Memórias de um Jovem Indecente: O Bêbado

Um relacionamento merda de seis meses, onde eu praticamente joguei fora todos os meus sentimentos, finalmente tinha acabado. Eu sentia, meio que, uma paz ou algo parecido. Mas no fundo, me sentia tão mal quanto qualquer otário apaixonado que tem o coração partido. — É, ele ser um sujo e um sexopata não quer dizer que eu nunca me apaixonei. — Então, finalmente, as coisas tinham terminado. Depois disso, viajei um pouco pra cá e pra lá de carona e, por algumas semanas, me senti bem. O problema começou quando voltei pra casa dos meus pais pra continuar minha "vida". Tinha três romances pela metade e dois livros de poemas completos. Uma vida relativamente desastrosa tinha tomado conta de mim de novo. Não conseguia terminar os romances. Não conseguia ler um só dos meus poemas sem pensar "puta merda, que lixo". Então decidi que tava tudo bem, mas que precisava voltar pros velhos hábitos. As baladas já não me interessavam mais, então tive que achar outros lugares pra sair. Comecei a passar os fins de semana enfiado em cavernas de jazz ou bares rockeiros, bebendo uísque no ritmo de melodias desenfreadas. Num desses lugares, conheci a protagonista dessa história.

Tava num barzinho vagabundo tomando uísque barato, ouvindo uma bandinha de jazz que tocava algo de Dizzy Gillespie, se não me engano. Tava sentado fumando um cigarro atrás do outro e bateu vontade de ir ao banheiro. Como era unissex, tinha que esperar desocupar. Acendi um cigarro e fiquei de braços cruzados encostado na parede ao lado da porta. Saiu uma mina meio eufórica, tirou o cigarro da minha boca, que eu tinha acabado de acender, me sorriu e foi embora. — Que porra é essa! — Lembro de falar em voz alta. Mijei e voltei pro meu lugar na parede. Ficava olhando o palco e fumando. Pedia um uísque e fumava. E assim, direto, até acabar meus cigarros. Fui no banheiro mijar de novo. Tava esperando igual da outra vez, e a mesma mina chegou perto, fumando outro. cigarro. Tirei dele. — Ei, o que cê tá fazendo? — Você pegou o meu! — falei. — Ahh... tô meio bêbada. — Ela disse, fazendo gestos exagerados que nem todo bêbado. — Eu também. — falei. A gente trocou umas palavras e fui mijar, depois voltei pra minha mesa. Quando o show acabou, eu já tava sem grana. Sete doses de uísque e já tava pelado. Decidi voltar pra casa dos meus pais. Andei pela rua cambaleando e chutei um saco de lixo gritando "yupiiiiiiiiiiii", e depois, na quadra do ponto de táxi, fingi que tava sóbrio. Pedi um carro e sentei na calçada esperando, depois de pedir um cigarro pra outro cara que tava lá. Quem apareceu senão a ladra de cigarros. Tava sozinha, ou pelo menos esperou o carro sozinha. Quando liberaram o carro pra mim, vi ela tão bêbada que falei pra gente dividir a corrida, meio que fiquei com pena. Primeiro fomos na casa dela (não queria que ela pensasse que ia sequestrá-la ou algo assim). Chegamos na porta da casa dela e ela me passou o Facebook antes de descer. Depois, fui pra minha casa. Tive que pagar a corrida inteira porque a putinha não me deu nem dez reais, mas pelo menos ela disse que se chamava Lucia. Depois de trocar mensagens e toda a enrolação, outro dia encontrei ela de novo nesse barzinho. Dessa vez, tinha uns caras tocando blues com duas guitarras acústicas e uma gaita. Vi ela sentada com outras pessoas, então nem fui atrás dela nem nada. Ela veio me cumprimentar sozinha e sentou comigo. A gente tomou umas doses de uísque até o show acabar. Ela disse que ia pegar um táxi de novo porque os amigos moravam perto e iam a pé. Fomos pro ponto de táxi cambaleando e forcei ela a se comportar pra gente conseguir carona, já que ela tava querendo dançar e fazer besteira. Quando entramos no táxi, ela falou "não posso ir assim pra minha casa", "vamos pra minha", "bora..." Descemos em casa e entramos no meu quarto, coloquei uma música e, depois das conversas formais, beijei ela. Era magrinha e Branquinha. Tinha olhos claros. Mas mesmo assim não era lá muito bonita. Quer dizer, o pessoal fala "olhos claros, mina, branca, é bonitinha", mas acho que não é bem assim. Pra mim, ela era "mediana". Eu empurrava a língua e enrolava na dela enquanto balançávamos a cabeça, abrindo as mandíbulas um do outro.

A gente tava sentado se beijando na minha cama, no meio de um quarto bagunçado e sujo. Tinha papel espalhado pra todo lado, livros, maços de cigarro amassados e jogados. Mesmo assim, tentei ser o mais carinhoso que pude com ela, já que tava há mais de dois meses sem pegar nenhuma mulher e, quando a gente perde a prática, se sente meio estranho, por mais ridículo que pareça. Então lá estávamos naquele quarto nojento e bagunçado, cheio de poemas inacabados, páginas descartadas e maços vazios de cigarro. Com nossas línguas se enrolando e se lambuzando de saliva, se alimentando de calor e dos sabores das nossas bocas.

Me joguei sem delicadeza em cima dela e enfiei a cabeça no pescoço dela. Lambi brutalmente toda a área até ouvir ela começar a ofegar forte. Enfiei de novo minha língua quente na boca dela, ela mordeu e puxou um pouco, como quem brinca. Do jeito que deu, bêbados, a gente se revirou e deu um jeito de tirar a roupa um do outro. Ela tirou sozinha aquele vestido preto que tava usando e colocou com cuidado na cadeira da minha escrivaninha. Eu tava tão bêbado que mal consegui tirar os peitinhos dela do sutiã, ela teve que tirar sozinha entre risadas.

Comecei a rebolar a cintura entre as perninhas finas dela e sentia como ela ficava molhada. A calcinha dela tava toda encharcada e minha cueca já tava cheia de gotas de porra que escapavam da excitação. Peguei uma camisinha na gaveta do meu armário, baixei a cueca e coloquei. — Com a young lady que peguei antes, tinha sido um parto pra foder porque meu pau murchava por causa de problemas sentimentais, pensamentos perturbadores e outras merdas — Enfiei a camisinha e arranquei a calcinha dela. ou quase nada da calcinha preta que ela tava usando. Joguei pro lado e enfiei a pica dura feito um saco de cimento molhado até o fundo. Ela meio que tentava me segurar fechando as pernas pra eu meter devagar, mas sinceramente não curti nada daquilo, tava com muita vontade de dar umas estocadas e gozar, tava pelando. Abri as pernas dela com força e enfiei até o talo. "Ai ai, devagar" ela disse. Porra nenhuma! Meti forte e rápido enquanto passava minha língua na boca dela pra abafar os gritos. Ela me agarrava firme nas costas e cravava as unhas na minha carne. A cada estocada sentia os líquidos dela escorrendo nas minhas bolas e isso me esquentava e me fazia comer ela mais rápido ainda. Ela ficava muito molhada, mais que outras minas com quem já estive, o que me deixava louco de tesão, tanto que tirei a pica e chupei a buceta dela até encher a boca com os sucos dela. O gozo dela foi CELESTIAL. Um jorro danado de fluido e a buceta dela se abrindo e pulsando, deixando sair mais líquidos. Enfiei de novo e continuei metendo num ritmo médio enquanto minha boca chupava os peitinhos pequenos dela, motivado pelos gemidos dela, meio especiais e diferentes dos de outras minas. Quando senti que ia gozar, meti mais forte e ela começou a falar "ai, vou gozar, vou gozar de novo" pouco depois de eu transbordar e encher as bolas com aquele líquido que já tinha provado com a língua, acabei enchendo a camisinha de porra. Gozei pra caralho, mas pra caralho. Tava tão bêbado que a foda tinha acabado com a gente. Fumamos uns cigarros e dormimos antes de foder de novo. A ressaca de manhã e o celular dela tocando com a mãe preocupada nos acordou. Ela avisou que tava bem e decidimos foder mais uma vez antes dela pegar o busão pra ir embora. Eu a esquentei apalpando a buceta dela e ela só precisou esfregar a pica por cima da cueca pra eu ficar duro. Ela subiu de um pulinho na minha pica e cavalgou com ferocidade. Enquanto eu montava nela, eu apalpava os peitos dela ou apertava a bunda dela com as mãos, ela tinha uma bunda linda. Montei com bastante fúria até gozar uma vez. Toda a colcha coberta do suco que jorrava da buceta dela e rodeava minha cintura até fazer uma poça no colchão. Toda gostosa. Uma gozada com cheiro de mijo e fluxo, deliciosamente excitante. Depois ela desceu e me chupou até eu gozar. Ela chupava espetacular. Fazia sem usar as mãos e sem eu sentir um único dente. Um trabalho profissional que virou meus olhos e fez minhas pernas tremerem enquanto minhas bolas se contraíam para soltar um jato quente de porra na língua fria e macia dela.
Nada como uma transa pra curar uma ressaca. Depois ela vestiu o vestido e eu acompanhei ela até pegar um ônibus. Fiquei com vontade de mais. Agora que escrevi isso, vou bater uma punheta pra aliviar o tesão e depois ver se de algum jeito consigo trazer ela de novo pra casa. Você não faria o mesmo?

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