Lembro bem que tava um frio do caralho naquela noite. Só faltava um dia, no outro a gente voltava pra casa.
Aí eu tava pensando que ia mandar uma punheta braba vendo o filme. Não sabia se gozava ou dormia daquele jeito.
Aí decidi dormir, quando de repente, abrem a porta. Minha tia entra e fala:
— Ei, Dami, é... sei lá, como te dizer... bom, eu fui mal, deu pra ver que você não ficou à vontade.
Sinceramente, é uma coisa que todo mundo faz, e também, não te fiz fazer nada de outro mundo nem te forcei, não quero que se sinta mal.
— Nada, tia, a parada é que me senti mó estranho, viu? O filme, não tenho problema em bater uma vendo um filme na sua frente, mas não sou de ferro, saca?
Fica tranquila, não me senti desconfortável nada. Até fui pra você terminar sossegada.
(Ela me dá um beijo na testa e fala:)
— Valeu por me entender, sou uma gostosa sozinha e, sei lá, foi legal pra caralho, hahaha.
Ela foi pra cama.
Eu me matando por dentro. Que otário que eu era, não falei nada. Na hora era só falar pra foder ela até não aguentar mais.
Eram 2 da manhã, quando de repente cai a luz. Ela lia na cama até as 4 sempre.
E escuto um grito, baixinho.
Levanto e falo:
— O que foi, tia?
— Caiu a luz, tô com medo.
— Ah, me poupa.
— Não posso ter medo, seu otário?
— Hahaha, sim, sua burra. Quer que eu fique aqui até a luz voltar?
— Você vai morrer de frio, deixa, não precisa (ouve um galho batendo no telhado com o vento).
Aaaah, seu idiota, tô com medoooo.
— Deixa, tia, me faz um espaço que vou deitar.
Meu deus, por que eu falei isso?
Ela tava de camisola, daquelas tipo anágua, sei lá.
Mas tava de peitos de fora e de calcinha com uma coisinha transparente, mó tesão.
— Ééé, sua burra, não dá pra dormir de calça, vou tirar, juro.
— Tá, já que tá tudo escuro.
Fiquei de cueca, enquanto ela contava que tava mais calma e que ia conseguir dormir, e que se eu quisesse, quando a luz voltasse... Me deitei na minha cama
eu tava na beira da cama, quase sem encostar nela, tava puto de tesão.
e do nada, ela dormiu (pelo menos foi o que eu pensei) e em questão de minutos, começou a encostar a bunda na minha pica, imagina, eu tava pensando em cachorro, velha, copo, prato, a idiota da Utilissima, qualquer coisa pra não subir a pica.
esquece, subiu entre os dois peitos da bunda da minha tia e eu quase morrendo.
nunca, mas nunca uma bunda tão redondinha, macia, linda, durinha.
– hmm, acho que você tem um problema, hein!
nada, não consegui falar nada, uma gota de suor escorrendo na minha testa.
ela começou a esfregar gostoso na pica. virou e tirou ela.
começou a me bater uma punheta e me beijava, eu morto, sem saber onde tava.
ela entrou debaixo dos lençóis e me deu uma chupada divina. até o fundo, tocando as bolas com a língua. eu tava morrendo.
nisso, eu já tava com a pica boa, bom, digamos que com 18 você tem que ter ela grande, e aí virei ela de uma vez, puxei a calcinha fio dental e comecei a meter na buceta.
ela adorava, me agarrava a cabeça, o cabelo, tava ficando louca.
subiu na minha pica e pulava como se não houvesse amanhã.
rebolava, se mexia, subia até a ponta e descia igual uma louca.
tava quase me matando.
aí eu parei e aproveitei pra chupar ela, porque senão eu gozava na hora e ia parecer um otário.
quando desci, pelo amor de deus... rosadinha, lábios carnudos, sem um pelo, macia. comi ela toda, e me fiz de besta e chupei até o cu dela.
quando senti que ela gozou uma ou duas vezes, subi e meti de novo.
– me avisa quando você gozar.
ela gritava o tempo todo.
– não se preocupa, se você não quer que eu goze dentro, não vou fazer isso.
– dentro? goza na minha boca.
prontoooo, já tava em queda livre.
tirei. coloquei na boca dela, ela não chupou nem duas vezes e eu joguei tudo dentro. dava pra ouvir. como ela engolia com os lábios apertados na pica.
o que em mim nunca mais desceu, ficou dura feito um cacete, e de repente ela pega na minha cabeça e coloca (ela de quatro) no meio da bunda e fala.
– chupa porque senão não te dou
bom, me digam se querem que eu continue com a última parte
Aí eu tava pensando que ia mandar uma punheta braba vendo o filme. Não sabia se gozava ou dormia daquele jeito.
Aí decidi dormir, quando de repente, abrem a porta. Minha tia entra e fala:
— Ei, Dami, é... sei lá, como te dizer... bom, eu fui mal, deu pra ver que você não ficou à vontade.
Sinceramente, é uma coisa que todo mundo faz, e também, não te fiz fazer nada de outro mundo nem te forcei, não quero que se sinta mal.
— Nada, tia, a parada é que me senti mó estranho, viu? O filme, não tenho problema em bater uma vendo um filme na sua frente, mas não sou de ferro, saca?
Fica tranquila, não me senti desconfortável nada. Até fui pra você terminar sossegada.
(Ela me dá um beijo na testa e fala:)
— Valeu por me entender, sou uma gostosa sozinha e, sei lá, foi legal pra caralho, hahaha.
Ela foi pra cama.
Eu me matando por dentro. Que otário que eu era, não falei nada. Na hora era só falar pra foder ela até não aguentar mais.
Eram 2 da manhã, quando de repente cai a luz. Ela lia na cama até as 4 sempre.
E escuto um grito, baixinho.
Levanto e falo:
— O que foi, tia?
— Caiu a luz, tô com medo.
— Ah, me poupa.
— Não posso ter medo, seu otário?
— Hahaha, sim, sua burra. Quer que eu fique aqui até a luz voltar?
— Você vai morrer de frio, deixa, não precisa (ouve um galho batendo no telhado com o vento).
Aaaah, seu idiota, tô com medoooo.
— Deixa, tia, me faz um espaço que vou deitar.
Meu deus, por que eu falei isso?
Ela tava de camisola, daquelas tipo anágua, sei lá.
Mas tava de peitos de fora e de calcinha com uma coisinha transparente, mó tesão.
— Ééé, sua burra, não dá pra dormir de calça, vou tirar, juro.
— Tá, já que tá tudo escuro.
Fiquei de cueca, enquanto ela contava que tava mais calma e que ia conseguir dormir, e que se eu quisesse, quando a luz voltasse... Me deitei na minha cama
eu tava na beira da cama, quase sem encostar nela, tava puto de tesão.
e do nada, ela dormiu (pelo menos foi o que eu pensei) e em questão de minutos, começou a encostar a bunda na minha pica, imagina, eu tava pensando em cachorro, velha, copo, prato, a idiota da Utilissima, qualquer coisa pra não subir a pica.
esquece, subiu entre os dois peitos da bunda da minha tia e eu quase morrendo.
nunca, mas nunca uma bunda tão redondinha, macia, linda, durinha.
– hmm, acho que você tem um problema, hein!
nada, não consegui falar nada, uma gota de suor escorrendo na minha testa.
ela começou a esfregar gostoso na pica. virou e tirou ela.
começou a me bater uma punheta e me beijava, eu morto, sem saber onde tava.
ela entrou debaixo dos lençóis e me deu uma chupada divina. até o fundo, tocando as bolas com a língua. eu tava morrendo.
nisso, eu já tava com a pica boa, bom, digamos que com 18 você tem que ter ela grande, e aí virei ela de uma vez, puxei a calcinha fio dental e comecei a meter na buceta.
ela adorava, me agarrava a cabeça, o cabelo, tava ficando louca.
subiu na minha pica e pulava como se não houvesse amanhã.
rebolava, se mexia, subia até a ponta e descia igual uma louca.
tava quase me matando.
aí eu parei e aproveitei pra chupar ela, porque senão eu gozava na hora e ia parecer um otário.
quando desci, pelo amor de deus... rosadinha, lábios carnudos, sem um pelo, macia. comi ela toda, e me fiz de besta e chupei até o cu dela.
quando senti que ela gozou uma ou duas vezes, subi e meti de novo.
– me avisa quando você gozar.
ela gritava o tempo todo.
– não se preocupa, se você não quer que eu goze dentro, não vou fazer isso.
– dentro? goza na minha boca.
prontoooo, já tava em queda livre.
tirei. coloquei na boca dela, ela não chupou nem duas vezes e eu joguei tudo dentro. dava pra ouvir. como ela engolia com os lábios apertados na pica.
o que em mim nunca mais desceu, ficou dura feito um cacete, e de repente ela pega na minha cabeça e coloca (ela de quatro) no meio da bunda e fala.
– chupa porque senão não te dou
bom, me digam se querem que eu continue com a última parte
7 comentários - Comi minha tia - Parte III