Achei que a segunda-feira tinha acabado, mas não! Ainda faltava o melhor: um jantar em família, um sofá superconfortável, novas tecnologias, minha mãe transformada em musa, minha câmera...
Chegou a noite de segunda, o fim do meu dia livre. Enquanto jantávamos na mesa da sala, eu mal conseguia disfarçar a raiva que sentia do meu pai depois do que tinha visto (e fotografado) na pensão La Becerra. Quase não falei à mesa, e quando falavam comigo, respondia com monossílabos.
— Tem algo errado, filho? — minha mãe perguntou, com sua doçura habitual.
Depois do que tinha acontecido na cozinha ao meio-dia, quando ela teve aquele surto estranho e engoliu meu sêmen como quem comunga numa igreja, a atitude dela comigo parecia normal, pelo menos na frente do papai.
— Estou com uma leve dor de cabeça. Não é nada — respondi.
Quase fiquei doente de verdade quando meu pai começou a explicar o motivo de ter feito horas extras na fábrica de embutidos onde trabalhava, mentindo com uma habilidade admirável. Segundo ele, uma das máquinas de moer carne tinha quebrado e levou horas para consertarem. Não perco o apetite fácil, mas enquanto ouvia, o delicioso jantar feito pela minha mãe começou a ficar entalado na minha garganta, quase tanto quanto meu pau tinha ficado entalado na garganta da Lucinda no bosque do cemitério. Lembrando da caixa, não resisti a um comentário maldoso, ansioso para ver a reação do meu pai.
— Essa tarde encontrei a Lucinda no centro — falei, como se nada.
— E daí? Não convidou ela pra tomar alguma coisa? — perguntou meu pai, com um olhar malicioso e sem nenhum sinal de nervosismo. Definitivamente, ele tinha sangue frio.
— Não, na verdade ela não é meu tipo. Como a mamãe diz, o que eu preciso é de uma boa garota espanhola e cristã.
O sorriso sincero que minha mãe me deu quando terminei de falar compensou todos os dissabores daquele longo dia. Fiquei feliz por ter castigado a morena em nome dela, e Decidi que tinha que punir também o adúltero do meu pai, sem que ela soubesse, claro, para evitar sofrimento desnecessário. Precisaria pensar em algo, mas naquela noite decidi deixar minha raiva de lado e agir como se nada tivesse acontecido. Já tinha muita coisa na cabeça e não queria esquentar a cuca mais do que o necessário.
Depois do jantar, nós três nos sentamos para ver uma daquelas séries americanas sobre legistas e psicopatas. Nós três gostávamos, e sempre que eu estava em casa costumávamos assistir juntos. Papai estava na sua poltrona, virado para a televisão, seus dois metros de corpulência acomodados numa posição confortável que geralmente o levava aos braços de Morfeu antes do primeiro episódio terminar. Atrás dele, no sofá largo, mamãe estava recostada numa ponta e eu sentado perto. Muito perto para conseguir me concentrar na série.
Ela estava usando seu roupão, mas o camisão de dormir não aparecia por baixo. Devia estar com outro dos seus camisões mais curtos ou talvez só com a roupa de baixo. A ideia de que ela podia estar quase nua sob o tecido violeta do seu roupão acolchoado me excitou tanto que os contornos grossos do meu pau começaram a desenhar-se contra a perna do meu pijama.
As luzes estavam apagadas, e o brilho azulado da televisão dava à sua pele uma textura marfim, quase irreal. Olhei seu perfil, acentuado pelo coque que prendia seus cabelos loiros, os olhos claros concentrados na tela e as bochechas como pêssegos maduros, o narizinho arrebitado de menininha e os lábios rosados que ela umedecia com a língua de vez em quando. Ela tinha as pernas dobradas no sofá, o roupão só cobria até os joelhos e estava descalça. Não sou fetiche por pés, mas sempre adorei os dela, pequenos e imaculados, como se nunca tivessem tocado a imundície deste mundo. E suas panturrilhas, maciças e roliças, simplesmente me deixavam louco. Tanto, que minha mão se moveu quase por vontade própria e acariciou as panturrilhas da sua perna esquerda.
Ela me deu um chute rápido no pulso, discreto mas eficaz, e me lançou um olhar de advertência. Da posição dele, meu pai não podia nos ver a menos que virasse a cabeça, e ele não viraria a menos que ouvisse algo fora do normal. Tentei de novo, desta vez começando pelo peito do pé, subindo até o tornozelo devagar e roçando com o polegar a sola do pé. Isso provocou cócegas nela, ela apertou os dedinhos e dobrou ainda mais a perna para se livrar da minha carícia, mas dessa vez não me chutou nem olhou, fingindo ver a série como se nada tivesse acontecido.
A situação estava me excitando tanto que minha ereção já era muito evidente sob o pijama. Sabia que, com meu pai no quarto, não poderia ir muito mais longe, então me desculpei, dizendo que estava cansado, e me retirei para meus aposentos. Assim que me deitei na minha cama, tirei a roupa da cintura para baixo, disposto a me aliviar imediatamente com a sensação recente daquela pele sedosa entre meus dedos, mas ao me deitar vi na mesinha de cabeceira meu celular (com câmera embutida), e me veio uma ideia de um jogo que poderia tornar memorável aquela noite banal de segunda-feira.
Sabia que minha mãe sempre levava seu celular, muito parecido com o meu, no bolso do seu roupão. Ela não falava muito, mas o usava quase todas as noites para bater papo com minhas tias, que moravam fora da cidade, ou com algumas de suas amigas mais íntimas, então pro papai não seria estranho se ela recebesse mensagens naquela hora. Sem hesitar, tirei uma foto do meu pau imponente e enviei para ela.
Ela demorou alguns minutos para responder, e eu teria pago qualquer quantia para ver a cara dela ao receber a foto, com meu pai a meio metro de distância. "Não faça bobagem", dizia sua mensagem. Não deixava claro se ela estava irritada, muito irritada, ou se achou um pouco engraçado. Respondi o seguinte: "Manda sua 1 foto, por favor".
Não sabia o que esperar, e meu coração acelerou. quando, alguns minutos depois, recebi uma mensagem. Na foto só dava pra ver a tela da TV, onde um legista de óculos olhava por um microscópio. “Mto engraçado, mami”, respondi, “Manda 1 foto das suas pernas, por favor”. “Que chato você tá, pra que quer?”, ela escreveu depois. “Quero me tocar vendo elas, olha como eu fico”, acompanhei essa mensagem com outra foto do meu pau, dessa vez segurando ele com a mão, mostrando veias inchadas ao longo do tronco e uma cabecinha coroada por uma gota brilhante de lubrificante natural.
Os minutos passaram, e a resposta não veio. Pensei que insistir poderia irritá-la, e deixei o celular de novo na mesinha, me resignando a me consolar com a imagem mental da minha musa, quando a porta do meu quarto se abriu devagar e ela entrou em pessoa. Ao ver minha cara de alegria, botou um dedo nos lábios e me olhou com severidade.
— Seu pai dormiu na poltrona — sussurrou —, então não faz barulho e deixa as mãos quietas, hein?
Em vez de sentar na beirada da minha cama, como de costume, se acomodou numa cadeira, perto de mim mas fora do alcance dos meus dedos ávidos. Ela estava séria, mas não parecia brava, e me pareceu vislumbrar um traço de sorriso no canto dos lábios dela.
— Mas o que que deu em você hoje com as minhas pernas, hein? Olha só como você fica chato, e com seu pai ali na frente...
— É que elas são lindas, mami. Sempre adorei elas.
— Bah, não exagera também.
Estávamos no escuro, e na luz fraca da lua que entrava pelas cortinas não deu pra ver se meus elogios a deixavam corada. Enquanto conversávamos, caso vocês tenham esquecido, eu estava pelado da cintura pra baixo, e minha ereção mal tinha perdido força. Cada vez que a mãe dava uma olhadinha furtiva na minha virilha da cadeira, o sangue corria mais forte pra aquela região. Me levantei e peguei a câmera digital da minha mochila. Já tinha copiado todas as fotos no meu computador e limpado o cartão de memória, então não havia perigo de ela ver algo inapropriado.
— Me deixa tirar umas fotos suas, por favor — falei, no tom de coitadinho que eu usava desde pequeno quando queria convencê-la de algo.
— Das pernas?
— Do corpo inteiro. Tira o roupão, vai. — Antes que ela pudesse responder, me ajoelhei na frente dela com a câmera nas mãos, olhando para ela maravilhado —. Você devia ter sido modelo.
— Ah, para! As modelos são altas e magras — disse ela, sem conseguir esconder um brilho leve de satisfação nos olhos. Fez o gesto de fechar o roupão, mesmo já estando bem fechado, e cruzou os braços sobre o peito.
— Eu não tô falando das anoréxicas das passarelas, ou daquelas putas dos filmes pornô com tatuagens e piercings. — "Ou como a Lucinda", pensei —. Tô falando das que aparecem nos quadros dos pintores, mulheres de verdade, com carne como Deus manda.
Meus elogios pareceram agradá-la, e ela sorriu abertamente, virando a cabeça como se tivesse vergonha de olhar para a câmera. Depois me olhou nos olhos e ficou séria de novo.
— Mas você não vai pensar em colocar na internet, né?
— Não fala bobagem. Como é que eu vou colocar fotos da minha mãe na internet pra qualquer tarado bater uma?
— Ai, não fala essas coisas!
— Juro que ninguém vai ver. Tira o roupão, vai, só um momento.
Depois de alguns segundos eternos de dúvida, ela desamarrou o cinto devagar e abriu o roupão. Jogou-o para trás, deixando cair no encosto da cadeira. Ficou sentada com os joelhos juntos, as pontas dos pés apoiadas no chão e as mãos nas coxas, olhando para frente com a coluna reta. Como eu tinha imaginado, só estava usando a roupa íntima por baixo, um conjunto branco com rendas simples. Respirei fundo, levantei a câmera e comecei a fotografar.
— Levanta os braços. Ah, por favor, levanta eles... Assim, muito bom. Você tá linda.
Sem me levantar do chão, me movi ao redor dela, com o pau balançando duro e lá embaixo, tão dura que já começava a doer. Mesmo com a iluminação fraca, as fotos estavam magníficas, verdadeiras obras de arte graças às lindas formas do corpo dela.
—Cruza as pernas. Assim, levanta um pouco.
Ela obedeceu sem reclamar, e ao esticar a perna cruzada quase tocou meu peito com o pé. Com a memória da câmera cheia de fotos e os ovos cheios de porra, não aguentei mais e segurei sua perna com suavidade, inclinei-me para frente e comecei a beijar seu peito do pé, subindo bem devagar até o calcanhar, o tornozelo...
—Ulisses, por favor... seu pai... —ela reclamou, num sussurro fraco.
—Calma, ele tá dormindo e não vai vir...
Ela baixou a perna, e o pé ficou na altura da minha virilha, roçando o pau, e não resisti ao impulso de esfregá-lo contra a pele lisa. Como se lesse meus pensamentos, mamãe esticou a outra perna e começou a fazer algo que, apesar de todas as minhas experiências com mulheres de todo tipo, nunca tinham feito comigo. Ela prendeu meu membro entre os pés e os moveu lentamente para cima e para baixo, me masturbando com ainda mais delicadeza do que quando usava as mãos.
Deixei ela fazer por alguns minutos, acariciando suas panturrilhas e coxas até onde meus braços alcançavam, observando seu corpo tenso na cadeira, os seios grandes que subiam e desciam no ritmo da respiração e o rosto corado, com uma expressão concentrada e inquieta. Segurei seus tornozelos e comecei a mover os quadris no mesmo ritmo, cada vez mais rápido. Para uma mulher que passava quase o dia inteiro em pé ou andando, ela tinha as solas dos pés macias como seda. Apertei um contra o outro, comprimindo meu pau entre eles, e depois de várias sacudidas enérgicas, gozei, apertando os dentes para reprimir um grito de êxtase.
Como se tivesse acabado de sair de um transe, minha mãe se levantou de um salto, levando as mãos à cabeça enquanto olhava para os pés, cobertos com grossas poças de sêmen e chorrões que chegavam até os joelhos.
—Olha como você me deixou!
—Des... desculpa, gata.
—E agora com o que eu me limpo? —perguntou, olhando quase em pânico para a porta do quarto.
—Calma, tenho lenços umedecidos na...
Naquele momento ficamos paralisados no lugar. Ouvimos o inconfundível rangido da poltrona, sinal de que meu pai tinha se levantado. Não sabíamos se ele ia ao banheiro, à cozinha comer algo ou para a cama. De qualquer forma, ele não veria minha mãe no sofá, e talvez a procurasse pela casa. Na maior velocidade, peguei os lenços umedecidos da gaveta e comecei a limpar, com movimentos frenéticos, a porra grudenta na pele da minha mãe.
—Para, deixa comigo!
—Espera... já tá.
Ela vestiu o roupão com um movimento rápido, espiou o corredor escuro e foi embora, fechando a porta atrás de si sem fazer barulho. Eu fiquei deitado no chão, exausto e quase tendo um treco. O medo de ser descoberto, reavivado pelo que tinha acabado de acontecer, talvez jogasse contra mim nas minhas próximas tentativas de me aproximar dela, mas o fato de ela ter me deixado fotografá-la, e acariciá-la enquanto me masturbava, pela primeira vez, significava que ela estava começando a baixar a guarda.
Deitei na cama com a câmera e fiquei vendo as fotos dela até adormecer; as melhores que eu tinha tirado o dia todo.
Continua...
Chegou a noite de segunda, o fim do meu dia livre. Enquanto jantávamos na mesa da sala, eu mal conseguia disfarçar a raiva que sentia do meu pai depois do que tinha visto (e fotografado) na pensão La Becerra. Quase não falei à mesa, e quando falavam comigo, respondia com monossílabos.
— Tem algo errado, filho? — minha mãe perguntou, com sua doçura habitual.
Depois do que tinha acontecido na cozinha ao meio-dia, quando ela teve aquele surto estranho e engoliu meu sêmen como quem comunga numa igreja, a atitude dela comigo parecia normal, pelo menos na frente do papai.
— Estou com uma leve dor de cabeça. Não é nada — respondi.
Quase fiquei doente de verdade quando meu pai começou a explicar o motivo de ter feito horas extras na fábrica de embutidos onde trabalhava, mentindo com uma habilidade admirável. Segundo ele, uma das máquinas de moer carne tinha quebrado e levou horas para consertarem. Não perco o apetite fácil, mas enquanto ouvia, o delicioso jantar feito pela minha mãe começou a ficar entalado na minha garganta, quase tanto quanto meu pau tinha ficado entalado na garganta da Lucinda no bosque do cemitério. Lembrando da caixa, não resisti a um comentário maldoso, ansioso para ver a reação do meu pai.
— Essa tarde encontrei a Lucinda no centro — falei, como se nada.
— E daí? Não convidou ela pra tomar alguma coisa? — perguntou meu pai, com um olhar malicioso e sem nenhum sinal de nervosismo. Definitivamente, ele tinha sangue frio.
— Não, na verdade ela não é meu tipo. Como a mamãe diz, o que eu preciso é de uma boa garota espanhola e cristã.
O sorriso sincero que minha mãe me deu quando terminei de falar compensou todos os dissabores daquele longo dia. Fiquei feliz por ter castigado a morena em nome dela, e Decidi que tinha que punir também o adúltero do meu pai, sem que ela soubesse, claro, para evitar sofrimento desnecessário. Precisaria pensar em algo, mas naquela noite decidi deixar minha raiva de lado e agir como se nada tivesse acontecido. Já tinha muita coisa na cabeça e não queria esquentar a cuca mais do que o necessário.
Depois do jantar, nós três nos sentamos para ver uma daquelas séries americanas sobre legistas e psicopatas. Nós três gostávamos, e sempre que eu estava em casa costumávamos assistir juntos. Papai estava na sua poltrona, virado para a televisão, seus dois metros de corpulência acomodados numa posição confortável que geralmente o levava aos braços de Morfeu antes do primeiro episódio terminar. Atrás dele, no sofá largo, mamãe estava recostada numa ponta e eu sentado perto. Muito perto para conseguir me concentrar na série.
Ela estava usando seu roupão, mas o camisão de dormir não aparecia por baixo. Devia estar com outro dos seus camisões mais curtos ou talvez só com a roupa de baixo. A ideia de que ela podia estar quase nua sob o tecido violeta do seu roupão acolchoado me excitou tanto que os contornos grossos do meu pau começaram a desenhar-se contra a perna do meu pijama.
As luzes estavam apagadas, e o brilho azulado da televisão dava à sua pele uma textura marfim, quase irreal. Olhei seu perfil, acentuado pelo coque que prendia seus cabelos loiros, os olhos claros concentrados na tela e as bochechas como pêssegos maduros, o narizinho arrebitado de menininha e os lábios rosados que ela umedecia com a língua de vez em quando. Ela tinha as pernas dobradas no sofá, o roupão só cobria até os joelhos e estava descalça. Não sou fetiche por pés, mas sempre adorei os dela, pequenos e imaculados, como se nunca tivessem tocado a imundície deste mundo. E suas panturrilhas, maciças e roliças, simplesmente me deixavam louco. Tanto, que minha mão se moveu quase por vontade própria e acariciou as panturrilhas da sua perna esquerda.
Ela me deu um chute rápido no pulso, discreto mas eficaz, e me lançou um olhar de advertência. Da posição dele, meu pai não podia nos ver a menos que virasse a cabeça, e ele não viraria a menos que ouvisse algo fora do normal. Tentei de novo, desta vez começando pelo peito do pé, subindo até o tornozelo devagar e roçando com o polegar a sola do pé. Isso provocou cócegas nela, ela apertou os dedinhos e dobrou ainda mais a perna para se livrar da minha carícia, mas dessa vez não me chutou nem olhou, fingindo ver a série como se nada tivesse acontecido.
A situação estava me excitando tanto que minha ereção já era muito evidente sob o pijama. Sabia que, com meu pai no quarto, não poderia ir muito mais longe, então me desculpei, dizendo que estava cansado, e me retirei para meus aposentos. Assim que me deitei na minha cama, tirei a roupa da cintura para baixo, disposto a me aliviar imediatamente com a sensação recente daquela pele sedosa entre meus dedos, mas ao me deitar vi na mesinha de cabeceira meu celular (com câmera embutida), e me veio uma ideia de um jogo que poderia tornar memorável aquela noite banal de segunda-feira.
Sabia que minha mãe sempre levava seu celular, muito parecido com o meu, no bolso do seu roupão. Ela não falava muito, mas o usava quase todas as noites para bater papo com minhas tias, que moravam fora da cidade, ou com algumas de suas amigas mais íntimas, então pro papai não seria estranho se ela recebesse mensagens naquela hora. Sem hesitar, tirei uma foto do meu pau imponente e enviei para ela.
Ela demorou alguns minutos para responder, e eu teria pago qualquer quantia para ver a cara dela ao receber a foto, com meu pai a meio metro de distância. "Não faça bobagem", dizia sua mensagem. Não deixava claro se ela estava irritada, muito irritada, ou se achou um pouco engraçado. Respondi o seguinte: "Manda sua 1 foto, por favor".
Não sabia o que esperar, e meu coração acelerou. quando, alguns minutos depois, recebi uma mensagem. Na foto só dava pra ver a tela da TV, onde um legista de óculos olhava por um microscópio. “Mto engraçado, mami”, respondi, “Manda 1 foto das suas pernas, por favor”. “Que chato você tá, pra que quer?”, ela escreveu depois. “Quero me tocar vendo elas, olha como eu fico”, acompanhei essa mensagem com outra foto do meu pau, dessa vez segurando ele com a mão, mostrando veias inchadas ao longo do tronco e uma cabecinha coroada por uma gota brilhante de lubrificante natural.
Os minutos passaram, e a resposta não veio. Pensei que insistir poderia irritá-la, e deixei o celular de novo na mesinha, me resignando a me consolar com a imagem mental da minha musa, quando a porta do meu quarto se abriu devagar e ela entrou em pessoa. Ao ver minha cara de alegria, botou um dedo nos lábios e me olhou com severidade.
— Seu pai dormiu na poltrona — sussurrou —, então não faz barulho e deixa as mãos quietas, hein?
Em vez de sentar na beirada da minha cama, como de costume, se acomodou numa cadeira, perto de mim mas fora do alcance dos meus dedos ávidos. Ela estava séria, mas não parecia brava, e me pareceu vislumbrar um traço de sorriso no canto dos lábios dela.
— Mas o que que deu em você hoje com as minhas pernas, hein? Olha só como você fica chato, e com seu pai ali na frente...
— É que elas são lindas, mami. Sempre adorei elas.
— Bah, não exagera também.
Estávamos no escuro, e na luz fraca da lua que entrava pelas cortinas não deu pra ver se meus elogios a deixavam corada. Enquanto conversávamos, caso vocês tenham esquecido, eu estava pelado da cintura pra baixo, e minha ereção mal tinha perdido força. Cada vez que a mãe dava uma olhadinha furtiva na minha virilha da cadeira, o sangue corria mais forte pra aquela região. Me levantei e peguei a câmera digital da minha mochila. Já tinha copiado todas as fotos no meu computador e limpado o cartão de memória, então não havia perigo de ela ver algo inapropriado.
— Me deixa tirar umas fotos suas, por favor — falei, no tom de coitadinho que eu usava desde pequeno quando queria convencê-la de algo.
— Das pernas?
— Do corpo inteiro. Tira o roupão, vai. — Antes que ela pudesse responder, me ajoelhei na frente dela com a câmera nas mãos, olhando para ela maravilhado —. Você devia ter sido modelo.
— Ah, para! As modelos são altas e magras — disse ela, sem conseguir esconder um brilho leve de satisfação nos olhos. Fez o gesto de fechar o roupão, mesmo já estando bem fechado, e cruzou os braços sobre o peito.
— Eu não tô falando das anoréxicas das passarelas, ou daquelas putas dos filmes pornô com tatuagens e piercings. — "Ou como a Lucinda", pensei —. Tô falando das que aparecem nos quadros dos pintores, mulheres de verdade, com carne como Deus manda.
Meus elogios pareceram agradá-la, e ela sorriu abertamente, virando a cabeça como se tivesse vergonha de olhar para a câmera. Depois me olhou nos olhos e ficou séria de novo.
— Mas você não vai pensar em colocar na internet, né?
— Não fala bobagem. Como é que eu vou colocar fotos da minha mãe na internet pra qualquer tarado bater uma?
— Ai, não fala essas coisas!
— Juro que ninguém vai ver. Tira o roupão, vai, só um momento.
Depois de alguns segundos eternos de dúvida, ela desamarrou o cinto devagar e abriu o roupão. Jogou-o para trás, deixando cair no encosto da cadeira. Ficou sentada com os joelhos juntos, as pontas dos pés apoiadas no chão e as mãos nas coxas, olhando para frente com a coluna reta. Como eu tinha imaginado, só estava usando a roupa íntima por baixo, um conjunto branco com rendas simples. Respirei fundo, levantei a câmera e comecei a fotografar.
— Levanta os braços. Ah, por favor, levanta eles... Assim, muito bom. Você tá linda.
Sem me levantar do chão, me movi ao redor dela, com o pau balançando duro e lá embaixo, tão dura que já começava a doer. Mesmo com a iluminação fraca, as fotos estavam magníficas, verdadeiras obras de arte graças às lindas formas do corpo dela.
—Cruza as pernas. Assim, levanta um pouco.
Ela obedeceu sem reclamar, e ao esticar a perna cruzada quase tocou meu peito com o pé. Com a memória da câmera cheia de fotos e os ovos cheios de porra, não aguentei mais e segurei sua perna com suavidade, inclinei-me para frente e comecei a beijar seu peito do pé, subindo bem devagar até o calcanhar, o tornozelo...
—Ulisses, por favor... seu pai... —ela reclamou, num sussurro fraco.
—Calma, ele tá dormindo e não vai vir...
Ela baixou a perna, e o pé ficou na altura da minha virilha, roçando o pau, e não resisti ao impulso de esfregá-lo contra a pele lisa. Como se lesse meus pensamentos, mamãe esticou a outra perna e começou a fazer algo que, apesar de todas as minhas experiências com mulheres de todo tipo, nunca tinham feito comigo. Ela prendeu meu membro entre os pés e os moveu lentamente para cima e para baixo, me masturbando com ainda mais delicadeza do que quando usava as mãos.
Deixei ela fazer por alguns minutos, acariciando suas panturrilhas e coxas até onde meus braços alcançavam, observando seu corpo tenso na cadeira, os seios grandes que subiam e desciam no ritmo da respiração e o rosto corado, com uma expressão concentrada e inquieta. Segurei seus tornozelos e comecei a mover os quadris no mesmo ritmo, cada vez mais rápido. Para uma mulher que passava quase o dia inteiro em pé ou andando, ela tinha as solas dos pés macias como seda. Apertei um contra o outro, comprimindo meu pau entre eles, e depois de várias sacudidas enérgicas, gozei, apertando os dentes para reprimir um grito de êxtase.
Como se tivesse acabado de sair de um transe, minha mãe se levantou de um salto, levando as mãos à cabeça enquanto olhava para os pés, cobertos com grossas poças de sêmen e chorrões que chegavam até os joelhos.
—Olha como você me deixou!
—Des... desculpa, gata.
—E agora com o que eu me limpo? —perguntou, olhando quase em pânico para a porta do quarto.
—Calma, tenho lenços umedecidos na...
Naquele momento ficamos paralisados no lugar. Ouvimos o inconfundível rangido da poltrona, sinal de que meu pai tinha se levantado. Não sabíamos se ele ia ao banheiro, à cozinha comer algo ou para a cama. De qualquer forma, ele não veria minha mãe no sofá, e talvez a procurasse pela casa. Na maior velocidade, peguei os lenços umedecidos da gaveta e comecei a limpar, com movimentos frenéticos, a porra grudenta na pele da minha mãe.
—Para, deixa comigo!
—Espera... já tá.
Ela vestiu o roupão com um movimento rápido, espiou o corredor escuro e foi embora, fechando a porta atrás de si sem fazer barulho. Eu fiquei deitado no chão, exausto e quase tendo um treco. O medo de ser descoberto, reavivado pelo que tinha acabado de acontecer, talvez jogasse contra mim nas minhas próximas tentativas de me aproximar dela, mas o fato de ela ter me deixado fotografá-la, e acariciá-la enquanto me masturbava, pela primeira vez, significava que ela estava começando a baixar a guarda.
Deitei na cama com a câmera e fiquei vendo as fotos dela até adormecer; as melhores que eu tinha tirado o dia todo.
Continua...
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