Naquela tarde, a gente tinha caminhado pra caramba com a Luciana e aquela volta à infância pra brincar de esconde-esconde com uns amigos. O mato, que tinha uns trilhos, nos levou até uma casa abandonada. A Luciana tava um tesão, vestindo uma regata branca, sem sutiã e uns shorts jeans bem curtinhos. Morena, com uns peitos lindos, não muito grandes. Sempre fantasiei com ela, mas ela já curtia minas... Entramos na casa, mesmo sendo um dia quente e com muito sol, as árvores do mato ajudavam a não ser tão infernal.
— A gente podia ficar aqui um pouco — ela falou. Eu concordei.
A gente conversou sobre tudo por um tempão. Até que ela levantou e disse que ia ver se tinha um banheiro por ali. Afinal, era uma casa.
Assim que ela saiu, eu fui atrás. Subindo uma escada, tinha uma porta. Tava entreaberta. Mal me aproximei e encontro ela pelada, completamente.
Lá estava ela, e lá estava eu, espiando mas vendo ela nua pela primeira vez. Perfeita (pelo menos pra mim). Aqueles peitos e aqueles bicos duros, aquela buceta coroada com um tiquinho de pelo, aquela raba que já fez eu puxar meu pau e começar a bater uma, coisa que ela também tava fazendo de certo jeito, se tocando. Num momento ela percebeu e fechou a porta, eu parei de me masturbar e me enfiei na sala do lado. Me joguei no chão e passaram uns minutos... minha ereção não baixava depois do que eu tinha visto. Não aguentei, fiz a mesma coisa, tirei tudo e fiquei pelado naquele chão sujo, mas tava no auge... até que uma voz me tirou por um instante daquele lugar na mente...
— O que cê tá fazendo, seu safado? — ela perguntou, óbvio — cê me espionou, seu porco.
— Perdão...
— Shhh... Me diz como a gente resolve isso?
Fiquei sem palavras.
— Já sei... fica aí. Já volto.
A Luciana chegou com a mochila dela, mas completamente pelada. Era inacreditável.
— Aqui a gente não sai sem deixar isso resolvido assim. Nessa mochila, coloca sua roupa. Agora sim. Como não. gosto de transar com caras, vem, chupa minha buceta.
Luciana abriu as pernas e começou a se masturbar forte.
— Vem, prova meu anel... vai, você tá morrendo de vontade.
Comi a buceta dela, literalmente. Mordia, lambia, enchia de saliva enquanto ela massageava os peitos, bem puta. Eu levei as mãos pro meu pau, mas ela não deixou.
Chupei os peitos dela, nos beijamos. Aí ela pegou minha rola. Me ajeitou até ficarmos num 69. Encostei meu pau na boca dela. Ela não abriu.
— Não vou chupar ele, não se empolga.
Em vez disso, começou a lamber meu cu de um jeito delicioso. Eu já passava a cara direto na boceta dela. Tava nas nuvens. Pelo canto, notei que ela pegou a mochila, imaginei o que vinha, mas já não ligava. Em segundos, um dildo abria caminho no meu cu. Luciana começou a enfiar aquilo mais e mais fundo enquanto me masturbava bem devagar.
— Tá gostando?
— Adoro.
— Nossa, que puta que você é.
— Sim... — eu já ofegava, era demais...
Aí gozei nela, nos peitos dela. Na hora, ela virou e me deu um chupão incrível, ficou de quatro pra eu continuar lambendo, agora saboreando os sucos deliciosos dela. Não parava de me masturbar, era foda, quando ela gozou, me virou de costas e enfiou a buceta na minha cara... Depois me abraçou.
— Você teria gostado de me foder, né? Ou de eu chupar você?
Dei um beijo longo... tão longo que meu pau, ainda escorrendo porra, endureceu...
Luciana levou meu pau à boca e começou a me chupar de um jeito doce... não demorei pra gozar, dessa vez dentro da boca dela... ela passou minha própria porra pra minha boca, engoli e continuamos nos beijando...
Depois, enquanto se vestia de novo, disse:
— Talvez na próxima eu deixe você me comer... amanhã vem em casa, minha namorada também vai estar lá...
Os celulares tocavam há um tempão, mas dissemos que perdemos o sinal. Todos acreditaram, mas que importava?
3 comentários - La Casa Abandonada
Hermoso relato, si conoceré yo la relación putorti.
Gracias por compartir 👏
La mejor forma de agradecer es comentando a quien te comenta.