55 años de pura pasión

A senhora Teresa

Na família da minha esposa, organizaram uma viagem surpresa pra praia, aproveitando uma semana de férias que o marido da prima dela tinha e uma casa que ofereceram pra eles. Minha esposa tinha uma semana de férias pendente e, como as crianças estavam de férias de inverno, eles partiram viagem pro litoral.

Eu, por causa do trabalho, não pude acompanhar, fiquei sozinho aquela semana, curtindo a solidão e a paz de casa, combinando que no fim de semana eu iria me encontrar com eles.

No mesmo dia em que eles foram, recebo uma ligação da prima da minha esposa, me pedindo pra, por favor, passar na casa dela e enviar por encomenda uma televisão pequena que tinha ficado pra trás e uma jaqueta do filho mais velho dela, que também tinha esquecido. Falei que não tinha problema e que, saindo do trabalho, passaria na casa dela, onde a mãe dela, que morava com eles, deixaria pronto o pacote que eu precisava enviar.

Ao sair do trabalho, passei na casa da prima e a mãe dela, a senhora Teresa, muito educadamente me convidou pra entrar. Já tinha convivido várias vezes com essa senhora e sempre tivemos muita coisa em comum. Aos 55 anos, viúva há muito tempo, era uma mulher totalmente independente, tinha uma loja de roupas, situação financeira boa e, pra ajudar a filha e não ficar sozinha, dividia a casa com a filha, o genro e os netos.

Perguntei por que ela não tinha ido com eles e ela disse que, primeiro, por causa da loja e, segundo, porque ficar sozinha era como umas férias pra ela, longe da gritaria dos netos e tal. Conversamos um tempão, ela até me convidou pra tomar um chá com ela e, como a conversa tava muito boa e nenhum dos dois tinha nada pra fazer, o tempo passou nessa prosa agradável, onde tocamos em vários assuntos da família. Depois de um tempo, ela pegou um licor que tinha guardado e, enquanto fumávamos (nós dois fumávamos pra caramba), conversávamos sobre nossas vidas, até que começamos a falar de minha mulher, a sobrinha dela.
Minha mulher tinha um temperamento bem complicado e com ela, que também era de pavio curto, sempre tinham problemas. Uma coisa levou à outra e, sem perceber, acabei falando até de como era meu relacionamento com a sobrinha dela.
Infelizmente, minha mulher era meio relaxada na parte sexual e isso, com o tempo, tinha nos trazido muitas brigas. Ela me ouvia e comentava sobre o assunto, e lembrou que com o marido dela também tinha tido esse tipo de problema, mas ao contrário, já que ela era quem procurava e ele não a satisfazia por completo. Continuamos nesse papo, falando que por esse motivo rolavam muitas traições, por uma questão puramente de satisfação, sem envolver sentimentos.
Ela dizia que nesse aspecto, pro homem era mais fácil ser infiel, que a gente tinha mais oportunidades e que, no fim, ainda tinha a opção de pagar por sexo, enquanto pra mulher era bem mais difícil. Baseado nisso, me atrevi a perguntar se ela já tinha traído o marido dela e ela admitiu que sim. Quando ela me fez a mesma pergunta, sobre a sobrinha dela, eu ri e falei que ela não era a pessoa mais adequada pra ouvir sobre uma possível traição, já que era tia da minha esposa.
Mas, com o tempo, pela confiança que eu tinha nela, e sabendo perfeitamente que ela nunca contaria pra ninguém, pela personalidade e jeito dela, me atrevi a confessar que sim, mas que era só por prazer físico.
Preciso confessar, queridos leitores, que na real minha fidelidade é bem questionável, porque por um lado eu sou extremamente tarado e por outro não deixava passar nenhuma oportunidade, além de ter a filosofia de que toda mulher tem algo atraente. Isso mesmo me fez pensar e olhar com outros olhos pra tia da minha esposa. Aos 55 anos, dona Teresa não era uma gostosona, obviamente. Era de altura média, cabelo curto tingido, usava óculos, corpulenta, um pouco acima do peso, mas por isso mesmo tinha umas boas Peitões enormes, que mais de uma vez já tinham me chamado a atenção. Naquela noite ela estava de calça e um suéter folgado, nada sensual, mas que ainda assim deixava ver o tamanho bom dos peitos dela. Além disso, não sei se era impressão minha, mas de qualquer forma eu notava algum tipo de interesse da mulher madura por mim.

Tentando manter o assunto, perguntei se depois do marido ela tinha ficado com mais alguém, se não ficava entediada sozinha e, descaradamente, há quanto tempo estava sem transar. Aí ela, sem nenhuma vergonha ao ouvir aquela pergunta, me disse que fazia uns 6 anos que não ficava com ninguém, e também brincou falando que "não perdia as esperanças".

Percebi que a dona Teresa se preocupava muito em manter meu copo sempre cheio e notei que ela já mostrava um interesse notável, digamos, sexual em mim. Mas eu tinha um pouco de vergonha de tomar a iniciativa, já que ela era parente, e continuamos falando de sexo, fumando e bebendo até servirmos os dois últimos copos, esvaziando a garrafa.

Bom, já que a bebida acabou e a senhora deve estar cansada, acho melhor eu ir embora.

Por mim não precisa se preocupar, sempre durmo tarde, e se for por causa da bebida, tenho outra garrafa aqui, ha ha ha.

Olha só... que safada... mas é melhor não... imagina, falando tanto de sexo, mais outra garrafa, acho que a senhora correria perigo.

Não acho que tenho tanta sorte assim de você fazer alguma coisa comigo, ha ha ha.

Ô! Não se iluda... olha que se não fosse a tia da minha esposa... mmmm.

E por que sua esposa precisaria saber de alguma coisa?

Bom... (levantando da mesa e ficando de pé ao lado dela, tentando que ela reparasse no volume que tinha se formado dentro da minha calça), é melhor eu ir, porque o álcool e a conversa estão fazendo efeito em mim.

Você ficou com medo de mim.

Eu... não, de jeito nenhum.

Prova.

A senhora quer que eu prove? Ou quer que eu "mostre"?

Ha. Já já... Não acredito que você é capaz disso.

Ah, não?
Bem... você pediu... (e comecei a abaixar o zíper da calça, mas só de brincadeira, depois levantei de novo)

Viu que não era capaz?

Não me desafie, dona Teresa...

Te desafio a fazer isso... você é só conversa.

Ok... você pediu... (e sem mais delongas, abaixei o zíper e tirei toda a minha masculinidade diante dos olhos da tia)

Valha-me, Virgem Santíssima!...

Não acreditava em mim?

Desculpa, sobrinho... mas...

A tia, ainda sentada, se aproxima do meu pau e o coloca na boca, chupando devagar. Com muita arte e maestria, a tia se deliciava com meu pau na boca, soltando pequenos gemidos de satisfação ao ter a boca cheia de carne.

Ahhh, que gostoso que é...

Fica tranquilo, que isso vai ficar só entre nós dois...

Já fazia um tempo que eu tava com vontade.

Eu também... que coisinha gostosa você tem, meu rei...

Dona Teresa não perdia nem um segundo chupando meu pau, enfiando até a garganta, deixando ele todo molhado, brincando com ele, beijando devagar a ponta, e depois, com a boca bem aberta, enfiando até o fundo. A mão dela brincava com minhas bolas, apertando de leve, enquanto com a outra mão ela se tocava entre as pernas, soltando sons de quem tava adorando o que tava comendo.

Tirei o suéter dela e aproveitei para pegar nos peitões dela, que estavam apertados dentro de uma blusa de velha. Ela realmente tinha uns peitos grandes e deliciosos. Ela mesma começou a desabotoar a blusa, mas sem parar de me chupar. O sutiã dela era grande, cor da pele, e, mesmo bem apertado, cedeu fácil quando coloquei um peito pra fora, pra admirar e apalpar à vontade. Quando tirei, aquela enorme massa de carne caiu pelo próprio peso, mostrando um mamilão duro e preto. Dona Teresa realmente tinha uns peitões. Me distraí pegando neles enquanto curtia a mamada foda que ela tava me dando.

Já entregues completamente ao instinto. animal, fiz ela se levantar e, me abaixando até o peito dela descoberto, levei à minha boca, chupando com força o mamilo preto dela, arrancando uns gemidos enormes de prazer. A única coisa que eu ouvia era ela pedindo pra eu não parar, e eu, obedecendo, me deliciei com aquele pedaço de carne na boca, chupando forte, enquanto com as mãos apalpava a bunda dela.

A senhora já não aguentou mais, quando minha mão apertou a boceta dela por cima da calça e, me pegando pela mão, me levou até o quarto dela. Ali de pé, terminamos de nos despir completamente e caímos na cama, nos tocando desesperadamente.

O corpo dela não era de modelo, nem de longe, mas naqueles momentos, com o álcool e mais o tesão de estar com a tia da minha esposa, me acendeu por completo. Não hesitei em abrir as pernas dela e ficar de frente pra uma buceta velha, cheia de pelos grandes e ruivos. Os lábios vaginais inchados dela e um pedaço de pele que pendia no começo da boceta não me pararam, pelo contrário. Primeiro me deliciei tocando, vendo como a tia se contorcia ao contato dos meus dedos na boceta molhada dela e pedia aos gritos pra eu meter. Já dois dos meus dedos trabalhavam sem problema na boceta velha da senhora Teresa, que gemia como se estivesse sendo fodida por um burro. A tia, com as pernas completamente abertas, implorava pra eu meter de uma vez, mas minhas intenções eram outras e, enfiando a cabeça entre as pernas dela, comecei a beijar o interior das coxas grossas dela, fazendo a tia tremer de prazer, sabendo perfeitamente o que a esperava.

O cheiro de sexo dela me embriagava e, sem aguentar mais, mergulhei com minha língua pra chupar aquela buceta, arrancando um gemido forte e grande, se estremecendo toda ao contato da língua do marido da sobrinha dela.

Não só minha língua se metia lá dentro, meus dedos abriam aquela boceta e aproveitavam pra masturbá-la. Um, dois, até três dedos se abriam caminho naquela parte esquecida A veterana já estava louca sentindo prazeres há muito tempo esquecidos. Meu rosto tinha se molhado com os fluidos que emanavam da dona Teresa.

Sabia perfeitamente que essa sensação era demais pra veterana e que ela não ia demorar pra gozar se eu continuasse com aquele tratamento, e essa era realmente minha intenção. Guiado pelos gemidos dela, que me indicavam perfeitamente o roçar que mais lhe dava prazer. Não me importava que ainda não tivesse fodido ela, só queria sentir a sensação que mais gosto, que é sentir uma mulher gozar na minha boca, quanto mais abundante o orgasmo dela, melhor.

Ela quase me implorava pra parar, porque sabia que se eu continuasse, o orgasmo dela seria inevitável, mas com ouvidos surdos me esforcei pra dar prazer oral pra tia. Ela me avisou que ia gozar se eu seguisse assim, e só conseguiu como resultado um roçar mais rápido e intenso da minha língua na buceta dela.

Um gemido grande e longo de prazer inundou o quarto dela, assim como minha boca se inundava de um líquido abundante e grosso que jorrava da buceta da dona Teresa. Saciando minha sede de prazer, bebi com muito gosto o orgasmo da dona Teresa, que se contorcia na cama e me apertava com as pernas grossas com força. Ela pensava talvez que com isso minhas carícias de língua parariam, mas só faziam aumentar meu tesão e eu absorvia todos os líquidos dela.

Com meu rosto todo molhado pelos fluidos dela e quando aquele jorro parou de sair, me levantei e sem nenhuma contemplação montei nela, enfiando minhas mãos debaixo das nádegas generosas dela, apertando-as com força e metendo a pica até o fundo. Como um animal, comecei a penetrá-la uma e outra vez, chegando até o fundo da tia Teresa, quase sentindo só a umidade da buceta, já que pelo tamanho dela, com toda a dilação, se formava uma abertura enorme.

A dona não podia acreditar nem assimilar o tremendo prazer que aquele jovem de 32 anos estava fazendo ela sentir. Seus dias de abstinência sexual tinham ficado pra trás, ela se sentindo cheia de pica. Apoiado nos meus braços, eu via como os peitões dela pendiam pros lados e balançavam a cada estocada minha.

Fiquei um tempão nessa posição, fodendo ela sem parar, como se fosse uma audição pra filme pornô. Ela só recebia cada investida do sobrinho político dela, que tava extravasando toda a vontade no corpo daquela coroa gostosa.

Me deliciei chupando os peitões dela, enchendo a boca com as tetas dela, alternando entre uma e outra sem parar de penetrar. Tava durasso, sem vontade de gozar ainda, então fiz ela virar e montei nas costas dela, não sem antes dar uns beijões na bunda dela, e comecei a foder ela nessa posição.

A tia só ficou lá, de bruços, com as mãos apertando forte o cobertor, se sentindo penetrada uma vez atrás da outra, gemendo e me falando do prazerão que eu tava dando.

Peguei na cintura dela e fiz ela ficar de quatro. A dona Teresa sabia exatamente o que eu queria e, adotando aquela posição, deixou o corpanzil dela à minha mercê pra eu dar e dar nessa posição. No espelho do guarda-roupa dela, eu me via fodendo, a posição da tia e como os peitões dela, balançando soltos, pareciam ainda maiores, se mexendo de um lado pro outro, batendo um no outro a cada estocada minha. Com as mãos, eu alternava entre pegar na bunda enorme dela ou apalpar os peitões dela. Eu separava as nádegas dela e via com tesão o cuzinho dela, com uns pelinhos, mas era algo natural. Me atrevi a explorar aquela entrada, sem receber uma recusa dela. Só quando meu dedo entrou mais do que devia, ela parou de se mexer, me dizendo que não queria aquilo. Não insisti mais e continuei com o que tava fazendo. Depois, me deitei de costas e a tia montou em mim. Com a mão dela, levou minha pica até a buceta molhada dela e me entregou os peitões generosos dela pra eu chupar. tesão. Os olhos dela fechados e o rosto ainda mais enrugado enquanto recebia minhas investidas e minhas carícias nos peitos dela. Pra falar a verdade, os peitos da Dona Teresa me deixavam louco de tesão e eu falei que queria colocar meu pau entre eles.

Feito uma escrava, ela saiu de cima de mim e se colocou de quatro novamente, deixando as tetonas dela penduradas sobre meu pau. Eu apertava e amassava os peitos dela, deixando meu pau no meio, sentindo um tesão danado com o contato da carne dela contra a pele do meu pau, enquanto brincava com os bicos duros e pretos dela.

Só precisava virar a cabeça pra ver a posição da tia, brincando com as tetas dela em cima do meu pau.

Depois, a Dona Teresa desceu um pouco mais e se deitou de boca, deixando a cabeça dela na altura do meu sexo. Novamente, ela engoliu meu pau com uma maestria foda, esfregando ele na cara dela, se deliciando em ter um pedaço de carne nas mãos, e não o consolo que ajudava nas noites de solidão. Ela me olhava direto nos olhos, com meu pau enfiado na boca dela, sabendo que a gente, homem, adora ver isso. Ela me masturbava devagar, enquanto a língua dela percorria a base do meu pau, passava pelas minhas bolas, enfiando uma por uma inteira na boca dela, e descendo ainda mais, a ponto de eu sentir ela na entrada do meu cu.

A sensação não me incomodou e, pelo suspiro que soltei, ela pareceu entender como uma aprovação e repetiu o trajeto, mas dessa vez dedicando mais tempo pra enfiar a língua dela dentro do meu cu. Não sei quanto tempo passou, mas foi muito. Entre conversinhas nessa posição, ela confessou que uma das coisas que mais excitava ela era chupar e que eu não me apressasse em gozar, porque ela tinha todo o tempo do mundo.

Mas depois de um tempão, sentindo que não aguentava mais, avisei que queria gozar. Feito uma desesperada, uma enlouquecida, ela começou a chupar forte e rápido, pedindo pra eu jorrar todo o meu gozo dentro da boca dela.

Ela supliquei que acabasse na boca dela, mas todo o esforço e a rapidez com que eu esfregava a pica me levaram a sentir um prazer indescritível. Comecei a gemer, abrindo completamente minhas pernas, deixando todo o espaço pra tia que não tirava a pica da boca dela.

Um jato forte de porra saiu expelido da minha pica, terminando, acho, na garganta da dona Teresa, que rapidamente tirou e enfiou entre os peitos dela pra que as próximas descargas ficassem entre as tetonas dela. Eu me contorcia de prazer e expelia a porra acumulada depois de tanto tempo segurando. Já com os peitos cheios de leite e a mão dela espalhando, ela se dedicou a chupar minha pica até lamber a última gota de porra. Fiquei completamente satisfeito com a sessão de sexo com a tia Teresa, que, mesmo depois de tudo isso, continuava chupando minha pica de vez em quando, já bem mais mole, mas sentindo do mesmo jeito o prazer que a boca da tia da minha esposa dava.

Já tinham se passado muitas horas desde que cheguei na casa da dona Teresa, na rua não tinha ninguém, era tarde e no outro dia eu tinha que acordar cedo pra trabalhar. Ela também se vestiu pra me acompanhar até a porta, rindo de tudo que tinha rolado. Peguei o pacote que tinha ido buscar e, quando tava indo embora, recebi um convite da dona Teresa pra almoçar no outro dia.

A verdade é que a dona Teresa cozinha muito bem, então me comprometi que na hora do almoço eu estaria por lá...
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