, dei a indicação. C: aí Mabel, se solta. Minha filha foi apoiando o peso dela aos poucos no corpo do meu filho, e o pau dele começou a empalar ela pelo cu. L: assim, irmãzinha, assim, vai, bum, éhhh, aperta muito, ainda não acostumou. Mb: é porque teu pau é muito grosso, irmão. L: mas é isso que vocês adoram, não é, putinha? C: sim. Mb: sim. As duas respondemos juntas. C: somos suas putinhas, filho. L: agora é sua vez, mãe, ensina sua filha como se monta um pau como o meu. Minha filha desmontou dele e ficou deitada do lado, abraçando ele. Eu subi naquele pau enorme e me soltei pra ele abrir meu cu, e assim que fiquei empalada, comecei uma cavalgada de antologia, me mexia freneticamente e não pensava em parar até que... L: mãe, óhhh, vou gozar com essas sentadas. Ó, Mabel, vem aqui na cama, abre as pernas e não se mexe. E você, quem mandou parar? Meu filho me deu ordem de não parar meus pulos, e eu ia fazer o que ele mandasse. Mabel tava de lado com as pernas escancaradas, eu ainda cavalgando meu filho, enfiada no cu com aquele pedaço enorme de carne que ia estourar, então fiquei louca cavalgando, e meu filho não aguentou mais. L: óhhh, mãe, você é incrível, que gostoso, isso, não para... não para... De repente, ele me tirou de cima dele e virou pra onde a irmã tava, o pau dele parecia que ia explodir assim que tirou do meu cu, e sem dizer mais nada, se jogou em cima da irmã. Mb: aiii, filho da puta, que gostoso. Meu filho começou a esporrar dentro da buceta da Mabel, nem se mexia mais, só tava soltando todo o sêmen que tinha segurado. L: mãe, me passa um travesseiro. Passei o que ele pediu, e ele colocou embaixo da minha filha, nas nádegas dela, foi se levantando, e o pau dele saiu da buceta da Mabel, não vazou nem uma gota de sêmen, tudo ficou lá dentro. L: óhhh, me esporraram gostoso. C: agora você tá feliz, né, filha? Da nossa parte é isso, acho que com essas duas gozadas que você deu... Meus homens te deixaram mais que prenha. MB: meu irmão é incrível, espero que o filho que eu tiver um dia me trate como ele te trata. C: meu filho é um homem, meu homem, e ninguém vai se comparar a ele. Bom, fica aí, vou levar meu homem pra descansar, mais tarde a gente desce pra jantar, ok. Levantei e puxei meu filho, deixei a Mabel deitada na cama com as pernas abertas, cheia de esperma. Fomos pro quarto do meu filho descansar. Umas meia hora depois, meu marido chamou pra jantar e a gente desceu, já vestidos. A Mabel também jantou com a gente, como uma família normal, conversando, brincando, sem falar nada do que tinha acontecido minutos antes. Éramos a família perfeita. No dia seguinte, meu genro apareceu em casa com flores, chocolates e mais humilhado do que nunca pra ver minha filha, sem saber que ela tava cheia de esperma do pai e do irmão dela, porque na noite anterior tinham comido ela como uma puta no cio. A gente ficou na sala, eles conversaram e decidiram sair. Eu já tinha dado a instrução pra minha filha: irem direto pra transar, porque mesmo que ela já estivesse prenha, não podíamos perder tempo, e fosse o filho de qualquer um dos dois membros da família, ela tinha que fazer o Hugo acreditar que era dele. Eles saíram, e enquanto não voltavam, a gente em casa continuou com nossa nova vida, agora normal, por assim dizer. Meu marido tava trabalhando nuns nichos pra garagem que ele queria pras coisas dele, e enquanto ele trabalhava nisso, onde vocês acham que eu e meu filho estávamos? Pois é, adivinharam: na minha cama, transando gostoso pra caralho. Agora que eu tinha um macho em casa pronto pra me montar na hora que ele quisesse ou me usar à vontade sem eu poder reclamar, as coisas eram assim. Imaginem a cena pros olhos dos vizinhos que, ao passar pela casa, cumprimentavam meu marido que tinha a porta da garagem aberta trabalhando lá dentro. Se algum chegasse perto pra cumprimentar ele bem onde ele tava fazendo as... Prateleiras e meu marido parando o barulho do compressor ou da serra de madeira dele, tenho certeza que daria pra ouvir nossos gemidos e as palavras que a gente falava enquanto transava. Imagina a cena: o vizinho ficar na dúvida de quem tá dando o cu lá em cima enquanto meu marido trabalha. Pois é, eu tava adorando, meu filho me usava do jeito que queria, me colocava de quatro feito uma puta, me virava de papai e mamãe, me punha de lado, me levantava, me fazia cavalgar sem parar. Cara, não lembro a quantidade de porra que ele deixou dentro de mim naquele dia, nem quantos orgasmos ele me fez ter, só lembro que ele me deixou largada na cama, toda fodida, usada, e foi tomar banho. L: Vou dar um rolê, mãe, uns amigos me chamaram pra um jogo de futebol e quero ir. C: Ainda tem energia? Se passou o dia inteiro me comendo. L: Como você diz, essas são as vantagens da juventude. C: Tá bom, vou dar uma olhada no seu pai também, tenho minhas responsabilidades de esposa hahaha. L: Ei, e a Mabel não vai voltar? C: Por quê? Quer comer ela de novo? L: Não fica com ciúmes, só quero garantir que ela engravide e possa ir feliz com o marido dela. C: Então não quer mais enfiar no cu dela? L: Bom, isso é diferente, mas ninguém é igual a você e essa sua bunda gostosa, mamãe, ninguém. C: Talvez ela volte mais tarde, e depende de como o Hugo tratou ela, pode ser que ela queira ir embora de uma vez com ele. Bom, não sei, a gente tem que esperar ela voltar. Meu filho saiu, eu me vesti e desci pra ver o Manuel na garagem. M: Oi, meu amor, já terminaram? C: O Luis tinha que ir ver os amigos dele, esses dias ele quase não saiu, e bom, ele me atendeu antes de ir. M: Que bom, meu amor. Ei, o que achou? Gostou das prateleiras? C: Sim, tão bonitas. Ei, você pode preparar a comida? Tô cansada pra caralho e quero tomar um banho e descansar, mais tarde meu filho vai querer me usar e eu tenho que estar 100%. M: Sim, daqui a pouco, quando eu guardar tudo, vou fazer a comida. C: Tá bom, vou tomar uma ducha e descansar um pouco. Já sei que vão me julgar pelo jeito que trato meu marido, mas é assim que é. Lugar do corno, além disso não pode reclamar. Recebi ele de volta em casa, ele transou com a filha dele, comeu a minha também, mesmo que pouco, mas se divertiu. Acho que é mais que justo que no mínimo me trate como rainha. Mais tarde, já em casa, pronta e com tudo preparado, chegaram Mabel e Hugo. Vinham como dois namoradinhos que acabaram de se encontrar, felizes, brincando, zoando. Comeram com a gente e meu genro nos agradeceu, disse que conversou com Mabel e que ela voltaria com ele naquele mesmo dia, que estava feliz porque se divertiram muito (imagino que o sexo que tiveram foi incrível, o tesão que essa filha da puta deve ter sentido ao ter o marido comendo ela sabendo que estava cheia do sêmen do pai e do irmão) e que só pedia uma condição de Mabel e queria saber se a gente topava.

M: Vamos lá, digam o que precisam?
H: Bom, ela vai comigo hoje mesmo, mas me pediu uma condição e, mais que isso, um pedido pra você, sogra, da minha parte.
C: Pra mim? Vamos lá, tô ouvindo.
H: Bom, ela diz que se acostumou muito com vocês e que sabe bem o lugar dela, que você me disse que essa é a casa de vocês e a família de vocês, e que ela tem a casa dela e precisa formar a família dela.
C: Ok, entendo, mas o que vocês querem de mim?
H: Bom, quero pedir que você permita que meu sogro aqui presente e o Luís, que mesmo não estando aqui eu sei que foi de grande ajuda pra Mabel e eu voltarmos, ou pelo menos é o que ela me diz.
C: Já, já, vai direto ao ponto, rapaz, o que vocês querem?
H: Bom, que você permita que meu sogro e o Luís vão visitar a Mabel na nossa casa pelo menos uma vez por semana, se possível, pra que ela não se sinta tão sozinha. E enquanto a gente descobre se ela tá grávida, já que com um filho em casa ela vai ficar acompanhada depois e...
C: Sim, sim, já entendi. Que jogada que minha filha tava me fazendo. Mas apesar de tudo, o objetivo tava sendo cumprido. As regras mudaram de novo, pô, esse negócio de incesto e sexo é muito mutável e a gente só pode se adaptar.
M: Pra mim parece uma boa ideia, por mim tudo bem. Sem problema em ir te visitar, filha. Na verdade, até poderia ficar uns dias se vocês me permitirem, mas o Luis... bom, você conhece o Hugo, ele tem suas coisas e ele... C: também vai fazer isso. O rosto da minha filha se iluminou que nem um sol ao ouvir isso e, antes que ela dissesse qualquer coisa, eu deixei tudo claro. C: tá bom, filhos, vocês venceram. Como seu sogro disse, não tem problema ele ir ver a Mabel quando quiser e na hora que quiser, estamos de acordo. H: ok, é bem-vindo, sogrão. M: obrigado, meu filho. Mb: sim, pai, pode ir quando quiser. M: obrigado, princesa. C: quanto ao Luis, vou mandar ele te visitar pelo menos uma vez por semana neste mês, e só isso. Depois, vou mandar ele uma vez por mês por um ano, e pronto. Com isso, imagino que você vai se desacostumar com ele, ou não, Mabel? Mb: obrigada, mãe. Sim, com isso já é suficiente. C: bom, daqui a pouco aviso o Luis que ele tem que passar pra te visitar. H: bom, meu amor, pega suas coisas, vamos embora. Mb: sim, já vou. Depois de meia hora, eles estavam se despedindo da gente, pegaram as coisas e foram embora. Embora as condições dessa saída estivessem postas, a vantagem era que eu não teria mais minha filha em casa tirando minha atenção dos meus homens, pelo menos por enquanto. Meu filho chegou um tempo depois, contamos os fatos pra ele. Embora meio decepcionado por terem tirado uma bucetinha gostosa dele pra comer, ele aceitou de boa visitar ela de vez em quando, já com minha autorização. M: deixem a mesa pronta que eu levanto. L: obrigado, chefe. Aliás, me empresta minha mãe um tempinho? M: ah, filho, até a pergunta é besta. Claro, usa ela, você já sabe. L: hahaha, não, mas é que se ela pode sair comigo? M: sair? Pra onde? L: pra ganhar uma aposta! C: uma aposta, filho? Do que se trata? Explica pra gente. L: você sabe que fui jogar com meus amigos, né? Bom, lá conheci uns caras que estavam falando de um clube onde se reúnem casais e tal, e me interessei. No fim do jogo, cheguei num deles e perguntei se ele podia me convidar pro clube dele. M: tipo um clube de swing...xxxxxxxx? L: pois é, acho que sim. Que sim, sim, eu chamei ele assim. Bem, o caso é que um cara chegou e falou que eu era muito novinho pra aquilo e que, além disso, tinha que ir acompanhado, claro, por uma mulher pra poder entrar e interagir. Aí eu disse que tinha a mulher perfeita. M: Você falou da sua mãe pra ele!!! L: Não, não, calma. Embora eu imagine que isso daria muito tesão neles, não achei prudente falar que eu como a minha mãe. Eu estava ouvindo e a buceta ficava molhada só de ouvir o que meu filho e meu marido estavam dizendo. M: Beleza, e qual é a aposta? L: Então, eles vão me dar entrada grátis, o consumo e 2000 reais como um bônus de boas-vindas se eu for acompanhado da mulher que eu falei. C: Sim, sim, sim, quero ir!!! L: O que você acha, pai? Você me empresta ela? M: Sim, tá bom, sim. Mas eu levo e busco vocês em casa, não confio muito em alguém que a gente não conhece. L: Só mais uma coisa: pra entrar no clube, ela tem que ir vestida bem puta, o mais puta que der. Tem algum problema? M: Sério! Pois é, uma coisa é a vida aqui em casa, outra é na rua, rodeada de gente. L: Ela pode usar uma máscara se quiser manter a identidade. Vai, chefe, dá uma chance, sim. C: Sim, Manuel, vai, aceita, e eu juro que aceito você nos levar, esperar e trazer de volta nas suas condições, tá? M: Bom, tá certo, mas você tem que usar uma máscara. E outra coisa: vai ser só pra ir e ver, certo? Ninguém vai comer ela, combinado? L: Sim, claro, dessa vez é só a apresentação, pra eles nos darem o acesso. Se a gente gostar, depois a gente vê. M: Bom, então se arrumem. Enquanto eu limpo a cozinha e tiro a caminhonete, fica linda, Ceci. L: Coloca alguma coisa na sua cama, mamãe, veste. Subi pro meu quarto e era um conjunto de lingerie numa sacola. Tirei e, nossa, que surpresa: esse filho da puta queria me levar quase pelada pra aquele lugar. Coloquei e o primeiro a entrar foi meu marido.Viro uma mãe insestuosaM: aí meu amor, o que é isso? C: foi o Luís que me deu! Como é que fica em mim? M: divina, gordinha gostosa, deixa eu colocar direito pra te ver.maduraC: O que você acha? Nunca saí assim na rua, tô parecendo muito vulgar?
M: Pois é, verdade, mas acho que é esse o objetivo, meu amor.
C: Me dá permissão pra sair assim na rua?
M: Sério que você tá me pedindo permissão? Acho que minha opinião já não conta mais, ou conta?
C: Claro que conta, meu amor. Gosto de pensar que é você quem quer isso, me exibir, me tirar assim, me mostrar como uma putinha.
M: Então, se é assim, foda-se, permissão concedida.vadiaC: Pode chamar meu filho pra me ver, vê se assim tô bem!
M: Claro... Luís, filho, vem cá.
L: Ohhhh MAMÃEZONA! UAU, que puta você tá!!!
C: Seu pai já me deu permissão pra sair assim.
L: Ah, valeu, chefe, juro que vou cuidar bem dela.
M: Mais te vale, porque você vai levar ela pra um lugar onde todo mundo vai querer comer ela.
L: Relaxa, por enquanto isso não vai rolar.milfC: De costas, como é que eu fico? Porque o vestido desce tudo. L: ufff, que BUNDÃO, gostosa. M: não podia ter dito melhor, que rabão que tu tem, gordinha, fica incrível em você.incestoC: Preciso falar uma coisa pra vocês, graças a vocês, vou confessar que isso me emociona muito, deixa eu falar, eu amo a mulher em que me tornei, o brinquedo sexual em que me transformei, agora sei qual é o meu lugar, sei que se meu homem quiser me levar naquele clube e me exibir, e se meu marido apoia, eu tenho que fazer, e isso me emociona muito.
M: Eu só queria que você fosse feliz, e estou conseguindo, gordinha.
L: Eu também estou feliz com a mulher em que você se tornou e por ter me dado a chance de ser seu macho, e obrigado a você, pai, porque mesmo vendo as fodas que eu dou na sua esposa, você soube ficar de lado pra cuidar da sua família.Mae e filhoC: Então, meus homens vão me levar pra dar uma pimbada?
M: Vamo nessa, meu amor.
L: Vamo, mamãe.
C: Só um minuto, isso tá apertando demais...
M: Tira isso, amor.
L: Isso, mami, tira.Viro uma mãe insestuosaDesculpe, não posso realizar essa tradução.

6 comentários - Viro uma mãe insestuosa

Que gostoso seria ver minha esposa assim, com dois ou mais paus.