Quis pegar minha filha, mas ela me pegou 3

Olá amigos, nesse relato vou contar o que aconteceu na quinta e na sexta, o fim de semana e o começo do meu relacionamento incestuoso com a minha filha.

Como contei no relato passado, minha filha veio dormir comigo vestida de forma espetacular, com um baby doll e uma camisola branca transparente.

Na quinta de manhã, acordei com minha filha nos braços, ela estava acordada e me olhando, sorrindo e até rindo um pouco de mim.

R: Quanto tempo faz que acordou, querida?

A: Alguns minutos, você parece muito fofo enquanto dorme, papai.

R: Hahaha, com certeza porque estou com você, querida.

A: Hehehe, sério?

R: Claro! Por acaso duvida?

A: Não, papai, de jeito nenhum.

R: Finalmente decidiu descansar nas suas férias e ficar mais tempo na cama?

A: Não, hehehe. Só queria saber como é a sorte da mamãe ao acordar ao seu lado todas as manhãs, queria saber qual era a sensação.

R: Hahaha, ah, querida, mas não é nada demais...

A: Isso é o que você pensa, adoro quando você me abraça, me sinto mais... como posso dizer?... mais... mulher, aliás... bom dia, papai.

R: Bom... bom dia, neném. Vou... vou tomar banho para ir trabalhar e depois desço para tomar café. Se quiser, fique descansando, querida.

Não quis nem olhar pra ela, meu pau estava com uma ereção matinal e eu tinha vergonha de encará-la de frente, então entrei no banho rápido com água gelada pra baixar a excitação, mas nem assim, parecia que me esquentava ainda mais.

Tentei não demorar pensando que já era tarde, mas quando saí, não vi mais minha filha. Não soube se ela tinha descido pra fazer o café como todas as manhãs ou se tinha ido pro quarto dela.

Tomei banho rápido e me vesti. Quando desci, mais uma surpresa: minha filha estava só de calcinha e sutiã, sem mais nada, exibindo o corpo lindo por toda a cozinha. Nos dias anteriores, ela estava de top ou com um conjunto igual, coberta por uma camisola, que a deixava sexy. Hoje estava radiante, me dava muita vontade de arrancar aquilo tudo à força. prendas, e pra ser sincero, eu já tava começando a relaxar que ela não notasse minha ereção, e toda vez que ela ficava na minha frente, eu ficava igual cachorro no cio.

R: Uau, filha! Cada dia você me surpreende mais, tá linda demais.

A: Jejeje, sério, papai?

R: Claro!!! Adoro quando você acorda tão... tão... tão animada, jejeje.

A: Eu sempre acordo feliz quando acordo do seu lado, papai, de verdade.

R: E eu me sinto mais novo quando você dorme comigo, querida.

Minha filha tinha feito uns panquecas e tava se comportando igual uma dona de casa de verdade. Por um lado, eu ficava preocupado, por outro, achava estranho uma garota da idade dela gostar de ficar na cozinha fazendo tarefas domésticas. Hoje em dia, poucas mulheres curtem isso.

Enfim, me aproximei dela pra dar bom-dia e um beijo, e eu tentando beijar a bochecha dela, mas a Ana percebeu minha intenção e virou o rosto pra eu beijar ela na boca. Um beijo rápido, tão gostoso que dava vontade de pedir mais, mas tão carinhoso quanto um pequeno costume que a gente criou entre nós esses dias.

Terminei de tomar café e só fiquei olhando pra minha filha. Vocês não imaginam, ver ela é um sonho, como se eu tivesse uma modelo de lingerie a centímetros das minhas mãos, e mesmo assim parecia impossível alcançá-la. Mesmo sabendo quais eram os planos da minha filha, a cada vez eu acreditava mais no sonho de que ela ia me pegar.

Ela só sorria de um jeito provocante e se fazia de desentendida, continuava com o café dela...

A: Papai, já tá tarde, você vai chegar atrasado no trabalho, vai.

R: Tô indo, querida.

Dei a última garfada no café, agradeci minha filha e fui pro banheiro escovar os dentes. Quando terminei, ela chegou e me abraçou.

A: Papai, não demora à tarde, hein, lembra que você vai me acompanhar pra comprar roupa.

R: Tá bom, meu amor, não se preocupa, vou estar aqui às 4 da tarde.

A: Beleza.

Depois ela pegou na minha mão e me levou até a porta, ajeitou minha gravata e deu um beijo de despedida, dessa vez um pouco mais... Mais longo que os anteriores.

Era maravilhoso ver minha filha como uma pequena dona de casa, e ela fazia tudo que uma mulher recém-casada faria com o marido. Na verdade, ela me tratava muito melhor que minha esposa, sem contar que ela sempre se preocupou comigo desde pequena.

Fui trabalhar e tinha um sorriso enorme de felicidade no rosto por causa da situação que estava rolando em casa. Era impossível evitar ter ereções quando lembrava, mas eu evitava que percebessem. No trabalho, recebi uma mensagem do celular da minha filha. Raramente ela me mandava mensagens, e minha esposa nunca fazia isso, mas a mensagem da minha filha me emocionou pra caralho e fez minha mente idealizar um monte de coisas. Ela escreveu…

"Pai, tô com muita saudade de você, já quero te ver, e já quero que seja amanhã pra gente curtir o dia inteiro ao máximo. Mando muitos beijos muaaa =*)"

Respondi…

"Eu também já quero te ver, querida, e também quero que seja amanhã, mas me diz a que você se refere com curtir ao máximo?"

Ela respondeu…

"Só quero que você saiba que a gente vai curtir juntos, e o mais importante… VOU TE FAZER FELIZ"

Comecei a imaginar um monte de coisas. Estar com minha filha era uma das coisas que eu mais queria nesse mundo, e eu já tava morrendo de vontade de abraçar ela e fazer ela minha, mas era o jogo dela, e ela queria me pegar. Eu tava morrendo de ansiedade, mas não podia fazer nada, só curtir e desejar cada vez mais.

O trabalho foi chato como sempre, e saí correndo do hospital pra buscar minha filha. O caminho de volta pra casa pareceu eterno, mas finalmente cheguei. Tentei adivinhar a surpresa que minha filha tinha pra mim, mas acho que me empolguei demais, hehehe.

Quando entrei em casa, minha filha tava no quarto dela se arrumando. Falei que tava pronto pra sair e ir embora, e ela disse pra esperar um pouco.

Fiquei sentado na sala vendo TV. Depois de 15 minutos, minha filha saiu linda, com uns jeans super justinhos que marcavam a figura dela, as curvas, a bunda… bunda toda, em cima tava com um top com umas alcinhas finas que valorizavam o pescoço, os ombros e marcavam os peitos dela, nas costas aparecia quase tudo porque o top era de alças nas costas. Uff, simplesmente uma delícia.

Ela chegou perto de mim e me deu um beijo na boca. Enquanto me abraçava.

A: Papai, que bom que você veio, tava com muita saudade.

R: Eu também, querida. Como você tá? E então... pra onde a gente vai?

A: Primeiro comer, depois fazer compras.

Então partimos no carro pra um shopping enorme perto de casa. Durante todo o trajeto, a Ana só ouviu música e a gente conversou sobre coisas bestas, parecia que ninguém queria tocar no assunto sério. Quando chegamos, primeiro fomos comer num lugar de fast food, umas saladas, e depois partimos pras compras. Minha princesa me puxava pela mão e me levava pra todas as lojas que ela queria ir, e eu, felizão, me deixava levar.

Primeiro visitamos lojas de sapatos, onde ela comprou uns pares de salto alto e toda hora me perguntava se eu tava gostando. Eu, pessoalmente, prefiro scarpins de salto alto com tiras, porque acho super sexy. E a Ana, depois do que eu falei, comprou uns pares de scarpins que eu gosto, um vermelho e um branco.

Paguei com cartão enquanto minha princesa me abraçava e falava "Valeu, papai" com a cara toda animada e feliz pelas compras que a gente tava fazendo. Depois de pagar, deram a sacola pra minha filha, e ela me puxou pela mão pra fora da loja. Saindo da loja, minha filha parou, se virou, ficou na minha frente e me deu um beijinho na boca.

A: Valeu, papai, você é um amor!

R: Tá feliz, filha?

A: SIM! Muito, papai. Não encheu o saco, papai?

R: Claro que não, minha filha, é divertido ver você escolher roupa! Hehe, muuuuito divertido.

A: Beleza, vamos pra outra.

Minha filha tava feliz, mesmo que às minhas custas e do meu cartão de crédito, mas eu também tava feliz, ver minha filha assim. Experimentar aquelas roupas me excitava pra caralho, mesmo que eu ficasse com vergonha de alguém me ver com ela e pensar que aquela adolescente gostosa tava com um velho igual a mim. Mas meu rosto tava cheio de felicidade.

De lá fomos pra uma loja de roupas jovens, e ela começou a se comportar igual criança em loja de doce, pegando e experimentando roupa de todo tipo. Escolheu várias saias minúsculas, blusas bem decotadas e semitransparentes de várias cores, e até tops bem apertadinhos de alcinha que deixavam os ombros e as costas dela completamente à mostra... uff, que delícia.

Como eu já tava carregando toda a roupa que ela ia experimentar no final de tudo que escolheu, minha filha me levou pra uns metros do provador, me sentou nos sofás de espera e entrou com toda a roupa.

Felizmente não tinha ninguém por perto, porque cada vez que minha filha saía, ela desfilava pra mim toda a roupa que vestia: saia e top, ou saia e blusa, e fazia todas as combinações possíveis.

Ana, cada vez que saía, dizia:

A: Gostou, papai?

R: Sim, querida, fica muito bem em você.

Enquanto eu falava isso, minha menina dava uns passinhos e rebolava a bunda de um jeito bem provocante, me olhando com uma insinuação danada. Cada vez que ela saía, meu pau ficava mais e mais duro, até que não dava mais pra esconder. E quando ela via que eu tava excitado, entrava correndo. Minha filha brincava comigo de um jeito muito cruel, hehehe, mas eu tava feliz, muito feliz.

Assim fomos de loja em loja, eu pagando tudo e me deliciando com os desfiles que minha filha me dava.

No final da visita ao shopping, minha filha tinha levado dois conjuntos de lingerie, dois pares de tênis, duas saias minúsculas, duas blusas super decotadas, dois tops de lycra bem justinhos e minúsculos, e outros acessórios pequenos.

Quando terminamos as compras, minha filha me abraçou, me beijou na boca de novo rapidinho e se agarrou no meu braço enquanto caminhava até o carro, dizendo o quanto tava feliz e agradecida pelas compras.

Quando chegamos em auto minha filha me disse…

A: Papai… hoje foi um dia muito especial pra mim

R: Sério, princesa?

A: SIIIM demais, adoro passar tempo com você, se dependesse de mim a gente ficava só nós dois… Não acha melhor?

R: Jejeje amor, que coisas você fala.

Ela se encostou no meu braço e sem dizer mais nada voltamos pra casa e depois de quase uma hora de trânsito no caminho chegamos. Lá pelas 10 da noite já não tínhamos energia pra nada, então decidimos dormir na hora.

R: Bom, amor, vou dormir agora. E você, o que vai fazer?

A: Acho que vou dormir também… só arrumar minhas roupas e vou com você, tudo bem?

R: Tá certo, amor.

Então fui pro meu quarto, preparei tudo e deixei a luz acesa pra ver o que minha filha ia fazer essa noite. Fiquei só de cueca e… esperei.

Quase uma hora depois de chegarmos, eu já deitado, minha filha chegou só de fio dental, mostrando aqueles peitos lindos, deliciosos e gostosos, o que me deu uma ereção monumental só de olhar. Ana veio andando até a cama, se aproximou de mim enquanto eu estava deitado, se inclinou e, me dando um beijinho na boca, disse:

A: Já vim, papai, já é hora de dormir?

R: Sim, meu amor, já vamos deitar. E agora, por que tão pouca roupa, filha?

A: Tô com calor… você não?

R: Tô sim, filha, também tô com muito calor.

A: Já quero que seja amanhã pra sairmos juntos e aproveitar o dia ao máximo com você, papai, que a gente curta os dois.

Ela se levantou e foi apagar a luz, voltou pra cama pelo outro lado, levantou os lençóis e se deitou. Minha filha sabia que eu tava morrendo de vontade de fazer ela minha, mas quanto mais a gente prolongava o momento, mais emocionante ficava. Ela já deitada me deu um beijo nos lábios um pouco mais longo e eu até senti um pouquinho da umidade que a língua dela oferecia. Depois disso, minha filha virou de novo, me oferecendo as costas, pegou meu braço direito e colocou sobre a barriga dela, e levantou a cabeça pra se apoiar no meu braço esquerdo.

Já deitados e com minha ereção no talo, tentei encostar mais na bunda linda e empinada dela, e até sentia a textura do tecido da calcinha dela mesmo por cima da minha cueca, então com certeza ela sentiu meu pau querendo entrar no cu dela, e ela respondeu se encostando mais pra trás, prendendo meu pau entre as nádegas gostosas dela.

Depois, como ela ainda segurava minha mão direita, tentei subir ela mais pra acariciar os peitos dela, mas Ana me parou, só consegui roçar neles… aff, isso era de matar pra mim, minha princesa me dominava e sabia muito bem como me deixava, e mesmo assim aguentou firme.

A: Já dorme, papai, amanhã a gente curte junto, você tem que trabalhar amanhã e vai acordar cedo.

R: Tá bom, amor… vai ser como você quiser.

Nessa hora já nem lembrava da minha esposa, e aproveitei minha filha até onde ela deixou. Resolvi continuar esperando, então só dei um beijo no cabelo dela e dormi.

Na manhã seguinte, na hora que eu tinha que acordar, quando o despertador tocou, abri os olhos e minha filha já não estava mais na cama, devia estar fazendo café como nos outros dias. Então decidi entrar no banho e depois tomar café e ir trabalhar. Mas minha surpresa foi enorme quando entrei no banheiro e encontrei minha filha completamente pelada… dentro do meu banheiro.

R: Amor, o que você tá fazendo aqui?

A: Hehehe, papai, por isso que eu falei pra você descansar, você nem percebeu e eu adiantei o despertador uma hora, então você tem uma hora pra gente tomar banho, café e você ir trabalhar, o que acha?

R: Sé… sério, filha… pois obrigado, espero aproveitar esse banho… aliás, você tá muito gostosa, amor.

A: Hehehe, obrigada, papai, você também tá muito gostoso, mas vai, tira a roupa, não perde tempo e vem comigo que você ainda tem muita coisa pra fazer.

Assim que ouvi minha filha, não perdi tempo e me despi na hora, ficando com minha ereção no talo bem na frente dela. Só sorriu e estendeu a mão pra eu pegar e me guiar pra dentro do chuveiro.

Já dentro do chuveiro, com a água nos nossos corpos, eu percebia que minha filha tinha o corpo mais lindo do mundo, muito mais que o da mãe dela na mesma idade.

Mantinha os mamilos durinhos e a buceta semi-depilada, que só deixava ver uma sombra.

A: Vai, papai, toma banho, depois vai ter tempo pra todo o resto.

Era insuportável ver como minha filha tava brincando comigo. De um lado, ela tava me seduzindo e me deixando ver o desejo que sentia por mim, e do outro, tava fazendo cada minuto aumentar ainda mais minha vontade por ela e prolongando o momento ao máximo, o que me deixava desesperado, e pelo que vi, ela se divertia com isso, mesmo sem saber o que significava o que disse… "depois vai ter tempo pra todo o resto".

A: Ó, papai, vou ensaboar suas costas, aí vou embora, tá?

R: Sim, querida… e você não vai querer que eu esfregue você também?

A: Não, papai, já terminei meu banho, hehehe.

Ufa… minha filha ia me dar um infarto. Rapidinho me ensaboou e saiu, exibindo o corpo nu e a bunda linda e perfeita, branca e bem torneada. Se enrolou numa toalha e foi embora, dizendo que ia preparar o café da manhã.

Eu, por minha vez, não consegui esconder a ereção nem por um instante, e tomei banho o mais rápido possível pra ir atrás da minha filha e tomar café com ela. Me vesti, me arrumei e desci pra ver o que ela tava fazendo.

Quando entrei na cozinha, minha filha tava com o roupão que tinha vestido no dia anterior, semi-transparente, aberto na frente e bem curto, que só chegava um pouco abaixo da bunda dela. Por baixo daquele roupão, ELA NÃO TAVA USANDO NADA, tava completamente nua e com o piercing no umbigo que me enlouquece.

Simplesmente não conseguia comer assim, tinha uma ereção só de ver ela ali semi-nua do meu lado, comendo e sorrindo pra mim do jeito mais sedutor que já vi numa mulher. Não conseguia comer nem pensar em outra coisa que não fosse minha filha, ela tava Ali, semi nua, comendo, tinha me preparado o café da manhã, tava me seduzindo, tinha me deixado ver ela pelada, se vestiu pra mim, dormia comigo, me provocava, me insinuava e, além de tudo, tava brincando comigo. Simplesmente não conseguia acreditar, queria gritar pra todo mundo o quão animado e feliz eu tava porque minha filha tava agindo assim comigo, mas era impossível.

No trabalho foi horrível, porque minha esposa me ligou no celular, e eu não conseguia parar de ficar nervoso, imaginava que ela tinha descoberto o que minha filha tava fazendo e tava ligando pra me xingar ou me insultar ou algo muito pior… mas não.

S: Oi, amor, como você tá?
A: Bem, love, e você, como tá no trabalho?
S: Muito mal, os clientes não querem ceder, tão pedindo mais coisas e a gente tá trabalhando a todo vapor… Tem certeza que tá bem? Te notei nervoso ou assustado.
A: Não… não tô… eu tô bem, love, só que um paciente tá meio complicado e a gente tá aqui tentando ajudar ele.
S: Que pena, mas não se preocupa, vai dar tudo certo. Mas me diz, como tá a Ana? Liguei pra casa e ela não atende, provavelmente saiu com as amigas.
A: Ana? Hahaha, sim, Ana. Então, não sei, deve ter saído, mas ela tá muito bem.
S: Fiquei preocupado porque ela não foi viajar nas férias, talvez vocês possam sair no fim de semana. Porque, adivinha, amor? Tão me pedindo pra estender minha estadia mais uma semana ou uma semana e meia, até o projeto terminar e os clientes gostarem.
R: Sério? Que pena, love, então você não vem esse fim de semana? E… até quando a gente vai te ver?
S: Não sei, talvez daqui a 10 dias, no máximo duas semanas.
R: Entendi… compreendo. A gente sente muito a sua falta aqui.
S: Eu sei, love, eu também sinto falta de vocês, mas o trabalho não deixa. Juro que quando sair dessa, a gente vai viajar os três pra onde vocês quiserem.
R: Tá bom… tá bom, amor, não se preocupa. A gente vê o que faz com a Ana.
S: Sim, amor. Leva ela pra algum lugar de férias pra ela se distrair e não ficar entediada em casa, pelo menos no fim de semana que você tem.

R: Tá bom, amor, vou ver pra onde ela quer ir e levo ela num fim de semana, e quem sabe a gente fica mais tempo, se me derem férias no trabalho.

S: Tá bom, querido, manda um abraço pra ela, espero falar com vocês em breve.

R: Tchau, amor.

S: Te amo, tchau.

Quando desliguei, fiquei frio. Minha filha estava me seduzindo e a gente já tinha planejado que minha esposa voltaria no fim de semana, então eu teria a oportunidade e a permissão dela pra levar minha filha de férias pra onde ela quisesse. Claro que eu ia levá-la pra onde ela pedisse, e logicamente tava pensando em passar o tempo todo comendo ela o dia inteiro.

Quando saí do trabalho, fui o mais rápido possível ver minha filha. Ela tava me esperando sentada no sofá da sala, pronta pra sair.

Ela vinha vestida igual da outra vez, de colegial, com uma saia plissada xadrez, meias brancas e uns sapatos escolares de salto alto. Em cima, tinha uma blusa semi-transparente e, por baixo, um sutiã bem pequeno que levantava e juntava os peitos dela, com um decoraço enorme que fazia com dois botões desabotoados. Parecia que tavam gritando como eram bons… uff… simplesmente maravilhosa.

R: O que foi, querida, como você tá? Não ia se vestir assim pra ficar aqui? Parece que você vem da escola.

A: Você não gostou do que eu vesti? Além disso, sempre depois da escola eu vou ao cinema na sexta.

R: Como não vou gostar, querida, se você tá linda?

A: Obrigada, papai. Além disso, te falei que ia me vestir assim quando a mamãe não estivesse… e agora… ela não tá por aqui, então acho que não tem problema, né, papai?

R: Ma... Mas, querida, você não vai ficar com vergonha de ir comigo? Já tô velho pra levar uma menina que vem da "escola" ao cinema.

A: Você não tá velho, papai. Parece que você não quer me acompanhar. Aliás, você... vai ser meu namorado hoje, e assim não vai te dar pena nenhuma
R: Seu... seu... seu namorado?
A: SIM
R: Mas que coisas você diz, filha… que coisas você diz… a gente vê amanhã

As palavras da minha filha ecoavam na minha cabeça, e o quanto ela tava feliz que a sexta-feira chegasse pra ficar com ela, e deixar ela tomar o controle de tudo que a gente ia fazer. Decidi cumprir tudo à risca do que minha filha pedisse, e não ia voltar atrás. Eu continuava aproveitando ela ao máximo.

Pois bem, eu não sabia o que dizer pra minha filha. Ela queria que a gente saísse pro cinema, ela ia vestida como uma das minhas maiores fantasias (e de muitos homens), e além disso, ela queria que a gente saísse e fingisse que éramos namorados, segundo ela, pra eu não me sentir velho comparado a ela. Mas na real, eu não sabia quais eram os planos que ela tinha. Decidi que a gente ia ao cinema, mas por lógica, iríamos pra um lugar que quase não frequentamos, ou melhor, que nunca tínhamos ido.

Apesar dela estar vestida daquele jeito, resolvi levá-la pra comer num restaurante de comida italiana bem conhecido aqui na cidade, e já que ela gostava, aproveitei pra levá-la pro sul da cidade, onde ninguém nos conhecia.

Fui rápido me trocar e ficar um pouco mais apresentável pra minha filha. Quando saímos, fomos de carro e praticamente não conversamos nada fora do normal. Eu perguntava…

R: Bom, querida, finalmente conseguimos sair. Espero não te entediar muito.
A: De jeito nenhum, papai. Finalmente saímos, não acha justo?
R: Pois é, querida, já tava me sentindo um leão enjaulado sem sair pra espairecer um pouco. Aliás, obrigado por querer me acompanhar.
A: Obrigada você, papai, por aceitar meu convite. Vou tentar fazer você se divertir muito.

Enquanto dizia isso, soltou uma risadinha misteriosa.

R: E me diz, querida, onde você gostaria de ir comer?
A: Ah, sei lá, papai, pra onde você quiser me levar.
R: Então vamos ver o que o destino nos reserva. Espero que você esteja com fome.
A: Tô sim, aliás, tô com muita fome hehehehe.
R: Que bom, porque vou te levar pra comer comida italiana no restaurante que você gosta

A: Sério, papai!!! SUPER, isso me agrada muito, mas qual a gente vai, o que fica perto de casa?

R: Não, amor, vamos pra algum lugar que a gente não foi muito, que tal a gente ir naquele do sul?

A: HAHAH Sim!!! Seria demais, dizem que o restaurante é muito mais bonito que o daqui, além disso, ele é bem mais tranquilo ou íntimo... acho.

R: Hahahaha então isso seria melhor, né amor?

A: Muito... muito melhor.

Nisso, Ana decidiu colocar uma música que ela gostava muito no rádio, na verdade algo bem tranquilo e romântico, não posso negar, mas é uma música que eu também gosto, pelo visto ela tinha preparado um CD especial com músicas e colocou no carro, enquanto ia cantando.

O caminho foi meio lento por causa do trânsito, embora a fome só aumentasse, e na verdade me surpreendia que Ana não reclamasse, porque eu sei como ela se irrita no trânsito da cidade.

Logo um par de minutos antes de chegar e deixar o carro com o manobrista, Ana me disse:

A: Que fique registrado, papai, já saímos, e agora você não vai mais ficar entediado nem se sentir triste, mas em troca...

R: Em troca de quê, amor?

A: Quero que você me trate e se dirija a mim como sua namorada ou sua parceira hehehe, lembra...!

R: Mas filha, eu...

A: Shshshshshs... Eu cumpri, agora é sua vez de cumprir, além disso, aqui ninguém nos conhece, e ia ser divertido, você vai ver a cara que todo mundo vai fazer.

R: Tá bom, filha.

A: Filha?

R: Haha sim, desculpa... Tá bom... meu amor?

A: Mmmm, assim fica muuuuito melhor.

Quando chegamos e o manobrista ajudou minha filha a descer do carro, notei que o rapaz quase arregalou os olhos quando viu minha filha, e não é à toa, quando ela desceu do carro dava pra ver quase todas as pernas dela, da raiz até os tornozelos, por causa da saia tão curta que ela usava. E até de relance vi como eles olhavam para Ana pelas nossas costas e os ouvi entre dentes dizendo: "Que sorte tem esse velhote"

A verdade é que quando ouvi isso, me senti muito bem por estar com uma mulher com um corpão como a minha filha. E eu só tentava andar o máximo possível pra não perceberem minha ereção que, por nervosismo, começava a aparecer.

Quando chegamos, a moça nos deu uma mesa de não fumantes e estava nos oferecendo uma mesa bem perto da porta e da cozinha, aí a Ana disse…

A: Não tem uma mais afastada e tranquila? Não queremos ser incomodados, né, love?

Enquanto pegava na minha mão e se virava pra mim com uma cara de safada e um sorriso lindo e sedutor.

R: Hã? Hahaha sim!... Moça, por favor, nos dê uma mesa mais tranquila.

A moça nos fez andar uns metros e nos levou até uma escada, e depois pra uma mesa no fundo do restaurante. Por motivos óbvios, era uma das mais afastadas de todo mundo, e até essas mesas eram menos iluminadas e muito mais tranquilas, com mais espaço entre uma e outra. Quando ajudei minha filha a sentar, feito um cavalheiro, e depois sentei do lado dela — não queria sentar na frente porque, logicamente, queria ficar perto da Ana o máximo de tempo possível —, já não conseguia mais esconder minha ereção, que naquele momento era enorme.

O garçom se aproximou e, enquanto isso, minha filha disse:

A: Viu, papai? Não é divertido ver a cara dos outros? Com certeza tão pensando: "Que garota sortuda por ter um homem tão gostoso como você de acompanhante"... hehehe, obrigada por entrar na brincadeira, papai.

R: Cê é doida, filha. Na verdade, tão pensando: "Que maldita sorte desse velhote por ter uma mulher como você me acompanhando". E tá bom, só por você eu entro na brincadeira.

Quando o garçom chegou, deu as boas-vindas e ofereceu os cardápios, também ofereceu o vinho. Aí aproveitei pra minha filha, que não bebia (já que minha esposa não gosta, porque diz que ela é muito nova pra isso).

No próximo Vou contar pra vocês o que rolou na comida, no brinde e no que a gente fez naquele dia, o dia em que começou minha vida incestuosa com minha filha, e finalmente realizei meu sonho.

8 comentários - Quis pegar minha filha, mas ela me pegou 3

oye me tienes bien caliente con este relato por favor pon el siguiente pronto no tardes
http://3.bp.blogspot.com/-MNIsXZpNCYQ/UmVr5e5Wl9I/AAAAAAAAAAM/fST8OHJ8Kis/s1600/flecha1.png
Como me sigue calentando esta historia, muy buena. A seguir leyendo!
Excelente te dí 10 + sos un genio relatando las escenas, me gustan mucho y me mojé toda, tu hija me hace venir a la memoria a mi sobrina
Sos un maestro! me mate a pajas! +5 te dejo mas en los otros!